Quinta-feira, 10 de Novembro de 2011

Gerald Celente: Acabemos com esta farsa de demoracia

 

 

 

 O drama da Grécia continua.
O resgate grego proposto pela Zona Euro traz a possibilidade de colocar a economia mundial de joelhos. Tem sido proposto para afastar a Grécia da Zona Euro.
Muitos dizem que esta é uma tentativa desesperada para ajudar a salvar a moeda em colapso e outros tantos acreditam que a Grécia é o bode expiatório para um problema muito maior.
Gerald Celente, editor do The Trends Journal, dá-nos a sua opinião acerca do tema.

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Sexta-feira, 8 de Julho de 2011

Quem anda a ganhar com a ruina de Portugal

Moodys Citigroup JP.Morgan Windsor Warburgs Lazards Lehmans Chase Wells-Fargo Federal-Reserve Cartel: As oito famílias

 

 

Os Quatro Cavaleiros da banca (Bank of America, JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo) são os donos dos Quatro Cavaleiros do Petróleo (Exxon Mobil, Royal Dutch/Shell, BP e Chevron Texaco); em sintonia com o Deutsche Bank, o BNP, o Barclays e outros monstros europeus das velhas fortunas. Mas o seu monopólio sobre a economia global não se esgota no xadrez do petróleo.
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De quem é a Moody's?
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A Casa de Morgan era íntima da Casa Britânica de Windsor e da Casa Italiana de Sabóia. Os Kuhn Loebs, os Warburgs, os Lehmans, os Lazards, os Israel Moses Seifs e os Goldman Sachs também tinham ligações estreitas com a realeza européia. Em 1895 Morgan controlava o fluxo do ouro dentro e fora dos EUA. A primeira vaga de fusões americanas estava na sua infância e estava a ser promovida pelos banqueiros. Em 1897 houve sessenta e nove fusões industriais. Em 1899 houve mil e duzentas. Em 1904, John Moody - fundador do Moody's Investor Services - disse que era impossível falar dos interesses de Rockefeller e Morgan em separado. [10]
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De acordo com o relatório 10-K para a SEC, os Quatro Cavaleiros da Banca estão entre os dez maiores acionistas de praticamente todas as empresas da Fortune 500. [1]


[NT 1]

Então quem são os acionistas destes centros bancários de dinheiro?

Esta informação é um segredo muito bem guardado. As minhas indagações junto das agências reguladoras da banca, no que se refere aos proprietários das ações dos 25 maiores bancos norte-americanos que possuem companhias, foram respondidas ao abrigo da Lei da Liberdade de Informação, antes de serem recusadas com base na "segurança nacional". O que é bastante ridículo, na medida em que muitos dos acionistas da banca residem na Europa.

Um importante repositório da riqueza da oligarquia global que é dona destas companhias na posse da banca é a US Trust Corporation - fundada em 1853 e atualmente propriedade do Bank of America. Um recente diretor e curador honorário da US Trust Corporate foi Walter Rothschild. Outros diretores incluíram Daniel Davison do JP Morgan Chase, Richard Tucker da Exxon Mobil, Daniel Roberts do Citigroup e Marshall Schwartz do Morgan Stanley. [2]

J. W. McCallister, da indústria petrolífera com ligações à Casa de Saud, escreveu no The Grim Reaper que informações que obteve de banqueiros sauditas referiam que 80% do Federal Reserve Bank de Nova Iorque - de longe o ramo mais poderoso do Fed - estavam na posse de apenas oito famílias, quatro das quais residem nos EUA. São elas os Goldman Sachs, os Rockefellers, os Lehmans e os Kuhn Loebs de Nova Iorque; os Rothschilds de Paris e de Londres; os Warburgs de Hamburgo; os Lazards de Paris; e os Israel Moses Seifs de Roma.

O CPA Thomas D. Schauf confirma as afirmações de McCallister, acrescentando que dez bancos controlam todos os doze ramos do Federal Reserve Bank. Menciona o N.M. Rothschild de Londres, o Rothschild Bank de Berlim, o Warburg Bank de Hamburgo, o Warburg Bank de Amsterdã, o Lehman Brothers de Nova Iorque, o Lazard Brothers de Paris, o Kuhn Loeb Bank de Nova Iorque, o Israel Moses Seif Bank de Itália, o Goldman Sachs de Nova Iorque e o JP Morgan Chase Bank de Nova Iorque. Schauf lista William Rockefeller, Paul Warburg, Jacob Schiff e James Stillman como indivíduos que possuem grande quantidade de ações do Fed. [3] Os Schiffs são preponderantes no Kuhn Loeb. Os Stillmans no Citigroup, casaram-se no clã Rockfeller no início do século.

Eustace Mullins chegou às mesmas conclusões no seu livro ' The Secrets of the Federal Reserve', em que exibe gráficos ligando o Fed e os bancos seus membros às famílias Rothschild, Warburg, Rockfeller e outras. [4]

O controlo que estas famílias de banqueiros exercem sobre a economia global não pode ser sobrestimada e é intencionalmente um segredo bem guardado. O seu braço nos media empresariais é rápido a desacreditar qualquer informação que divulgue este cartel privado de banqueiros centrais como uma 'teoria da conspiração'. Mas os fatos subsistem.

A Casa de Morgan

O Federal Reserve Bank nasceu em 1913, no mesmo ano em que morreu J. Pierpoint Morgan, descendente de banqueiro, e em que se formou a Fundação Rockfeller. A Casa de Morgan presidiu a finança americana a partir da esquina de Wall Street e Broad Street, praticamente como o banco central dos EUA desde 1838, quando George Peabody a fundou em Londres.

Peabody era sócio de negócios dos Rothschilds. Em 1952, o investigador do Fed, Eustace Mullins, avançou com a suposição de que os Morgans não eram mais do que agentes dos Rothschilds. Mullins escreveu que os Rothschilds "... preferiam operar anonimamente nos EUA por detrás da fachada de J.P. Morgan & Company". [5]

O autor Gabriel Kolko afirmou, "as atividades de Morgan em 1895-1896 na venda de títulos do Tesouro dos EUA na Europa basearam-se numa aliança com a Casa de Rothschild." [6]

Os tentáculos do polvo financeiro de Morgan envolveram rapidamente todo o globo. Morgan Grenfell operava em Londres. Morgan et Ce dominava Paris. Os primos Lambert de Rothschild criaram a Drexel & Company na Filadélfia.

A Casa de Morgan assistia aos Astors, aos DuPonts, aos Guggenheims, aos Vanderbilts e aos Rockefellers. Financiou o lançamento da AT&T, da General Motors, da General Electric e da DuPont. Tal como os bancos Rothschild e Barings com sede em Londres, o Morgan tornou-se parte da estrutura do poder em muitos países.

Em 1890, a Casa de Morgan emprestava dinheiro ao banco central do Egito, financiava ferrovias russas, títulos do governo provincial brasileiro e projetos de obras públicas argentinas. Uma recessão em 1893 reforçou o poder de Morgan. Nesse ano Morgan salvou o governo dos EUA de um pânico bancário, formando uma união para escorar as reservas governamentais com uma injeção de 62 milhões de dólares em ouro Rothschild. [7]

Morgan foi a força motriz por detrás da expansão para oeste nos EUA, financiando e controlando as vias-férreas para oeste por intermédio de fundos fiduciários. Em 1879 a Ferrovia Central de Nova Iorque, de Cornelius Vanderbilt, financiada por Morgan, concedeu taxas preferenciais ao monopólio nascente da Standard Oil, de John D. Rockefeller, cimentando a relação Rockefeller/Morgan.

A Casa Morgan passou depois para o controlo da família Rothschild e Rockefeller. Um título do New York Herald dizia, "Reis do caminho-de-ferro formam monopólio gigantesco". J. Pierpont Morgan, que em tempos afirmara, "A competição é um pecado", passou a opinar alegremente, "Pensem nisso. Toda a concorrência do tráfego ferroviário a oeste de St. Louis colocada sob o controlo de cerca de trinta homens". [8]

Morgan e o banqueiro Kuhn Loeb de Edward Harriman detinham o monopólio sobre os caminhos-de-ferro, enquanto as dinastias banqueiras Lehman, Goldman Sachs e Lazard se juntaram aos Rockefellers para controlarem a base industrial dos EUA. [9]

Em 1903, as Oito Famílias fundaram o Banker's Trust. Benjamin Strong do Banker's Trust foi o primeiro governador do Federal Reserve Bank de Nova Iorque. A criação do Fed em 1913 fundiu o poder das Oito Famílias com o poder militar e diplomático do governo dos EUA. Se os seus empréstimos no estrangeiro não fossem pagos, os oligarcas podiam contar com os Marines dos EUA para cobrar as dívidas. O Morgan, o Chase e o Citibank formaram uma união de empréstimos internacionais.

A Casa de Morgan era íntima da Casa Britânica de Windsor e da Casa Italiana de Sabóia. Os Kuhn Loebs, os Warburgs, os Lehmans, os Lazards, os Israel Moses Seifs e os Goldman Sachs também tinham ligações estreitas com a realeza européia. Em 1895 Morgan controlava o fluxo do ouro dentro e fora dos EUA. A primeira vaga de fusões americanas estava na sua infância e estava a ser promovida pelos banqueiros. Em 1897 houve sessenta e nove fusões industriais. Em 1899 houve mil e duzentas. Em 1904, John Moody - fundador do Moody's Investor Services - disse que era impossível falar dos interesses de Rockefeller e Morgan em separado. [10]

Surgiu a desconfiança do público em relação a este conluio. Muita gente considerava-os como traidores a trabalhar para as antigas fortunas da Europa. A Standard Oil de Rockefeller, a US Steel de Andrew Carnegie e os caminhos-de-ferro de Edward Harriman foram todos financiados pelo banqueiro Jacob Schiff do Kuhn Loeb, que trabalhava em estreita colaboração com os Rothschilds europeus.

Vários estados do oeste proibiram a entrada dos banqueiros. O pregador populista William Jennings Bryan foi por três vezes o candidato Democrata para presidente entre 1896 e 1908. O tema central da sua campanha anti-imperialista era que a América estava a cair numa ratoeira de "servidão financeira para com o capital britânico". Teddy Roosevelt derrotou Bryan em 1908 mas, por causa deste incêndio populista que se ia alastrando, foi forçado a promulgar a Lei Sherman Anti-Monopólio. Depois, perseguiu o Monopólio da Standard Oil.

Em 1912, realizaram-se as audições Pujo, que trataram da concentração do poder em Wall Street. Nesse mesmo ano, Mrs. Edward Harriman vendeu as suas substanciais ações do Guaranty Trust Bank de Nova Iorque a J.P. Morgan, criando o Morgan Guaranty Trust. O juiz Louis Brandeis convenceu o presidente Woodrow Wilson a tentar pôr fim aos diretorados interligados. Em 1914 foi aprovada a Lei Clayton Anti-Monopólio.

Jack Morgan - filho e sucessor de J. Pierpont - reagiu convidando os seus clientes Remington e Winchester a aumentar a produção de armas. Argumentou que os EUA precisavam de entrar na I Guerra Mundial. Incitado pela Fundação Carnegie e por outras frentes oligárquicas, Wilson cedeu. Como escreveu Charles Tansill em 'America Goes to War', "Ainda antes do início do conflito, a firma francesa Rothschild Frères enviou um telegrama a Morgan & Company de Nova Iorque sugerindo o financiamento de um empréstimo de 100 milhões de dólares, grande parte do qual ficaria nos EUA para pagar as compras francesas dos produtos americanos".

A Casa Morgan financiou metade do esforço de guerra dos EUA, enquanto recebia comissões para contratar fornecedores como a GE, a DuPont, a US Steel, a Kennecott e a ASARCO. Todos eles eram clientes Morgan. A Morgan também financiou a Guerra britânica dos Bóeres na África do Sul e a Guerra Franco-Prussiana. A Conferência de Paz de Paris, em 1919, foi presidida por Morgan, que liderou os esforços de reconstrução tanto dos alemães como dos aliados. [11]

Na década de 1930 reapareceu o populismo na América depois de o Goldman Sachs, o Lehman Bank e outros terem beneficiado da Queda da Bolsa de 1929. [12] O presidente da Comissão Bancária do Congresso, Louis McFadden (D-NY) disse sobre a Grande Depressão, "Não foi um acidente. Foi uma ocorrência cuidadosamente planeada... Os banqueiros internacionais pensaram criar uma situação de desespero aqui para poderem surgir como dominadores de todos nós".

O senador Gerald Nye (D-ND), em 1936, presidiu a uma investigação sobre munições. Nye concluiu que a Casa de Morgan tinha feito os EUA mergulharem na I Guerra Mundial para proteger empréstimos e criar uma explosão na indústria de armamento. Nye produziu mais tarde um documento intitulado The Next War, que se referia cinicamente à "fraude contra a velha deusa da democracia", através da qual o Japão podia ser utilizado para atrair os EUA para a II Guerra Mundial.

Em 1937, o secretário do Interior, Harold Ickes, alertou para a influência das "60 Famílias da América". O historiador Ferdinand Lundberg posteriormente escreveu um livro exatamente com o mesmo título. O juiz do Supremo Tribunal, William O. Douglas, condenou, "a influência de Morgan... a mais perniciosa na indústria e na finança de hoje".

Jack Morgan respondeu empurrando os EUA para a II Guerra Mundial. Morgan tinha estreitas relações com as famílias Iwasaki e Dan - dois dos clãs mais ricos do Japão - que são donos da Mitsubishi e da Mitsui, respectivamente, visto que estas empresas saíram dos xogunatos do século XVII. Quando o Japão invadiu a Manchúria, chacinando camponeses chineses em Nanking, Morgan minimizou o incidente. Morgan também tinha relações estreitas com o fascista italiano Benito Mussolini, enquanto que o nazista alemão Dr. Hjalmer Schacht foi uma ligação do Morgan Bank durante a II Guerra Mundial. Depois da guerra, representantes do Morgan encontraram-se com Schacht no Banco de Compensações Internacionais (BIS) em Basileia, na Suíça. [13]

A Casa de Rockefeller

O BIS é o banco mais poderoso do mundo, um banco central global das Oito Famílias que controlam os bancos centrais privados de quase todos os países ocidentais e em desenvolvimento. O primeiro presidente do BIS foi o banqueiro Gates McGarrah de Rockefeller - funcionário do Chase Manhattan e do Federal Reserve. McGarrah era avô do antigo diretor da CIA, Richard Helms. Os Rockefellers - tal como os Morgans - tinham estreitas ligações a Londres. David Icke escreve em ' Children of the Matrix' , que os Rockefellers e os Morgans eram apenas 'mandaretes' dos Rothschilds europeus. [14]

O BIS é propriedade do Federal Reserve, do Banco de Inglaterra, do Banco da Itália, do Banco do Canadá, do Banco Nacional Suíço, do Banco da Holanda, do Bundesbank e do Banco da França.

O historiador Carroll Quigley escreveu no seu livro épico ' Tragedy and Hope' que o BIS foi produto de um plano, "para criar um sistema mundial de controlo financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo no seu todo... para ser controlado de modo feudal pelos bancos centrais mundiais, atuando concertadamente através de acordos secretos".

O governo dos EUA tinha uma desconfiança histórica do BIS, e esforçou-se em vão pela sua destruição na Conferência Bretton Woods em 1944, após a II Guerra Mundial. Pelo contrário, o poder das Oito Famílias saiu reforçado, com a criação em Bretton Woods do FMI e do Banco Mundial. O Federal Reserve dos EUA só adquiriu acções no BIS em Setembro de 1994. [15]

O BIS detém pelo menos 10% das reservas monetárias de pelo menos 80 bancos centrais mundiais, do FMI e de outras instituições multilaterais. Funciona como agente financeiro de acordos internacionais, reúne informações sobre a economia global e serve de prestamista de último recurso para impedir um colapso financeiro global.

O BIS promove um programa capitalista fascista de monopólio. Concedeu um empréstimo a curto prazo à Hungria nos anos 90 para garantir a privatização da economia daquele país. Serviu de canal para as Oito Famílias financiarem Adolf Hitler - dirigido por J. Henry Schroeder dos Warburgs e pelo Banco Mendelsohn de Amesterdã. Muitos investigadores afirmam que o BIS está no nadir da lavagem de dinheiro da droga global. [16]

Não é por acaso que o BIS tem a sua sede na Suíça, esconderijo preferido para a riqueza da aristocracia global e sede da Loja Alpina P-2 da Maçonaria italiana e da Internacional Nazi. Outras instituições que as Oito Famílias controlam incluem o Fórum Económico Mundial, a Conferência Monetária Internacional e a Organização Mundial do Comércio.

Bretton Woods foi uma bênção para as Oito Famílias. O FMI e o Banco Mundial foram fundamentais para esta "nova ordem mundial". Em 1944, as primeiras ações do Banco Mundial foram lançadas por Morgan Stanley e First Boston. A família francesa Lazard passou a estar mais envolvida nos interesses da Casa de Morgan. Os Lazard Frères - o maior banco de investimentos da França - é propriedade das famílias Lazard e David-Weil - descendentes dos antigos banqueiros genoveses representados por Michelle Davive. Um recente presidente e director executivo do Citigroup foi Sanford Weill.

Em 1968 a Morgan Guaranty lançou o Euro-Clear, um banco de compensação com sede em Bruxelas, para valores em eurodólares. Foi a primeira experiência automatizada do gênero. Houve quem chamasse ao Euro-Clear de "A Besta". Bruxelas é a sede do novo Banco Central Europeu e da NATO. Em 1973, funcionários da Morgan reuniram-se secretamente nas Bermudas para ressuscitar ilegalmente a velha Casa de Morgan, vinte anos antes da revogação da Lei Glass Steagal. Morgan e os Rockefellers apoiaram financeiramente a Merrill Lynch, atirando-a para o grupo dos 5 Grandes da banca de investimentos norte-americana. Merrill faz atualmente parte do Bank of America.

John D. Rockefeller utilizou a sua riqueza petrolífera para comprar a Equitable Trust, que tinha absorvido vários grandes bancos e empresas nos anos 20. A Grande Depressão ajudou a consolidar o poder de Rockefeller. O seu Chase Bank fundiu-se com o Manhattan Bank de Kuhn Loeb para formar o Chase Manhattan, consolidando uma antiga relação familiar. Os Kuhn-Loebs tinham financiado - juntamente com os Rothschilds - a tentativa de Rockefeller para ser o rei do petróleo. O National City Bank de Cleveland forneceu a John D. o dinheiro necessário para entrar nesta monopolização da indústria petrolífera dos EUA. O banco foi identificado nas audições do Congresso como um dos três bancos de propriedade dos Rothschilds nos EUA durante a década de 1870, quando Rockefeller começou por incorporar a Standard Oil de Ohio. [17]

Um dos sócios de Rockefeller da Standard Oil era Edward Harkness, cuja família veio a controlar o Chemical Bank. Um outro era James Stillman, cuja família controlava o Manufacturers Hanover Trust. Estes dois bancos fundiram-se sob a égide de JP Morgan Chase. Duas das filhas de James Stillman casaram-se com dois dos filhos de William Rockefeller. As duas famílias também controlam uma enorme fatia do Citigroup. [18]

Na área dos seguros, os Rockefellers controlam o Metropolitan Life, a Equitable Life, a Prudential e a New York Life. Os bancos Rockefeller controlam 25% do ativo dos 50 maiores bancos comerciais norte-americanos e 30% do activo das 50 maiores companhias de seguros. [19] As companhias de seguros - a primeira nos EUA foi fundada por mações através da Woodman's of America - desempenham um papel chave na lavagem do dinheiro da droga nas Bermudas.

As empresas sob o controlo de Rockefeller incluem a Exxon Mobil, a Chevron Texaco, a BP Amoco, a Marathon Oil, a Freeport McMoran, a Quaker Oats, a ASARCO, a United, a Delta, a Northwest, a ITT, a International Harvester, a Xerox, a Boeing, a Westinghouse, a Hewlett-Packard, a Honeywell, a International Paper, a Pfizer, a Motorola, a Monsanto, a Union Carbide e a General Foods.

A Fundação Rockefeller tem ligações financeiras estreitas com as Fundações Ford e Carnegie. Outras iniciativas filantrópicas da família incluem o Rockefeller Brothers Fund, o Instituto Rockefeller de Pesquisa Médica, o Conselho Geral da Educação, a Universidade Rockefeller e a Universidade de Chicago - que tem preparado um fluxo permanente de economistas de extrema direita como defensores do capital internacional, incluindo Milton Friedman.

A família possui o edifício Rockefeller Plaza, 30, onde todos os anos se ilumina a árvore de Natal nacional e o Rockefeller Center. David Rockefeller foi fundamental na construção das torres do World Trade Center. A principal casa da família Rockefeller é um deselegante complexo a norte do estado de Nova Iorque, conhecido por Pocantico Hills. Também possuem um duplex de 32 quartos na 5ª Avenida em Manhattan, uma mansão em Washington, DC, o Rancho Monte Sacro na Venezuela, plantações de café no Equador, várias fazendas no Brasil, uma propriedade em Seal Harbour, no Maine e casas de férias nas Caraíbas, no Havai e em Porto Rico. [20]

As famílias Dulles e Rockefeller são primos. Allen Dulles criou a CIA, deu assistência aos nazis, encobriu o assassínio de Kennedy à Comissão Warren e fechou um acordo com a Irmandade Muçulmana para criar assassinos controlados psicologicamente. [21]

O irmão John Foster Dulles presidiu às garantias falsificadas da Goldman Sachs antes da queda da bolsa de 1929 e ajudou o irmão a derrubar governos no Irão e na Guatemala. Eram ambos membros da Skull & Bones, do Council on Foreign Relations (CFR) e mações do 33º grau. [22]

Os Rockefellers foram decisivos na formação do Clube de Roma, orientado para a redução da população, na propriedade da família em Bellagio, Itália. Criaram a Comissão Trilateral na sua propriedade Pocantico Hills. A família é um dos principais financiadores do movimento eugénico que gerou Hitler, a clonagem humana e a actual obsessão pelo ADN na comunidade científica norte-americana.

John Rockefeller Jr. chefiou o Conselho da População até à sua morte. [23] O seu filho homônimo é senador pela Virginia Ocidental. O irmão Winthrop Rockefeller foi vice-governador do Arkansas e continua a ser o homem mais poderoso daquele estado. Numa entrevista em Outubro de 1975 à revista Playboy, o vice-presidente Nelson Rockefeller - que também foi governador de Nova Iorque - articulou a perspectiva paternalista da sua família, "Acredito plenamente no planejamento - no campo econômico, social, político, militar, no mundo inteiro".

Mas de todos os irmãos Rockefeller, foi David, o fundador da Comissão Trilateral (TC) e presidente do Chase Manhattan, quem levou a agenda fascista da família a uma escala global. Defendeu o Xá do Irão, o regime apartheid da África do Sul e a junta chilena de Pinochet. Foi o maior financiador do CFR, do TC e (durante a Guerra do Vietnan) da Comissão para uma Paz Efetiva e Duradoura na Ásia - um contrato de bonança para os que não estavam envolvidos no conflito.

Nixon convidou-o para secretário do Tesouro, mas Rockefeller recusou o cargo, sabendo que o seu poder era muito maior ao leme do Chase. O autor Gary Allen escreve em ' The Rockefeller File' que, em 1973, "David Rockefeller reuniu-se com 27 chefes de estado, incluindo os governantes da Rússia e da China Vermelha".

Após o golpe do Nugan Hand Bank e da CIA, de 1975, contra o primeiro-ministro australiano Gough Whitlam, o seu sucessor designado pela Coroa britânica, Malcolm Fraser, correu aos EUA, onde se encontrou com o presidente Gerald Ford depois de ter conferenciado com David Rockefeller. [24]

01/Junho/2011

A seguir, parte II da série The Federal Reserve Cartel: The Freemason BUS & The House of Rothschild

Notas

[1] 10K Filings of Fortune 500 Corporations to SEC. 3-91

[2] 10K Filing of US Trust Corporation to SEC. 6-28-95

[3] "The Federal Reserve 'Fed Up'. Thomas Schauf. www.davidicke.com 1-02

[4] The Secrets of the Federal Reserve. Eustace Mullins. Bankers Research Institute. Staunton, VA. 1983. p.179

[5] Ibid. p.53

[6] The Triumph of Conservatism. Gabriel Kolko. MacMillan and Company New York. 1963. p.142

[7] Rule by Secrecy: The Hidden History that Connects the Trilateral Commission, the Freemasons and the Great Pyramids. Jim Marrs. HarperCollins Publishers. New York. 2000. p.57

[8] The House of Morgan. Ron Chernow. Atlantic Monthly Press NewYork 1990

[9] Marrs. p.57

[10] Democracy for the Few. Michael Parenti. St. Martin's Press. New York. 1977. p.178

[11] Chernow

[12] The Great Crash of 1929. John Kenneth Galbraith. Houghton, Mifflin Company. Boston. 1979. p.148

[13] Chernow

[14] Children of the Matrix. David Icke. Bridge of Love. Scottsdale, AZ. 2000

[15] The Confidence Game: How Un-Elected Central Bankers are Governing the Changed World Economy. Steven Solomon. Simon & Schuster. New York. 1995. p.112

[16] Marrs. p.180

[17] Ibid. p.45

[18] The Money Lenders: The People and Politics of the World Banking Crisis. Anthony Sampson. Penguin Books. New York. 1981

[19] The Rockefeller File. Gary Allen. '76 Press. Seal Beach, CA. 1977

[20] Ibid

[21] Dope Inc.: The Book That Drove Kissinger Crazy. Editors of Executive Intelligence Review. Washington, DC. 1992

[22] Marrs.

[23] The Rockefeller Syndrome. Ferdinand Lundberg. Lyle Stuart Inc. Secaucus, NJ. 1975. p.296

[24] Marrs. p.53

[NT 1] Relatório 10-K : É o relatório anual exigido pela Comissão de Garantias e Câmbios (SEC) dos EUA que dá um resumo abrangente da atividade duma empresa com um patrimônio superior a 10 milhões de dólares. A Fortune 500 é uma lista anual publicada pela revista Fortune que lista as maiores 500 empresas norte-americanas.

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[*] Autor de Big Oil & Their Bankers in the Persian Gulf ; Four Horsemen, Eight Families & Their Global Intelligence, Narcotics & Terror Network e The Grateful Unrich: Revolution in 50 Countries . Seu blog: http://deanhenderson.wordpress.com/

O original encontra-se em
 
http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=25080

Tradução de Margarida Ferreira.

Este artigo encontra-se em
 
http://resistir.info/

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=486c0401c56bf7ec2daa9eba58907da9&cod=8200
 
http://port.pravda.ru/busines/16-06-2011/31741-cartel_fed_reserve-0/
 
http://revoltatotalglobal.blogspot.com/2011/07/moodys-citigroup-jpmorgan-windsor.html
 
 
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Quinta-feira, 7 de Julho de 2011

Pier Carlo Padoan - OCDE: Agências de 'rating' "agravam a crise"

 

"É como empurrar alguém que está à beira do precipício. [As agências de 'rating'] Agravam a crise".

O secretário-geral adjunto da OCDE acusa as agências de 'rating' de "empurrar alguém que está à beira do precipício".

"Nos últimos tempos, as agências de 'rating' confirmaram que são fortemente 'pró-cíclicas'. Produzem profecias que se auto-realizam", declarou Pier Carlo Padoan numa entrevista ao jornal italiano La Stampa.

"Não é verdade que transmitam informações: exprimem opiniões, acelerando tendências já em curso. É como empurrar alguém que está à beira do precipício. Agravam a crise", acrescentou.

As agências de 'rating' foram alvo de duras críticas na quarta-feira depois da Moody's ter baixado em vários graus e classificado como 'lixo' a notação da dívida soberana portuguesa, agravando a crise da dívida na zona euro.

A Moody's considerou que Portugal, tal como a Grécia, pode vir a precisar de um segundo empréstimo antes de regressar aos mercados, o que fez disparar os juros da dívida portuguesa que ultrapassaram, pela primeira vez, os 13 por cento, a dez anos.

Questionado sobre a possibilidade de ser necessário um segundo pacote de ajuda para Portugal, Padan respondeu que "é muito cedo para dizer".

"Os países precisam de tempo para que os seus planos de consolidação (das contas públicas) produzam efeitos, para que as economias recomecem a crescer e que para que os juros baixem. Os mercados reagem no dia-a-dia, têm um horizonte de curto prazo e não parecem acreditar nestas políticas", sublinhou.

O responsável da OCDE assegurou, por outro lado, que "o euro não está em perigo", mostrando-se "convicto que a crise se resolverá com um reforço das instituições europeias".

 

Económico com Lusa  

in Económico

 

Comentários interessantes:

 

Português , Portugal | 07/07/11 11:58
A vontade dos especuladores da Moody's fez subir num só dia o juro a pagar por Portugal em 200 pontos base +2,00%. ((2% x170 mil milhões de divida (só a publica)) = a 3,4 mil milhões que aumentou a nossa divia só em juros!!! de um dia para o outro com a decisão destes americanos especuladores!
isto é, aproximadamente CINCO vezes MAIS o valor do do imposto a cobrar com a retenção de 50% do subsidio de natal a todos os portugueses!
EM RESUMO! Por MAIS IMPOSTOS QUE COBREM NUNCA VÃO CONSEGUIR GANHAR DINHEIRO PARA MATAR A FOMME E A CEDE DE SANGUE DESTES ABUTRES!
Por isso ou Portugal e a Europa reage a esta especulação de mercado, ou os paises vão cair um atrás do outro, acaba o projecto europeu, e os povos morrem à fome!
É URGENTE DECIDIR e REAGIR!
REVOLTEM-SE POR FAVOR! Temos o direito à indignação!

 

 

Noutra Notícia sobre a mesma temática:  Uma agência de lixo cortou o rating a Portugal

LM , LX | 07/07/11 14:03
OS economistas e os políticos da TRETA Portugueses e Europeus não sabem fazer as contas de matemática. A dívida pública Americana atingiu os 14,3 biliões de dólares ( 14 300 mil milhões de dólares ou seja 14 300 000 000 000) ou seja 100% do PIB Americano . Cada cidadão americano nasce com 143 mil dólares de dívida ao pescoço, os Portugueses só tem cerca de 18 mil euros ( são 25 mil dolares) de divida ao pescoço.
Há muitos economistas que dizem provavelmente que o DÉFICE ESCONDIDO AMERICANO é cerca de DEZ VEZES MAIOR que o declarado.
Agora digam que é que está FALIDO se é Portugal ou os Estados Unidos ?
É por isso que na realidade o Dólar vale menos 30% que o euro e com tendência a VALER LIXO.
Metam no LIXO essas AGENCIAS DE RATING CRIMINOSAS que só servem para enganar PARVOS.
Dou um conselho ao povos Europeu, vão para a escola primária para aprender a tabuada e a fazer contas para não continuarem a serem enganados.

 

 

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Moody´s baixou rating da CGD, BES, BCP e Banif

Nota da dívida garantida pelo Estado em causa

 

 

A agência internacional Moody´s baixou o rating da dívida com garantia estatal emitida pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), Banco Espírito Santo (BES), Banco Comercial Português (BCP) e Banco Internacional do Funchal (Banif), para níveis também designados no meio financeiro como “lixo”.

 

 
<p>AA Caixa e o BES têm nota melhor que a do Estado</p>

AA Caixa e o BES têm nota melhor que a do Estado

 (Foto: Mafalda Melo/arquivo)

De acordo com a nota divulgada pela Moody’s no seu site, o BES e a CGD desceram três níveis, de Baa1 para Ba1, um nível acima do atribuído da dívida do país, enquanto o rating do BCP e do Banif desceram quatro níveis, de Baa1 para Ba2.

A Moody´s tinha descido na terça-feira a nota de dívida soberana portugueses em quatro níveis, de Baa1 para Ba2, mantendo a perspectiva negativa quanto à sua evolução, o que indica que se deverá seguir uma nova descida.

A agência explica que a descida hoje da nota destes quatro bancos se segue à descida da nota da dívida pública, como sucede habitualmente nestas situações, e mantém também perspectiva negativa sobre a sua evolução, indiciando mais descidas no futuro.

O facto de a CGD e o BES terem uma nota da dívida garantida pelo Estado superior à do país é explicada pela agência por dar aos bancos, nestes casos, a nota da República ou a sua nota individual, consoante a que seja mais elevada.

A nota da dívida de longo prazo atribuída pela Moody´s a estes bancos é mais elevada, mas também está em revisão para baixa.

Por sua vez, a agência norte-americana de rating Fitch cortou a classificação do crédito do Banco Popular Portugal de “A” para “A-” no longo prazo, avançando com uma perspectiva de evolução negativa, anunciou hoje a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários portuguesa.

Segundo a Fitch, o corte no Banco Popular Portugal é justificado pela revisão em baixa do rating da “casa-mãe”, em Espanha, e “a elevada probabilidade” de apoio desta em caso de necessidade da instituição que opera em Portugal

 

Por Paulo Miguel Madeira

in Público

 

 

Comentários a destacar:

 

 

Luis Nobre Lucas . 07.07.2011 10:28 Via Facebook

Fernando Nobre

"Portugal está a ser alvo de um ataque violentíssimo dos especuladores. É urgente a criação de uma agência de rating europeia" - Fernando Nobre, 30/04/2010

 

A. , Seixal. 07.07.2011 10:44

Novidade??? Para quem?

O que é estranho é ver tanta gente do nosso meio político a fingir surpresa. Toda a esquerda alternativa já tinha previsto, descrito, informado e prevenido sobre as verdadeiras intenções das agências de rating. Já meio mundo sabe o modo como elas funcionam, já o outro meio mundo sabe quais os interesses que fingem não defender. Ninguém os quis ouvir, votam à direita. Agora aguentem. Os nossos políticos estão surpreendidos ? Eu é que não estou surpreendido com os políticos que temos….

 

Jaime Mourão , Portugal. 07.07.2011 09:45

Situação Caricata!!!

Estamos perante uma situação caricata, ou seja, o aluno que fez bem o seu exame da quarta classe e que apresenta boas notas, o seu professor ao avaliá-lo vai ter em conta o futuro e vai-lhe dar nota negativa com o argumento de que realmente tiveste boa nota mas eu prevejo que no futuro tu não vais conseguir passar o 12° ano, logo é melhor dar-te já uma nota negativa! É isto que as agências de ranting estão a fazer com Portugal e agora com a banca portuguesa. Portugal apresentou um plano de recuperação largamente superior ao exigido pela Europa pelo FMI, este mesmo plano é aceite por estas entidades, todo o país apoia este plano, não existem manifestações na sociedade como existem na Grécia, todas as instituições politicas europeias salutaram o plano reactivo de Portugal e agora as ...

 

joaquim horácio serra leitao , coimbra. 07.07.2011 10:21

pois

porque é que o público e a c. social em geral não diz o que são, quem são essas agências ratazanas"? e onsw têma sua sede, quem são os sesu proprietários, sim porque têm donos e nãop o sidentificam? e se têm ligações á alta finança e quais são? e os governos porque não se opôem a elas? afinal onde está a democracia? como se entende que umas agências é que decidam sobre os empréstimos, a situação de um país? onde vão buscar os elementos? piois é não interessa não é? curioso que só de há pouco se começou a falar das tais " agencias" ou serão antes mafias de miseráv eis agitas especuladores da alta finança cujo fim pode um dia vir a ser a forca.?eu por mim, embora não concordasse, não não me opunha.

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:05
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Quem manda nas Agências de Rating?

A Capital Group É Accionista da Standard & Poors e Moodys e tem participações em 36 países

 

É accionista de referência da S&P e da Moody’s e tem participações de relevo em 36 países.

É considerada a entidade mais poderosa do mundo a actuar nos mercados financeiros e talvez seja uma das mais discretas. A Capital Group é, através de uma das suas empresas, a Capital World Investors, a maior accionista da entidade que detém a agência de ‘rating' Standard & Poor's e tem uma participação de mais de 10% na Moody's. Além disto, através de fundos de investimento, a Capital World Investors detém ainda milhões em dívida soberana, onde se incluíam no final de 2010, pelo menos, 370 milhões de euros em dívida da Irlanda, Portugal, Espanha e Grécia. Este valor pode ser superior, já que diz respeito apenas a dois fundos direccionados para o retalho de uma das cinco entidades do Capital Group.

A reputação do Capital Group é de discrição quase absoluta. Raramente aparece na imprensa e nem sequer faz publicidade aos seus produtos e serviços. Uma das poucas vezes que a entidade financeira deu que falar aos jornalistas foi quando um dos seus analistas criticou, em 2003, o presidente da Time Warner. Meses depois, este foi demitido. O mesmo analista do Capital Group voltou ao ataque, criticando em 2008 o presidente-executivo da Yahoo por este ter rejeitado uma OPA lançada pela Microsoft. O guião repetiu-se e, meses depois, o homem forte da tecnológica foi forçado a sair do comando.

 

in Blog Revolta Total Global

 

Notícia parcial do Jornal Económico, leia em baixo o artigo completo. O Jornal Económico já é uma jornal de referência, leia a notícia em baixo e depois dê uma vista de olhos pelo jornal (link no fim da notícia) vale a pena e irá permitir que continuem a fornecer gratuitamente conteúdos de qualidade.

 

Dívida

Quem manda nas agências de 'rating'?

 

Capital Group é accionista de referência da Standard & Poor's.
Capital Group é accionista de referência da Standard & Poor's.

É accionista de referência da S&P e da Moody’s e tem participações de relevo em 36 países.

 

É considerada a entidade mais poderosa do mundo a actuar nos mercados financeiros e talvez seja uma das mais discretas. A Capital Group é, através de uma das suas empresas, a Capital World Investors, a maior accionista da entidade que detém a agência de ‘rating' Standard & Poor's e tem uma participação de mais de 10% na Moody's. Além disto, através de fundos de investimento, a Capital World Investors detém ainda milhões em dívida soberana, onde se incluíam no final de 2010, pelo menos, 370 milhões de euros em dívida da Irlanda, Portugal, Espanha e Grécia. Este valor pode ser superior, já que diz respeito apenas a dois fundos direccionados para o retalho de uma das cinco entidades do Capital Group.

A reputação do Capital Group é de discrição quase absoluta. Raramente aparece na imprensa e nem sequer faz publicidade aos seus produtos e serviços. Uma das poucas vezes que a entidade financeira deu que falar aos jornalistas foi quando um dos seus analistas criticou, em 2003, o presidente da Time Warner. Meses depois, este foi demitido. O mesmo analista do Capital Group voltou ao ataque, criticando em 2008 o presidente-executivo da Yahoo por este ter rejeitado uma OPA lançada pela Microsoft. O guião repetiu-se e, meses depois, o homem forte da tecnológica foi forçado a sair do comando.

A Bloomberg refere que a Capital Group opera com "luva de veludo" no controlo e influência das empresas onde está investida. Já o britânico "Independent" refere que a instituição "é quase patologicamente receosa dos media". Mas a sua influência é inversamente proporcional ao seu ‘modus operandi' recatado.

Um estudo publicado no ano passado por dois investigadores do Swiss Federal Institute of Technology concluiu que o Capital Group era a instituição financeira com maior poder nos mercados globais. A investigação incluiu 48 mercados, concluindo que o grupo é "uma accionista proeminente do controlo simultaneamente em vários países", concluem Glattfelder e Battiston. O ‘ranking' feito pelos investigadores pode ser encarado como "uma medida de controlo e de poder potencial (nomeadamente, a probabilidade de determinada entidade conseguir atingir os seus próprios interesses em oposição a outros actores). Dadas estas premissas, não podemos excluir que os maiores accionistas com vasto poder potencial global não exerçam esse poder".

Capital Group tem mais de 10% da Portugal Telecom

O montante canalizado para dívida nacional por dois dos veículos geridos pela Capital World Investors, o American Capital World Bond Fund e o American Funds Insurance - Global Bond Fund, ficava-se pelos 19,5 milhões de euros no final de 2010, aplicados em Obrigações do Tesouro que vencem em 2020, segundo a Bloomberg.

No entanto, os investimentos do Capital Group em Portugal não se ficam pela dívida. Uma outra empresa pertencente ao universo da sociedade de investimento mais influente do mundo, a Capital Research & Management, detém 10,09% da Portugal Telecom, posição avaliada em perto de 600 milhões de euros aos preços actuais da operadora liderada por Zeinal Bava transacciona em bolsa. É mesmo o maior accionista da operadora portuguesa.

Os fundos geridos pela Capital Research & Management construíram uma participação qualificada na PT, isto é, acima de 2%, a 12 de Agosto, já depois da empresa nacional ter decidido vender a posição que detinha na brasileira Vivo à Telefónica. No final desse mês, a Capital Research reforçou a posição 5,07% e a última posição conhecida era de 10,09%, podendo ser superior sem que tenha de ser comunicada.

Poder de fogo do Capital Group é igual ao do mega-fundo da UE

Em Maio, a União Europeia, em conjunto com o FMI, tentou impressionar o mercado, com a criação do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira com um poder de fogo de 750 mil milhões de euros. Mas o arsenal financeiro do Capital Group não fica atrás do valor astronómico colocado à disposição por Bruxelas. As estimativas apontam que a sociedade financeira sediada na Califórnia tenha activos sob gestão superiores a um bilião de dólares (mais de 743 mil milhões de euros). O número é quase cinco vezes superior à riqueza produzida anualmente em Portugal.

 

Por Rui Barroso

in Económico

 

Comentário que achei interessante:

 

Esta MOODY'S e o especulador financeiro internacional WARREN BUFFETT estão ligados, nos seus interesses mutuos, por uma correia de transmissão, a gigante BERKSHIRE HATHAWAY, cujo accionista principal é precisamente WARREN BUFFETT , | 07/07/11 09:02

A questão do que se passa em volta e no interior das Agencias de Rating é, não só muito profunda, mas de contornos que não deixam quaisquer dúvidas, quanto a que AS AGENCIAS DE RATING NÃO SÃO ISENTAS, de todo !

Olhemos, por agora, apenas para o caso da MOODY'S.

Esta Agencia de Rating tem como accionista maioritário quem ?

A gigante BERKSHIRE HATHAWAY.

Por sua vez, quem é o principal accionista desta empresa ?

O maior senão, um dos maiores especuladores mundiais, WARREN BUFFETT.

Como se processa a ligação de interesses entre WARREN BUFFETT ( através da BERKSHIRE HATHAWAY ) e a MOODY'S ?

A MOODY'S começa por baixar de um modo drástico - EMBORA SEM QUALQUER CRITERIO RACIONAL E OBJECTIVO - o rating de um Pais fragilizado económica e financeiramente.

O Pais vai ao mercado exterior vender divida soberana, de "corda na garganta" e extremamente condicionado pelo Rating muito baixo que lhe foi atribuido pela Agencia de Rating e os juros que terá de pagar sobem exponencialmente, sendo que nao tem alternativa nem escolha e terámesmo de aceitar essas condições muito onerosas de juros altíssimos.

No dito leilão da divida estarápresente um representante de WARREN BUFFETT, especulador a quem não falta liquidez financeira, que conseguira fazer um negocio extremamente chorudo, tendo tido como comparsa a dita MOODY'S.

Tão simples como isto.
Funciona e de que maneira !

Tudo se passa de um modo em que a sabujice e a palavra de ordem, tendo como base a actuaçãoo e a nula isenção daquela Agencia de Rating.

Não obstante, este cavalheiro WARREN BUFFETT e descrito na sua biografia do Wikipedia como um "FILANTROPO", palavra de origem grega que, à letra, significa "amante do Homem, da Humanidade".

Ele poderá gostar, sim, mas da sua fortuna cada vez maior, sendo que não recua a lançar mão aos métodos mais vis, mais rasteiros, mais abjectos e mais sórdidos para o conseguir !

Por tudo isso, este WARREN BUFFETT mais não édo que um GANGSTER financeiro e esta MOODY'S um elemento do GANG que se presta ao jogo, visto que também "come".

Que credibilidade pode, pois, ter esta AGENCIA MOODY'S nas suas decisões sobre os Estados soberanos e as grandes empresas que avalia ?

Nenhuma, obviamente !

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2011

A revolução está a começar na Europa

 
Isto é um despertar!
As elites monetárias e os políticos corruptos já não conseguem esconder os seus propósitos.
Não vamos deixar que nos escravizem.....
 
 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 30 de Março de 2011

A Globalização ... está a cair-nos em cima!

 

 

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