Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

A mentira do buraco antropogênico de ozônio


O gás carbônico (CO2) “vilão” do século 21 e responsável pelo aquecimento global seria na verdade o gás da vida. Essa é a teoria defendida pelo climatologista Luís Carlos Molion, físico com pós-doutorado na Inglaterra, mais de 40 anos de experiência em estudos do clima no planeta, sendo 25 destes à frente do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e, Representante dos países da América do Sul na Comissão de Climatologia da Organização Meteorológica Mundial (OMM).

De acordo com Molion, a emissão de CO2 pelo homem é irrisória frente à quantidade lançada pela natureza na atmosfera. “Os fluxos naturais – oceanos, solo, vegetação – lançam 200 bilhões de toneladas de CO2 anuais na atmosfera e a atividade humana libera 6 bilhões de toneladas. Sua tese é fundamentada no princípio de que a Terra tem um ciclo natural de aquecimento e resfriamento que dura em média 60 anos. “As variações são repetitivas e não cíclicas. Há um período em que o sol passa da atividade máxima para a mínima”, garante.

Para o pesquisador, entre 1940 e 1960 a Terra passou por um período de grande atividade solar e agora o Sol começa a se dirigir para o novo mínimo que vai ocorrer entre 2020 e 2032, seguindo o ciclo solar de 90-100 anos. “Depois de 1960 já era prevista uma redução de O3, uma vez que para o aumento da camada de ozônio é necessário radiação ultravioleta do sol (UV). É obvio que depois de um máximo vem um mínimo. Então, os países desenvolvidos, e que dominam o comércio global, usaram esse conhecimento científico, que não é de domínio dos formuladores de políticas públicas, para explorar os países pobres, notadamente os tropicais, que precisam de refrigeração a baixo custo, eliminando os CFC”.

De acordo com Molion, o crime que eles cometeram é que se tornaram de domínio público e não pagavam mais direitos de propriedades. “O oligopólio que detém as patentes dos substitutos dos CFC é composto pela Allied Chemical Corp (USA), Du Pont (Canadá), Imperial Chemical Ind (ICI, Inglaterra), Atochem (Grupo ELF, França) e Hoechst (Alemanha), todas elas pagam impostos sobre os lucros em seus países de origem. Na década de 1990 o quilo do CFC custava US$1,70 e hoje os substitutos podem custar mais de US$35,00 para o consumidor final”, explica.
A hipótese do Professor surgiu na década de 1970 quando ele observou que as moléculas de CFC são de cinco a sete vezes mais pesadas que o ar e precisariam ser levados até 40-50 km de altitude na estratosfera, onde ocorre a reação de formação do ozônio. “As medições feitas pela Nasa com aviões voando na baixa estratosfera não detectaram sequer uma molécula de O3 nessa região. Como iriam chegar a 50Km de altitude?”, explica Molion.

A Organização Mundial de Saúde adota o limite de 50 partes por bilhão por volume (ppbv) para o O3, ou seja, 100 microgramas por metro cúbico (para o O3, 1ppbv =2 microgramas por m3). Já, a Agência de Proteção Ambiental americana adota 75ppbv para um tempo de exposição de 8 horas.

“Devido a seu alto poder oxidante, o O3 reage praticamente com todos outros gases. Nos ambientes poluídos por gases do escapamento dos veículos nas grandes cidades, o O3 reage com nitrogênio, de fato formando NOx que é nocivo à saúde. Grandes cidades, como São Paulo e Belo Horizonte, especialmente no inverno e com pouca ventilação, podem apresentar concentrações superiores a 200 microgramas por m3. Na Floresta Amazônica, durante os experimentos de 1985 e 1987, medimos concentrações naturais de até 40 ppbv durante o dia, caindo para menos de 10ppbv à noite. No período seco, agosto-setembro, durante as queimadas no Centro Oeste, já foram medidas concentrações superiores a 80 ppbv. Portanto, vê-se que não é só nas grandes cidades que o problema existe”, afirma.

Assim, o aquecimento seria local e não global, como muitos defendem. Isso devido à urbanização das cidades e a formação das chamadas ilhas de calor que tornam as temperaturas do ar de 3°C a 5°C maior nos grandes centros urbanos quando comparadas às de suas redondezas. “Com a mudança da cobertura superficial, de campos com vegetação para asfalto e concreto, a evapo-transpiração é reduzida e sobra mais calor para aquecer o ar próximo da superfície, aumentando sua temperatura”, explica o metereologista.

No entanto, segundo Molion, é importante reduzir a poluição para que as pessoas tenham uma melhor qualidade de vida. “Sou a favor de uma boa rede de transporte público nas grandes cidades, uma boa rede de metro complementada com trólebus. Aqui no Brasil, funcionaria, porque a maior parte de nossa eletricidade provém de uma das formas mais limpas e mais ambientalmente amigáveis que existe, a hidroeletricidade. Nessa forma, o “combustível” é água e o “fornecedor” é o ciclo hidrológico. Como não falta água nos mares e calor do Sol, o ciclo hidrológico não vai acabar”.

Molion ainda alerta para a substituição dos HFC. “Já começaram a dizer que os substitutos dos CFC, os HFC, também destroem o O3 e que serão necessários novos gases, os substitutos dos substitutos. Isso porque os HFC têm suas patentes vencendo nos próximos cinco anos e, é claro, os países industrializados não podem viver sem explorar os outros, já que eles não possuem nem recursos energéticos nem naturais. O ozônio voltará aos níveis máximos entre 2050 e 2060, quando ocorrer o novo máximo solar. E aí a “recuperação” da camada de ozônio será mérito dos substitutos dos substitutos, mas a desigualdade social será maior num mundo com uma camada de ozônio restabelecida”, conclui o cientista.

 

Autor: Notícias Agrícolas

in AgroNotícias

publicado por portuga-coruche às 07:20
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Quarta-feira, 23 de Junho de 2010

Aquecimento global?

O aquecimento global antropogênico, ou seja, as mudanças climáticas em nível mundial provocadas pela ação do homem exclusivamente através das emissões de CO2 na atmosfera que resultaria no aumento do efeito estufa e conseqüente desaparecimento das formas de vida na face da Terra,é o assunto atual,tese defendida pelos cientistas do IPCC - Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas.

 

No meu entendimento isto é a criminalização do carbono. CO2 é fonte de vida e não da morte.O dióxido de carbono é capturado/absorvido pelos vegetais e muito mais pelas águas dos oceanos, que são fontes de alimentos para nossa sobrevivência. Os mares e oceanos ocupam 71% da superfície do nosso planeta. Portanto utilizam-se do CO2 como fonte energética e nos devolvem em forma de oxigênio necessário aos homens e animais. Os cientistas contestadores no mundo, existem até dentro da própria NASA, vem divulgando paulatinamente suas pesquisas. Eles afirmam que pode sim existir algum aquecimento localizado causado pela dinâmica da Terra, do Sol e do próprio Universo, mas nunca global.

 

O planeta já passou por 08 alterações climáticas e todas para glaciação e jamais ao aquecimento. De 1996 a 2006 a temperatura média do planeta permaneceu constante.

 

De 2007 a 2009 houve queda de 3 graus centigrados principalmente no hemisfério sul. Os oceanos nos últimos 15 anos apresentaram queda de 5 graus Celsius em suas temperaturas médias.

 

O que se julga ser aquecimento global nos últimos 70 anos, não passa de correlações entre radiação cósmica, passagem do sistema solar pela galáxia local, manchas solares, campos magnéticos do Sol, ionizações crescentes, concentração de muons na atmosfera, que resultam quase sempre em nuvens de super baixas altitudes, clima instável, muitas chuvas e neves concentradas e localizadas, temperaturas extremas Norte-Sul tanto baixas como altíssimas.

 

Há também um trabalho recente divulgado pelo Instituto de Pesquisas Espaciais da Dinamarca, com participação de cientistas de todo o mundo inclusive do Brasil (UFSCar, Ufal e UnB), que coloca em cheque a tese do aumento crescente da concentração de CO2 atmosférico. Este compêndio foi simplesmente ignorado na COP 15 realizado o ano passado em Copenhagen. Em 2008 a concentração de CO2 planetária foi de 380 ppmv (partes por milhão volumétrica), considerada a mais baixa de todos os tempos. No período Carbonífero era de 1500 ppmv, no Jurássico 1800 e no Cambriano o extremo de 7000 ppmv. Nem por isso a vida na Terra foi extinta. Estamos aqui para provar. A Terra, nos seus ciclos naturais de solo, vulcões, oceanos e florestas, libera 200 bilhões de toneladas de CO2 por ano. O ser humano com suas atividades industriais, veículos, motores e agropecuária, emitem apenas 6 bilhões de toneladas ano.

 

Portanto, o homem está sendo incapaz de liquidar com a vida na face da Terra por suas próprias mãos nas emissões de carbono. Haja projetos de seqüestro e créditos de carbono para tanta produção NATURAL de CO2 da própria dinâmica terrestre!!Concordo que cada vez mais devamos utilizar fontes energéticas renováveis e menos poluidoras como etanol, energia eólica, hidroelétrica. Mas, discordo frontalmente desta proposta neocolonialista que o IPCC tenta impor aos paises subdesenvolvidos e em desenvolvimento ao criminalizar a utilização de combustíveis fósseis.

 

Temos que pagar a conta aos ricos em nome da “preservação ambiental”? Por que EUA, Rússia, Japão, China, Canadá e até Índia não assinaram o Protocolo de Kyoto e muito menos irão ratificá-lo em 2012? Dos países do BRIC só Brasil entrou nesta enrascada em assinar.

 

Os paises em desenvolvimento irão abrir mão de utilizar suas reservas de combustíveis fósseis para atender as demandas internas de desenvolvimento sócio-econômico dos seus povos? O Brasil em especial deixará de utilizar carvão mineral encontrado em abundância em todo Sudeste? Os poços de petróleo atuais e do pré-sal não irão ser explorados? O gás natural metano do Pará e Amazonas será abandonado?Devemos sim estar atentos a todo e qualquer assunto referente ao meio ambiente local e planetário. O que não podemos é ficar desperdiçando nosso tempo com teses teóricas do aquecimento global antropogênico.

 

Antes de priorizar estas questões globais temos que realizar primeiro nossa lição de casa ainda não resolvida como dar destinação correta aos resíduos sólidos urbanos (lixo), tratar os esgotos domiciliares e resíduos industriais, tratamento e distribuição perfeita de água potável à população, preservação dos cursos d’agua, reconstituição de matas ciliares, proteção das águas subterrâneas, reflorestamento de áreas com espécies nativas, projetos de macrodrenagem, programas efetivos de educação ambiental nas escolas e entidades da sociedade civil, enfim melhorar as condições de vida do nosso povo rumo ao desenvolvimento sustentado dentro de cada realidade existente em nosso país.

  


O autor, engenheiro Luiz Roberto Peres, é pós-graduado em Engenharia de Saneamento e Ambiental

 

Luiz Roberto Peres

 

in Jornal da cidade de Bauru

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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