Domingo, 30 de Maio de 2010

Presidente da Junta da Fajarda deteve cúmplice de assalto a obra

 

 

O presidente da Junta de Freguesia da Fajarda, no concelho de Coruche, deteve um dos dois assaltantes que detectou junto à obra de construção do centro de dia. A situação passou-se no sábado, 22 de Maio, quando Ilídio Serrador foi alertado por um habitante para a presença dos dois indivíduos suspeitos num carro junto ao local. Eram cerca de 13h00. O autarca não pensou duas vezes antes de se meter ao caminho, chegando ao local pouco depois.

 

Um dos homens estava dentro da obra após ter rebentado o portão da vedação e tinha acabado de abrir o contentor onde estavam materiais e ferramentas, enquanto um segundo elemento esperava-o no carro debaixo de árvores. Assim que chegou, Ilídio Serrador trancou a única saída do espaço para viaturas e perguntou o que o homem ali fazia. “Ele respondeu que estava a descansar. Tranquei a única saída do espaço com o meu carro e ele ainda andou às voltas a ver se conseguia sair dali. Disse-lhe para se deitar no chão senão ia buscar uma espingarda. Ele deitou-se de imediato”, conta Ilídio Serrador, reconhecendo que a situação podia ter sido perigosa para si.

 

O outro indivíduo optou por fugir a pé quando viu que não podia sair de carro com o que ficou na viatura. Nada foi furtado. A GNR chegou momentos depois e deteve o homem mais velho, com cerca de 60 anos, um indivíduo que chegou a trabalhar na Polícia Judiciária, informou fonte a O MIRANTE. O outro homem, com idade entre os 30 e 40 anos, vive num acampamento da vila de Coruche.

 

Segundo Ilídio Serrador, os dois homens são conhecidos e suspeitos de terem efectuado roubos na freguesia na semana anterior, já que o mesmo carro - um Fiat Uno vermelho - foi visto frequentemente em vários locais. De uma casa particular foram furtados 50 litros de azeite e materiais diversos enquanto de zonas de obras foram roubadas caixas de azulejos e tentaram roubar ferramentas de outro local mas sem sucesso.

 

in O Mirante

 

ESTES CAMPISTAS!

Acampamento ..... campista! Pois, afinal foi novamente um campista. Estava para tirar a Carta de Campista mas, por causa da má fama que os campistas tem dado por este país fora, já não o vou fazer. Ao que me refiro? Nas notícias quase todos os dias dizem coisas tipo: "O agressor reside num acampamento próximo"; "O larápio vive num acampamento à entrada da cidade", etc., etc..

Logo agora que a Sportzone está a vender umas tendas baratas e fáceis de montar os media tornaram o campismo numa actividade chunga.... 

Do mesmo modo que é proibido referir a etnia dos delinquentes também agora urge que se proíba referir a origem ou morada, afinal se apanharem um traficante ou um ladrão que resida na Quinta da Marinha vão referir isso? Claro que não! E isso é descriminação. A maioria dos campistas é honesto e de certeza que existem traficantes e larápios que residem na Quinta da Marinha.

publicado por portuga-coruche às 12:00
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Quinta-feira, 11 de Março de 2010

Prorrogação das obras na entrada norte de Coruche

É verdade que este tempo tem sido péssimo para fazer obras ao ar livre. Também é verdade que o prazo de conclusão das obras coincide com o Inverno e é perfeitamente normal e natural que no Inverno chova. Por isso algum tempo de compensação pelo estado do tempo, deveria ser tido em conta pelo empreiteiro. Mas esta desculpa deveria só colher para algum tempo de prorrogação e não por 100 dias. Por outro lado não se vê uma grande frente de trabalho, tendo isso, obviamente, reflexos no andamento da obra.

Também não é aceitável que não haja a atenuação dos incómodos para os automobilistas e que a reposição das condições mínimas do piso esburacado pelo empreiteiro, não seja feita. A estrada em obras não sofre beneficiações há bastante tempo, o que é ilustrado pelos inúmeros buracos que obrigam os condutores a uma constante gincana.

 

Fernanda Fernandes

 

in O Mirante dos Leitores

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Sexta-feira, 5 de Março de 2010

Mau tempo obriga a nova prorrogação das obras da entrada norte de Coruche

Ainda não foi desta que ficou concluída a obra de requalificação da entrada norte de Coruche pela Estrada Nacional 114, em Santo Antonino, desde a rotunda dos hipermercados até à entrada da Ermida da Senhora do Castelo. O prazo previsto era 28 de Fevereiro mas a câmara decidiu aceitar nova prorrogação graciosa dos trabalhos por mais 42 dias a pedido do empreiteiro, devido ao mau tempo que se tem feito sentir. A deliberação foi a aprovada por maioria, com cinco votos a favor dos vereadores do PS e um voto contra da CDU. A vereadora da coligação Ortelinda Nunes esteve ausente por motivos particulares. O novo prazo de conclusão da obra é 11 de Abril.

 

Durante a discussão da proposta, o vereador da CDU, Rodrigo Catarino, reiterou a posição contra a prorrogação, repetida em anterior reunião do executivo, na qual foram aprovados mais 58 dias de trabalhos graciosos devido à chuva que caiu e à necessidade de realizar novos trabalhos.

 

“A obra foi iniciada em Maio de 2009 e tinha um prazo de conclusão de sete meses. Teve uma primeira prorrogação de 51 dias até 28 de Fevereiro. Era preferível suspender a contagem do tempo da obra”, referiu Rodrigo Catarino (CDU).

 

Francisco Oliveira (PS), vereador com o pelouro das obras municipais, já tinha explicado que além do mau tempo que se tem feito sentir de forma permanente é necessário refazer terra pouco compacta detectada numa área de 700 metros quadrados no início da Estrada da Lamarosa.

 

“É compreensível esta prorrogação quando na obra o trabalho realizado fica degradado e tem de ser refeito devido à chuva. Câmara e empreiteiros são impotentes para minimizar esta situação, para mais numa zona de acesso a hipermercados, de grande circulação”, justificou Francisco Oliveira.

 

Na resposta a Rodrigo Catarino, o presidente da autarquia, Dionísio Mendes (PS), lembrou que tanto a câmara como o empreiteiro têm interesse em concluir rapidamente a obra. “O presidente do Instituto de Meteorologia pode contactá-lo para o esclarecer sobre temporais, mau tempo e pluviosidade e a implicação que tem nas obras ao ar livre”, ironizou o edil.

 

Boa parte da estrada está esburacada, num trajecto de cerca de 300 metros, onde há algumas ruas de acesso a moradias, uma avenida com duas escolas e a estrada de acesso ao centro de saúde e ao tribunal. Os peões preferem muitas vezes circular na berma da estrada do que para lá do lancil, cheio de lama, pois apenas existe uma centena de metros de passeio de cada lado da estrada. Junto ao entroncamento da avenida Salgueiro Maia com a EN 114 e com a Estrada da Lamarosa tem-se colocado o problema do atravessamento da estrada já que a passadeira está pouco visível e na zona circulam centenas de alunos das escolas EB 2/3 e secundária.

 

in O Mirante

 

É compreensível.

 

 

O que não se compreende é porque não melhoram as alternativas!

 

O Acesso pelo Bairro Novo - Bairro da Areia, quer na zona da antiga Pink Panter quer na Estrada da Lamarosa desde o Centro de Saúde até à Lamarosa é para esquecer. Carros estacionados obrigam quem circula a um exercício interminável.

Destaco apenas a rua que vai do fim do Bairro Novo até aos sinais do Bairro da Areia que geralmente não tinha viaturas desde a renovação da sinalização mas agora já aparecem algumas estacionadas, umas "envergonhadas" com os "piscas ligados" outras mesmo estacionadas.

O Acesso pela zona das Barrocas/Escola Secundária é uma "mini-estrada", tendo inclusivamente "vasos" perigosos a "arranhar" a estrada, carros estacionados na via embora exista estacionamento também são comuns!  Depois, junto à zona dos sinais que virá a ser a nova rotunda, o acesso, devido á morosidade das obras, poderia estar melhor preparado, existe espaço para ligar a saída da escola secundária.e a zona do Centro de Saúde/Tribunal.

 

A estrada que vai até à rotunda dos hipermercados é para esquecer e de tão acidentada devia estar encerrada. É o que fazem em Beirute, Bagdad, etc..

Em alternativa melhoravam o acesso Cemitério - Rua do Leão e Bairro da Desgraça - Marché. Até podiam fazer sentido único uma vez que não existe alternativa de estacionamento para os habitantes da Rua do Leão.

No troço Cemitério - Rua do Leão obrigavam aqueles camiões a estacionar 50 metros antes, em frente ao cemitério e não em cima da curva da Rua do Leão, obrigando quem vem do cemitério a entrar na curva em sentido contrário e arriscando uma colisão frontal.

Na Av. do Castelo - curvas do castelo é realmente necessário fazer muita coisa. A vala das curvas é um risco para as viaturas e podia levar umas grelhas, O pavimento, especialmente entre as curvas e a avenida se não for feito em "bicos dos pés" chega a ser doloroso.

Especialmente à tarde e quem começa a subir as curvas do castelo entra muitas vezes em contramão porque, por falta de estacionamento acumulam-se viaturas desde a calçadinha.

Enfim.....

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 08:03
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Terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Trânsito condicionado na entrada norte de Coruche

Desde segunda-feira que o troço da Estrada Nacional 114, desde a rotunda dos supermercados e a avenida Salgueiro Maia, em Santo Antonino, está encerrada ao trânsito (excepto moradores) devido à intervenção urbanística em curso na entrada norte da vila de Coruche, com a infraestruturação da faixa de rodagem.

 

Os trabalhos estão sinalizados pela empresa Asibel, que deve desviar o trânsito local para as diferentes alternativas. A autrquia estima que a intervenção dure duas e a três semanas. A Divisão de Obras esclarece mais informações através do telefone 243 610 230.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 11:24
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Sexta-feira, 10 de Julho de 2009

Veículos pesados têm de fazer mais 40 quilómetros para atravessar o Sorraia

Ponte militar provisória sobre o rio em Coruche só permite passagem a veículos até 3,5 toneladas

foto

A restrição deve verificar-se durante todo o mês de Julho, devido a obras de reforço estrutural da ponte Teófilo da Trindade. Ricardo Carreira

   

Até final de Julho uma ponte militar sobre o rio Sorraia, em Coruche, vai permitir escoar grande parte do trânsito naquela região, enquanto a ponte Teófilo da Trindade, a última de acesso à vila, é sujeita a obras de reforço estrutural. Os veículos pesados de grande tonelagem têm passagem interdita na ponte improvisada, cujo limite é 3,5 toneladas. Para norte ou para sul os camionistas têm apenas uma alternativa: a circulação pela EN119 até Santo Estêvão e seguirem pela EN118 ou A13.

A sinalização no local informa que só transportes públicos de passageiros, viaturas municipais e veículos de bombeiros podem transitar na ponte militar. Um avanço em relação ao comunicado inicial da Estradas de Portugal, que previa apenas transportes de passageiros como excepção.

A sinalização introduzida tem lacunas. Para quem chega a Coruche de norte é preciso andar na vila à procura das placas que assinalam os desvios que vão conduzir, um quilómetro a montante, na Estrada da Erra, à ponte provisória. A entrada na ponte militar pelo sul faz-se junto a Montinhos dos Pegos, onde está assinalado um desvio.

Os acessos à ponte foram montados em cima de uma plataforma de terra em terrenos agrícolas de ambas as margens. Têm pavimento alcatroado e rails de protecção. O vão da ponte tem um comprimento de 51 metros, piso em estacas horizontais de madeira e duas grandes estruturas em ferro a servirem de guardas. Foi montada por militares da Escola Prática de Engenharia.

 

Vigilância impede abusos

São 16h00 de sexta-feira e o trânsito que atravessa a ponte militar é constante. Pesados nem vê-los. Só camionetas de carga ligeira e um ou outro tractor. Ou do lado de Coruche não estivesse uma patrulha da GNR em vigilância.

Apesar disso, o presidente da Câmara de Coruche considera que inicialmente houve alguns problemas por falta de vigilância policial, verificando-se o atravessamento de camiões que podiam ter posto em causa a travessia. “É preciso que a vigilância esteja no local em permanência e na rota dos camiões”, refere Dionísio Mendes.

Fonte da GNR disse a O MIRANTE que apenas no primeiro dia se verificaram infracções de camionistas que foram multados por atravessarem a ponte. Desde então tem sido feito um patrulhamento diário, durante várias horas. “Falta sim informação em Almeirim e Salvaterra para quem chega a Coruche”, diz a mesma fonte.

Para quem anda na estrada não tem sido fácil contornar o problema das restrições. Paulo Alves acaba de sair de camião da empresa Sá e Sobrinho, na margem sul do Sorraia, com uma carga de 20 toneladas de cortiça para descarregar em Santa Maria da Feira. “Sei que vou ter de fazer 40 quilómetros até Santo Estêvão e seguir pela A13 até Almeirim e Santarém. Faço este caminho todos os dias carregado. Mais chato é quando venho vazio e não posso passar pela ponte. São cerca de 100 quilómetros a mais que faço diariamente”, conta a O MIRANTE à saída da Zona Industrial do Monte da Barca.

Paulo Rebelo chega à rotunda do Monte da Barca, onde confluem as estradas nacionais 114, 119 e 251, e surpreende-se com o encerramento da ligação directa a Coruche pelas pontes. Viaja desde Castro Verde e Arraiolos para a zona industrial do Cartaxo. “Pensava que haveria alternativas mais fáceis do que contornar o Sorraia quase 40 quilómetros. Não arrisco a ser multado e ter voltar para trás. Do lado de quem vem de Montemor-o-Novo não há qualquer informação, só à chegada aqui. Se soubesse tinha entrado na auto-estrada”, comenta.

 

Pontões são alternativas

para quem conhece bem a região

Tanto na EN 119, no Biscainho, como na EN 114-3, na Fajarda, freguesias de Coruche, existem dois caminhos que ligam as freguesias pelas pontes da Amieira e do Rebolo que fazem a travessia do rio Sorraia sem ir à ponte militar.

As entradas para esses caminhos estão assinaladas com diversas indicações de estradas nacionais e até da A13, não revelando qualquer restrição de passagem por limite de tonelagem. Por isso não é de estranhar que sejam muito utilizadas, mesmo por camionistas que conhecem bem a região, apesar de não terem guardas.

Dionísio Mendes diz que as pontes não são alternativas, por estarem limitadas à passagem de veículos até 15 toneladas. Certo é que não há qualquer aviso nos locais. O presidente da Junta da Fajarda, Ilídio Serrador, diz ainda que mais preocupante é o atravessamento mais adiante nesse percurso de pequenas pontes sobre a vala Real, essas sim em acentuado estado de degradação.

Do lado do Couço, pela EN 251, é possível fazer o atravessamento do Sorraia na ponte da Escusa, Santa Justa (travessia do mesmo género das anteriores), e vir direito a Coruche ou para norte, pela freguesia da Erra, sem ter de atravessar a ponte militar.

 

in O Mirante Semanário

publicado por portuga-coruche às 10:10
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Sete pontes de Coruche estão encerradas para reparação até Agosto

As sete pontes sobre o rio Sorraia, no concelho de Coruche, vão estar encerradas para reparações até Agosto, com a alternativa de circulação a fazer-se através de uma ponte militar.

O presidente da câmara de Coruche, Dionísio Mendes, classificou as intervenções nas infra-estruturas de ferro como "prioritárias", em virtude dos equipamentos terem cerca de 70 anos, e nunca terem sido executadas obras nas pontes que servem cerca de "12 mil veículos que diariamente atravessam o Sorraia".

 

A ponte alternativa, já em funcionamento, é "uma solução temporária", enquanto as restantes travessias são "repavimentadas, substituídas as juntas de dilatação e concluídas as obras de melhoramento", explicou o presidente da câmara.

 

Na estrutura construída pela engenharia militar vão passar "veículos ligeiros, prioritários e autocarros de passageiros", enquanto que os veículos pesados de mercadorias "serão desviados para outras alternativas rodoviárias", explicou Dionísio Mendes.

 

O autarca de Coruche lamentou os incómodos aos utentes e garantiu que "até dia 05 de Agosto, as intervenções nas sete pontes existentes ao longo de dois quilómetros e meio estarão concluídas".

 

A travessia alternativa foi construída em cerca de quatro semanas pela Escola Prática de Engenharia e, de acordo com o tenente-coronel Hélder Perdigão, "é a ponte de maior vão montada pela Engenharia Militar Portuguesa", com "um vão de 51 metros e uma capacidade de carga de 23 toneladas".

 

Segundo o Exército, este tipo de pontes são montadas por vários blocos, quase como uma construção em 'LEGO', sendo que no caso da ponte de Coruche, que decorreu entre 08 e 19 de Junho, foram utilizados "232 painéis metálicos, ligados entre si por 45 vigas metálicas - totalizando um peso de 103 toneladas - e estiveram envolvidos cerca de 40 militares e 10 viaturas".

 

in O MIrante

publicado por portuga-coruche às 09:30
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Sexta-feira, 5 de Junho de 2009

Ponte da Raposa - Correcção

O conterrâneo Miguel Ferreira que trabalha em Coruche mas vive actualmente em Santarém contactou a Junta de Freguesia da Raposa por Fax, reclamando por as notícias levarem a crer que os ligeiros que não locais não podiam passar.

Foi contactado telefonicamente hoje pela Junta para o esclarecer que todos os veículos ligeiros podem passar, dizem que o comunicado foi assim para terem a certeza de que os veículos com peso imediatamente acima aos 3.500Kg não circulem na passagem provisória.

 

Fica assim garantida a passagem a todos os ligeiros nos dois sentidos.

publicado por portuga-coruche às 13:54
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Ponte da Raposa fecha ao trânsito durante três semanas


A ponte da Raposa, na Estrada Nacional 114, entre Almeirim e Coruche, vai encerrar ao trânsito no dia 8 de Junho e por um período de três semanas devido às obras de recuperação da travessia, que estão a decorrer. Durante este tempo o trânsito vai ser desviado por Paço dos Negros, freguesia de Fazendas de Almeirim, e Lamarosa, concelho de Coruche.

Apenas os moradores da Raposa, os transportes públicos e viaturas de emergência terão acesso facilitado à localidade através de uma travessia provisória, que a Câmara de Almeirim está a executar com a colocação de manilhas na Ribeira de Muge, junto ao parque de merendas da Raposa, que serão cobertas de terra.

Esta solução provisória será desmantelada após a reabertura ao trânsito da ponte. O município ainda tentou a instalação de uma ponte militar no local, que evitasse o desvio de vários quilómetros, mas a Escola Prática de Engenharia, em Tancos, não tinha disponibilidade neste momento, conforme informou o vice-presidente do município, Pedro Ribeiro (PS).

 

in O Mirante

Foto obtida no Blog Nós somos capazes

 

Os que tem que vir do outro lado (Almeirim, Santarém, etc) para Coruche todos os dias não compreendem porque não tem acesso à ponte local e tem que realizar a volta longa por Paços Negros e Lamarosa, para finalmente chegarem a Coruche e depois ao fim do dia voltarem a fazer o caminho inverso, assim como aqueles que necessitavam todos os dias de ir por lá para voltarem à noite. Porquê só os ligeiros locais e transportes públicos? estamos a falar de quantas pessoas ?

publicado por portuga-coruche às 09:59
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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Moção apresentada por autarca comunista acaba rasgada pelo próprio

Autarcas da CDU e do PS na Assembleia Municipal de Coruche não se entendem
Esta não é a primeira vez que Manuel Coelho entra em guerra com os socialistas acusando-os de provocações quando está a intervir.

 

 

fotoO vogal da CDU, Manuel Coelho, perdeu as estribeiras na assembleia municipal de sexta-feira quando se discutia uma moção por si apresentada sobre as obras nas pontes de Coruche. Manuel Coelho levantou-se exaltado e chamou cínicos aos eleitos socialistas, acusando-os de não respeitarem quem apresenta propostas sérias quando reagiram com comentários e risos aos seus argumentos. O eleito da CDU rasgou mesmo de forma exaltada a moção.

Manuel Coelho tinha solicitado, através de moção, que o executivo da câmara assumisse a reparação da Estrada de Meias, que tem servido de caminho alternativo após o corte da Estrada Nacional 114 nas três pontes metálicas mais próximas da rotunda do Monte da Barca. No seguimento dessa intervenção, o presidente da câmara, Dionísio Mendes (PS), esclareceu que o caminho não é municipal (pertence à Associação de Regantes e Beneficiários do Vale do Sorraia) e que a Estradas de Portugal (EP) se comprometeu a fazer a reparação daquela via.

Perante esses factos PS e PSD entenderam que a moção não tinha pernas para andar nos termos apresentados. Foi quando Manuel Coelho disse que ao se exigir à câmara que tomasse medidas tal não significava que fosse à sua responsabilidade mas que tomasse as iniciativas devidas junto da EP.

Nessa altura, e perante a alteração de discurso, os vogais dos restantes partidos reagiram, o que fez estalar o verniz em Manuel Coelho. Perante a reacção intempestiva do vogal, a presidente da assembleia, Fernanda Pinto, deu a discussão da moção por terminada e nem se votou o documento. Na opinião da presidente, por o vogal da CDU não ter defendido a proposta.

 

Ferver em pouca água

Não é a primeira vez que Manuel Coelho sobe o tom de voz com a bancada socialista, a quem acusa de o provocar quando está a intervir politicamente. O vogal pediu a suspensão do mandato por 180 dias em 29 de Junho de 2007, depois de na assembleia de 27 de Abril desse ano a discussão ter subido de tom a propósito do tema Águas do Ribatejo. Na altura, Fernanda Pinto cortou-lhe a palavra e o vogal abandonou a sessão.

 

Possibilidade de abertura de faixa nas pontes

Com a Estrada de Meias com bermas em mau estado, curvas seguidas e falta de sinalização no pavimento, o presidente da câmara revelou, no decurso da discussão, que a EP pensa já a partir de 15 de Janeiro abrir uma faixa nas pontes. A hipótese passará por deixar o trânsito fluir num corredor de três metros de largura na direcção da rotunda do Monte da Barca e, no sentido contrário, pela estrada de Meias.

 

O Mirante

publicado por portuga-coruche às 10:30
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Um ano depois do previsto começaram as obras nas pontes de Coruche

Para já as obras vão decorrer nas três pontes mais afastadas da vila de Coruche.

O trânsito na Estrada Nacional 114, no troço Coruche-rotunda do Monte da Barca foi encerrado esta terça-feira, dia 7 de Outubro, para o início dos trabalhos de requalificação e manutenção das pontes metálicas que dão acesso à vila. A proibição afecta apenas as três primeiras pontes metálicas no sentido de quem se desloca do Monte da Barca, as primeiras a ser intervencionadas pela Estradas de Portugal.

O trânsito que circula pelas pontes do Tijolo e do Pau, assim como pela ponte Teófilo da Trindade, esta sobre o rio Sorraia, é desviado pela Estrada de Meias, em direcção à Estrada Nacional 251, junto a Montinhos dos Pêgos. Está instalada no local toda a sinalização respeitante a obra em curso.

A Câmara de Coruche espera que os trabalhos sejam breves e eficazes, considerando que as condições de segurança das travessias são fundamentais para a normal circulação rodoviária. E, por isso, as obras foram consideradas inadiáveis. Em comunicado, a autarquia apela ainda à compreensão dos munícipes para os transtornos causados durante o decorrer da obra.

A montagem de uma ponte militar provisória sobre o rio Sorraia a cerca de um quilómetro a montante da vila vai permitir escoar o tráfego quando a intervenção afectar as três pontes mais próximas de Coruche. Desde o Outono de 2007 que se esperava pelo arranque dos trabalhos.

Apesar de as obras terem começado, prevê-se que a pior fase para a circulação de trânsito seja já em 2009, quando a circulação for condicionada e encerrada nas três pontes mais próximas da vila, o único acesso a Coruche via sul no raio de cerca de 20 a 25 quilómetros. Os mais próximos são dois pontões no Biscainho, com restrições a veículos pesados, e outro em Santa Justa, Couço.

Ponte militar para impedir

transtornos maiores

O concurso público para construção dos acessos à ponte militar provisória, incluindo a execução dos encontros da ponte nas margens, foi publicado em Julho. O prazo de execução dessa empreitada é de 180 dias, para um custo de 420.020 euros mais IVA.

Em Junho passado o presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes (PS), lamentava que a Estradas de Portugal e a Direcção de Estradas de Santarém (ver edição 12 Junho) não dessem a informação necessária sobre o evoluir do processo. A 26 do mesmo mês, autarquia, EP e Escola Prática de Engenharia firmavam o protocolo para instalação da ponte militar provisória, em terrenos disponibilizados pela câmara.

Os trabalhos nas seis pontes de Coruche foram adjudicados à empresa Conduril para uma intervenção de 12 meses, com custo estimado de três milhões de euros. Quando estiver concluída a intervenção nas três primeiras pontes já deverá estar disponível a ponte militar provisória, a qual se prevê que seja utilizada durante quatro meses.

A estrutura provisória deverá ser montada cerca de um quilómetro a montante da ponte Teófilo da Trindade, ligando a estrada de Meias e a estrada da Erra, na zona de Santo André. Além de disponibilizar os terrenos de acesso a ambas as margens, a autarquia terá de garantir alimentação e alojamento a 36 praças, oficiais e sargentos durante a operação de montagem e desmontagem da travessia.

A estrutura militar vai ter capacidade para circulação de viaturas até 20 toneladas o que, além do tráfego de veículos ligeiros, irá permitir a circulação de autocarros de passageiros, de camiões de recolha de lixo e das centenas de pessoas que trabalham na Zona Industrial do Monte da Barca.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 09:17
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