Sexta-feira, 24 de Agosto de 2012

EUA emitem alerta para "tempestade solar do século"

 Fotografia © www.nasa.gov

O Congresso dos Estados Unidos alertou os norte-americanos para a necessidade de se prepararem para uma forte tempestade solar, após alerta da NASA.

O Congresso dos Estados Unidos fez um alerta aos norte-americanos para estes se prepararem para aquilo que está a ser denominado como a "tempestade solar do século". Num documento elaborado pelos parlamentares, foi pedido às comunidades locais para se precaverem com os recursos necessários de modo a poderem abastecer as populações com um mínimo de energia, alimentos e àgua em caso de emergência. De igual modo, é destacada a importância de tomar medidas de prevenção adequadas a este tipo de fenómenos, articuladas entre as comunidades vizinhas, uma vez que é necessária uma boa coordenação entre todos.
Segundo avança o jornal espanhol "ABC", o texto do Congresso também cita várias informações elaboradas pela Protecção Civil, pelo regulador de energia eléctrica e pelo Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, explicando a forma de atuar perante estes fenómenos. O objectivo é incentivar as práticas preventivas, bem como definir a natureza da ameça, de forma a que os cidadãos possam estar preparados.
Espanha, Alemanha, França e Reino Unido, são alguns dos países que, tal como os Estados Unidos, já estão a tomar "importantes medidas ao nível da prevenção".
Este mês a NASA alertou para que, em 2013, o Sol chegará a uma fase do seu ciclo onde grandes explosões e tempestades solares serão mais prováveis e deverão afetar o nosso planeta.
O Sol tem ciclos solares com média de 11 anos e atualmente estamos numa fase de aumento da atividade, o que se traduz em maior número de manchas na superfície da estrela. É possível que haja outros ciclos mais longos, mas só existem registos das manchas solares desde meados do século XVIII. Por isso, é difícil fazer previsões sobre a atividade da nossa estrela.
Teme-se sobretudo uma tempestade electromagnética semelhante à de 1859, conhecida por Evento Carrington. Essa erupção foi tão intensa, que os sistemas de telégrafo, na altura incipientes, foram seriamente afetados. Se houvesse redes eléctricas, elas teriam sido destruídas. As auroras boreais foram visíveis em latitudes muito a sul, nomeadamente em Roma.

 

 

Por Luis Manuel Cabral

in DN Ciência

 

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Terça-feira, 20 de Setembro de 2011

Tenho um "palpite" para onde cairá o UARS....

Com a sorte com que anda o nosso querido Adalberto João, a porcaria do satelite ainda nos vai cair na Madeira.....

 

 

Satélite da NASA descontrolado a caminho da Terra

 

Segundo a agência espacial norte-americana, um satélite de observação atmosférica, de quase seis toneladas, deverá reentrar na atmosfera da Terra nos próximos dias. SIGA A SUA TRAJETÓRIA

 
Siga a trajetória do UARS a caminho da Terra: http://www.nasa.gov/rss/uars_update.xml  


Os especialistas da NASA calculam que a reentrada da atmosfera terrestre do satélite UARS deverá acontecer na próxima sexta-feira, uma previsão que, admitem, tem uma margem de erro de cerca de um dia.

À medida que o satélite, de seis toneladas, se aproximar da Terra será possível um cálculo mais exato, assim como uma previsão do local do impacto, embora os cientistas da NASA acreditem que deverá cair no oceano.

Os fragmentos que não ardam na reentrada da atmosfera poderão estender-se por uma área de 800 quilómetros, mas a possibilidade que algum caia sobre alguém é de uma para 3.200. "Extremamente remota", garante a NASA.

O UARS foi lançado para o espaço a bordo do Discovery, há 20 anos, com a missão de medir a camada do ozono e a composição química da alta atmosfera, assim como os ventos e temperaturas da estratosfera. Esteve em óbita até dezembro de 2005. Desde então, não há comunicação com o satélite e a sua trajetória é seguida apenas com recurso a radares e telescópios.


Ler mais: http://aeiou.visao.pt/satelite-da-nasa-descontrolado-a-caminho-da-terra=f623116#ixzz1YUI1URon

 

 

 

in Visão

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:55
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Sexta-feira, 3 de Dezembro de 2010

Afinal a "grande descoberta" da NASA era algo descoberto em .... 2008

Descoberta

Nova bactéria muda forma de procurar vida no espaço

por FILOMENA NAVES 

A NASA causou uma onda de especulações e de notícias na Internet, acerca da possível descoberta do ET, quando anunciou que faria ontem  uma conferência de imprensa sobre "uma descoberta com impacto na busca de vida extraterrestre". Afinal, é uma bactéria que existe na Terra, num lago da Califórnia, e que usa um elemento diferente no seu metabolismo: o arsénico, que para os outros seres vivos é um veneno. A notícia "incrível", como a designam responsáveis da NASA, alarga a noção de vida e permite outro olhar sobre Marte e Titã

Uma bactéria "do outro mundo", encontrada nos sedimentos do lago californiano Mono, nos EUA, baseia o seu metabolismo - e integra na sua estrutura quími- ca - o arsénico, um elemento que é um veneno para a vida tal como a conhecíamos até agora. A descoberta inaugura um capítulo completamente novo na microbiologia e alarga as possibilidades de busca de vida extraterrestre. "Com este novo elemento na lista dos que constituem a vida, talvez possamos encontrar agora o ET", afirmou ontem, em conferência de imprensa transmitida através da Internet, a directora do programa de astrobiologia da NASA, Mary Voitek.

Algumas luas e planetas do sistema solar transformam-se desde já em mundos potenciais para essa busca, que agora fica mais alargada. Titã, por exemplo, é um desses mundos. E, Marte, aqui ao lado, também.

"Há luas de Saturno, como Titã, onde a temperatura extremamente baixa, de 180 graus Celsius negativos, pode permitir que o arsénico se constitua como elo estável numa estrutura entre possíveis moléculas orgânicas", adiantou na mesma conferência da NASA o bioquímico Steven Benner, da Foudation for Applied Molecular Evolution.

Marte é outro alvo, como admitiu Mary Voitek e também Pamela Conrad, que dirige, no Goddard Space Flight Center da NASA, a futura missão Mars Science Lab que deverá ser lançada dentro de um ano para tentar encontrar vida microbiana no Planeta Vermelho.

"Esta descoberta alarga a nossa visão do que poderemos procurar em termos de ambiente capaz de suportar a vida", admitiu Pamela Conrad, sublinhando que "se se encontrarem ali moléculas orgânicas e também arsénico podemos começar a pensar de outra maneira em relação à existência de vida".

Carbono, hidrogénio, nitrogénio, oxigénio, fósforo e enxofre são os constituintes básicos da vida na Terra, tal como a conhecemos até agora. O fósforo, nomeadamente, é parte integrante da estrutura química do ADN e do ARN, que contêm e transportam as instruções genéticas da vida, e também das paredes das células que constituem os tecidos dos organismos vivos. Sem fósforo, não existe vida. Pois bem, a bactéria encontrada no lago Mono pela investigadora Felisa Wolfe-Simon, e que ela designou GFAJ-1, utiliza o arsénico para essas funções, em vez do fósforo, tal como a sua equipa demonstrou num artigo publicado ontem na Science Express.

Presente na conferência da NASA, a jovem investigadora da US Geological Survey, que foi financiada pela agência espacial americana nestes estudos, sublinhou que "esta descoberta lembra-nos que a vida tal como a conhecemos pode ser muito mais flexível do que geralmente pensamos". A substituição do fósforo pelo arsénico "mostra-nos uma forma de vida muito diferente, o que tem vastas implicações sobre o nosso conhecimento acerca do funcionamento do nosso próprio planeta", adiantou. Além disso, "se um microorganismo pode fazer uma coisa tão inesperada na Terra, o que pode a vida fazer mais que ainda não vimos? É preciso descobri-lo", disse, notando que isto abre uma porta nova à busca de vida fora da Terra. "Um dia encontraremos vida noutro lugar", concluiu

 

in Diário de Notícias

 

 

Vejamos uma notícia datada de 20 de Agosto de 2008

 

Descobertas bactérias que usam arsênico para fotossíntese

20 de agosto de 2008 • 16h19 • atualizado às 16h19

 

O lago Mono, na Califórnia, é um lugar estranho, com fantasmagóricas espiras de carbonato de cálcio ao longo da costa e água extremamente salgada e alcalina. Mas Ronald Oremland e Thomas Kulp, do Serviço de Levantamento Geológico dos Estados Unidos, e seus colegas descobriram algo de ainda mais estranho no lago: bactérias que usam o arsênico, um elemento tóxico, para promover a fotossíntese, na ausência de oxigênio.

Os pesquisas encontraram películas formadas por bactérias púrpura e cianobactérias crescendo em poças alimentadas pelas fontes quentes da ilha Paoha, no lago. A água dessas fontes contém muito pouco oxigênio mas é rica em minerais com teor considerável de arsênico, que vaza das rochas.

Em testes de laboratório, os pesquisadores descobriram que as bactérias usam a luz para produzir carboidratos de dióxido de carbono, como fazem todos os organismos que realizam fotossíntese.

Mas enquanto a maioria dos organismos utiliza a água como fonte de elétrons para reduzir o dióxido de carbono, produzindo oxigênio no processo, pelo menos algumas das bactérias do lago Mono usam íons de arseneto como doadores de elétrons, o que resulta em íons de arsenato. As descobertas foram publicadas pela revista Science.

Já haviam sido descobertas outras bactérias que realizam fotossíntese e usam sulfetos, nitritos e íons ferrosos como doadores de elétrons e também são anoxigênicas, ou não produtoras de oxigênio. E foram descobertas ainda outras bactérias que usam o arseneto como agente de redução, mas esses micróbios não empregam a luz como fonte de energia.V As bactérias do lago Mono parecem ser o primeiro exemplo de fotossíntese com arsêneto.

 

The New York Times
in Terra
Afinal.... "uma grande descoberta", tanto secretismo?! para isto?!
 
publicado por portuga-coruche às 07:10
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Quarta-feira, 1 de Dezembro de 2010

NASA prova sinais de vida fora da terra

Comunicação em máximo sigilo

 

 

A existência de vida extraterrestre pode ser anunciada já amanhã pela Agência Espacial Norte-americana. Menos de uma semana após ter revelado a descoberta de uma atmosfera com oxigénio e dióxido de carbono na lua Reia de Saturno, a NASA convocou uma conferência de imprensa sobre Astrobiologia, na qual promete revelar algo ao Mundo "que terá impacto na pesquisa de provas de vida extraterrestre".

  

Por:André Pereira

 

A Astrobiologia é a ciência que estuda a origem, a evolução, a distribuição e futuro da vida no Universo. O conteúdo da comunicação da NASA está guardado em máximo segredo.

A agência não revelou mais pormenores sobre o assunto. No site da NASA são apenas anunciados os especialistas que estarão presentes na conferência a ser transmitida pela internet em (www.nasa.gov/ntv). Um dos participantes no encontro é Steven Benner, um astrobiólogo que também está envolvido na missão que levou a sonda ‘Cassini’ a Júpiter e descobriu em Reia gases comuns à atmosfera da Terra. Também IO, outra das 68 luas de Júpiter, é uma das candidatas que poderão conter alguma forma de vida no seu subsolo.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

publicado por portuga-coruche às 10:27
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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

NASA divulga novo mapa de Marte com melhor resolução

Mapa foi disponibilizado na Internet pela NASA
A NASA colocou on-line um novo mapa do planeta Marte, que segundo a agência espacial norte-americana é o mais completo até à data e com imagens com uma melhor resolução

 

O projecto resulta de uma parceria entre a NASA e a Universidade do Arizona e baseia-se em imagens captadas por uma câmara de infra-vermelhos especial instalada a bordo da sonda Mars Odyssey.

O mapa, que pode ser consultado na Internet, conta com cerca de 21 mil imagens fotografadas pela câmara ao longo dos últimos oito anos para cobrir toda a superfície do planeta marciano.

Para tornar o site mais interactivo, a NASA integrou no mapa algumas ferramentas através das quais o utilizador pode fazer zoom ou identificar pontos de interesse.

 

in SOL

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

Ajuda a explorar Marte jogando jogo criado pela NASA

Nasa lança jogo em que usuário ajudará a explorar Marte

 

Para agência, material sobre o planeta é tão grande que só com a ajuda do público é possível revisá-lo

 

 

Tela do jogo pelo qual os internautas poderão colaborar na exploração de Marte. (Foto: Divulgação)

 

NOVA YORK - A agência espacial americana, Nasa, lançou na internet um jogo que permite ao usuário se divertir e ao mesmo tempo ajudar a consolidar o conhecimento sobre Marte, explorando centenas de milhares de imagens enviadas do Planeta Vermelho à Terra ao longo de quase 50 anos. Em um dos jogos, que está online no site Be A Martian - literalmente, "Seja Um Marciano" -, os participantes ganham pontos por ajudar a agência espacial a examinar e organizar as imagens para criar um mapa mais completo do planeta.

 

Em outro, usuários contam crateras formadas por impactos com outros corpos celestes para ajudar a construir uma melhor compreensão da idade das rochas da superfície marciana.

Segundo os cientistas, o volume de imagens e informações enviadas de Marte desde os anos 1960 é tão grande que só com a ajuda do público será possível revisar todo o material. Eles esperam que o envolvimento de internautas ajude a agência a realizar descobertas.

"Precisamos muito de uma nova geração de exploradores. Há muitas informações chegando de Marte", disse Michelle Viotti, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, que supervisiona a missão marciana. "É muito importante ter mais gente analisando os dados, classificando-os e ajudando a entender o significado deles."

Um porta-voz da empresa disse que "a beleza desse tipo de experiência é que não apenas ensina às pessoas sobre Marte e sobre o trabalho da Nasa lá, mas envolve um grande número de pessoas na solução de desafios que os computadores não conseguem solucionar sozinhos". O site foi desenvolvido na plataforma Windows Azure, da gigante de informática Microsoft.

 

in O Estadão

publicado por portuga-coruche às 12:28
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Sexta-feira, 13 de Fevereiro de 2009

Tropas Espaciais russas confirmam choque de satélites

 

 

As Tropas Espaciais do Ministério da Defesa da Rússia confirmaram o choque de dois satélites de comunicações e reafirmaram que os destroços não constituem uma ameaça directa para a Estação Espacial Internacional.

"Os meios de controlo das Tropas Espaciais seguem os destroços dos satélites russo e norte-americano, formados após o choque entrte eles a uma altura de 800 quilómetros", declarou aos jornalistas Alexandre Iakuchin, vice-comandante das Tropas Espaciais russas.

""s 19:56 de 10 de Fevereiro, a uma altura de 800 quilómetros, chocaram o satélite norte-americano Iridium-32 e o satélite militar russo Cosmos-2251. Este último foi lançado em 1993 do cosmódromo de Plesetsk. Deixou de funcionar a partir de 1995. O satélite norte-americano estava em funcionamento", precisou o general.

Iakuchin acrescentou que "presentemente, os meios de controlo do Espaço acompanham todos os destroços numa altura entre 500 e 1.300 quilómetros".

Peritos citados pelas agências russas consideram que os destroços dos satélites não constituem "perigo directo" para a Estação Espacial Internacional.

A NASA tinha anunciado a colisão de dois satélites no Espaço.

Este foi o primeiro embate de dois aparelhos intactos no espaço.

Segundo o porta-voz da NASA, Kelly Humphries, a verdadeira dimensão do acidente, que ocorreu terça-feira a cerca de 805 quilómetros da Sibéria, só será conhecida na próxima semana.

Os especialistas da NASA sublinharam que a possibilidade de os destroços chocarem com a estação espacial internacional é baixa, uma vez que a colisão entre os dois satélites ocorreu 435 quilómetros acima da órbita da estação.

"Sabíamos que isto poderia acontecer eventualmente", disse Mark Matney, um cientista do Centro Espacial Johnson, na cidade norte-americana de Houston, considerando que "este tipo de colisões começará a ter mais e mais importância nas próximas décadas".

O incidente envolveu um satélite comercial Iridium, que foi lançado em 1997, e um satélite russo lançado em 1993, que não estaria operacional, ambos com cerca de 40 quilogramas.

Os especialistas da NASA explicaram que já existiram outros casos de colisão no espaço mas apenas de pequenas partes de satélites.

 

in Jornal de Notícias

 

 

"Tropas Espaciais" ?! Mas vem aí os ET ou quê ?! "Tropas Espaciais" ........

publicado por portuga-coruche às 12:11
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