Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

GNR de Abrantes deteve indivíduo com grande quantidade de droga

 

 

A GNR de Abrantes deteve na sexta-feira, 14 de Janeiro, um indivíduo de 27 anos que tinha na posse de 190 gramas de heroína e 147 gramas de cocaína.

Além dos estupefacientes, o suspeito transportava consigo mais de 21 mil euros em dinheiro, 100 francos suíços, vários objectos em ouro, dois telemóveis e um computador portátil, artigos que foram apreendidos pelos militares.

O detido foi interceptado por volta das 15 horas, pela Equipa de Intervenção da GNR de Abrantes, ao volante de um BMW topo de gama, e não possui carta de condução, tendo a viatura sido também apreendida.

O homem, de etnia cigana e residente no problemático bairro de Vale das Rãs, Abrantes, andava já a ser investigado no âmbito de um inquérito em curso por tráfico de estupefacientes.

“Pensamos ter conseguido travar um dos principais abastecedores do mercado da cidade e dos arredores”, disse ao nosso jornal fonte do Comando da GNR de Santarém, tendo em conta “a quantidade apreendida, pois 337 gramas é um número elevado em relação ao que costumamos apanhar nesta zona”.

O detido foi presente no sábado de manhã ao Tribunal Judicial de Abrantes, tendo o juiz determinado que deve aguardar julgamento em prisão preventiva, no Estabelecimento Prisional de Torres Novas.

 

Por João Nuno Pepino

in O Ribatejo

 

 

 

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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010

‘Inclusão social das comunidades ciganas’: “Continuamos de costas voltadas”

Portugal continua de costas voltadas para a única minoria que existe no país. Esta é a conclusão que a investigadora Maria José Casa-Nova, que estuda a comunidade cigana, lançou no seminário sobre ‘Inclusão social das comunidades ciganas’, que decorreu durante a manhã de ontem na Universidade do Minho.

Inserido na visita de dois dias ao distrito do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), o seminário serviu ainda para a apresentação dos projectos ‘Recria’, ‘Vamos construir pontes’ e para falar da experiência do Programa Escolhas em Braga.

As pessoas da comunidade cigana, que é originária da Índia, são consideradas como “os estranhos próximos que se pretende manter socialmente distantes”, referiu a investigadora. Perante este cenário, para Maria José Casa-Nova é preciso desenvolver processos de “desexclusão”, porque pode haver pobreza sem exclusão social e exclusão social sem pobreza, que é o caso das comunidades ciganas”.

Na sociedade de hoje pretende--se que as pessoas de etnia cigana frequentem a escola com bom sucesso, mas mantendo a sua cultura. Por isso, “o trabalho de inclusão da diferença passa pelo papel de políticas sociais e educativas públicas, das escolas, da habitação, do mercado de trabalho, das instituições pertencentes à sociedade maioritariamente e dos técnicos que trabalham próximos desta comunidade, da mediação intercultural e o papel do estudo de contextos sociogeográficos mais inclusivos da diferença”.

Mas o papel dos sujeitos-actores pertencentes aos dois grupos socioculturais e o trabalho do conhecimento intercultural e de construção da relação não
hierarquizada também são importantes.

“Bairros étnicos dão razão à exclusão social”

Já em tempo de debate, o presidente da BragaHabit, João Nogueira, lançou algumas questões pertinentes. “O português não é xenófobo nem racista e até procura estabelecer laços. Ao contrário já é mais difícil”, atirou aquele responsável, lembrando que “são mais racistas no interior da comunidade cigana do que os portugueses em relação a eles”. E deixou a pergunta no ar: “a nível de arrendamento da habitação, a lei do país não se sobrepõe à lei da comunidade cigana?”.

Uma professora, por sua vez, lamentou o facto de alguns professores, que estão em escolas onde há crianças de etnia cigana e que foram lá colocados por supostamente serem mais sensíveis e capazes de lidar com esta realidade, serem “preconceituosos”. Edeixou o repto aos estudantes, futuros professores: “quando chegarem à escola mudem. Vê-se muita coisa feia na sala dos professores. A escola tem um papel importantíssimo nesta área”.

A investigadora Maria José Casa-Nova, sobre a questão dos bairros sociais, referiu que “é uma política errada”. E justificou: “os bairros construídos para as etnias minoritárias dão razão à exclusão social. Bairros étnicos nunca e em Braga temos o exemplo do bairro do Picoto, onde 100% dos habitantes são de etnia cigana e isso é lamentável”.

Inclusão social para além dos projectos

O trabalho de inclusão social demora muito tempo, por isso, o que falta é continuar os projectos e encontrar um fio condutor. Esta é a conclusão da visita de dois dias da alta comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural, Rosário Farmhouse, ao distrito de Braga.
Esta foi a primeira actividade do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) no Norte.

“O nosso objectivo é pôr em prática o princípio da proximidade, encurtar distâncias para responder e conhecer melhor, mas também levar algumas preocupações e alegrias, que durante esta estadia têm sido muitas”, começou por frisar a alta comissária. E acrescentou: “temos que dar maior continuidade ao trabalho que vamos fazer. É um intercâmbio de energia. Vimos trazer algum apoio no que for necessário, mas também incentivar aquilo que vai sendo feito e que aqui é feito de forma muito interessante e positiva. Talvez com pouca visibilidade”.

“Caminho longo que se tem que fazer em conjunto”

Durante os dois dias, Rosário Farmhouse, viu in locco “boas práticas de inclusão social nas comunidades ciganas, mas também nas comunidades de imigrantes. E há exemplos de escolas, turmas e associações que têm feito a diferença na vida destas pessoas”.

A alta comissária foi peremptória: “Braga está no bom caminho. Tive oportunidade de visitar uma turma de Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF), e vi jovens com sonhos de futuro e a trabalhar para isso. Acabaram por perceber que a escola não é uma ameaça à sua identidade mas uma ferramenta para o futuro e até para melhor defenderem a sua identidade”.

E a responsável pelo ACIDI foi mais longe: “temos um caminho longo a percorrer e que tem que ser feito em conjunto, num equilíbrio entre os direitos e os deveres. Com muita persistência de parte a parte certamente muitos frutos virão e já se vão vendo alguns aqui no distrito de Braga”.

 

autor Patrícia Sousa

in Correio do Minho

 

 

O problema destes "estudiosos" é que caem de "para-quedas nesta realidade" e depois tiram da cartola umas conclusões "brilhantes"......

 

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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010

INSEGURANÇA EM ABRANTES - Intervenção pública de Fernando António Dias Correia

Recebi por mail, a seguinte mensagem que transcrevo. Foi apresentada na Assembleia Municipal pelo Mestre Fernando Correia deficiente auditivo instrutor, professor de Judo e osteopata conhecido por toda a cidade, um homem com coragem.
Eu tenho filhos que saiem à noite com os amigos e também já tiveram destes problemas (sem consequências, felizmente). Apoio e subscrevo tudo o que foi dito.

Neste BLOG pode saber-se mais sobre o Mestre Fernando Correia

"Caríssimos Abrantinos:
Senhora Presidente da Câmara, Senhores Vereadores:
Senhor Presidente da Assembleia Municipal:
Sua Excelência,
Sr. Ministro do Governo, aqui presente,
Dr. Jorge Lacão:

_____________________________________________________
O Terror instalou-se em Abrantes:

Devo dizer que como surdo-profundo, não me foi fácil perceber a realidade do que se passa nesta cidade, antes de ter mergulhado nela.

Enquanto todos sabem e comentam, as necessidades especiais de comunicação que tenho, que obrigam o interlocutor a escrever num papelinho a sua comunicação, eu pouco sabia…

… até que o meu filho Hugo foi vitima de espancamento, ameaças de morte, extorsão, destruições nos seus bares e perseguição constante para entregar uma mala com dinheiro e um carro…

Não tenho nada contra os ciganos, porque sei que os há bem formados, com licenciaturas e uma vida normal de trabalho, e com boa integração na vida social.

Acontece que, em Vale de Rãs, Abrantes, existe uma comunidade cigana que alberga um grupo de criminosos que aterroriza toda a cidade.

Pois foram estes que cercaram o meu filho, junto de um dos seus bares, cerca de 15 a 20 delinquentes, exibindo armas, e lhe bateram, e… pasme-se… até o avisaram de que se contasse ao pai, eu que estou aqui presente, quase com 65 anos de idade," lhe cortavam as orelhas e o matavam"…

Pois o terror instalado na mente do meu filho foi tal que, nada me contou, saindo da cidade, em férias antecipadas, levando a esposa, sem nada lhe dizer.

Vim a saber o que se passava por uma senhora da cidade que ouviu falar e me contou.

Procurei o meu filho, já ele estava em casa; e notei nele um olhar tal que parecia saído do fundo de um poço.

Disse-me que não me queria contar o pormenor de me cortarem as orelhas, mas para eu ter cuidado.

Devo dizer que, no fim da tarde do dia seguinte, numa situação muito perigosa, pois nem a Policia lá vai, fui ao bairro dos ciganos e mandei chamar o chefe do bando, conhecido por Calão; e o Chefe do clã, conhecido por Chico-Cigano; e lhes disse que não se metessem mais com o meu filho, pois qualquer assunto, seja o que for, de futuro, é tratado comigo e não com ele. Se querem problemas, não se metam com ele; metam-se comigo. Pois se se meterem com ele, estão a meter-se comigo e é comigo que qualquer assunto desta natureza tem de ser tratado.

Eu, que já tive 4 Car-Jacking na forma tentada; e, há 5 semanas, uma tentativa de um 5º Car-Jacking; para além me ver na contingência de atacar um gang de 5 ou 6 elementos, que na noite de Lisboa espancava um taxista, libertando este; desarmado mas não desautorizado, pois o bando fugiu…

Eu que tenho a idade com que o meu pai morreu, tenho de superar a Policia.. e quantas vezes… fui a Policia, nesta cidade e noutras em que tive mesmo de salvar a Policia…

…consegui parar a violência sobre o meu filho, mas não a violência que crassa na cidade.

A violência, com mortes, assaltos, roubos, extorsões e espancamentos por motivos fúteis e pura diversão, são uma constante.
Por ora, não há militares, sejam Soldados, Sargentos ou Oficiais a sentirem-se seguros numa visita à cidade de Abrantes.

Mesmo em grupos numerosos, os militares, são provocados, intimidados, ameaçados, e espancados, perante numerosas armas apontadas.

O 2º CMDT dos Páras de Tomar, consta que também foi espancado na cidade de Abrantes.

Policia, Bombeiros, pessoal do INEM, vários empresários da cidade, seguranças e vários cidadãos já foram vítimas de espancamentos, alguns praticamente até o estado de coma.
É óbvio que a Câmara Municipal de Abrantes, se veja preocupada com o possível encerramento do Parque Urbano de São Lourenço, a saída de famílias que já foram vitimas deste grupo, o encerramento de discotecas, e a exclusão da cidade como meio acolhedor para viver, investir e visitar.
Há que tomar medidas.

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Propostas:

Levantamento exaustivo de todas as situações, mesmo que passado que seja o prazo para apresentação legal de queixas.
Reunião com os Comandos Militares da Região, para obter um levantamento exaustivo de todos os casos ocorridos, mesmo que sem participação.
Avançar com uma proposta de estado de sítio…

…e pedir ao Governo uma intervenção militar em força, que controle todos os movimentos suspeitos e faça detenções para revistas.
Possível cerco ao bairro onde se acoita o grupo, com uma duração indeterminada de meses e controle de entradas e saídas.
Rusgas minuciosas para encontrar a droga e as armas que traficam e frequentemente exibem; sem nunca serem encontradas pelos GOES.
Escutas a pessoas chave, mas insuspeitas, que podem estar transmitindo informações confidenciais a estes marginais.
Trabalho comunitário obrigatório para quem goza de subsídios de inserção social mas nada faz nem sequer se inscreve no Centro de Emprego.
Controle apertado de todas as situações de gozo deste subsídio.
E que mais?

Arranjem uma sala e um grupo de pessoas interessadas em receber formação para, caso se vejam envolvidas, saberem lidar com estas situações, pois o problema é o medo que se instalou e torna as pessoas ainda mais vulneráveis.
Eu serei o Líder dessa formação.

E que mais? Ficamos por aqui?
Cabe uma palavra ao poder executivo!

Em força, já!...

_____________________________________________________
Assembleia Municipal de Abrantes - 27/09/2010 - Intervenção pública de
Fernando António Dias Correia

 

in Blog "Abrantes e não só"

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Insegurança em Abrantes denunciada na assembleia municipal

Cidadão entrega carta a Jorge Lacão onde relata caso de violência de que foi vítima um filho

 

 

Oposição exige das autoridades medidas que salvaguardem a segurança de pessoas e bens.

 

 

A denúncia da insegurança que se tem sentido em Abrantes ganhou novo rosto na última sessão da assembleia municipal quando um habitante da cidade reforçou as queixas que alguns políticos e residentes já vinham fazendo há algum tempo. Fernando Correia entregou ao presidente da assembleia municipal, o também ministro Jorge Lacão, um texto onde conta na primeira pessoa uma situação exemplificativa da violência a que foi sujeito um familiar.

Segundo escreve o cidadão abrantino, o seu filho foi “vítima de espancamento, ameaças de morte, extorsão, destruições nos seus bares e perseguição constante para entregar uma mala com dinheiro e um carro”. As agressões e ameaças, refere, dizem ter partido de indivíduos de etnia cigana que habitam numa comunidade em Vale de Rãs.

Fernando Correia, que é praticante de judo, soube que quando o seu filho foi agredido recebeu o aviso de nada contar ao pai, caso contrário “lhe cortavam as orelhas e o matavam”. O que o levou a dirigir-se ao bairro onde vive a comunidade e a pedir que não se metessem mais com o filho. “Se querem problemas, não se metam com ele, metam-se comigo. Pois se se meterem com ele estão a meter-se comigo e é comigo que qualquer assunto desta natureza tem de ser tratado”, escreve no texto que já foi amplamente difundido via Internet.

O munícipe garante que não toma a parte pelo todo e assegura nada ter contra os ciganos, dando conta que a violência por parte desse grupo restrito já atingiu polícias, bombeiros, pessoal do INEM, empresários da cidade, seguranças e vários cidadãos, “alguns praticamente até ao estado de coma”.

Na mesma sessão da assembleia municipal, a bancada do PSD disse que “é uma vergonha que os poderes públicos consintam que os abrantinos continuem a ser vítimas, anos a fio e cada vez com maior gravidade, de esquemas de extorsão, através de coação e intimidação física”.

“De facto, ninguém consegue compreender a passividade com que a câmara assiste ao lavrar do incêndio pela cidade, sem um gesto público de indignação e sem ser capaz de liderar a comunidade abrantina que clama pelo direito de viver em paz e em segurança. Para mais, quando o presidente da assembleia municipal é um dos ministros com mais peso político no actual Governo”, realça o PSD.

A eleita do CDS Matilde Lino Netto também tomou posição. “Segurança não é ter de a pagar a estes indivíduos que nos vêm extorquir dinheiro e vender a sua própria segurança para não partir tudo. Segurança é esperar que as autoridades que são pagas com o dinheiro dos nossos impostos nos protejam e que possam efectivamente fazê-lo”, afirmou a deputada municipal acrescentando que “a venda de todos os tipos de droga é feita livremente e à descarada” e que os traficantes “se exibem em carros de alta cilindrada.

 

PSP e presidente da câmara desvalorizam

O sub-comissário Jorge Soares, responsável pelas relações públicas do Comando Distrital da PSP, diz que em termos de ocorrências não têm registado nada de anormal, adiantando que o procedimento criminal depende de queixa. O oficial afirma que a esquadra de Abrantes tem os meios considerados suficientes.

Recorde-se que a presidente da Câmara de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque (PS), em declarações ao nosso jornal (ver edição de 30 de Setembro), referiu que tudo não passa de alguma especulação que está a ser feita em torno de casos pontuais. “Temos que manter algum distanciamento e contribuir para que o trabalho da PSP possa ser mais eficaz”, considera.

Em reacção aos vereadores do PSD, que exigiram que a Câmara de Abrantes tomasse medidas para que “a paz pública e a segurança retornem à cidade”, Maria do Céu Albuquerque respondeu assim: “Gostava de desmistificar esta questão porque as questões de insegurança em Abrantes são idênticas ao que se passa em outros concelhos. São casos pontuais, perfeitamente identificados e os dados que temos não nos permitem dizer que temos insegurança em Abrantes”.

 

in O Mirante

 

 

 

 

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Ourivesaria assaltada no centro comercial CoimbraShopping

Escrito por José João Ribeiro  

 

 

Roubo, efectuado ao início da tarde por um homem e duas mulheres, passou despercebido aos imensos clientes

Três indivíduos de etnia cigana assaltaram ontem, cerca da 14h30, a ourivesaria “Ouro Vivo”, localizada junto a uma das entradas do centro comercial CoimbraShopping.
O “trio” de assaltantes, que se fazia transportar num automóvel, era constituído por duas mulheres e um homem que terão usado da máxima discrição e rapidez para concretizar o roubo, segundo testemunhos que recolhemos junto de responsáveis e funcionários de algumas lojas daquele centro comercial. «Foi um “flash”», comentou uma funcionária de uma das lojas vizinhas, ao relatar a rapidez com que os assaltantes actuaram, enquanto outra nos garantia nem se ter apercebido de qualquer movimentação anormal – só a chegada de elementos da PSP permitiu deduzir que algo se passara no local.
O assalto à ourivesaria, que fica localizada no rés-do-chão, em frente à entrada para o hipermercado Continente, ocorreu numa altura em que havia muitas pessoas dentro do centro comercial, o que indicia algum à vontade dos larápios. O Diário Coimbra falou com uma responsável da ourivesaria, que recusou prestar quaisquer esclarecimentos sobre o assalto, nomeadamente sobre o montante roubado. Ainda assim, soube-se que, para além do susto das funcionárias, os assaltantes não terão recorrido a violência. Também não foi possível falar com o responsável pelo CoimbraShopping, apesar das tentativas efectuadas. A Polícia Judiciária não prestou igualmente quaisquer esclarecimentos sobre o assunto, tal como a PSP

 

in Diário de Coimbra

 

 

 

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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Deixem os alemães mandar deixem ......

Alemanha

"Gordos devem pagar imposto extra"

Os gordos devem pagar um imposto para compensar as despesas de saúde resultantes de sua excessiva massa corporal, afirmou um deputado alemão em entrevista publicada esta quinta-feira.

 

"É preciso discutir se os imensos custos resultantes, por exemplo, de uma alimentação excessiva devem ser assumidos a longo prazo pelo sistema de saúde", afirmou ao jornal "Bild" o deputado Marco Wanderwitz, do Partido Democrata-Cristão (CDU), da chanceler Angela Merkel.

"Eu considero razoável que quem tem voluntariamente uma vida pouco saudável deve assumir a responsabilidade financeira da mesma", acrescentou Wanderwitz, de 34 anos.

 

in Económico

 

Porque não os mais velhos? ou as crianças? Os doentes crónicos? Os deficientes?

Querem uma sociedade mais saudável retirem impostos e promovam os alimentos mais saudaveis ao mesmo tempo que penalizam os menos saudáveis com gorduras trans, etc...

As frutas e o peixe são carissimos enquanto as batatas e as massas, alimentos pobres em nutrientes e ricos em hidratos de carbono são baratos.

Porque é que no peixe se chega a triplicar o seu preço do pescador ao consumidor, nalgumas vezes muito mais? As carnes mais magras ou saúdáveis também são mais caras.

A fruta e legumes também poderiam - por serem a base de uma alimentação saudável - ser promovidos e acessiveis a toda a gente.

 

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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

CE e AMI continuam a ignorar a realidade

Ciganos: Marginalizados e pouco ativos numa sociedade que não lhes dá voz - Amnistia Internacional Portugal

 

Lisboa, 07 abr (Lusa) - Os ciganos em Portugal continuam a ser marginalizados nos serviços públicos e sem uma habitação condigna ou acesso a um emprego: participam pouco na identificação e resolução dos seus problemas perante uma sociedade que não lhes dá voz e os discrimina.

O alerta é deixado à agência Lusa pela secção portuguesa da Amnistia Internacional no dia em que a organização não governamental de defesa dos direitos humanos apela à União Europeia e aos seus Estados-membros para que "tomem iniciativas concretas para acabar com o ciclo de discriminação, exclusão e pobreza da etnia cigana".

O apelo surge na véspera da II Cimeira Europeia para a Inclusão do Povo Cigano, que se realiza na cidade espanhola de Córdova, e na sequência de um relatório da organização que denuncia os "desalojamentos forçados" e a "dificuldade de acesso à habitação" de ciganos na Bulgária, na Grécia, na Itália, na Roménia e na Sérvia.

Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

 

 

in Diário de Notícias

 

 

CE pede aos 27 que usem fundos para integração de ciganos
 


A Comissão Europeia pede aos Estados-Membros, num relatório hoje apresentado, que utilizem os fundos da UE para a integração social e económica da etnia cigana, a maior minoria na União Europeia e que continua a enfrentar a discrimininação.

 

A mobilização dos fundos estruturais, incluindo o Fundo Social Europeu - que no total representam quase metade do orçamento da UE --, é uma das medidas traçadas pelo executivo comunitário para apoiar a inclusão dos ciganos.

 

Na comunicação política hoje adotada, o executivo comunitário propõe ainda a tomada em consideração das questões relacionadas com esta comunidade em todos os domínios políticos relevantes ao nível nacional e da UE, como o emprego, o desenvolvimento urbano, a saúde pública e o alargamento da UE, bem como o aproveitamento do seu potencial para apoiar o crescimento inclusivo como elemento da estratégia para a Europa 2020.

 

Diário Digital / Lusa

 

 

 

Discriminação contra ciganos está a aumentar

 

Conselho da Europa recomenda a Portugal medidas de combate à discriminação da comunidade cigana, que tem maiores dificuldades de acesso à habitação, emprego, bens e serviços e educação das crianças.

A situação das comunidades ciganas em Portugal tem-se agravado nos últimos anos, assumindo contornos particularmente preocupantes no acesso à habitação, emprego, bens e serviços.

A conclusão consta de um relatório elaborado pela Comissão Europeia contra o Racismo e a Intolerância (ECRI), um orgão do Conselho da Europa para o combate ao racismo, xenofobia, anti-semitismo e intolerância.

Apresentado hoje, quinta-feira, em Lisboa, por Fernando Ramos, membro da ECRI para Portugal, o relatório recomenda "vivamente" às autoridades portuguesas que, no que diz respeito à habitação, "se debrucem sobre as comunidades que vivem em situações precárias, para as realojar de maneira adequada".

Outra recomendação é no sentido de serem investigadas as alegações de "comportamentos abusivos", como os "despejos arbitrários", e "tomadas as medidas necessárias para pôr fim a estas situações".

O relatório recomenda também a Portugal que ajude a comunidade cigana a encontrar emprego, proibindo condutas discriminatórias dos empregadores, que combata a discriminação no acesso a locais públicos, bens e serviços, defendendo a punição nos casos em que tal se verifique.

O acesso das crianças ciganas à educação é outra das preocupações, uma vez que a taxa de abandono escolar é "muito elevada".

O relatório reporta casos de "reacções hostis" dos pais de outras crianças que recusam a partilha do mesmo espaço escolar dos seus filhos com alunos de etnia cigana.

Assim, aquele órgão do Conselho da Europa exorta as autoridades portuguesas a intensificar a frequência dos ciganos na escola, em particular raparigas, e a promover a cultura cigana junto de professores e alunos.

No que respeita aos alegados abusos das autoridades, Portugal deve deixar claro que não são toleráveis palavras de racismo contra estes cidadãos e deve "implementar meios de diálogo inter-cultural".

A ECRI "exorta as autoridades a assegurar que as alegações de maus-tratos contra ciganos sejam objecto de investigação aprofundada e os autores levados a responder perante a Justiça".

Segundo o mesmo responsável, apesar de já terem sido tomadas algumas medidas positivas, ainda "são muito insuficientes".

 

in Jornal Notícias

 

Alguns comentários que podem ser consultados nas notícias acima referidas e que considero de interessante leitura:

 

Nuno F.

Eles querem lá saber da nossa sociedade!? É certo e sabido que eles são e sempre serão uma sociedade alternativa e são eles que não permitem a inserção. São um povo racista, prepotente, dedicado na sua maioria ao tráfico e ao furto/roubo, extremamente conflituosos, falsos e interesseiros. Conseguem com a imagem de coitadinhos que lhes sejam atribuídos subsídios e habitações para depois se passearem em carros de gama alta comprados com dinheiros provenientes sabe-se lá de onde. Coitadinhos é de nós trabalhadores que rebentamos as costas a trabalhar para sustentar parasitas. O modelo de governação socialista merece aplausos. Para sanguessugas há sempre apoio, independentemente de quem sejam. Quem faz pela vida que se lixe e pague toda a vida

 

 

Raiuga

 Ai, agora os ciganos é que são vitimas de discriminação??? poupem-me!! eles fazem o que querem, ameaçam todos, uma verdadeira vergonha. ha 2 semanas atrás, no serviço onde trabalho, entrou um cigana para ser internada. as 23h. a essa hora nao sao permitidas visitas, como é óbvio. o cigano (o pobre discriminado) começou aos pontapés à porta (por sorte não foi a mim). e ameaçou uma auxiliar "Vais levar uma facada!!" chamámos a policia. 20' dp la estava de novo o cigano a tocar a campainha do nosso serviço... pah n me gozem mas é. eles não vivem de acordo com as regras da sociedade, tem direito a habitação, nao pagam taxas moderadoras... é uma festa. julgam-se mais q os outros, ameaçam toda a gente, e toda gente tem medo.

 

Magaly, Porto

E que tal se os ciganos fizessem alguma coisa para se integrarem na sociedade em que vivem? Quando os emigrantes vão para outros países têm que respeitar as leis desses mesmos países e não o contário, não é assim?

 

Mario Machado, Régua

Na Régua há uma grande comunidade cigana, nenhum trabalha mas todos têm casa com tv cabo.Eles andam na rua com os cães de raça perigosa, sem carta, sem vistoria e seguro.A G.N.R não lhes faz nada têm medo.No bairro verde onde habitam há tiros mas a GNR não faz rusgas.Recebem o RSI porque mandam os filhos para a escola.Ainda aqui há dias um cigano do 5º ano esfaqueou um colega na mão (levou 20 pontos) A escola abafou o caso.Os ciganos podem existir mas longe.Não cumprem com as leis porque as autoridades deixam-nos ao deus dará, não se querem chatear.Deve ser a unica raça que só tira ao estado e não contribui para o desenvolvimento do nosso País.Nós portugueses somos uns cobardes

 

Maria

São discriminados nas escolas? Pois são. Quantas vezes eu não vi, na escola onde andei, pessoas a serem frequentemente ameaçadas e roubadas por ciganos sob armas brancas? Quantas vezes não fui perseguida por eles no meu caminho de casa para a escola e vice versa pois tinha que passar obrigatoriamente em frente ao seu "bairro". Fui agredida por uma criança de 5 ou 6 anos sem justificação nenhuma, simplesmente ia pra casa no meu caminho e tive a infeliz sorte de passar ao seu lado..e o que fizeram os pais?? NADA! O que fez a GNR logo em frente?? NADA. Se querem ser bem tratados tem que fazer por isso..

 

 

morador do cerco

Este senhor ( fernando ramos), diz que se devem realojar de maneira adequada esta etnia??? Só pode estar a brincar!!! Vejam as casas novas que lhes deram, eu vou repetir NOVAS, no bairro do cerco e na cooperativa do ilhéu. Passado pouco tempo ficaram como as barracas do tarrafal.E depois ainda diz " despejos arbitrários", ò senhor fernando a C.M. Porto, só despejou os traficantes de droga e armas, isso são conversas da treta.Essas pessoas não sabem viver em sociedade, perguntem a quem sobrevive ao lado desses A******.

 

Anónimo

Os ciganos são vítimas deles próprios! Querem ser tratados como seres civilizados comecem por comportar-se como tal. E antes de lhes serem atribuídos mais benefícios podem começar por cumprir as obrigações que qualquer outro cidadão também tem e cumpre. Como por exemplo pagar os impostos, os filhos frequentarem o ensino obrigatório, etc. Mas acima de tudo se querem respeito respeitem se querem igualdade tratem com igualdade se querem direitos cumpram com as obrigações!

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Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Homem foi esfaqueado por um grupo de quatro indivíduos de etnia cigana

Espinho: Pescador esfaqueado em rixa

 

Homem foi esfaqueado por um grupo de quatro indivíduos de etnia cigana, no Bairro Piscatório de Espinho. O bairro está a “ferro e fogo”

 

Uma rixa entre vizinhos do mesmo bairro, na cidade de Espinho, deixou um pescador de 47 anos, residente em Silvalde, coberto de sangue nas areias da praia. Ao que o Diário de Aveiro apurou, Adão Sousa Cardoso encontrava-se à conversa com uns amigos numa esquina, junto ao Café “Zé Grande”, quando o grupo de quatro indivíduos de etnia cigana passou de carro e insultou-os.
O pescador dirigiu-se aos homens para os questionar e foi de imediato agredido com ferros e esfaqueado com uma navalha. Esvaindo-se em sangue, o pescador não conseguiu reagir, segundo o relato de alguns amigos, que pediram o anonimato.
“Eles passaram e provocaram-nos e aí gerou-se a confusão. Depois de vermos o homem deitado no chão, esfaqueado, não os poupamos: fomo-nos a eles. Houve um amigo que ainda deu com um ferro na cabeça de um dos ciganos e depois partiu-lhes o carro todo”, disse um outro pescador que estava no local à hora da zaragata.
(Ler artigo completo na edição em papel)

Vera Tavares/FM

in Diário de Aveiro

 

 

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Segunda-feira, 23 de Março de 2009

Alunos ciganos nunca tinham ido à escola

Estela Silva/Lusa  Escola Primária da Lagoa NegraEscola Primária da Lagoa Negra

18 Março 2009 - 00h30
 

Barcelos

Alunos ciganos nunca tinham ido à escola

 

"O que andam para aí a dizer é uma vergonha. Aqui não há racismo. Estas crianças e jovens nunca tinham vindo à escola". As palavras, ditas de forma exaltada, são de uma professora do Agrupamento de Escolas EB 2,3 Abel Varzim, em Barcelos, que preferiu não se identificar – porque só a Direcção Regional de Educação do Norte pode falar sobre o assunto – mas que não quis calar a "revolta" relativamente ao caso do ‘contentor dos ciganos’ da Lagoa Negra.

 

O monobloco, a que o secretário da Junta de Freguesia de Barqueiros, António Cardoso, chamou contentor, foi colocado no âmbito do projecto ‘Entre Margens’, que tinha por objectivo cativar para a escola as crianças dos acampamentos ciganos da zona.

Depois de os professores terem sensibilizado a matriarca do acampamento principal para a necessidade da frequência da escola, formou-se uma turma de 17 alunos, com idades entre os 9 e os 19 anos. Têm várias disciplinas, incluindo espanhol, e o 'contentor' é o único espaço da escola com ar condicionado. O sociólogo Carlos Silva, da Universidade do Minho, diz que 'errou quem rotulou esta situação de discriminatória ou racista'.

S.C.
 
in Correio da Manhã
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Quarta-feira, 18 de Março de 2009

SOS Racismo repudia «acto discriminatório» contra ciganos em escolas

Barcelos

 
A Associação SOS Racismo manifestou hoje «solidariedade» com a comunidade cigana de Barqueiros, em Barcelos, e «repúdio» pelo «acto discriminatório encapuçado de projecto de integração» da escola local, que separou uma turma de alunos ciganos dis restantes estudantes

Em causa está uma turma de alunos ciganos daquele estabelecimento estar em aulas separadas num contentor, uma medida que a direcção da escola justificou com o facto de se tratar de jovens que não frequentavam a escola antes.

«Manifestamos o nosso repúdio pelo sucedido, uma vez que, por definição, nunca pode ser entendido por 'integração' colocar 17 alunos de etnia cigana a terem aulas separadamente dos restantes não ciganos. Pelo contrário, trata-se, por definição, de 'discriminação'», afirma a organização em comunicado.

Nesta situação, considera a SOS Racismo, o que se passou foi «a implementação de um projecto bastante infeliz, imposto sem o consentimento dos alunos e pais, que separa ciganos de não ciganos e que nos parece revestir-se de um grave carácter paternalista».

«Parece-nos que se partiu do princípio de que na freguesia havia um grupo de alunos ciganos que necessitava ser ensinado a portar-se bem, de atenção especial e é com esse tipo de discriminação que não podemos compactuar, com a arrogância - muitas vezes mascarada de bondade - de que na 'nossa' cultura é que estão os verdadeiros valores», acrescenta.

A associação critica, sobretudo, «a ineficácia e a falta de vontade política no que diz respeito à questão dos mediadores sócio-culturais».

«Estando esclarecido o seu papel importante e determinante para aproximar as diferentes comunidades escolares, exigimos respostas quanto à lamentável situação em que se encontram os mesmos, sem trabalho e à espera da resolução de infinitos problemas burocráticos que impedem a homologação da carreira. O diálogo tem sempre dois lados e não só um, como parece ser aqui o caso», considera.

A Direcção Regional de Educação do Norte (DREN) já rejeitou a existência de discriminação racial na escola de Barqueiros, Barcelos, dizendo que «apenas foi criada uma turma que responde à especificidade de um grupo de jovens», alguns de etnia cigana.

«A Escola Básica de Lagoa Negra procura integrar e proporcionar o acesso ao 4/o e 6/o anos de escolaridade a um conjunto de jovens provenientes de dois acampamentos de famílias com debilidades acrescidas de ordem económica e social», sublinha a DREN, frisando que se trata de «uma turma-projecto» e que «a todo o tempo, os alunos poderão transitar definitivamente para turmas regulares».

A existência de discriminação racial foi levantada pela Junta de Freguesia de Barqueiros, que se insurgiu contra a existência de uma turma de 17 alunos, maioritariamente formada por jovens daquela etnia.

 

Lusa/SOL

 

Agora os comentários deste artigo do SOL:

 

Comentários

Critérios jornalísticos?
- Quando ciganos roubam, esfolam e matam ninguêm divulga nas notícias que são ciganos...
- Quando, supostamente, existe discriminação divulga-se prontamente que são ciganos!

"Coitados" deles que vivem à custa dos contribuintes portugueses e aplicam o dinheiro que nós lhes damos no crime. E atiram à fava a reinserção!
cunhantonio, em 2009-03-18 13:40:56
 
É realmente triste e lamentável que estes defensores de todos e de ninguém, não compreendam uma realidade bem evidente.
Não concordo com a conclusão do "antiesquerdistas", porque não se trata de querer ou não os filhos misturados com ciganos.
O que está em causa é que os próprios alunos ciganos, já homens e mulheres com 15, 16,17 anos, que estão atrasados nos seus estudos e frequentam ainda a "primária" ou "preparatório", não se sentem bem numa turma com miúdos com 10/12 anos.
É esse o caso, que eles próprios confessaram nas televisõe,s e não se admite que venham estas organizações auto-proclamadas defensoras de isto e daquilo, e também certos grupos parlamentares, aproveitar oportunisticamente um caso normal para mostrar que têm alguma valia.
MZ40, em 2009-03-18 13:40:42
 
em PORTUGAL não a racismo. o que pode haver é males entendidos. PORTUGAL é um pais soberano e democrático. a única coisa que temos de fazer é acabar com a raça dos políticos. mas ai não é considerado racismo. é uma medida para acabar com uma casta diabólica demoníaca maligna.
FIMDOMUNDO2012, em 2009-03-18 13:37:35
ninguem se preocupou em saber os motivos que levaram a escola a tomar a decisão de fazer uma turma especial, possivelmente foi com a melhor das intenções e para proveito de todos.
Mas um escândalo seja ele qual for desperta a atenção do país ao contrário de uma solução para resolver um problema sério e ser anti-racista é fácil, mas só na casa dos outros.
Por isso acho que é um falso problema, pois é preciso ensinar as pessoas a pescar e não dar-lhes a pesca
marbelo, em 2009-03-18 13:27:22
 
Esta associação é sempre a mesma coisa.
Onde há dinheiro envolvido, eles estão lá sempre.
Quando é para ajudar realmente quem precisa, eles são os primeiros a virar as costas e ignorar os pedidos.
Mas como fazem entre 50 a 100 processos por ano por ataques racistas e obtem indemnizações de vários milhares de euros, a associação continua no mesmo estilo.
killado, em 2009-03-18 13:26:51
 

 

O meu comentário:

 

 

O SOS Racismo não percebe ou não quer perceber. É notória a visão unilateral da questão. As comunidades ciganas não cumprem as leis nem respeitam os outros cidadãos. Vivem uma vida marginal e são arruaceiros. A integração social é impossivel ainda mais quando acusam as tentativas de aproximação como uma possivel tentativa de assimilação cultural.

Não é por ser ciganos que os pais não querem os filhos na mesma escola que ciganos. É porque os filhos são roubados e agredidos, por miudos muitas vezes mais velhas 3 ou 4 anos, que utilizam um vocabolário inadmissivel. Se são vacinados e tomam banho disfarçam muito bem pelo que a nivel de saúde pública é conhecida a origem dos surtos de piolhos.

As etnias não ciganas não podem nem devem ser obrigados a ser amáveis com quem é agessivo, interesseiro e vingativo. Deveriam ser os ciganos a esforçar-se a mudar de atitude e comportamento para limparem uma imagem que não é especulação mas antes uma realidade conhecida por todos excepto pelo SOS racismo. Existem excepções, sem dúvida mas desafio qualquer um a dizer o contrário após ter tido o azar de se cruzar com um deles, num acidente de viação ou qualquer outra situação.

É conhecida a atitude cigana em relação às armas e conflitos. A sua cultura vingativa.

publicado por portuga-coruche às 13:44
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