Terça-feira, 16 de Novembro de 2010

Este artigo devia ser proibido!

Cimeira da NATO

NATO. Comprámos na Expo materiais para fazer uma bomba por 19 euros

por Gonçalo Venâncio e Augusto Freitas de Sousa

 

 

O i comprou materiais que, combinados, poderiam servir para fazer várias bombas. Tudo dentro do perímetro de segurança

 

"Boa tarde, tem cartão Continente?", atira uma senhora simpática numa caixa do hipermercado do Centro Comercial Vasco da Gama. "Não, não temos", respondemos, duvidando logo à partida que o nosso cestinho de compras fosse elegível para os descontos "em talão". Passa uma caixa de pregos, outra de acendalhas, uma botija de gás em formato recarga. A senhora sugere um ar suspeito. Segue-se uma faca pequenina, mas que promete "corte de precisão" e um litro de ácido muriático. "O senhor ponha-se a pau que com tantos ácidos ainda pensam que vai fazer alguma bomba...", diz a caixa entre risos.

Nós não vamos. Mas o objectivo da reportagem é mesmo esse: a três dias do início da Cimeira da NATO, no coração do perímetro de segurança (ver mapa ao lado), é possível que alguém com expertise necessária e os mesmos 19,01 euros que o i gastou no hipermercado tenha acesso a produtos que, juntos, são mais do que suficientes para fazer uma bomba.

Esta reportagem não é um guia para fazer um engenho explosivo e por isso vários pormenores não serão divulgados - embora o Google indique o caminho. Fica o essencial: o centro comercial oferece todas as condições para se fazerem cocktails molotov, bombas de fumo e, mais preocupante, um explosivo químico chamado triperóxido de triacetona ou TATP, muito popular entre os militantes do Hamas e da Al-Qaeda.

A fórmula do TATP é conseguida à base de produtos banais, como a acetona, a água oxigenada e ácidos presentes em vários produtos de limpeza, como desentupidores de canos - tudo materiais a que tivemos acesso sem dificuldade no hipermercado. Foi este o explosivo utilizado pelo britânico Richard Reid, o "Shoe bomber", no voo que ligava Paris e Miami em 2001, e nos atentados de Londres de 7 de Julho de 2005.

Mesmo com milhares de homens no terreno, as forças policiais não poderão fazer mais do que vigiar indivíduos suspeitos, como confessa ao ifonte das autoridades de segurança. "A atenção das forças de segurança deve incidir nos indivíduos sobre os quais há suspeitas de prática de acções violentas. Não vejo como é que se pode proibir as pessoas de vender esses materiais. É uma preocupação para a segurança? É. Um risco? Certamente", considera José Manuel Anes, presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT). Anes lembra que alguns dos materiais comprados nesta reportagem são "utilizados em explosivos caseiros" e, por isso, não hesita em acrescentar mais umas linhas ao seu raciocínio: "Penso que as autoridades nacionais deverão reflectir sobre esta questão."

Ontem, a meio da tarde, o i seguiu em direcção ao Parque das Nações para testar as prometidas medidas de segurança. A entrada fez-se sem problemas, de carro pela porta da Avenida do Índico. Na nossa tentativa de compor uma lista de compras, uma coisa saltou logo à vista: o centro comercial abre um horizonte de possibilidades a grupos violentos.

Entrámos numa loja de desporto e começámos a compor o carrinho: pacotes de bolas de golfe, novas ou em segunda mão, desde 12 euros; um taco de basebol Wilson por 15 euros, já com luva e bola incluídos; bolas de bilhar (todas n.o 8) por 4,90 euros cada. Na prateleira ao lado, havia cotoveleiras, joelheiras e capacetes. Mais à frente, facas de campismo. "E dardos tem?", perguntámos a um funcionário. "Prefere ponta de ferro ou plástico?" A resposta é óbvia e, passado pouco tempo, lá estava um pacote de dardos de ferro por 4,90 euros. A lista continua, só com material que a polícia antimotim, por certo, não gostaria nada de ter pela frente.

Passámos para o hipermercado e enquanto abastecemos o carrinho com mais alguns ácidos e gases vimos várias famílias às compras - incluindo Liedson, com quem nos cruzámos no corredor das fraldas de bebé -, tranquilamente embaladas pela voz de Céline Dion em "So this is Christmas".

 

in iOnline

 

 

O problema não são os produtos que existem em qualquer supermercado! O problema são as cabecinhas fracas de quem pensa que leva a sua avante através da violência e terror. O problema é de quem ensina a fazer ou ensina o caminho a gente que deveria estar presa. Proibir um artigo destes não seria censura, seria um serviço social para a segurança pública.

publicado por portuga-coruche às 07:15
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Terça-feira, 3 de Agosto de 2010

Dakar solidário passa por Tavira mas não chega ao destino

 

d.r.

Dakar Challenge apresentação Tavira

 Ameaças terroristas mudam voltas à corrida Portugal Dakar Challenge, que se vê obrigada a ficar por Marrocos. Apesar disso, donativos serão entregues à AMI, no Senegal.

 

A ideia era simples: sem competição, pretendia-se que um grupo de entusiastas movidos pela aventura e pela solidariedade partissem de Coruche, rumassem ao Algarve, a Tavira, e daí seguissem para Marrocos, onde iniciariam a segunda parte da viagem, que teria como destino Dakar.

 



A ação benemérita ficaria assegurada pelo valor da inscrição, onde uma percentagem reverteria a favor da Assistência Medica Internacional (AMI), que os aplicaria em projetos no Senegal. Numa outra modalidade, o donativo seria a própria viatura utilizada na expedição que, à chegada a Dakar, seria doada e leiloada a favor da AMI.

Tudo isto foi o suficiente para despertar uma onda de entusiasmo, de tal forma que as inscrições rapidamente se esgotaram, dando origem a uma lista de espera que atingiu a meia centena de viaturas.

Tudo corria bem até há duas semanas, altura em que o Ministério dos Negócios Estrangeiros fez avisos à organização, desaconselhando a passagem pelo Senegal ou Mali.


«Preparámos o evento tendo em conta todas as restrições, mas, nas últimas semanas, as condições alteraram-se. A recomendação do Ministério dos Negócios Estrangeiros foi além do desaconselhamento e, nessa medida, vimos a necessidade de alterar o circuito», disse ao «barlavento» Gonçalo Terenas, produtor do Portugal Dakar Challenge.


Precisamente no início desta semana, em Bruxelas, o ministro dos Negócios Estrangeiros Luís Amado desaconselhou os portugueses a aventurarem-se no deserto do Saara, advertindo que o que aconteceu ao refém francês, executado pela Al-Qaeda do Magrebe, pode acontecer a qualquer europeu.


Como «desistência» foi palavra que a organização preferiu evitar, a fórmula passou por encurtar a corrida até Marrocos, percorrendo aí os restantes dias de prova. Segundo a organização, uma tripulação de reconhecimento já está a redefinir as rotas.

«Haverá um percurso maior em Marrocos e será reforçada a componente de entretenimento. A última etapa terá inclusivamente o apoio do reino de Marrocos», continuou Gonçalo Terenas.

De forma a dar continuidade à vertente solidária, as cerca de três dezenas de viaturas doadas serão leiloadas em Marrocos e a verba angariada será posteriormente entregue no Senegal, embora por meios não terrestres.

Para já, o montante a doar não está contabilizado, uma vez que as inscrições nas modalidades de motociclos e camiões ainda se encontram abertas. A isto, soma-se a indefinição do valor que cada viatura atingirá em leilão.

 

 Filipe Antunes

in Barlavento Online

 

publicado por portuga-coruche às 08:00
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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Secretário-geral da ONU diz que “Islamofobia é racismo”


Conferência Internacional sobre combate ao Racismo

Secretário-geral da ONU diz que “Islamofobia é racismo”

O Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou esta segunda-feira que a “islamofobia” é uma forma de racismo, durante a conferência internacional de luta contra o racismo 'Durban II', que começou esta segunda-feira em Genebra, na Suíça.

 

A conferência, conhecida como 'Durban II', está envolta em polémica, devido à participação do Presidente do Irão, Mahmud Ahmadinejad, o que já levou a França a prevenir que abandonará os trabalhos caso sejam proferidas declarações anti-semitas.

Promovida pela ONU, a Conferência de Revisão sobre o Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Formas Conexas de Intolerância, que visa dar seguimento a uma outro realizada em 2001 na cidade sul-africana de Durban, está a ser marcada pela polémica, tendo sido boicotada por várias países, com os EUA, Alemanha, Itália e Holanda a considerarem que a reunião tem um carácter anti-semita.

A adensar ainda mais a polémica, Israel chamou hoje para consultas o seu embaixador em Berna, após um encontro, domingo à noite, entre o presidente suíço, Hans-Rudolf Merz, e o seu homólogo iraniano, Mahmud Ahmadinejad, à margem da conferência. "Não se trata de uma rotura, mas de uma expressão de descontentamento de Israel pela aitude da laxismo da Suíça em relação ao Irão", assinalou uma fonte do Ministério dos Negócios Estrangeiros israelita.    

 

in Correio da Manhã

 

Na verdade.... existe é da parte do "Islão" uma "Ocidentalofobia". Se não gostam do nosso modo de viver não criem Organizações terroristas. Escrevam livros, comprem tempo de antena façam uma manifestação, podem fazer o que quiserem menos matar inocentes. Se não gostam tem boa solução: voltem para os vossos "paraísos". A mim parece-me bem claro quem é que tem fobias e xenofobias.....

publicado por portuga-coruche às 15:43
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Madrid: cinco anos depois do 11 de Março

Atentados terroristas na cidade espanhola fizeram 191 mortos

 

Atentados terroristas em Madrid, Espanha, aconteceram há cinco anos. Em 2007, foi inaugurado um monumento de homenagem às vítimas, em frente à estação de Atocha.

 

O monumento é considerado «um grito de esperança», apesar de ser com o silêncio da sala subterrânea que o verdadeiro impacto do monumento se evidencia, assinalando o «silêncio» do choque que se seguiu às explosões de há cinco anos.

É na sala subterrânea, ao olhar para o céu, que se vê o trabalho de dezenas de operários de várias nacionalidades que talharam as mensagens, também em várias línguas (em espanhol, árabe, romeno e inglês, entre outras), deixadas em homenagem às vítimas, em Atocha.

191 mortos

O monumento pesa mais de 140 toneladas, tem uma cúpula de 11 metros e um diâmetro de 8,5 metros e, na sua construção, foram usadas 15 mil peças de vidro de 15 centímetros de espessura e de mais de oito quilos de peso cada. No exterior, uma placa também de vidro, reproduz os nomes de cada uma das vítimas, 140 espanhóis e 51 estrangeiros.

Recorde-se que há cinco anos, no maior acto terrorista da história espanhola, dez bombas explodiram em quatro comboios da linha suburbana que liga Alcalé de Henares a Atocha, causando 191 mortos e quase dois mil feridos.

Depois de longas investigações, a Audiência Nacional de Madrid condenou em Outubro de 2007 21 dos 28 acusados de envolvimento nos atentados a penas de entre três e quase 43 mil anos de cadeia.
 

 

in IOL Diário

publicado por portuga-coruche às 10:56
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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Terrorismo na India

Após o ataque o Taj Mahal Palace ficou em chamas

Polícia prepara operação

Índia: Grupo atacante mantém reféns

Após o ataque o Taj Mahal Palace ficou em chamasUm grupo de atacantes mantém mais de uma centena de pessoas reféns no interior do Hotel Trident, em Bombaim (Mumbai), capital económica da Índia, que foi quarta-feira palco de uma vaga de ataques terroristas que causaram pelo menos uma centena de mortos e cerca de 300 feridos, segundo o balanço mais recente divulgado pelas autoridades.
 

De acordo com uma estação de televisão local, forças especiais da Polícia estão a ocupar posições para lançar uma operação destinada a libertar os reféns ainda em poder dos terroristas. Já hoje, elementos da Polícia e comandos do Exército conseguiram libertar outro grupo de reféns no Taj Mahal Palace. Um responsável, citado pela estação de televisão NDTV, revelou que foram encontrados cadáveres no interior do hotel.     

Entre as vítimas mortais dos ataques de ontem, que visaram, entre outros alvos, dois hotéis de luxo e restaurantes frequentados por turistas, figuram pelo menos seis estrangeiros. Relatos de testemunhas que conseguiram escapar aos ataques, que ocorreram de forma coordenada e quase em simultâneo, relataram que os terroristas procuravam atingir sobretudo cidadãos norte-americanos e britânicos.

Pelo menos cinco portugueses que estavam no Taj Mahal Palace, um dos hotéis atacados pelos terroristas, conseguiram escapar ilesos integrando um grupo de cerca de duas centenas de pessoas que conseguiram fugir do local. Todavia, fontes diplomáticas não tem ainda confirmação quanto à existência de cidadãos nacionais entre os reféns ainda em poder dos terroristas. Entretanto, o Governo português já desaconselhou qualquer viagem para a Índia.   

in Correio da Manhã

 

 

Comentários (quando considero de destaque, coloco-os também):

27 Novembro 2008 - 09h14  | luis mendes berlim germany
gostaria de ver os lider religiosos muçulmano a comentarem este acto cobarde.

 

 

Pois, nestas alturas ninguem ligado ao Islão comenta............

publicado por portuga-coruche às 10:54
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Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Fama de governo chega a Guantanámo

A notícia de que em Portugal os parasitas não são presos chegou a Guantanámo. Os prisioneiros até já escrevem a Sócrates pra meter uma cunha.

 

Brincadeira! Mas escreveram mesmo a Socrates segundo noticia o Sol online.

 

Quer dizer: os gajos rebentam com o metro em Londres, com comboios em Atocha, tomam conta de aviões e rebentam-nos contra edifícios nos Estados Unidos e agora acham-se no direito de pedir contas a Portugal porque passaram aqui aviões com terroristas ?!

Reprieve ? Direitos Humanos ?! Então onde estão os direitos das vitimas de Atocha ?

 

Pois, eu também sou contra o transporte dos terroristas em avião e a sua instalação em guatanámo.... uma bala naquela cabeçinha fundamentalista seria muito mais rápido e barato. Além disso evitava estas confusões todas.

 

Eu ao Socrates respondia. Sim senhor passaram por aqui! nós até oferecemos ajuda para tentar perceber junto dos terroristas o que leva um homem que tem família, mãe e filhos a matar os filhos de outras pessoas. A matar as mães de crianças e a matar pessoas idosas.

Podiam também perguntar-lhes se acham correcto que depois de tudo o que fizeram e conspiraram, depois de matarem tanta gente acham que merecem ser tratados com dignidade ? que tem direitos ?!

 

Eis a notícia do Sol online:

 

Sócrates já recebeu a carta do prisioneiro de Guantanámo

 

Fonte do gabinete do primeiro-ministro afirmou que a missiva de Binyam Mohamed terá uma resposta logo que seja possível

O primeiro-ministro recebeu ontem, segundo fonte do seu gabinete, a carta do prisioneiro de Guantánamo, Binyam Mohamed, que corre o risco de ser condenado à morte, tal como noticiou o SOL, na edição de sábado.

Chloe  Davis, que colabora com o advogado Clive Smith na Reprieve, organização de direitos humanos britânica, garantiu ao SOL que enviou a carta na quinta-feira dia 10 de Abril, por email e por fax, e que confrontada com o facto de, durante o fim-de-semana, José Sócrates ter negado a sua recepção, decidiu enviá-la ontem novamente e pelos mesmos meios.

Fonte do gabinete do chefe de Governo afirmou que a missiva, que já é do conhecimento de Sócrates, «terá resposta logo que possível».

Recorde-se que Clive Smith, advogado de Binyam Mohamed, de 29 anos, pediu ao primeiro-ministro português que confirme informações sobre a passagem de voos da CIA em Portugal.

Na carta de sete páginas, a que o SOL teve acesso, Clive Stafford Smith diz saber que «Binyam foi transportado para Guantánamo no dia 20 de Setembro de 2004, no voo RCH 947, a partir da base das Lajes, Açores».

Além disso, o defensor do prisioneiro pede também informações relativas a um voo associado à secreta americana, o N379P. Este voo, alega, transportou cinco agentes secretos para o Porto, onde pernoitaram por uma noite, a 17 de Setembro de 2002.

O advogado exige agora que Sócrates lhe forneça os dados sobre os dois voos em causa e faz um ultimato: «Estou a escrever esta carta na tentativa de evitar que seja necessário recorrer judicialmente para avaliar a acção ou inacção do Governo português neste caso».

Clive Smith pretende que o Executivo de José Sócrates lhe dê garantias, por escrito, de que vai fornecer as provas. Caso contrário, irá recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos Humanos.

 

sonia.trigueirao@sol.pt

 

 

in Sol online

publicado por portuga-coruche às 23:36
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