Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

31-05-2012: Relato de um dia de vergonha

O Tugaleaks apresenta um relato do dia de ontem em S. Lázaro e um pouco por toda aquela zona. Houveram protestos em Lisboa e Porto. Fomos todos  S. Lázaro ontem. Relato de Ricardo Castelo Branco.

 

 

 Foto Stress FM

 

Acordei cedo para tratar de assuntos pessoais, arranjei-me e levei a cadela á rua na sacrossanta rotina do passeio matutino com pausa para bica e copo de água no café do bairro. Voltei para casa para logo voltar a sair. O sol reinante prenunciava um dia quente, o que se veio a verificar logo depois sob a forma de um telefonema: «A polícia entrou em São Lázaro. Estão a despejar. Passa a palavra!» As informações erão chocantes e dirigi-me imediatamente para lá enquanto telefonava para pessoas que manifestavam o mesmo choque e se colocavam as mesmas interrogações que me passavam pelo espírito: E a providência cautelar? E os 90 dias? Com que direito, legitimidade e legalidade desobedece um orgão da administração local a uma deliberação de um tribunal? Não será isto um caso de desobediência qualificada? Ao mesmo tempo crescia em mim a curiosidade de tomar conhecimento com um hipotético documento que legitimasse uma intervenção camarária e policial que considerava imoral e se me afigurava de duvidosa legalidade. Até aqui nada a que a Câmara Municipal de Lisboa não me tivesse já habituado. A mim e a todos os que como eu seguem atentamento tudo o que já foi feito, o que estava a ser feito e o que continuará a ser feito por todos os que dão corpo a um projecto cidadão que alia a requalificação urbana a valências culturais e sociais.

 

Finalmente, ao virar da esquina, lá estava São Lázaro. Na rua, estavam as pessoas que conheci, não por palavras mas por actos, como pessoas altruistas, capazes de arregaçar as mangas e meter mãos à obra, empreendedores num país onde o empreendedorismo só é politicamente bem visto quando enquadrado por agendas polítiqueiro-partidárias, por critérios especulativos ou por discursos propagandísticos. A separá-los do edifício estavam os mesmos cavalheiros que nos últimos tempos se tornaram conhecidos por criativas formas de interpretação das leis e do seu papel de protectores dos cidadãos. Interpretações responsáveis por transformar aquilo que considero a mais nobre das ocupações – servir o próximo – em ademanes servis de lacaios acéfalos muito para além do aceitável mesmo quando se imperasse um carreirismo baseado na aceitação acrítica das vontades ditatoriais e prepotentes de um poder central e de uma administração local . Como em todas as ocasiões que escapam um pouco á normalidade, o que começa a não ser o caso devido à frequência, lá estavam os normais grupos de mirones. Enquanto me aproximava ia ouvindo os comentários: «Num país em que os gatunos andam à solta a polícia só sabem chatear quem faz bem!», «Isto não há direito!», «Tanta polícia para quê?»,. «Cambada de chulos!…»…

 

E lá estava uma autêntica frota: popós da polícia municipal, da psp, uma carrinha azul (mais tarde chegaria outra), duas carrinhas da municipal. Para o transporte lá estava uma carrinha de uma empresa privada de transportes com sede no largo do Mitelo (ali ao pé do Campo dos Mártires da Pátria). Não pude deixar de pensar sobre o quão estranhas formas se pode esconder o desbaratar dos dinheiros públicos. Entretanto comecei a cumprimentar amigos e conhecidos, fui sabendo notícias. Tinham detido um rapaz mas o nome deste nada me dizia, ninguém tinha visto nenhuma ordem de despejo, a polícia recusava o diálogo com um advogado de São Lázaro 94 apesar de este se ter identificado como tal, … As restrições à livre circulação de pessoas e viaturas, o aparato policial e policial a presença dos agentes amantes da testosterona fizeram-me temer o pior. Ao fundo, fardadinha e pançudita, de pingalin na mão, agitava-se o costumeiro general de pacotilha a comandar as forças no terreno. Dirigi-me a um polícia que, apesar do ar mal-humorado evidente, não evidenciava as mordazes intenções que lia no olhar de outros. Perguntei-lhe cordatamente onde estava a ordem de despejo e se sabia que estava em desobediência com uma decisão judicial. Respondeu-me com um brilhante: «Não lhe respondo!» Ainda retorqui que o devia fazer porque a isso era obrigado pelos deveres profissionais e pelo facto de os meus impostos e os de todos os cidadãos lhe pagarem o vencimento. Respondeu-me que devíamos pagar mais enquanto se afastava.

 

Entretanto alguém pegara numa arma de destruição maciça: um tambor. Com um ameaçador andar aproxima-se um cavalheiro de olhar injectado que adverte que se está na vizinhança de dois hospitais. Querendo marcar uma posição de protesto manifestando respeito pelos doentes o rapaz começa a tocar em surdina batendo com as baquetas na parte lateral do tambor. É agarrado, lançado por terra, vários cavalheiros ordeiros lançam-se sobre quem não oferecia resistência provando que as forças da ordem ainda são capazes de heróicas façanhas. A arma essa foi sequestrada sem que fosse apresentada justificação mas deve ser por se tratar clara e manifestamente de uma arma de destruição maciça.

 

Entretanto a indignação aumentava. Após uma breve troca de palavras o advogado, ao lado de quem estava, é arrastado violentamente, lançado ao chão, algemado, conduzido para uma carrinha descaracterizada.

Passado alguns minutos uma amiga protesta contra o facto de um agente estar a pontapear as suas coisas. Uma das poucas que escaparam à voragem sequestradora. É manietada e levada como não se leva um criminoso para uma carrinha. Tem um ataque de asma e nem assim lhe devolvem a bomba no que me parece ser passível de ser classificado como omissão de socorro. As pessoas mobilizam-se para lhe ir arranjar uma bomba. A situação regulariza. As carrinhas partem com os detidos tendo os agentes presentes continuamente recusado dizer a destinação. Acabamos por obter algumas informações sobre o paradeiro dos nossos companheiros. Entretanto o grupo partira-se. Uns tinham ido para um protesto junto do gabinete da vereadora. Decidi esperar um pouco mais por notícias dos detidos. Finalmente chegaram três. O músico, a rapariga e o outro cujo nome não tinha reconhecido. O advogado esse tinha ficado detido e até ao presente momento apenas soube que ia ser presente a juíz.

 

Fui para a baixa onde encontrei o grupo na rua do Ouro, em frente ao edifício onde se situa o gabinete da vereadora. Fiquei a saber que tinham chegado a entrar no edifício mas a vereadora tinha recusado encontrar-se com eles. Deliberou-se fazer uma assembleia junto ao arco da Rua Augusta onde se decidiu fazer um protesto ás 19h no Martim Moniz. Entretanto chegara o convite para um grupo de 4 pessoas se reunir com a vereadora Helena Roseta. A assembleia decidiu pela não comparência por não considerar correcto dialogar com quem usa de prepotência. Pessoalmente acho muito perturbador, anormal e pouco coerente que alguém que agride por intermédio dos seus esbirros caceteiros de manhã convide os agredidos para uma reunião da parte da tarde.

 

Volttei para São lázaro onde três cavalheiros de farda se encontravam encostados à soleira da porta. Esbocei um sorriso saudoso ao pensar nas carinhosas repreensões do meu avõ sobre o hábito de me encostar á parede e o ser um tipo de comportamento próprio de um certo sector de actividade profissional liberal. Alguns membros do grupo de São Lázaro 94 ainda se encontravam nas redondezas. Nos olhares lia-se a revlta, a indignação, a vontade e a certeza de continuar.

 

Fui tratar das minhas coisas, chatices de saúde que me impediram de comparecer na manifestação. Quando sai do Hospital passei pela casa, estava entaipada como se os tijolos e o cimento fossem capazes de matar uma ideia. Soube depois que a polícia tinha andado a brincar aos Robotcop’s, tinham cercado a manifestação, da posição pacífica dos manifestantes apesar do clima de intimidação criado pela polícia, da intervenção de um grupo de catequistas junto das forças desordeiras da ordem, de mais uma vez se identificarem e revistarem cidadãos sem outra razão para o facto de estes protestarem e assumirem a plenitude da sua condição de cidadãos, por terem vontade de reconstruir, de revitalizar zonas degradadas, de recuperar edifício deixados ao abandono por uma administração local que deveria cuidar do património e não deixá-lo apodrecer devido a questões de especulação imobiliária. Descobri igualmente que a Câmara pretendia muito louvavelmente concretizar projectos maturados ao longo de 17 anos de abandono pelo que tinha entaipado a casa e que, para dar legalidade ao evento, tinha ido invocar um artigo do Código de Processo Administrativo que lhe permitia desobedecer a uma decisão judicial invocando uma razão de cuja validade a mesma CML era simultaneamente promotora, juiz e aferidora.

 

ESTE FOI, DEFINITIVAMENTE, UM DIA DE VERGONHA!!!

 

Ricardo Castelo Branco

 
in Tugaleaks
Videos que se encontram em StressFM e que confirmam algumas das coisas relatadas acima, por Ricardo Castelo Branco
Desculpa Ricardo mas não posso deixar de notar que utilizaste uma palavra que não existe "Erão" ?! A malta escreve à pressa e depois dá calinadas destas!
De qualquer modo gostei do Texto e acho que é de divulgar o que se vai passando. Uma prova de que alguns não andam a dormir é este post aqui no Portuga-Coruche.
Ontem vi á noite na Sic Notícias um General defender que o Estado não devia reduzir o orçamento das Forças Armadas porque vivemos uma época tumultuosa e por isso temos que estar preparados para uma eventualidade.....!?!? Quereria dizer defender o Estado do Povo? Então mas as Força armadas existem para servir o Povo ou para O meter na linha? É obvio que a sugestão era direccionada ao Estado e com o sentido bem patente de defender o Estado do Povo.
Se realmente o Estado é o agente dos problemas de Portugal e da Democracia, umas Forças Armadas que estivessem cá para defender a Pátria e o Povo ficariam do lado do Portugueses e não do Estado.
Por outro lado, um Estado democrático que necessita recorrer ás Forças Armadas para manter o poder e que a população rejeita não é democrático, é uma ditadura e o que fariam as Forças Armadas seria repressão!
Tinha na "ideia" que em Democracia eram eleitos representantes do povo para nos representar não para obter um poder que nos reprime e explora! Isso não é Democracia.
publicado por portuga-coruche às 07:00
link | comentar | favorito
Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

Como se fabrica uma acusação

Policia grega coloca cocktails molotov na mochila de um detido para o acusar.

 

Em nenhum país democrático deveria acontecer isto! O facto da polícia agir contra os cidadãos diz tudo! Quem estarão a servir os jagunços (aqui outra definição) quando fazem tudo para deter os manifestantes? Certamente não estão a contribuir para uma futura democracia, contribuem sim para manter uma ditadura fantoche!

 

 

Vejam as imagens:

 

 

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:15
link | comentar | favorito
Terça-feira, 18 de Outubro de 2011

Militar americano revolta-se com acção da polícia

Movimento Occupy Wall Street

‘Indignados’: Militar americano revolta-se com acção da polícia (COM VÍDEO)

 
Querem lutar? Vão para o Iraque ou o Afeganistão!”, exclama furioso Shamar Thomas

Ainda no rescaldo do movimento Occupy Wall Street e das manifestações do passado domingo, um vídeo foi parar ao You Tube que está a dar que falar.

 

 

Nas imagens, o militar americano Shamar Thomas decidiu reagir à violência que a polícia exerceu sobre os ‘indgnados’: “Isto não é uma zona de guerra!”, grita o militar, sublinhando que os manifestantes estão desarmados.

“Querem lutar? Vão para o Iraque ou o Afeganistão!”, exclama furioso Shamar Thomas, que também serviu no Iraque.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

 A polícia "carrega" sobre o povo que deveria proteger, sob ordens dos políticos eleitos pelo povo. Sou só eu ou está mesmo tudo ao contrário?!

 

 

 

Militar revolta-se e enfrenta 30 polícias

 

 

O movimento “Occupy Wall Street” teve um apoiante inesperado no protesto global de 15 de Outubro. Shomar Thomas estava numa rua de Nova Iorque quando viu a polícia bater em manifestantes, não gostou e puxou dos galões à frente de cerca de 30 agentes, gritando várias vezes: “Isto não é uma zona de guerra”. A cena ficou registada em vídeo e está a circular pela Internet nos últimos dias.


“Estas pessoas não estão armadas. Magoá-las não vos fará mais duros”, argumenta. “Se querem lutar, vão para o Iraque e para o Afeganistão. Deixam estas pessoas em paz. São cidadãos norte-americanos. Cidadãos norte-americanos! Cidadãos norte-americanos! Norte-americanos!”


“Parem de magoar estas pessoas. O que estão a fazer? Fui 14 meses para o Iraque pelo meu povo e vocês chegam aqui e magoam estas pessoas. Elas não têm armas. Elas não têm armas! Porque é que estão a magoá-las? Não faz sentido nenhum”, insurge-se. “Como é que dormem à noite? Não há honra nisto. Não há honra nisto!”


“É inacreditável que estejam a fazer isto às pessoas, que género de malucos magoam pessoas que não estão protegidas?” E acaba com mais uma pergunta antes de se afastar, desta vez lançada aos agentes vestidos com equipamento anti-motim: “Porque é que andam (equipados) como se fosse uma guerra? Ninguém tem armas”.

 


in Tá bonito

 

publicado por portuga-coruche às 07:30
link | comentar | favorito
Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

Aumentem os "homens", senão eles não reprimem o povo.....

Sindicatos

Forças de segurança alertam para futuro difícil

por Lusa

 

As estruturas sindicais da PSP e da GNR prometem cooperação com o novo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, mas alertam para muito trabalho e tempos difíceis futuros.

 

Em declarações à agência Lusa, José Manageiro (APG, GNR), Paulo Rodrigues e António Ramos (ASPP e SPP respectivamente, PSP) disseram esperar diálogo do novo ministro e abertura para resolver os muitos problemas das corporações. "A GNR vive dos piores tempos da sua história", alertou José Manageiro, enumerando como causas as dificuldades financeiras, falta de membros ou disparidades remuneratórias. É isso que quer discutir com o novo ministro, sem grandes comentários ao perfil porque "o fundamental são as políticas e não as pessoas". Mas avisa que Miguel Macedo vai encontrar uma GNR nos piores momentos da sua história.

Bons não vão também os tempos na PSP, segundo Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), que embora não conheça o novo ministro garante que há grande cc de mudança. Expectativa de um ministro que cumpra a lei, "que tenha sensibilidade para a área da segurança interna, que saiba compreender a missão da PSP". "É possível fazer muito sem envolver grandes verbas. Estamos disponíveis para poder contribuir no encontro de soluções", disse Paulo Rodrigues. Já António Ramos, presidente do SPP (Sindicato dos Profissionais de Polícia), ainda que prometa cooperação e diálogo, confessa que proferia um ministro conhecedor do sector, desejando sorte a Miguel Macedo.

"É uma pasta muito exigente porque estamos com graves problemas e falta de motivação", porque nos últimos seis anos "tiraram tudo" à PSP, que precisa de estar preparada para situações difíceis. Na Grécia, prevendo-se conflitos, os polícias foram aumentados 20 por cento há um ano, diz António Ramos, alertando que polícias desmotivados "não reprimem outros quando eles mesmo ainda estão piores". O novo governo, de maioria PSD/CDS-PP, toma posse na terça-feira depois de o primeiro-ministro indigitado, Pedro Passos Coelho, se ter reunido hoje em audiência com o Presidente da República, Cavaco Silva, para lhe entregar o novo elenco governativo. O novo Governo, de 11 ministros, inclui oito estreantes em funções executivas e duas mulheres, enquanto três futuros ministros já desempenharam funções em anteriores Executivos.

 

in DN Portugal

 

Isto não se admite Sr. Ministro! Andamos aqui a elege-lo para nos representar e depois, caso seja necessário em nossa representação (do povo que o elegeu) bater-nos por contestamos as suas medidas quem faz esse trabalho? Aumentem os homens, senão eles não nos metem na ordem..... 

A questão psicológica apresentada por António Ramos deixou-me "atarantado"! Quer dizer: A polícia não tem problemas em reprimir cidadãos, a única questão que lhes levanta semelhante acção é se ganham mais ou menos que os cidadãos a reprimir! Ainda pensaria em questões éticas ou morais ou por uma questão religiosa. Agora, quando o factor de decisão da "polícia de choque" para bater ou não bater é o polícia saber que ganha mais do que o "brevemente candidato a cuidados médicos", isso cala-me de vez.

Afinal só se é cidadão quando se está contente e se apoia o governo senão passamos a elemento destabilizador e lá tem o Sr. Ministro de aumentar a polícia para que, com o bolso cheio, lá dêem umas cacetadas na escumalha que nem um recibo de ordenado tem de jeito....

publicado por portuga-coruche às 07:20
link | comentar | favorito

.Janeiro 2016

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. 31-05-2012: Relato de um ...

. Como se fabrica uma acusa...

. Militar americano revolta...

. Aumentem os "homens", sen...

.últ. comentários

Sr José Sá, já confirmou a sua tese? Obrigado
Eu uso os produtos da HerbaLife há anos e são fant...
Tudo é muito aberta e muito clara explicação de qu...
Ė e nāo e pouco....
Subscrevo, já cá temos miséria que nos baste, e ge...
Por ser nutricionista e' que fala assim...
http://www.publico.pt/economia/noticia/herbalife-i...
essa empresa foi vendida a eden , que pelo visto a...
Estou para comprar um carro usado num stand de Sal...
VAI SE FERRAR. .INGERI OS COMPRIMIDOS DE MULTIVITA...

.arquivos

. Janeiro 2016

. Setembro 2015

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

.tags

. abel matos santos

. acidente

. água

. águas do ribatejo

. almeirim

. apanhados

. aquecimento global

. assalto

. autarquia

. benavente

. biscainho

. blogosfera

. bombeiros

. burla

. câmara municipal de coruche

. carina

. cdu

. china

. ciência

. cigana

. ciganos

. clima

. climategate

. cobre

. comboio

. copenhaga

. cortiça

. coruche

. couço

. cp

. crianças

. crime

. criminalidade

. crise

. dai

. david megre

. desaparecida

. desaparecidos

. desemprego

. desporto

. dionísio mendes

. dívida

. douro

. droga

. economia

. edp

. educação

. emigração

. emprego

. energia

. ensino

. escola

. espanha

. etnia

. fajarda

. faleceu

. fascismo

. festas

. finanças

. fmi

. fome

. gnr

. humor

. imperialismo

. impostos

. insólito

. internet

. ipcc

. justiça

. ladrões

. lamarosa

. meteorologia

. mic

. miccoruche

. morte

. música

. phil jones

. pobreza

. política

. pontes

. procura-se

. racismo

. roubo

. santarém

. saúde

. segurança

. sociedade

. sub

. tempo

. ticmais

. toiros

. tourada

. touros

. trabalho

. tráfico

. tribunais

. video

. videos

. violência

. xenofobia

. todas as tags

.links

.Enviem Notícias e Comentários

CONTACTO

greenbit@sapo.pt

.pesquisar

 
blogs SAPO

.subscrever feeds