Terça-feira, 9 de Outubro de 2012

John Lennon

John Winston Lennon (Liverpool, 9 de outubro de 1940 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1980).

Hoje faria 72 anos .....









Quando John Lennon tinha 5 anos, perguntou a mãe: - Mãe, qual é a moral da vida? E a mãe respondeu: - Ser feliz. Outro dia no colégio, a professora de John Lennon  manda-o fazer uma redacção sobre o que queria ser quando crescesse, e John Lennon respondeu que queria ser feliz. No dia seguinte a professora chama Lennon e diz que não gostou do trabalho, dizendo que não entendeu o objectivo da pergunta. John Lennon respondeu: - Desculpe, mas a professora é que não entende o objectivo da vida.
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publicado por portuga-coruche às 07:07
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Segunda-feira, 16 de Agosto de 2010

Assassino de John Lennon quer sair da prisão

Tribunal

Assassino de Lennon pede liberdade

por JOÃO MOÇO

 

Mark Chapman começou ontem a ser ouvido pela sexta vez pela comissão de liberdade condicional.

A história da cultura popular ficará para sempre marcada pelo assassínio de John Lennon a 8 de Dezembro de 1980 em Nova Iorque por Mark Chapman. Filmes e livros já retrataram este acontecimento. E agora, pela sexta vez consecutiva, o assassino de Lennon, hoje com 55 anos, volta a pedir a liberdade condicional. Yoko Ono, viúva do cantor britânico, já escreveu uma carta aos membros da comissão da liberdade condicional, a New York State Division of Parole, opondo-se à possível libertação de Chapman.

Depois de ter feito o mesmo pedido em 2000, 2002, 2004, 2006 e 2008, o assassino de John Lennon começou ontem a ser ouvido pela comissão. Desconhece-se no entanto a data definida em que será divulgado o resultado. De todas as vezes que lhe foi recusada a liberdade condicional, a comissão justificou esta decisão afirmando que Chapman "mantém o mesmo desejo de fama e notoriedade que o levaram ao assassínio".

O advogado de Yoko Ono, Peter Shukat, afirmou que a opinião da viúva de Lennon "não se alterou", apesar de não ter confirmado se a carta que enviou à comissão tem sido a mesma desde a primeira vez que Mark Chapman pediu a liberdade condicional.

O assassino está preso desde 1980 na prisão de alta segurança de Attica Correctional Facility, em Nova Iorque, numa cela individual, mesmo que passe grande parte do seu tempo na biblioteca e a fazer trabalhos domésticos. Apesar de já terem vencido mais de 20 anos da pena a que foi condenado (de 20 anos a perpétua), o facto de Chapman ter justificado o seu acto invocando insanidade mental contribuíram para que ainda não lhe tenha sido concedida a liberdade condicional.

A relação entre John Lennon e Mark Chapman até ao trágico dia 8 de Dezembro apenas se manifestava pela música, já que Chapman era um grande admirador da música dos Beatles. No entanto, durante anos sofreu diversos tipos de delírios, deu vários sinais que apontam para um possível caso de esquizofrenia e, no final, acusava John Lennon de hipocrisia por cantar sobre um mundo sem desigualdades, quando a sua vida era tipicamente burguesa.

Deslocou-se do Havai para Nova Iorque e na tarde de 8 de Dezembro de 1980 Mark Chapman encontra John Lennon no Dakota, a quem pede para autografar o álbum Double Fantasy. Na altura Lennon estava a gravar Milk and Honey, que foi editado postumamente. Nessa manhã foi ainda fotografado pela última vez com Yoko Ono para a revista Rolling Stone, pela fotógrafa Annie Leibovitz. Às 22.52 Lennon sai da limousine para entrar pelo portão do Dakota. Nesta altura Chapman chama-o e dispara cinco tiros. Foi ainda transportado vivo para o St. Luke's Rosevelt Hospital, mas às 23.07 é dado como morto. Apesar do crime que tinha cometi- do, Mark Chapman não foge, fica parado a ver todo o aparato. No bolso do casaco as autoridades encontram o livro À Espera no Centeio, de J.D. Salinger, e um 27.º capítulo acrescentado por si. O livro exerceu uma tremenda influência em Chapman, que chegou a assumir a iden- tidade do protagonista, já revelando sinais evidentes de insanidade, que apontou como a causa dos seus actos.

 

 

in Diário de Notícias

 

 

 

 

Um pouco sobre a ultima obra de J.D. Salinger antes deste se afastar da Sociedade e se recusar a aparecer em público:

 

À Espera no Centeio
de J. D. Salinger
Edição/reimpressão: 2005
Páginas: 228
Editor: Difel
ISBN: 9789722907033
Colecção: Literatura Estrangeira

 

Sinopse

O livro conta as aventuras de Holden Caulfield, um rapaz de 16 anos, que ao ter de deixar o colégio interno que frequenta, mas receoso de enfrentar a fúria dos pais, decide passar uns dias em Nova Iorque até começarem as férias de Natal e poder voltar para casa.
Confuso, inseguro, incapaz de reconhecer a sua própria sensibilidade e fragilidade, Holden percorre nesses dias um intrincado labirinto de emoções e experiências, encontrando as mais diversas pessoas, como taxistas, freiras e prostitutas, e envolvendo-se em situações para as quais não está preparado.
"À Espera no Centeio" é contado na primeira pessoa. Ao fazer esta opção, Salinger introduz na literatura americana os recursos da oralidade, com a linguagem espontânea, o calão, os palavrões, o bordão das repetições frequentes, o humor inconsciente, procedendo a uma verdadeira revolução literária, que tornou o livro num clássico da literatura americana do pós-guerra.
Publicada pela primeira vez em 1951, À Espera no Centeio é a mais marcante obra de J. D. Salinger, e uma das mais controversas da história da literatura norte-americana após a II Guerra Mundial. Foi constantemente censurada e banida das escolas, livrarias e bibliotecas dos EUA devido ao seu conteúdo profano, à abordagem que faz do sexo e à forma como rejeita alguns dos ideais americanos.

 

in Wook

 

Uma Opinião sobre o livro encontrada no Citador:

 

Opinião:

A história de um adolescente de 16 anos, numa fase crucial da sua vida, retratada de uma forma assaz mordaz, divertida, e ao mesmo tempo séria, a sabedoria da juventude ou a sabedoria rebelde de quem passa pelas primeiras agruras da vida sem que o seu espírito se adapte ou se molde à cultura mole e insípida da sociedade. É de uma simplicidade e clareza a toda a prova que Salinger consegue transmitir a forma de pensar de um adolescente inconformado, e o contraste entre a sua sabedoria, vincada por tudo o que ele transmite dos seus pensamentos, e o choque com o mundo em que vive, provando aquele cenário de que o mundo é normal para os que cá vivem, mas um verdadeiro circo sem muito sentido para aqueles que começam a viver e tomar consciência dele. E onde têm que fazer uma escolha, entre adormecerem tal como todos os outros, anestesiados pela complexa teia de relações sociais e normas da cultura vigente, e viverem na modorra tépida da massa normalizada, ou darem a volta por cima construindo uma verdadeira sabedoria que consiste em saberem conviver de forma equilibrada com todos os outros mas viverem a sua própria vida com maior plenitude, mantendo uma postura de independência e de (in)satisfação consigo próprios, com o seu olhar mais abrangente sobre a sociedade, tentando dar um contributo para a melhoria da mesma e/ou um testemunho humilde, mas exemplar e único, de vida.

Caulfield recebe essa lição do professor Antonioni, cimentada por alguns episódios práticos com a sua irmã Phoebe, no final do livro, mas é ao longo do romance que Caulfield vai a pouco e pouco se apercebendo dos sucessivos erros que comete, fruto do seu inconformismo, rebeldia e inconsciência de actos que num ritmo alucinante vai cometendo.

Mas seria extremamente redutor limitar a opinião acerca deste livro aos dois parágrafos acima. Salinger tem um estilo de escrita que cativa pela utilização de uma linguagem solta e descontraída, decalque perfeito do estilo de pensamento e de acção de um adolescente, ou daquilo que pensamos que seja o estilo de pensar de um adolescente, quer um actual, quer, noutros leitores mais velhos, o sentir de formas de pensar e situações análogas pelas quais passaram, mas descritas de uma forma que nos faz compreender melhor a nós próprios, e os limites que nós próprios tivemos que nos impor, e uma lufada de ar fresco na identificação de eventuais conceitos e/ou preconceitos que criámos ao longo dos anos e que, porventura, não são tão fruto de uma maturidade, mas sim de uma adaptação forçada a normas da sociedade que, em muitos casos, fazem tanto sentido como quaisquer outras. Ou não fosse o choque cultural entre os vários tipos de sociedade actuais, às vezes até dentro de uma mesma sociedade dentro de um único país ou região, a exemplificar isso.

É um livro que se lê quase sem parar, passe a vulgaridade da expressão, que, aparentemente previsível e corriqueiro quando se inicia a sua leitura, rapidamente eleva em grande medida o seu valor graças ao estilo único de Salinger, que, sentindo-se o perfume de alguns grandes escritores na sua prosa, Salinger, de forma natural, faz esquecer eventuais referências a grandes (Dostoievski ou Kafka nas magníficas introspecções do jovem Caulfield, por exemplo) ou pequenos escritores (muitos que têm também um estilo espontâneo e leviano, mas cuja mediocridade cresce ao correr das páginas), identificando-o como mais um grande escritor que não pode ser rotulado mas sim lido (como qualquer grande escritor) para ser compreendido e para aprendermos mais algo sobre nós próprios através dos seus romances.
publicado por portuga-coruche às 07:00
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