Segunda-feira, 2 de Abril de 2012

Polícias partem vidro de carro para resgatar um cão, mas de peluche

 

Dois polícias britânicos partiram o vidro de um carro por temerem que um cão

Um exemplar (verdadeiro) de um King Charles Spaniel.

 pudesse estar a sofrer no seu interior, devido ao excesso de temperatura. A história comoveria qualquer leitor mas, na realidade, tudo não passou de um engano: os agentes socorreram antes um peluche, e agora terão que pagar pelos danos causados.

Os dois agentes deslocaram-se ao carro após serem alertados por um transeunte em Mansfield, cidade do condado de Nottinghamshire, no Norte de Inglaterra, com o qual partilharam a preocupação pelo que parecia um cão trancado no interior de um carro.

 

Face ao que os polícias consideraram de elevadas temperaturas – 18 graus centígrados -, ambos decidiram partir o vidro de modo a resgatar o cão, que estaria a dormir.

Mas, ao quebrarem o vidro e estenderam a mão para a viatura, descobriram que se tratava de um peluche de imitação a um cão de raça King Charles Spaniel, que custava cerca de 5,5 euros num qualquer supermercado britânico.

Assim, e além do vidro partido, como contaram o The Sun e o Daily Telegraph, os polícias deixaram no carro uma notificação onde se podia ler: «Partimos o vidro do seu carro devido à preocupação com o animal nos lugares traseiros».

Como resposta, Gordon Williams, proprietário do carro, disse que os agentes «devem-se ter sentido uns idiotas», revelando também que passará a colocar o seu peluche «numa cadeira da [sua] cozinha».

No final, a polícia vai ter que pagar cerca de 215 euros pela colocação de um vidro novo no carro. Em comunicado, a polícia de Nottinghamshire classificou o episódio como «um exemplo perfeito para os condutores terem que pensar sobre o que deixam à vista» no seu carro.

SOL

 

 

in SOL

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:50
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Segunda-feira, 2 de Janeiro de 2012

Como se fabrica uma acusação

Policia grega coloca cocktails molotov na mochila de um detido para o acusar.

 

Em nenhum país democrático deveria acontecer isto! O facto da polícia agir contra os cidadãos diz tudo! Quem estarão a servir os jagunços (aqui outra definição) quando fazem tudo para deter os manifestantes? Certamente não estão a contribuir para uma futura democracia, contribuem sim para manter uma ditadura fantoche!

 

 

Vejam as imagens:

 

 

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:15
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Sexta-feira, 25 de Novembro de 2011

Jagunços nas forças de segurança

"Jagunço ou capanga é o nome que se dá, no nordeste brasileiro, ao indivíduo que, usando-se de armas, prestava-se ao trabalho paramilitar de proteção e segurança às lideranças políticas." 

in Wikipedia

 

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:07
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Segunda-feira, 14 de Novembro de 2011

Risco de tumultos e barricadas. Governo já prepara plano B

O executivo teme o pior e actua em conformidade: já há plano anti-contestação social

 

 

 

A presidência do Conselho de Ministros está a preparar um plano de contingência para fazer frente a possíveis tumultos na sequência do agravamento da crise económica, soube o i. Os riscos de uma explosão social que possa vir a assumir contornos violentos estão a ser medidos pelo governo, numa altura em que a maioria dos observadores admite que a contestação pode disparar, à semelhança do que aconteceu na Grécia.

O plano de contingência contempla o risco de alguns ministérios – nomeadamente os mais sensíveis numa época de austeridade, como as Finanças e a Economia ou a própria residência oficial do primeiro-ministro – poderem vir a ser barricados por manifestantes.

A hipótese de que venha a ser impedida a entrada dos funcionários e membros do governo nas sedes dos ministérios também está considerada no plano de contingência do governo. Se isso vier a acontecer, o executivo está a arranjar planos B para que o trabalho normal do governo possa decorrer em outro lugar, sem prejuízo do trabalho normal.

O governo não quer ser apanhado de surpresa relativamente a possíveis tumultos e está a preparar-se para a possibilidade de cortes de estradas e dos acessos a Lisboa, Porto e Braga. Os riscos estão a ser avaliados em função dos relatórios que têm sido feitos pela polícia e pelos serviços de informações. A existência de uma rede de telecomunicações alternativa aos telemóveis utilizados habitualmente pelos membros do governo e restante pessoal dos gabinetes também está contemplado no plano de contingência.

O risco de tumultos em Portugal, à semelhança dos que ocorreram na Grécia, foi admitido pelo primeiro-ministro logo no princípio de Setembro, na rentrée do PSD realizada na Universidade de Verão, em Castelo de Vide.

Horas antes, em Campo Maior, Passos Coelho já tinha falado na possibilidade de motins. "Em Portugal, há direito de manifestação, há direito à greve. São direitos que estão consagrados na Constituição e que têm merecido consenso alargado em Portugal", disse Passos Coelho, avisando: "Nós não confundiremos o exercício dessas liberdades com aqueles que pensam que podem incendiar as ruas e ajudar a queimar Portugal".

Na sua intervenção na Universidade de Verão do PSD, Passos Coelho admitiu que "pode haver quem se entusiasme com as redes sociais e com aquilo que vê lá fora, esperando trazer o tumulto para as ruas de Portugal". "Nunca iremos por aí", afirmou o primeiro-ministro, numa espécie de aviso prévio "àqueles que pensam que podem agitar as coisas de modo a transformar o período que estamos a viver numa guerra com o governo", quando o que existe é "uma guerra contra o atraso, a dívida e o desperdício".

Num estudo feito pela Organização Internacional de Trabalho (OIT), Portugal estava entre os países do mundo com risco mais elevado de "tumultos sociais", em consequência dos sacrifícios impostos pela crise e pelo desemprego. Além de Portugal, há outros seis países europeus com risco elevado: Grécia, Espanha, França, Estónia, Eslovénia e Irlanda. Em todos estes países, mais de 70% dos inquiridos pela Organização Internacional do Trabalho estão descontentes com a situação laboral.

 

 

Por António Ribeiro Ferreira e Ana Sá Lopes,

in iOnline

 

comentários mais interessantes:

 

by Anonymous (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 11:02
A PSP e os serviços de informações deveriam preocupar-se com o tráfico de droga, tráfico de armas, tráfico de seres humanos, lavagem de dinheiro, e não com a hipotética situação de tumultos sociais uma que as pessoas se forem para a rua será para lutar pelo pão para a boca dos filhos...a PSP e SIS deveriam era ir buscar quem defraudou o país e nos colocou nesta triste situação...e como disse um outro comentador "(...) enquanto houver pinga e bola (...)"...


by Utilizador Anónimo (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 08:53
É um triste esse passos (sim letra minúscula, não foi engano)! Olha lá pá enquanto houver bola e pinga não se passa nada neste país pessoas realmente tristes. Dorme descansado e continua a roubar aos pobres como tens feito... não pode é faltar o tintol!!!!!


by Utilizador Anónimo (não verificado) | 14 Novembro, 2011 - 11:56
Concordo perfeitamente com esta tomada de posição do Governo. É óbvio que as forças de segurança com a colaboração de outras entidades internacionais controlem a hipotese de existirem tumultos, que supervisionem mensagens entre grupos de desordeiros que mais não fazem do que infliltrarem-se no meio das manifestações de gente ordeira e descontente que por isso mesmo se manisfesta dentro dos parametros que a liberdade lhes permite. O que será de evitar é a possibilidade de que em Portugal se repita o mesmo que em Itália, com grupos de desordeiros que préviamente pararam carrinhas ao longo dos trajetos das manifestações. Essas carrinhas tinham no seu interior barras de ferro, cockailts molotov, combustíveis, pedras, etc. Quando a policia repelia o ataque numa determinada zona, mais à frente organizava-se outro grupo, que nada tinha a ver com os manifestantes ordeiros e utilizavam os materias que estavam previamente guardados dentro das carrinhas, para destruirem tudo e causar o caos.São grupos de "profissionais" cujo objetivo é apenas e só causar o caos e dar a imagem através da comunicação social que as manifestações são constituídas por gente rebelde que quer partir e destruir tudo à sua passagem, quando isso não é verdade. É a esses grupos que a policia está atenta e que deve repelir com a mesma violência que eles utilizam. Chamo a atenção que são grupos treinados, muitas vezes na Grécia, e que conseguem perante as camaras, fazer figura de coitadinhos, para impressionar a população. Todos eles sabem como agir, em que altura e como se comportarem quando a policia os prende em frente aos jornalistas. De resto vamos manifestarmo-nos,ordeiros, contra toda esta cambada que está a dar cabo do nosso futuro.

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:15
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Terça-feira, 18 de Outubro de 2011

Militar americano revolta-se com acção da polícia

Movimento Occupy Wall Street

‘Indignados’: Militar americano revolta-se com acção da polícia (COM VÍDEO)

 
Querem lutar? Vão para o Iraque ou o Afeganistão!”, exclama furioso Shamar Thomas

Ainda no rescaldo do movimento Occupy Wall Street e das manifestações do passado domingo, um vídeo foi parar ao You Tube que está a dar que falar.

 

 

Nas imagens, o militar americano Shamar Thomas decidiu reagir à violência que a polícia exerceu sobre os ‘indgnados’: “Isto não é uma zona de guerra!”, grita o militar, sublinhando que os manifestantes estão desarmados.

“Querem lutar? Vão para o Iraque ou o Afeganistão!”, exclama furioso Shamar Thomas, que também serviu no Iraque.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

 A polícia "carrega" sobre o povo que deveria proteger, sob ordens dos políticos eleitos pelo povo. Sou só eu ou está mesmo tudo ao contrário?!

 

 

 

Militar revolta-se e enfrenta 30 polícias

 

 

O movimento “Occupy Wall Street” teve um apoiante inesperado no protesto global de 15 de Outubro. Shomar Thomas estava numa rua de Nova Iorque quando viu a polícia bater em manifestantes, não gostou e puxou dos galões à frente de cerca de 30 agentes, gritando várias vezes: “Isto não é uma zona de guerra”. A cena ficou registada em vídeo e está a circular pela Internet nos últimos dias.


“Estas pessoas não estão armadas. Magoá-las não vos fará mais duros”, argumenta. “Se querem lutar, vão para o Iraque e para o Afeganistão. Deixam estas pessoas em paz. São cidadãos norte-americanos. Cidadãos norte-americanos! Cidadãos norte-americanos! Norte-americanos!”


“Parem de magoar estas pessoas. O que estão a fazer? Fui 14 meses para o Iraque pelo meu povo e vocês chegam aqui e magoam estas pessoas. Elas não têm armas. Elas não têm armas! Porque é que estão a magoá-las? Não faz sentido nenhum”, insurge-se. “Como é que dormem à noite? Não há honra nisto. Não há honra nisto!”


“É inacreditável que estejam a fazer isto às pessoas, que género de malucos magoam pessoas que não estão protegidas?” E acaba com mais uma pergunta antes de se afastar, desta vez lançada aos agentes vestidos com equipamento anti-motim: “Porque é que andam (equipados) como se fosse uma guerra? Ninguém tem armas”.

 


in Tá bonito

 

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Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

Aumentem os "homens", senão eles não reprimem o povo.....

Sindicatos

Forças de segurança alertam para futuro difícil

por Lusa

 

As estruturas sindicais da PSP e da GNR prometem cooperação com o novo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, mas alertam para muito trabalho e tempos difíceis futuros.

 

Em declarações à agência Lusa, José Manageiro (APG, GNR), Paulo Rodrigues e António Ramos (ASPP e SPP respectivamente, PSP) disseram esperar diálogo do novo ministro e abertura para resolver os muitos problemas das corporações. "A GNR vive dos piores tempos da sua história", alertou José Manageiro, enumerando como causas as dificuldades financeiras, falta de membros ou disparidades remuneratórias. É isso que quer discutir com o novo ministro, sem grandes comentários ao perfil porque "o fundamental são as políticas e não as pessoas". Mas avisa que Miguel Macedo vai encontrar uma GNR nos piores momentos da sua história.

Bons não vão também os tempos na PSP, segundo Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), que embora não conheça o novo ministro garante que há grande cc de mudança. Expectativa de um ministro que cumpra a lei, "que tenha sensibilidade para a área da segurança interna, que saiba compreender a missão da PSP". "É possível fazer muito sem envolver grandes verbas. Estamos disponíveis para poder contribuir no encontro de soluções", disse Paulo Rodrigues. Já António Ramos, presidente do SPP (Sindicato dos Profissionais de Polícia), ainda que prometa cooperação e diálogo, confessa que proferia um ministro conhecedor do sector, desejando sorte a Miguel Macedo.

"É uma pasta muito exigente porque estamos com graves problemas e falta de motivação", porque nos últimos seis anos "tiraram tudo" à PSP, que precisa de estar preparada para situações difíceis. Na Grécia, prevendo-se conflitos, os polícias foram aumentados 20 por cento há um ano, diz António Ramos, alertando que polícias desmotivados "não reprimem outros quando eles mesmo ainda estão piores". O novo governo, de maioria PSD/CDS-PP, toma posse na terça-feira depois de o primeiro-ministro indigitado, Pedro Passos Coelho, se ter reunido hoje em audiência com o Presidente da República, Cavaco Silva, para lhe entregar o novo elenco governativo. O novo Governo, de 11 ministros, inclui oito estreantes em funções executivas e duas mulheres, enquanto três futuros ministros já desempenharam funções em anteriores Executivos.

 

in DN Portugal

 

Isto não se admite Sr. Ministro! Andamos aqui a elege-lo para nos representar e depois, caso seja necessário em nossa representação (do povo que o elegeu) bater-nos por contestamos as suas medidas quem faz esse trabalho? Aumentem os homens, senão eles não nos metem na ordem..... 

A questão psicológica apresentada por António Ramos deixou-me "atarantado"! Quer dizer: A polícia não tem problemas em reprimir cidadãos, a única questão que lhes levanta semelhante acção é se ganham mais ou menos que os cidadãos a reprimir! Ainda pensaria em questões éticas ou morais ou por uma questão religiosa. Agora, quando o factor de decisão da "polícia de choque" para bater ou não bater é o polícia saber que ganha mais do que o "brevemente candidato a cuidados médicos", isso cala-me de vez.

Afinal só se é cidadão quando se está contente e se apoia o governo senão passamos a elemento destabilizador e lá tem o Sr. Ministro de aumentar a polícia para que, com o bolso cheio, lá dêem umas cacetadas na escumalha que nem um recibo de ordenado tem de jeito....

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

PSP enfrenta a crise comprando o "tempo"

Segurança: 283 relógios comprados estão a ser revendidos a agentes

João Manuel Rodrigues

 

Dos 283 relógios Tissot V8 comprados pela PSP, mais de metade já terão, segundo a Polícia, sido comprados por agentes

PSP gasta 62 mil euros em relógios

A PSP gastou quase 62 mil euros na compra de relógios de luxo, com a justificação de que estes são bens "de que o director nacional dispõe para oferendar em actos oficiais" a entidades que visitam aquela força de segurança. Grande parte dos 283 relógios adquiridos estão, no entanto, a ser vendidos a agentes.

 

 

Segundo a própria PSP explicou ao CM, a compra dos 283 relógios ‘Tissot V8', adquiridos à empresa que representa esta marca em Portugal, "começou a ser pensada em 2007, aquando dos 140 anos da Polícia". "Foi decidido fazer a edição especial de um relógio", explicou por escrito a PSP.

Encetaram-se contactos com várias empresas, tendo a PSP fechado contrato no final de 2010, por ajuste directo, com a representante da Tissot em Portugal. Os relógios foram adquiridos pelo preço unitário de 222 euros, perfazendo um investimento de 61 906,25 euros.

A PSP assegura ter colocado 90% dos 283 relógios para venda "junto dos profissionais de Polícia". "Até Abril, foram adquiridos 55% dos relógios postos à venda e recuperados 38 mil euros", acrescentou. O presidente do Sindicato Unificado de Polícia (SUP), Peixoto Rodrigues, discorda do negócio "numa altura em que há polícias credores da PSP". "Há muitas restrições nas esquadras e a PSP gasta mais de 60 mil euros com relógios", considerou.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

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Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

Calda de ananás trazia ‘coca’ da Colômbia

Droga vinha em nome de empresário português, Belarmino Manuel, de Torres Novas

 

Droga estava em latas com calda

Nas 4200 latas de ananás que chegaram ao porto de Lisboa há uma semana, provenientes da Colômbia, vinha a inscrição ‘O Sabor do Campo’, mas 38 delas tinham antes cocaína diluída na calda, num total de 56 quilos daquela droga.

 

Numa acção conjunta entre a Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes da PJ, bem como da polícia e alfândegas de Espanha, foi possível detectar esta carga dissimulada através de um método inédito.

Um empresário português de Torres Novas, Belarmino Manuel, era o destinatário da droga, que depois teria como destino Espanha, onde foi detido o cabecilha da rede, um colombiano, e dois espanhóis. Segundo Ricardo Macedo, coordenador da PJ, "este método é novo e de difícil detecção", estando ainda a ser abertas muitas embalagens. A este grupo criminoso já tinham sido apreendidos, em Outubro de 2010, no Equador, 472 quilos de cocaína escondidos em peixe congelado.

 

 

Por:J.T.

in Correio da Manhã

 

 

 

As reacções não se fizeram esperar: Muitos tem sido os consumidores que em protesto ameaçam passar a consumir heroína.

A principal razão do protexto prende-se com o facto das autoridades deixarem passar a coca dentro de peixe, nas tripas de alguns correios de droga e até misturada com adubos, agora, que vinha com um paladar agradável é que se lembraram de interceptar a carga. Isso não se faz!!!!

 

 

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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

Será medo ou covardia?!

Maddie: WikiLeaks revela conversa entre embaixadores britânico e americano

“Influência política exige inquérito”

Gonçalo Amaral, antigo responsável pela investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann da Praia da Luz, na noite de 3 de Maio de 2007, não está surpreendido com a revelação pela WikiLeaks de um telegrama para Washington do embaixador norte-americano em Portugal, Alfred Hoffman.

  

Por:Paulo Marcelino / J.F. / R.R. com agências

 

 

 

Gerry e Kate McCann foram constituídos arguidos no dia 7 de Setembro de 2007 e regressaram depois a casa

Nessa missiva, de 28 de Setembro de 2007, o diplomata informa sobre uma conversa com o seu congénere do Reino Unido, Alexander W. Ellis, na qual este disse que "a polícia britânica obteve as provas contra os pais McCann". O antigo coordenador da Polícia Judiciária admite ter sentido "pressão política durante a investigação" e pede agora a criação de uma comissão de inquérito na Assembleia da República, alegando que a interferência política na investigação criminal põe em causa o Estado de Direito.

"Houve influência política no rumo da investigação e no arquivamento do processo", disse ao CM Gonçalo Amaral. O antigo responsável pela investigação – afastado na fase final – diz mais: "Perante a passividade, a quase cumplicidade do Governo [português] ainda em exercício, torna-se imperioso que, no seio da Assembleia da República, seja criada uma comissão de inquérito para averiguar as influências e manobras políticas que levaram à interrupção da investigação e ao arquivamento do processo. Está em causa do Estado de Direito."

E a propósito da revelação de que teria sido a polícia britânica a reunir provas contra o casal Gerry e Kate McCann (os pais da menina desaparecida), Amaral é peremptório: "Eles não arranjaram provas nenhumas." O antigo coordenador reconhece a boa colaboração dos polícias ingleses enviados na altura ao Algarve, mas acrescenta que "quem estava em Inglaterra tinha outras ideias". E dá exemplos: "A polícia inglesa até escondeu a denúncia de Catherine Gaspar sobre um potencial pedófilo [David Payne] no grupo de férias na Luz." E recorda que este acabou por ser interrogado em Inglaterra sem a presença de inspectores da PJ. Recorde-se que as informações de crédito pedidas pela PJ nunca obtiveram resposta. E Amaral diz ainda que "há fortes suspeitas" de que os resultados laboratoriais em Inglaterra foram manipulados. E já eram conhecidos à data do telegrama. A conclusão laboratorial desvalorizou os vestígios encontrados no apartamento e carro do casal por cães britânicos especializados em farejar sangue e odor a cadáver.

PISTA DE MORTE

Primeiro oferecidos em Maio e depois disponibilizados com reticências em Agosto de 2007, os cães ‘Eddie’ e ‘Keela’ assinalaram odor a cadáver e vestígios de sangue no apartamento de onde desapareceu Maddie e na bagageira do carro alugado depois pelos McCann.

RAPTO SEM PROVA

Gonçalo Amaral diz que não há provas de rapto no processo além das declarações de Jane Tuner, que estava com os McCann de férias na Praia da Luz. "Reconheceu várias pessoas como autores do rapto e mentiu descaradamente", afirma o antigo coordenador da PJ.

"SENTI PRESSÃO": Gonçalo Amaral, Antigo coordenador da PJ

Correio da Manhã – Sentiu pressões políticas na investigação?

Gonçalo Amaral – Senti. Fui confrontado, através da direcção nacional da PJ, com uma questão coincidente com o pensar do Procurador-Geral da República, na altura, de que nem todos os processos têm uma conclusão.

– Como explica a interferência política?

– A iniciativa foi do casal McCann, através de contactos familiares, para se defenderem.

– A revelação do telegrama surpreendeu-o?

– Não. Só espero que a Justiça portuguesa oiça os dois embaixadores. São potenciais testemunhas.

CASAL FORMA NOVA EQUIPA DE INVESTIGAÇÃO

Uma nova equipa de investigadores formada pelo casal McCann e constituída por elementos portugueses e ingleses e chefiada por um ex-polícia britânico já está no Algarve, segundo a TVI. O casal alega estar interessado na revisão dos avistamentos constantes do processo. Mas Gonçalo Amaral contrapõe: "Estes pais não procuram a filha. Só se preocupam com a imagem." E argumenta que, se assim não fosse, pediriam a reabertura do processo, como ele próprio defende. "Basta uma cartinha. Gastam apenas e só o valor do selo", ironiza o antigo coordenador responsável pela investigação.

CAVACO DIZ QUE DIPLOMATAS TÊM IMAGINAÇÃO

"Os embaixadores às vezes são bastante imaginativos." Foi desta forma que o Presidente da República reagiu ao seu retrato traçado nos telegramas da embaixada norte--americana e divulgados pela WikiLeaks. "Quase não apareço nessa fotografia. Dizem que queria ter sido convidado à Sala Oval na Casa Branca, mas posso dizer que fui o português, ou pelo menos o político português, que mais vezes foi à Casa Branca. Estive em todas as salas privadas", frisou Cavaco Silva, manifestando-se "surpreendido "com a fragilidade do sistema de segurança [dos EUA]".

LIBERTAÇÃO DE ASSANGE ADIADA

O fundador da WikiLeaks, Julian Assange, foi ontem libertado sob fiança por um juiz britânico, mas acabou por voltar à cadeia devido a um recurso interposto pela Justiça sueca, que pretende julgá-lo por violação.

O juiz Howard Riddle, que no dia 7 decretou a prisão preventiva de Assange, aceitou ontem libertá-lo mediante o pagamento de uma fiança de 200 mil libras (237 mil euros), ficando obrigado a usar pulseira electrónica e a apresentar-se todos os dias à polícia. O juiz exigiu ainda que a fiança fosse paga em dinheiro, o que terá impedido a sua libertação imediata.

Enquanto o advogado de Assange tentava a todo o custo reunir em numerário a verba necessária, a Justiça sueca interpôs recurso da decisão, afirmando que continua a existir risco de fuga. Como resultado, o juiz Riddle ordenou que Assange fosse levado de volta à prisão de Wandsworth até nova audiência, hoje ou amanhã. "Isto está realmente a transformar-se num julgamento-espectáculo", queixou-se entretanto o advogado Mark Stephens.

VIÚVA DE ARAFAT EXPULSA DA TUNÍSIA POR GUERRA COM PRIMEIRA-DAMA

Um telegrama da embaixada dos EUA em Tunis deslinda o mistério por detrás da expulsão da viúva de Yasser Arafat da Tunísia, em 2007. Suha Arafat, que durante anos viveu na Tunísia com o líder da OLP e ali regressou após a sua morte, em 2004, ter-se--á desentendido com a primeira-dama tunisina, Leila Ben Ali, tida pelos EUA como a "líder da corrupção" no país. As duas mulheres chegaram a ser parceiras em negócios, mas tudo terminou quando Suha descobriu que Leila "conspirava para casar a sua sobrinha", de 18 anos, com o xeque Mohamed al-Maktoum, emir do Dubai, casado com uma irmã do rei da Jordânia. Suha correu a avisar a amiga Rania da Jordânia, mas Leila descobriu tudo e não lhe perdoou.

 

in Correio da Manhã

 

Que eles "baixavam as calças" eu já sabia, a minha dúvida é se é por medo ou covardia.

À muito que sabemos que aqueles que nos representam, eleitos por nós, antes das eleições juram que irão servir-nos e tudo farão em nosso interesse, mas, mal são eleitos, todo será priorizado, ficando os nossos interesses na gaveta que diz: "Promessas para aqueles que precisamos antes das eleições".

Logo eleitos as prioridades passam a ser dos partidos que representam, dos amigos que continuam a necessitar, das influências e da bajulação.

Desconheço se ainda exista alguém que acredite que a "Politica" é a actividade que procura servir o interesse do "povo" e do país! A imagem que estes políticos dão leva a crer que a "Política" é a arte que serve para oprimir, explorar e enganar o povo em proveito de outros interesses.....

 

 

 

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Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

Corpo de Intervenção patrulha sem receber

Agentes do Corpo de Intervenção de serviço na Bela Vista não recebem ajudas de custo nem horas extrasAgentes do Corpo de Intervenção de serviço na Bela Vista não recebem ajudas de custo nem horas extras 

Bela Vista: Polícia de choque trabalha mais de 24 horas seguidas

 

Era suposto trabalharem doze horas, descansarem 24 e fazerem mais 12. Contudo, os cem operacionais do Corpo de Intervenção (CI) destacados para o bairro da Bela Vista, em Setúbal, onde na quinta-feira começaram os tumultos, cedo perceberam que as contas são quase ao contrário: "Entram às oito da manhã e saem às sete da manhã do dia seguinte. Depois descansam umas poucas horas e voltam ao trabalho. Mesmo os que não regressam estão de prevenção", contou ontem ao CM uma fonte policial, acrescentando. "Aliás, só há uma certeza que eles têm: entram às oito e nunca sabem a que horas saem."

 

Os operacionais do CI obrigados a este esforço são ainda credores de ajudas de custo por cada dia de trabalho que efectuam fora do quartel sede da unidade – situado na Calçada da Ajuda, Lisboa. Tal como o CM noticiou em Novembro de 2008, esta dívida cifra-se em cerca de 45 euros por dia. Todo o efectivo operacional do CI, cerca de 500 elementos, é credor.

"Desde o Verão de 2008 que a dívida está por regularizar", disse ao CM Peixoto Rodrigues, presidente do Sindicato Unificado de Polícia. O serviço de reforço de patrulhamento feito no bairro da Bela Vista está também, ao que parece, a ser feito sem o pagamento das devidas horas extras.

"O Governo tudo pede aos polícias e nada dá em troca. Pedem sacrifícios ao pessoal do CI, sem o recompensar", diz ao CM António Ramos, do Sindicato de Profissionais de Polícia.

Entretanto, o contingente policial no bairro de Setúbal vai ser reduzido a metade, perante a relativa acalmia. Na madrugada de ontem viveu--se um verdadeiro jogo do gato e do rato entre a polícia e os jovens da Bela Vista, estes últimos a atearem pequenos fogos em vários caixotes de lixo.

Três jovens acabaram detidos pelos agentes da PSP: dois seguiam dentro de um carro roubado e outro não tinha carta de condução. Foram ainda identificados mais sete homens.

PORMENORES

ALIMENTAÇÃO

Fonte policial disse ao CM que os agentes das Equipas de Intervenção Rápida da PSP de Setúbal não se alimentam bem.

FALTA EQUIPAMENTO

Faltam também aos agentes equipamentos de protecção, como coletes e caneleiras.

 

João Tavares / João C. Rodrigues/ Miguel Curado
 
in Correio da Manhã

 

 Se os jovens não podem pagar porque são menores, que paguem os pais que permitem que os filhos vandalizem o que tanto custa a ganhar e dói a perder. Agora estes crimes deveriam exemplarmente ser punidos e os donos das viaturas indemnizados.

Vem agora ministros e super polícias defender soluções quando não tiveram visão para ver o problema evoluir ?! 

Porque existe este problema ? Porque existem muitas moscas no verão e nenhuma de inverno? Porque o clima no verão é propício à sua existência e o Inverno não. Do mesmo modo, estes tolos que julgam saber desenrascar.-se e ainda dizem que não tem emprego e ser por isso que o fazem (andam no "palmanço"), existem porque as condições, o clima social e judicial o permitiram.

Após isto é o deixa andar, a polícia faz o seu trabalho, os tribunais aplicam as leis e estes jovens vão crescendo e entrando na cadeia e na sociedade. Ninguém faz nada, apenas cumpre a sua parte no ciclo.

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 12:22
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