Quinta-feira, 10 de Março de 2011

Baixem o preço da gasolina, sff

É impressionante: na discussão sobre o preço da gasolina, os impostos continuam a ser desprezados. Nas conversas de café, as pessoas - pura e simplesmente - não sabem que 60% do preço da gasolina é imposto (ISP e IVA). As conversas giram em torno dos "bandidos" dos políticos e dos "bandidos" das gasolineiras. Sim, claro que é preciso discutir a questão do monopólio de certa e determinada companhia sobre a refinação em Portugal. Com certeza. Até porque esse monopólio é protegido pelo regime. Mas, caramba, nós temos uma carga fiscal absurda sobre os combustíveis. É isso que torna a nossa gasolina muito mais cara do que, por exemplo, a gasolina em Espanha. A realidade é esta: 60% do preço da gasolina é imposto. 60%. Se eu gastar 10 euros em gasolina, 6 euros vão direitinhos para os cofres do Estado. Um exercício de memória para ilustrar este ponto: há uns aninhos, Sócrates aumentou o ISP com o objectivo de "pagar" as SCUT; agora, com o fim das SCUT, por que razão não baixam o imposto? Porquê? Porque, para os socialistas, os impostos têm de desafiar a gravidade: sobem, mas nunca caem.

Ora, eu não estou à espera que o PS defenda um abaixamento dos impostos. Faz parte da sua natureza pilhar a sociedade através do sistema fiscal. O socratismo aumentou todos os impostos. Todos. E, como diz o Presidente, há limites aos sacrifícios que um cidadão pode fazer. Neste sentido, eu não percebo por que razão o PSD e o CDS não apresentam - já - um discurso político contra estes impostos altíssimos sobre os combustíveis. Além de ser coerentíssimo do ponto de vista político, este discurso é altamente popular. As pessoas querem ouvir alguma coisa sobre este sufoco petrolífero. Meus caros Pedro Passos Coelho e Paulo Portas, não custa nadar dizer isto: "portugueses, nós vamos baixar o preço da gasolina, porque vamos baixar os impostos sobre a gasolina. Quando dizemos que o Estado tem de ser reduzido e reorganizado, estamos a pensar precisamente nisto: não podemos continuar a saquear a população através de impostos". Custa assim tanto desenvolver esta narrativa?

 

Por Henrique Raposo

in Expresso

 

 

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Quarta-feira, 9 de Março de 2011

Os Teóricos

 

 

As pessoas que pensem: em vez de consumirmos electricidade mais barata como fazem países mais desenvolvidos do que nós, pagamos a grandes grupos empresariais, com ligações internacionais, o desenvolvimento de projectos que por si só seriam incapazes de se implantarem no terreno.

 

 

1. Aquecimento global: lembram-se das previsões catastróficas de há uns anos que previam ondas de calor e de frio, de mudanças radicais no clima?


Pois bem, está comprovado que os alegados cientistas e políticos manipulavam os dados para acentuarem a neura mundial em relação ao Aquecimento Global, ao que se chamou “Climategate”, como uma grande farsa, com intuitos obscuros, mas organizados.

 
O que é certo é que o escândalo decorrente da manipulação comprovada de dados pseudo-cientifícos não é transmitida à opinião pública, antes pelo contrário continuamos a ser intoxicados pela teoria do Aquecimento Global.

2. Vem isto a propósito do preço da electricidade que consumimos, e a que propósito é que Portugal, país pobre e periférico, apostou nas chamadas energias renováveis (solar, eólica, entre outras).


Cerca de metade do valor que pagamos pela electricidade destina-se aos cofres do Estado que depois os canaliza para os empresários que se lançaram nessa indústria das energias renováveis.
As pessoas que pensem: em vez de consumirmos electricidade mais barata como fazem países mais desenvolvidos do que nós, pagamos a grandes grupos empresariais, com ligações internacionais, o desenvolvimento de projectos que por si só seriam incapazes de se implantarem no terreno.
Consumimos, pagamos mais caro, metade entra nos cofres das empresas que se dedicam ao negócio das energias renováveis, em vez de termos energia mais barata pagamos mais.


Isto dá para entender?


Eu pergunto porque motivo é que a comunicação social não faz um trabalho isento, dando as várias vertentes da questão, permitindo que uns e outros defendam as suas teses, mas explicando tudo o que se passa por cá e no estrangeiro.


Se somos pobres, a experiência vai ser feita cá e às custas dos portugueses? Porque motivo é que os ricos (EUA, Alemanha, França, etc) não põem os seus cidadãos a pagarem os custos desses investimentos?
Somos sim uns parvos:


- compramos os equipamentos a esses países desenvolvidos que continuam - compramos os equipamentos a esses países desenvolvidos que continuam com a energia barata;


- nós pagamos esses equipamentos com energia cara.


Diria: brilhante.



3. A dita esquerda e aqueles que professam a isenção, a independência e a imparcialidade não aceitam outras opiniões.
É assim e acabou.


Não se assumem politicamente, são do contra, opinam a torto e a direito, mas não dão soluções.
Queixam-se dos políticos pelas opções assumidas, mas a pergunta impõe-se: o que foram, o que são e o que querem?
O que defendem baseia-se em estudos científicos ou limitam-se a disparatar tipo treinador de bancada?
Eu creio que todos nós só ganharíamos se soubéssemos respeitar as opiniões, fossem elas quais fossem, e não nos baseássemos no politicamente correcto, naquilo a que alguma comunicação social quer nos impor como a verdade absoluta.


Pessoalmente tenho as minhas opiniões, mas não posso impô-las, a não ser que esteja convicto delas e só após ter estudado os prós e contras das mesmas. E para chegar a uma resposta, tenho de saber ouvir todas as opiniões.
O que me chateia é ver para aí pseudo-cientistas, fascistas, nazistas, comunistas, socialistas, e outros, todos juntos sem que se lhes conheça soluções, e alguns a darem-lhes abraços e apoios (indirectos) esquecendo-se da palavra gratidão e de uma outra solidariedade que apregoam para os contra, julgando que ganham para o futuro, esquecendo-se de onde vieram e como chegaram aí.


Eu volto a perguntar: vivemos em democracia, temos eleições, quem manda tem legitimidade e baseia-se em estudos e projectos. Então os que não têm coragem de se apresentar a eleições, os que perdem é que vão ditar os nossos destinos?


Há uns anos atrás quando tínhamos que encontrar soluções para os aterros o que diziam? Criar aterros artificiais no mar nem pensar, na serra muito menos, então onde? Nas suas casas?
Agora que veio tudo para cá abaixo, o que querem, levar para cima, mas para aonde, deslocar mas a que custos?
Esqueceram-se das polémicas com o Toco em que a Câmara Municipal se empenhou e que acabou por desistir devido às leis deste País? E agora querem o quê, o Toco de volta, gastando-se fortunas com o transporte marítimo, sem se saber o que aí aconteceria por serem inexistentes quaisquer estudos nessa área?
Não sou ninguém com conhecimentos na matéria, mas sou um dos 249.000 que não deu as mãos por algo que desconheço. E tenho o direito, como esses 1000 cidadãos têm o direito de opinarem pelo nada e pela não solução, de me interrogar sobre essa postura de quererem pôr em causa tudo.


Insisto:
- o que defendiam para os aterros necessários há uns anos? Nada, eram contra os aterros. Mas então quais eram as soluções?


- quem elabora os projectos e faz os estudos para o efeito, não são especialistas? E depois quem deve decidir, os políticos eleitos, ou os especialistas em nada?


- qual a solução que defendem para o aterro? Quanto custa? Deixar lá para se ir tirando como defendeu Costa Neves?
Bem que gostaria de ver o caos que resultaria a acção (ou omissão) desses anarquistas da opinião que dizem respeitar em teoria as dos outros mas que na prática só toleram as suas e as dos que lhes abanam a cabeça.
Lembro-me do discurso de Obama, do “yes, we can”, e do que resultou quando se deu mais do que se devia, com a extrema-direita americana a ganhar força com as facilidades e cedências concedidas.


Há quem se esqueça facilmente do passado e da história, mas seria bom que pelo menos tentassem reflectir.
É isso, reflexão, que lhes falta. Ouvir e respeitar.



Por: COITO PITA (Advogado)

In Jornal da Madeira

 

Ora aí está! O Estado decidiu unilateralmente que deveriam ser as "abastadas" famílias portuguesas a pagar aos fulanos que são donos das ventuinhas que povoam as serras e montes para beneficiar quem se cada vez a energia é mais cara? Sem dúvida que não é quem paga.

Um plano governamental e nacional destes deveria começar por beneficiar quem o Estado representa e não me refiro aos partidos, porque sabemos que os eleitos políticos são eleitos por nós mas depois quem manda são os partidos.

Deveriam começar por beneficiar os Portugueses e isso passa por reduzir os custos das energias, apoiando projectos com feedback real e muitas vezes com projectos que dariam autonomia energética.

O que se passa noutros países que sabem aproveitar o sol?

Vamos ver, por exemplo Israel onde cada disco destes é utilizado para satisfazer plenamente as necessidades de 25 famílias:

 

 

 

 
Disco Solar  - Centro nacional de Energia Ben Gurin, Israel

 

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Segunda-feira, 21 de Fevereiro de 2011

Pagar a água fora do prazo custa o dobro

Consumidores penalizados

 

Os consumidores de todo o País que se atrasarem no pagamento da factura da água, até agora sujeitos apenas ao pagamento de juros de 1% ao mês, vão passar a incorrer imediatamente em processo de execução fiscal. 

 

O que significa que vão pagar cerca do dobro do valor inscrito na factura. A medida chega em época de crise, em que muitos portugueses se atrasam no pagamento da água, e é imposta com a entrada em vigor da lei do Orçamento do Estado (OE) para este ano.

A Câmara de Lagos, no Algarve, fez um estudo sobre os aumentos segundo o qual uma factura de 7,57 euros (valor correspondente a um consumo de 5 m3 de água naquele município) passa a custar 18,42 euros se for paga fora do prazo, enquanto uma de 19,65 euros (15 m3 de água) sobe para 35,74 euros. Com a entrada em vigor da lei do OE para 2011, "deixa de haver um período de cobrança voluntária na tesouraria municipal apenas com acréscimo de juros, passando o pagamento, após o prazo, a efectuar-se somente em processo de execução fiscal, o que implica o pagamento adicional de encargos legais [custas processuais]", adianta o alerta da Câmara de Lagos.

 

in Correio da Manhã

 

Necessitamos da água para viver e realizar a nossa higiene

O "Estado" e a "Lei", duas figuras simbólicas que se supõem de bem. Representam-nos como cidadãos e zelam pelo bem do país. Se o estado não possui meios eficazes de cobrança acaba por não obter as receitas necessárias. Isso pode ser verdade mas torna esse objectivo a função central do funcionamento do "Estado" e da "Lei", enquanto deveria ser o "Cidadão" a figura central da existência e funcionamento do "Estado" e da "Lei".

Se o "Estado" e a "Lei" não nos protegem e tratam-nos sempre "à má fila", especialmente quando mais necessitamos de apoio e nada temos para dar, quando antes de eleitos nos prometem zelar por nós, só nos esclarecem, estamos a crescer amigos! Tudo isto só serve para nos acordar.....

A água é um recurso de todos nós. Não é um negócio mas um bem comum essencial, um direito dos Portugueses.

A água é necessária para nos hidratarmos e muito mais vital que a comida. Necessitamos de água para a nossa higiene intima e alimentar, sendo actualmente um dos elementos mais vitais para que qualquer família consiga viver.

Estes gestores públicos decidiram retirar dividendos de tudo isto e acabam por tornar a água em mais um serviço como a TVCabo ou o gás que vem de outros países.

Sabemos que gerir este recurso tem os seus custos, em infra-estruturas da rede e no próprio tratamento da água. Mas este recurso não pode ser gerido como se fosse pertença de uma empresa fornecedora porque aí o recurso começa a ser caro para dar lucro e ainda para mais porque é monopolizado, ou seja não podemos optar por um fornecedor mais barato por não existir concorrência.

Neste momento, porque a água é vital e não podemos viver sem ela, estamos entre a "espada" e a "parede". É um recurso caro mas que necessitamos e não podemos prescindir, conformados aceitamos os valores que nos exigem.

 

 

 

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Quinta-feira, 15 de Abril de 2010

O "Bitoque" vai passar a ser comida de luxo

Preço da carne de vaca vai disparar

Crise e Inverno rigoroso fez subir preço. Procura pode voltar-se para as alternativas e encarecer também o porco e o frango

 

Da próxima vez que for ao restaurante comer um bife de vaca ou um tradicional bitoque não se admire se o preço já tiver subido. É que a carne de vaca vai, muito provavelmente, ficar mais cara nos próximos meses.

O «Financial Times» explica que o Inverno rigoroso que se fez sentir nos EUA, marcado por fortíssimos nevões, e a recessão económica mundial, fez disparar o custo da carne bovina nos mercados. Há menos vacas disponíveis para a produção alimentar e a menor oferta fez subir o valor da carne.

De acordo com dados do Departamento de Agricultura norte-americano, desde o início deste ano o preço da carne de vaca já cresceu 25%, o maior aumento em três décadas.

Além da carne de vaca, também as carnes de porco e de frango podem aumentar. É que, com o aumento do preço da carne de bovino, é bem provável que a procura se vire para as alternativas. Mais procura, aliada à mesma crise, terá o mesmo efeito: preços a subir.

 

in Agência Financeira

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Tarifário criado pela Águas do Ribatejo gera reacções de desagrado

fotoFacturas da água e saneamento vão duplicar ou triplicar nalguns concelhos da Lezíria

As primeiras reacções políticas ao novo tarifário de água e saneamento implementado pela Águas do Ribatejo já começaram a surgir nalguns dos concelhos da Lezíria do Tejo. O candidato do PS à Câmara de Salvaterra de Magos classifica os novos preços como “uma violência inaceitável”. O PSD de Coruche diz em comunicado que nesse concelho o aumento mínimo é de 20 por cento e responsabiliza o presidente da câmara, o socialista Dionísio Mendes, que pertence também à administração da Águas do Ribatejo.

A entrada em funcionamento da empresa intermunicipal que agrega seis municípios (Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos) motivou a criação de um tarifário único nesses concelhos, que até aí tinham tabelas distintas que eram estipuladas pelas respectivas câmaras municipais. Consequência: enquanto nalguns concelhos, como Alpiarça, o novo tarifário representa uma descida média de 12,5 por cento no preço da água, noutros, como Salvaterra de Magos e Chamusca, os aumentos nas facturas vão ultrapassar os cem por cento. Já que aí a conta mensal da água era pouco menos que simbólica.

Em Salvaterra de Magos, por exemplo, o preço da água não era actualizado há 11 anos. A factura, nalguns casos, pode triplicar ou quadruplicar. Um consumo mensal de 10 metros cúbicos de água passa de 4,30 euros para 12,85 euros com a taxa de saneamento incluída. O que leva o candidato do PS à câmara, Helder Esménio, a apelar aos deputados municipais “para que aprovem uma norma regulamentar na assembleia municipal que garanta que os aumentos sejam progressivos e não tão violentos, sendo o diferencial, no período mínimo de dois ou três anos, suportado pela autarquia”.

Foi essa, aliás, a medida assumida pela Câmara da Chamusca para reduzir os impactos do novo tarifário junto dos consumidores do seu concelho. A autarquia decidiu suportar parte desse aumento nos próximos três anos. “Vamos fazer o esforço de suportar cinquenta por cento do aumento no primeiro ano, 25 por cento no segundo ano e 12,5 por cento no terceiro. Pensamos que é um espaço de tempo normal para que os consumidores se adaptem aos novos tarifários”, disse Sérgio Carrinho numa sessão da assembleia municipal.

Mesmo assim, e segundo a Águas do Ribatejo, o novo tarifário “é mais vantajoso do que a generalidade dos praticados noutros sistemas de outras zonas do país e, até, na nossa região”. E acrescenta que em 2009 será praticado um tarifário social para apoiar as famílias mais carenciadas. A empresa está a enviar cartas aos consumidores onde, a par do novo tarifário, dá conta desses argumentos e dos investimentos que pretende realizar.

A Águas do Ribatejo foi inicialmente concebida com a participação de 9 municípios da Lezíria do Tejo. Santarém e Cartaxo saíram em ruptura e decidiram avançar com projectos autónomos. Golegã também saiu entretanto, num processo considerado pacífico. Actualmente fazem parte da empresa os municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos. Na calha está a adesão de Torres Novas, que se deve processar ainda este ano.

 

Investimento de 75 milhões até 2015

A Águas do Ribatejo garantiu recentemente o financiamento comunitário no valor de 42 milhões de euros do Fundo de Coesão para investir nos sistemas de abastecimento de água e de saneamento básico até 2015. Ao todo a empresa prevê gastar cerca de 75 milhões de euros nesse período. O objectivo é: construir 17 novas estações de tratamento de águas residuais (ETAR) e remodelar 13; construir 44 estações elevatórias e remodelar 12; construir 240 quilómetros de colectores de esgotos; criar 15 novas captações de água e remodelar duas; erguer 10 reservatórios de água e remodelar um.

 

O novo tarifário

Consumidores domésticos: 1º escalão (0 a 5 metros cúbicos) – 0,25 euros/m3; 2º escalão (6 a 15 m3) – 0,57 euros/m3; 3º escalão (16 a 25 m3) – 0,95 euros/m3; 4º escalão (26 a 50 m3) – 1,50 euros/m3; 5º escalão (mais que 50 m3) – 5 euros/m3.

Consumidores comerciais, industriais, garagens, instalações agrícolas e outras: 1º escalão (0 a 150 m3) – 0,85 euros/m3; 2º escalão (mais que 150 m3) – 1 euro/m3.

Estado e outras pessoas colectivas de direito público – 1,38 euros/m3.

Autarquias – 0,80 euros/m3.

Instituições privadas e associações: 1º escalão (0 a 20 m3) – 0,53 euros/m3; 2º escalão (mais que 20 m3) – 0,57 euros/m3.

 

in O Mirante

 

Vender água é o negócio da China e como perderam o aluguer dos contadores metem agora a "mão" na água.

Fazem-nos ainda o "favor" de facilitar e dar desconto a quem não pode pagar. Isso também eu ou qualquer pessoa pode fazer no serviço que presta:

Exemplo: Vamos á oficina mudar um peneu furado, o dono leva-nos mil euros, nós admirados, reclamamos ao que o dono diz que não nos devemos preocupar pois podemos pagar em suaves prestações ou então, em caso de não podermos mesmo pagar faz bom desconto. O que está aqui em causa não é é a justiça do sistema de pagamentos mas o facto de 1000 Euros ser demasiado para substituir um peneu furado.

O mesmo se pode aplicar ao preço da água que é um produto que embora necessite de estruturas para captar, tratar e destribuir, não  necessita de a produzir porque esta está disponível na natureza eles só a tem que tornar potável e fornecer em condições (o que também daria "pano para mangas").

Posso estar a cometer aqui algumas injustiças uma vez que desconheço como se encontram as estruturas de captação, tratamento e distribuição, assim como os parâmetros e objectivos da empresa Águas do Ribatejo. Espero que a qualidade da água melhore e deixe de ter calcário, metais pesados ou excesso de cloro como tem acontecido um pouco em todo o lado com consequências para os nossos aparelhos e a nossa saúde.

publicado por portuga-coruche às 11:20
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