Quarta-feira, 25 de Julho de 2012

Pedófilo detido em Coruche

Coruche


Detido idoso suspeito de abusar sexualmente de uma criança de cinco anos
A Polícia Judiciária (PJ) anunciou esta terça-feira a detenção em Coruche de um homem de 69 anos, com antecedentes criminais, suspeito da autoria de um crime de abuso sexual de uma menina de cinco anos.

 

De acordo com a Directoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, a alegada vítima é familiar do detido.
O homem de 69 anos tem antecedentes criminais, já foi condenado por crimes semelhantes e vai hoje ser presente a tribunal para primeiro interrogatório judicial.

 

in Correio da MaNHÃ

 

UPDATE - UPDATE - UPDATE - UPDATE - UPDATE - UPDATE - UPDATE


Cadastrado abusa da neta


Sujeito uma pena suspensa de prisão por abuso sexual de crianças, um homem de 69 anos violou durante vários meses a neta de cinco anos, em Coruche.

 

A criança ficou aos cuidados dos avós, depois de os pais terem emigrado para Inglaterra, onde arranjaram trabalho.
Aproveitando o período de férias, a mãe veio a Portugal ver a filha e apanhou o homem, em flagrante, a abusar dela no quarto da criança.
Apresentou, de imediato, queixa às autoridades.
Investigadores da Polícia Judiciária de Lisboa detiveram o pedófilo na segunda--feira, em casa deste, e levaram-no ontem a tribunal, onde foi ouvido por um juiz.
Apesar de sofrer às mãos do avô, a criança nunca denunciou os abusos aos pais, com quem contactava telefonicamente, por temer a reacção do homem.
A menina foi ouvida por psicólogos e sujeita a exames médicos no Instituto Nacional de Medicina Legal, em Lisboa. A PJ prossegue a investigação.

 

Por:H.M./ M.P.

In Correio da Manhã

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Quinta-feira, 24 de Fevereiro de 2011

Jovem escuteiro distinguido por salvar criança de morrer afogada no Tejo

O Corpo Nacional de Escutas atribuiu-lhe um voto de louvor e uma medalha de mérito

 

 

Foi numa tarde do Verão passado que Alexandre Moreira resgatou às águas do rio, na Chamusca, uma criança de três anos levada pela corrente.

 

Alexandre Moreira recebeu domingo um voto de louvor e uma medalha de mérito atribuídos pelo Corpo Nacional de Escutas por ter salvo uma criança de morrer afogada no rio Tejo. Foi no Verão do ano passado, quando Alexandre Moreira, de 19 anos, estudante na Escola Secundária da Chamusca, foi com a família passar um dia de calor no areal do rio Tejo. Mais acima outras famílias aproveitavam a frescura do rio e algumas crianças brincavam na água.

 

A certa altura Alexandre e o tio aperceberam-se de que se passava algo de anormal com as crianças e observando com mais atenção viram que uma das crianças estava a ser arrastada pela corrente. “Não hesitei. Corri para a água, atirei-me ao rio e fui buscar a menina que se estava a afogar”, foi assim com grande simplicidade que Alexandre Moreira contou o que se tinha passado naquele dia de Verão.

 

O jovem faz parte do Agrupamento de Escuteiros 490 da Chamusca e foi com grande surpresa que viu durante as cerimónias das promessas e de entrada de novos escuteiros, realizadas na missa de domingo na Igreja Matriz da Chamusca, ser-lhe entregue um louvor e uma medalha de mérito atribuída pelo Corpo Nacional de Escutas.

Alexandre Moreira diz com simplicidade que não esperava receber esta distinção. “Penso que não fiz nada de mais, na altura só pensei em atirar-me à água e salvar a menina. Recebi os agradecimentos da avó no local e mais tarde o pai da criança veio agradecer-me ter salvo a filha. Não esqueci aqueles momentos. Sempre que me recordo ou passo pela criança ou por alguém da família sinto uma enorme felicidade, por reconhecer que aquela menina pula e salta porque eu estava no local certo e na hora certa”, diz feliz.

O Agrupamento de Escuteiros 490 da Chamusca é que não podia deixar passar este nobre gesto de um dos seus elementos e a chefe do Agrupamento, Sofia Filipe, garantiu que os responsáveis não podiam ter ficado indiferentes à acção do Alexandre. “Ele nunca se colocou em bicos de pés, limitou-se a contar o que se passou com uma calma que arrepia. Por isso propusemos ao Corpo Nacional de Escutas o voto de louvor. Foi aceite e ainda lhe juntaram a medalha de mérito. O gesto do Alexandre encheu-nos de orgulho e comoveu-nos a todos. Passa a ser um exemplo para todos nós”, disse.

Enquanto isso Alexandre Moreira nervoso, como não estava no dia em que salvou a criança, garante que nem se recorda da data em que tudo aconteceu. “Apenas me recordo de me atirar ao rio, nadar até à criança e erguê-la acima da água. Ela nem estrebuchou, pois era muito novinha, tinha apenas três anos. Depois entreguei-a à avó que já tinha entrado na água mesmo sem saber nadar”.

“Nunca pensei receber esta distinção do Corpo Nacional de Escutas, mas aceito que é muito bom e um grande orgulho vermos as nossa acções reconhecidas. Esta distinção reforça ainda mais a minha vontade de integrar este grupo onde impera a amizade”, garantiu Alexandre Moreira. O jovem aprendeu a nadar nas piscinas da Chamusca, é aluno do 10º ano na Escola Secundária, na área de humanidades, mas garante que o que queria seguir efectivamente era uma carreira no desporto.

 

in O Mirante

 

 

 

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Quarta-feira, 12 de Janeiro de 2011

Funcionária de creche em Abrantes acusada de maus tratos a crianças

Autor João Nuno Pepino

  

  

 

“Não quero dinheiro. Peço apenas justiça porque esta mulher merece estar na cadeia”, desabafou ao nosso jornal José Cruz, pai de uma das crianças alegadamente maltratadas por uma funcionária do infantário da Santa Casa da Misericórdia de Abrantes.

Maria A., de 51 anos, começou a ser julgada na terça-feira, 11 de Janeiro, por dois crimes de maus tratos a crianças, que terão sido cometidos em 2007 e 2008.

O julgamento decorre com exclusão de publicidade, a pedido da defesa da arguida, mas a decisão da juíza não agradou aos pais, familiares e amigos dos menores que marcaram presença no Tribunal de Abrantes.

 

 

José Cruz, ofendido no processo, pede uma pena exemplar para a funcionária da Misericórdia de Abrantes

 

“Toda a gente devia ouvir aqui o que ela fez”, afirmou José Cruz, contando que o seu filho, então com 3 anos, “estava adoentado e apenas deixou cair comida no chão. Ela obrigou-o a apanhá-la e a engolir novamente”.

Além desta situação, a arguida é ainda suspeita de amarrar outras crianças da creche à cama para os obrigar a dormir, usando lençóis e fita-cola, segundo o despacho de acusação do Ministério Público, que refere ainda o caso de uma menina que apareceu em casa com manchas vermelhas no queixo e marcas no pescoço.

A denuncia foi feita à Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens por uma funcionária da Santa Casa que ontem prestou depoimento, e foi apresentada já depois da arguida ter sido alvo de dois processos internos na instituição.

José Cruz não esconde a sua mágoa em relação à Misericórdia, “que tentou abafar o caso”.

“Nós só soubemos quando o inquérito disciplinar já estava a decorrer, e não se faz uma coisa destas sem os pais serem informados”, considerou.

“Só começamos a estranhar quando ele chorava e dizia que não queria ir à escola, mas nunca imaginámos que isto fosse possível”, disse o pai, explicando que o filho, hoje com 5 anos, gosta da nova escola e parece ter ultrapassado o trauma.

A segunda menor ofendida nos autos também já não frequenta a Santa Casa de Abrantes.

 

 

Horácio Mourão de Sousa, provedor da Santa Casa, afirma que a instituição não tem base legal para despedir a arguida

 

“Para a Misericórdia, esta situação é uma nódoa numa instituição que tudo fez para proteger as suas crianças”, disse ao nosso jornal o provedor, Mourão de Sousa.

Segundo o mesmo, após a conclusão dos processos disciplinares, foram aplicadas duas sanções disciplinares a Maria A., 15 dias de suspensão de trabalho num caso e 30 dias noutro.

 

“Teríamos optado pelo despedimento com justa causa, mas não houve base legal para isso”, explicou Mourão de Sousa, acrescentando que a funcionária, admitida há cerca de 10 anos, é a actual encarregada dos serviços gerais da Misericórdia, supervisionando o pessoal da cozinha e limpeza.

“Nunca mais teve contacto directo com as crianças”, assegurou.

 

in O Ribatejo

 

 

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Quinta-feira, 23 de Setembro de 2010

Menina caída do quarto andar salva pelos braços de bombeiro

 

Criança terá escapado por entre as grades de uma varanda de uma altura de cerca de 15 metros

PEDRO VILA CHÃ, com Alexandra Lopes

Uma menina de quatro anos caiu da varanda de um quarto andar, em Arcozelo, Barcelos, e foi salva por um bombeiro dos Voluntários de Viatodos. Cá em baixo, a 15 metros, Fernando Rodrigues amparou a queda e evitou a tragédia. Eva sofreu pequenas escoriações.

 
foto Paulo Jorge Magalhães/Global Imagens
Fernando Rodrigues amparou a queda
 

Fernando Rodrigues é o mais recente herói dos Bombeiros Voluntários de Viatodos, em Barcelos. Herói acidental, porque quis o acaso, a audácia e o sentido de oportunidade que, ontem, este voluntário estivesse no sítio certo à hora certa.

"Eram cerca das 15.30 horas. Ao contornar a rotunda, apercebi-me de que se passava qualquer coisa, mas pensei sempre que fosse um incêndio numa casa, por exemplo", relatou, ontem, ao JN, ainda tenso, Fernando Manuel Fernandes Rodrigues, 34 anos, natural de Viatodos.

O bombeiro tinha-se deslocado a Barcelos para transportar um doente ao serviço de hemodiálise que funciona em Arcozelo, quando se apercebeu, na Avenida de Nossa Senhora de Fátima, da presença de muitas pessoas num passeio, olhando para o cimo de um prédio. Aproximou-se e reparou que uma criança estava agarrada às grades de uma varanda, do lado de fora. Da parte de dentro, uma mulher, alegadamente a mãe, tentava agarrá-la. Mas a criança caiu.

Nesse preciso momento, o bombeiro, acabado de chegar ao local, só teve tempo de segurar a criança, livrando-a do impacto no passeio. "Aproximei-me das outras pessoas e ainda estive cerca de um minuto à espera, porque tinha subido uma pessoa para tentar agarrar a menina. De repente, caiu, e eu só tive tempo de estender os braços e agarrá-la. Estava lá um senhor que também me ajudou. Juntos conseguimos salvar a menina", conta Fernando, partilhando o acto heróico com um empregado dos talhos Sominho.

Impulso decisivo

 
foto Paulo Jorge Magalhães/Global Imagens
Criança caiu do quarto andar
 

Fernando não consegue explicar o "impulso" que sentiu naquele momento decisivo, em que a vida da pequena Eva lhe caiu literalmente nos braços.

"Uma coisa é quando saímos com outros colegas e estamos seguros, outra coisa é aparecer uma situação assim, sem contar", adianta o voluntário, com 14 anos de experiência.

Horas volvidas sobre o acontecimento, Fernando não conseguia afastar do pensamento aqueles momentos. E os que se seguiram, "com a cabeça sempre a pensar no mesmo. Como estará a menina?" A esta incerteza, Fernando soma a garantia de que procurará saber o estado da Eva.

A menina de quatro anos sofreu apenas algumas escoriações mas, mesmo assim, foi transportada ao Hospital de Barcelos para despistar eventuais lesões. Ao final do dia, a criança permanecia em observações, mas livre de perigo.

Cumprida a missão, Fernando teve de seguir caminho. "Estava num serviço, salvei a menina e tive de regressar ao quartel, porque tinha outro serviço na escala".

 

 

in Jornal de Notícias

 

 

 

 

 

 

 

Eis o video da entrevista do Correio da Manhã:

 

 

 

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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Ainda a tragédia de Fátima

Fátima: Inês tinha três anos e caiu de uma altura de 12 metros

Menina morre em queda

"Mãe, não fui eu. Tentei agarrá-la, mas não consegui!", exclamava o pequeno Rafael, de cinco anos, abraçado à progenitora, enquanto os bombeiros tentavam reanimar a irmã, de três anos, que acabara de cair da janela do apartamento – a 12 metros de altura –, ontem de manhã, na avenida Beato Nuno, em Fátima. Inês Rodrigues caiu desamparada na via pública e não sobreviveu aos ferimentos. O óbito foi confirmado no local pelos médicos do INEM.

 

 Por:Francisco Pedro / J.T.

 

José Rodrigues inconsolável com a morte da neta, que ajudou a criar

 

A queda registou-se pelas 08h30. Segundo apurou o CM, a menina estaria a brincar com o irmão, trepou para a janela e caiu. A mãe, Elizabete Rodrigues, 32 anos, encontrava-se a tomar banho quando foi alertada pelos gritos do filho. Desceram ambos à rua e depararam-se com Inês prostrada no chão, envolta numa poça de sangue. A equipa dos Bombeiros Voluntários de Fátima chegou passados minutos, imobilizou a menina e iniciou as manobras de reanimação. 'Ela tinha pulso, mas já estava com bastante carência de oxigénio', explicou António Gaspar, comandante da corporação. Os médicos da VMER do Hospital de Leiria ainda se deslocaram a Fátima, só que pouco mais puderam fazer do que declarar o óbito. Após o acidente, o casal e o seu filho mais velho foram transportados ao Hospital de Leiria para receberem apoio psicológico. A Câmara Municipal de Ourém também enviou uma técnica social para acompanhar a família.

A mãe da menina trabalha num restaurante da Cova da Iria, perto do Santuário. O pai, Agostinho Ferreira, 35 anos, é profissional da construção civil e estaria a exercer funções na zona de Coimbra. Residem em Fátima há dois anos. Na semana passada mudaram-se para o apartamento na avenida Beato Nuno para dar melhores condições de vida aos três filhos – de oito meses, três e cinco anos. O sonho acabou em tragédia. 'São horas do diabo', lamenta, com as lágrimas nos olhos, José Carreira Rodrigues, avô materno da vítima.

O corpo foi transportado para a morgue do Hospital de Tomar, para ser autopsiado. Só depois será marcado o funeral, que deverá realizar--se nas Matas de Espite, no concelho de Ourém, a terra natal dos pais. A GNR fez uma inspecção judiciária à casa, remetendo os dados ao Ministério Público.

'CONSTRUÇÕES SEM GUARDAS':  Sandra Nascimento,presidente da APSI

Correio da Manhã – A falha humana é a principal culpada nas quedas de janelas e varandas?

Sandra Nascimento – Não. Há a tendência para culpabilizar quem está com a criança, mas é importante saber também que barreiras físicas têm os edifícios para prevenir as quedas.

– Essas barreiras são obrigatórias nas construções?

– Existe uma norma técnica de prevenção, mas a Lei não obriga os projectistas a cumpri-la. Ainda vemos muitas construções novas sem guardas seguras nas varandas e mecanismos de limitação de abertura nas janelas.

– Têm-se verificado muitas quedas de crianças em prédios?

– Os dados que temos indicam que houve 13 casos em 2007, seis em 2008 e quatro em 2009.

RAPAZ CARBONIZADO EM SOTÃO

Tinha aterrado em Lisboa, por volta da hora do almoço, com a mãe, a irmã mais nova e uma amiga, vindos de França, onde vivem há muitos anos, para passar dois meses de férias em Portugal. Marco, de apenas 12 anos, acabou por morrer carbonizado, na madrugada de ontem, na primeira noite que passou na casa da família, em Varge Mondar, Rio de Mouro, Sintra. Um fogo destruiu por completo o sótão da vivenda, onde o jovem estava.

Marco e Eva (seis anos), já nascidos em França, adoravam vir a Portugal rever familiares e passar férias e, desta vez, até trouxeram uma amiga, de 9. Mas nada correu como planeado.

Segundo o Correio da Manhã conseguiu apurar, uma sobrecarga eléctrica numa tomada esteve na causa da tragédia que se abateu sobre esta família de emigrantes. Ao que tudo indica, a sobrecarga foi provocada pela ligação de vários aparelhos – uma televisão, uma PlayStation e uma guitarra – à mesma ficha.

'Isto é muito injusto. Ninguém merece morrer assim, muito menos uma criança que estava sempre feliz', disse um familiar, ao mesmo tempo que olhava para os destroços do sótão. 'Vinham cá todos os anos passar férias, iam ficar dois meses, já tinham tudo planeado. Hoje [ontem] estava mesmo planeado irem à praia, e depois acontece esta tragédia. Está tudo estragado'.

O incêndio teve início pelas 02h00 e foi dominado cerca de uma hora depois.

JOVEM MORRE JUNTO A PISCINA

A tragédia abateu-se sobre uma família britânica quando, anteontem, pelas 18h20, a filha, de apenas 15 anos, sentiu-se mal ao tomar banho com umas amigas na piscina da residência, uma vivenda situada na zona de São João do Estoril, acabando por morrer. Na altura em que os bombeiros chegaram ao local a vítima ainda apresentava sinais de vida, mas viria a falecer pouco depois.

Ao que o nosso jornal conseguiu apurar, a jovem tomava banho com as amigas na piscina quando, subitamente, desmaiou. De imediato foi retirada da piscina pelas amigas e por familiares que estavam por perto. Os bombeiros do Estoril chegaram poucos minutos após ter sido dado o alerta e, apesar de todos os esforços na tentativa de reanimar a vítima, esta acabou por falecer.

PORMENORES

APOIO PSICOLÓGICO

Os psicólogos do INEM já não prestam apoio a vítimas e famílias, devido às medidas impostas recentemente anunciadas. A família de Marco não teve essa ajuda.

20 BOMBEIROS NO LOCAL

O alerta aos bombeiros de Algueirão-Mem Martins chegou às 02h00 e, no local, o incêndio foi combatido por 20 elementos.

RECUSAM ALOJAMENTO

A família recusou o realojamento temporário disponibilizado pela Segurança Social. Ficaram em casa de uma vizinha.

NOTAS

DADOS: ACIDENTES MORTAIS

As quedas estão na origem da maior parte dos acidentes com crianças. Segundo a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI), são a terceira principal causa de morte

ALERTA: TERCEIRO CASO

A queda de Inês Rodrigues foi a terceira dogénero registada em Fátima nos últimos dois anos, segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários locais, António Gaspar

SEGURANÇA: CONSELHOS ÚTEIS 

As janelas acessíveis a crianças pequenasdevem ter um mecanismo que limite a abertura a 10 cm e exija dois movimentos coordenados para serem accionadas ou desbloqueadas

 

 

in Correio da Manhã

 

 

 

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Quinta-feira, 8 de Julho de 2010

A tragédia aconteceu em Fátima

Criança de 2 anos morre de queda de quarto andar

 

 

 

 

Uma criança de dois anos morreu depois de cair na manhã desta quarta-feira, dia 7, de um quarto andar de um edifício de Fátima, na Avenida Beato Nuno, junto à Rotunda do Peregrino. O acidente ocorreu por volta das 8h44, em circunstância que ainda estão por apurar. Os bombeiros e uma equipa médica deslocaram-se ao local, mas não conseguiram reanimar a criança.

Segundo o comandante dos Bombeiros de Fátima, Gaspar Reis, a criança apresentava fracturas múltiplas, suspeitando-se que tenha caído de cabeça. O corpo da criança foi transportado para o Instituto de Medicina Legal para ser sujeito a autópsia e as autoridades estão a investigar o caso.

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

Onde o mundo chegou ......

Criança de dois anos fuma 40 cigarros por dia

Ardi Rizal mal sabe falar mas já está completamente viciado em tabaco. Enquanto brinca de fraldas no seu triciclo, fuma cerca de dois maços por dia.

Paula Cosme Pinto

 

Todos os dias o vício de Ardi custa quatro euros aos pais

Tem apenas dois anos mas fuma cerca de 40 cigarros por dia. Ardi Rizal vive na Indonésia e é já considerado o mais novo viciado em tabaco do mundo.

Enquanto brinca num triciclo, envergando apenas uma fralda, Ardi puxa o fumo do cigarro com a perícia de um adulto. Tudo começou quando o pequeno tinha 18 meses e o pai Mohammed, de 30 anos, lhe deu um cigarro para ele experimentar.

"Agora está totalmente viciado", conta Diana, a mãe de 26 anos. "Se não lhe damos tabaco ele zanga-se, grita e bate com a cabeça na parede. Diz-nos que se sente tonto e maldisposto". Contudo, ao jornal "The Sun" o pai assegura que, a ele, o filho lhe parece "perfeitamente saudável".

O vício do pequeno Ardi custa aos pais cerca de quatro euros todos os dias. Os oficiais de saúde locais já se comprometeram a oferecer um carro à família se esta conseguir que a criança deixe de fumar.

 

 

 

 

in Expresso

 

 

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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Criança de 7 anos raptada estava desaparecida

Afinal as histórias correm de boca-em-boca e quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto.

Conforme informações recentes tudo não passou de um mal entendido! O menino perdeu-se dos pais e depois lá o encontraram.

Tudo não passou de um susto que levou algumas pessoas a pensar ter se tratado de um rapto.

 

Felizmente tudo acabou em bem.

 

Publico esta informação porque algumas pessoas ao terem lido a informação de rapto deram como certa uma informação que não corresponde ao que se passou.

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Terça-feira, 20 de Abril de 2010

“Mês do professor, da criança e da educação” em Santarém

 

O “Mês do Professor, da Criança e da Educação” realiza-se em Santarém, com diversas actividades a acontecerem até ao final do mês de Abril, actividades que incidem sobre a violência escolar, a alimentação e os distúrbios alimentares mais frequentes nos jovens e ainda uma homenagem aos professores.

 

Os “Comportamentos de Bullying em contexto escolar” vão estar em debate, uma vez que falar de violência escolar é também falar de bullying. O termo bullying foi cunhado por Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega, numa das suas investigações sobre tendências suicidas em adolescentes e vai estar em debate no workshop “Comportamentos de Bullying em contexto escolar”, no dia 20, às 18 horas, na Casa do Brasil, com o objectivo de  consciencializar os profissionais da educação e o público em geral para um problema que é vivido por um elevado número de crianças e jovens no nosso país.

O workshop “Comportamentos de Bullying em contexto escolar” vai ser proferido por Sónia Raquel, da Escola Superior de Educação de Santarém e está integrado no “Mês do Professor, da Criança e da Educação” que está a decorrer  até ao dia 23 de Abril, em Santarém.

“Somos o que comemos”. Este é o mote para a palestra sobre “Alimentação Saudável e Distúrbios de Comportamento Alimentar”, pelo nutricionista Ricardo Nunes, no dia 21, às 18 horas, também, na Casa do Brasil.  A palestra é dirigido a jovens, profissionais de educação, pais e público em geral.

O “Mês do Professor, da Criança e da Educação” culmina com um jantar de homenagem aos professores, no dia 28 de Abril, na  Casa Campino. A animação vai estar a cargo dos vencedores do concurso “BioSong” e por outros artistas. No local, vai estar também patente uma exposição com os melhores trabalhos do Concurso “BioFlash”.

 

in O Ribatejo

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Quinta-feira, 25 de Março de 2010

Herói de Alhandra salva menino de quatro anos

Criança dormia na cadeira do carro que caiu ao Tejo 
 

 

foto

Um carro mal travado, com uma criança de quatro anos lá dentro, deslizou para o rio, em Alhandra. Paulo Oliveira, que passeava no local, foi o herói que se lançou ao Tejo para salvar a criança. “Tive medo de falhar”, confessa.

Uma criança de quatro anos, que dormia na cadeira instalada no banco traseiro do carro dos avós, foi salva por Paulo Oliveira, 38 anos, quando o veículo se afundava nas águas do Rio Tejo, depois de o avô não ter travado bem a viatura, junto à zona ribeirinha de Alhandra, concelho de Vila Franca de Xira.

O homem, trabalhador na área da logística de uma empresa de tintas, natural de Vila Franca de Xira, residente em Alhandra, passeava com a esposa e um amigo quando ouviu os gritos da avó a pedir ajuda que, agarrada a uma das portas, tentava desesperadamente parar o veículo que se precipitava no leito do rio.

“Parei o carro e fui dar uma voltinha junto ao rio com o meu neto mais velho. O pequenino estava a dormir e deixei a avó a olhar por ele. O carro ficou destravado ou mal travado, deslizou e foi à água. Foi distracção”, relata João Lourenço, 64 anos, morador no concelho de Loures e que apanhou em Alhandra o maior susto da sua vida na tarde de domingo, 21 de Março.

“Assim que embalou, o carro entrou pela água adentro com uma velocidade, mas a senhora nunca o largou. Quando lá cheguei ouvi-a dizer, “ai o meu menino”. Foi aí que me apercebi de que estava uma criança no interior da viatura. Não hesitei e entrei para dentro da água”, relata Paulo Oliveira a O MIRANTE, que confessa. “Tive medo de falhar. De não conseguir tirar o menino cá para fora. Graças a Deus que a porta abriu logo. Para tirar o cinto da cadeirinha ainda entrei um bocado em pânico pois não estava a conseguir e a água estava a entrar. Felizmente consegui desprender o cinto e retirar a criança, que já tinha água pela barriga. Foi tudo muito rápido e o carro fundou-se logo em segundos”, conta Paulo Oliveira.

Depois de resgatada, a criança, que tremia de frio, foi agasalhada com roupa do irmão mais velho de sete anos. A avó ficou presa entre a viatura e um bloco de cimento, que se encontra já no rio, junto à margem, e teve ferimentos nas pernas. Foi transportada pelos Bombeiros de Alhandra para o Hospital de Reynaldo dos Santos em Vila Franca de Xira em estado de choque, mas teve alta no próprio dia.

Depois de reflectir, passadas algumas horas sobre o sucedido, Paulo Oliveira tem consciência que salvou a vida daquela criança mas não se considera um herói. Reconhece que as coisas podiam ter corrido mal e garante que aquela tarde de domingo ficará para sempre gravada na sua memória. A primeira noite é que foi mais difícil. “Quando fui para a cama não consegui dormir. Só via a água a entrar no carro. De meia em meia hora acordava e pensava no que se passou”, refere.

Paulo Oliveira abandonou a zona do Cais 14, pouco depois dos Bombeiros de Alhandra terem chegado ao local e não foi visto por mais ninguém. Diz que recebeu uma palmada nas costas do avô da criança e foi-se embora mudar de roupa que estava toda molhada. “Não o conheço. Mas ele é que salvou a criança”, assegura emocionado José dos Santos, 60 anos, também avô e que testemunhou o acontecimento que teve um final feliz mas que poderia ter terminado em tragédia, caso não fosse a coragem e sangue frio de Paulo Oliveira.

A viatura foi retirada do rio pelos Bombeiros de Alhandra. De acordo com o comandante esta foi a primeira vez que uma situação destas aconteceu naquele local. Para a presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira o local não necessita de protecção e congratula-se que tudo tenha acabado bem. “Felizmente não há nada de grave a lamentar a não ser o susto. Ainda bem que alguém intrépido, corajoso e generoso, de imediato interveio”, disse Maria da Luz Rosinha.

 

in O Mirante

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