Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

A menina que calou o mundo por 5 minutos

 
 

 

publicado por portuga-coruche às 08:24
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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

Aquecimento global pode ser balela

 

Membros da ONU e do governo mexicano em mesa da conferência climática de Cancún

José Luiz Teixeira
De São Paulo

 

Só consigo dormir embalado pelo som do rádio no meu criado-mudo, ouvindo emissoras que transmitem notícias ao vivo a noite inteira.

Às vezes, uma ou outra informação me tira o sono, mas, geralmente, me acalma saber que estou confortável e protegido sob meu cobertor, enquanto o mundo pega fogo ou se afoga lá fora.

Imagino que isso funcione como as histórias para criança dormir: mesmo com bruxas e violência, fazem-nas pegar no sono rapidamente.

Tirante os recorrentes casos policiais, muitos assuntos interessantes são abordados a fundo no éter durante a madrugada.

Como a entrevista que ouvi noite dessas, do climatologista Luiz Carlos Molion, a propósito da conferência da ONU sobre mudança climática que está sendo realizada este ano em Cancún.

O cientista brasileiro, representante da América Latina na Organização Meteorológica Mundial, vem acusando os países do Primeiro Mundo de manipular a questão do aquecimento global.

Segundo ele, ao defender a diminuição da emissão de CO2, os mais ricos querem refrear o desenvolvimento industrial dos países emergentes.

Com isso, pretendem garantir para si, no futuro, as reservas dos recursos energéticos fósseis.

O cientista garante que não é o gás carbônico a causa do aquecimento global.

Diz mais: a Terra não está se aquecendo, isso é balela; ao contrário do que se propaga, o planeta estaria entrando em um período de esfriamento.

Seus argumentos e justificativas técnicas me convenceram.

Para quem gosta de teorias de conspiração, como eu, a entrevista foi um prato cheio.

Lembrei-me dos relatórios do serviço secreto americano, indicando que o Iraque produzia armas químicas, para justificar a invasão de seu território.

Finda a guerra, essas informações revelaram-se falsas.

Mas, daí, a segunda maior reserva de petróleo do Oriente Médio já estava devidamente dominada.

 

in Terra Magazine

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

França explica-se à ONU

França se defende na ONU das críticas pela deportação de ciganos

 

GENEBRA - O governo da França se defendeu nesta segunda-feira, 13, perante a Organização das Nações Unidas (ONU) das críticas por seu tratamento a ciganos da Romênia e Bulgária e pelas deportações em massa, assegurando que as medidas adotadas "estão estritamente inseridas no respeito às leis francesas e da legislação europeia".

 

"As autoridades francesas nunca estigmatizaram pessoas pertencentes a uma minoria em função de sua origem. Não há um 'problema cigano', mas cidadãos europeus mais desfavorecidos que outros, que têm dificuldades de inserção e que merecem atenção particular", afirmou o embaixador francês na ONU em Genebra, Jean-Baptiste Mattei.

 

O diplomata respondeu assim ao anterior discurso da alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, diante do Conselho. Ela disse que a atual política da França para o retorno dos ciganos, inclusive o desmonte de seus assentamentos e as deportações coletivas, "só tende a exacerbar o estigma dos ciganos e a pobreza extrema em que vivem".

 

O embaixador francês assegurou, no entanto, que "as medidas que foram adotadas estão estritamente inseridas no respeito às leis da República Francesa e da legislação europeia". "As instalações que foram desmontadas eram ilegais e seu desmantelamento foi feito sob a base de decisões adotadas com total independência pelo Poder Judiciário", insistiu.

 

Mattei afirmou ainda que, "a fim de responder ao estado de extrema precariedade econômica que caracteriza a maioria destas pessoas, entre elas cidadãos búlgaros e romenos que se declaram de origem cigana, foi proposto a cada um o benefício de uma ajuda de retorno humanitário, ou seja, uma ajuda para a reinstalação em seu país de origem".

 

O embaixador disse que as autoridades francesas estão convencidas da necessidade de realizar uma política para promover a integração social e econômica dos ciganos. "Nesse espírito, trabalhamos com os países de origem e outras nações da União Europeia".

 

in O Estadão

 

O Blogger Filomeno, sugere-nos a leitura de alguns textos sobre o impacto que esta situação está a ter em Espanha, nomeadamente um interessante texto que aparece no blog "¿Que pasa con...":

 

Sarko estoy contigo.

Medio mundo anda soliviantado con las repatriaciones realizadas por el gobierno francés, se echan las manos a la cabeza tratando al Presidente Sarkozy de racista.

A ver yo pienso que racismo seria cuando se expulsara a alguien de un país, por motivo del color de su piel, etnia o religión. Pero cuando estos sujetos expulsados llegan a un país con la sola idea en mente de vivir del sistema proteccionista y sus ayudas, nunca con la de trabajar pagar impuestos y colaborar con el mantenimiento de este sistema de bienestar.

Dicho esto si a los tres meses el gobierno ve que estos individuos viven en campamentos aislados generando solo gastos, veo justo que les digan, amigos a chupar del bote a vuestro país. Tanto derecho tienen los inmigrantes de intentar vivir del momio en este caso de Francia, como el gobierno francés mandarlos a sus respectivos países y más cuando la mayoría de ellos vive de la delincuencia.

Hace poco aquí en España salió un reportaje sobre el metro de Madrid y en él se veían bandas de rumanos, que solo se dedicaban a el robo, llevando algunos más de trescientas detenciones, ole tus cojones Sarkozy . De todas maneras siempre les queda a estos individuos venirse a vivir a Disneylandia, aquí se acepta todo, y si la Seguridad Social se va a la mierda es igual, como echamos de menos en España un Sarkozy que defendiera los derechos de los españoles y no los de los extranjeros.
publicado por portuga-coruche às 07:00
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Sexta-feira, 5 de Março de 2010

Cientista do caso Climategate interrogado no parlamento britânico

 

Phil Jones, director do centro de investigação climática que está no centro do caso Climategate, foi interrogado pela primeira vez no parlamento britânico.Clique para visitar o dossiê Tudo sobre As Alterações Climáticas.  

 

Phil Jones responde às perguntas dos deputados britânicos sobre o caso Climategate na Comissão de Ciência e Tecnologia
Phil Jones responde às perguntas dos deputados britânicos sobre o caso Climategate na Comissão de Ciência e Tecnologia

Phil Jones, o director do centro de investigação climática da Universidade de East Anglia, que está no centro do caso Climategate, foi interrogado pela primeira vez no parlamento britânico.

 

O responsável pela Unidade de Investigação do Clima (CRU) daquela universidade, que está suspenso das suas funções enquanto decorre um inquérito promovido pela instituição, disse aos deputados da Comissão de Ciência que não fez nada de errado, mas admitiu que escreveu "uma série de emails horríveis" na troca de correspondência com outros cientistas.

Recorde-se que, em Novembro de 2009, hackers conseguiram entrar na rede daquela universidade britânica e roubaram mais de mil emails trocados entre cientistas onde se discute a manipulação de dados climáticos para forçar o aquecimento global. Os emails roubados foram colocados na Internet.

Evitar o contraditório


 

Jones confessou também, segundo a BBC News, que o seu centro não fornecia aos cientistas os dados de base, em bruto, recolhidos nas estações meteorológicas, mas apenas os dados finais, para evitar que fossem usados para contrariar as suas descobertas sobre o aquecimento global.

O director da CRU contou ao diário britânico "The Sunday Times", no dia 7 de Fevereiro, que chegou a pensar suicidar-se depois de o caso Climategate ter rebentado, mas esclareceu também que afastou por completo essa ideia da sua cabeça.

A Comissão de Ciência espera divulgar as conclusões do seu inquérito sobre o Climategate antes das eleições legislativas britânicas, previstas para o próximo mês de Junho.

ONU faz inquérito independente ao IPCC


 

Entretanto, a ONU vai encarregar um grupo independente de cientistas de renome mundial para reverem os estudos do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), que estão na base da tese do aquecimento global de origem humana e das actuais negociações internacionais sobre o clima.

Nick Nuttal, porta-voz do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), afirmou à agência Reuters que este grupo de cientistas apresentará um relatório final no próximo mês de Agosto que será adoptado no plenário do IPCC a realizar na Coreia do Sul em Outubro.

A decisão foi tomada na sequência de uma reunião dos ministros do Ambiente promovida pelo PNUA a 25 de Fevereiro em Bali, na Indonésia, onde Achim Steiner, director executivo deste programa, salientou que o IPCC estava a enfrentar uma "crise de confiança" junto da opinião pública.

Recentemente, o presidente da Academia Nacional das Ciências dos EUA, Ralph Cicerone, considerou no encontro anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (em San Diego) que os escândalos que rebentaram desde o Climategate, criaram na opinião pública "um sentimento de que os cientistas estão a eliminar os dissidentes, abafando os seus competidores através de conspirações".

Opinião pública quer mais transparência


 

Cicerone explicou que o mundo "entrou numa era em que o público espera mais transparência da parte dos cientistas".

O último relatório do IPCC, que data de 2007, tem gerado polémica nos últimos meses devido à descoberta de diversos erros científicos, como o fim próximo dos glaciares dos Himalaias (2035), a ameaça que paira sobre 40% da floresta amazónica devido às alterações climáticas ou a área da Holanda que está abaixo do nível do mar e em risco de inundação.

O presidente do IPCC - o académico indiano Rajendra Pachauri - e vários cientistas da instituição já vieram a público reconhecer esses erros, que levaram a Índia a criar um painel climático alternativo ao da ONU e um instituto dedicado exclusivamente ao estudo e monitorização dos glaciares dos Himalaias.

 

in Expresso

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

Órgão da ONU admite erro em previsão sobre aquecimento global

O vice-presidente do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), Jean-Pascal van Ypersele, admitiu, nesta terça-feira, que o órgão cometeu um erro ao afirmar que as geleiras do Himalaia poderiam desaparecer até 2035.

O IPCC havia feito a previsão em 2007 em um relatório intitulado AR4, que trazia uma avaliação sobre os impactos do aquecimento global.

"As geleiras no Himalaia estão desaparecendo mais rápido do que em qualquer outra parte do mundo (...) A probabilidade de elas desaparecerem até 2035 ou talvez até antes é muito alta", afirma o documento.

Recentemente, diversos cientistas contestaram os dados divulgados pelo Painel. Em entrevista à BBC Yepersele admitiu o erro e disse que os dados serão revisados.

Apesar disso, o vice-presidente afirmou que o erro não muda a tendência atual do impacto das ações do homem no clima.

A polêmica voltou às discussões de diversos websites dedicados às mudanças climáticas nos últimos dias.

Alguns comentaristas afirmam que o erro pode ameaçar a credibilidade dos dados científicos sobre o clima, e também do próprio IPCC.

Mas Yepersele disse que esse não é o caso.

"Eu não vejo como um erro em um relatório de 3 mil páginas possa prejudicar a credibilidade de todo o conteúdo do documento", disse.

Origem

A afirmação de que as geleiras do Himalaia poderiam desaparecer até 2035 parece ter se originado em uma entrevista com o glaciologista indiano Syed Hasnain, publicada na revista científica New Scientist em 1999.

O dado voltou a aparecer em 2005 em um relatório do grupo ambientalista WWF - documento citado na avaliação de 2007 do IPCC.

Um origem alternativa para a informação sugere que seria um erro de leitura de um estudo de 1996 que teria indicado que a data seria 2350.

Ciência

A polêmica voltou à tona no ano passado, antes da Cúpula da ONU sobre o Clima em Copenhague, na Dinamarca.

Em dezembro, quatro importantes glaciologistas prepararam uma carta para publicação na revista científica Science na qual afirmam que o completo degelo das geleiras até 2035 era "fisicamente impossível".

"Não há como ser feito", disse Jeffrey Kargel, da Universidade do Arizona, à BBC, no período de publicação.

"Se você pensar em uma espessura de 200-300 metros, em alguns casos até de 400 metros - e se perdermos o gelo a uma taxa de um metro por ano, ou dois metros por ano, você não vai se livrar de 200 metros de gelo em meio século", afirmou Kargel.

Para mais notícias, visite o site da BBC Brasil

 

IPCC vai rever relatório de degelo em geleira do Himalaia

 

 

Tese é criticada pela Índia, que diz não haver prova de que degelo está ligado a mudanças climáticas
Krittivas Mukherjee - Reuters
 
NOVA DÉLHI - Os cientistas do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, disseram nesta segunda-feira que revisarão um relatório contendo uma projeção de que as geleiras do Himalaia podem desaparecer até 2035, uma descoberta incisivamente criticada pelo governo indiano.
Em 2007, o relatório do painel da ONU dizia que o aquecimento global poderia causar no Himalaia o desaparecimento de milhares de glaciares até 2035 se as taxas atuais de aquecimento global continuarem.
"Estamos estudando a questão das geleiras do Himalaia, e tomaremos uma posição sobre este assunto nos próximos dois ou três dias", disse Rajendra Pachauri, chefe do IPCC, por e-mail. Outros especialistas disseram que os 10 maiores rios da Ásia alimentados pelas geleiras poderiam secar nas próximas cinco décadas. Centenas de milhões de pessoas na Índia, no Paquistão e na China seriam afetadas.
O ministro indiano do Meio Ambiente, Jairam Ramesh, foi interrogado nesta segunda sobre as conclusões do relatório de 2007. "Elas [as gelerias] estão realmente recuando e a taxa é motivo de grande preocupação", disse Ramesh. Mas ele afirmou que a previsão de 2035 "não se baseia em um pingo de evidência científica".
Outros especialistas dizem que a projeção de 2035 não foi baseado em revisão científica por seus pares. Em Londres, o jornal The Times disse que o cientista indiano que fez a primeira projeção sobre o degelo do Himalaia, em 1999, já reconheceu que era "especulação".
Falhas nos relatórios do IPCC podem ser prejudiciais, uma vez que os resultados são um guia para as políticas governamentais. A principal conclusão do IPCC de 2007 é de que há mais de 90% de certeza de que a humanidade é a principal causa do aquecimento global, principalmente pela utilização de combustíveis fósseis. Ramesh disse que ele tinha sido acusado de "vodu" por questionar as conclusões do IPCC sobre o Himalaia no passado.
De acordo com o relatório do IPCC de 2007, "as geleiras do Himalaia estão derretendo mais rápido do que em qualquer outra parte do mundo e, se a taxa atual continuar, a probabilidade de eles continuarem desaparecendo até o ano de 2035 - ou talvez mais cedo - é muito alta, se o aquecimento da Terra permanecer na taxa atual".
No entanto, também segundo o relatório, "sua área total [das geleiras] provavelmente diminuirá dos presentes 500.000 quilômetros quadrados para os 100.000 quilômetros quadrados até o ano de 2035".
Na cúpula do clima em Copenhague, no mês passado, o indiano Pachauri defendeu fortemente as conclusões do núcleo de clima do IPCC após um escândalo de vazamento de e-mails da Universidade de East Anglia, na Inglaterra. No escândalo do e-mail, os céticos sobre as mudanças climáticas acusaram pesquisadores de conspirarem para suprimir dados dos outros.
Ramesh disse, em novembro, que um estudo, encomendado pelo governo indiano, não havia encontrado nenhuma prova conclusiva para ligar a diminuição das geleiras do Himalaia às mudanças climáticas. Ele reconheceu que muitas das 9,5 mil geleiras do Himalaia na Índia estão diminuindo, mas algumas estão encolhendo em ritmo mais lento ou mesmo aumentando de tamanho.

 

in Estadão.com.br

publicado por portuga-coruche às 12:04
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