Sexta-feira, 4 de Maio de 2012

Uma evidente fraude

Esta semana fui ao Algarve. Numa autoestrada deserta e sem nada para fazer, fui olhando para os painéis informativos dos preços da gasolina. De Lisboa ao Algarve, as marcas variam mas os preços são exatamente iguais. Ao cêntimo.
Esta semana fui ao Algarve. Numa autoestrada deserta e sem nada para fazer, fui olhando para os painéis informativos dos preços da gasolina. De Lisboa ao Algarve, as marcas variam mas os preços são exatamente iguais. Ao cêntimo.

Não é preciso ser especialista da matéria para se perceber que o negócio das gasolinas em Portugal (e não só) é uma fraude. Nada, de técnico ou estrutural, justifica o alinhamento dos preços. A formação do preço da gasolina envolve muitas variáveis a montante e a jusante. Flutuações no mercado das matérias-primas, dimensão das empresas, encargos e situação financeira, existência ou não de grandes stocks, distâncias e transportes, margens, comissões, promoções e tanta coisa mais configuram o complexo cálculo. É, por isso, simplesmente impossível que duas marcas cheguem exatamente ao mesmo preço. Isto é básico.

Apesar desta evidência, a Autoridade da Concorrência tem-se esforçado por demonstrar que não existe cartelização. Atuando mais na defesa das petrolíferas do que na defesa dos consumidores, a AdC deve andar à procura de reuniões secretas, mensagens encriptadas ou encontros de gabardinas no Jardim do Príncipe Real. Mas qualquer pessoa menos influenciada por filmes de intriga e espionagem percebe que as petrolíferas que operam no mercado português simplesmente alinham os preços umas pelas outras. Quando uma sobe ou desce uns cêntimos, as restantes fazem-no na mesma exata medida.

A isto pode não se chamar cartelização. Mas que é uma fraude é. Os preços não são determinados pelo famoso mercado, mas por uma ação concertada que faz com que a gasolina em Portugal seja vendida a um preço muito superior ao que podia e devia ser praticado.

Daqui se constatam algumas coisas triviais. A regulação não funciona, o Estado também não, as organizações da sociedade civil ainda menos. Ninguém, em suma, defende os consumidores desta tão declarada ganância. A única arma, nesta guerra desigual, vai sendo o recurso ao não consumo para os que podem andar de bicicleta ou ficar em casa a ver televisão.

Mas devemos ir mais longe. O "caso" do preço da gasolina em Portugal demonstra que o mercado também não funciona. Recorde-se que o argumento sistemático para a privatização de tudo assenta invariavelmente na ideia de que isso beneficia os consumidores. Em tese, a concorrência entre vários operadores levaria a um acerto por baixo dos preços de serviços e produtos. Não é isso que acontece. Pelo contrário. As empresas de um mesmo setor tendem a constituir-se como uma espécie de super monopólio, o qual, ainda que disseminado, alinha os preços por cima em benefício dos vários intervenientes.

Sendo verdade que a economia de mercado é mais eficiente do que a economia planificada, o resultado para os consumidores não é substancialmente melhor. A lógica da oferta/procura, base do mecanismo de auto-organização do mercado capitalista, tem cada vez menos relevância. Os preços são determinados por componentes subjetivas, por exemplo, relevância das marcas, e por lógicas especulativas que visam o máximo lucro e não a concorrência. A isto acresce uma ativa cumplicidade por parte dos governos e dos organismos de regulação na defesa dos interesses das grandes empresas em prejuízo do cidadão. O desequilíbrio é óbvio. A desregulação clara. Deste modo, nem o mercado livre existe, nem aquilo que existe é um verdadeiro mercado no sentido de existirem várias opções. O consumidor vê-se obrigado a pagar e calar. Ou seja, o modelo mafioso é hoje predominante.

Ora as máfias só se combatem com justiça. É por isso que, mais do que manifestações, queixumes e protestos avulsos, o desvario e desregulação dos mercados devem ser enfrentados nos tribunais como casos de polícia que são. Os presidentes das empresas petrolíferas em Portugal não agem de forma menos perniciosa do que os especuladores financeiros que têm arruinado vidas, economias e países. A sociedade tem o direito e o dever de se defender destas novas formas de agiotagem e extorsão.

 

 

 

 

Por Leonel Moura -  leonel.moura@mail.telepac.pt

in Negócios On-Line

 

 

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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

Gasolina sobe para novo máximo histórico: 1,564€

Combustíveis 

 

 

 

Os portugueses nunca pagaram tanto por um litro de gasolina. Os preços voltaram a subir e a gasolina custa agora 1,564 euros.

Tal como o Económico antecipou na última sexta-feira, as gasolineiras voltaram a subir os preços dos combustíveis.

A Galp aumentou o preço do litro da gasolina em 3 cêntimos, enquanto o gasóleo ficou mais caro em 1 cêntimo, avançou fonte da empresa ao Económico. Nos postos da petrolífera nacional um litro de gasolina custa agora 1,564 euros, enquanto o gasóleo vale 1,404 euros o litro.

Também a Cepsa já mexeu nos preços dos combustíveis, com um aumento de 1,3 cêntimos para o gasóleo e de 2,7 cêntimos para a gasolina. Aqui, um litro de gasolina custa agora 1,559 euros enquanto a gasóleo vale 1,407 euros o litro.

BP e Repsol ainda não mexeram nos preços, mas tal como vem sendo hábito devem proceder a actualizações similares durante esta madrugada.

As gasolineiras de marca branca também subiram os preços. No caso d'Os Mosqueteiros, que controla os supermercados Ecomarché e Intermarché, "em média, os aumentos previstos para esta semana deverão rondar um cêntimo por litro no gasóleo e dois cêntimos por cada litro nas gasolinas, acompanhando a tendência internacional", disse ao Diário Económico fonte oficial da empresa.

Com as subidas desta semana, o preço da gasolina avançou para o valor mais elevado de sempre, enquanto o ‘diesel' está a 2,4 cêntimos do máximo histórico registado em 2008.
Desde o início do ano, o preço do gasóleo já subiu mais de 13 cêntimos, enquanto a gasolina encareceu 8 cêntimos. A influenciar a subida da matéria-prima está o aumento do petróleo nos mercados internacionais, que superou já a barreira dos 100 dólares por barril e a subida dos produtos refinados nos mercados internacionais.

Face aos actuais preços, a ANTROP admite novas subidas nas tarifas dos transportes públicos se o Governo não tomar medidas excepcionais devido ao preço dos combustíveis. "Se isto continua assim é uma medida necessária, porque, neste momento, são as empresas que estão a prestar serviço público, a suportar este acréscimo extraordinário de custos", disse Luís Cabaço Martins, o presidente da ANTROP. Em Janeiro houve um aumento dos transportes públicos de 3,5% nas áreas metropolitanas e de 4,5% no resto do País.

Já as associações representativas das transportadoras rodoviárias decidiram sábado dar 10 dias ao Governo para que sejam atendidas as suas reivindicações, nomeadamente a criação do gasóleo profissional e descontos nas portagens das ex-Scuts. Para já, está afastada a realização de uma paralisação, como sucedeu em 2008.

Partidos reclamam explicações

Os partidos são unânimes na necessidade de explicações sobre a fixação do preço dos combustíveis, mas dividem-se relativamente às soluções possíveis, seja ao nível do regulador ou de eventuais alterações legislativas.

Passos Coelho pede mais acção à Autoridade da Concorrência (AdC) para resolver a "divergência" entre os preços praticados nas bombas e as flutuações do petróleo nos mercados internacionais.

Já o líder do CDS-PP, Paulo Portas, defende a realização de um estudo independente que "ponha a nu o fracasso" da AdC, acusando o regulador de "subserviência" relativamente aos interesses instalados.

O deputado do Bloco de Esquerda, Pedro Filipe Soares, anunciou que o partido vai apresentar esta semana um projecto-lei para a adopção de um "mecanismo de transparência" na fixação do preço dos combustíveis, impedindo a especulação e definindo "preços máximos unitários de venda".

 

Por: Rita Paz  

in Económico

 

 

publicado por portuga-coruche às 06:59
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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

ANAREC estranha que empresas só baixem preços dos combustíveis ao fim-de-semana

O presidente da Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis (ANAREC) admitiu hoje estranhar que algumas empresas baixem os preços dos combustíveis nos fins de semana, questionando os motivos pelos quais não o fazem nos restantes dias.

"A política comercial das companhias é a política comercial que nós gostávamos também de perceber um pouco melhor. Apesar de não interferirmos na política comercial, ficamos a pensar que se é possível baixar os preços aos fins de semana, porque é que não será possível fazê-lo nos outros dias", questionou Virgílio Constantino.

O presidente da ANAREC reagia às declarações do ministro da Economia, Vieira da Silva, que admitiu na quarta feira, em entrevista à SIC Notícias, que o preço dos combustíveis em Portugal é "demasiado alto" e que a entidade reguladora vai pedir explicações ao sector.

Considerando que a iniciativa do ministro da Economia "faz todo o sentido", o presidente da ANAREC manifestou, no entanto, "surpresa" pelas declarações de Vieira da Silva.

"Não queríamos deixar passar em claro sem dizer ao senhor ministro que nos surpreende a declaração quando ao preço exagerado dos combustíveis, quando estamos a falar de combustíveis cuja carga fiscal é de 64 por cento relativamente à gasolina e 53 ou 54 por cento quando se trata de gasóleo", afirmou à Lusa. 

O presidente da Associação Nacional dos Revendedores de Combustíveis (ANAREC) admitiu hoje estranhar que algumas empresas baixem os preços dos combustíveis nos fins de semana, questionando os motivos pelos quais não o fazem nos restantes dias.

"A política comercial das companhias é a política comercial que nós gostávamos também de perceber um pouco melhor. Apesar de não interferirmos na política comercial, ficamos a pensar que se é possível baixar os preços aos fins de semana, porque é que não será possível fazê-lo nos outros dias", questionou Virgílio Constantino.

O presidente da ANAREC reagia às declarações do ministro da Economia, Vieira da Silva, que admitiu na quarta feira, em entrevista à SIC Notícias, que o preço dos combustíveis em Portugal é "demasiado alto" e que a entidade reguladora vai pedir explicações ao sector.

Considerando que a iniciativa do ministro da Economia "faz todo o sentido", o presidente da ANAREC manifestou, no entanto, "surpresa" pelas declarações de Vieira da Silva.

"Não queríamos deixar passar em claro sem dizer ao senhor ministro que nos surpreende a declaração quando ao preço exagerado dos combustíveis, quando estamos a falar de combustíveis cuja carga fiscal é de 64 por cento relativamente à gasolina e 53 ou 54 por cento quando se trata de gasóleo", afirmou à Lusa.

 

por Agência Lusa 

in iOnline

publicado por portuga-coruche às 07:20
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Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Gente Valente em Tomar

Gasolineiro de Tomar entrega assaltante à polícia

 

fotoHerói por um dia. Assim se terá sentido Manuel Augusto Cardoso, 41 anos, um dos sócios das bombas de gasolina da SOPOR em Calçadas, na estrada de Coimbra, Tomar. No sábado, 16 de Janeiro, cerca das 19 horas, este tomarense teve sangue-frio suficiente para enfrentar um homem encapuzado e que empunhava uma arma para o roubar. O assaltante, de 49 anos, dirigiu-se ao estabelecimento, encontrando a vítima sozinha no escritório, ao lado das bombas. O meliante exigiu ao gasolineiro todo o dinheiro que este tinha, empurrando-o para uma pequena arrecadação. “Reparei que estava a esconder a arma e pensei para comigo que devia ser falsa. Pensei: ou levo um tiro ou dou cabo dele. E foi o que aconteceu”, contou, acrescentando que foi apenas por impulso que reagiu. “Dei-lhe um murro e a seguir envolvemo-nos numa luta corpo a corpo, onde perdeu logo a arma. Em seguida gritei a pedir ajuda ao dono do café aqui perto que ligou para o 112”, conta. Os dois homens conseguiram imobilizar o assaltante e trancá-lo na casa de banho até que as autoridades, entretanto alertadas, chegassem. Mesmo assim, o assaltante fugiu pela janela e obrigou Manuel Cardoso a correr atrás dele mais alguns metros, até ao quintal do vizinho. “Estive sentado em cima dele até que a polícia chegou”, resume. Manuel Cardoso não sabe se “foi corajoso ou maluco” mas não está arrependido: “Se ele tivesse concretizado o roubo, tinha levado 900 euros”.

 

 

Notícia desenvolvida na próxima edição

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 15:29
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Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Um quarto da negociação do crude está na mão de especuladores

Escalada dos preços não dá tréguas

Um quarto da negociação do crude está na mão de especuladores

Total de contratos abertos ascende a mais de 683 milOs investidores especuladores representam 25 por cento da negociação do mercado de futuros do petróleo de Nova Iorque. O volume de contratos em apostas para a alta do petróleo cresceu 37 por cento em 12 meses.

Segundo avança o «Cinco Días», apesar de a dramática escalada do petróleo ser baseada na sólida oferta e da procura, o que é facto é que a posição dos chamados investidores especuladores não está longe de ser neutra.

 

 

Os dados de mercado de futuros em Nova Iorque (Nymex), a mais importante plataforma para a negociação de petróleo em conjunto com Londres, revelam que as posições longas (ascendentes) abertas líquidas para os investidores não podem exceder 18,8% do volume total este segmento. Em número de contratos em aberto, estas posições aumentaram 36,9% num ano.

Entre os contratos altos e baixos (curto), os especuladores atingem 24,75% da negociação de futuros de crude West Texas, que é utilizado como referência nos Estados Unidos.

Em apenas três anos, o volume de negociação de futuros Nymex petróleo bruto aumentou 89%. Mas é a de que a caminhada para posições especulativas ter registado um aumento de 200%.


O total de contratos abertos pelos especuladores ascende a 683.209, segundo dados do Nymex, citados pelo «Cinco Días». 
 

 

in Agência Financeira 

 

Edíficio que alberga o Nymex (New York Mercantile Exchange), onde assalariados dão asas à imaginação para jogarem o jogo do dinheiro e com isso jogam a vida de milhões. Irresponsáveis aqueles que depois de eleitos aceitam que se joguem as vidas dos seus compatriotas com tanta ligeireza e sem qualquer tipo de nobreza.

publicado por portuga-coruche às 10:00
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Sábado, 24 de Maio de 2008

MaisGasolina ainda não chegou a Coruche

Pessoal! Do que estão à espera, toca a participar.

publicado por portuga-coruche às 14:54
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'Site' diz-lhe onde abastecer o depósito do seu carro por menos dinheiro

 

Por Joana Andrade
 
Dos 774 existentes na base de dados do Mais Gasolina, o Jumbo de Palmela é o posto de abastecimento com a gasolina mais barata. O preço dos combustíveis aumentou 19 vezes desde Janeiro e os condutores estão cada vez mais empenhados em descobrir ‘bombas’ que lhes permitam fazer mais quilómetros por menos dinheiro

 

O Mais Gasolina é uma base de dados interactiva que depende das sugestões dos seus utilizadores, que não param de crescer, assim como o número de visitas do site que disponibiliza os preços actualizados dos combustíveis em vários postos de abastecimento do país.

O site permite de uma forma simples, através da navegação num mapa ou num directório de distritos, concelhos e localidades, encontrar um posto de abastecimento ou comparar preços para encontrar o posto mais barato da sua região.
 

'Site' diz-lhe onde abastecer o depósito do seu carro por menos dinheiro

 
 

O Mais Gasolina depende da cooperação e boa vontade de todos os seus utilizadores e respectiva administração. Os utilizadores registados podem contribuir para o site sugerindo novos postos, actualizando postos já no directório e actualizando os preços dos combustíveis.

Para garantir a veracidade dos dados, os responsáveis pelo site monitorizam as alterações que são efectuadas pelos utilizadores para garantir a actualidade das informações apresentadas.

O acesso é gratuito, as despesas de manutenção são suportadas por publicidade e/ou doações.

joana.andrade@sol.pt

 

in SOL Online

publicado por portuga-coruche às 12:17
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