Quinta-feira, 19 de Maio de 2011

Crise na Saúde

Santarém, 18 Mai (Lusa) -- O presidente da câmara municipal de Coruche exigiu hoje a colocação de médicos no concelho, sublinhando que a promessa da vinda de dois médicos em maio foi feita pelo secretário de Estado da Saúde.

Santarém, 18 Mai (Lusa) -- O presidente da câmara municipal de Coruche exigiu hoje a colocação de médicos no concelho, sublinhando que a promessa da vinda de dois médicos em maio foi feita pelo secretário de Estado da Saúde.

Frisando que a urgência de colocação de médicos no centro de saúde local foi reconhecida pelo secretário de Estado da Saúde numa reunião realizada em abril, o autarca Dionísio Mendes (PS) afirma que Manuel Pizarro prometeu na altura a contratação de dois médicos durante o mês de maio, "promessa até agora ainda por cumprir".

Em comunicado, o autarca apela a Manuel Pizarro para que "não ceda às pressões 'corporativas' que desde o início deste processo de recrutamento de médicos estrangeiros se têm manifestado contra esta medida em detrimento das necessidades sentidas pelo país e pelas populações".

Para Dionísio Mendes, não sendo possível a colocação de clínicos nacionais, "é legitimo, normal e desejável que se prossiga o programa de recrutamento de médicos no estrangeiro" que permita colmatar, no curto prazo, algumas lacunas, como as que são sentidas nos concelhos que integram o Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria.

Segundo disse o autarca, o município de Coruche tem "total disponibilidade para receber estes médicos, facultando inclusivamente alojamento".

No seu entender, a colocação dos clínicos contratados no estrangeiro deve ser feita nos agrupamentos que revelam maior carência de recursos humanos e que estão territorialmente dispersos, com população mais envelhecida e com características de interioridade, como é o caso de Coruche.

"As expetativas criadas nos coruchenses não podem ser defraudadas, sobretudo quando está em causa o direito à saúde com qualidade", afirma o comunicado da autarquia.

Na reunião realizada em abril, Dionísio Mendes manifestou junto de Manuel Pizarro as preocupações do município pelo encerramento da extensão de saúde do Biscainho e suspensão da extensão de São José da Lamarosa por inexistência de médico de família.

Por outro lado, questionou o facto de não estar ainda a funcionar, por falta de médicos, o Serviço de Urgência Básico, investimento feito no Centro de Saúde e que se encontra equipado desde julho de 2010.


MLL.

Lusa/fim

 

 

in SIC Notícias

 

 

 

 

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Sexta-feira, 12 de Novembro de 2010

Falta de médicos adia abertura do Serviço de Urgência Básico de Coruche

Última data apontada para abertura da nova valência foi Julho passado 


Presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes (PS), exige que ARS ponha o SUB a funcionar e quer também resposta para a falta de médico de família na freguesia do Biscainho.

 

O Serviço de Urgência Básico de Coruche (SUB), que tinha abertura prevista para Julho passado, ainda não entrou em funcionamento devido à falta de médicos. A explicação foi dada a O MIRANTE pela directora do Agrupamento de Centros de Saúde Lezíria II, Luísa Portugal, que diz não poder avançar datas para o problema estar resolvido.

A mesma responsável diz que a Administração Regional de Saúde (ARS) de Lisboa e Vale do Tejo “está a tentar resolver o assunto” e informa que as novas instalações, prontas e equipadas há cerca de três meses, estão a acolher actualmente o Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Coruche. “Não fazia sentido não serem utilizadas. Trata-se do mesmo serviço que já era prestado, mas em melhores condições”, observa Luísa Portugal.

A indefinição quanto à abertura do Serviço de Urgência Básica de Coruche levou o presidente da Câmara Municipal de Coruche a solicitar uma reunião com carácter de urgência à direcção da Administração Regional de Saúde. “Foram criadas expectativas que não estão a ser cumpridas. A entrada em funcionamento daquele equipamento tem sido constantemente adiada. Penso que é lamentável ter sido feito todo aquele investimento em infra-estruturas e equipamento, para agora não ser utilizado, é outro assunto que pretendo ver esclarecido de uma vez por todas, quando me reunir com a administração da ARS”, diz Dionísio Mendes citado em comunicado emitido pela autarquia.

Na mesma nota recorda-se que a ARS disse no início do Verão passado que o SUB entraria em funcionamento até final de Julho. A notícia foi veiculada por O MIRANTE a 23 de Junho com base nas declarações de Luís Afonso, vice-presidente do conselho directivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo. À margem do lançamento da monografia “Centro de Saúde Coruche”, disse que o novo equipamento ia entrar em funcionamento durante o mês de Julho e com dois médicos em permanência, entre as 08h00 e as 20h00. No período nocturno, a urgência seria assegurada apenas por um clínico.

 

Biscainho novamente sem médico

A falta de médico de família na extensão de saúde do Biscainho constitui outra preocupação para a Câmara de Coruche. Dionísio Mendes tem feito também diligências no sentido de resolver o mais rapidamente possível a situação e continua à espera de ser recebido pela ARS. “Têm que me dar respostas objectivas sobre esta inadmissível situação, quero saber o que digo àquela população e quero encontrar soluções para este problema”, declara Dionísio Mendes citado na nota de imprensa.

Luísa Portugal explica que o médico aposentado que ali prestava serviço recusou os novos moldes contratuais propostos e decidiu deixar as funções, pelo que o ACES Lezíria II está a tentar substituí-lo. As pessoas com doença aguda podem recorrer ao Centro de Saúde de Coruche.

Segundo a autarquia, “os utentes dessa freguesia não conseguem marcar consultas no Centro de Saúde de Coruche e para obterem uma simples receita de rotina são obrigados a recorrer a médicos particulares”. A população reuniu-se recentemente e decidiu avançar com manifestações populares, caso não se encontre uma solução rápida para o problema.

  

in O Mirante

 

 

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Terça-feira, 2 de Março de 2010

Extensão de Saúde de Santo Estêvão sem médica

Os utentes da extensão de saúde de Santo Estêvão estão desde 19 de Fevereiro sem médico de família. A doutora Isabel Eusébio apresentou baixa prolongada, o que obriga os doentes da freguesia e também os de Foros de Almada a deslocarem-se a Benavente ou a Vila Franca de Xira.

 

A Coordenadora do Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria admite que a situação é complicada. “A médica vai estar de baixa um mês, provavelmente dois”, diz resignada Luísa Portugal. “Eu tinha 6500 utentes sem médico de família no centro de saúde de Benavente. Neste momento ficámos com mais 1200 utentes das duas extensões de saúde. Seriam precisos cinco ou seis médicos para tantos utentes e de momento só consegui um”, conclui com consternação.

 

A situação provoca a revolta de quem já teve de se deslocar duas vezes a Vila Franca de Xira na passada semana para ser atendida. Margarida Salgueiro, de 76 anos, diz que foi a única alternativa, uma vez que “também não havia médico no Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Benavente”. Os idosos queixam-se ainda de ter de se levantar às 4h00 e às 5h00 da manhã para se deslocarem a Benavente, onde também não têm a certeza de ser atendidos.

 

O presidente da Junta de Santo Estêvão que considera inadmissível que os utentes tenham de percorrer no mínimo dezassete quilómetros para terem direito a uma consulta. “A população de Santo Estêvão é uma população envelhecida e muitas das pessoas apresentam dificuldades económicas o que complica a sua deslocação a Benavente ou a Vila Franca de Xira. Isto já para não falar que os horários dos transportes públicos são claramente deficitários”, sublinha Ricardo Oliveira.

 

Também o presidente da câmara de Benavente sublinha que a situação é crítica no concelho. António José Ganhão já pediu uma reunião aos responsáveis da Administração Regional de Saúde e Vale do Tejo e também à Ministra da Saúde, mas até agora não obteve quaisquer respostas. Caso não seja apresentada em breve uma solução a esta questão por parte das autoridades responsáveis, os dois autarcas ameaçam reunir esforços no sentido mobilizar a população a ir para a rua manifestar-se.

 

in O Mirante

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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

Urgências de Benavente sem médico encaminham doentes para a porta dos bombeiros

Os funcionários do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Benavente estão a encaminhar os pacientes que se dirigem àquela urgência para a porta do quartel dos bombeiros, nos dias em que os médicos faltam ao serviço. Na sexta-feira, 19 de Fevereiro e terça-feira, 23, os clínicos voltaram a faltar durante todo o dia, deixando a população sem urgências. O mesmo já havia acontecido na manhã de sexta-feira, 18 de Dezembro, como noticiou o nosso jornal.

 

A denúncia é feita pelo próprio comandante da corporação de Benavente num ofício via fax enviado à autarquia, a que O MIRANTE teve acesso. Pode ler-se que a falta de médicos nas urgências “é uma situação que se tem vindo a repetir sistematicamente” e que os “utentes são encaminhados para a porta do quartel com a indicação de que a instituição lhes resolverá o problema”.

 

De acordo com José Guilherme os munícipes e contribuintes são os mais prejudicados e acusa o SAP de estar a “empurrar a responsabilidade para cima dos bombeiros” com o objectivo destes “fazerem o transporte para o hospital de Vila Franca de Xira”.

 

“Como não há médico nas urgências em Benavente, não há requisição de transferência nem carimbo do SAP, o hospital de Vila Franca não assina nem carimba o serviço efectuado pelos Bombeiros”, denuncia o comandante ao nosso jornal.

 

Perante esta situação, e à excepção dos serviços de urgência com número de ficha INEM, acidentes de viação e acidentes de trabalho, “o utente tem sempre que pagar (entre 40 e 50 euros), ou então a instituição fica com o prejuízo do serviço, porque não tem forma legal de o poder cobrar ao Serviço Nacional de Saúde”, esclarece José Guilherme.

 

O comandante garante que todos os utentes que se dirigem para a porta do quartel são informados do valor que terão de pagar, caso queiram seguir de ambulância para o Hospital de Reynaldo dos Santos em Vila Franca de Xira. A outra alternativa é regressarem ao Centro de Saúde de Benavente.

 

“Não eram doentes urgentes os bombeiros não tinham que os transportar. Isso é da responsabilidade deles. Muito menos para o hospital de Vila Franca. Há consultas no centro de saúde. Não sendo casos urgentes, as pessoas, em vez de entrarem por uma porta, entram pela outra, inscrevem-se e esperam pela sua vez para terem uma consulta. Agora têm é de ir lá, telefonar e esperar. Há algum incómodo. Não é só chamar a ambulância”, diz a directora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria (ACSL).

 

Sobre a situação dos utentes estarem a ser enviados para a porta do quartel dos bombeiros, Luísa Portugal é clara: “Desconheço. Foi dito aos bombeiros que, caso surgisse alguém com urgência, o levassem de imediato para Vila Franca de Xira. Se os funcionários dizem isso não posso confirmar nem desmentir. Não me parece que isso possa ter acontecido mas registo como um facto”.

 

Quanto à falta de médicos a directora do ACSL mantém a mesma opinião expressada em Dezembro, quando o clínico faltou durante a manhã. “São pontuais porque tenho 30 dias no mês. E, faltar um médico durante o dia inteiro, não acontecia desde Novembro” assegura Luísa Portugal que acrescenta. “Tenho uma reunião marcada com esta empresa para conversarmos sobre todas estas questões. Se as coisas não se resolverem estamos decididos, inclusive, a prescindir dos seus serviços. Mas prescindindo desta empresa, teremos muitos problemas. Quando dissermos que estes nãos servem, não temos outros. Temos de tratar este assunto com alguma diplomacia. O número de médicos que há para colocar aí em termos de contrato é reduzido. Os mesmos médicos estão inscritos em várias empresas”, explica a presidente do ACSL.

 

 

“O tempo está a esgotar-se”

 

 

“Este ofício é exemplar do estado das coisas no concelho, e se não fosse a Unidade de Saúde Familiar em Samora Correia, estaríamos numa desgraça completa. É esta unidade que ainda vai resolvendo uma parte dos problemas de saúde, o resto é uma situação muito grave. É importante que a ministra entenda as razões porque estamos a insistir nesta matéria”, revelou o presidente da câmara de Benavente.

 

Depois de ter recebido o fax enviado pelos bombeiros de Benavente, António José Ganhão, decidiu “reforçar junto dos presidentes das juntas de freguesias, para que enviem um diagnóstico da situação vivida em cada uma localidades, reflectindo assim o sentimento das populações”.

 

Após estarem compilados os dados das freguesias, “a intenção é marcar um plenário com todos os eleitos e encontrar eventuais soluções para os problemas gravíssimos que a população está a sofrer”.

 

O autarca admite que “os movimentos populares espontâneos podem vir a surgir” e que “o tempo se está esgotar”, mas defende que deve ser, ainda, o diálogo a prevalecer para tentar solucionar os problemas.

 

in O Mirante

 

 

 

 

Desenvolvimentos nesta situação!

No Correio da Manhã, saíu hoje, dia 25 a segunte notícia:

Benavente: Corporação queixa-se dos prejuízos

Bombeiros ‘tapam’ faltas de médicos

 
 

João Nuno Pepino 

Bombeiros de Benavente têm recebido utentes enviados do C. Saúde
Bombeiros de Benavente têm recebido utentes enviados do C. Saúde
Os utentes do serviço de Urgências do Centro de Saúde de Benavente estão a bater à porta do quartel de bombeiros, pedindo que os transportem ao Hospital de Vila Franca de Xira, sempre que os médicos faltam ao trabalho.

 

Como aparecem sem requisição de transferência, a corporação fica impossibilitada de imputar os custos ao Serviço Nacional de Saúde. Logo, só tem duas saídas: ou assume os prejuízos ou cobra o transporte aos doentes – perto de 50 euros.

'Não está correcto que empurrem a responsabilidade para cima dos bombeiros', lamenta o comandante dos Bombeiros Voluntários de Benavente, José Guilherme, adiantando que só na sexta-feira, dia 19, apareceram 'mais de dez pessoas' oriundas do Centro de Saúde.

O caso já foi analisado em reunião de Câmara, e o presidente, António José Ganhão, pediu um diagnóstico da área da saúde a todas as juntas de freguesia, para enviar à ministra.

Entretanto, a directora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria, Luísa Portugal, vai reunir-se com a empresa que assegura o funcionamento do Serviço de Atendimento Permanente (SAP), para analisar as situações de incumprimento do contrato, como as faltas dos médicos ao serviço.

Segundo a responsável, o recurso ao sector privado foi a solução encontrada para minimizar a falta de médicos de família, que afecta 'perto de 6000 utentes' no concelho de Benavente. O contrato prevê que os médicos trabalhem no SAP das 08h00 às 20h00, 'mas nem sempre têm cumprido o que está estipulado', afirma Luísa Portugal.




 

Francisco Pedro
 
in Correio da Manhã

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Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

Lamarosa e Biscainho começam mal o ano

 

Lar da Lamarosa recusado pela 5.ª vez

A construção do lar de idosos de São José da Lamarosa foi novamente adiada.

 

 

in O Mirante

 

 

Lamarosa e Biscainho Sem Médico

Os utentes das extensões de saúde no concelho de Coruche estão sem médico de família.

in O Mirante

 

 

Quando é que se começa a respeitar o povo?

 

publicado por portuga-coruche às 23:34
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