Segunda-feira, 28 de Maio de 2012

Criança de 12 anos explica porque a maioria do mundo tem dívida

Apresento-vos um video que se torna um contra-senso daquilo que disse no post anterior (embora continue a defender que a excepção não faz a regra) uma vez que aparece uma criança a explicar aquilo que muitos adultos literados não conseguem {#emotions_dlg.happy}

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2011

O Sonho Americano

 

 

 

 

 

Dica de Pedro Ribeiro

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011

Simply Red - Wonderland (Stars 1991)

Uma letra com 21 anos e actualizadíssima, o que se passava na altura em Inglaterra, passa-se já à alguns anos aqui em Portugal a crise do crédito hipotecário, a prestação que subiu para valores incomportáveis, blocos de apartamentos inteiros vazios porque os antigos donos não tem dinheiro para pagar a hipoteca.

 

Trata-se da letra "Wonderland" do Album "Stars" (1991) dos Simply Red

 

 

 

"Wonderland"

People, places
Pursuing the chases
Our moments were chosen
Her senses, explosion

Take your pulse and read it well
She never said you'd only get one chance
Pay your debt and bleed as well
You're living in the same circumstances

The end of an era
Our future no clearer
My people no stronger
The blame I lay on her

Wonderland, Wonderland
It's beautiful
Wonderland, wonderland
It's beautiful

Take your pulse and read it well
She never said you'd only get one chance
Pay your debt and bleed as well
You're living in the same circumstances

The end of an era
My future no clearer
Our people no stronger
The blame I lay on her

Wonderland, wonderland
It's beautiful
Wonderland, wonderland
It's beautiful

Fading away, fading away until tomorrow comes
To haunt us all
It's coming again, it's gonna pick up on you
And haunt you always

Wonderland wonderland
Fading away

 

 

in AZLyrics

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Domingo, 4 de Julho de 2010

Acabou o crédito fácil e barato em Portugal

Banca: Líder dos banqueiros afirma que o mercado estava distorcido

António de Sousa tem dado poucas entrevistas. Surge agora a afastar um cenário de dificuldades da Banca

 

O líder da Associação Portuguesa de Bancos (APB), António de Sousa, veio ontem repetir o que a maior parte dos banqueiros portugueses já deixou claro: "As empresas vão ter de se habituar... Acabou o crédito fácil e barato".

 

Por:Diana Ramos

 

Habitualmente parco em palavras, António de Sousa afirmou, em entrevista à Lusa, que 'não fazem sentido spreads de 0,25% ou 0,35%', um cenário que nos últimos anos só foi possível porque o mercado estava 'distorcido'. O líder dos banqueiros não tem dúvidas de que 'essa situação de crédito fácil e barato vai desaparecer', sublinhando que 'as empresas vão ter de voltar àquilo que sempre existiu', ou seja, ao panorama que existia antes de o mercado se ter tornado 'irracional'.

No entender do presidente da APB, perante o cenário de dificuldades que se avizinha, as empresas portuguesas deverão aumentar os capitais próprios, porque têm 'os níveis de capitalização mais baixos em todo o panorama europeu'.

Sobre a solidez da Banca portuguesa, António de Sousa fez questão de sublinhar que o sector 'está de boa saúde' e desvalorizou a necessidade de financiamento das instituições financeiras do País junto do Banco Central Europeu.

'Fala-se muito de Portugal, mas isso não é, neste momento, uma situação específica de Portugal. O montante que Portugal está a ir buscar ao BCE, em percentagem do PIB, é inferior aos de vários outros países. É uma situação que não é desejável, mas não é muito extraordinária', garantiu.

PORMENORES

RENTABILIDADE

António de Sousa está preocupado com a baixa rentabilidade dos bancos portugueses, que torna mais fáceis cenários de consolidação.

PRIVATIZAÇÃO

Para o líder da APB, 'vai ser difícil, neste momento, com os mercados como estão' voltar a privatizar o BPN. O processo deverá, assim, sofrer atrasos.

BASILEIA III

O líder dos banqueiros está ainda apreensivo com a nova directiva europeia de requisitos de capital, Basileia III, que trará dificuldades à Banca.

 

in Correio da Manhã

 

 Os bancos são gulosos! Os bancos vão ficar às moscas e os bancários desempregados....

 

publicado por portuga-coruche às 19:40
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Cartão das farmácias permite comprar a crédito noutras lojas

A mais recente novidade lançada pela ANF resulta de uma parceria com a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e pertence à rede internacional MasterCard

 

cartão Farmácias Portuguesas vai permitir fazer compras a crédito noutros estabelecimentos. Como? É que este produto, lançado pela Associação Nacional das Farmácias (ANF), além de fazer parte de uma estratégia de fidelização, também é um cartão de crédito com as mesmas características de qualquer um outro. Resulta de uma parceria com a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e pertence à rede internacional MasterCard. Ao utilizar este cartão, o cliente pode diferir o pagamento por 90 dias (no máximo, este período pode ir aos 135 dias) sem pagar juros. Mas atenção que a TAEG (taxa anual efectiva) cobrada a partir desse momento é de 21,8% - em linha com as percentagens usualmente exigidas nos créditos por telefone. Contactada a propósito da venda de remédios a crédito, a Autoridade do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) diz que "o pagamento de um medicamento pode ser total ou parcialmente diferido no tempo, desde que esteja garantido o princípio da livre escolha pelo utente".

João Silveira, vice-presidente da direcção da ANF, frisou o carácter "social" do cartão das farmácias, que irá permitir acumular pontos com cada compra de medicamentos não sujeitos a receita médica (MNSRM) ou de outros produtos à venda na farmácia. Os pontos acumulados têm a validade de dois anos e podem ser utilizados em compras futuras. Os medicamentos sujeitos a receita médica não estão abrangidos pelo sistema de bónus. "Os utentes podem diferir o prazo de pagamento e isso permite-lhes aligeirar o esforço financeiro", refere João Silveira. O facto de se aderir ao cartão de fidelização não obriga a requerer também a vertente de crédito.

A ANF vai gastar 34 milhões de euros com o Programa Farmácias Portuguesas, que pretende dar uma identidade única aos membros da organização liderada por João Cordeiro. Até agora já foram gastos 10 milhões de euros, nos quais se incluem as despesas com a preparação (levou um ano e meio) do cartão de fidelização/crédito.

"Há uma série de estabelecimentos que colam a sua imagem à das farmácias - com a utilização da cruz verde, por exemplo - e confundem as pessoas, que não sabem se aquela é uma farmácia verdeira ou falsa", atirou João Silveira, justificando a necessidade das associadas da ANF partilharem uma mesma imagem. E, dessa forma, atacando também as concorrentes parafarmácias.

O cartão Farmácias Portuguesas foi lançado no sábado e a sua apresentação formal ocorreu hoje na sede da ANF. Segundo dados das últimas 72 horas já existem 690 farmácias aderentes e foram pedidos 17 754 cartões, dos quais o vice-presidente da CGD, Francisco Bandeira, não soube indicar quantos têm a funcionalidade de crédito.

O vice-presidente da direcção da ANF indicou que quer a Autoridade da Concorrência, quer o Infarmed já dispõem de "todos os elementos relativos ao cartão", que tinham sido solicitados pelas duas entidades. E garantiu que a ANF "fez o trabalho de casa". Ou seja, que "todas as questões jurídicas inerentes a esta iniciativa foram devidamente acauteladas".

Uma vez que este cartão implica o tratamento de informação pessoal, a ANF notificou a Comissão Nacional de Protecção de Dados Pessoais (CNPDP) na passada sexta-feira.

 

in Expresso online

 

 

Quer dizer....: No passado mês de Março a minha mulher queria pagar com o cartão de crédito numa farmácia em Coruche e foi-lhe dito que não recebiam com cartões de crédito ?! O que não percebo uma vez que o pagamento é efectuado como se fosse um cartão multibanco, quem dá o crédito é a instituição emissora do cartão e não o vendedor que recebe de imediato o pagamento. Para rematar, agora aparecem as farmácias com um cartão de crédito ! Mas está tudo doido ou quê ?

publicado por portuga-coruche às 12:48
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