Terça-feira, 18 de Setembro de 2012

Ponto Electrão Outdoor recolhe equipamentos eléctricos

Projecto pioneiro na Europa é instalado em três localidades portuguesas

Após Oeiras e Vilamoura, Coruche é a terceira localidade a abrigar o projecto-piloto da Amb3E - Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos para instalar um Ponto Electrão Outdoor, um contentor subterrâneo para a deposição de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE).

Ponto Electrão Outdoor

No Ponto Electrão Outdoor podem ser depositados varinhas mágicas, computadores, telemóveis, rádios, impressoras, entre muitos outros equipamentos, à exceção de lâmpadas. Estes serão recolhidos e encaminhados para valorização através do Sistema de Gestão Integrada de REEE, gerido pela Amb3E.
A estrutura tem um sistema de limitação de altura da queda que amortece os REEE durante a mesma, encontra-se completamente isolada e protegida quer das condições atmosféricas, quer de eventuais tentativas de furtos.

O principal objectivo é “facilitar aos cidadãos o acesso a contentores adequados para a deposição deste fluxo de resíduos, garantindo uma maior protecção e segurança”, afirma Jorge Vicente ao Ciência Hoje.

Segundo o diretor-geral da Amb3E, “numa conjuntura de crise como a que vivemos actualmente, será expectável o crescimento de um ‘mercado paralelo’ de encaminhamento ilegal, para efeitos de extracção dos componentes com valor. Estudos europeus referem que apenas 20 a 30 por cento do peso dos equipamentos colocados no mercado é reciclado. Esta estrutura mantém os resíduos protegidos de eventuais tentativas de furto evitando assim, que possam ser desviados do sistema de gestão da Amb3E e desmantelados sem qualquer respeito pelo ambiente”.

Jorge Vicente é diretor-geral da Amb3E



A Amb3E pretende colocar os equipamentos em localidades rurais onde não existam grandes superfícies comerciais para a instalação do ponto electrão não subterrâneo. A estrutura pode, em algumas dessas localidades, ser a única ou melhor opção de encaminhamento dos resíduos eléctricos e electrónicos. Outro aspecto a salientar é o facto de se localizar integrado em ilhas ecológicas pressupondo uma maior adesão por parte do consumidor, no âmbito dos comportamentos já adoptados para os restantes fluxos de resíduos.

Uma vez que a quantidade de resíduos produzidos tem aumentado nos últimos anos, “é preciso não esquecer que este tipo de resíduos constituem uma importante fonte de obtenção de matérias-primas”, salienta Jorge Vicente.

 

Por Susana Lage

in Ciência Hoje

 

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Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

Salvaterra de Magos "muito à frente"

Quartel dos Bombeiros de Salvaterra de Magos recebe aparelhos eléctricos para reciclagem

Desde Maio que o quartel dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos tem um ponto de recepção de aparelhos eléctricos velhos, danificados ou desactualizados de que os particulares e as empresas se podem desfazer sem qualquer custo. Os aparelhos são guardados num contentor que, periodicamente, segue para uma empresa de reciclagem desses componentes.

A iniciática resulta de um protocolo acordado entre e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Salvaterra de Magos, a câmara municipal e a seis freguesias do concelho.

A campanha de divulgação a sensibilização irá começar em breve com a distribuição de folhetos pelo concelho. Cada junta de freguesia irá dispor de um contentor mais pequeno que o que existe no quartel. Qualquer cidadão ou empresa poderá deslocar-se às juntas ou ao quartel para depor o seu velho electrodoméstico ou solicitar que seja recolhido, sem quaisquer encargos. Quando esses contentores das juntas de freguesia estiverem cheios, o material é encaminhado para o contentor do quartel. “Este protocolo surgiu como possibilidade de fazer escoar todo esse tipo de material eléctrico para a empresa Ambi3E, que procede à reciclagem dos componentes. Por cada tonelada de material entregue na empresa a Associação Humanitária receberá uma percentagem de dinheiro que ajuda a equilibrar as suas receitas", explica o presidente da instituição, António Malheiro.

No contentor do quartel estão já guardados muitos aparelhos, desde computadores, teclados, monitores, máquinas de escrever, mas também electrodomésticos que os bombeiros recolhem e que as pessoas vão entregar em vez os deitarem no meio do mato ou dentro e à beira dos contentores de lixo.

 

in O Mirante

 

 

Concelho de Salvaterra de Magos vai ter 11 oleões para deposição de óleos alimentares usados

Os primeiros oleões para deposição de óleos alimentares usados estão a ser instalados na vila de Salvaterra de Magos mas serão 11 os que vão ser montados no concelho. Fruto do protocolo estabelecido entre a Ecolezíria – Empresa Intermunicipal para o Tratamento de Resíduos Sólidos e a empresa Oleotorres, no aproveitamento dos óleos alimentares usados para a produção de biodiesel, o concelho de Salvaterra de Magos, um dos integrantes da Ecolezíria, vai receber 11 oleões com capacidade para 500 litros cada um, dos 40 que são distribuídos para todos os municípios.

Está prevista a instalação de três oleões em Salvaterra de Magos e de dois oleões em Marinhais, Foros de Salvaterra e Glória do Ribatejo, além de um oleão em Muge e no Granho.

 

 

in O Mirante

 

 

 

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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Reciclagem: Ponto Verde abandona plásticos mistos para evitar falência

23 de Setembro de 2009, 07:15

 

Lisboa, 23 Set (Lusa) - A Sociedade Ponto Verde anunciou que vai abandonar em Outubro a retoma e envio para reciclagem dos plásticos mistos, como embalagens de manteiga ou copos de iogurtes sólidos, considerando esta medida "indispensável" para evitar a falência.

Ao contrário do que é habitual na sua política de comunicação, o anúncio foi feito à Lusa, não pelo director daquela entidade gestora, mas pelo presidente do conselho de administração, que justificou a sua presença com a "gravidade" da situação financeira da Sociedade Ponto Verde (SPV).

"Na crise que vivemos não há sectores protegidos. A crise também se repercutiu no SIGRE [Sistema Integrado de Gestão de Resíduos de Embalagem, gerido pela SPV] e a situação é de uma enorme gravidade", afirmou Barahona d´Almeida.

 

in Sapo Notícias

 

O mais interessante e que mais esclarece nesta notícia são os comentários:

Aos jornalistas

Faço aqui um pedido aos Sr Jornalistas. Por favor investiguem aquilo que se passa no mundo dos resíduos, falem com as empresas que estão ligadas á reciclagem, vejam aquilo que a SPV faz, e depois deitem nas paginas dos jornais aquilo que investigaram. Uma coisa é certa, vão gastar muito papel de jornal (papel reciclado) a contar as 1001 histórias desse negocio. Os eco-pontos são uma farsa, os aterros farsa são. Não existe nada, o lixo entra em aterro só para estatistica, depois sai novamente. Todo o escandalo que esta a verificar nas sucatas de ferro, passasse a mesma coisa nos outros lixos. Por favor investiguem, vão para o meio da reciclagem e falem com as pequenas empresas, que elas dizem muito bem aquilo que se passa, liguem para as empresas de recolha de residuos e perguntem se tem plastico para venda. Vão aqui ao lado de Vilar formoso e vejam os camiões portugueses a deixar lá ton de material que vem de portugal. Esta á vista, e é só publicar...

Comentário enviado em 2009-09-23 às 10:19:06

 

SCARAMANGA

A SPV apenas serve para encher os bolsos a meia duzia de gestores, pois realmente são as empresas que pagam os custos inerentes a cada embalagem que colocam no mercado para posterior recolha. O modo como uma empresa pertencente a SPV esta em dificuldade é de facil leitura é apenas ver o gasto feito com anuncios, quando realmente o trabalho de recolha é feito pelas camaras municipais a custo proprio , enquanto a SPV enche os bolsos atraves dos pagamento feitos pelas empresas (dinheiro não enviado às camaras municipais). O problema politico resume-se aos governos que estiveram no popder e implementaram esta situação leia-se "PSD, PS". O negocio do ambiente foi sempre mal equacionado desde a sua implementação pois o meta é o lucro e não a preservacao do ambiente. Só quando um produto deixa de ser rentavel é que deixa-se de reciclar, e a preservacao fica na gaveta. A SPV é uma empresa de fachada para ganho de meia duzia de gestores.
Comentário enviado em 2009-09-23 às 10:16:41
 

FP

Em Portugal a reciclagem e o tratamento de residuos perigosos é uma farsa. As empresas apareceram em catadupa para pegarem no negócio da reciclagem, pois teriam acesso a matéria prima de borla, á conta do consumidor, mas com a crise que aì está deixou de compensar e já falam em deixar de recolher o material, pois não compensa. Na questão dos residuos perigosos, a que as empresas que os produzem, são obrigados a pagar a empresas, para lhos recolherem, senão sofrem grandes coimas, mas esses residuos são depositados nos aterros das empresas que os recolhem e não são trartados. Só que por ironia dos destino de vez em quando estes aterros são consumidos por incêndios. Estranho, pois não existem fontes de ignição nos aterros e nos materiais aí depositados. A reciclagem e a recolha de residuos perigosos em Portugal, só servem para algumas empresas lucrarem da maneira mais fácil, o resto fica tudo na mesma, tal como se fazia até aqui.Comentário enviado em 2009-09-23 às 10:27:45

 

smarques

Estes senhores da Ponto Verde andam a brincar com coisas muito sérias. Há cerca de 1 ano decidiram ( e bem) criar a categoria dos plásticos mistos, tendo-se os Sistemas preparado para fazer face a essa nova realidade, alguns deles aumentando o investimento em equipamento e meios humanos e agora avisam os sistemas que vão ter que acabar com os plásticos mistos, alegando problemas de falência? Alguém acredita nisto? O que andam os responsáveia da Ponto Verde a fazer? Incentiva-se a participação dos cidadãos na separação dos materiais para o cumprimento de metas que nos são impostas pela União Europeia e de repente já não há metas? O investimento que se fez nas campanhas de sensibilização á para deitar fora? O que é isto???? E os custos ambientais?????? Tenham vergonha meus senhores!! Se não servem para gerir dediquem-se a outra coisa mas não brinquem com quem anda a trabalhar e leva o seu trabalho muito a sério!!!Comentário enviado em 2009-09-23 às 10:11:30
 

ajpinheiro

Falencia, porquê? Tambem é umas das empresas que teêm, cerca de 4 a 5 gestores a ganharem mais de 30.000€ mensais, e ainda uns 40.000€ de premio, grandes carros topo de gama (Maserati; Ferrari, Bugatti e outros), já vi com os meus proprios olhos, e os colaboradores a levarem uns miseros 400€, pois é , e tambem teem de pagar as ditas taxas, juntamente com o consumo da agua, os euros não sao para todos, depois já se sabe, quando estao cheios, vamos lá abrir falencia! É de lamentar!...

Comentário enviado em 2009-09-23 às 09:58:14

 

antonio

falencia???? pois, o que os consumidores nao sabem e que para alem de serem empregados desses senhores, separando o lixinho para eles(mao de obra de borla), quando adquirem qualquer produto que seja, todos mesmo, estao a pagar para esses senhores, e que ha uns 10 anos, quando criaram a dita spv, com fins ambientais,todos os preços levaram com um aumento da taxa que em media as empresas tiveram de começar a pagar...compram a custo zero materia prima e vendem-na, recebem taxas( e nao sao assim tao baixas- em media uma empresa que nao mexa quase nada com materias tipo embalagens, cartao, vidro, pagam cerca 50 euros, 50x milhares de empresas= a milhoes) e estao falidos??????????

Comentário enviado em 2009-09-23 às 09:49:36

 

Isabel

A SPV em falência! Só podem estar a gozar! Onde param as taxas que as empresas têm de pagar para poder ter o simbolo do Ponto Verde nas suas embalagens? Reciclem os bolsos dos administradores e talvez lá se encontre o dinheirinho que pagamos. País de vergonha! São mais os que roubam do que os que trabalham. Cambada de gatunos, incompetentes, oportunistas é o que nos rodeia. Triste país este que nunca sairá de mediocridade.Comentário enviado em 2009-09-23 às 09:44:24

 

 

e CONTINUA....  Quem estiver interessado em ler mais comentários, poderá seguir o link no fim da notícia e depois terá acesso aos comentários. Os portugueses sabem o que se passa, esperemos que as autoridades actuem e façam justiça.

publicado por portuga-coruche às 10:39
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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Cartaxo vai ter recipientes para recolha de óleos alimentares usados

Um plano de acção em nome do ambiente é como os responsáveis pela Câmara do Cartaxo designam a criação de condições para a recolha de óleos alimentares usados e o seu encaminhamento para a reciclagem.

Em conjunto com as juntas de freguesia do concelho, a autarquia vai definir os locais adequados e seguros para a colocação dos “oleões”, recipientes que permitem recolher 50 litros de óleo usado. E definir quem irá ficar responsável pelo acompanhamento desse procedimento.

A acção resulta do protocolo estabelecido entre a Ecolezíria – Empresa Intermunicipal para Tratamento de Resíduos Sólidos, e a empresa Óleotorres, que recolhe, recicla e faz a gestão de óleos alimentares usados. Seguir-se-á uma acção de sensibilização em todo o concelho

Recorda a Câmara do Cartaxo que a recolha de óleos usados já funciona para a indústria da restauração e hotelaria instaladas no concelho a cargo de uma empresa especializada. A autarquia compromete-se a elaborar um relatório para verificar se a adesão àquele serviço está a ter boa receptividade por parte dos restaurantes, assim como apurar as quantidades recolhidas.

in O Mirante online

Sistema de Gestão de Óleos Alimentares Usados do Cartaxo

 

Em que consiste o Sistema de Gestão de Óleos Alimentares Usados do Cartaxo?

Para prevenir os impactos negativos dos óleos alimentares usados (ou óleos vegetais) no nosso ambiente, foi criado o Sistema de Gestão de Óleos Alimentares Usados do Cartaxo. Através deste sistema, restaurantes e cantinas poderão dar um destino adequado a estes resíduos uma vez que uma empresa licenciada para a sua gestão, produtora de Biodiesel, irá recolhe-los às entidades aderentes sem qualquer encargo para as mesmas.

Quais os impactos no ambiente dos Óleos Alimentares Usados?

Quando são lançados para o meio envolvente (meio hídrico, solo, ou redes de esgotos), os óleos alimentares usados originam graves problemas de poluição aquática, de poluição dos solos, ou provocam o mau funcionamento das Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETARs). São também responsáveis por sérios problemas de corrosão e entupimento nas canalizações dos restaurantes e cantinas. É por isso muito importante dar um destino adequado a estes resíduos.

O que fazer então com os Óleos Alimentares Usados?

Os restaurantes e cantinas deverão guardar os óleos alimentares usados nos contentores disponibilizados para o efeito através deste sistema. Mediante um acordo prévio, os restaurantes e cantinas aderentes irão receber gratuitamente um contentor de 30 litros que será facultado pela empresa recolhedora dos óleos.

O que é o Biodiesel?

Os óleos alimentares usados recolhidos através deste sistema serão valorizados para produção de Biodiesel. O Biodiesel é um combustível que pode ser utilizado directamente em motores diesel e a sua utilização representa inúmeras vantagens ambientais.

Quais as vantagens para os restaurantes e cantinas aderentes ao sistema?

Além do cumprimento das obrigações legais no domínio da gestão dos óleos alimentares usados e de evitarem problemas nas canalizações dos seus estabelecimentos, os restaurantes e as cantinas aderentes tornarão público o seu compromisso ambiental uma vez que será distribuído um autocolante a todos os estabelecimentos que o deverão afixar num local visível.

- Download do Folheto SGOAUC

in Site da Câmara Municipal do Cartaxo

A Empresa Portuguesa Dieselbase garante escoamento de óleos alimenatares

A Dieselbase, Energias Renováveis, Lda., produz Biodiesel do tipo FAME1, utilizando como matéria-prima o óleo vegetal de frituras usado que obtém através de um sistema de recolha em restaurantes, bares, empresas de catering, indústrias de alimentação, cantinas/refeitórios (escolas, hospitais, empresas,…), etc.

Podem também obter mais informações sobre este sistema no site da Dieselbase.

 1Fatty Acid Methyl Ester (Éster Metílico de Ácidos Gordos)

Quem pode usar Biodiesel Dieselbase?

Todas as entidades que disponham de uma frota de veículos automóveis diesel cujo seu abastecimento seja feito a partir de tanque próprio, por exemplo as Autarquias, empresas de transportes, industrias com maquinaria Diesel. Informe-se pelos contactos abaixo indicados. Download Folheto Informativo

publicado por portuga-coruche às 11:23
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