Quinta-feira, 4 de Novembro de 2010

Manifesto dos economistas aterrorizados

 

 

 

Associação Francesa de Economia Política (AEFP)

Crise e Dívida na Europa:

10 falsas evidências, 22 medidas em debate para sair do impasse



Philippe Askenazy (CNRS, Ecole d'économie de Paris), Thomas Coutrot (Conselho Científico da Attac), André Orléan (CNRS, EHESS, Presidente da AFEP), Henri Sterdyniak (OFCE)

Introdução

A retoma económica mundial, que foi possível graças a uma injecção colossal de fundos públicos no circuito económico (desde os Estados Unidos à China) é frágil, mas real. Apenas um continente continua em retracção, a Europa. Reencontrar o caminho do crescimento económico deixou de ser a sua prioridade política. A Europa decidiu enveredar por outra via, a da luta contra os défices públicos.

"Na União Europeia, estes défices são de facto elevados – 7% em média em 2010 – mas muito inferiores aos 11% dos Estados Unidos. Enquanto alguns estados norte-americanos com um peso económico mais relevante do que a Grécia (como a Califórnia, por exemplo), se encontram numa situação de quase falência, os mercados financeiros decidiram especular com as dívidas soberanas de países europeus, particularmente do Sul. A Europa, de facto, encontra-se aprisionada na sua própria armadilha institucional: os Estados são obrigados a endividar-se nas instituições financeiras privadas que obtêm injecções de liquidez, a baixo custo, do Banco Central Europeu (BCE). Por conseguinte, os mercados têm em seu poder a chave do financiamento dos Estados. Neste contexto, a ausência de solidariedade europeia incentiva a especulação, ao mesmo tempo que as agências de notação apostam na acentuação da desconfiança.

Foi necessário que a agência Moody baixasse a notação da Grécia, a 15 de Junho, para que os dirigentes europeus redescobrissem o termo "irracionalidade", a que tanto recorreram no início da crise do subprime. Da mesma forma que agora se descobre que a Espanha está muito mais ameaçada pela fragilidade do seu modelo de crescimento e do seu sistema bancário do que pela sua dívida pública."

Para "tranquilizar os mercados" foi improvisado um Fundo de Estabilização do euro e lançados, por toda a Europa, planos drásticos – e em regra cegos – de redução das despesas públicas. As primeiras vítimas são os funcionários públicos, como sucede em França, onde a subida dos descontos para as suas pensões corresponderá a uma redução escondida dos seus salários, encontrando-se o seu número a diminuir um pouco por toda a parte, pondo em causa os serviços públicos. Da Holanda a Portugal, passando pela França com a actual reforma das pensões, as prestações sociais estão em vias de ser severamente amputadas. Nos próximos anos, o desemprego e a precariedade do emprego vão seguramente aumentar. Estas medidas são irresponsáveis de um ponto de vista político e social, mas também num plano estritamente económico.

Esta política, que apenas muito provisoriamente acalmou a especulação, teve já consequências extremamente negativas em muitos países europeus, afectando de modo particular a juventude, o mundo do trabalho e as pessoas em situação de maior fragilidade. A longo prazo, esta política reactivará as tensões na Europa e ameaçará por isso a própria construção europeia, que é muito mais do que um projecto económico. Supõe-se que a economia esteja ao serviço da construção de um continente democrático, pacífico e unido. Mas em vez disso, uma espécie de ditadura dos mercados é hoje imposta por toda a parte, particularmente em Portugal, Espanha e Grécia, três países que eram ditaduras no início da década de setenta, ou seja, há apenas quarenta anos.

Quer se interprete como um desejo de "tranquilizar os mercados", por parte de governantes assustados, quer se interprete como um pretexto para impor opções ditadas pela ideologia, a submissão a esta ditadura não é aceitável, uma vez que já demonstrou a sua ineficácia económica e o seu potencial destrutivo no plano político e social. Um verdadeiro debate democrático sobre as escolhas de política económica deve pois ser aberto, em França e na Europa. A maior parte dos economistas que intervém no debate público, fazem-no para justificar ou racionalizar a submissão das políticas às exigências dos mercados financeiros. É certo que, um pouco por toda a parte, os poderes públicos tiveram que improvisar planos keynesianos de relançamento da economia e, por vezes, chegaram inclusive a nacionalizar temporariamente os bancos. Mas eles querem fechar, o mais rapidamente possível, este parêntese. A lógica neoliberal é sempre a única que se reconhece como legítima, apesar dos seus evidentes fracassos. Fundada na hipótese da eficiência dos mercados financeiros, preconiza a redução da despesa pública, a privatização dos serviços públicos, a flexibilização do mercado de trabalho, a liberalização do comércio, dos serviços financeiros e dos mercados de capital, por forma a aumentar a concorrência em todos os domínios e em toda a parte…

Enquanto economistas, aterroriza-nos constatar que estas políticas continuam a estar na ordem do dia e que os seus fundamentos teóricos não sejam postos em causa. Mas os factos trataram de questionar os argumentos utilizados desde há trinta anos para orientar as opções das políticas económicas europeias. A crise pôs a nu o carácter dogmático e infundado da maioria das supostas evidências, repetidas até à saciedade por aqueles que decidem e pelos seus conselheiros. Quer se trate da eficiência e da racionalidade dos mercados financeiros, da necessidade de cortar nas despesas para reduzir a dívida pública, quer se trate de reforçar o "pacto de estabilidade", é imperioso questionar estas falsas evidências e mostrar a pluralidade de opções possíveis em matéria de política económica. Outras escolhas são possíveis e desejáveis, com a condição de libertar, desde já, o garrote imposto pela indústria financeira às políticas públicas.

Procedemos de seguida a uma apresentação crítica de dez postulados que continuam a inspirar, dia após dia, as decisões dos poderes públicos em toda a Europa, apesar dos lancinantes desmentidos que a crise financeira e as suas consequências nos revelam. Trata-se de falsas evidências, que inspiram medidas injustas e ineficazes, perante as quais expomos vinte e duas contrapropostas para debate. Cada uma delas não reúne necessariamente a concordância unânime dos signatários deste manifesto, mas deverão ser levadas a sério, caso se pretenda resgatar a Europa do impasse em que neste momento se encontra.



Falsa evidência n.º 1:

 
OS MERCADOS FINANCEIROS SÃO EFICIENTES



 

Falsa evidência n.º 2:


OS MERCADOS FINANCEIROS FAVORECEM O CRESCIMENTO ECONÓMICO



Falsa evidência n.º 3:


OS MERCADOS SÃO BONS JUIZES DO GRAU DE SOLVÊNCIA DOS ESTADOS




Falsa evidência n.º 4:


A SUBIDA ESPECTACULAR DAS DÍVIDAS PÚBLICAS É O RESULTADO DE UM EXCESSO DE DESPESAS

 



Falsa evidência n.º 5:


É PRECISO REDUZIR AS DESPESAS PARA DIMINUIR A DÍVIDA PÚBLICA


Falsa evidência n.º 6:


A DÍVIDA PÚBLICA TRANSFERE O CUSTO DOS NOSSOS EXCESSOS PARA OS NOSSOS NETOS




Falsa evidência n.º 7:


É PRECISO ASSEGURAR A ESTABILIDADE DOS MERCADOS FINANCEIROS PARA PODER FINANCIAR A DÍVIDA PÚBLICA


Falsa evidência n.º 8:


A UNIÃO EUROPEIA DEFENDE O MODELO SOCIAL EUROPEU

 

Falsa evidência n.º 9:


O EURO É UM ESCUDO DE PROTECÇÃO CONTRA A CRISE


Falsa evidência n.º 10:


A CRISE GREGA PERIMITIU FINALMENTE AVANÇAR PARA UM GOVERNO ECONÓMICO E UMA VERDADEIRA SOLIDARIEDADE EUROPEIA

 

 


Conclusão
DEBATER A POLÍTICA ECONÓMICA, TRAÇAR CAMINHOS PARA REFUNDAR A UNIÃO EUROPEIA





O original encontra-se em

http://www.assoeconomiepolitique.org/IMG/article_PDF/article_a140.pdf ;


a versão em português em http://passos-perdidos.blogspot.com/ . Tradução de Nuno Serra; revisão de João Rodrigues.

 

 in Resistir.info

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010

Mulher considerada morta acorda 14 horas depois

Filhos recusaram-se a desligar os aparelhos

Uma mulher declarada “muito provavelmente morta” por um médico, acordou 14 horas depois num hospital em Bordéus, em França, depois de os filhos se terem recusado a desligar os aparelhos. A equipa médica garantiu que não havia mais nada a fazer e seria impossível salvá-la.

 

 

Por:R. P.

 

Lydia Paillard, 60 anos, estava a ser preparada para uma sessão de quimioterapia, quando supostamente morreu, de acordo com Yves Noel, director do hospital Rive Droite, de Bourdéus.

Os médicos conseguiram ressuscitá-la e coloram-na num respirador artificial. Contudo chegaram à conclusão que a paciente estava “muito provavelmente morta”.

"Eles queriam que assinássemos uma autorização para desligar a máquina que a ajudava a respirar. Se o fizéssemos, seria a sua sentença de morte", afirma Sébastien Paillard, um dos filhos da paciente.

Por insistência da família, a mulher foi transferida de ambulância para o Hospital Universitário de Bordéus. Fez vários exames, dos quais uma tomografia, que não revelaram  morte do cérebro, confirmou o director da clínica. Catoreze horas depois Lydia despertou.

A paciente disse que não se ter apercebido da situação e que os três filhos foram provavelmente os mais afectados com o incidente.

O hospital Rive Droite vai propor uma reunião com os médicos para falar da falta de comunicação.

 

in Correio da Manhã

 

 

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Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

Ciganos: Sarkozy e Durão com discussão “muito violenta”

Francês diz que “Comissão feriu a França”

 

O primeiro-ministro búlgaro, Boyko Borissov, disse esta quinta-feira a um grupo de jornalistas que os presidentes francês, Nicolas Sarkozy, e da Comissão Europeia, Durão Barroso, tiveram uma discussão "muito violenta" a propósito da expulsão de ciganos.

 

 

 

"Houve uma discussão muito violenta entre o presidente da Comissão e o Presidente francês" sobre a questão dos ciganos, disse Borissov, citado  pela agência AFP.   

A primeira abordagem do assunto terá acontecido durante a reunião da  manhã, com Sarkozy a afirmar que "a Comissão feriu a França". Mas a discussão, segundo o relato da AFP, terá acontecido ao almoço, com o chefe de Estado francês a retomar a questão das duras críticas feitas esta semana pela comissária para a Justiça, Viviane Reding, à política francesa de expulsão de ciganos.  

José Manuel Durão Barroso terá respondido vigorosamente a defender o Eecutivo europeu.  

Na terça-feira, Reding afirmou, a propósito da política de expulsões francesa que já afecou milhares de pessoas de etnia cigana, que "esta é uma situação não esperava voltar a ver na Europa depois da II Guerra Mundial". 

A comissária ameaçou ainda abrir um processo de infracção contra a França. 

A questão dos ciganos não estava na agenda da cimeira dos chefes de  Estado e de Governo da União Europeia, mas acabou por marcar a reunião. 

SARKOZY DESMENTE

O presidente francês desmentiu, entretanto, qualquer discussão com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, sobre a expulsão de ciganos e disse aos jornalistas que "não houve gritaria".

Na conferência de imprensa que deu no final da cimeira de Bruxelas, Sarkozy afirmou que manteve a calma durante a reunião: "Conheço bem Barroso e tenho estima por ele. Apoiei a sua escolha para presidente da Comissão e gostei que se tenha demarcado das expressões excessivas da sua vice-presidente", disse.

"Mas, sou o Chefe de Estado francês, não posso deixar que insultem o meu país", acrescentou Sarkozy.

 

in Correio da Manhã

 

 

publicado por portuga-coruche às 22:14
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Quarta-feira, 15 de Setembro de 2010

Sarkozy aconselha comissária a acolher comunidade cigana no Luxemburgo

 

 

"Se os luxemburgueses quiserem ficar com os ciganos, não tenho nada a dizer", atirou Sarkozy, espicaçado por comparações entre a resolução francesa de limpar o território de ilegais e a solução final gizada pelo Regime Nazi durante a II Guerra. A ideia foi passada aos seus senadores após a comissária Viviane Reding anunciar um procedimento contra Paris por violação da legislação comunitária, ao expulsar cidadãos da Roménia. Ora, Reding é luxemburguesa.

 

Depois de uma passividade que colocava Bruxelas em situação incómoda, bem como a própria ideia da União Europeia, com os princípios de livre circulação de pessoas e bens, a comissária da Justiça e Direitos Fundamentais Viviane Reding anunciou esta terça-feira que iria recomendar a abertura de um procedimento de infracção contra a França.

 

Reding arrasa desta forma as justificações francesas de que a ordem de expulsão aos ciganos se enquadravam numa acção dirigida a qualquer pessoa em situação irregular no país. Trata-se aliás de um argumento que cai por terra depois de conhecido o documento emanado do próprio Ministério francês do Interior que industriava as forças policiais a darem prioridade à procura de acampamentos ciganos.

O documento foi depois anulado e substituído por instruções novas, mas isso não impediu que Viviane Reding se lançasse ao ideário inicial: "Acreditava que a Europa não seria novamente testemunha deste tipo de situação depois da Segunda Guerra Mundial", lamentou, numa clara alusão às prerrogativas da "Solução Final" lançada pelo Regime Nazi.

 

A comissária foi de imediato atacada por este paralelismo: "É escandaloso que a Europa se expresse desta forma sobre o que faz a França", atirou o próprio Nicolas Sarkozy, de acordo com o testemunho de um senador francês que participou num almoço com o Presidente para discutir a crise aberta entre paris e Bruxelas.

 

Anteriormente, já o secretário de Estado para os Assuntos Europeus considerara que a comissária europeia estava a entrar por caminhos pouco aconselháveis para os quais não tinha paciência.

 

"Dinheiro e um bilhete de avião para o país de origem da UE não é comparável a um campo de morte", defendeu Pierre Lellouche, acrescentando que "não é esta a forma correcta de se dirigir a um grande Estado".

 

Já hoje, no que está a ser uma sucessão de episódios que colocam sérias dúvidas sobre a consolidação dos princípios da União, o próprio Presidente da comissão, Durão Barroso, veio assegurar que Viviane Reding "não quis estabelecer qualquer paralelo entre os que se passou na segunda Guerra Mundial e o período actual".

 

A entrada de Barroso na contenda não impediria que Sarkozy lançasse o desafio à comissária: "A comissária europeia vive no Luxemburgo, que é próximo da França, ficaríamos muito contentes se o Luxemburgo pudesse também acolher alguns ciganos", reproduziu um dos senadores presentes no encontro.

 

A ideia não agrada para já aos governantes luxemburgueses e o ministro dos Negócios Estrangeiros apressou-se a esclarecer que Reding "não falou enquanto cidadã do Luxemburgo mas como comissária da Justiça".

 

A apoiar Sarkozy, a Liga do Norte, partido italiano de carácter marcadamente xenófobo, considera "formidável que a comissária venha indignar-se contra a França que, seguindo o bom exemplo da Itália, decidiu pôr ordem na situação contra a presença incómoda dos ciganos".

Com ironia, Mário Borghezio, chefe da delegação do partido no Parlamento Europeu, deixou a pergunta. "Quantos ciganos acolhe o Luxemburgo?".

 

in RTP

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 21:57
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França explica-se à ONU

França se defende na ONU das críticas pela deportação de ciganos

 

GENEBRA - O governo da França se defendeu nesta segunda-feira, 13, perante a Organização das Nações Unidas (ONU) das críticas por seu tratamento a ciganos da Romênia e Bulgária e pelas deportações em massa, assegurando que as medidas adotadas "estão estritamente inseridas no respeito às leis francesas e da legislação europeia".

 

"As autoridades francesas nunca estigmatizaram pessoas pertencentes a uma minoria em função de sua origem. Não há um 'problema cigano', mas cidadãos europeus mais desfavorecidos que outros, que têm dificuldades de inserção e que merecem atenção particular", afirmou o embaixador francês na ONU em Genebra, Jean-Baptiste Mattei.

 

O diplomata respondeu assim ao anterior discurso da alta comissária de Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, diante do Conselho. Ela disse que a atual política da França para o retorno dos ciganos, inclusive o desmonte de seus assentamentos e as deportações coletivas, "só tende a exacerbar o estigma dos ciganos e a pobreza extrema em que vivem".

 

O embaixador francês assegurou, no entanto, que "as medidas que foram adotadas estão estritamente inseridas no respeito às leis da República Francesa e da legislação europeia". "As instalações que foram desmontadas eram ilegais e seu desmantelamento foi feito sob a base de decisões adotadas com total independência pelo Poder Judiciário", insistiu.

 

Mattei afirmou ainda que, "a fim de responder ao estado de extrema precariedade econômica que caracteriza a maioria destas pessoas, entre elas cidadãos búlgaros e romenos que se declaram de origem cigana, foi proposto a cada um o benefício de uma ajuda de retorno humanitário, ou seja, uma ajuda para a reinstalação em seu país de origem".

 

O embaixador disse que as autoridades francesas estão convencidas da necessidade de realizar uma política para promover a integração social e econômica dos ciganos. "Nesse espírito, trabalhamos com os países de origem e outras nações da União Europeia".

 

in O Estadão

 

O Blogger Filomeno, sugere-nos a leitura de alguns textos sobre o impacto que esta situação está a ter em Espanha, nomeadamente um interessante texto que aparece no blog "¿Que pasa con...":

 

Sarko estoy contigo.

Medio mundo anda soliviantado con las repatriaciones realizadas por el gobierno francés, se echan las manos a la cabeza tratando al Presidente Sarkozy de racista.

A ver yo pienso que racismo seria cuando se expulsara a alguien de un país, por motivo del color de su piel, etnia o religión. Pero cuando estos sujetos expulsados llegan a un país con la sola idea en mente de vivir del sistema proteccionista y sus ayudas, nunca con la de trabajar pagar impuestos y colaborar con el mantenimiento de este sistema de bienestar.

Dicho esto si a los tres meses el gobierno ve que estos individuos viven en campamentos aislados generando solo gastos, veo justo que les digan, amigos a chupar del bote a vuestro país. Tanto derecho tienen los inmigrantes de intentar vivir del momio en este caso de Francia, como el gobierno francés mandarlos a sus respectivos países y más cuando la mayoría de ellos vive de la delincuencia.

Hace poco aquí en España salió un reportaje sobre el metro de Madrid y en él se veían bandas de rumanos, que solo se dedicaban a el robo, llevando algunos más de trescientas detenciones, ole tus cojones Sarkozy . De todas maneras siempre les queda a estos individuos venirse a vivir a Disneylandia, aquí se acepta todo, y si la Seguridad Social se va a la mierda es igual, como echamos de menos en España un Sarkozy que defendiera los derechos de los españoles y no los de los extranjeros.
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Terça-feira, 22 de Junho de 2010

Vai um pulmãozinho?

Chegou a cozinhá-los com cebola e azeite

Preso come pulmões de parceiro de cela

Caso lembra assassino de 'O Silêncio dos Inocentes' vivido por Anthony Hopkins

O caso está a chocar a França e lembra as piores memórias cinéfilas de 'Hannibal Lecter', personagem celebrizada por Anthony Hopkins em 'O Silêncio dos Inocentes': um prisioneiro, condenado a perpétua, matou o companheiro de cela e comeu-lhe os pulmões.

Por:R.P.V.

 

 

O criminoso, já apelidado de ‘canibal’, explicou às autoridades que o fez porque a vítima “lhe dirigiu um olhar violento”. Nicolas Cocaign, de 38 anos, assumiu a culpa do acto e disse que tinha problemas com o parceiro na disputa pela casa-de-banho e na partilha do papel higiénico.

O incidente ocorreu em Janeiro de 2007, na prisão da cidade de Rouen, mas as conclusões judiciais só agora foram conhecidas. De acordo com o ‘Daily Mail’, os dois presos começaram a lutar até que Cocaign atacou o companheiro de cela com tesouras e o sufocou com um saco, tendo depois comido os seus pulmões. O homicida referiu também que “estava curioso para saber ao que sabia” a vítima.

Segundo as autoridades, Cocaign terá ainda cozinhado partes do corpo do cadáver com cebola, azeite, sal e pimenta, recorrendo a um fogão de campismo que os reclusos eram autorizados a ter na prisão.

O crime violento foi testemunhado por um terceiro preso: David Lagrue, de 36 anos, que tentou separar os dois homens. Trautamatizado pelo episódio, acabou por se suicidar em Novembro de 2009.

O advogado de defesa de Cocaign alegou que os seu cliente sofre de “problemas psicológicos extremos” e que o seu lugar devia ser num instituto psiquiátrico.

 

 

in Correio d Manhã

 

 

publicado por portuga-coruche às 20:24
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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

Pardon, mon ami! Qu'est-ce qui se passe? Na pas papier hygiénique?

Polémica estala

Homem limpa rabo a bandeira francesa

 

A imagem está a irritar os franceses e já levou a ministra da Justiça, Michelle Alliot-Marie, a pedir que os responsáveis pela imagem sejam alvo de um processo: um homem surge numa fotografia a limpar o rabo à bandeira de França.

A imagem que está na ordem do dia surgiu num concurso em Nice no passado mês de Março e venceu na categoria de “politicamente incorrecta”. Vários veteranos de guerra, de acordo com o ‘Daily Mail’, pronunciaram-se entretanto contra a obra, que teve de ser retirada da exposição. Mas da fama já não se livra: o Governo já veio dizer que um símbolo de França não pode ser usado com este fim e promete agir.

No entanto, as autoridades de Nice consideram que a imagem não compromete a lei.

 

in Correio da Manhã

 

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:25
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