Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012

Quem nos liberta desta gente?

Parlamento

PSD apaga de relatório sobre as "secretas" alegadas ligações das chefias à Maçonaria

 
Jorge Silva Carvalho, ex-director da "secreta", foi ouvido no Parlamento em Setembro (Foto: Enric Vives-Rubio)

O PSD apagou do relatório preliminar sobre as audições relativas aos serviços secretos, realizadas na 1.ª comissão parlamentar, as referências que indiciavam ligações de titulares de cargos de chefia e de direcção da intelligence à Maçonaria.

 

Na primeira versão do relatório, assinada a 28 de Outubro de 2011 pela deputada Teresa Leal Coelho, vice-presidente da bancada do PSD, pode ler-se que os "incidentes verificados nos últimos meses" (as notícias sobre as fugas de informações para a empresa Ongoing e o acesso ilícito aos registos telefónicos do jornalista Nuno Simas), "sugerem indícios e lançam suspeitas de ligações" de Jorge Silva Carvalho [que, até finais de 2010, dirigiu o Serviço de Informações Estratégicas de Defesa] a "conluios de poder", "pretensamente com a ambição de ocupar cargos dirigentes, incluindo nos Serviços de Informações".

Neste documento, a que o PÚBLICO teve acesso, a deputada escreveu que as audições realizadas à porta fechada resultaram também em "indícios e suspeitas do envolvimento" de Silva Carvalho "com grupos de pressão pretensamente instalados na sociedade portuguesa, nomeadamente a ramos da Maçonaria".

Todas estas citações foram eliminadas do esboço de relatório que o PSD enviou para a 1.ª comissão, com menos páginas e no qual é notório o tom mitigado das palavras. Apenas num dos pontos das conclusões emerge alguma proximidade com a primeira versão do documento: "Impõe-se garantir que os Serviços de Informações, através de titulares de cargos de Direcção ou de operacionais, não sejam passíveis de instrumentalização por entidades públicas ou privadas." O PÚBLICO contactou Teresa Leal Coelho, mas a deputada disse não querer falar.

 

03.01.2012 - 07:46 Por Maria José Oliveira

in Jornal Público

Leia mais no PÚBLICO de hoje e na edição online exclusiva para assinantes.

 


Infelizmente não existe nada nem ninguém que nos possa libertar desta gente que se apoderou do país e das esferas do poder e o manipulam nos seus interesses. Quando falam dizem mover-se por interesses altruistas e humanos, mas, na verdade, tudo não passa de retórica usada para nos iludir em vez de dizerem a verdade negam os seus actos. Como se alimentam do poder e dos proveitos do poder nunca nos libertarão enquanto estes existirem.

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Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011

O que é que João Jardim quereria dizer com "Sociedades Secretas"?!

Tentamos levantar um pouco o "véu" do mistério mas a relação entre o mito e a realidade continua aí. Desconheço o que é verdade e o que é imaginação, teoria da conspiração e por aí fora.

Este post foi retirado de um desses blogs que afirmam existir uma conspiração global, no fim vem o link, tirem as vossas próprias conclusões.

 

Lista dos participantes portugueses nas reuniões de Bilderberg e "coincidências"

 

Lista dos portugueses de Bilderberg:


Francisco Pinto Balsemão, participante permanente desde 1988, é ele que escolhe os portugueses que todos os anos participam.

1988: Vitor Constancio e Francisco Lucas Pires
1991: Carlos Monjardino e Carlos Pimenta
1992: António Barreto e Roberto Carneiro
1993: Nuno Brederode Santos e Fernando Faria de Oliveira
1994: José Manuel Durão Barrosso e Miguel Veiga
1995: Luis Amaral, Maria Carrilho e José Cutilero
1996: Margarida Marante e António Vitorino
1997: António Borges e José Galvao Teles
1998: Vasco Coutinho, Miguel Horta e Costa e Marcelo Rebelo de Sousa
1999: Joaquim Fraitas do Amaral, João Cravinho, Eduardo Grilo, Vasco Mello, Francisco Murteira Nabo, Ricardo Espirito Santo Salgado, Jorge Sampaio, Nicolau Santos, Artur Santos Silva
2000: Teresa Patrício Gouveia
2001: Guilherme de Oliveira Martins e Vasco Graça Moura
2002: António Borges e Elisa Ferreira
2003: Eduardo Ferro Rodrigues, Jorge Sampaio e José Durão Barroso
2004: José Sócrates, Pedro Santana Lopes e António Vitorino
2005: José Durão Barroso, António Guterres e Nuno Morais Sarmento
2006: Augusto Santos Silva e José Pedro aguiar-Branco
2007: Leonor Beleza
2008: Rui Rio e António Costa
2009: Manuela Ferreira Leite e Manuel Pinho
2010: Paulo Rangel e Teixeira dos Santos


Para quem gosta de "coicidências" estrangeiras:


Coincidências?Bill Clinton que participa no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 foi eleito presidente dos Estados Unidos da América em Agosto de 1992.

Tony Blair que participa no encontro Bilderberg na Grécia em 93 torna-se líder do partido em Julho de 94 torna-se primeiro-ministro em Maio de 97.

Jack Santer o anterior chefe de estado (demitido por corrupção) participou no encontro Bilderberg na Alemanha em 91 e torna-se presidente da UE em Janeiro 95.

Romano Prodi participou no encontro Bilderberg em Portugal em Junho de 99 toma posse como presidente da UE em Setembro de 99.

George Robertson participa no encontro Bilderberg na Escócia em 98 e toma posse como secretário-geral da NATO em 99.Outra GRANDE coincidências é que desde ‘71 todos os líderes da NATO, pertenciam à Bilderberg.







Para quem gosta de "coincidências" portuguesas:


Na reunião que teve lugar de 3 a 6 de Junho, em Stresa, em Milão, Santana Lopes e José Sócrates estiveram presentes, juntamente com Pinto Balsemão. Curiosamente, Santana seria primeiro-ministro dois meses depois e nem passaria um ano para José Sócrates chefiar o Governo. Outros três intervenientes na crise política de 2004, o Presidente da República, Jorge Sampaio, Durão Barroso, então primeiro-ministro, e Ferro Rodrigues, então líder do PS, também estiveram em reuniões de Bilderberg. Sampaio esteve presente em 1999, na reunião de Sintra. Durão é um velho conhecido de Bilderberg, tendo estado presente em 1994, 2003 e já este ano, na Alemanha, na qualidade de presidente da Comissão Europeia. Já Ferro Rodrigues esteve presente na reunião de 2003.

Os últimos quatro primeiros-ministros portugueses ascenderam ao cargo após terem participado nos encontros. António Guterres participou, em 1994, na conferência realizada em Helsínquia, na Finlândia, juntamente com Durão Barroso e com o advogado portuense e militante do PSD Miguel Veiga. No ano seguinte, em 1995, após a vitória do PS nas legislativas, Guterres é convidado a formar governo e Barroso, que era ministro dos Negócios Estrangeiros no terceiro Governo de Cavaco Silva, passou à oposição.

Decorridos seis anos, António Guterres demite-se do governo, na sequência da derrota eleitoral do PS nas autárquicas de 2001. Eduardo Ferro Rodrigues assume a chefia do executivo até à realização de eleições legislativas e também a liderança do PS. Jorge Sampaio — também ele um convidado de Bilderberg, tendo participado na conferência de 1999, realizada em Sintra — marca as eleições para 17 de Março de 2002. O PSD ganha as eleições e Durão Barroso, presidente do partido desde 1999, é convidado a formar governo.

No ano seguinte, em 2003, Durão Barroso compareceu no encontro do grupo de Bilderberg, realizado em Versailles, em França. Desta vez foi acompanhado por Eduardo Ferro Rodrigues. Mas perspectivou-se aí uma nova missão para o primeiro-ministro. Barroso não leva o mandato até ao fim e pede a demissão para desempenhar o cargo de presidente da Comissão
Europeia

Em 2004, Jorge Sampaio decide reconduzir o PSD, rejeitando a hipótese de convocação de eleições antecipadas, o que leva Ferro Rodrigues a demitir- se de secretário-geral do PS. Pedro Santana Lopes, então presidente da Câmara Municipal de Lisboa, foi convidado a participar na conferência do grupo Bilderberg, que se realizou no início de Junho, em Stresa, Itália. Um mês depois Santana Lopes forma governo, a convite do Presidente da República. Mas o novo presidente do PSD e novo primeiro-ministro não se deslocou sozinho a Itália. Foi com ele José Sócrates, antigo ministro do Ambiente de António Guterres e que seria eleito três meses depois secretário-geral do PS.

Na delegação portuguesa de 2004, além do sempre presente Francisco
Pinto Balsemão, participou também pela segunda vez numa conferência de Bilderberg António Vitorino. A sua estreia ocorreu em 1996, em Toronto, no Canadá, quando era vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa do Governo de António Guterres. Na altura, também o acompanhou a jornalista Margarida Marante.

Depois da saída de António Vitorino do governo, em 1997, ocupou nos dois anos seguintes o lugar de presidente da Portugal Telecom Internacional e o de presidente da assembleia geral do Banco Santander Portugal. Cargos que deixou para ser empossado como comissário europeu, na Comissão presidida por Romano Prodi. Na reunião de 2004, Vitorino era comissário responsável pela Justiça e Assuntos Internos em fim de mandato e o seu nome era avançado como candidato possível à presidência da Comissão europeia e à eleição de 2006 para a Presidência da República portuguesa.

A estada de Santana Lopes no governo é breve. Dissolvida a Assembleia da República e convocadas eleições legislativas, José Sócrates, já então secretário-geral do PS, conquista a maioria absoluta em 20 de Fevereiro de 2005. Para a conferência Bilderberg, que decorreu em Maio desse ano, em Rottach-Egern, na Alemanha, foram convidados o presidente da Comissão europeia e mais dois candidatáveis, um a uma instância internacional e outro à liderança do PSD.

Durão Barroso acompanhou o seu amigo pessoal Nuno Morais Sarmento, que é, no entanto, ultrapassado em Portugal na corrida para a direcção do PSD por Luís Marques Mendes. Pelo contrário, António Guterres é confirmado em Maio para o cargo de Alto Comissário da ONU para os Refugiados.

Mas Bilderberg serve também para afastar quem não se enquadre nos objectivos definidos. Foi o que aconteceu a Margareth Tatcher ao manifestar reservas a uma crescente integração europeia. O mesmo poderá ter acontecido a Ferro Rodrigues, quando nas eleições de 2004 para o Parlamento Europeu se manifestou contra a venda de 49 por cento do capital da empresa Águas de Portugal. Posição essa que contraria a política comunitária e os objectivos capitalistas. José Sócrates nomeia-o chefe da delegação portuguesa junto da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) em Paris. Os acontecimentos dão consistência à tese da governação mundial capitalista. Daí que se perceba o secretismo que envolve os conclaves de Bilderberg.

Para que o silêncio seja assegurado, participam nos encontros representantes dos maiores grupos de comunicação social, tanto administradores como jornalistas. Mas participam igualmente para se informarem sobre o que interessa à agenda mediática. Entre os portugueses contam-se Margarida Marante (encontro de 1996), Nicolau Santos (1999) Nuno Brederode Santos (1993) e o próprio Pinto Balsemão, patrão do grupo Impresa.

 

In Blog “Octopus

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Conspiração ou erros no manual das alterações climáticas?

por Marta F. Reis

 

É a terceira polémica em dois meses. Cientistas apontam fragilidades ao documento base das negociações climáticas produzido em 2007

 
 
Não há duas sem três quando os olhos começam a escrutinar um documento de mais de 900 páginas, de parto difícil, produzido em 2007 pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, das Nações Unidas. Esta semana a imprensa britânica apontou uma nova falha ao documento, agravada por o que acreditam ser um conflito de interesses: a afirmação de que a floresta tropical da Amazónia corre o risco de se transformar numa "savana" à mais pequena oscilação na precipitação teria sido produzida por dois activistas - um consultor do grupo ambiental WWF (Fundo Mundial para a Natureza) e outro jornalista freelancer pró-ambiente. Há duas semanas, uma denúncia semelhante sobre a sina dos glaciares do Himalaias, que afinal nada aponta que desapareçam até 2035 - como afirmava o relatório de há três anos - ressuscitou as fragilidades do órgão da ONU que já em vésperas da Conferência de Copenhaga tinha estado em xeque quando uma fuga de emails na internet mostrou a cumplicidade de alguns cientistas de topo na censura de informação científica enviada ao IPCC. Manobra de diversão ou imprecisões? Facto é que o sucessor do protocolo de Quioto mantém-se adiado até nova ronda de negociações, prevista para o final do ano no México.

Phil Dickie, do WWF, explicou ao i que, no caso já rotulado de Amazongate (depois do Climategate e Glacier Gate) "houve apenas uma falha ao nível bibliográfico", por não terem sido citados dois artigos da "Nature" onde, em 2000, os dois autores foram buscar informação para elaborar um relatório mundial sobre o impacto dos incêndios florestais. Neste, afirma-se que 30% a 40% da floresta é particularmente vulnerável a alterações na precipitação, que podem ser provocadas pela acção do homem. Quanto à utilização do relatório no documento do IPCC diz "estar previsto" nas regras do organismo. Steven Wofsy, investigador da Universidade de Harvard, vai contudo mais longe: "Todas estas notícias sobre os erros do IPCC parecem mais uma cortina de fumo para descredibilizar o painel, como se não precisámos de estar preocupados com as alterações climáticas. É absurdo: o descrédito do IPCC não interfere com o que está a acontecer no ambiente", diz ao i.

Steven Wofsy foi um dos 620 investigadores que participaram na redacção do relatório do IPCC, que serve de base às negociações climáticas mundiais, que têm resultado mais recente um acordo não vinculativo que abre um fundo milionário para apoiar a adaptação e mitigar os efeitos das alterações climáticas dos países em desenvolvimento, e promete limitar o aquecimento global à barreira dos 2ºC. "Trabalhei no documento e nunca ouvi falar do relatório do WWF. Os vários modelos prevêem a perda de floresta e da matéria orgânica nos solos, embora alguns modelos projectem grandes perdas. Há razões para estarmos preocupados, mas é impossível prever o que vai acontecer." Sobre a Amazónia, diz, sabe-se que é uma floresta "resistente, mas se as secas forem de tal modo que propiciem incêndios, os ecossistemas serão degradados."

O WWF garante que está há uma semana em conversações com o IPPC e que analisou a sua participação no relatório para detectar eventuais erros..

Apesar dos desmentidos, depois de também ter sido a imprensa a avançar que havia um erro nas previsões do IPCC sobre o desaparecimento dos glaciares dos Himalaias, a fragilidade do órgão da ONU liderado por Rajendra Pachauri transformou-se num tema quente. Na semana passada, Pachauri disse à BBC que não tenciona demitir-se. "Fui reeleito por aclamação, imagino, porque toda a gente está satisfeita com o meu desempenho", disse. Até ontem não havia comentários à lacuna no bloco do relatório dedicado à Amazónia, mas no caso dos glaciares dos Himalaias foi já publicada uma rectificação: "os standards de clareza e certeza exigidos pelo painel não foram aplicados convenientemente", justificou o IPCC. Contudo, ontem o "The Sunday Times" denunciava que diferentes especialistas alertaram o IPCC o erro. Rajendra Pachauri é acusado de ter favorecido a opinião do cientista indiano Syed Hasnain, investigador no Instituto de Energia e Recursos em Deli, o TERI, que é dirigido pelo responsável do IPCC.

Entre as críticas, surge a tese de manobra de diversão. Para Pedro Martins Barata, da Comissão para as Alterações Climáticas, a polémica é um ataque com motivações políticas, sediado sobretudo nos EUA: "Nos Estados Unidos o IPCC é visto como um órgão como uma agenda própria. Os erros são razão para preocupação, mas neste momento existe uma campanha para demonizar o IPCC e demonizar Pachauri. Não é inocente."

O quinto relatório do IPCC, que reunirá novos resultados científicos, só é esperado em 2013 e 2014. Mantém-se até lá o actual manual de instruções.


 

in iOnline

 
Afinal os fins sempre justificam os meios! Aqueles que sustentam estas palhaçadas desdramatizam e ainda dizem que quem denuncia as mentiras é mal intencionado e interesseiro?!

 

publicado por portuga-coruche às 15:34
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