Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Acessos a ponte militar em Coruche com interesse público

A declaração de interesse público para manutenção dos acessos rodoviários à ponte militar que esteve montada sobre o rio Sorraia, incluindo a execução de encontros, deliberada pela Câmara de Coruche, vai ser enviada à assembleia municipal para ratificação e posterior envio para a Comissão da Reserva Agrícola Nacional (RAN).

Recorde-se que a Câmara de Coruche pretende manter aquelas estruturas que serviram uma ponte militar, entretanto retirada, durante as obras de reforço estrutural das pontes de Coruche, para ali construir uma travessia futura e garantir mais uma alternativa na passagem do vale do Sorraia. Para isso têm de ser desafectados terrenos que estão em área agrícola. Os acessos em asfalto são feitos desde a Estrada da Erra, numa das saídas de Coruche, e a sul, pela Estrada de Meias, no meio de zona agrícola.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 09:53
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Domingo, 20 de Setembro de 2009

Câmara de Coruche quer desafectação de terrenos dos acessos onde funcionou ponte militar

A Câmara de Coruche aprovou por unanimidade enviar às comissões da Reserva Agrícola Nacional (RAN) e Reserva Ecológica Nacional (REN) e à Administração da Região Hidrográfica do Tejo (ARH Tejo) um pedido oficial para a manutenção dos acessos e encontros de ponte criados para travessia do rio Sorraia por uma ponte militar provisória que esteve montada até final de Agosto enquanto decorreram as obras de reforço estrutural das pontes mais próximas de acesso à vila. À Estradas de Portugal também já tinha sido solicitado que não fossem destruídas essas infra-estruturas.

Após contactos directos entre o presidente da Câmara de Coruche e responsáveis dessas instituições foi entendido que uma deliberação camarária terá maior peso na decisão final. No documento a autarquia sustenta a importância económica que a travessia revelou para o escoamento de produtos agrícolas naquela zona, da circulação de trânsito automóvel ligeiro e o interesse público em manter as infra-estruturas criadas para de futuro ali vir a construir uma ponte com capacidade para travessia de veículos de 30 a 40 toneladas.

Rodrigo Catarino (CDU) quis saber quanto irá custar uma ponte a construir no local e que entidade a irá custear. Dionísio Mendes (PS) lembrou que a câmara, caso venha a obter autorização, será a dona da obra, mas que serão procurados todos os apoios possíveis. Junto da Estradas de Portugal, do Ministério da Agricultura, da ARH Tejo, da Associação de Regantes e Beneficiários do Vale do Sorraia ou procurando fundos comunitários, exemplificou o edil. Caso contrário a autarquia assumirá essa intervenção, disse.

“O importante é conseguir a desafectação dos terrenos e continuar a falar com os proprietários. Conseguido isso, manter-se-á o traçado do acesso e partir-se-á para a construção da ponte”, afirmou Dionísio Mendes, esperando que até Outubro receba uma resposta.

Recorde-se que a ponte militar foi montada a cerca de um quilómetro de Coruche, junto à estrada da Erra, com limite de passagem de viaturas até 3,5 toneladas de peso. Tem acesso em asfalto em ambas as margens, um dos quais com uma altura de 1,2 metros, com base em pedra. Os encontros da ponte são feitos de betão armado, com oito metros de comprimento e dois metros de altura. Essa estrutura comporta ainda estacas metidas no solo a 18 metros de profundidade.

 

in o mirante

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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Veículos pesados têm de fazer mais 40 quilómetros para atravessar o Sorraia

Ponte militar provisória sobre o rio em Coruche só permite passagem a veículos até 3,5 toneladas

foto

A restrição deve verificar-se durante todo o mês de Julho, devido a obras de reforço estrutural da ponte Teófilo da Trindade. Ricardo Carreira

   

Até final de Julho uma ponte militar sobre o rio Sorraia, em Coruche, vai permitir escoar grande parte do trânsito naquela região, enquanto a ponte Teófilo da Trindade, a última de acesso à vila, é sujeita a obras de reforço estrutural. Os veículos pesados de grande tonelagem têm passagem interdita na ponte improvisada, cujo limite é 3,5 toneladas. Para norte ou para sul os camionistas têm apenas uma alternativa: a circulação pela EN119 até Santo Estêvão e seguirem pela EN118 ou A13.

A sinalização no local informa que só transportes públicos de passageiros, viaturas municipais e veículos de bombeiros podem transitar na ponte militar. Um avanço em relação ao comunicado inicial da Estradas de Portugal, que previa apenas transportes de passageiros como excepção.

A sinalização introduzida tem lacunas. Para quem chega a Coruche de norte é preciso andar na vila à procura das placas que assinalam os desvios que vão conduzir, um quilómetro a montante, na Estrada da Erra, à ponte provisória. A entrada na ponte militar pelo sul faz-se junto a Montinhos dos Pegos, onde está assinalado um desvio.

Os acessos à ponte foram montados em cima de uma plataforma de terra em terrenos agrícolas de ambas as margens. Têm pavimento alcatroado e rails de protecção. O vão da ponte tem um comprimento de 51 metros, piso em estacas horizontais de madeira e duas grandes estruturas em ferro a servirem de guardas. Foi montada por militares da Escola Prática de Engenharia.

 

Vigilância impede abusos

São 16h00 de sexta-feira e o trânsito que atravessa a ponte militar é constante. Pesados nem vê-los. Só camionetas de carga ligeira e um ou outro tractor. Ou do lado de Coruche não estivesse uma patrulha da GNR em vigilância.

Apesar disso, o presidente da Câmara de Coruche considera que inicialmente houve alguns problemas por falta de vigilância policial, verificando-se o atravessamento de camiões que podiam ter posto em causa a travessia. “É preciso que a vigilância esteja no local em permanência e na rota dos camiões”, refere Dionísio Mendes.

Fonte da GNR disse a O MIRANTE que apenas no primeiro dia se verificaram infracções de camionistas que foram multados por atravessarem a ponte. Desde então tem sido feito um patrulhamento diário, durante várias horas. “Falta sim informação em Almeirim e Salvaterra para quem chega a Coruche”, diz a mesma fonte.

Para quem anda na estrada não tem sido fácil contornar o problema das restrições. Paulo Alves acaba de sair de camião da empresa Sá e Sobrinho, na margem sul do Sorraia, com uma carga de 20 toneladas de cortiça para descarregar em Santa Maria da Feira. “Sei que vou ter de fazer 40 quilómetros até Santo Estêvão e seguir pela A13 até Almeirim e Santarém. Faço este caminho todos os dias carregado. Mais chato é quando venho vazio e não posso passar pela ponte. São cerca de 100 quilómetros a mais que faço diariamente”, conta a O MIRANTE à saída da Zona Industrial do Monte da Barca.

Paulo Rebelo chega à rotunda do Monte da Barca, onde confluem as estradas nacionais 114, 119 e 251, e surpreende-se com o encerramento da ligação directa a Coruche pelas pontes. Viaja desde Castro Verde e Arraiolos para a zona industrial do Cartaxo. “Pensava que haveria alternativas mais fáceis do que contornar o Sorraia quase 40 quilómetros. Não arrisco a ser multado e ter voltar para trás. Do lado de quem vem de Montemor-o-Novo não há qualquer informação, só à chegada aqui. Se soubesse tinha entrado na auto-estrada”, comenta.

 

Pontões são alternativas

para quem conhece bem a região

Tanto na EN 119, no Biscainho, como na EN 114-3, na Fajarda, freguesias de Coruche, existem dois caminhos que ligam as freguesias pelas pontes da Amieira e do Rebolo que fazem a travessia do rio Sorraia sem ir à ponte militar.

As entradas para esses caminhos estão assinaladas com diversas indicações de estradas nacionais e até da A13, não revelando qualquer restrição de passagem por limite de tonelagem. Por isso não é de estranhar que sejam muito utilizadas, mesmo por camionistas que conhecem bem a região, apesar de não terem guardas.

Dionísio Mendes diz que as pontes não são alternativas, por estarem limitadas à passagem de veículos até 15 toneladas. Certo é que não há qualquer aviso nos locais. O presidente da Junta da Fajarda, Ilídio Serrador, diz ainda que mais preocupante é o atravessamento mais adiante nesse percurso de pequenas pontes sobre a vala Real, essas sim em acentuado estado de degradação.

Do lado do Couço, pela EN 251, é possível fazer o atravessamento do Sorraia na ponte da Escusa, Santa Justa (travessia do mesmo género das anteriores), e vir direito a Coruche ou para norte, pela freguesia da Erra, sem ter de atravessar a ponte militar.

 

in O Mirante Semanário

publicado por portuga-coruche às 10:10
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