Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013

Deixa mulher sem água e luz

Porto de Mós: Condenado por violência doméstica

 

 Tribunal da Relação de Coimbra confirmou pena

Todos os dias, antes de sair de casa, um homem residente em Porto de Mós castigava a mulher, cortando-lhe a eletricidade, a água e o gás. Durante meses, a vítima deixou também de ter acesso à caixa de correio e ao telefone. Tais comportamentos foram considerados lesivos da dignidade humana pelo Tribunal da Relação de Coimbra, que acaba de confirmar a pena suspensa de um ano de prisão. O suspeito, carpinteiro, terá ainda de pagar dois mil euros.

Segundo o acórdão, a que o CM teve acesso, a vítima e o arguido estavam casados desde 1989. Os problemas terão começado a partir de 2008 e agravaram--se depois de setembro de 2010, altura em que o arguido passou a cortar a eletricidade, deixando a mulher sem luz no quarto e na sala. Fechou também a água do contador a cadeado, mudou a fechadura da caixa do correio e impediu-a de aceder ao gás da cozinha, levando a botija no carro sempre que saía de casa.

Segundo o próprio admitiu no julgamento, tais atitudes foram tomadas como retaliação pelo facto de a mulher ter retirado dinheiro de uma conta da filha. No recurso, o arguido alegava que agiu em legítima defesa e pedia a absolvição. Mas os juízes desembargadores interpretaram o comportamento como uma forma de vingança.

 

Por:Paula Gonçalves

in Correio da Manhã

 

 

Imaginemos este "maduro" a caminho do trabalho, já com a botija no porta bagagem e a "falar sozinho", o que dirá o que pensará? Melhor, terá tido algum sentimento de "justiça feita"? Então e um exercício de empatia? O facto de acharmos, no nosso entendimento que temos toda a razão e os que os outros não tem nenhuma não nos leva sequer a desconfiar um pouco que seja que o nosso "entendimento" é um mau juiz?

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Segunda-feira, 14 de Janeiro de 2013

Polaco violava a mulher

Imigrante vai ter de cumprir seis anos e meio por violência doméstica em Coruche

Rejeita pena por na Polónia violar mulher não ser crime

Um polaco vai cumprir seis anos e meio de prisão efetiva pelos crimes de violação, violência doméstica e maus tratos, cometidos sobre a mulher em Coruche, onde o casal residia desde 2003. O arguido tinha recorrido da pena a que foi condenado em primeira instância, alegando razões culturais, uma vez que o sistema penal da Polónia não sanciona a violação conjugal.

 

Considerando-o extemporâneo, o Tribunal da Relação de Évora recusou o recurso do arguido e confirmou a decisão do Tribunal de Coruche.

Tendo vivido no seu país até aos 38 anos, o arguido argumentou que não tinha consciência da gravidade dos atos que cometeu, acrescentando que os praticava porque a mulher se recusava a manter relações sexuais.

 

 

Por:J.N.P.

in Correio da Manhã

 

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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

Pede ajuda à GNR após matar pai

Salvaterra de Magos: Homicida de Glória do Ribatejo estava cheio de sangue

 

Eram 20h30 de quarta-feira quando Arsénio Coutinho, 37 anos, pegou no telemóvel para ligar para o 112. Tinha acabado de matar o pai à pancada e afirmava estar numa rua de Glória do Ribatejo, Salvaterra de Magos, a precisar de ajuda da GNR por temer justiça popular.

 

Arsénio Coutinho, que matou o pai à pancada, foi conduzido pela GNR à cadeia do Montijo, onde aguarda julgamento em prisão preventiva

Por:Miguel Curado

 

Arsénio foi encontrado por militares do posto de Marinhais coberto de sangue e com sinais de estar alcoolizado. Fontes policiais disseram ao CM que o antigo topógrafo estava consciente da forma como tinha morto o pai, João Nunes Dias, de 57 anos. Por isso, queria que a GNR lhe garantisse segurança.

Levado para o posto da Guarda de Marinhais, Arsénio Coutinho tinha o corpo repleto de vestígios importantes para a investigação. No entanto, ao que o CM apurou, a PJ de Lisboa recusou-se a efectuar a detenção do parricida, argumentando que havia flagrante delito. Teve de ser o comandante do Destacamento da GNR de Coruche a passar mandado de detenção, fora de flagrante delito, para que Arsénio Coutinho ficasse preso. A PJ enviou uma brigada a Glória do Ribatejo apenas para recolher vestígios. Arsénio Coutinho está em prisão preventiva na cadeia do Montijo.

"TEVE PERCEPÇÃO DO QUE FEZ E TEVE MEDO"

João Baptista Oliveira preside à junta de freguesia de Glória do Ribatejo, concelho de Salvaterra de Magos. O autarca conviveu com Arsénio Coutinho desde tenra idade e "lamenta profundamente" o desfecho trágico que a relação do conhecido com os pais acabou por ter. "Há algum tempo que ele assumia atitudes estranhas, como rezar na rua em frente a santinhos e atirar motos contra as pessoas", recordou. Quanto ao medo que Arsénio Coutinho sentiu da reacção popular, João Oliveira considera-o "possível". "Ele teve percepção do que fez e teve medo", concluiu.  

 

 

in Correio da Manhã

 

 

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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

Espancado pelo filho até à morte

Salvaterra de Magos: Homem batia nos pais há vários anos

 

O homicídio de João Nunes Dias, de 57 anos, anteontem à noite, às mãos do próprio filho, foi surpresa para poucos na freguesia de Glória do Ribatejo, em Salvaterra de Magos.

 

Familiares, amigos e vizinhos deslocaram-se ontem à rua da Quebrada da Água, onde se situa a casa de Arsénio e dos pais. José foi morto no caminho de terra batida, em frente à residência.

Por:Helder Almeida/J.N.P.

 

O historial de agressões de Arsénio Augusto Coutinho, 37 anos, ao pai e à mãe já era longo e conhecido das autoridades. "Nos últimos dois anos a GNR foi ali pelo menos quatro vezes. Ninguém actuou e já se esperava o pior", lamenta João Baptista Oliveira, que cresceu com o homicida e é presidente da junta local.

João Nunes Dias foi morto ao pontapé pelo filho no caminho de terra batida à porta de casa, na rua Quebrada da Água, em Glória do Ribatejo. Depois de mais um dia de trabalho numa empresa em Alverca, chegou a casa e viu o filho único a bater na mãe, Quitéria Coutinho Augusto, de 58 anos. O pai foi o alvo seguinte. "Ele metia-se nos copos e depois fazia estas coisas. Foi a minha filha que me chamou porque ele estava a pontapear o João na cabeça. Mas quando cheguei perto dele já estava morto. Tinha a cabeça cheia de sangue", relembra o irmão, José.

Na sexta-feira, Arsénio encontrou na rua, por acaso, um amigo de infância, José Peixe, que percebeu que ele "estava a precisar de ajuda psiquiátrica, pois parecia muito fragilizado e revoltado". Segundo o próprio conta ao CM, Arsénio referiu que "tinha virado franciscano, comia apenas uma vez por dia e ia publicar um livro que seria um marco na história da literatura".

Topógrafo de profissão, Arsénio vivia desde há alguns anos à custa dos pais. "Ele era muito inteligente, mas deixou-se apanhar pelo álcool há cerca de sete anos e perdeu-se. Pedia sempre dinheiro à mãe e quando ela não dava batia-lhe", explica José Peixe.

Depois de matar o pai, Arsénio fugiu do local. Segundo fonte da GNR, ligou mais tarde para o número de emergência 112 para se entregar. Foi detido e hoje de manhã é presente ao juiz no tribunal de Vila Franca de Xira.

"SE TIVESSE SIDO INTERNADO ISTO NÃO ACONTECERIA"

Segundo o CM apurou, já existiam processos pendentes por violência doméstica relativamente a Arsénio, que agredia com frequência os pais. O presidente da junta de freguesia de Glória do Ribatejo, João Baptista Oliveira (que cresceu com o homicida), afirma mesmo que foi testemunha numa situação.

"O caso estava referenciado. Não sei como as autoridades não actuaram. Se ele tivesse sido internado isto não teria acontecido", assegura João Oliveira. "Numa das vezes vi-o a bater na mãe e na avó. Apesar de ele ter ido a tribunal nessa altura, nunca chegou a ficar preso. Mas chegou a ser encaminhado para consultas de psiquiatria", refere o presidente da junta. "Nos últimos tempos ele costumava mesmo uivar em casa. A mãe já tinha pedido auxílio ao médico de família", conta ainda.

"AFASTOU-SE DO LOCAL DO CRIME CALMAMENTE"

A casa de José Nunes Dias, irmão da vítima mortal, fica no início da rua que dá acesso à habitação de João. Uma estrada de terra batida faz a ligação entre o local do crime e a rua principal. "Fugiu por aqui depois de matar o pai. Mas afastou-se do local calmamente", conta José.

A mãe, que também foi agredida por Arsénio, teve de receber tratamento no Hospital de Santarém, segundo o CM apurou junto de fonte da GNR, mas ontem já estava em casa. "Ela ainda se queixa muito do maxilar", conta ainda o cunhado. O receio da família agora é que o homicida regresse a casa com uma medida de coacção leve.

 

 

in Correio da Manhã

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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

Glória do Ribatejo: Assassina o pai à pancada

Uma desavença entre pai e filho acabou ontem à noite com o segundo a assassinar o progenitor ao murro e pontapé, em Glória do Ribatejo, concelho de Salvaterra de Magos, Santarém.

 

 

O homicida confesso, de 37 anos, e com um passado já manchado por processos de violência doméstica, acabou por se descontrolar durante a discussão e matou o pai, de 57 anos, à pancada. Depois do crime, o homem telefonou às autoridades para se entregar.

Foi enviado ao local um carro-patrulha da GNR de Coruche, que efectuou de imediato a detenção do sujeito. O homem será hoje ouvido em tribunal. À hora de fecho desta edição, as autoridades estavam ainda no local do crime.

 

in Correio da Manhã

 

 

 

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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Espanca mãe e avó para roubar

 

 

Homem não só agredia mãe e avó como as obrigava a levantar dinheiro no multibanco

Coimbra: Julgado por obrigar a família a dar-lhe dinheiro

Agride a mãe e a avó a soco, ameaça-as com catanas e espadas e obriga-as a levantar dinheiro no multibanco, nem que seja a meio da noite. Ontem, no Tribunal de Coimbra, Cristina, de 58 anos, relatou o "inferno diário" que tem vivido com a sua mãe, de 83, ambas vítimas de extorsão por parte do homem, de 33 anos.

"Partiu-me os dentes a murro, ameaçou incendiar a casa e deu socos à minha mãe", descreveu, frisando: "Não há dia em que não me obrigue a levantar dinheiro. Ao longo dos anos extorquiu-me milhares de euros." Já teve de recorrer a empréstimos e está endividada.

Cristina mostrou ao tribunal a faca de ponta e mola, que levava num saco, usada pelo filho para a ameaçar, e apontou--a à própria cara, reproduzindo uma das últimas cenas de "terror". "Diz que nos corta o pescoço e manda os ciganos ameaçar-nos", relatou. Em casa ficaram as espadas, a catana, as matracas e as bestas com que também é ameaçada. "Um dia agarrou-me pelos braços e andou a bater comigo contra as portas, paredes e móveis", contou. E chegou a desapertar-lhe as porcas das rodas do carro antes de uma viagem.

A mulher já apresentou "dezenas" de queixas e pediu o internamento compulsivo do filho, sem sucesso. O arguido, que faltou à audiência, já esteve detido por tentativa de violação, sequestro e assalto à mão armada.




Paula Gonçalves

 

 

in Correio da Manhã

 

Se ele trata a própria família assim o que fará aos que não lhe são nada?!

Não percebo como podemos ter forças de segurança em vários países e "palcos" e depois temos estes casos espalhados por Portugal ......

Sei que isto não é uma questão de equipamento e recursos mas de "autismo" das autoridades. Mas nesse caso onde estão os juízes? Onde está o governador civil? Esta violência nem devia ter começado! Temos aqui vitimas que as autoridades simplesmente não passam "cavaco"......

Ainda por cima ele já deu uma boa razão para as autoridades agirem, já que não dão importância á violência pelo menos dêem à xenofobia, ele ameaçou a família com os "ciganos", portanto temos aqui um preconceituoso .....

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Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Denuncia abusos e passa a ser alvo

Maria está revoltada, mas não se arrepende de ter denunciado o caso. A imagem do menino com o corpo em carne viva não lhe sai da cabeça‘Maria’ está revoltada, mas não se arrepende de ter denunciado o caso. A imagem do menino com o corpo em carne viva não lhe sai da cabeça
 

Violência: Preocupação da docente pode ter salvo duas crianças

Denuncia abusos e passa a ser alvo

Maria’ (nome fictício) não conseguiu ficar indiferente quando se apercebeu de que um menino, de 10 anos, aluno na sua escola, estava a ser alvo de maus tratos em casa. Denunciou o caso, foi ameaçada por familiares da criança, mas agora a polícia diz que não tem meios para a proteger. E a procuradora do Ministério Público, a quem a professora ontem recorreu para tentar encontrar uma solução, apresentou então uma outra solução a ‘Maria’: mudar de escola.

 

"Fiz o que estava correcto e sou eu que tenho de mudar de vida? Tenho de fugir como se tivesse cometido um crime?", questiona-se a professora, que não esconde a revolta.

‘Maria’ revive o dia 2 de Fevereiro vezes sem conta. Foi aí que teve a confirmação daquilo que suspeitava há alguns meses. Ao emprestar uma camisola à criança, a professora reparou naquilo que muitos outros docentes da escola faziam questão de não ver: o menino tinha nódoas negras e feridas por todo o corpo.

"Das nádegas até às dobras dos joelhos estava em carne viva. Não parava de sangrar. Ele contou que a mãe lhe batia sempre com o cinto e que não podia chorar porque senão ela batia-lhe mais. Ainda hoje aquela imagem não me sai da cabeça", contou ao CM a docente.

‘Maria’ levou o menino ao Hospital de S. João, no Porto, onde os médicos afirmaram desde logo que a criança só saía de lá para uma instituição. E foi mesmo isso que aconteceu, sendo o menor retirado à família.

A partir daí, ‘Maria’ nunca mais teve paz e um dia, à saída, da escola foi ameaçada por um homem armado. Pediu protecção policial em Fevereiro, mas só a teve em Abril. Tentou por várias vezes obter ajuda por parte da DREN, mas nunca obteve resposta. Na própria escola as colegas quase parecem que a recriminam pelo que fez.

"Cumpri o meu dever como pessoa e profissional e todos me abandonaram nesta luta. Não me arrependo. Sei que se não o fizesse aquele menino tinha morrido", afirma .

O acto da professora, que lecciona numa escola de Gondomar, levou ainda a que também a irmã do menino, de três anos, fosse retirada à família.

ESCOLAS TÊM PAPEL DE RELEVO NA DENÚNCIA

As escolas têm cada vez mais um papel de relevo na denúncia pública das situações de abusos a menores. Os professores têm vindo a ser alvo de diversas campanhas de sensibilização e os números revelam uma maior sensibilidade dos docentes para o problema. A parceria do trabalho dos professores com os elementos das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens em Risco tem dado frutos e muitas das queixas chegadas às autoridades policiais têm um denominador comum: são feitas por professores.

São aqueles que acompanham as crianças e jovens no seu dia a dia e que também, com mais facilidade, dada a formação que possuem, estão habilitados para verificar se os menores são alvo de maus tratos ou situações de abusos sexuais. A confissão do aluno ao professor é também frequente.

CRIANÇA ESTÁ A VIVER NUMA INSTITUIÇÃO

Para além de ‘Maria’, também o menino está a receber protecção policial. A criança está a viver numa instituição e a mãe foi proibida de o contactar. "Disse-me que nunca mais queria ver a mãe porque ela não gostava dele", contou a docente.

Já com a professora, o caso foi diferente. A mãe da criança e o padrasto estão sujeitos a termo de identidade e residência, mas não lhes foi aplicada qualquer medida de coacção que os impossibilite de se aproximarem da professora. Os processos de ameaças e maus tratos foram adensados num só caso, que será julgado em Gondomar.

PORMENORES

FALTA DE SEGURANÇAS

Ao que tudo indica ‘Maria’ ficará sem protecção policial pois neste momento são poucas as pessoas a prestar esse serviço. Segundo o MP, existem casos mais graves a ser tratados.

ALOJAMENTO

Bastante abalada com a situação, a professora colocou a hipótese de aceitar a proposta de dar aulas noutra cidade, desde que lhe pagassem o alojamento. No entanto, o MP colocou logo de parte a hipótese.

HOSPITAL

No hospital os médicos ficaram em choque quando viram o estado em que o menino estava e admitiram que ele podia ter morrido.

TESTEMUNHAS PROTEGIDAS

São muitos os casos mediáticos de protecção de testemunhas em processo penal. Um dos casos mais recentes foi Carolina Salgado, ex--mulher de Pinto da Costa, que também deixou de ter segurança após os casos chegarem a julgamento. José Faria, que testemunhava contra Ferreira Torres no processo em que o ex-autarca de Marco de Canaveses foi absolvido, esteve igualmente sob forte protecção. Já perdeu a segurança policial.

Diversas testemunhas no caso ‘Noite Branca’ – o processo onde se investigaram quatro mortes na noite do Porto – também tiveram direito a protecção. A primeira foi a mulher de Berto ‘Maluco’, assassinado à porta de casa com várias rajadas de metralhadora. A sua identidade está protegida e, neste momento, vive rodeada de seguranças que garantem a sua integridade.

O processo Casa Pia foi dos primeiros casos que trouxe para a ribalta a protecção das testemunhas. Alguns dos jovens vítimas de abusos sexuais beneficiaram deste regime – prestado por elementos de um corpo especial da PSP – após terem ido depor como testemunhas.

O objectivo: evitar que fossem intimidados e que alguém os pressionasse para mudarem os depoimentos. Todos perderam a segurança quando a investigação terminou.

LEI PERMITE MUDANÇA DE RESIDÊNCIA

A última alteração legislativa, de 2008, estabeleceu novas condições para a protecção das testemunhas. Uma delas foi a possibilidade de alteração da residência, sempre que o perigo assim o justifique. "Sempre que ponderosas razões de segurança o justifiquem, estando em causa crime que deva ser julgado pelo tribunal colectivo ou pelo júri e sem prejuízo de outras medidas de protecção previstas neste diploma, a testemunha poderá beneficiar de medidas pontuais de segurança, nomeadamente da alteração do local físico de residência habitual", pode ler-se nº 1 do artigo 20º.

Diz a lei que cabe à autoridade judiciária competente solicitar a intervenção da Comissão de Programas Especiais de Segurança com vista à efectivação da medida.

NOTAS

PAREDES: ESCOLA FEZ QUEIXA

Em Abril, na cidade de Paredes, três meninas foram retiradas aos pais por serem alvo de maus tratos. A primeira queixa feita na Comissão de Protecção de Menores partiu da própria escola

QUATRO: CASOS DENUNCIADOS

Desde que exerce a profissão este é o quarto caso que a docente denuncia. "Perguntaram como descubro tantos casos. Não se trata de descobrir, apenas não tenho medo", disse

RÚSSIA: EMBAIXADA COMPLICA 

O facto de estar em causa uma criança russa, o que por sua vez exige intervenção da embaixada, pode levar a que o processo se arraste durante vários anos

Ana Isabel Fonseca/Tânia Laranjo
 
in Correio da Manhã
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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Coruche: Detido por violação e violência doméstica

A Polícia Judiciária anunciou esta quarta-feira a detenção de um homem de 43 anos, estrangeiro, suspeito da prática de crimes de violação, violência doméstica, maus tratos e ofensas à integridade física qualificada, praticados ao longo dos últimos anos.

 

De acordo com um comunicado da PJ, as vítimas do agressor eram a sua ex-companheira de 41 anos, a filha de ambos, actualmente com 17 anos, e uma enteada com 23 anos.
 
O crime de violação à ex-companheira ocorreu no início deste ano, após o que o agressor fugiu para parte incerta, só tendo sido localizado ontem na zona de Coruche.
 
O arguido vai agora ser presente às autoridades para aplicação das medidas de coacção tidas por adequadas.

 

 

in Correio da Manhã

 

Existe de tudo neste mundo, o mal existe.....

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Quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Violência doméstica matou 43 mulheres desde o início do ano

Desde o início do ano morreram 43 mulheres vítimas de violência doméstica. O número é o mais elevado dos últimos quatro anos e vai motivar uma campanha da União das Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), onde os homens vão ser convidados a subscreverem um abaixo-assinado de repúdio contra este crime.

De acordo com dados do Observatório das Mulheres Assinadas, uma estrutura criada pela UMAR, anunciados hoje no Porto em conferência de imprensa, entre o início deste ano e ontem morreram 43 mulheres vítima de violência em relações de intimidade, às mãos dos maridos, companheiros, namorados, ex-maridos, ex-companheiros e ex-namorados. No mesmo período registaram-se também 64 tentativas de homicídio.

O Porto foi o distrito onde mais mulheres foram este ano vítimas de homicídio (17), seguido de Lisboa (13).

Segundo a UMAR, estes números superam todos os registados pela organização desde 2004, altura em que o número de mulheres que perderam a vítima em resultado de violência doméstica foi de 42. Já em 2005, o número de vítimas desceu para 36, um ano depois subiu para 37 e em 2007 desceu para 21. Na contabilidade global desde 2004, 182 mulheres morreram vítimas de violência doméstica em Portugal.

Os dados da associação revelam ainda que em 28 por cento dos casos registados este ano, a relação da mulher vítima mortal e do homicida já estava quebrada quando o crime aconteceu.

Para além das 43 mulheres assassinadas, foram igualmente assassinadas cinco vítimas associadas - filhos, pais ou outros familiares das mulheres.

O maior número de vítimas situou-se na faixa etária entre 24 e os 35 anos, indicando que as vítimas são cada vez mais jovens, tal como os agressores.

Julho foi o mês mais fatal, com nove vítimas mortais de violência doméstica.

"Eu não sou cúmplice"

Para sensibilizar os homens contra "toda e qualquer violência contra as mulheres", a UMAR anunciou o lançamento de uma campanha sob o lema "Eu não sou cúmplice".

Além da campanha, a estrutura avançou que no próximo sábado vai decorrer uma iniciativa específica no distrito do Porto. A acção incluirá homenagens a mulheres assassinadas em locais como Valongo, São Roque, Moreira da Maia e Valongo.

Para Artemisa Coimbra, responsável pelo Observatório das Mulheres Assinadas, estes dados são "aterradores" e Maria José Magalhães, dirigente da UMAR, defende que o agudizar da situação justifica a criação de rede de apoio, segurança e protecção das vítimas de violência doméstica e suas famílias.

 

 

 

In Público

 

Será que esta gente não ouviu falar em divorcio ?! Com que direito se agride outra pessoa ou pior, se tira uma vida. Especialmente de alguém que por ser a nossa companhia deveria ser aquela que mais carinho merece, ANIMAIS....

Este mundo está cheio de gente mesquinha e de pouco valor moral, mas felizmente também existe o outro reverso, existem pessoas especiais que distribuem dignidade e carinho, que tem amor para com o próximo e o necessitado.

Os ingratos, Deus deu-lhes uma vida e o que fizeram com ela ?! algo de produtivo ? ajudaram o próximo ?! Acolheram quem precisava ? Não! destruíram maquiavelicamente outras vidas e a deles. Semearam o ódio e a violência, a tristeza e a dor, premiaram com a morte aqueles que lhes eram mais próximos e que mais bem e com mais cuidado deveriam tratar....

 

publicado por portuga-coruche às 17:08
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