Quarta-feira, 12 de Setembro de 2012

"No dia 15 de Setembro, quem ficar calado não tem razão"

Cibernautas marcam manifestação para sábado

 

"No dia 15 de Setembro, quem ficar calado não tem razão"

"É Preciso Gritar. No dia 15 de Setembro, quem ficar calado não tem razão". O apelo é do escritor José Luís Peixoto, que se junta ao coro de vozes de um grupo de personalidades que decidiu criar no Facebook - e também num blog - um evento de protesto contra a troika e as medidas de austeridade actualmente impostas ao país.

 

A página no Facebook chama-se “Manifestação: Que se lixe a troika! queremos as nossas vidas!” e o protesto está marcado para vários pontos do país já no próximo sábado, dia 15 de Setembro, às 17h. Em Lisboa, o ponto de encontro será na Praça José Fontana.

 

Estão também previstos protestos, à mesma hora, no Porto, Braga, Funchal, Guarda, Coimbra, Loulé, Faro, Vila Real, Covilhã, Portimão, Leiria, Aveiro e Marinha Grande, havendo uma página de Facebook para o evento em cada uma destas localidades.

E até mesmo no Brasil. O evento, com o mesmo nome, foi agendado pelos “portugueses no Brasil” e a ideia é manifestarem-se em frente aos consulados portugueses, coincidindo com a passagem por aaquele país do ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas. Para já, está marcada concentração em Fortaleza, Estado do Ceará.

 

Na rede social, o evento conta neste momento com perto de 26.000 participantes. A ideia é que o número continue a crescer – e desde o discurso do ministro Vítor Gaspar, esta tarde, já se inscreveram mais de 1.000 pessoas – e que possa ser significativo, tal como aconteceu no ano passado, quando a Geração à Rasca juntou mais de 200.000 pessoas em Lisboa e cerca de 500.000 em todo o país.

"Quero olhar o meu filho nos olhos e dizer-lhe.... 'Eu lutei por ti e para ti...'", diz um dos participantes. "Dia 15 não há praia! Temos um país para salvar", atira outro participante. E a cada "refresh", há novas pessoas a dizer que sim, que no sábado lá estarão.

 

“É preciso fazer qualquer coisa de extraordinário. É preciso tomar as ruas e as praças das cidades e os nossos campos. Juntar as vozes, as mãos. Este silêncio mata-nos. O ruído do sistema mediático dominante ecoa no silêncio, reproduz o silêncio, tece redes de mentiras que nos adormecem e aniquilam o desejo. É preciso fazer qualquer coisa contra a submissão e a resignação, contra o afunilamento das ideias, contra a morte da vontade colectiva. É preciso convocar de novo as vozes, os braços e as pernas de todas e todos os que sabem que nas ruas se decide o presente e o futuro. É preciso vencer o medo que habilmente foi disseminado e, de uma vez por todas, perceber que já quase nada temos a perder e que o dia chegará de já tudo termos perdido porque nos calámos e, sós, desistimos”, diz a descrição do evento.

 

E prossegue: “O saque (empréstimo, ajuda, resgate, nomes que lhe vão dando consoante a mentira que nos querem contar) chegou e com ele a aplicação de medidas políticas devastadoras que implicam o aumento exponencial do desemprego, da precariedade, da pobreza e das desigualdades sociais, a venda da maioria dos activos do Estado, os cortes compulsivos na Segurança Social, na educação, na saúde (que se pretende privatizar acabando com o SNS), na cultura e em todos os serviços públicos que servem as populações, para que todo o dinheiro seja canalizado para pagar e enriquecer quem especula sobre as dívidas soberanas. Depois de mais um ano de austeridade sob intervenção externa, as nossas perspectivas, as perspectivas da maioria das pessoas que vivem em Portugal, são cada vez piores”.

 

“A austeridade que nos impõem e que nos destrói a dignidade e a vida não funciona e destrói a democracia. Quem se resigna a governar sob o memorando da troika entrega os instrumentos fundamentais para a gestão do país nas mãos dos especuladores e dos tecnocratas, aplicando um modelo económico que se baseia na lei da selva, do mais forte, desprezando os nossos interesses enquanto sociedade, as nossas condições de vida, a nossa dignidade. Grécia, Espanha, Itália, Irlanda, Portugal, países reféns da troika e da especulação financeira, perdem a soberania e empobrecem, assim como todos os países a quem se impõe este regime de austeridade”, sublinha este apelo à união “contra a inevitabilidade desta morte imposta e anunciada”, repetindo que “é preciso fazer qualquer coisa de extraordinário”.

 

“É necessário construir alternativas, passo a passo, que partam da mobilização das populações destes países e que cidadãs e cidadãos gregos, espanhóis, italianos, irlandeses, portugueses e todas as pessoas se juntem, concertando acções, lutando pelas suas vidas e unindo as suas vozes. Se nos querem vergar e forçar a aceitar o desemprego, a precariedade e a desigualdade como modo de vida, responderemos com a força da democracia, da liberdade, da mobilização e da luta. Queremos tomar nas nossas mãos as decisões do presente para construir um futuro”.

 

“Este é um apelo de um grupo de cidadãos e cidadãs de várias áreas de intervenção e quadrantes políticos. Dirigimo-nos a todas as pessoas, colectivos, movimentos, associações, organizações não-governamentais, sindicatos, organizações políticas e partidárias que concordem com as bases deste apelo para que se juntem na rua no dia 15 de Setembro. Dividiram-nos para nos oprimir. Juntemo-nos para nos libertarmos!”, conclui o manifesto, assinado por Ana Carla Gonçalves, Ana Nicolau, António Costa Santos, António Pinho Vargas, Blandina Vaz, Bruno Neto, Chullage, Diana Póvoas, Fabíola Cardoso, Frederico Aleixo, Helena Pato, Joana Manuel, João Camargo, Luís Bernardo, Magda Alves, Magdala Gusmão, Marco Marques, Margarida Vale Gato, Mariana Avelãs, Myriam Zaluar, Nuno Ramos de Almeida, Paula Marques, Paulo Raposo, Ricardo Morte, Rita Veloso, Rui Franco, Sandra Monteiro, São José Lapa, Tiago Rodrigues.

 

O grupo, que criou também o apelo no blog http://www.queselixeatroika15setembro.blogspot.pt/, adverte ainda que a manifestação de 15 de Setembro é pacífica. “As armas que levamos são as nossas vozes e a nossa presença. Não serão, pois, bem vindos ao protesto ou à página quaisquer apelos à violência. Na impossibilidade de darmos a esta página atenção permanente dada a concentração de esforços em sermos muitos milhares no próximo Sábado, demarcamo-nos de comentários notoriamente racistas, xenófobos ou fascistas assim como de perfis com o propósito de insultar os participantes”.

 

 

in Jornal de Negócios  Online - negocios@negocios.pt

 

Próximo de Coruche temos também Évora (80 Km), encontro às 17H00 na Praço do Giraldo. 

Neste dia vamos despir as cores partidárias e sindicais. Se estás a sofrer, se te sentes indignado, junta-te aqueles que estão como tu.


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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

Risco de tumultos e barricadas. Governo já prepara plano B

O executivo teme o pior e actua em conformidade: já há plano anti-contestação social

 

 

 

A presidência do Conselho de Ministros está a preparar um plano de contingência para fazer frente a possíveis tumultos na sequência do agravamento da crise económica, soube o i. Os riscos de uma explosão social que possa vir a assumir contornos violentos estão a ser medidos pelo governo, numa altura em que a maioria dos observadores admite que a contestação pode disparar, à semelhança do que aconteceu na Grécia.

O plano de contingência contempla o risco de alguns ministérios – nomeadamente os mais sensíveis numa época de austeridade, como as Finanças e a Economia ou a própria residência oficial do primeiro-ministro – poderem vir a ser barricados por manifestantes.

A hipótese de que venha a ser impedida a entrada dos funcionários e membros do governo nas sedes dos ministérios também está considerada no plano de contingência do governo. Se isso vier a acontecer, o executivo está a arranjar planos B para que o trabalho normal do governo possa decorrer em outro lugar, sem prejuízo do trabalho normal.

O governo não quer ser apanhado de surpresa relativamente a possíveis tumultos e está a preparar-se para a possibilidade de cortes de estradas e dos acessos a Lisboa, Porto e Braga. Os riscos estão a ser avaliados em função dos relatórios que têm sido feitos pela polícia e pelos serviços de informações. A existência de uma rede de telecomunicações alternativa aos telemóveis utilizados habitualmente pelos membros do governo e restante pessoal dos gabinetes também está contemplado no plano de contingência.

O risco de tumultos em Portugal, à semelhança dos que ocorreram na Grécia, foi admitido pelo primeiro-ministro logo no princípio de Setembro, na rentrée do PSD realizada na Universidade de Verão, em Castelo de Vide.

Horas antes, em Campo Maior, Passos Coelho já tinha falado na possibilidade de motins. "Em Portugal, há direito de manifestação, há direito à greve. São direitos que estão consagrados na Constituição e que têm merecido consenso alargado em Portugal", disse Passos Coelho, avisando: "Nós não confundiremos o exercício dessas liberdades com aqueles que pensam que podem incendiar as ruas e ajudar a queimar Portugal".

Na sua intervenção na Universidade de Verão do PSD, Passos Coelho admitiu que "pode haver quem se entusiasme com as redes sociais e com aquilo que vê lá fora, esperando trazer o tumulto para as ruas de Portugal". "Nunca iremos por aí", afirmou o primeiro-ministro, numa espécie de aviso prévio "àqueles que pensam que podem agitar as coisas de modo a transformar o período que estamos a viver numa guerra com o governo", quando o que existe é "uma guerra contra o atraso, a dívida e o desperdício".

Num estudo feito pela Organização Internacional de Trabalho (OIT), Portugal estava entre os países do mundo com risco mais elevado de "tumultos sociais", em consequência dos sacrifícios impostos pela crise e pelo desemprego. Além de Portugal, há outros seis países europeus com risco elevado: Grécia, Espanha, França, Estónia, Eslovénia e Irlanda. Em todos estes países, mais de 70% dos inquiridos pela Organização Internacional do Trabalho estão descontentes com a situação laboral.

 

 

Por António Ribeiro Ferreira e Ana Sá Lopes,

in iOnline

 

comentários mais interessantes:

 

by Anonymous (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 11:02
A PSP e os serviços de informações deveriam preocupar-se com o tráfico de droga, tráfico de armas, tráfico de seres humanos, lavagem de dinheiro, e não com a hipotética situação de tumultos sociais uma que as pessoas se forem para a rua será para lutar pelo pão para a boca dos filhos...a PSP e SIS deveriam era ir buscar quem defraudou o país e nos colocou nesta triste situação...e como disse um outro comentador "(...) enquanto houver pinga e bola (...)"...


by Utilizador Anónimo (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 08:53
É um triste esse passos (sim letra minúscula, não foi engano)! Olha lá pá enquanto houver bola e pinga não se passa nada neste país pessoas realmente tristes. Dorme descansado e continua a roubar aos pobres como tens feito... não pode é faltar o tintol!!!!!


by Utilizador Anónimo (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 11:56
Concordo perfeitamente com esta tomada de posição do Governo. É óbvio que as forças de segurança com a colaboração de outras entidades internacionais controlem a hipotese de existirem tumultos, que supervisionem mensagens entre grupos de desordeiros que mais não fazem do que infliltrarem-se no meio das manifestações de gente ordeira e descontente que por isso mesmo se manisfesta dentro dos parametros que a liberdade lhes permite. O que será de evitar é a possibilidade de que em Portugal se repita o mesmo que em Itália, com grupos de desordeiros que préviamente pararam carrinhas ao longo dos trajetos das manifestações. Essas carrinhas tinham no seu interior barras de ferro, cockailts molotov, combustíveis, pedras, etc. Quando a policia repelia o ataque numa determinada zona, mais à frente organizava-se outro grupo, que nada tinha a ver com os manifestantes ordeiros e utilizavam os materias que estavam previamente guardados dentro das carrinhas, para destruirem tudo e causar o caos.São grupos de "profissionais" cujo objetivo é apenas e só causar o caos e dar a imagem através da comunicação social que as manifestações são constituídas por gente rebelde que quer partir e destruir tudo à sua passagem, quando isso não é verdade. É a esses grupos que a policia está atenta e que deve repelir com a mesma violência que eles utilizam. Chamo a atenção que são grupos treinados, muitas vezes na Grécia, e que conseguem perante as camaras, fazer figura de coitadinhos, para impressionar a população. Todos eles sabem como agir, em que altura e como se comportarem quando a policia os prende em frente aos jornalistas. De resto vamos manifestarmo-nos,ordeiros, contra toda esta cambada que está a dar cabo do nosso futuro.

 

 

 

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Sexta-feira, 3 de Junho de 2011

A pensar nas eleições

Os jovens acampados no Rossio e nas praças de Espanha são os primeiros sinais da emergência de um novo espaço público – a rua e a praça – onde se discute o sequestro das atuais democracias pelos interesses de minorias poderosas e se apontam os caminhos da construção de democracias mais robustas, mais capazes de salvaguardar os interesses das maiorias. A importância da sua luta mede-se pela ira com que investem contra eles as forças conservadoras. O artigo é de Boaventura de Sousa Santos.

 

Por Boaventura de Sousa Santos

in Carta Maior

 

 

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Quinta-feira, 2 de Junho de 2011

A lição islandesa

” (…) O segundo caso é mais recente e mais próximo de nós. É o caso da Islândia onde está a ocorrer uma revolução até há pouco silenciada pelos media europeus. Em 2009 faliram os principais bancos privados islandeses, todos altamente envolvidos na especulação financeira. Como o Estado não assumiu a dívida, os países dos principais credores, Inglaterra e Holanda, pagaram um montante de 3.9 mil milhões de euros aos credores e pediram reembolso à Islândia. O parlamento, dominado por sociais -democratas, acedeu pagar mas o presidente vetou a lei. Entretanto, os cidadãos, inconformados com o sequestro da democracia e a pilhagem do país por parte do capital financeiro, tomaram a iniciativa de organizar um referendo. 93% dos cidadãos votaram contra o pagamento da dívida, ou seja, contra a transformação da dívida de bancos privados em dívida soberana (o que aconteceu entre nós com o escandaloso resgate do BPN). Exigiram também a convocação de uma Assembleia Constituinte para dar ao país uma nova Constituição provida de instrumentos que defendam os cidadãos do aventureirismo e da pilhagem financeira nacional e internacional O parlamento procurou retomar a iniciativa política, adoçando as condições de pagamento (os juros baixaram de 5.5% para 3% e o prazo de pagamento passou de 8 para 30 anos) mas os cidadãos resolveram voltar a organizar novo referendo. Para forçar os islandeses a desistir da recusa em pagar a dívida dos bancos privados, as agências de rating usaram contra eles as mesmas técnicas de terror que têm usado contra os portugueses. Em 9 de Abril voltaram a recusar o pagamento por uma maioria de 60%. Graças à vontade organizada dos islandeses e a uma sábia articulação entre vias institucionais e vias extra-institucionais, a lógica de ferro do capital financeiro – a sua capacidade de impor soluções e as transformar em consensuais por serem supostamente únicas – foi abalada. Segue-se agora o longo caminho dos tribunais e das arbitragens internacionais, e, enquanto o pau vai e vem, folgam as costas dos islandeses.”

 

Boaventura de  Sousa Santos, Ensaio Contra a Autoflagelação.

 

por Bruno Sena Martins

 

Retirado do Arrastão.

 

Os Islandeses são realmente um grande povo! Em contraste, os portugueses vão novamente ou eleger o Passos ou o Socrates.O que é o mesmo que dizer: Vão entregar novamente o poder às máquinas partidárias e clientelas que levaram o país ao abismo em que estamos. Que depois de "secar" o país tem a lata de dizer que não somos produtivos e que temos de fazer ainda mais sacrifícios para pagar a dívida que eles fizerem com os seus "boys".

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