Terça-feira, 8 de Maio de 2012

Porque não dizem a verdade!?

Coruche: Desacatos em partida de futebol

Grupo espanca militar em jogo

O jogo de futebol entre o Coruchense e a União Desportiva Abrantina decorria anteontem em ambiente ameno, em Coruche, até ao momento em que dois jogadores foram expulsos. Da calma à confusão bastaram alguns segundos: após ameaças a um atleta, 30 adeptos invadiram o campo e tentaram agredir os três militares da GNR presentes. Um deles – ao proteger a arma que tinha caído no chão – acabou por ser pontapeado no rosto e foi ontem operado devido aos traumatismos.

 

Os três guardas, do posto de Coruche, encontravam--se a fazer o policiamento habitual neste tipo de jogos. Com as expulsões, os ânimos exaltaram-se e um jogador da equipa visitante foi ameaçado, já nos balneários. "Anda cá que eu desfaço-te", afirmou um dos adeptos.

Inicialmente, apenas dois homens invadiram o campo. Mas, ao serem imobilizados pelos militares, deu-se a invasão.

Rodeados por cerca de três dezenas de adeptos, um dos guardas acabou por perder o cinturão onde tinha a arma. Ao perceber que um dos agressores se preparava para a agarrar, atirou-se para o chão para o evitar. Foi nesse momento que o agrediram a pontapé, ficando a esvair-se em sangue. O grupo fugiu para parte incerta.

 

Por:Joana Domingos Sá

in Correio da Manhã

 

Porque não referem a etnia dos agressores? Esta agressão nada teve a ver com adeptos!

 

Eis o que refere o Jornal O Mirante (Link para a notícia):

 

"Segundo fonte que presenciou a cena, indivíduos de etnia cigana invadiram o terreno de jogo para agredirem um jogador da equipa visitante. No momento que os guardas presentes tentaram algemar um dos indivíduos, o militar foi agredido na cara tendo fracturado o nariz."

in O Mirante

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Sábado, 29 de Maio de 2010

Amigos de “O Coruchense” encerra época desportiva com convívio

Os Amigos do Grupo Desportivo “O Coruchense” assinalam este sábado, dia 29, o encerramento da época desportiva no Estádio Municipal Professor José Peseiro. A festa começa com um jogo de futebol entre pais e atletas a partir das 16 horas. Pelas 17h30 realiza-se a sessão de encerramento presidida pelo presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes. A festa continua às 18 horas com o convívio entre jogadores, pais e convidados.

 

in O Mirante

 

 

 

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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Câmara e ex-dirigentes de O Coruchense querem anular parte da dívida fiscal do clube

Proposta para “salvar” ex-dirigentes, notificados para assumirem pagamento de 330 mil euros
 

fotoDocumento sustenta alteração da designação do negócio de doação de terreno do clube à autarquia feito em 2002 para uma permuta de bem futuro, originando a anulação de 200 mil euros de dívida. A câmara compromete-se ainda a liquidar a restante dívida fiscal - 130 mil euros.

 


 

 

A Câmara de Coruche e os 16 ex-dirigentes do Grupo Desportivo O Coruchense, citados para liquidarem dívidas ao fisco na ordem dos 330 mil euros, vão apresentar uma proposta à Direcção de Finanças de Santarém que pensam que pode resolver o caso de vez.

O executivo municipal deliberou dia 16 rectificar a escritura de doação do terreno do Montinho do Brito, feita pelo Coruchense à Câmara em 20 de Maio de 2002 - na altura em troca da construção de uma sede social para o clube no valor de 40 mil contos - para realizar nova escritura pública na modalidade de permuta de bem futuro.

Recorde-se que as Finanças taxaram com IVA o negócio da doação do clube à autarquia, o que somado aos juros de mora, fez ascender a dívida fiscal do Coruchense a cerca de 200 mil euros.

Com a nova versão do negócio a câmara espera que as Finanças emitam uma nota na qual reconheçam que essa dívida não existe. A autarquia propõe-se, de seguida, pagar ao clube, em duas tranches, a dívida fiscal remanescente de mais de 130 mil euros. Esse montante é a verba acumulada de dívidas das direcções do clube de 1999 a 2001, devido à ausência de contabilidade organizada em situações como pagamentos a jogadores sem declaração de rendimentos, receitas de bar e de publicidade em que não foi taxado IVA, somada aos respectivos juros de mora. Sem encontrar documentação, o fisco fez uma estimativa do montante em dívida. A proposta que foi aprovada em câmara já tinha sido ratificada por esmagadora maioria em assembleia-geral do clube de dia 11.

Recorde-se que dos 16 ex-dirigentes citados para pagarem a dívida de 330 mil euros, há três elementos visados em cerca de 212 mil euros cada um, com risco de penhora de suas casas e carros (ver edição 28 de Maio). Outros receberam notificações para pagarem 30 mil euros, outros mais de 6.600 euros e por aí fora, até alguns elementos com apenas 73 euros. Oito dos 16 ex-dirigentes assistiram à discussão do ponto na última reunião de câmara.

José Tadeia, presidente do Coruchense entre 2000 e 2002, foi ilibado de pagar uma verba de cinco mil euros. “Espero que esta proposta se concretize a bem de todos e do clube. Penso que os dirigentes que geraram esta dívida não estavam preparados e estavam no clube para desenrascar, nunca pensando que isto viria a acontecer”, disse a O MIRANTE.

Carlos Galamba, que esteve dez meses no clube numa comissão administrativa, foi notificado para pagar mais de 212 mil euros. Recorda como foi impossível contestar qualquer valor quando não havia documentos de suporte de anos anteriores e que o cerco das Finanças se apertou com a cativação do subsídio mensal atribuído pela autarquia, o congelamento das contas e até a tributação a reclamos de publicidade do campo Horta da Nora com mais de 20 anos. “Se houver bom senso das Finanças a situação vai resolver-se”, comenta.

 

PS e CDU trocam acusações sobre responsabilidades na situação

A discussão da situação do Coruchense, que se encontra sem qualquer actividade desportiva, motivou acusações entre PS e CDU. Rodrigo Catarino e Ricardo Raposo acusaram o executivo de maioria socialista de fazer arrastar uma decisão final para período eleitoral, enquanto o clube vivia em agonia. Catarino mostrou também dúvidas em relação à entrega de dinheiro pela autarquia para um clube sem actividade.

O presidente da edilidade, Dionísio Mendes (PS) lembrou que já em 2004 a autarquia tinha tentado resolver a questão junto das Finanças mas que, na altura, foi informada que teriam de ser os dirigentes do clube a fazê-lo. Argumentou ainda que se a câmara não tivesse ficado com o terreno do Montinho do Brito, este hoje já não estaria na posse do Coruchense e teria sido penhorado pelas Finanças para liquidar dívidas.

Com cinco votos a favor, incluindo o de Ricardo Raposo, e a abstenção de Rodrigo Catarino, foi aprovada a proposta. O presidente demissionário do Coruchense desde 8 de Julho de 2008, Ricardo Santos, e também presidente dos Amigos do Grupo Desportivo O Coruchense (agremiação criada para dar continuidade à actividade das equipas de futebol) mostrou-se incomodado com o facto de a votação não ter sido unânime. “O senhor mostrou grande insensibilidade nesta matéria e falta de solidariedade com os dirigentes e com o clube”, acusou o dirigente, referindo-se a Rodrigo Catarino.

 

in O Mirante

 

 

 

 

 

 

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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Antigo dirigente do Coruchense notificado para pagar 212 mil euros às finanças

Dezasseis ex-dirigentes e ex-membros de comissões administrativas do Grupo Desportivo “O Coruchense”, clube que está desactivado, foram notificados pela Direcção de Finanças de Santarém para assumirem pessoalmente o pagamento da dívida do clube ao fisco correspondente ao período entre 2002 e 2008. Os valores a pagar variam entre os 212 mil e os 73 euros e os notificados correm o risco de ver penhorados os salários ou bens pessoais se não pagarem.

A notificação chegou sexta-feira aos ex-dirigentes sob forma de reversão da dívida, estimada em mais de 300 mil euros, já que as Finanças não encontraram qualquer património do clube que pudesse ser penhorado.

Um dos valores que mais contribuiu para a dívida foi o não pagamento de 147 mil euros de IVA respeitantes à doação de um terreno no Montinho do Brito, propriedade do Coruchense, à câmara, para ali ser construído o estádio municipal. Em contrapartida a autarquia teria de construir uma sede para o clube no valor de 200 mil euros. A doação foi feita em 2001. A construção da sede do clube foi adjudicada em Maio último, oito anos depois, já com O Coruchense de “rastos”.

Para o acumular da dívida contribuíram ainda montantes incumpridos de IVA e de IRC, juros de dívidas e juros de juros. Segundo Carlos Galamba, um dos ex-dirigentes mais penalizados, o grosso da dívida refere-se aos anos de 2001 e 2002, e respeita a IVA e IRC por liquidar. “Pertenci a uma comissão administrativa em 2003-2004 e integrei de início a direcção presidida por Joaquim Capricho como tesoureiro, mas apresentei de imediato a demissão à assembleia-geral. Agora, sem ter culpa que as Finanças não tenham conhecimento dessa comunicação, sou confrontado com uma notificação de dívida de 212.287 euros e a ameaçado de ficar sem a casa e o carro”, explica Carlos Galamba a O MIRANTE.

O ex-dirigente diz ainda ser muito estranho como a Direcção de Finanças é capaz de instruir um processo referente a dívidas de IVA de 2002, dois anos e dois meses depois.

Além de Carlos Galamba, outros três dirigentes da direcção presidida por Joaquim Capricho, recentemente falecido, foram notificados. Há ainda ex-membros de comissões administrativas citados para pagar valores entre os 27 e os 29 mil euros e da direcção cessante em 2008, 6 700 euros para alguns dirigentes.

Os valores mínimos de dívida respeitam à não cobrança de Imposto Municipal sobre Imóveis, tendo sido notificados três elementos para pagarem 73 euros cada um. Neste rol inclui-se o cavaleiro tauromáquico João Palha Ribeiro Teles.

Esta terça-feira 12 dos 16 ex-dirigentes citados reuniram nos Paços do Concelho com o presidente da câmara, a assessora jurídica e o chefe de divisão financeira para exporem a situação.

Segundo Carlos Galamba o presidente da autarquia disse que a situação vai ser analisada mas da reunião não saiu qualquer proposta concreta das partes. Quanto à sede de O Coruchense a construir, que a câmara passou a denominar de edifício administrativo de apoio ao estádio municipal, Carlos Galamba entende que não será solução avançar para a sua construção e entregue ao clube, correndo o risco de ser imediatamente penhorada. O presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes, disse a O MIRANTE que não prestava declarações à comunicação social sobre esse assunto.

 

Uma reportagem com desenvolvimentos na edição impressa de O MIRANTE esta quinta-feira nas bancas.

 

in O MIrante

publicado por portuga-coruche às 14:18
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Quarta-feira, 27 de Maio de 2009

O Jogo: Antigos dirigentes do GD Coruchense notificados por dívidas tributárias

Dezasseis antigos dirigentes do GD Coruchense foram notificados para o pagamento de dívidas tributárias do clube, num valor superior a 800 mil euros, referentes a IVA e IRC, disse um dos elementos da Comissão Administrativa do biénio 2003/04.

De acordo com Carlos Galamba, que em 2004 foi eleito vice-presidente do clube e se demitiu após dois meses em funções, entre as notificações de execução "quatro são superiores a 200 mil euros", precisando que no seu caso é referente a 212.287 e nos restantes 212.193 euros.

"Como o clube não tem património, há uma reversão que imputa as dívidas ao tempo das direcções, no caso à Comissão Administrativa", explicou o ex-dirigente, realçando que “não estava ligado ao futebol" e que aceitou o desafio "por carolice", "um pouco às cegas".

Com um prazo de contestação de dez dias após a notificação, os antigos responsáveis do GD Coruchense, que desconhecem se o clube terá sido informado das diligências, já reuniram com um fiscalista e solicitaram apoio à Câmara Municipal de Coruche.

"Na segunda-feira vamos tentar resolver esta situação com a câmara. Neste momento são quinze famílias dependentes disto, nós não temos rendimentos para suportar estas dívidas. Há gente sem dormir e famílias em pânico”, referiu Carlos Galamba.

Contactado pela Agência Lusa, o presidente da autarquia, Dionísio Mendes, confirmou a disponibilidade para “acompanhar o processo, do ponto de visto jurídico, para, eventualmente, ser feita a contestação", remetendo qualquer esclarecimento adicional para depois da reunião da próxima semana.

Os responsáveis pelo clube desde 2003 foram notificados, entre quinta e segunda-feira, por cerca de 28 processos das Finanças, de acordo com o ex-dirigente.

Em causa está, segundo o próprio, a doação de um terreno ao clube, com cerca de 6,8 hectares, em Montinho do Brito, para a construção de um complexo desportivo, tendo em vista a substituição do antigo campo Horta da Nora que estava alugado ao clube e entretanto foi vendido pelo proprietário.

Na altura, já com dívidas fiscais, o GD Coruchense não dispunha do estatuto de entidade pública, ficando assim afastada a possibilidade de se candidatar a financiamentos, daí que tenha doado o terreno à autarquia para que construísse o estádio e edificasse uma sede para o clube.

Neste terreno, a Câmara de Coruche custeou as obras de terraplanagem e fundações, num valor de cerca de 750 mil euros, no entanto foi o clube que deduziu IVA sobre as facturas passadas ao empreiteiro, segundo Carlos Galamba.

Após a transferência para a autarquia, o montante de IVA deduzido pela intervenção teria de ser devolvido, facto que não ocorreu, tendo o clube sido alvo de várias coimas, às quais se têm acumulado juros.

Apesar do investimento neste terreno, a Câmara de Coruche acabou por construir o Estádio Municipal José Peseiro, inaugurado a 25 de Abril de 2007, em Santo Antonino.

Mesmo sem qualquer actividade desportiva actualmente, o GD Coruchense, que foi fundado em 1948 e conquistou o título de campeão da III Divisão nacional em 1953/54, consta na lista de devedores da Direcção-Geral das Finanças, com dívidas situadas entre 100.001 euros a 500.000 euros.

A 18 de Agosto de 2008, alguns dos antigos responsáveis pelo emblema ribatejano fundaram um novo clube, denominado de Amigos do Grupo Desportivo Coruchense - Associação Desportiva que, além dos escalões de formação, participa na II Divisão distrital da Associação de Futebol de Santarém, em seniores.

 

 

 

 

in O Jogo

 

 

publicado por portuga-coruche às 13:59
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GD Coruchense: Antigos dirigentes notificados por dívidas tributárias

Dezasseis antigos dirigentes do GD Coruchense foram notificados para o pagamento de dívidas tributárias do clube, num valor superior a 800 mil euros, referentes a IVA e IRC, disse um dos elementos da Comissão Administrativa do biénio 2003/04.

De acordo com Carlos Galamba, que em 2004 foi eleito vice-presidente do clube e se demitiu após dois meses em funções, entre as notificações de execução "quatro são superiores a 200 mil euros", precisando que no seu caso é referente a 212.287 e nos restantes 212.193 euros.

"Como o clube não tem património, há uma reversão que imputa as dívidas ao tempo das direcções, no caso à Comissão Administrativa", explicou o ex-dirigente, realçando que “não estava ligado ao futebol” e que aceitou o desafio "por carolice", "um pouco às cegas".

Com um prazo de contestação de dez dias após a notificação, os antigos responsáveis do GD Coruchense, que desconhecem se o clube terá sido informado das diligências, já reuniram com um fiscalista e solicitaram apoio à Câmara Municipal de Coruche.

"Na segunda-feira vamos tentar resolver esta situação com a câmara. Neste momento são quinze famílias dependentes disto, nós não temos rendimentos para suportar estas dívidas. Há gente sem dormir e famílias em pânico”, referiu Carlos Galamba.

Contactado pela Agência Lusa, o presidente da autarquia, Dionísio Mendes, confirmou a disponibilidade para “acompanhar o processo, do ponto de visto jurídico, para, eventualmente, ser feita a contestação", remetendo qualquer esclarecimento adicional para depois da reunião da próxima semana.

Os responsáveis pelo clube desde 2003 foram notificados, entre quinta e segunda-feira, por cerca de 28 processos das Finanças, de acordo com o ex-dirigente.

Em causa está, segundo o próprio, a doação de um terreno ao clube, com cerca de 6,8 hectares, em Montinho do Brito, para a construção de um complexo desportivo, tendo em vista a substituição do antigo campo Horta da Nora que estava alugado ao clube e entretanto foi vendido pelo proprietário.

Na altura, já com dívidas fiscais, o GD Coruchense não dispunha do estatuto de entidade pública, ficando assim afastada a possibilidade de se candidatar a financiamentos, daí que tenha doado o terreno à autarquia para que construísse o estádio e edificasse uma sede para o clube.

Neste terreno, a Câmara de Coruche custeou as obras de terraplanagem e fundações, num valor de cerca de 750 mil euros, no entanto foi o clube que deduziu IVA sobre as facturas passadas ao empreiteiro, segundo Carlos Galamba.

Após a transferência para a autarquia, o montante de IVA deduzido pela intervenção teria de ser devolvido, facto que não ocorreu, tendo o clube sido alvo de várias coimas, às quais se têm acumulado juros.

Apesar do investimento neste terreno, a Câmara de Coruche acabou por construir o Estádio Municipal José Peseiro, inaugurado a 25 de Abril de 2007, em Santo Antonino.

Mesmo sem qualquer actividade desportiva actualmente, o GD Coruchense, que foi fundado em 1948 e conquistou o título de campeão da III Divisão nacional em 1953/54, consta na lista de devedores da Direcção-Geral das Finanças, com dívidas situadas entre 100.001 euros a 500.000 euros.

A 18 de Agosto de 2008, alguns dos antigos responsáveis pelo emblema ribatejano fundaram um novo clube, denominado de Amigos do Grupo Desportivo Coruchense - Associação Desportiva que, além dos escalões de formação, participa na II Divisão distrital da Associação de Futebol de Santarém, em seniores.

Fonte: Lusa

 

in Sapo Infodesporto

publicado por portuga-coruche às 12:30
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