Terça-feira, 17 de Novembro de 2009

Homem epiléptico aguarda por ambulância há quase uma hora nos Restauradores

Um homem epiléptico que se sentiu mal junto aos Restauradores, em Lisboa, cerca das 12h15, aguardava três quartos de hora depois por uma ambulância, disse à agência Lusa fonte da PSP
 

«O indivíduo sentiu-se mal e caiu no chão. Só nos disse que era epiléptico. Nós ligámos para o INEM e passaram a chamada para os Bombeiros Sapadores de Lisboa, porque não era muito urgente. Nos bombeiros disseram que não há ambulâncias disponíveis para o socorrer», explicou fonte policial.

«O homem continua deitado no chão a sentir-se mal», adiantou a mesma fonte.

Contactados pela Lusa, fonte do Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa confirmou, cerca das 12h50, que não estavam disponíveis quaisquer ambulâncias dos bombeiros voluntários para ir socorrer o indivíduo.

Segundo o agente da PSP, os Bombeiros aconselharam a vítima a «descansar no local» e seguir para um hospital sozinho.

Fonte dos Bombeiros Sapadores esclareceu que foi dada indicação para que o indivíduo aguarde pela disponibilidade da ambulância.

Às 13h, a vítima continuava deitada no local a ser assistida por dois civis «com uma resma de papel a levantar-lhe a cabeça», contou fonte da PSP.

A Lusa tentou contactar o INEM que não estava disponível.

 

Lusa / SOL

 

Afinal não é só em Coruche! Como se pode entender facilmente os meios tem um limite. Se não se investir no socorro, quando é necessário não aparece. É triste, mas é a verdade. Se não se gastar dinheiro não se tem nem ambulâncias nem equipamentos nem condutores, etc. Aposto que nunca faltará viaturas e suporte ás comitivas políticas em campanha eleitoral.

publicado por portuga-coruche às 15:10
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Domingo, 11 de Outubro de 2009

Maioria dos bombeiros agredidos no exercício das funções desiste de apresentar queixa

Agressores acabam muitas vezes por pedir desculpas que são aceites pelos soldados da paz

Soldados da Paz são por vezes alvo de agressões, mas raramente os casos chegam à barra dos tribunais.
 

A maioria dos bombeiros das corporações da nossa região que são alvo de agressões durante o exercício das suas funções opta por desistir mais tarde da queixa judicial inviabilizando que os agressores sejam punidos. Nos últimos dois anos ocorreram diversas situações de agressões a bombeiros em Tomar, Abrantes, Almeirim e Alverca do Ribatejo mas segundo conseguimos apurar apenas dois destes episódios (Pego e Almeirim) vão seguir para a barra dos tribunais.

Os dois socorristas dos Bombeiros Voluntários de Alverca do Ribatejo, que foram agredidos na manhã de 17 de Outubro de 2008, quando tentaram evitar o suicídio de um homem que ameaçava atirar-se a um poço desistiram de accionar queixa. Dília Coelho e Paulo Martins sofreram hematomas, equimoses e traumatismos. Foram assistidos no hospital de Vila Franca de Xira e tiveram alta horas depois. Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários de Alverca do Ribatejo, Alberto Fernandes, na altura foi formalizada acusação às autoridades mas mais tarde, e após o pedido de desculpas do agressor, os operacionais optaram por não apresentar queixa.

O presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Santarém, Adelino Gomes, confirmou a O MIRANTE que a maioria dos bombeiros que são alvo de agressões acaba por desculpar os agressores uma vez que entende que estes actos são praticados numa situação em que os ânimos se encontram exaltados. “Os bombeiros sabem que as pessoas não praticam estes actos por maldade e quase todos pedem desculpa mais tarde, presencialmente ou por escrito, que acabam por ser aceites”, aponta o responsável. De acordo com Adelino Gomes apenas os casos de agressões mais graves, que envolvem internamento hospitalar e acarretam custos conhecem desenvolvimentos judiciais.

Como é o caso de agressões cometidas contra três socorristas dos Bombeiros Municipais de Abrantes, a 1 de Janeiro de 2009. Os três Soldados da Paz deslocaram-se ao Pego na ambulância do INEM para socorrer um homem que estava caído junto à EN 118. Dois homens que estavam no local agrediram os socorristas com murros e pontapés alegando que o socorro tinha demorado muito tempo a chegar. A ambulância foi danificada com pedras e ficou com um vidro partido. A Câmara de Abrantes deliberou apresentar queixa junto do Ministério Público.

Já os elementos da mesma corporação que foram agredidos a 18 de Abril de 2008 em Vale de Rãs pelos familiares de um idoso que acabou por falecer a caminho do Hospital de Abrantes, optaram por desistir da queixa mesmo depois da autarquia ter manifestado a sua intenção de actuar junto do Ministério Público.

Procedimento igual tiveram os dois bombeiros que foram agredidos em Tomar, na madrugada de 5 de Dezembro de 2008, quando combatiam um fogo no bairro do Flecheiro em Tomar e que provocou a morte de um dos moradores de uma barraca. Apesar de prestarem declarações na polícia nenhum deles quis avançar com queixa, nestes casos em concreto por temerem sofrer mais represálias.

Final diferente vai ter o caso que se registou em Julho em Paço dos Negros, freguesia de Fazendas de Almeirim, durante uma prova de supercross. Elementos da corporação que estavam de serviço na iniciativa, foram alvo de agressões e injúrias. A situação ocorreu quase no final da iniciativa, quando um elemento de uma equipa pretendeu entrar à força no posto médico onde estava a ser assistido um piloto. Segundo apurámos, o caso vai mesmo ser julgado no Tribunal de Almeirim.

Recorde-se que o Governo aprovou a 3 de Setembro um decreto que pretende reforçar o patrocínio judiciário por parte do Estado aos bombeiros ofendidos ou agredidos no âmbito do exercício das suas funções profissionais. A medida foi anunciada no final do Conselho de Ministros, pelo titular da pasta da Presidência, Pedro Silva Pereira, que referiu que esse auxílio judiciário aplica-se aos processos judiciais em que os bombeiros sejam demandados ou demandantes.

 

Recorde-se que o Governo aprovou a 3 de Setembro um decreto que pretende reforçar o patrocínio judiciário por parte do Estado aos bombeiros ofendidos ou agredidos no âmbito do exercício das suas funções profissionais.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 20:17
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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

PSP pede que as pessoas se queixem quando não são atendidas pelo 112

O comando distrital de Santarém da PSP solicita às pessoas que não obtenham resposta quando ligam o número nacional de emergência que exponham por escrito o sucedido, para se averiguar se existiram falhas técnicas ou humanas. A posição da polícia, responsável pela central de socorro na área do distrito de Santarém, surge depois de terem aparecido mais queixas de cidadãos que não foram atendidos quando ligaram para o 112.

Depois de um caso ocorrido no dia 13 de Setembro em Coruche, surgiu mais uma queixa de uma situação ocorrida em Benfica do Ribatejo, concelho de Almeirim. O tesoureiro da Junta de Freguesia de Almeirim, Manuel Consciência, que sofre de diabetes, estava a trabalhar numa propriedade agrícola que possui em Benfica do Ribatejo quando se sentiu mal. Foram feitas chamada para o 112 mas ninguém atendeu.

Manuel Consciência acabou por ser transportado para o Serviço de Atendimento Permanente do Centro de Saúde de Benavente, onde foi assistido. Regressou pouco tempo depois a casa. Mas a situação podia ter tido consequências graves, até porque a capacidade de se salvar uma pessoa está em grande parte na rapidez do socorro.

A PSP continua sem saber o que se passa. Até porque, conforme noticiámos na edição da semana passada, a central de 112 que serve o distrito de Santarém não tem sistema automático de registo de chamadas nem equipamento de gravação dos telefonemas que permita saber como foram atendidas as pessoas e qual o encaminhamento dado às situações.

O aparelho que fazia estas gravações avariou há algum tempo, mas nunca mais foi substituído. O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Instituto Nacional de Emergência Médica, em Lisboa, e que serve o distrito de Santarém, tem um equipamento de gravação que permite avaliar a qualidade do serviço prestado.

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 19 de Setembro de 2008

Central do 112 no distrito não tem sistemas para controlar as chamadas

A central do número de emergência 112 no distrito de Santarém, que funciona na PSP de Santarém, não tem nenhum sistema que permita controlar as chamadas de socorro. A Polícia chegou a ter um equipamento de gravação das chamadas que permitia avaliar o tempo de espera, a duração dos telefonemas e a conversação, mas este avariou e nunca foi reparado nem substituído. E não existe outro mecanismo para registar as chamadas automaticamente através de sistema informático.

Os sistemas de gravação ou registo de chamadas são importantes para identificar problemas que possam ocorrer desde o recebimento da chamada ao reencaminhamento para as entidades que prestam o socorro: Centro Distrital de Operações de Socorro, Instituto Nacional de Emergência Médica, postos da PSP e da GNR. No CODU - Centro de Orientação de Doentes Urgentes em Lisboa, que abrange a área do distrito de Santarém, todas as chamadas são gravadas.

Desta forma não é possível determinar o que se passou no sábado, dia 13 de Setembro, com uma chamada de socorro que alegadamente demorou mais de 15 minutos a ser atendida. O caso ocorreu por volta da hora de almoço no restaurante de Márcia Borda D’Água, em Coruche, quando uma cliente se sentiu mal e precisou de assistência. Segundo a mesma fonte, foram feitas várias chamadas para o 112 que não foram atendidas.

Com a cliente desmaiada no chão do restaurante há cerca de 15 minutos, uma pessoa resolveu ir a correr ao quartel dos Bombeiros Municipais de Coruche pedir socorro. A corporação enviou uma ambulância para o local e quando esta acabava de chegar ao restaurante é que numa das muitas tentativas a chamada foi atendida.

A cliente foi transportada na ambulância ao centro de saúde da vila onde lhe foi diagnosticada uma quebra de tensão arterial. “Felizmente não foi uma situação grave, mas podia ser”, realça Márcia Borda D’Água inconformada com o tempo que se esperou pelo socorro. As chamadas podem até ter caído noutra central do 112, por exemplo em Leiria ou Lisboa. Mas sem o sistema de gravação de chamadas não é possível saber se quem atendeu o telefone, segundo diz Márcia praticamente ao fim de 20 minutos, estava na central de Santarém.

 

in O MIrante online

publicado por portuga-coruche às 17:14
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