Quinta-feira, 3 de Junho de 2010

Homens escravos para as vinhas de La Rioja

 Autoridades continuam a investigar outras ramificações do crime de sequestro e tráfico de pessoas entre Portugal e Espanha.

Um jovem viseense de 20 anos viveu o horror. Habituado a ser recrutado para ir às "campanhas" agrícolas a Espanha, viu-se, de repente, refém. Aliciado a trabalhar nas vinhas de La Rioja, ficou sem documentos e quando quis regressar a Portugal viu-se em apuros. Conseguiu fugir desta armadilha de exploração laboral.

Com esta denúncia de tráfico de pessoas entre Portugal e Espanha, as autoridades iniciaram uma investigação que culminou, agora, na detenção de um suspeito de sequestro e tráfico humano.

O homem, de 40 anos, residente na zona de Sátão (Viseu), depois de ter sido presente a primeiro interrogatório judicial, ficou com obrigação de se apresentar bissemanalmente à polícia local. Ao suspeito, que passa longas temporadas fora do nosso país, foram apreendidas, pela Directoria do Centro da PJ, algumas armas de fogo e munições de vários calibres. A polícia está no encalço de uma suposta rede que pratica este tipo de crime. "O alvo são pessoas influenciáveis", diz fonte da PJ. Para os trabalhos forçados são aliciados homens de todas as idades, obrigados a viver em Espanha em condições muito precárias.

 

in Diário de Notícias

 

 

 

Gostava de saber porque é que estes criminosos continuam a ter protecção. Devia-se divulgar e não proteger a cara de um "angriador" de escravos.  As medidas de coacção também são leves demais para quem tem tão vil comportamento.... Uma "justiça" que não serve a sociedade deve ser reformada para bem de ambos.

 

 

publicado por portuga-coruche às 18:29
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Terça-feira, 16 de Março de 2010

“Iam para trabalhar e caíram no inferno”

 

 

Correio da Manhã 
Dois homens, genro e sogro, estão acusados de terem escravizado três pessoas numa quinta em Logroño

Guarda: Genro e sogro escravizaram pelo menos três portugueses em Espanha

Foram aliciados com um "bom ordenado, com direito a alojamento e comida", mas quando chegaram à quinta agrícola, em Logroño, Espanha, os operários depararam com um inferno: trabalhavam de sol a sol sem nada receber, alimentavam-se mal e dormiam em condições miseráveis. A Polícia Judiciária da Guarda remeteu o processo ao Ministério Público e acusa dois homens, de 33 e 48 anos – genro e sogro –, de sequestro, tráfico de pessoas e escravatura.

 

Segundo o que o CM apurou, a PJ apenas identificou três pessoas que terão sido escravizadas pelos dois homens, mas suspeita da existência de mais vítimas. As investigações iniciaram-se em Agosto de 2009, após a denúncia de um homem, de 27 anos, que teria sido levado contra a sua vontade para trabalhar numa quinta agrícola de Logroño, na capital da província de La Rioja, em Espanha.

Após algum trabalho de campo e informações recolhidas junto das autoridades espanholas, a PJ conseguiu localizar os dois suspeitos e aperceber-se das "condições infra-humanas" a que os operários portugueses estiveram sujeitos. "Os três trabalharam na apanha da fruta durante quatro meses e não receberam. Comiam mal e dormiam em barracões ou numa carrinha abandonada na quinta. Caíram num inferno", descreveu ao CM fonte policial. Além disso ficaram sem documentos e eram ameaçados no caso de tentativa de fuga.

Após várias tentativas falhadas, as vítimas – o jovem da Guarda e um casal de Mangualde – conseguiram fugir e apresentaram queixa às autoridades.

Nos últimos seis meses, a PJ concluiu a investigação de três casos de escravatura em Espanha. O mais grave foi o de oito operários que durante dois anos trabalharam sem nada receber e de noite eram acorrentados. "Fui para sair da pobreza e encontrei uma vida de animal. Espancaram-me várias vezes porque quis fugir", contou ao CM uma das vítimas.

PORMENORES

Suspeitos à solta

Os dois suspeitos aguardam julgamento em liberdade, com termo de identidade e residência.

64 libertados

Em Novembro último, a Guardia Civil de Navarra soltou 64 portugueses que foram escravizados por 10 cidadãos lusos.




 

Luís Oliveira
 
in Correio da Manhã
 
A falta de meios das autoridades de Portugal e Espanha para agir mais rapidamente e resolver estas situações exemplarmente e de vez está mais que comprovada. Quando falo em meios não é só recursos, tecnologia e pessoas ! Refiro-me aos meios legais. Como é possível que dois criminosos conhecidos por escravizar pessoas estejam em liberdade com termo de identidade e residência? Pessoas com uma moral assim, com uma personalidade virada para o tratamento dos outros como se fossem animais, que não dão valor à vida humana nem respeitam a liberdade .....

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Escravizado quatro meses

O suspeito de 29 anos é residente em Espanha e foi ouvido no TIC
 

Espanha: Jovem de 18 anos submetido a trabalhos forçados e agressões

Escravizado quatro meses

O suspeito de 29 anos é residente em Espanha e foi ouvido no TICDurante quatro meses, um jovem de apenas 18 anos foi escravizado em Espanha por um homem que o sequestrou numa rua do Porto, em Agosto de 2008. Anteontem, a Polícia Judiciária deteve o suspeito, de 29 anos, residente em Espanha, mas depois de ouvido no primeiro interrogatório judicial ficou em liberdade, sujeito ao termo de identidade e residência.

 

Após ser sujeito a um vasto rol de sevícias – sendo que o suspeito o agrediu por diversas vezes –, o jovem conseguiu fugir da zona de Logroño, onde tinha também sido submetido a exploração laboral, maioritariamente em campos agrícolas. Regressou ao Porto em Novembro do ano passado.

Recentemente, o detido voltou a Portugal para, segundo o CM apurou, reencontrar o jovem e voltar a levá-lo para Espanha. Todavia, a PJ fora alertada para a presença do sequestrador junto da vítima e montou-lhe um cerco que acabou na sua captura. O suspeito é descrito como alguém com um "profundo desprezo e desrespeito pela dignidade humana", tendo feito proveito da "vulnerabilidade psicológica e sócio-cultural" da vítima.

PORMENORES

VÁRIOS TRABALHOS

O jovem foi obrigado a submeter-se a trabalhos em obras de construção civil e num parque de diversões.

ROTATIVIDADE

Durante os quatro meses, a vítima foi viajando e trabalhando temporariamente em várias cidades espanholas.

CRIMES

O suspeito está indiciado pelos crimes de tráfico de pessoas, escravidão e sequestro.

Liliana Rodrigues/ João Carlos Malta
 
in Correio da Manhã

 

Curioso! no caso do Pastor aconteceu a mesma coisa ! O raptor voltou impunemente várias vezes para levar o escravizado. Como se tivesse mentalizado uma posse.

Saiu em liberdade ?! Nem sabemos o nome nem existe foto ? Onde está a dignidade desta "justiça" ?

 

Novidades neste caso, vem agora do DN que avança com mais pormenores, aqui vai a notícia:

Jovem sequestrado e vítima de escravidão em Espanha

por ALFREDO TEIXEIRA

 

A Polícia Judiciária (PJ) deteve um homem, de 29 anos, de etnia cigana e de nacionalidade espanhola, suspeito do crime de tráfico de pessoas, escravidão e sequestro. A vítima, um jovem de 18 anos foi levado para Espanha, obrigado a trabalhar e privado da liberdade.

O crime ocorreu entre Agosto e Novembro do ano passado. O jovem, residente no Bairro de Francos, no Porto, foi abordado na rua, tendo-lhe sido prometida uma oferta de emprego em Espanha. Na região de Logroño foi submetido a exploração laboral. Ajudou na construção da casa do detido, andou a recolher papel pelas ruas e trabalhou em recintos de diversão.

O detido foi capturado no Porto quando se preparava para resgatar de novo a vítima.

 

 
in DN
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Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Quem escraviza não merece liberdade

Cativeiro do pastor Luís durou dez longos anos

Após denúncia, Polícia Judiciária da Guarda identificou suspeito e resgatou vítima em Sernancelhe
 

Um pastor, de 58 anos, passou os últimos dez sequestrado e escravizado numa exploração agrícola em Sernancelhe. Há dois meses fugiu para Fornos de Algodres. No último fim-de-semana, o patrão foi lá buscá-lo à força. A PJ resgatou-o.

No passado domingo, quando levava a cesta com o almoço ao pastor que, há cerca de dois meses, lhe guardava o gado, José Gomes, agricultor em Fuinhas, Fornos de Algodres, sobressaltou-se: o homem tinha desaparecido e as ovelhas andavam tresmalhadas.

A denúncia do caso às autoridades, por parte do empresário agrícola, levou a Polícia Judiciária (PJ) da Guarda a entrar imediatamente em acção. No mesmo dia, o pastor Luís Carlos Vaz Marques acabaria por ser resgatado em Sernancelhe, na quinta onde viveu alegadamente escravizado nos últimos 10 anos.

O proprietário foi detido sob suspeita da autoria de crimes de escravidão e sequestro. Sujeito a um primeiro interrogatório judicial, viu ser-lhe aplicada a medida de coacção mais leve: a obrigação de apresentações periódicas às autoridades até à data do julgamento.

A equipa de investigação refere, no mesmo comunicado, com base nos elementos de prova recolhidos, que o detido "explorou a força do trabalho da vítima durante vários anos, mantendo-a permanentemente sob ameaça e em condições humanamente degradantes, numa sua propriedade agrícola, sem lhe pagar qualquer salário ou recompensa".

Ontem, em declarações ao "Jornal de Notícias", o pastor Luís Marques, que na última terça-feira regressou à quinta de Fuinhas, em Fornos de Algodres, lembrou o "inferno" que passou em Sernancelhe.

"Batiam-me com um pau nas costas. Chegaram a cortar-me um dedo com uma forquilha e partiram-me a cabeça três vezes. Era um boneco nas mãos daquela gente", revela o homem que não aprendeu a ler e a escrever. E que só agora soube, pelas autoridades, que tem 58 anos de idade.

"Ao fim de cada mês, quando chegava o vale da minha reforma, iam comigo levantar o dinheiro a Sernancelhe. Mas no regresso à quinta, mal entrava no carro, ficava logo sem ele. Nem sei quanto era. O patrão dizia que metia o dinheiro no banco e por conta dele dava-me um maço de cigarros de vez em quando", desabafa o pastor.

Há dois meses, após várias tentativas frustradas de fuga para a terra natal, em Cortiçô, Fornos de Algodres, onde o patrão de Sernancelhe o ia sempre buscar "à força", Luís Marques conseguiu finalmente escapar à vigilância.

"Fugi da quinta às três da madrugada e caminhei sem parar durante várias horas. Ao meio-dia, cheguei a Fuinhas", relata, eufórico.

A primeira coisa que fez foi bater à porta de um antigo patrão. "Ele gostava de ajudar-me, mas não tinha vaga para mim. Por outro lado, as pessoas também tinham receio de dar-me trabalho, porque o outro [o antigo patrão] vinha sempre buscar-me", lembra.

Apesar do medo dos agricultores, a vítima acabou por encontrar guarida na casa de José Gomes. "Pediu-me se podia ficar para guardar as ovelhas a troco de comida, cama e roupa lavada. Tem trabalhado bem, e sinto-me satisfeito por o ter comigo", confessou.

O que se passou no domingo é alvo de todas a críticas. "Soube que vieram aí dois homens, com uma carrinha, e levaram o pastor à força. Caçaram-no como se fosse um coelho. Fiquei indignado e comuniquei o caso às autoridades. Ninguém tem o direito de privar um homem da sua liberdade", conclui José Gomes.

 

 TERESA CARDOSO

 

in JN

 

Quem escraviza não merece liberdade. Algo está mal na justiça e tem que mudar. Não está só mal o poder judicial mas quem lho dá e promove, assim como as leis que os regem.

 

publicado por portuga-coruche às 09:17
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Sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Entraram 20 crianças em Portugal para serem escravas ou prostitutas

 
São crianças e adolescentes entre os 11 e os 17 anos, vendidas como mercadoria. Uma menina de seis anos para trabalho escravo e outra de 13 para prostituição são apenas alguns exemplos do relatório da APAV

De acordo com um relatório da APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), há registo de 20 menores vítimas de tráfico nos últimos sete anos, escreve o 24 Horas.

Entre os casos está de uma menina africana de seis anos que veio para Portugal porque os pais ficaram convencidos, através de um intermediário, que «a família portuguesa que a iria acolher lhe ia dar educação», explicou ao 24 Horas Carla Amaral, gestora de unidade de apoio a vítimas imigrantes.

«A menina tinha comida e dormida mas trabalhava à borla para a família portuguesa e nem sequer foi inscrita na escola». A criança viveu como escrava dos seis aos 14 anos, até que a dona de um minimercado denunciou a situação por achar estranho ver a menina fazer compras para a família e não estar na escola.

Outro caso é o de uma adolescente de 13 anos vinda do Leste europeu que foi convencida por um namorado mais velho a vir trabalhar para Portugal. Quando chegou, não foi o namorado que a foi buscar, mas sim outra pessoa. Passou dois anos em ambiente de cativeiro sexual até um cliente se apaixonar por ela e mudar-lhe o destino. O cliente denunciou a situação e a jovem foi libertada com 15 anos.  

 

SOL

publicado por portuga-coruche às 09:57
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Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Escravos oito anos em Espanha

DAVID MANDIM e JOANA DE BELÉM

 

Vítimas escolhidas por serem frágeis e nem família terem
Oito anos sequestrados numa exploração agrícola espanhola, sem receberem absolutamente nada pelo trabalho, constantemente ameaçados de morte e até alvo de violações. Este casal é um dos exemplos de cidadãos portugueses vítimas de uma associação criminosa -constituída por famílias de etnia cigana - que promovia a escravatura e o tráfico de pessoas e foi agora desmantelada pelas autoridades portuguesas e espanholas.

No âmbito das investigações foram já apuradas 51 pessoas que passaram por este inferno, embora a Polícia Judiciária (PJ) do Porto aponte para um número aproximado de 150 vítimas. Um dos casos mais graves refere-se a duas mulheres e dois homens. Angariados em 1997 e 1998 com a promessa de contratos de trabalho remunerados, descanso semanal e outras regalias, como alimentação e alojamento, foram colocados em situação de cativeiro laboral e sexual em Lacena de Jalon, Saragoça.

As mulheres eram violadas pelos angariadores e alimentavam-se muitas vezes de restos de comida. Sempre sob ameaças e agressões consumadas, durante oito anos.

Fugiram em Outubro de 2005 e regressaram a Portugal. O pesadelo parecia terminado até que foram localizados, em Maio de 2006, pelos referidos indivíduos de etnia cigana. Um novo sequestro foi inviabilizado por populares, mas em Outubro de 2006 foram novamente abordados pelas famílias ciganas. Conseguiram fugir e acabaram por denunciar o caso às autoridades.

Esta situação é apenas uma entre muitas outras levadas a cabo por aquele grupo de famílias agora indiciadas por crimes de associação criminosa, escravidão e sequestro, tráfico de pessoas e branqueamento de capitais.

Segundo apurou o DN junto de fonte ligada à investigação, as vítimas eram levadas a situações "no limite do humanamente suportável". Eram normalmente indivíduos (na sua maioria homens) com grandes fragilidades, quer psicológicas, quer psíquicas ou económicas, muitas vezes sem familiares directos e com problemas de droga e álcool, que acreditavam ter arranjado um emprego quando eram abordados na rua.

Depois, nos campos agrícolas de Espanha, começava o tormento. Os angariadores ficavam com o dinheiro pago pelos empregadores, de forma a que as vítimas, sem documentação e sem dinheiro, não conseguissem fugir.

A libertação só era obtida pela fuga, como foi o caso de dois portugueses que, em Dezembro de 2005, partiram de livre vontade para Abalos, em La Rioja. Viveram sob agressões permanentes, sem pagamento e com vigilância constante, até que fugiram, em Janeiro de 2006,mesmo sem nada receber. Contaram depois à polícia que um dos arguidos, um cigano espanhol com cadastro, exibia com frequência uma arma de 9 mm.

Outra das vítimas foi angariada em Janeiro de 2006, com a promessa de trabalhar oito horas por dia, a receber 600 euros por mês. Foi parar a Arguedas, Navarra, e logo percebeu o engodo. Dormia com a porta trancada, era obrigada a fazer as necessidade fisiológicas na mata e tomava banho apenas uma vez por semana e com água do rio. Sem documentação pessoal, fugiu em Abril de 2006.

Outros três indivíduos denunciaram às autoridades terem sido angariados por três dos arguidos em Agosto de 2004 para a actividade agrícola em Espanha. Combinaram condições laborais, remunerações e tarefas, incluindo horário de trabalho e descanso semanal. Quando chegaram a Rincon de Soto, La Rioja, viram ser-lhes negado o contrato de trabalho e foram colocados num barracão com animais. Ali dormiam, sempre com a porta trancada. Sob apertada vigilância, eram obrigados a trabalhar 13 horas por dia até que conseguiram finalmente fugir, em Novembro de 2004.
in DN online
publicado por portuga-coruche às 10:31
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Detidos por escravizar portugueses

Por: Redacção/ASS

Rede levava para Espanha cidadãos alcoólicos ou toxicodependentes para serem explorados

 

A PJ deteve seis homens e uma mulher suspeitos de envolvimento na prática dos crimes de associação criminosa, sequestro, escravidão e branqueamento de capitais entre outros ilícitos, anunciou esta quarta-feira, no Porto, fonte policial, noticia a Lusa.

 

As sete detenções resultam de uma operação realizada, estas segunda e terça-feira, em Trás-os-Montes e Alto Douro e na região Centro, no âmbito de uma investigação a uma rede de angariação de mão-de-obra ilegal.

Esta rede visava levar cidadãos nacionais em situação vulnerável, nomeadamente casos de alcoolismo e toxicodependência, para Espanha, onde o seu trabalho era explorado em condições semelhantes à da escravidão.

Esta operação vem na sequência de uma outra, decorrida em execução de mandados de detenção emitidos pelo Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto (DIAP/Porto), por solicitação da PJ, que levou à detenção em Espanha de dezanove indivíduos de ambos os sexos, suspeitos de integrarem a mesma associação criminosa.

Estas detenções foram levadas a cabo pelo Cuerpo Nacional de Policia e pela Guardia Civil nas regiões de La Rioja, Navarra, Catalunha e Alava, sob a direcção da Fiscalía de Logroño.

Dos sete detidos em território português, dois já foram presentes à autoridade judicial, que determinou a medida de coacção de prisão preventiva, aguardando-se a decisão quanto aos cinco restantes.

Quanto aos detidos em território espanhol, deverão ser entregues às autoridades portuguesas logo que sejam cumpridos os preceitos legais indispensáveis.

 

in IOL Diário

 

"Homens", "Mulheres" !? porque não dizem a etnia (cigana)? Esta situação tem acontecido várias vezes e tem sido sempre homens e mulheres da referida etnia a cometer este crime ?! Hipocrisia política.

Isto não é xenofobia. É destacar um elemento importante em toda esta questão. Só por referir uma etnia não se mete em causa todos os elementos da etnia. Agora se os elementos que cometem um crime são todos de uma certa etnia, e se esse crime já foi cometido várias vezes e sempre por elementos de uma certa etnia, isso é importante. Ou não é ?

publicado por portuga-coruche às 09:27
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