Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

Saber na Net o estado do tempo em 307 cidades

Instituto de Meteorologia disponibiliza a partir de hoje, segunda-feira, na sua página na Internet, a informação do estado do tempo em 307 cidades de Portugal para até dez dias.

Anteriormente, o IM disponibilizava apenas informação para as capitais de distrito, podendo o utilizador escolher a previsão para três, cinco ou dez dias, como agora continua a acontecer.

Na informação disponibilizada pelo IM consta o estado do tempo, temperatura, probabilidade de precipitação, vento, estado do mar, temperatura da água, índice ultra violeta e avisos meteorológicos.

O IM alerta que a "previsão é gerada de forma automática a partir dos resultados dos modelos numéricos de previsão e desta forma devem ser interpretadas como tendências prováveis de evolução do estado do tempo".

 

 

in Jornal de Notícias

 

Pois é, a previsão para Coruche também já aparece no site do IM.

 

 

publicado por portuga-coruche às 08:00
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Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Radar Metereologico de Coruche/Cruz do Leão

Curioso sobre a estrutura encontrei na net alguma informação sobre ela:

 

Para se chegar ao local não existem estradas alcatroadas, mas também não há necessidade de 4x4 visto as estradas até estarem em condições razoáveis. Altitude: 120mts A cache é facil de detectar, basta ter bom olho perto do portão da vedação.

 

Radares Meteorológicos

 

 

O Instituto de Meteorologia explora operacionalmente, no território do continente, uma rede de radares meteorológicos, constituída por dois sistemas: um sistema localizado em Coruche/Cruz do Leão e outro em Loulé/Cavalos do Caldeirão. A informação obtida com radar é tratada em cada uma das estações e, posteriormente, enviada por feixe hertziano e linhas telefónicas dedicadas para a sede do IM, onde é concluído o seu processamento, essencialmente destinado às actividades de previsão e vigilância meteorológicas. Os radares constituem equipamentos de detecção remota, isto é, dispõem da capacidade de detectar e localizar objectos à distância, neste caso pela emissão de ondas electromagnéticas na frequência das microondas e correspondente tratamento das ondas reflectidas pelos alvos detectados. Os alvos meteorológicos poderão ser gotículas, gotas de chuva ou granizo. Outros alvos não meteorológicos mas com interesse para a previsão do estado do tempo são poeiras e insectos. Os radares meteorológicos que o IM explora são sistemas Doppler, o que significa que fornecem informação sobre o vento, para além de fornecerem informação sobre a chamada reflectividade, obtida a partir da amplitude do sinal recebido

A partir da informação da reflectividade e do vento é possível obter vários produtos, pela utilização de diversos algoritmos. Na maioria dos produtos os valores da grandeza observada estão organizados em escala de cor, sendo as cores quentes correspondentes aos valores mais elevados. Estes produtos revestem-se de grande importância para a previsão e vigilância meteorológicas e permitem conhecer campos como, por exemplo, o da intensidade de precipitação, o da precipitação acumulada para um certo período e o da altitude do topo das nuvens; são, igualmente, obtidos produtos que permitem identificar zonas de convecção (essencialmente nuvens de trovoada) e conhecer o perfil vertical do vento. Após Março de 2005, ocasião em que o IM passou a explorar os dois sistemas da rede, começaram a ser obtidos produtos resultantes da observação combinada de ambos os radares. Actualmente, para além dos produtos da rede nacional, o IM recebe produtos da rede espanhola de radares, designadamente dos sistemas mais próximos da nossa área de interesse. Estes produtos destinam-se a melhorar e ampliar as capacidades de previsão e vigilância meteorológica em áreas mais periféricas do território do continente e mesmo fora dele, uma vez que os fenómenos meteorológicos não conhecem fronteiras.

(Fonte: www.meteo.pt)

Mais informações em: http://www.meteo.pt/pt/areaeducativa/observar.o.tempo/radar/index.html

Torre e Infra-estruturas da Estação de Radar de Cruz de Leão

Situado junto ao marco geodésico designado por Cruz do Leão, freguesia do Couço, concelho de Coruche.

A torre é constituída por seis pisos com a seguinte utilização:

  • Piso -1, em cave, destinado a armazém e sala das máquinas do monta cargas.
  • Piso 0, onde se situam o hall de entrada, as instalações sanitárias, o posto de transformação e o grupo electrogéneo de emergência.
  • Piso 1, destinado a armazém de sobresselentes.
  • Piso 2, destinado aos serviços de manutenção, oficina mecânica e armazém.
  • Piso 3, destinado a armazém de instrumentos de calibração, arquivo informático e laboratório de electrónica.
  • Piso 4, destinado ao emissor / receptor.

O corpo cilíndrico da torre é construido totalmente numa estrutura de betão armado, com um diâmetro interior do fuste de 5,2m e uma altura de 18m até à plataforma da antena e profundidade da cave da ordem de 3m.

O perímetro cercado envolvente da torre, de desenho circular e diâmetro igual a 34,6 m, tem acesso a partir do interior do lote que por sua vez é acessível a partir do caminho secundário Lamarosa/Foros de Arrão. No interior do referido perímetro circular, são previstos seis lugares de estacionamento automóvel. O edifício gera e ocupa o centro da composição.

O edifício destina-se a servir de pedestal elevado a uma antena de radar meteorológica, bem como a albergar, no seu interior, o respectivo equipamento e dependências necessárias ao seu funcionamento.

Tendo sido definida uma altura ideal próxima dos 18 m acima da linha 167,00, o edifício é implantado a esta cota (aproximadamente à cota 167,100). Desenvolve-se verticalmente, em torre cilíndrica, em 5 pisos acima do solo e cobertura visitável, mais um piso de cave (piso -1), e diâmetro interior do fuste de 5,2 m.

A torre é construída em betão armado e está equipada com:

  • rede de abastecimento de água;
  • rede de esgotos;
  • entrada e contagem de energia;
  • distribuição de energia;
  • iluminação;
  • tomadas de corrente;
  • detecção automática de incêndios;
  • segurança contra intrusão;
  • protecção contra descargas atmosféricas;
  • protecção contra contactos directos e indirectos;
  • rede de terras;
  • monta-cargas;
  • climatização do piso 4;
  • ventilação da redoma.

O radar meteorológico foi fornecido e instalado pelo Instituto de Meteorologia e permite a obtenção de dados sobre a intensidade de precipitação e reflectividade num raio de 200 km, cujas imagens a seguir se exibem bem como da respectiva obra.

 
 
     
 

(Fonte: http://www.inag.pt)

 

in Geocaching

publicado por portuga-coruche às 11:17
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Instituto de Meteorologia descobre rajadas de 220 km por hora no Oeste

Deco está a receber "bastantes" pedidos de esclarecimento e informação
 
Por Carlos Pessoa, Lurdes Ferreira 
Miguel Manso (arquivo)
Primeiro pensou-se que passou um tornado na região Oeste, mas afinal parece que foi um "furacãozinho"

Os resultados preliminares da avaliação técnica do Instituto de Meteorologia (IM) ao temporal da madrugada de 23 de Dezembro que ocorreu na Zona Oeste, e a divulgar hoje, contêm uma surpresa: a partir das observações de um radar instalado em Coruche, o instituto diz ter detectado agora uma pequena faixa onde o vento junto ao solo foi de 220 quilómetros por hora (km/h).

Este valor, bastante superior ao máximo que a entidade dizia até agora ter verificado naquela madrugada (142 km/h na estação meteorológica de Dois Portos, em Torres Vedras) e ao detectado nos parques eólicos da região, sustenta as alegações da EDP nas quais se tem apoiado para justificar as dificuldades de resposta ao incidente nas horas imediatamente seguintes e vem condicionar as possibilidades dos habitantes e agricultores da região accionarem queixas com sucesso. Trata-se de um valor que excede, na zona atingida, os níveis regulamentados para os quais os serviços públicos de fornecimento de energia eléctrica, gás, água e telefones estão obrigados a responder.

Ao que o PÚBLICO apurou, a Deco está a receber desde o final do ano, por carta e telefone, "bastantes pedidos" de esclarecimento e informação sobre direitos de reclamação por parte dos consumidores. A associação de defesa dos consumidores diz que não tem nenhum caso já em fase de conflito, e que se trata "de pessoas que querem saber os seus direitos". Sem possibilidade de contabilização do número de casos que já lhe chegaram às mãos, devido a uma avaria do sistema informático, a Deco recorda que a situação em causa se refere à qualidade do serviço prestado, cuja regulamentação varia consoante o tipo de serviço.

Fenómeno complexo e raro

Com o recurso às observações efectuadas por um radar doppler instalado em Coruche, no sítio da Cruz de Leão, o IM esclarece ter detectado uma zona de ventos máximos instantâneos, superiores aos registados nas estações meteorológicas de Cabo Carvoeiro (140 km/h) e em Dois Portos, "numa faixa entre as mesmas, relativamente estreita, com uma largura de 30 quilómetros, orientada a sudoeste-nordeste, com uma extensão de cerca de 50 quilómetros, no período entre as 4h00 e as 5h00 horas locais". A partir das observações do radar, os técnicos do IM obtiveram valores estimados para o vento máximo instantâneo "junto ao solo em alguns locais da região influenciada pelo fenómeno, que excedem 220 km/h".

Passados 21 dias sobre o temporal que devastou a Zona Oeste, a discussão está longe de fechada. O ponto fundamental continua a ser a medição da velocidade do vento, a altura em relação ao solo em que foi efectuada e de que modo. O Instituto de Meteorologia promete divulgar agora a primeira análise técnica detalhada do que aconteceu - o que sai hoje é o resultado preliminar -, o Governo aguarda pelo relatório da Direcção-Geral de Energia, que espera por sua vez por dados da EDP e até cientistas da Faculdade de Ciências de Lisboa e da Faculdade de Engenharia do Porto e do INEGI colocam a possibilidade de estudarem, em conjunto, a força que destelhou casas, derrubou árvores e postes de tensão.

Para o IM, o que aconteceu foi uma "ciclogénese explosiva". A diferença entre o temporal do Oeste e as condições de mau tempo ditas normais é que a depressão formada na região na véspera de Natal tem direito à categoria de "furacãozinho". As regras dizem que a partir dos 118 km/h já são ventos normalmente associados a um furacão.

Perante os novos dados, investigadores como Delgado Domingos, do Instituto Superior Técnico (na foto, em baixo), e Álvaro Rodrigues, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, manifestam-se surpreendidos e admitem ter-se verificado um fenómeno meteorológico complexo e raro, por alguns segundos ou minutos e num ponto muito localizado da região, que o Instituto de Meteorologia situa numa faixa entre o Cabo Carvoeiro e Dois Portos.

O IM diz não saber quanto tempo durou a rajada de 220 km/h - que foi o pico do vento máximo instantâneo - estimada a 10 metros acima do solo. O que mais surpreende os especialistas é a intensidade que o vento atingiu a esta altura do chão e não ter seguido aparentemente as regras. Ou seja, em condições normais, o vento aumenta de velocidade à medida que a altura em relação ao solo também sobe, isto numa proporção logarítmica.

O que parece ter ocorrido foi o equivalente a uma "corrente de jacto à superfície", em que o vento junto ao solo é excepcionalmente mais veloz do que na dezena de metros imediatamente acima.

Torres não se desligaram

Os postes de média tensão da EDP que caíram em Torres Vedras tinham 20 metros de altura, as torres eólicas da região medem, em média, 80 metros. O registo de vento mais elevado numa torre eólica (medido no seu topo) da região, confirmado pela REN, foi 195 km/h na serra Todo o Mundo, com uma altitude de 250 metros, no Cadaval. A EDP Distribuição assume ser este o valor máximo de que tinha também conhecimento, a partir dos registos da REN.

As torres eólicas desligam-se automaticamente quando o vento sopra a cerca de 100 km/h e colocam as suas pás em bandeira a cortar o vento. Segundo o registo da REN, nenhuma das torres se desligou.

Os postes de média tensão, como os que caíram em Torres Vedras, estão preparados para ventos até 126 km/h, chegando aos 150 km/h para os mais altos (superiores a 50 metros de altura), segundo o regulamento de segurança citado ao PÚBLICO pela Direcção-Geral de Energia.

 

in Publico Economia

 

Mais uma vez o Radar Doppler existente na Cruz de Leão, na zona de Coruche fez o seu trabalho.

publicado por portuga-coruche às 11:10
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