Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011

Alojamento de famílias ciganas gera contestação em Alcobaça

A Câmara de Alcobaça realojou a família de etnia cigana, que há mais de 30 anos vivia em barracas no terreno junto ao novo Centro Escolar, em três apartamentos em diversos pontos da cidade. Uma solução que à partida é de cariz temporário, encontrada depois de diversas tentativas de instalar as 14 pessoas (oito adultos e seis crianças) noutros espaços – goradas ou pela contestação dos populares ou pela impossibilidade de construir em terrenos da autarquia que se encontram em área de Reserva Ecológica Nacional –, mas que permite a abertura do estabelecimento escolar já no próximo dia 15 de Setembro.


Os três apartamentos escolhidos localizam-se junto à Casa do Povo, Estádio Municipal e Centro Histórico. E é precisamente neste último alojamento que parece estar o problema. Em menos de uma semana três protestos em frente ao edifício da Câmara (realizados 30 de Agosto, 1 e 5 de Setembro) deram conta do descontentamento de alguns moradores e comerciantes do centro histórico da cidade. E se na rua o número de contestatários foi reduzindo de manifestação para manifestação, nas redes sociais o debate foi aguerrido e deu azo a críticas, acusações e muitos insultos.


No evento criado no Facebook e intitulado “Protesto Indignado da População de Alcobaça”, que pretendia mobilizar para uma manifestação junto aos Paços do Concelho na passada segunda-feira, misturam-se ‘vozes’ de alcobacenses e forasteiros, militantes de diversos partidos e até do advogado da família em causa. E há centenas de comentários com as mais diversas posições.


Há quem defenda a família e se diga “chocado com a quantidade de pessoas que consegue manifestar tanto preconceito”. Quem ache “assustador como conseguem ser tão desumanos com um grupo de seres humanos, repito, seres humanos, sem fazerem ideia do que é ser castigado pela xenofobia histórica que esta gente sofre, continuando ainda hoje a serem fechadas portas de oportunidades bem como a sofrerem humilhações sem dó nem piedade”. E há quem questione quantas pessoas dariam oportunidade de trabalho aos membros da família cigana em causa. Há até membros da etnia cigana que admitem que alguns dos seus pares abusam, mas questionam se “não há pessoas bem piores que os ciganos”.


Há os que preferem não tomar posição e apelam ao bom senso. Os que sensibilizam para que não haja violência. Que dizem que os alcobacenses devem “ser imparciais e práticos a resolver estes problemas no futuro e não perder tempo com teorias… O nosso concelho tem 18 freguesias e apenas existem problemas, que eu saiba, com a etnia cigana em Alcobaça e Aljubarrota”.


Muitos dos comentários são solidários com o protesto. Há quem chegue a mostrar-se disponível para ir a Alcobaça “ajudar no que for preciso”. Há quem fale do “povo cigano que não faz nada em prol da cidade, peço desculpa… arranjam confusão, roubam, etc etc” e de “ameaças anónimas”. Alerta-se para o sentimento de insegurança que grassa pela cidade, diz-se que as pessoas de etnia cigana “não cumprem os deveres de qualquer cidadãos”, mas são os primeiros a reclamarem os seus direitos.


E diz-se também que a população de Alcobaça está “indignada e revoltada contra a sensação de impunidade que alguns têm em matérias de segurança, de pagamento de impostos, de cumprimento de regras e deveres a que acresce a sensação geral de privilégios obtidos, quer na atribuição de casas, quer de benefícios monetários, tal como rendimento mínimo”.


As acusações e críticas sobem de tom quando se pede que “haja pessoas como o Nicolas Sarkozy com umas costelas do Jean-Marie Le Pen à mistura a ver se põem ordem nisto”, recordando o que se passou recentemente em França, de onde foram expulsos muitos ciganos romenos.

Autarquia diz que compreende, advogado diz que é “xenofobia pura”

 

À Gazeta das Caldas o presidente da autarquia alcobacense, Paulo Inácio, explica que a família foi dividida por uma casa que a Câmara já possuía e por outras duas “subarrendadas em contexto de habitação social”. Uma solução aprovada por unanimidade em reunião de executivo camarário e que dá seguimento a um compromisso que tinha sido assumido já pelo executivo de Gonçalves Sapinho.


Paulo Inácio falou com os manifestantes e acredita que não há razão para alarme. “Até compreendo, mas tivemos a preocupação de espalhar os elementos da família, para não criar guetos”, diz.


Já o advogado da família cigana, Adelino Granja, diz que “não existe qualquer fundamento para este protesto”, que diz ser “racismo e xenofobia pura”.


Garantindo que “não há nada de antecedentes criminais” na família em causa, Adelino Granja salienta que se trata de “homens e crianças que nasceram em Alcobaça e aqui estão registados”. E “como qualquer pessoa carenciada neste país, têm acesso às ajudas sociais, independentemente da sua etnia”.


Dizendo que felizmente a família não tem acesso à Internet, pelo que não sabe de tudo o que lá é dito, o advogado lamenta que o protesto seja contra o alojamento “de um casal jovem com uma criança deficiente no centro histórico” da cidade.


Quanto ao teor das mensagens que se podem ver no Facebook, Adelino Granja acredita que “estão envolvidos membros do Partido Nacional Renovador”, o que diz provar-se facilmente por comentários como “tudo pela nação, nada contra a nação”.


“Muitas das pessoas que se manifestaram devem estar a sentir-se usadas pois estão a ser manietadas por pessoas de etnias partidárias, com o intuito de levarem por diante os seus propósitos racistas e xenófobos”, diz o advogado.


As famílias foram mudadas para os apartamentos em finais de Agosto. De acordo com o advogado, dentro de seis meses, e caso não seja encontrada uma solução definitiva para o seu realojamento, serão feitos contratos definitivos de alojamento. O assunto deverá em breve ser debatido na Assembleia Municipal, onde já provocou celeuma na sessão de Junho passado.

 

Joana Fialho
jfialho@gazetacaldas.com

 

 

in Gazeta das Caldas

 

 

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Quarta-feira, 29 de Junho de 2011

“Colombo” - Quatro feridos em tiroteio entre ciganos

Quatro feridos em tiroteio entre ciganos
O "funcenter", parque de diversões do Colombo transformou-se ontem à noite no centro do terror com toda a gente a fugir ao tiroteio DR

 

Um tiroteio no Centro Comercial Colombo, em Benfica, Lisboa, provocou na noite de sexta-feira quatro feridos. Dois dos feridos já tiveram alta, e dos outros dois, um foi sujeito a uma intervenção cirúrgica está estável e no "recobro".


Seriam por volta das 22h30 horas, quando um grupo se envolveu em confrontos utilizando armas de fogo, numa zona concorrida do centro comercial Colombo, o chamado espaço Funcenter. Terá sido, de acordo com fonte da PSP, uma desordem entre indivíduos de etnia cigana.

O alerta terá chegado através de várias chamadas efectuadas para o número de emergência 112, tendo a PSP feito deslocar de imediato para o local as suas patrulhas.

 

Do incidente resultaram ferimentos de bala em quatro pessoas, que foram transportados para os hospitais São Francisco Xavier, Santa Maria e Amadora Sintra.

 

Dois dos feridos já tiveram entretanto alta, sendo que no Hospital Francisco Xavier, encontra-se ainda sob observação. No hospital de Santa Maria, outro dos feridos foi sujeito a uma intervenção cirúrgica, encontrando-se de momento no serviço de Observações em recobro, sendo o prognóstico do seu estado de estável.

 

O porta-voz da PSP revelou que até ao momento não procedeu a nenhuma detenção e que o caso foi entregue à Polícia Judiciária que procederá às investigações necessárias para o apuramento dos factos e identificação dos responsáveis.

Desconhece-se ainda também as razões do desencadear dos confrontos no grupo.

 

in RTP1

 

Quatro feridos em tiroteio no Colombo
 
Desacato entre elementos de etnia cigana lançou o pânico no maior centro comercial de Lisboa. Quatro pessoas foram baleadas.

Segundo o i e a TVI24, a troca de tiros ocorreu cerca das 22h30 de sexta-feira no FunCenter, numa altura em que o espaço de diversões estava repleto de crianças e adolescentes, enquanto famílias jantavam no espaço de restauração adjacente. O tiroteio causou uma onda de pânico, lançando os clientes do centro comercial em fuga.

Pelo menos quatro pessoas foram baleadas e transportadas para vários hospitais lisboetas. O caso mais grave é o de um homem de cerca de 40 anos que foi atingido numa artéria femoral.

De acordo com a PSP, o incidente ocorreu entre membros de etnia cigana. Não foram realizadas detenções até ao momento e a PJ investiga o caso.

in SOL

 

 

 

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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Quando já nem os bombeiros são respeitados.....

Bombeiro de Almeirim agredido dentro do quartel

O adjunto do comando dos bombeiros voluntários de Almeirim, Telmo Ferreira, foi agredido por dois indivíduos de etnia cigana dentro do quartel, enquanto socorria um alegado familiar dos agressores, na quarta-feira, 9 de Fevereiro.

O bombeiro teve que ser assistido no Hospital de Santarém, de onde teve alta no próprio dia.

Segundo conseguimos apurar, a vítima era um idoso que se queixava com falta de ar e foi levado ao quartel por um grupo de pessoas que residem no mesmo acampamento ilegal próximo da zona industrial, em terrenos da Quinta da Alorna.

Os bombeiros deram início às manobras de socorro dentro de uma ambulância, mas os familiares começaram a exigir o transporte imediato ao hospital.

Um dos agressores desferiu uma cabeçada a Telmo Ferreira dentro da ambulância, ao passo que o segundo agrediu-o já fora da viatura. Ambos foram detidos pela GNR de Almeirim e levados para o posto.

“Vamos garantir todo o apoio ao bombeiro agredido na queixa que vai apresentar porque situações destes têm que ir até às últimas consequências”, disse ao nosso jornal Pedro Ribeiro, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almeirim, acrescentando que a instituição “já solicitou informações sobre todos os procedimentos legais a seguir de forma a garantir a segurança dos nossos elementos, em situações semelhantes em que nos seja solicitado o socorro”.

 

 

in O Ribatejo

 

 

Adjunto de comando dos Bombeiros de Almeirim agredido dentro do quartel

O adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Almeirim teve que ser assistido no Hospital de Santarém depois de ter sido agredido por dois indivíduos dentro do quartel. Telmo Ferreira estava a assistir um idoso com falta de ar que foi levado ao quartel por um grupo de pessoas que vivem num acampamento perto da zona industrial da cidade, quando um homem entrou dentro da viatura e lhe desferiu uma cabeçada. Posteriormente foi agredido já no exterior por outro homem.

 

 

A situação ocorreu esta quarta-feira por volta das 17h00. A GNR foi chamada ao local e deteve os dois agressores que foram levados para o posto local. O comando da corporação já fez saber que vai apresentar queixa. O idoso que estava a ser assistido acabou por ser transportado ao hospital.

 

in O Mirante

 

 

 

"A Palavra dos leitores "

 

Adjunto de comando dos bombeiros de Almeirim agredido no quartel quando prestava assistência a um homem

   

Como é que nós vamos ter vontade de socorrer o próximo se nos acontecem coisas destas? Se o senhor que o adjunto estava a socorrer tivesse morrido como iria ser? Era o adjunto que iria ficar no banco dos réus? Estes senhores que agrediram o meu camarada não merecem nada. Força amigo Telmo, rápidas melhoras!

 

João

 

Falta acrescentar à noticia que o homem que estava a ser assistido, certamente bem e sem qualquer tipo de descriminação, assim como os agressores do bombeiro, são de etnia cigana. Como comentário quero dizer que não são os ciganos que são discriminados. somos nós os que não somos ciganos. Qualquer dia também seremos uma minoria étnica sem dinheiro para comer por causa dos impostos que nos sacam. Se isso acontecer, depois essa etnia "maioritária" certamente não irá pagar para que nós possamos ter acesso gratuito aos serviços essenciais e a subsídios como agora acontece. E eu que até não sou totalmente contra.

 

Fernando Bento

 

Enquanto forem atribuídos apoios sociais a esta "minoria" e enquanto o povo for sereno tudo se mantém na mesma. É lamentável ver o recinto do mercado mensal ser transformado em estendal e é lamentável ver as bocas-de-incêndio a correr agua de dia e de noite na zona industrial quando os preços da mesma aumentaram de modo significativo no concelho nos últimos tempos. Lamentável também é o aumento do roubo de animais de criação (coelhos, galinhas e até porcos) na zona de Almeirim. Por ultimo é de lamentar um elemento de uma corporação de bombeiros ser agredido quando estava a exercer as suas funções. Tudo isto é o espelho de uma "minoria" que está a ser engordada à base de subsídios onde a preguiça é o valor mais alto.

 

Nuno da Cruz Marecos

 

in O Mirante

 

 

 

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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010

Ser Diferente Respeitando a Diferença

I Semana da Inclusão - "Ser Diferente Respeitando a Diferença"

Local: Coruche

Data: 29 de Novembro - 3 de Dezembro 2010

Organização: Centro de Reabilitação de Coruche

 

Durante os dias do evento serão realizadas várias actividades incluindo desporto adaptado, o fórum “Minorias Étnicas, que Inclusão?”, teatro, acções de sensibilização com o tema “Conversas sobre Inclusão”, actividades ao ar livre. A semana termina com um seminário com a temática “Práticas Inclusivas e Desporto Adaptado”.

 

Apoios: projecto co-financiado pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, conta com a parceria da Câmara Municipal de Coruche, do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, da Escola Profissional de Coruche, a REAPN, do Rancho Folclórico de V.N. Erra e do Agrupamento de Escolas de Coruche.

 

in Inpulso Positivo

 

 

 

 

in CMC

 

 

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Quarta-feira, 8 de Setembro de 2010

Continua o "autismo político"

União Europeia

Ciganos cavam fosso entre Durão e Sarkozy

por Gonçalo Venâncio

 

 

No "Estado da União", o presidente da Comissão centrou-se no combate à crise e no emprego. Mas não esqueceu Sarkozy e o Irão

 

Em 4300 palavras e 40 minutos, José Manuel Barroso estreou ontem a versão europeia do americano State of the Union - o "Estado da União". A intervenção do presidente da Comissão Europeia desfiou o passado num balanço do combate à crise, exigiu acção no presente e projectou o futuro de um bloco que está num ponto definidor da sua história: "Este é o momento da verdade da Europa. A Europa tem de mostrar que é mais do que 27 soluções nacionais diferentes. Ou nadamos juntos ou nos afogamos sozinhos" disse Barroso.

Mas foi noutro tema, o dos direitos humanos e liberdade dos cidadãos no espaço europeu, que Barroso conseguiu arrancar mais aplausos da esquerda à direita na plenária de Estrasburgo. "Os europeus vão descobrir que os seus direitos fundamentais e obrigações existem onde quer que eles vão. Todos na Europa devem respeitar a lei e os governos devem respeitar os direitos humanos, incluindo os das minorias. O racismo e a xenofobia não têm lugar na Europa. Nestas matérias sensíveis, quando um problema surge, temos todos de agir com responsabilidade. Faço um forte apelo para que não se acordarem os fantasmas do passado da Europa" disse Barroso num parágrafo com destinatário obvio: Nicolas Sarkozy.

As críticas veladas ao presidente francês surgem depois de vários comissários terem levantado sérias dúvidas sobre a legalidade da campanha de deportação de elementos da comunidade cigana radicada em França. Para várias sensibilidades políticas europeias, incluindo do próprio centro-direita (família política de Sarkozy e Barroso), era essencial uma tomada de posição de Barroso num tema em que se considera estarem em causa pilares fundamentais dos tratados europeus. As palavras do português a propósito da comunidade cigana, a maior relevante minoria étnica na Europa, contando 12 milhões de pessoas, prometem abrir ainda mais o fosso que separa Barroso de Sarkozy.

Apesar dos sorrisos nos retratos de família, a relação entre os dois azedou há muito - recorde-se que há um ano, na altura em que o Conselho Europeu discutia o seu apoio a uma "Comissão Barroso II", o Palácio do Eliseu tentou fragilizar Barroso adiando sucessivamente a sua confirmação e chegou inclusivamente a lançar François Fillon, primeiro-ministro francês, para a corrida ao Berlaymont.

Ainda no capítulo dos direitos humanos, houve outro actor que não foi esquecido por Barroso: Mahmoud Ahmadinejad. Já numa fase posterior do debate do "Estado da União", Barroso confessou estar "chocado" com o tratamento dado a Sakineh Mohammadi, a mulher iraniana condenada pelo regime por "relações impróprias" e que enfrenta uma pena de morte por lapidação. A situação é de um "barbarismo que ultrapassa todas as palavras." E ouviram-se palmas para o Presidente da Comissão, de um parlamento que não precisou de multas para estar cheio.

"Estalinismo" Como o iexplicou ontem, o presidente do Parlamento Europeu Jerzy Buzek, sob proposta do co-presidente dos "Verdes" Daniel Cohn Bendit, aceitou que se instituísse um sistema de controlo de presenças dos deputados durante o "Estado da União". Quem, durante as três horas de debate, não respondesse a dois de três sinais de chamada era punido com uma multa de 75 euros. A medida contra o absentismo foi considerada "estalinista" e "infantilista" pelos eurodeputados. A conferência dos líderes das formações políticas acabou por abandonar a ideia pouco antes do início da sessão.

A polémica com as multas foi apenas uma das sombras sobre o "Estado da União". A outra foi a reunião do Ecofin , capaz de tirar espaço à intervenção de Barroso. No plano económico, o presidente da Comissão garantiu que a retoma começa a ganhar ritmo, ainda que de forma desigual entre os Estados-membros. "O crescimento vai ser maior do que inicialmente esperado. A taxa de desemprego, ainda que demasiado alta, parou de crescer" argumentou, não sem deixar um recado que balança o optimismo. "Que não haja ilusões. O nosso trabalho não está acabado. O expansionismo orçamental fez o seu papel a conter o declínio da actividade económica. Mas agora é tempo disso acabar. Sem reformas estruturais, não criaremos crescimento sustentado", sublinhou Durão Barroso.

 

 

in iOnline

 

Quando é que estes senhores (políticos e da comunicação social) abrem os olhos e percebem que o que está em causa não se trata de racismo nem xenofobia mas antes de um problema comportamental e de adaptação por parte da comunidade cigana? É o comportamento hostil, parasitário e anti-social que leva à rejeição por parte das comunidades que tem o desprazer de conviver com eles.

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