Domingo, 18 de Novembro de 2012

PSP falha caça aos agitadores

Brigadas infiltradas entre manifestantes esperaram, em vão, que o Corpo de Intervenção cercasse agressores e lhes permitisse detenções cirúrgicas, escreve o 'Correio da Manhã'.

De acordo com este jornal, o treino policial para intervenção em conflitos urbanos pressupunha que o Corpo da Intervenção da PSP, ao ser apedrejado à frente do Parlamento, tivesse em poucos minutos formado um cerco à dezena de agressores. Tal teria permitido que os agentes da PSP à civil, no meio dos manifestantes, efetuassem detenções cirúrgicas.

Segundo o 'Correio da Manhã', o facto desta manobra tática não ter avançado, por decisão do Comando de Lisboa, causou desconforto junto de responsáveis policiais.

 

in Diário de Notícias

 

Comentários interessantes:

 

José Ferreira
18.11.2012/15:21
A polícia não "falhou" coisa nenhuma. Obteve exactamente os resultados pretendidos por quem lhe deu as ordens. Se não neutralizou os desordeiros, foi porque teve ordem de não os neutralizar, e se atacou em vez disso cidadãos inocentes foi porque eram essas as ordens que tinha. Se a polícia espalhou o terror, foi porque as ordens que tinha eram terroristas. Só não dou os parabéns a Miguel Macedo pela competência demonstrada porque o Goldman Sachs e o Deutsche Bank já lhos devem ter dado

 

Johnny
18.11.2012/14:15
Eu tinha razão!!!Foi tudo preparado, para legitimar a carga policial.Eu desconfiei quando eles se mantiveram serenos com tanta provocação.A PSP gerou mais uma vez o repudio da população, entre pessoas amigas de alguns PSP, está instalado um clima de desconfiança e de repudio, culpa dessas criaturas que dirigem uma instituição que não os merece...Isto foi o inicio de qualquer coisa que pela minha experiencia de vida vai acabar mal com mortes do lado da PSP e do lado da População...Isto tudo culpa de Proxenetas que se vendem a troco de 10% do salário, que depois ficam com uma migalhas depois de retirado IRS...PORTUGAL NO SEU MELHOR...O Rei Vai Nu!!!

 

ÓBVIO
18.11.2012/14:19
VI E REVI VÁRIOS VIDEOS, E SÓ MENTECAPTOS NÃO VEEM QUE OS ATIRADORES DE CALHAUS NÃO SE ENCAIXAM NO PUZLE DOS MANIFESTANTES, QUE DERAM À SOLA, QUANDO A POLICIA COMEÇOU A CARREGAR CEGA E INDISCRIMINADAMENTE EM QUEM APANHAVA PELA FRENTE, FOSSE QUEM FOSSE .... PRA MIM SÓ TEM DUAS INTERPRETAÇÕES: PROVOCAR MEDO NOS MANIFESTANTES COMO FORMA DE COAÇÃO EM FUTURAS MANIFESTAÇÕES E ABAFAMENTO DA MAIOR GREVE GERAL DE SEMPRE ---- MANIPULAÇÃO MASSIVA NOS MEDIA

 

Hugo
18.11.2012/12:27
»Falhou??? Ou a ordem dada pelo governo ao Corpo de Intervenção da PSP, foi para carregar e não andar a fazer extrações de radicais. Caso não saibam o C.I. só actua a mando do Governo e isso o Ministro não foi capaz de assumir perante a comunicação social.

 

emanuel
18.11.2012/11:17
Olha Olha, talvez tenha cabimento a pergunta feita ao Macedo "não estavam policias à civil a mandar pedras?"A mim já nada me supreende nesta seita de malfeitores e depois foram até ao Cais do Sodre para fazer detenções?

 

 

publicado por portuga-coruche às 21:12
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

31-05-2012: Relato de um dia de vergonha

O Tugaleaks apresenta um relato do dia de ontem em S. Lázaro e um pouco por toda aquela zona. Houveram protestos em Lisboa e Porto. Fomos todos  S. Lázaro ontem. Relato de Ricardo Castelo Branco.

 

 

 Foto Stress FM

 

Acordei cedo para tratar de assuntos pessoais, arranjei-me e levei a cadela á rua na sacrossanta rotina do passeio matutino com pausa para bica e copo de água no café do bairro. Voltei para casa para logo voltar a sair. O sol reinante prenunciava um dia quente, o que se veio a verificar logo depois sob a forma de um telefonema: «A polícia entrou em São Lázaro. Estão a despejar. Passa a palavra!» As informações erão chocantes e dirigi-me imediatamente para lá enquanto telefonava para pessoas que manifestavam o mesmo choque e se colocavam as mesmas interrogações que me passavam pelo espírito: E a providência cautelar? E os 90 dias? Com que direito, legitimidade e legalidade desobedece um orgão da administração local a uma deliberação de um tribunal? Não será isto um caso de desobediência qualificada? Ao mesmo tempo crescia em mim a curiosidade de tomar conhecimento com um hipotético documento que legitimasse uma intervenção camarária e policial que considerava imoral e se me afigurava de duvidosa legalidade. Até aqui nada a que a Câmara Municipal de Lisboa não me tivesse já habituado. A mim e a todos os que como eu seguem atentamento tudo o que já foi feito, o que estava a ser feito e o que continuará a ser feito por todos os que dão corpo a um projecto cidadão que alia a requalificação urbana a valências culturais e sociais.

 

Finalmente, ao virar da esquina, lá estava São Lázaro. Na rua, estavam as pessoas que conheci, não por palavras mas por actos, como pessoas altruistas, capazes de arregaçar as mangas e meter mãos à obra, empreendedores num país onde o empreendedorismo só é politicamente bem visto quando enquadrado por agendas polítiqueiro-partidárias, por critérios especulativos ou por discursos propagandísticos. A separá-los do edifício estavam os mesmos cavalheiros que nos últimos tempos se tornaram conhecidos por criativas formas de interpretação das leis e do seu papel de protectores dos cidadãos. Interpretações responsáveis por transformar aquilo que considero a mais nobre das ocupações – servir o próximo – em ademanes servis de lacaios acéfalos muito para além do aceitável mesmo quando se imperasse um carreirismo baseado na aceitação acrítica das vontades ditatoriais e prepotentes de um poder central e de uma administração local . Como em todas as ocasiões que escapam um pouco á normalidade, o que começa a não ser o caso devido à frequência, lá estavam os normais grupos de mirones. Enquanto me aproximava ia ouvindo os comentários: «Num país em que os gatunos andam à solta a polícia só sabem chatear quem faz bem!», «Isto não há direito!», «Tanta polícia para quê?»,. «Cambada de chulos!…»…

 

E lá estava uma autêntica frota: popós da polícia municipal, da psp, uma carrinha azul (mais tarde chegaria outra), duas carrinhas da municipal. Para o transporte lá estava uma carrinha de uma empresa privada de transportes com sede no largo do Mitelo (ali ao pé do Campo dos Mártires da Pátria). Não pude deixar de pensar sobre o quão estranhas formas se pode esconder o desbaratar dos dinheiros públicos. Entretanto comecei a cumprimentar amigos e conhecidos, fui sabendo notícias. Tinham detido um rapaz mas o nome deste nada me dizia, ninguém tinha visto nenhuma ordem de despejo, a polícia recusava o diálogo com um advogado de São Lázaro 94 apesar de este se ter identificado como tal, … As restrições à livre circulação de pessoas e viaturas, o aparato policial e policial a presença dos agentes amantes da testosterona fizeram-me temer o pior. Ao fundo, fardadinha e pançudita, de pingalin na mão, agitava-se o costumeiro general de pacotilha a comandar as forças no terreno. Dirigi-me a um polícia que, apesar do ar mal-humorado evidente, não evidenciava as mordazes intenções que lia no olhar de outros. Perguntei-lhe cordatamente onde estava a ordem de despejo e se sabia que estava em desobediência com uma decisão judicial. Respondeu-me com um brilhante: «Não lhe respondo!» Ainda retorqui que o devia fazer porque a isso era obrigado pelos deveres profissionais e pelo facto de os meus impostos e os de todos os cidadãos lhe pagarem o vencimento. Respondeu-me que devíamos pagar mais enquanto se afastava.

 

Entretanto alguém pegara numa arma de destruição maciça: um tambor. Com um ameaçador andar aproxima-se um cavalheiro de olhar injectado que adverte que se está na vizinhança de dois hospitais. Querendo marcar uma posição de protesto manifestando respeito pelos doentes o rapaz começa a tocar em surdina batendo com as baquetas na parte lateral do tambor. É agarrado, lançado por terra, vários cavalheiros ordeiros lançam-se sobre quem não oferecia resistência provando que as forças da ordem ainda são capazes de heróicas façanhas. A arma essa foi sequestrada sem que fosse apresentada justificação mas deve ser por se tratar clara e manifestamente de uma arma de destruição maciça.

 

Entretanto a indignação aumentava. Após uma breve troca de palavras o advogado, ao lado de quem estava, é arrastado violentamente, lançado ao chão, algemado, conduzido para uma carrinha descaracterizada.

Passado alguns minutos uma amiga protesta contra o facto de um agente estar a pontapear as suas coisas. Uma das poucas que escaparam à voragem sequestradora. É manietada e levada como não se leva um criminoso para uma carrinha. Tem um ataque de asma e nem assim lhe devolvem a bomba no que me parece ser passível de ser classificado como omissão de socorro. As pessoas mobilizam-se para lhe ir arranjar uma bomba. A situação regulariza. As carrinhas partem com os detidos tendo os agentes presentes continuamente recusado dizer a destinação. Acabamos por obter algumas informações sobre o paradeiro dos nossos companheiros. Entretanto o grupo partira-se. Uns tinham ido para um protesto junto do gabinete da vereadora. Decidi esperar um pouco mais por notícias dos detidos. Finalmente chegaram três. O músico, a rapariga e o outro cujo nome não tinha reconhecido. O advogado esse tinha ficado detido e até ao presente momento apenas soube que ia ser presente a juíz.

 

Fui para a baixa onde encontrei o grupo na rua do Ouro, em frente ao edifício onde se situa o gabinete da vereadora. Fiquei a saber que tinham chegado a entrar no edifício mas a vereadora tinha recusado encontrar-se com eles. Deliberou-se fazer uma assembleia junto ao arco da Rua Augusta onde se decidiu fazer um protesto ás 19h no Martim Moniz. Entretanto chegara o convite para um grupo de 4 pessoas se reunir com a vereadora Helena Roseta. A assembleia decidiu pela não comparência por não considerar correcto dialogar com quem usa de prepotência. Pessoalmente acho muito perturbador, anormal e pouco coerente que alguém que agride por intermédio dos seus esbirros caceteiros de manhã convide os agredidos para uma reunião da parte da tarde.

 

Volttei para São lázaro onde três cavalheiros de farda se encontravam encostados à soleira da porta. Esbocei um sorriso saudoso ao pensar nas carinhosas repreensões do meu avõ sobre o hábito de me encostar á parede e o ser um tipo de comportamento próprio de um certo sector de actividade profissional liberal. Alguns membros do grupo de São Lázaro 94 ainda se encontravam nas redondezas. Nos olhares lia-se a revlta, a indignação, a vontade e a certeza de continuar.

 

Fui tratar das minhas coisas, chatices de saúde que me impediram de comparecer na manifestação. Quando sai do Hospital passei pela casa, estava entaipada como se os tijolos e o cimento fossem capazes de matar uma ideia. Soube depois que a polícia tinha andado a brincar aos Robotcop’s, tinham cercado a manifestação, da posição pacífica dos manifestantes apesar do clima de intimidação criado pela polícia, da intervenção de um grupo de catequistas junto das forças desordeiras da ordem, de mais uma vez se identificarem e revistarem cidadãos sem outra razão para o facto de estes protestarem e assumirem a plenitude da sua condição de cidadãos, por terem vontade de reconstruir, de revitalizar zonas degradadas, de recuperar edifício deixados ao abandono por uma administração local que deveria cuidar do património e não deixá-lo apodrecer devido a questões de especulação imobiliária. Descobri igualmente que a Câmara pretendia muito louvavelmente concretizar projectos maturados ao longo de 17 anos de abandono pelo que tinha entaipado a casa e que, para dar legalidade ao evento, tinha ido invocar um artigo do Código de Processo Administrativo que lhe permitia desobedecer a uma decisão judicial invocando uma razão de cuja validade a mesma CML era simultaneamente promotora, juiz e aferidora.

 

ESTE FOI, DEFINITIVAMENTE, UM DIA DE VERGONHA!!!

 

Ricardo Castelo Branco

 
in Tugaleaks
Videos que se encontram em StressFM e que confirmam algumas das coisas relatadas acima, por Ricardo Castelo Branco
Desculpa Ricardo mas não posso deixar de notar que utilizaste uma palavra que não existe "Erão" ?! A malta escreve à pressa e depois dá calinadas destas!
De qualquer modo gostei do Texto e acho que é de divulgar o que se vai passando. Uma prova de que alguns não andam a dormir é este post aqui no Portuga-Coruche.
Ontem vi á noite na Sic Notícias um General defender que o Estado não devia reduzir o orçamento das Forças Armadas porque vivemos uma época tumultuosa e por isso temos que estar preparados para uma eventualidade.....!?!? Quereria dizer defender o Estado do Povo? Então mas as Força armadas existem para servir o Povo ou para O meter na linha? É obvio que a sugestão era direccionada ao Estado e com o sentido bem patente de defender o Estado do Povo.
Se realmente o Estado é o agente dos problemas de Portugal e da Democracia, umas Forças Armadas que estivessem cá para defender a Pátria e o Povo ficariam do lado do Portugueses e não do Estado.
Por outro lado, um Estado democrático que necessita recorrer ás Forças Armadas para manter o poder e que a população rejeita não é democrático, é uma ditadura e o que fariam as Forças Armadas seria repressão!
Tinha na "ideia" que em Democracia eram eleitos representantes do povo para nos representar não para obter um poder que nos reprime e explora! Isso não é Democracia.
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Quarta-feira, 4 de Janeiro de 2012

Vila Franca de Xira: PSP com medo de multar magistrados

"Alguns magistrados do tribunal de Vila Franca de Xira têm ignorado o código da estrada e estacionado os seus automóveis nos lugares reservados aos deficientes na Praceta da Justiça, sem que nenhuma multa lhes seja passada pela polícia, situação que está a deixar os moradores indignados e revoltados" (leia a notícia completa no jornal "O Mirante")

Os moradores chamaram diversas vezes a PSP ao local, mas esta, confrontada com a situação tem medo de multar, porque os automóveis pertencem aos magistrados. Alguns polícias confirmam ao jornal "O Mirante" confessando que o problema “é delicado”.

Segundo os agentes, com os juízes decidiram “....ter uma atitude pedagógica, entrar no tribunal e pedir para tirarem o carro”!!!

Os moradores afirmam que isto aconteçe diáriamente, tendo até já sido discutido o assunto na Assembleia de Freguesia.

A caricata e saloia pratica toma contornos ainda mais misteriosos por só existirem 11 magistrados em Vila Franca de Xira e existirem 12 lugares disponíveis exclusivamente para magistrados, embora, na maioria das vezes existam parados nos lugares 14 viaturas com o dístico do tribunal.

 

Baseado numa notícia do jornal O Mirante

 

Pena que esta "atitude pedagógica" só aconteça no sentido de baixo para cima e nunca de cima para baixo! Quero eu dizer com isto que a PSP tem medo de "pisar os calos" aos "Srs. importantes e com poder" e depois, confrontados com os cidadãos comuns dão "sem dó nem piedade"! Numa democracia todos somos cidadãos e temos o direito de ser tratados com igualdade. Igualdade esta que só poderá ser reposta quando os Srs. Agentes virem todos os cidadãos, incluindo os Srs. Magistrados como iguais aos "olhos da lei"!

Por outro lado, obviamente, assiste-se a um aproveitamento dos "Srs. Magistrados" que, ao saberem do constrangimento dos agentes o usa para cometer estes "deslizes", privilégio da profissão. Depois da imunidade diplomática, surge agora a imunidade judicial!!!! Viva Portugal!

 

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Sábado, 26 de Novembro de 2011

As primeiras "desculpas" .....

Desordem na Calçada da Estrela, Lisboa

Bastonadas da PSP foram resposta a espancamento (COM VÍDEO)

 Detenção foi gravada e partilhada nas redes sociais

As agressões da PSP a um jovem radical alemão de 21 anos, filmadas por um telemóvel ao princípio da noite de quinta-feira na Calçada da Estrela, em Lisboa, e enviadas por email para as redacções dos órgãos de comunicação social, vão ser alvo de um inquérito interno por parte da Direcção-Nacional desta força de segurança. Fonte oficial da Polícia prometeu conclusões para a próxima semana, mas o CM sabe que o uso excessivo de força por parte dos agentes à civil filmados foi encarado como último recurso para parar a vaga de violência do militante anarca.

 

O jovem, que segundo várias fontes policiais disseram ao CM está ‘fichado' na Alemanha pelos crimes de participação violenta em rixas públicas, atacou sem razão aparente um dos vários agentes de investigação criminal que a PSP espalhou pelos arredores da Assembleia da República. O polícia, pertencente à Divisão de Investigação Criminal de Lisboa, foi espancado a murro e pontapé. O agressor teve até "requintes de malvadez", ao enfiar dois dedos nos olhos da vítima. Sem capacidade de resposta perante a maior envergadura física do jovem alemão, o polícia chegou a desmaiar por alguns segundos.

Vários colegas do agente espancado aperceberam-se da gravidade da situação e, de imediato, intervieram. No entanto, nem quando se viu suplantado em número pela PSP o jovem alemão cedeu. Resistiu violentamente, e só à bastonada foi possível detê-lo.

A Polícia, no entanto, viu-se obrigada a deixá-lo em liberdade, notificando-o para se apresentar na sexta-feira de manhã no Tribunal de Pequena Instância Criminal. O julgamento do detido acabou por ser adiado para 6 de Dezembro, e a PSP não tem agora quaisquer garantias que o jovem alemão se apresente perante a justiça portuguesa.

Depois das manifestações de violência da greve geral de quinta-feira, a PSP tem a atenção redobrada a uma série de alvos de movimentos anarquistas. O ataque com cocktails molotov da madrugada de quinta-feira a três repartições de finanças de Lisboa estava previsto há semanas. De resto, por se tratar perante a lei de crimes de dano, a PSP assumiu a investigação dos mesmos. E trabalha já para evitar novas situações.

 

 

Por: Miguel Curado

in Correio da Manhã

 

No vídeo vê-se bastante bem que antes das bastonadas o jovem já se encontrava controlado no chão, podem ver o vídeo no post anterior. Afinal onde ficamos?

Existe também, divulgado por várias fontes, polícias infiltrados que usaram técnicas de "contra-fogo" de modo a poderem intervir, prender e agredir sempre que consideraram necessário. Quem ordenou este tipo de actuação? Afinal a polícia existe para segurança e protecção do povo ou para o tratar como uma ameaça e à bastonada? Afinal de quem é o país?

Se as autoridades, eleitas por nós, povo português, acham que isto aqui é o "come, cala e não bufes", estão bem enganados! E não sou eu que sou uma ameaça à democracia nem à segurança do país, são "eles", é a polícia, nomeadamente aqueles que em vez de procurarem garantir a democracia a abulem, obedecendo a ordens superiores ou simplesmente por acharem que sendo representantes da autoridade são a lei! "Eles" também tem filhos e terão netos. Esta "terra queimada" será aquilo que lhes deixarão de herança. Cada vez que um polícia abusa do poder não atenta só contra a liberdade das suas vítimas imediatas, atenta contra a sua própria dignidade e contra o respeito que todos deveríamos ter pela polícia. Para nós, nessas alturas, deixa de haver polícias e passam a existir jagunços. 

Já sei, qualquer dia bate-me a PIDE à porta! Não tenho medo, afinal quem vê o mal e não o condena é como se o tivesse ordenado. Prefiro dormir de consciência tranquila numa prisão do que me calar e não conseguir dormir a trasandar a cobarde. E tu? vais-te calar? Quem é que preferes ver de manhã quando olhas para o espelho? um cobarde ou alguém de quem te orgulhas?

O fruto que plantarmos hoje será aquele que os nossos filhos terão para colher amanhã.

 

Comentário Interessante:

 

Comentário feito por: Anónimo

HÁ AGENTES INFILTRADOS NAS MANIFESTAÇÕES , NA SUBIDA PARA A ESCADARIA DA ASSEMBLEIA ESTAVAM AGENTES AGITADORES COM TECNICAS USADAS NOS TREINOS DO CORPO DE INTERVENÇÃO

 

 

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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

Risco de tumultos e barricadas. Governo já prepara plano B

O executivo teme o pior e actua em conformidade: já há plano anti-contestação social

 

 

 

A presidência do Conselho de Ministros está a preparar um plano de contingência para fazer frente a possíveis tumultos na sequência do agravamento da crise económica, soube o i. Os riscos de uma explosão social que possa vir a assumir contornos violentos estão a ser medidos pelo governo, numa altura em que a maioria dos observadores admite que a contestação pode disparar, à semelhança do que aconteceu na Grécia.

O plano de contingência contempla o risco de alguns ministérios – nomeadamente os mais sensíveis numa época de austeridade, como as Finanças e a Economia ou a própria residência oficial do primeiro-ministro – poderem vir a ser barricados por manifestantes.

A hipótese de que venha a ser impedida a entrada dos funcionários e membros do governo nas sedes dos ministérios também está considerada no plano de contingência do governo. Se isso vier a acontecer, o executivo está a arranjar planos B para que o trabalho normal do governo possa decorrer em outro lugar, sem prejuízo do trabalho normal.

O governo não quer ser apanhado de surpresa relativamente a possíveis tumultos e está a preparar-se para a possibilidade de cortes de estradas e dos acessos a Lisboa, Porto e Braga. Os riscos estão a ser avaliados em função dos relatórios que têm sido feitos pela polícia e pelos serviços de informações. A existência de uma rede de telecomunicações alternativa aos telemóveis utilizados habitualmente pelos membros do governo e restante pessoal dos gabinetes também está contemplado no plano de contingência.

O risco de tumultos em Portugal, à semelhança dos que ocorreram na Grécia, foi admitido pelo primeiro-ministro logo no princípio de Setembro, na rentrée do PSD realizada na Universidade de Verão, em Castelo de Vide.

Horas antes, em Campo Maior, Passos Coelho já tinha falado na possibilidade de motins. "Em Portugal, há direito de manifestação, há direito à greve. São direitos que estão consagrados na Constituição e que têm merecido consenso alargado em Portugal", disse Passos Coelho, avisando: "Nós não confundiremos o exercício dessas liberdades com aqueles que pensam que podem incendiar as ruas e ajudar a queimar Portugal".

Na sua intervenção na Universidade de Verão do PSD, Passos Coelho admitiu que "pode haver quem se entusiasme com as redes sociais e com aquilo que vê lá fora, esperando trazer o tumulto para as ruas de Portugal". "Nunca iremos por aí", afirmou o primeiro-ministro, numa espécie de aviso prévio "àqueles que pensam que podem agitar as coisas de modo a transformar o período que estamos a viver numa guerra com o governo", quando o que existe é "uma guerra contra o atraso, a dívida e o desperdício".

Num estudo feito pela Organização Internacional de Trabalho (OIT), Portugal estava entre os países do mundo com risco mais elevado de "tumultos sociais", em consequência dos sacrifícios impostos pela crise e pelo desemprego. Além de Portugal, há outros seis países europeus com risco elevado: Grécia, Espanha, França, Estónia, Eslovénia e Irlanda. Em todos estes países, mais de 70% dos inquiridos pela Organização Internacional do Trabalho estão descontentes com a situação laboral.

 

 

Por António Ribeiro Ferreira e Ana Sá Lopes,

in iOnline

 

comentários mais interessantes:

 

by Anonymous (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 11:02
A PSP e os serviços de informações deveriam preocupar-se com o tráfico de droga, tráfico de armas, tráfico de seres humanos, lavagem de dinheiro, e não com a hipotética situação de tumultos sociais uma que as pessoas se forem para a rua será para lutar pelo pão para a boca dos filhos...a PSP e SIS deveriam era ir buscar quem defraudou o país e nos colocou nesta triste situação...e como disse um outro comentador "(...) enquanto houver pinga e bola (...)"...


by Utilizador Anónimo (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 08:53
É um triste esse passos (sim letra minúscula, não foi engano)! Olha lá pá enquanto houver bola e pinga não se passa nada neste país pessoas realmente tristes. Dorme descansado e continua a roubar aos pobres como tens feito... não pode é faltar o tintol!!!!!


by Utilizador Anónimo (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 11:56
Concordo perfeitamente com esta tomada de posição do Governo. É óbvio que as forças de segurança com a colaboração de outras entidades internacionais controlem a hipotese de existirem tumultos, que supervisionem mensagens entre grupos de desordeiros que mais não fazem do que infliltrarem-se no meio das manifestações de gente ordeira e descontente que por isso mesmo se manisfesta dentro dos parametros que a liberdade lhes permite. O que será de evitar é a possibilidade de que em Portugal se repita o mesmo que em Itália, com grupos de desordeiros que préviamente pararam carrinhas ao longo dos trajetos das manifestações. Essas carrinhas tinham no seu interior barras de ferro, cockailts molotov, combustíveis, pedras, etc. Quando a policia repelia o ataque numa determinada zona, mais à frente organizava-se outro grupo, que nada tinha a ver com os manifestantes ordeiros e utilizavam os materias que estavam previamente guardados dentro das carrinhas, para destruirem tudo e causar o caos.São grupos de "profissionais" cujo objetivo é apenas e só causar o caos e dar a imagem através da comunicação social que as manifestações são constituídas por gente rebelde que quer partir e destruir tudo à sua passagem, quando isso não é verdade. É a esses grupos que a policia está atenta e que deve repelir com a mesma violência que eles utilizam. Chamo a atenção que são grupos treinados, muitas vezes na Grécia, e que conseguem perante as camaras, fazer figura de coitadinhos, para impressionar a população. Todos eles sabem como agir, em que altura e como se comportarem quando a policia os prende em frente aos jornalistas. De resto vamos manifestarmo-nos,ordeiros, contra toda esta cambada que está a dar cabo do nosso futuro.

 

 

 

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Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

Aumentem os "homens", senão eles não reprimem o povo.....

Sindicatos

Forças de segurança alertam para futuro difícil

por Lusa

 

As estruturas sindicais da PSP e da GNR prometem cooperação com o novo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, mas alertam para muito trabalho e tempos difíceis futuros.

 

Em declarações à agência Lusa, José Manageiro (APG, GNR), Paulo Rodrigues e António Ramos (ASPP e SPP respectivamente, PSP) disseram esperar diálogo do novo ministro e abertura para resolver os muitos problemas das corporações. "A GNR vive dos piores tempos da sua história", alertou José Manageiro, enumerando como causas as dificuldades financeiras, falta de membros ou disparidades remuneratórias. É isso que quer discutir com o novo ministro, sem grandes comentários ao perfil porque "o fundamental são as políticas e não as pessoas". Mas avisa que Miguel Macedo vai encontrar uma GNR nos piores momentos da sua história.

Bons não vão também os tempos na PSP, segundo Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), que embora não conheça o novo ministro garante que há grande cc de mudança. Expectativa de um ministro que cumpra a lei, "que tenha sensibilidade para a área da segurança interna, que saiba compreender a missão da PSP". "É possível fazer muito sem envolver grandes verbas. Estamos disponíveis para poder contribuir no encontro de soluções", disse Paulo Rodrigues. Já António Ramos, presidente do SPP (Sindicato dos Profissionais de Polícia), ainda que prometa cooperação e diálogo, confessa que proferia um ministro conhecedor do sector, desejando sorte a Miguel Macedo.

"É uma pasta muito exigente porque estamos com graves problemas e falta de motivação", porque nos últimos seis anos "tiraram tudo" à PSP, que precisa de estar preparada para situações difíceis. Na Grécia, prevendo-se conflitos, os polícias foram aumentados 20 por cento há um ano, diz António Ramos, alertando que polícias desmotivados "não reprimem outros quando eles mesmo ainda estão piores". O novo governo, de maioria PSD/CDS-PP, toma posse na terça-feira depois de o primeiro-ministro indigitado, Pedro Passos Coelho, se ter reunido hoje em audiência com o Presidente da República, Cavaco Silva, para lhe entregar o novo elenco governativo. O novo Governo, de 11 ministros, inclui oito estreantes em funções executivas e duas mulheres, enquanto três futuros ministros já desempenharam funções em anteriores Executivos.

 

in DN Portugal

 

Isto não se admite Sr. Ministro! Andamos aqui a elege-lo para nos representar e depois, caso seja necessário em nossa representação (do povo que o elegeu) bater-nos por contestamos as suas medidas quem faz esse trabalho? Aumentem os homens, senão eles não nos metem na ordem..... 

A questão psicológica apresentada por António Ramos deixou-me "atarantado"! Quer dizer: A polícia não tem problemas em reprimir cidadãos, a única questão que lhes levanta semelhante acção é se ganham mais ou menos que os cidadãos a reprimir! Ainda pensaria em questões éticas ou morais ou por uma questão religiosa. Agora, quando o factor de decisão da "polícia de choque" para bater ou não bater é o polícia saber que ganha mais do que o "brevemente candidato a cuidados médicos", isso cala-me de vez.

Afinal só se é cidadão quando se está contente e se apoia o governo senão passamos a elemento destabilizador e lá tem o Sr. Ministro de aumentar a polícia para que, com o bolso cheio, lá dêem umas cacetadas na escumalha que nem um recibo de ordenado tem de jeito....

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

PSP enfrenta a crise comprando o "tempo"

Segurança: 283 relógios comprados estão a ser revendidos a agentes

João Manuel Rodrigues

 

Dos 283 relógios Tissot V8 comprados pela PSP, mais de metade já terão, segundo a Polícia, sido comprados por agentes

PSP gasta 62 mil euros em relógios

A PSP gastou quase 62 mil euros na compra de relógios de luxo, com a justificação de que estes são bens "de que o director nacional dispõe para oferendar em actos oficiais" a entidades que visitam aquela força de segurança. Grande parte dos 283 relógios adquiridos estão, no entanto, a ser vendidos a agentes.

 

 

Segundo a própria PSP explicou ao CM, a compra dos 283 relógios ‘Tissot V8', adquiridos à empresa que representa esta marca em Portugal, "começou a ser pensada em 2007, aquando dos 140 anos da Polícia". "Foi decidido fazer a edição especial de um relógio", explicou por escrito a PSP.

Encetaram-se contactos com várias empresas, tendo a PSP fechado contrato no final de 2010, por ajuste directo, com a representante da Tissot em Portugal. Os relógios foram adquiridos pelo preço unitário de 222 euros, perfazendo um investimento de 61 906,25 euros.

A PSP assegura ter colocado 90% dos 283 relógios para venda "junto dos profissionais de Polícia". "Até Abril, foram adquiridos 55% dos relógios postos à venda e recuperados 38 mil euros", acrescentou. O presidente do Sindicato Unificado de Polícia (SUP), Peixoto Rodrigues, discorda do negócio "numa altura em que há polícias credores da PSP". "Há muitas restrições nas esquadras e a PSP gasta mais de 60 mil euros com relógios", considerou.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

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Sexta-feira, 12 de Março de 2010

Agente da PSP mata cunhado, oculta cadáver e sai em liberdade com pena suspensa

Autor João Nuno Pepino

 
“Isto é inacreditável! Que justiça é esta?”, comentava à saída do Tribunal do Cartaxo Fernando Faustino, irmão de Luís Fernandes, morto em Novembro de 2008 pelo ex-cunhado, um agente da PSP, com a alegada cumplicidade da ex-mulher.
O polícia, Mário Ferreira, confessou na primeira sessão do julgamento a autoria do crime e contou como se viu livre do cadáver na Serra de Montejunto.
O colectivo de juízes condenou-o a dois anos e 10 meses de prisão, com pena suspensa na sua execução.
Mário Ferreira esteve em prisão preventiva, chegou ao Tribunal do Cartaxo de carrinha celular, mas foi restituído à liberdade logo após a leitura do acórdão
A irmã, Célia Ferreira, foi condenada a 18 meses pela cumplicidade na ocultação do corpo, pena que também não vai cumprir na cadeia.
As decisões provocaram uma grande indignação entre os familiares e amigos da vítima, que não esconderam a sua revolta à saída do tribunal, onde foi necessária a presença de elementos da PSP para serenar os ânimos.
O colectivo de juízes não considerou provado que Mário, de 28 anos, tenha morto Luís Fernandes, de 35, com várias pancadas na cabeça desferidas com uma chave de rodas, como sustentava a acusação do Ministério Público.
A ferramenta foi recuperada pela Polícia Judiciária na Renault 4L que o arguido conduziu na noite do crime, e que tinha ainda vestígios do sangue da vítima, segundo indicam os testes de ADN.
Mas a prova foi considerada não conclusiva, uma que Mário Ferreira disse ter colocado na mala do carro um saco com roupa ensanguentada, antes de a atirar para um caixote do lixo em Alfornelos.
As três magistradas do colectivo consideraram mais credível a versão contada pelo arguido.
Mário sustentou que o cunhado morreu ao cair e bater com a cabeça numa pedra, durante uma luta corpo a corpo entre ambos.
Como não ficou provada a intenção de matar e considerando que o arguido agiu em legítima defesa, o colectivo substituiu a acusação de homicídio simples por ofensa à integridade física (agravada pelo resultado morte), e condenou o polícia a dois anos de prisão.
A ocultação do cadáver valeu-lhe um ano e dez meses, pena que foi reduzida para dois anos e dez meses, em cúmulo jurídico.
Quanto à irmã, o tribunal considerou “totalmente inverosímil” a sua versão – jurou desconhecer que Mário tinha morto o ex-marido – e condenou-a um ano e seis meses.
Como os arguidos não tinham antecedentes criminais, estão inseridos socialmente e compreenderam a gravidade dos seus actos, ambas as penas foram suspensas na sua execução.
Familiares, amigos e colegas da PSP do arguido festejaram a decisão quase como se tratasse de um golo da selecção nacional, abraçando e felicitando os arguidos
Os factos remontam a 17 de Novembro de 2008, quando, para evitar uma alegada cena de violência doméstica, o agente se colocou entre a irmã Célia e o cunhado Luís, que estavam em processo de divórcio litigioso.
Da briga, resultou a morte de Luís.
Após o crime, o polícia colocou o cadáver na bagageira do carro do cunhado e conduziu de Alcoentre ao lugar do Furadouro, na Serra de Montejunto, seguido pela irmã Célia.
Colocou o corpo ao volante, incendiou o carro e empurrou-o para uma ravina de 50 metros, tentando simular um acidente.
Regressou com Célia a casa da mãe, tomou banho, desfez-se da roupa e seguiu viagem rumo a Lisboa.
Viveu como se nada se tivesse passado até 7 de Abril de 2009, data em que foi detido pela Polícia Judiciária, que conseguiu chegar ao autor do crime após uma investigação minuciosa, que envolveu testes de ADN e vários exames laboratoriais que apontaram na direcção do polícia.
 
in O Ribatejo
 
 
publicado por portuga-coruche às 08:00
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Terça-feira, 31 de Março de 2009

PSP ‘varre' bairros à procura de armas

Mariline Alves  O CM acompanhou a operação 'Azul Vivo'


 

O CM acompanhou a operação 'Azul Vivo'Grande Lisboa

PSP ‘varre' bairros à procura de armas

A PSP de Lisboa efectuou na madrugada de hoje uma operação policial de grande envergadura nos principais bairros problemáticos de Lisboa e Loures. Em cumprimento de 40 mandados de busca e detenção, sob coordenação da Unidade Especial de Combate ao Crime Especialmente Violento do DIAP de Lisboa, a polícia deteve 23 pessoas e apreendeu 17 armas de fogo nos bairros da Quinta da Fonte, Quinta das Mós e dos Cucos, bem como nalgumas residências na zona da Ameixoeira e Galinheiras, no Lumiar.

 

A operação ‘Azul Vivo', que o CM acompanhou e cujas fotos publica em exclusivo na edição de amanhã, terminou perto das 10h00 com a detenção de 'suspeitos considerados perigosos e com historial de utilização de armas de fogo', adiantou fonte policial ao nosso jornal. Diversos cães considerados perigosos e droga também foram apreendidos durante as rusgas às habitaçoes.

Segundo o CM apurou, participaram na operação elementos da Unidade Especial de Policia,  através do Corpo de Intervenção, do Grupo de Operações Especiais e do Grupo Cinotécnico [binómios com cães], num total de cerca de 150 homens.

O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP escusou-se a revelar os pormenores das apreensões e detenções, remetendo para hoje à tarde mais informações sobre as acções policiais.

João C. Rodrigues
 
in Correio da Manhã

 

 

É bom ver que o Estado se esforça para que as coisas se resolvem. Falta alterar umas quantas leis e fazer estas operações non-stop até se "limpar" aquela escumalha que vive do roubo e da violência, violando todos os direitos daqueles que trabalham e se esforçam para que este país vá para a frente. 

De que vale a pena prender um deliquente várias vezes por ano e ele tornar a praticar crimes ? À custa de quantas vítimas inocentes e de quantos anos de investimento dos nossos impostos a manter este criminoso ? Quem não quer mudar de vida não pode continuar cá! Ou fica dentro da cadeia ou é expulso do país.

Ser um ser humano não lhe dá o direito de repetir e repetir as ofensas e os crimes que o limite das penas lhe permitem ao voltar à lsociedade.

Se o objectivo do sistema prisional é reabilitar os reabilitáveis, tem que prever os "não-reabilitáveis". Presos ou expulsos do país.

Em todo lado se veem pessoas que ostentam uma vida de luxo, sem nunca terem recebido herança, trabalhado ou ganho prémio dos jogos da Santa Casa. Toda a gente sabe de onde vem o dinheiro mas ninguem faz nada.

publicado por portuga-coruche às 17:17
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