Quarta-feira, 21 de Dezembro de 2011

Ainda sobre a manif de Santa Justa....

PCP questiona MAI por caso "insólito" de identificação de participante de manifestação pacífica

O PCP quer saber se o Ministério da Administração Interna (MAI) tem conhecimento que o coordenador da União de Sindicatos de Santarém foi identificado pela GNR por ter participado no domingo numa manifestação pacífica contra a falta de segurança de uma ponte que liga Couço e Santa Justa, no concelho de Coruche. O deputado comunista António Filipe confessa não entender porque é que isto aconteceu, tendo em conta que participar em manifestações não constitui um ato ilícito. António Filipe exige que sejam apuradas responsabilidades porque considera que este episódio "insólito" significa a "instrumentalização de uma força de segurança".

 

in RTP

 

Eis uma parte de uma notícia de O Mirante:

 

"Rui Aldeano foi um dos elementos presentes, em representação da USS mas também como deputado municipal em Coruche, tendo sido identificado pela GNR, em conjunto com dois membros da Comissão de Utentes dos Serviços Públicos da Freguesia do Couço, Lucinda Cochicho e Rui Afeiteira.

“Perguntei ao guarda que me pediu a identificação a razão por que o fez e ele respondeu que era pelo facto de eu estar referenciado pela participação noutras manifestações. Uma conclusão óbvia, como sindicalista, mas cuja acção nos remete para tempo da outra senhora, que põe em causa os mais básicos direitos, liberdades e garantias inscritos na Constituição Portuguesa”, comentou Rui Aldeano, em conferência de imprensa realizada na sede da USS. "

 

Podem ler através deste link a notícia na intrega no jornal "O Mirante"

 

 

Que querem dizer quando dizem que este sindicalista está "referenciado"?! Que participar numa manifestação é o mesmo que participar num assalto ou em tráfico de droga? Estar referenciado significa além do mais que é alguém que causa preocupação e deve ocupar o interesse da GNR, resta saber porquê?! u estão referenciados não são só criminosos? pensava que era com esses que a GNR se preocupava.... uma coisa é ser um hooligan no futebol e estar referenciado por ser perigoso, violento e c actos de vandalismo, outra um político ou um sindicalista.

O facto deste sindicalista estar "referenciado" por participar em manifestações, significa que já existe à pelo menos algum tempo práticas de informação que excedem largamente as competências da GNR, pelo menos num país democrático, ou não? Se o homem está "fichado" na GNR e esta força mantém um arquivo onde se pode seguir a actividade deste cidadão.

Gastando a GNR tempo com este tipo de actividades "marginais" (digo marginais por não caberem no meu conceito de democracia) já compreendemos porque muitos dos problemas reais não são resolvidos.

Possivelmente a primeira elação que tiramos disto é que a GNR está realmente a necessitar de uma reforma. Uma reorganização que a coloque nos tempos actuais para que cumpra as funções para que existe e no interesse do povo português.

Sei que é ilegal cortar estradas e essa situação é diferente, para mais o que se falou foi que este sindicalista "já estava referenciado  ..." A não ser que o referenciado sindicalista exerça a sua acção sindical sempre a cortar estradas, não vejo grande nexo para referenciação!

Vamos aguardar pelos desenvolvimentos.

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Segunda-feira, 28 de Novembro de 2011

"Ajudinha" vai custar 34.400 milhões de euros!

Portugal vai pagar 34.400 milhões de euros em juros pelos empréstimos da troika, dizem Finanças

 

 

Portugal vai pagar um total de 34.400 milhões de euros em juros pelos empréstimos do programa de ajuda da troika (Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional), segundo dados do Governo.

 

Este valor foi apresentado pelo Ministério das Finanças em resposta a uma questão de Honório Novo, deputado do PCP.

O total do crédito oferecido a Portugal no âmbito do programa de assistência da troika é 78 mil milhões de euros.

Durante o debate parlamentar do Orçamento Rectificativo para 2011, no final de Outubro, o deputado comunista pelo Porto perguntou: "Quanto é que serão os juros globais desta ajuda? Quanto é que Portugal pagará só em juros para nos levarem pelo mesmo caminho que a Grécia, ao empobrecimento generalizado do país?".

A resposta do Ministério das Finanças, 34.400 milhões de euros, corresponde ao valor total a pagar ao longo do prazo dos empréstimos.

Isto presumindo que Portugal recorre integralmente ao crédito disponível. Ou seja, que "é utilizado na totalidade" o montante destinado às empresas do sector financeiro - os 12 mil milhões de euros reservados para a recapitalização da banca.

Na resposta do Ministério das Finanças a Honório Novo nota-se ainda que as condições dos empréstimos concedidos por instituições europeias são bastante mais favoráveis que as dos créditos do FMI.

Os empréstimos do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) ou do Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE) têm uma maturidade (duração) média de 12 anos, a uma taxa de juro média de 4%.

Já os empréstimos do Fundo têm uma maturidade média de sete anos e três meses, e uma taxa de juro média de 5% - mas neste caso "a taxa de juro é variável, à qual acresce um 'spread' [diferencial] que depende do montante em dívida e pode chegar a perto de 400 [pontos base] depois dos três primeiros anos", lê-se no documento das Finanças.

Contactado pelo Negócios, o Ministério não quis fazer qualquer comentário à notícia.

 

Por Lusa

in Negócios Online

 

 

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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

Coruche: PCP questiona Governo sobre apoio a construção de lar

O deputado comunista eleito pelo círculo de Santarém, António Filipe, questionou o Governo sobre as obras para construção de um lar de idosos, promovidas pelo Associação de Solidariedade Social de S. José da Lamarosa, em Coruche, e que estão paralisadas há cinco anos.

 

Sublinhando que o lançamento da primeira pedra contou com a presença de membros do Governo, com a promessa de apoios para a conclusão da obra, de “reconhecida importância para a comunidade local”, o deputado afirma que os “prometidos apoios nunca se concretizaram”, tendo, pelo contrário, sido recusados pela Segurança Social “com base num parecer repleto de equívocos e erros de facto sobre a natureza do projeto em causa”.

 

Segundo a agência Lusa, para concluir o lar e evitar a degradação que começa a sofrer, a associação candidatou o projeto a apoios comunitários. António Filipe questiona o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social sobre a situação da candidatura apresentada à Comissão de Coordenação Regional do Alentejo a fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

 

in Rádio Pernes

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Quarta-feira, 17 de Fevereiro de 2010

Joaquim Canejo

O carro andou 525 mil quilómetros a trabalhar para a reforma agrária

 
 
Um busto de Lenine testemunha a conversa. Joaquim Canejo é um homem do Couço, freguesia de Coruche, por várias vezes chamada (pelos fascistas, diz) de "Pequeno Moscovo". Nenhum outro partido ganha eleições. O Partido Comunista Português (PCP) continua de pedra e cal.

Jornal de Negócios  Online
negocios@negocios.pt
 
Um busto de Lenine testemunha a conversa. Joaquim Canejo é um homem do Couço, freguesia de Coruche, por várias vezes chamada (pelos fascistas, diz) de "Pequeno Moscovo". Nenhum outro partido ganha eleições. O Partido Comunista Português (PCP) continua de pedra e cal.

"Ainda tem de morrer mais uma série de velhos para eu poder ser presidente". A citação é atribuída por Joaquim Canejo a um candidato do PS (derrotado) à Junta de Freguesia do Couço. Mas para este militante, falta aos mais jovens a dureza da ditadura para terem o espírito de comunidade. Afinal é isso que o comunismo significa. Ri-se em reacção à pergunta se era do PCP. A sua história acaba por responder à dúvida. Joaquim Canejo trabalhou sempre no campo e, durante muitos anos, foi seareiro. Trabalhava de sol a sol. Ganhava-se 20 escudos por dia, durante seis dias por semana.

O 25 de Abril ouviu-o pelo rádio que levava para a seara. "Estivemos a apreciar aquilo tudo pelo rádio", conta, recordando como antes escondia o "Avante!" no meio dos queijos ou como albergava clandestinos em sua casa. O pós-25 de Abril acabou por o levar às lutas pelos direitos dos trabalhadores. Primeiro no Sindicato dos Operários Agrários, onde ajudou a inscrever cerca de oito mil trabalhadores, e depois no Comité da Reforma Agrária. A partir do Couço ajudou nas ocupações das terras. 

"Os grandes agrários começaram a vender o gado e a tirar as máquinas. Aí houve, então, a grande necessidade de deitar a mão à terra para se produzir". Explica a reforma agrária pela necessidade. As terras não estavam a produzir e os trabalhadores precisavam de emprego. Na altura de reversão, a situação, segundo Joaquim Canejo, era diferente. "Quando tomaram conta das terras [os proprietários], estava tudo a produzir". Aí resistiu-se. Foram forçados a sair das terras pela polícia. Joaquim Canejo fala de repressão na saída, mas de passividade nas ocupações em Coruche. Das suas recordações, que parecem frescas, sugere que a primeira ocupação no concelho foi a Herdade do Peso, entre as Brotas e o Ciborro.

"Foram os trabalhadores que ao verem-se lá desprezados vieram aqui ao Couço ter com a gente. Falou-se com a tropa e foi-se lá". Na terra só estava o feitor. "Torceu-se", mas nada havia a fazer. Outra memória leva-o à Herdade dos Pensais. "Estava completamente abandonada" e, por isso, "as senhoras ficaram contentes de a gente ter ocupado aquilo". "A gente foi lá, limpámos aquilo, pusemos a escola a trabalhar, e puséramos lá casais. Essas pessoas, dentro da herdade, foram as que mais produziram". Agora, "há anos que não produz". É com tristeza que diz ver tanta terra improdutiva. "Se sair daqui para fora, só encontra arames e caça".

As histórias vão-se desfiando como um rolo de linha. Joaquim Canejo pertenceu ao Comité da Reforma Agrária e era, muitas vezes, chamado para ajudar. "Era ali que iam discutir os seus problemas". Mas, ele, Canejo, "nunca estive a trabalhar em herdade nenhuma. Nem recebi dinheiro das herdades. O meu trabalho foi gratuito". Tinha uns dinheiritos guardados. À causa pôs, ainda, ao serviço o seu carro. "Andou 525 mil quilómetros a trabalhar para o sindicato e para a reforma agrária".

Durante a reforma agrária começou a nascer a Cooperativa "A Conquista do Povo", no Couço, onde ainda hoje dorme. "Durmo aqui dentro há 36 anos". Para impedir a "gatunagem" de roubar o que lá está dentro. Não tem medo? "Não tenho medo nenhum. Sempre vivi no campo, dormi muito tempo lá na charneca, ao relento". À Cooperativa - que chegou a ter dois mil sócios - dá todo o seu tempo. As obras começaram a 6 de Setembro de 76. "Toda a gente veio ajudar". Evoluiu-se "e chegou aqui a estar em grande". Tinha produção de carnes que a ASAE pôs fim. De resto, "vende-se tudo".

"O meu papel é ver isto a trabalhar". Não quer outro. "Fiz sempre muitas coisas pelo bem deste povo. Fiz o meu trabalho". Não quer glórias. Com humildade, diz que sempre tentou ajudar e "explicar às pessoas que era preciso produzir para colher". E sai para ir atender os cooperantes. O busto de Lenine, esse, continua a testemunhar uma vida dedicada causa.
 
In Jornal de Negócios
publicado por portuga-coruche às 11:06
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Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010

PCP questiona Governo sobre falta de médicos na Lamarosa e Biscainho

O deputado do PCP à Assembleia da República eleito pelo círculo de Santarém, António Filipe, questionou o Governo acerca da falta de médicos de família nas extensões de saúde de São José da Lamarosa e Biscainho, freguesias do concelho de Coruche.

 

Dirigindo-se ao Ministério da Saúde, o deputado lembrou que desde Outubro que as populações das duas freguesias não têm médico de família. “A situação actual é extremamente grave. Os utentes que não dispõem de meios para recorrer a cuidados de saúde privados têm uma extrema dificuldade em aceder a consultas médicas ou mesmo em obter medicamentos. Nestas circunstâncias, pergunto ao Ministério da Saúde, que medidas vão ser tomadas para garantir médico de família às populações servidas pelas extensões de Saúde de São José da Lamarosa e Biscainho no concelho de Coruche”, questionou António Filipe.

 

A Comissão Política Concelhia do PCP de Coruche refere em comunicado que um pouco por todo o distrito as populações vêem constantemente negado o direito à saúde, responsabilizando os últimos governos com participação de PS, PSD e CDS. Reclama ainda que o PCP foi a única força política que passou das palavras aos actos, fazendo eco das justas preocupações e reivindicações dessas mesmas populações.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 12:10
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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

PCP alerta para problema do desemprego, da agricultura e da Saúde

PCP alerta para problema do desemprego, da agricultura e da Saúde


Uma nova política para o País

Jerónimo de Sousa participou na apresentação dos primeiros candidatos às Eleições Legislativas do distrito de Évora, Santarém e Setúbal, onde pediu o reforço eleitoral da CDU, «a força da alternativa construída num programa claro de ruptura com a política de direita e num percurso marcado por um firme e coerente combate a essa política».

Na sexta-feira, na colectividade «Os Penicheiros», no Barreiro, o Secretário-geral do PCP denunciou o «gravíssimo» problema do desemprego que, em sentido lato, se fixa já nos 11 por cento, correspondendo a cerca de 625 mil desempregados.
«Não há muito ainda falavam despudoradamente da criação de 133 mil postos de trabalho, mas o verdadeiro balanço, a quatro anos de Governo nesta matéria, é de menos 16 100 empregos e uma taxa de desemprego jovem de cerca de 20,3 por cento», afirmou, acusando o Executivo PS de manter «uma inaceitável recusa da proposta do PCP de alteração das regras restritivas de acesso ao subsídio de desemprego que este Governo impôs e que impede cerca de 200 mil desempregados ao seu acesso».
«É esta a negra herança em matéria de emprego do Governo PS que é muito o resultado da sua política de drásticos cortes no investimento e desprezo pelos sectores produtivos nacionais, cuja evolução negativa é cada vez mais preocupante. Uma evolução que em grande medida está a determinar a crise económica e social que hoje vivemos e que é a mais decisiva das causas do atraso relativo do País e do empobrecimento dos portugueses», disse ainda.
Jerónimo de Sousa criticou, de igual forma, a redução, praticamente para metade, dos sectores produtivos, nomeadamente a agricultura, a silvicultura, as pescas e a indústria.
«Apenas florescem as actividades financeiras e imobiliárias que com este Governo na direcção do País passaram a superar a indústria», destacou, lembrando que «a extensão, profundidade e duração da crise em que o País hoje se encontra não pode, de facto, ser desligada desta realidade que acabou por conduzir à crescente substituição da produção nacional pela estrangeira e à sub-contratação desvalorizada da economia portuguesa».

Desastre governamental

Em Santarém, no sábado, na apresentação de António Filipe, Madeira Lopes e Liliana de Sousa, Jerónimo de Sousa explicou «o desastre que foi e é a política agrícola do Governo».
«Este Governo e o seu ministro da Agricultura, com alguns cúmplices locais, decidiu substituir a designação “Vinhos do Ribatejo” por “Vinhos de Lisboa”. Muda a designação para encobrir as reais dificuldades dos vitivinicultores regionais (e de todo o País), que têm problemas de preços e de escoamento dos seus vinhos», lamentou, apontando o dedo à «desastrosa Reforma da Organização Comum do Mercado do Vinho, aprovada, para vergonha nossa, durante a presidência portuguesa da União Europeia».
«Reforma, certamente boa para quem fabrica vinho à custa da beterraba (alemães e alguns franceses), certamente adequada aos interesses dos grandes importadores de vinho, mas um desastre para quem produz um vinho de qualidade como o nosso», referiu.
Esta situação também acontece, entre muitos outros produtos, com o leite, com o arroz e com o azeite. «Um desastre de política agrícola que quer acabar com estas produções, como liquidou a produção de beterraba sacarina nos campos do Sorraia, aceitando mais uma inaceitável reforma da Organização Comum do Mercado da Beterraba, pondo a fábrica de Coruche a trabalhar com matéria-prima importada», exemplificou, criticando, de igual forma, a retirada da electricidade verde e o aumento «dos preços dos adubos, rações, sementes, fertilizantes e gasóleo agrícola».
Contra esta situação e esta política, o PCP tem-se batido, na Assembleia da República e fora dela, com inúmeras propostas e sugestões, «que o Governo faz orelhas moucas». «Não é assim de admirar que tenha posto contra si todas as confederações agrícolas. Que o mundo rural tenha dado um forte contributo para a derrota do PS e de Sócrates nas eleições para o Parlamento Europeu. O povo penalizou o executante da política de direita. Mas importa derrotar a política de direita e outros anteriores executantes aos seus apoios», frisou o Secretário-geral do PCP.

Diminuição do investimento público

No domingo, em Évora, Jerónimo de Sousa denunciou a política de fragmentação, enfraquecimento e encerramento no Serviço Nacional de Saúde (SNS), levada a cabo pelo Executivo PS.
«No distrito de Évora sente-se bem a brutal diminuição do investimento em infra-estruturas de saúde por parte do Governo. Desde logo no atraso da construção do novo hospital, que tanta falta faz às populações e que tanto é reivindicado pelos profissionais de saúde. Mas também na falta de novas instalações para unidades de cuidados primários de saúde. Entretanto as populações pagam cada vez mais pela saúde, pelas consultas, pelos exames, pelas taxas moderadoras, pelos medicamentos», sublinhou.
Sobre a reforma nos cuidados primários de saúde, com as Unidade de Saúde Familiar, o Secretário-geral do PCP frisou que «é preciso tomar medidas concretas para resolver os problemas das populações».
«É por isso que propomos um programa especial para garantir o acesso à consulta no próprio dia nos Cuidados Primários de Saúde. Para que todos possam ser atendidos quando precisam e se acabe com o flagelo das consultas para semanas ou meses depois, que obrigam a que as pessoas se desloquem para as urgências hospitalares mesmo quando isso não seria necessário», afirmou.
No final da apresentação dos candidatos da CDU (João Oliveira, Ângela Sabino, José Correia, Mariana Chilra, José Barroso e Samuel Quedas), Jerónimo de Sousa disse ainda que «os portugueses precisam de um novo rumo e de uma nova política». «Do que o País precisa é de uma ruptura com a política de direita e essa só se faz com o reforço da CDU, com mais votos e mais eleitos, para uma nova política e uma vida melhor», terminou.
 

 

in Jornal «Avante!»

publicado por portuga-coruche às 10:29
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Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

PCP quer nos tratar da Saúde, ou será da do governo?!

PCP defende hospital a sul do distrito

 

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, defendeu este sábado, dia 20, a construção de um hospital a sul do distrito de Santarém.
O reforço dos cuidados de saúde no distrito é considerada uma prioridade e a construção do hospital é um dos principais projectos defendidos na candidatura liderada por António Filipe, cabeça de lista da CDU às eleições legislativas pelo círculo eleitoral de Santarém, que foi hoje apresentada num hotel em Santarém. Desta lista conhecem-se apenas mais dois nomes, João Madeira Lopes, reconhecido advogado de Santarém e vice-presidente da Associação Intervenção Democrática, e Liliana Barroso de Sousa, uma jovem professora de 29 anos natural de Coruche e presidente da Assembleia de Freguesia do Couço. A apresentação da lista completa será feita no dia 5 de Julho no Arripiado, na Chamusca.
António Filipe defende que as questões da saúde e da falta de médicos de família em vários pontos do distrito são as mais preocupantes e defende a construção de um hospital. A mesma posição defendida pela candidata Liliana Sousa que, em declarações à Agência Lusa, lembrou que algumas populações do seu concelho, em Coruche, na margem sul do Sorraia, “ficam a mais de uma hora” de distância do hospital de Santarém.
No seu discurso Jerónimo de Sousa destacou ainda a importância dos sectores agrícola e agro-industrial para o distrito e criticou a política agrícola do Governo. “Este Governo desmantelou a agricultura portuguesa” acusou Jerónimo de Sousa dando como exemplos o desligamento das ajudas ao tomate e o fim da produção com beterraba sacarina.
A CDU apresenta-se às próximas eleições legislativas sem a sua anterior candidata, a deputada e vereadora na Câmara de Santarém, Luísa Mesquita, que se tornou independente e rompeu com o PCP na presente legislatura. Apesar disso, António Filipe diz que o objectivo do partido é melhorar a votação do partido no distrito e conseguir mesmo um segundo deputado. O PCP obteve 8,62% da votação (21882 votos) nas eleições legislativas de 2005. Nas europeias de 2009, o partido subiu a percentagem de votação no distrito para os 11,91%, o que representou 18559 votos, mais 3250 do que no último acto eleitoral europeu.
António Filipe tem sido candidato da CDU por Lisboa mas tem ligações familiares ao distrito de Santarém, mais concretamente a Alcanena onde passou parte da infância em casa dos avós.

 

 

in O Ribatejo

 

 

publicado por portuga-coruche às 09:05
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