Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2013

Fuga de matéria perigosa provoca 14 feridos

14 dos funcionários da PMH tiveream de receber assistência médica

 

 

A fuga de uma matéria líquida perigosa na fábrica da PMH-Produtos Médico Hospitalares, S.A., situada na Zona Industrial da Murteira, freguesia de Samora Correia, no concelho de Benavente, causou esta manhã 14 feridos ligeiros.

 

Sete das vítimas foram assistidas no local pelos bombeiros e pelo INEM, as outras 7 tiveram de receber tratamento hospitalar no Hospital de Vila Franca de Xira mas deverão ter alta ao longo das próximas horas.

O alerta para a proteção civil foi dado às 9h26 e no local estiveram 28 operacionais de várias corporações dos distritos de Santarém, Lisboa e Setúbal, apoiados por 14 viaturas, incluindo 2 Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER), um helicóptero e a Viatura de Intervenção em Catástrofe.

 

 

Num balanço ao rede Regional às 12h30, o segundo comandante distrital de operações de socorro de Santarém, Rui Natário, avançou que a fuga já estava controlada e a fábrica já tinha retomado a sua normal laboração.

 

A fuga aconteceu após a quebra de uma quantidade mínima de produto, cerca de 250 ml – o que corresponde, sensivelmente, a uma garrafa de

 

Viatura de Intervenção em Catástrofe está no local

 

refrigerante – em cima de uma bancada de trabalho. A sala foi evacuada de imediato o que não evitou que alguns funcionários se começassem a sentir mal.

A matéria em causa, de nome metil-etil-cetona, também conhecida por Butona, é um líquido incolor altamente inflamável com um odor doce penetrante, normalmente utilizado como solvente. A inalação pode causar tosse, vertigens, tontura, dor de cabeça, náuseas, enjoo, vómitos e perda da consciência. É absorvível pela pele e bastante irritante aos olhos.

 

 

in Rede Regional

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 23 de Fevereiro de 2011

Familiares garantem que defunto deu sinais de vida durante o velório

Mãos e tronco quentes, sinais de respiração pelo nariz e até uma lágrima vertida foram sinais que levaram os familiares de António Ferreira Alves, 68 anos, dado como morto no Hospital de Santarém, a ligar para o 112 interrompendo o velório que decorria na casa mortuária de S. José da Lamarosa, concelho de Coruche.

 

Tudo se passou no domingo, 20 de Fevereiro, pouco passava das 15h00, perante o estarrecimento e comoção dos familiares do falecido. A ambulância do INEM dos Bombeiros de Coruche chegou ao local quando os familiares já tinham retirado o corpo do caixão, seguindo instruções dos bombeiros e procurando por sinais de vida do homem de 68 anos, como a respiração pelas narinas ou batimento cardíaco junto ao peito.

 

Os bombeiros fizeram manobras de reanimação e suporte básico de vida e 20 minutos depois chegava à Lamarosa a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Santarém com uma médica e uma enfermeira que de imediato colocaram uma máscara de oxigénio no defunto.

 

Segundo João Carlos Alves, filho do falecido, tentaram manobras de reanimação em três ocasiões e tanto os bombeiros como a equipa de emergência médica verificaram inicialmente que o corpo estava quente, garante o familiar. As tentativas de reanimação saíram frustradas tendo sido confirmado o óbito de António Alves.

 

António Alves sofria de problemas oncológicos e foi dado como morto às três da manhã de domingo. A família foi informada do falecimento de António Alves às sete da manhã e perto do meio-dia a agência funerária estava a recolher o corpo para o levar para a casa mortuária da Lamarosa. Estava internado no serviço de Urologia do Hospital de Santarém desde quarta-feira, 16 de Fevereiro, pelo facto de o seu estado de saúde se ter agravado.

 

O filho do falecido, João Carlos Alves, garante que nunca viveu algo semelhante. “Estava no velório, junto ao corpo que estava dentro do caixão. A minha mãe estava do outro lado a segurar a mão do meu pai quando demos conta de que o corpo estava quente. A situação foi comprovada por primos e até pelos coveiros do cemitério, quando se sabe que os corpos dos cadáveres costumam estar frios”, explica, garantindo que mais que uma pessoa notou também uma expressão alterada na face de António Alves.

 

O director clínico do Hospital de Santarém, José Marouço, confirma que a certidão de óbito foi emitida às três da manhã de domingo mas garante que o médico encarregue desse processo tem competência para tal. “A tripulação da VMER deu com um cadáver cerca das 15h40 de domingo e confirmou o óbito, o que se passou nas duas situações. O que se passou entretanto pode estar ligado à carga emocional dos familiares que pode ter gerado interpretações diferentes e sensações subjectivas”, refere José Marouço.

 

João Carlos Alves está pouco convencido das justificações do hospital e pensa aconselhar-se com um médico e um advogado para avaliar a quem deverá pedir responsabilidades. António Alves deixa viúva e dois filhos.

 

in O Mirante

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:05
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Segunda-feira, 22 de Novembro de 2010

Coruche: Colisão vitima quatro

Quatro feridos, um deles em estado grave, foi o resultado da colisão entre dois automóveis ocorrida ontem ao final da tarde na Estrada Nacional 114, Coruche, informou o Comando Distrital de Operações de Socorro de Santarém. As vítimas foram assistidas pelos bombeiros e por uma equipa do INEM. A GNR tomou conta da ocorrência.

 

in Correio da Manhã

 

 

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Quinta-feira, 21 de Janeiro de 2010

Heliporto do Hospital de Santarém desactivado para servir de estaleiro de obras

foto
O heliporto que serve o Hospital Distrital de Santarém (HDS) encontra-se fora de serviço, estando actualmente a servir de estaleiro de apoio às obras que decorrem no serviço de Urgências. A situação causou estranheza entre a comunidade hospitalar, que não foi alertada para a situação, tal como o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e os serviços de protecção civil.

Há poucos dias, um helicóptero do INEM que pretendia aterrar junto ao Hospital de Santarém teve de voltar para trás ao deparar-se com o heliporto ocupado por um grande contentor destinado à deposição de entulho. O presidente do conselho de administração do HDS, José Josué, confirma que o heliporto se encontra desactivado desde o início do ano e que houve realmente um “défice de comunicação” com o INEM, que no entanto não teve consequências de maior.

O administrador hospitalar refere que estão a ser equacionadas com o INEM três alternativas na cidade para aterragem de helicópteros, caso haja situações “extremas e excepcionais” em que seja necessário recorrer a esse meio de transporte de doentes. As hipóteses são o complexo do Centro Nacional de Exposições, a parada da antiga Escola Prática de Cavalaria e o campo de futebol Chã das Padeiras. Embora esta última opção seja menos exequível, já que o relvado não constitui uma boa base de sustentação para aterragens.

A desactivação do heliporto do HSD vai manter-se até à conclusão das obras no serviço de Urgências, prevista para final de 2010. Depois será reposto o serviço, que José Josué considera “uma mais-valia” embora seja utilizado em média apenas uma vez por mês. O administrador desdramatiza a sua desactivação temporária, sublinhando que a cidade está próxima de Lisboa e possui boas vias de comunicação, com bom piso, na ligação à capital. Pelo que os ganhos no factor tempo acabam por ser relativos.

Recorde-se que o heliporto do Hospital de Santarém apenas pode ser utilizado durante o dia, já que não oferece condições de segurança para aterragens e descolagens durante a noite.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 14:32
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Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

Serviço de Urgência Básico de Coruche deve abrir em breve

A construção do Serviço de Urgência Básico (SUB) de Coruche, que deveria ter ficado concluída em meados de Outubro de 2009, só agora caminha para o final mas a obra ainda não foi recepcionada pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) da Lezíria.

 

Segundo Luísa Portugal, directora do ACES, faltam pequenos retoques no edifício e o seu apetrechamento, aguardando-se a “abertura para breve”. O SUB deverá contar com dois médicos, dois enfermeiros e um técnico de radiologia em serviço permanente.

 

Estará ainda equipado com raio-x, electrocardiógrafo com capacidade para telemedicina, monitor-desfribilhador com capacidade de ligação directa ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes do INEM, exames clínicos de química seca e equipamento para pequena cirurgia.

 

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 09:49
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