Quinta-feira, 8 de Setembro de 2011

Falta de rentabilidade encerra linha ferroviária Coruche – Setil

 

Utentes de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo vão ficar sem este serviço a partir do dia 1 de Outubro

 

 

A falta de rentabilidade económica do serviço ferroviário de passageiros entre Coruche e o Setil, no concelho do Cartaxo, levou a CP a decidir-se pela sua supressão, a partir do dia 1 de Outubro.

Em comunicado, a empresa explica que a procura é muito reduzida, “cerca de 12 passageiros por circulação”, com um “custo unitário por passageiro transportado superior a 16 euros, para uma receita gerada de 1,5 euros”.

“Está assim muito longe de atingir os níveis mínimos de sustentabilidade necessários à manutenção da oferta”, esclarece a empresa no mesmo comunicado.

O serviço de passageiros neste troço da Linha de Vendas Novas entrou em funcionamento há precisamente dois anos, em Setembro de 2009, depois de, a 22 de Julho do mesmo ano, a CP, a REFER e as Câmaras Municipais de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo terem assinado um protocolo para a circulação de composições de passageiros.

O período experimental definido no acordo termina no final deste mês.

“Consideramos profundamente lamentável esta decisão unilateral da CP, sem qualquer negociação com as autarquias, tendo em conta o investimento até ao momento realizado e a convicçãode que apenasdecorridos quatro meses da alteração de horários seja precoce encerrar definitivamente a linha”, afirmou o presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes, sublinhando a posição da empresa “é contrária aos interesses das populações” dos três concelhos ribatejanos afectados.

“Consideramos que foi e é determinante a importância do transporte ferroviário para diminuir as assimetrias e encurtar as distâncias entre o interior e Lisboa”, considerou Dionísio Mendes, lembrando que se trata de um meio “mais confortável, económico e ecologicamente vantajoso”.

Para o autarca, estes argumentos justificam “o empenho em torno da prossecução do serviço e da renovação do protocolo”.

Segundo a Câmara de Salvaterra de Magos, os municípios foram apanhados de surpresa pela decisão da CP, uma vez que, numa reunião realizada no dia 14 de Julho, o conselho de administração da empresa demonstrou “interesse na renovação deste protocolo e na consequente continuidade deste serviço à população”.

A autarquia “lamenta esta decisão, pois cumpriu todos os compromissos que assumiu com a CP, financeiros e não-financeiros, no âmbito deste protocolo”, salientou a presidente Ana Cristina Ribeiro.

 

 

Paulo Caldas, Ana Cristina Ribeiro e Dionísio Mendes, com a então secretária de Estado dos Transportes Ana Paula Vitorino

 

“Honrámos os nossos pagamentos, criámos redes complementares de circuitos rodoviários de acesso às estações de Muge e de Marinhais através da rede «Magos Bus», e, dentro das nossas possibilidades, incentivámos à utilização deste meio de transporte por parte da população”, acrescentou Ana Cristina Ribeiro, lamentando “os transtornos que o fim deste serviço trará aos munícipes do concelho que maior número de passageiros diários tem a utilizar este transporte público”.

A Câmara já fez chegar o seu descontentamento à CP, lembrando que, “pela sua importância e dimensão, o protocolo foi na altura considerado pela própria tutela como inovador a nível nacional”, e que é do conhecimento público que existem diversas linhas a nível nacional com perdas na sua exploração, mas que permanecem activas.

 

Por João Nuno Pepino

in O Ribatejo

 

 

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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

BE exige que serviço regional Coruche – Setil se mantenha em funcionamento

 

 

“A CP não pode passar uma certidão de óbito ao serviço regional de transporte de passageiros, com a desculpa de que não é rentável”, defendeu João Heitor, do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, durante uma conferência de imprensa realizada na estação ferroviária de Marinhais, na segunda-feira, 24 de Janeiro.

Além de exigir a manutenção do transporte de passageiros entre Coruche e o Setil depois do dia 1 de Fevereiro, data já anunciada para a suspensão do serviço, o Bloco quer que o governo, através do Ministério das Obras Públicas, tenha uma palavra a dizer sobre a as linhas que a CP quer encerrar.

“Estes modelos de gestão em que empresas públicas agem como se não tivessem que prestar contas a ninguém são totalmente inaceitáveis”, frisou o deputado, salientando que estas decisões “vão contra o direito dos cidadãos ao transporte e à mobilidade”.

Foi neste sentido que João Heitor e José Gusmão entregaram na Assembleia da República um requerimento dirigido ao ministério de Mário Lino, em relação ao qual esperam uma resposta antes da data já anunciada para a supressão do serviço de passageiros na linha Vendas Novas – Setil, reactivado em Setembro de 2009 após um protocolo entre a CP e as Câmaras de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo.

Além da reduzida utilização do serviço, que registou uma média diária de 14 passageiros por composição, a CP alega que o défice de exploração ascende aos 500 mil euros, e que as autarquias estão em dívida no que se refere à sua comparticipação no prejuízos do serviço.

“Parece-nos imprescindível que o encerramento da linha seja adiado, até porque duas das três autarquias já se comprometeram a regularizar os seus pagamentos”, referiu o deputado José Gusmão, chamando a atenção para o facto dos municípios também terem queixas em relação ao cumprimento do protocolo por parte da CP.

Para o BE, “a cobertura da rede ferroviária nem sequer devia depender da comparticipação de autarquias”, frisou José Gusmão, defendendo que “o Estado e a CP, enquanto empresa pública, deveriam garantir o acesso ao transporte em todo o território nacional”.

Os responsáveis do Bloco criticaram ainda a política de gestão da CP, que se tem “orientado apenas por critérios de rentabilidade”.

Isso “tem duas consequências”, alertou o deputado eleito pelo círculo de Santarém, “a privatização de linhas consideradas rentáveis e o encerramento ou a degradação do serviço em linhas menos rentáveis”.

“É uma lógica muito negativa nos impactos que tem para uma lógica de mobilidade sustentada para o país”, concluiu.

 

in O Ribatejo

 

 

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Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011

Sindicato tem proposta para manter comboios no ramal do Setil

Por Jorge Talixa

  

Alternativa admite que três ligações diárias para cada sentido corresponderiam minimamente às necessidades dos utentes

 

CP alega que autarquias se atrasaram nas compensações joao gaspar

O Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante apresentou uma proposta de redução de custos que permitiria manter a circulação de comboios de passageiros no ramal Setil-Vendas Novas. O objectivo passa por evitar a suspensão que a CP quer aplicar já a partir de 1 de Fevereiro.

O documento, enviado ao conselho de gerência da CP e ao Ministério das Obras Públicas, sustenta que, com uma redução de dez para seis comboios diários entre Coruche e o Setil será possível baixar os custos operacionais em 40 por cento. A CP alega que os prejuízos do relançamento deste serviço de passageiros já ultrapassaram os 500 mil euros entre Setembro de 2009 e Outubro de 2010.


O sindicato alerta para as consequências sociais e laborais desta nova supressão dos comboios de passageiros no ramal Setil-Vendas Novas. A medida tem sido muito contestada pelas Câmaras de Coruche, Cartaxo e Salvaterra de Magos e por vários deputados. Mas a CP já distribuiu pelos utentes deste ramal uma comunicação onde explica que, "por não estarem reunidas as condições necessárias à continuidade da exploração do serviço ferroviário, o trajecto Setil-Coruche-Setil será suspenso a partir de 1 de Fevereiro". O mesmo documento sublinha que a procura "não tem justificado a manutenção" dos serviços. A CP explicou que também estão em causa os atrasos daqueles três municípios no pagamento das parcelas de prejuízos que lhes cabem.

O sindicato defende que é nos momentos de maiores necessidades para as populações que "o transporte ferroviário público, com tarifas sociais, deve estar presente e não o contrário" e salienta que a ausência de comboios no interior do país "vai acentuar ainda mais o isolamento, a desertificação e o empobrecimento das populações".

 

in Público

 

 

 

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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

CP confirma suspensão de comboios de passageiros entre Coruche e Setil

Circulação vai ser suprimida no primeiro dia de Fevereiro anunciou a empresa

 
Câmara de Coruche garante que vai continuar a lutar pela manutenção do transporte de passageiros enquanto o presidente da Câmara do Cartaxo quer passe interurbano até ao Setil.

  

É oficial. A 1 de Fevereiro a CP suspende o serviço de transporte de passageiros entre Coruche e Setil da linha de Vendas Novas, reactivado em Setembro de 2009, após cinco anos de interregno. Falta de procura e incumprimento do protocolo por parte dos municípios de Coruche, Cartaxo e Salvaterra de Magos, que têm em atraso os pagamentos para atenuar os prejuízos de exploração da linha, são as razões apontadas pela CP. Desde sexta-feira, 14 de Janeiro, que a informação está disponível tanto no site da CP como nas estações e comboios daquele serviço. Adianta-se que não estão reunidas condições para a continuidade da exploração do serviço.

 

A dívida dos três municípios à CP ascende a 280 mil euros. Sem plano de pagamentos credível por parte das autarquias, a CP não admite a continuidade do serviço, informação dada por um administrador da CP Regional e Longo Curso durante um debate realizado a semana passada na Antena 1.

 

Das três câmaras, apenas a de Coruche apresentou um plano de pagamentos que previa que, a partir de Janeiro de 2011, a autarquia pagasse, por cada mês correspondente, mais dois de atraso. Cada autarquia responsabilizou-se por pagar sete mil euros mensais. À CP cabia assegurar a restante verba de um prejuízo de exploração mensal na ordem dos 50 mil euros.

 

Câmara de Coruche não desiste

Com as posições extremadas e acusações de ambos os lados, chegou-se a um impasse desfeito dia 14. Do lado de Coruche, em comunicado emitido segunda-feira, o município garante que continua a ser a “locomotiva” que puxa pela ligação de comboio até Lisboa. Recorda que já em Outubro de 2010 reclamou junto das restantes entidades e da tutela que deveria haver por parte da CP e Refer novos horários, melhores condições na estação do Setil, novos tarifários, mais promoção e publicidade do serviço, potenciação de outras áreas de negócio, entre outros desígnios.

 

“Somos da opinião que a decisão de manter activo ou não este serviço, é uma decisão política. Como tal, é para a Câmara Municipal de Coruche primordial saber se há efectivamente essa vontade política por parte da tutela”, pode ler-se no comunicado, ainda que admita que, isoladamente, pouco pode fazer para contrariar a suspensão do serviço.

 

Para o presidente da Câmara do Cartaxo a decisão da CP é “lamentável”, mesmo tendo em consideração que no Cartaxo dez utentes fazem uso regular do serviço a partir do Setil. Paulo Caldas admite que o Cartaxo pouco ou nada pagou das prestações mensais e que o mesmo aconteceu com os restantes municípios, por não estarem a ser bem servidos.

 

“Se é para pôr em causa o serviço, que pelo menos a CP prolongue o passe interurbano até ao Setil em vez de ser apenas até Azambuja. Arranjámos autocarro gratuito até ao Setil, vamos arranjar a estrada. Haja quem mande e concerte posições”, sublinha o autarca.

Contactada em várias ocasiões a dar opinião sobre a matéria, a Câmara de Salvaterra de Magos nunca esclareceu a sua posição.

 

Do lado dos utentes do comboio existe insatisfação pela anunciada supressão do serviço. Susana Alberto, moradora em Marinhais que trabalha na zona de Lisboa, lembra a reunião recente em que a presidente da Câmara de Salvaterra de Magos disse que se iria tentar resolver rapidamente a situação. Para a utente há que apelar ao bom senso das três câmaras municipais, já que a CP pode reconsiderar a continuação do serviço se as câmaras apresentarem planos de pagamentos

 

in O Mirante.

 

 

Como é possível que um transporte colectivo seja suprimido por não ter utilizadores numa altura em que toda a gente se queixa que existe crise?! São tão poucas assim as pessoas que habitam em Coruche e que diariamente se deslocam para os destinos do comboio?

Possivelmente existem outros factores, como o tempo que leva a viagem e o conforto de um comboio.

Antes de terem retomado as viagens a CMC deveria ter mobilizado as pessoas e proceder a um levantamento dos interessados diáriamente, com a ajuda da RVS e de comunicados afixados, feito esse levantamento/inscrições ficariam com uma ideia de quando se poderia gastar e da viabilidade do transporte. Evitariam uma dívida galopante e este desfecho.

 

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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010

Câmaras em conflito com a CP por causa da ligação entre Setil e Coruche

Autarcas de Coruche, Salvaterra e Cartaxo irritados por terem sido reveladas dívidas 
 

 

O serviço ferroviário entre Coruche e Setil foi reactivado em Setembro do ano passado e as autarquias comprometeram-se, entre outras coisas, a pagar 50 por cento dos prejuízos da exploração.

 

As câmaras municipais de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo solicitaram uma reunião urgente com o Conselho de Administração da CP, que pretendem que se realize em Agosto, para discutir questões relacionadas com o protocolo que assinaram com a empresa de transporte ferroviário em Julho do ano passado, relativo à reabertura da circulação ferroviária entre Setil e Coruche.

 

A reunião foi solicitada na sequência de uma notícia inserida na edição de dia 4 no Jornal Público em que é dito pelo presidente da CP, José Benoliel, que as autarquias não estão a cumprir o referido protocolo, nomeadamente o pagamento da parte que lhes cabe dos prejuízos.

 

Numa nota enviada à comunicação social os três municípios dizem que “realizaram, desde o início da reabertura da linha, todos os esforços de divulgação e promoção deste transporte junto das populações dos seus concelhos” e informam que para além da reunião que pretendem ter com a CP, vão também solicitar uma reunião com o secretário de Estado dos Transportes, Dr. Correia da Fonseca, “com vista a analisar os critérios definidos no protocolo e a observância pelas várias entidades das suas responsabilidades na execução deste protocolo e deste serviço público”

 

Segundo o Público, “a reactivação do serviço ferroviário para Coruche, em Setembro do ano passado, já acumulou desde então prejuízos de 296 mil euros que deveriam ser repartidos entre a CP e os municípios” Na mesma notícia é dito que “a dívida dos municípios - que se comprometeram a assegurar ligações rodoviárias gratuitas da sede do concelho às estações - ascende a 148 mil euros, cabendo cerca de 5000 euros mensais a cada um. Segundo a CP, foram transportados entre Setembro de 2009 e Junho deste ano 34.419 passageiros, o que dá uma média inferior a 20 passageiros por comboio, um valor que se adapta mais a um serviço em autocarro do que ferroviário.”

 

A divulgação daqueles dados pelo presidente da CP desagradou aos presidentes das câmaras que lembram, na nota de imprensa que “o dever de confidencialidade a que as partes se obrigaram a celebrar o protocolo”. Os autarcas reafirmam que “é determinante a importância do transporte ferroviário como transporte económico e ecologicamente vantajoso e que permite uma maior mobilidade, diminuindo as assimetrias e encurtando as distâncias entre o interior e Lisboa”.

 

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:20
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Domingo, 20 de Setembro de 2009

Câmara de Coruche quer eliminação de passagem de nível

A Câmara de Coruche solicitou à REFER, empresa que gere as infra-estruturas ferroviárias, que elimine a passagem de nível do troço Coruche-Setil, na antiga linha de Vendas Novas, ao quilómetro 27,733, na zona da freguesia da Fajarda.

A linha atravessa a Estrada Nacional 114-3, entre Coruche e Salvaterra de Magos, e tem uma passagem de nível com sinalização. A passagem fica numa zona mais baixa da estrada e a aproximação de ambos dos sentidos da via faz-se de pontos mais altos. Por esse motivo, o presidente da Câmara de Coruche, defende que seja criada uma passagem desnivelada e eliminada a passagem de nível.

O autarca justifica o pedido à Refer com o incremento do tráfego de comboios naquela linha. “Circulavam cerca de 20 composições de mercadorias na linha ao longo do dia e agora, com a activação do transporte de passageiros, são cerca de 30 composições, aumentando a perigosidade do local”, refere Dionísio Mendes (PS).

A Junta de Freguesia da Fajarda também vem lutando para a eliminação da passagem de nível. Não apenas pelo histórico de acidentes ocasionais resultantes de avarias do sistema automático das cancelas mas também devido a estreiteza da passagem aquando do cruzamento de viaturas nos dois sentidos.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 15:56
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