Sexta-feira, 30 de Dezembro de 2011

Conta da Àgua vai ter mais 3% de Resíduos Sólidos!

Não, não é dia 1 de Abril!

 

Em Coruche vão aumentar novamente a já completamente inflacionada conta da água que inclui os resíduos sólidos.

 

Não bastava já pagarmos 100% e outras localidades pagarem 1/3 (como a parcela de resíduos sólidos é ao critério de cada Câmara Municipal existem localidades em que se a água é 15 euros os resíduos sólidos serão 5 euros, em Coruche é 100%, se a água for 15 euros pagaremos 30 euros no total já com os resíduos sólidos, corrijam-me se me engano que terei todo o prazer em repor os valores correctos!!!), ainda nos carregam mais. Espertos foram todos aqueles que no Cartaxo não baixaram os braços e lutaram até se livrarem desta injusta colecta! Usar um elemento básico e essencial à vida como forma de pressão e incentivo á colecta!

 

A água é um elemento essencial à vida.

A água é essencial para manter a nossa higiene e a higiene dos nosso animais, residências e negócios.

A água não é um luxo.

Sem água não é possível comermos em condições pois ela entra em todos os processos de higienização alimentar. Desde a limpeza dos alimentos à lavagem de todos os instrumentos e utensílios.

 

O Sr. Presidente da Câmara Municipal argumenta, conforme noticia o jornal "O Mirante"(atenção que a versão on-line não contém o texto completo que se pode ler na versão impressa), que " ... a tarifa cobrada não chega para pagar o serviço de recolha de lixo e sua deposição no aterro da Raposa.".  Outro argumento é que "... quem limpa jardins ou espaços relvados costuma depositar esses resíduos em contentores do lixo."

 

O primeiro grande problema é misturar o lixo com a água. O consumo de água nada tem a ver com a produção de lixo. Não existe proporcionalidade! O lixo é uma consequência do consumo moderno. Os espaços comerciais até uma maçã vendem embalada! Agora a água, a água amigos é um elemento essencial à vida e à saúde. Torna-la inacessível ou mistura-la com outras despesas é injusto e inaceitável.

 

O que para uns é pouco ético e imoral para outros é perfeitamente moral e aceitável! Só isso pode explicar o uso desta taxa que foi aprovado por alguém a ser inserida na factura da água supostamente para facilitar a cobrança (também não sei se seria possível cobrar em separado, haveria sempre quem a não pagasse mesmo que visse caixotes a abarrotar) e agora que já lá está é manipulada à vontade pelo município arrastando a água para preços proibitivos.

 

Compreende-se o propósito da política seguida pela presidência Dionísio Mendes, mas a sustentabilidade não é tudo! O propósito tem de ser as pessoas. A CMC existe para as pessoas.

 

Se o lixo é um problema também a factura da Águas do Ribatejo e a falta de alternativas para quem não pode pagar o são!

 

O acesso à água deveria ser um direito universal e constar da carta dos direitos humanos! Cobrar por esse bem precioso para nós tão ou mais importante que o ar que respiramos é injusto. Servirem-se da nossa dependência da água para cobrar o lixo deveria ser ilegal.

 

Sabem quanto se paga na Ilha das Flores? 3,6 Euros por trimestre para os particulares e 6 Euros para empresas, não tem contadores nem exploradores privados, quem capta, trata e distribui à água é a autarquia.

 

Consultem os links do EXPRESSO e do iONLINE.

 

 

Deveriam dar-nos hipótese de nós próprios resolvermos o problema. Fazia-se uma vaquinha entre vizinhos ficava muito mais barato irmos semanalmente à Raposa lá depositar o nosso lixo já com o valor dos combustíveis adicionado. ou então a CMC poderia criar um impresso onde cada um de nós poderia prescindir da recolha do lixo .... a este preço nós próprios levamos o lixo para outro lado!

 

Como muitos de nós ou familiares trabalham fora do concelho podemos até criar uma nova moda,  levar o nosso lixo para outros concelhos ou mesmo distritos! Quem sabe até, convencer alguns emigras que costumam cá vir nas festas e festividades em vez de levar os habituais garrafões e chouriços levar o nosso lixo para França, Luxemburgo, etc.. 

publicado por portuga-coruche às 07:15
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Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

No Cartaxo manda o povo

População vence primeira batalha pela revisão do tarifário da água

 

 

Durante o mês de Agosto, o executivo da Câmara Municipal do Cartaxo e a administração da Cartágua vão delinear um novo tarifário para o serviço de abastecimento de água e saneamento no concelho.

O novo modelo será proposto para aprovação em reunião de Câmara e Assembleia Municipal no início de Setembro.

Foi este o resultado da Assembleia Municipal extraordinária de terça-feira, 26 de Julho, convocada a partir de uma petição popular que reuniu, em poucos dias, mais de 3 mil assinaturas de munícipes descontentes com os aumentos aplicados no passado mês de Junho pela empresa concessionária.

Foi uma tarde particularmente quente no Cartaxo.

Inicialmente marcada para as 17 horas na sala de reuniões dos Paços do Concelho, a sessão acabou por realizar-se duas horas mais tarde, no Centro Cultural.

Na Câmara, os muitos munícipes que não tinham lugar dentro da sala protestaram ruidosamente, impediram o início dos trabalhos e exigiram a mudança para um local maior.

A solução de recurso foi o Centro Cultural, por onde passaram mais de 300 populares, número nunca antes registado em reuniões deste órgão.

Todos os eleitos do PS – o presidente Paulo Caldas, os vereadores no executivo e os membros da Assembleia – sentiram na pele e de viva voz o descontentamento e a revolta dos cartaxeiros.

Entre interrupções, insultos, impropérios e muita barafunda entre o público, os responsáveis pela gestão do município foram responsabilizados pelos aumentos das tarifas e vaiados por não terem acautelado a defesa dos consumidores no acesso a um bem essencial como a água.

Embora em menor escala, os dois administradores da Cartágua presentes na sessão também não escaparam às críticas contundentes que vários populares fizeram durante as suas intervenções.

Paulo Caldas, muitas vezes assobiado e interrompido enquanto falava, assumiu logo desde início que “os problemas levantados têm razão de ser e estão a ser analisados com a Cartágua no sentido de haja uma efectiva melhoria do serviço”, nomeadamente a nível da facturação detalhada e da informação prestada aos munícipes.

Concordou ainda que há tarifas cobradas ao comércio e indústria que precisam de ser revistas, mas as suas explicações pouco apaziguaram os ânimos, até porque se recusou a falar dos investimentos em ETAR’s e infra-estruturas que já deviam estar a ser concretizados, e não estão.

A nível político, os eleitos dos partidos da oposição apontaram o dedo aos membros do PS na Assembleia Municipal e aos presidentes de Junta, que aprovaram a revisão do contrato de concessão nove meses depois do primeiro tarifário ter entrado em vigor.

E que deu origem a todo o movimento de protesto.

 

 

 

in O Ribatejo

 

 

... e em Coruche? Quando vamos "meter os chulos na linha"? Qualquer dia fica-nos mais barato beber água engarrafada do que canalizada.

Um bem essencial para a nossa higiene e alimentação já se tornou num "serviço" e fonte de lucro.  

publicado por portuga-coruche às 07:07
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Fezes no WC dos professores motivam agressão a funcionária da escola de Pontével

Uma simples chamada de atenção pela falta de asseio na casa de banho foi o suficiente para que um professor da escola básica 2,3 de Pontével, Cartaxo, tivesse agredido fisicamente uma auxiliar de educação.

 

Direcção da escola não comenta o caso

 

O caso, que ocorreu no passado dia 12 de Julho, deu origem a uma queixa-crime no Ministério Público e a uma participação à Inspecção Geral de Educação.

 

Carlos Raimundo, o director da escola, não comenta o episódio, mas adianta que “os procedimentos internos estão a decorrer normalmente, dentro do que a lei prevê”.

“O professor parecia um louco. Apertou-me o pescoço duas vezes e empurrou-me com força contra um armário”, descreveu ao nosso jornal a vítima, Cesaltina Norte, funcionária nesta escola há 11 anos.

 

Segundo a mesma, a existência de fezes estornicadas pelo chão, sanita e paredes do WC dos professores ao longo de todo o ano lectivo era um assunto que já tinha sido transmitido à coordenadora das auxiliares de limpeza e levado ao conhecimento da direcção da escola.

“Dias antes, que consegui descobrir que só podia ser ele, pois estava a limpar quando saiu da casa de banho. Fui ver e confirmei”, explica Cesaltina Norte.

A funcionária conta que foi ter com um elemento da direcção e lhe transmitiu o caso.

 

Este responsável disse-lhe “para colocar um papelinho na porta a pedir a mais cuidado aos utilizadores, e para falar com o professor, discretamente”, explica Cesaltina Norte.

Cesaltina Norte, a funcionária agredida

No dia da agressão, a auxiliar chamou-o à parte e mencionou o caso, tendo-lhe provocado a reacção destemperada.

“Disse-me a gritar que eu era uma simples criada e que a minha obrigação era limpar e estar calada”, recorda Cesaltina Norte.

Ao sentir-se rebaixada e ofendida, respondeu-lhe e foi agredida com violência na presença de outras duas professoras que acabaram por lhe acudir.

 

A funcionária, de 56 anos, ficou com marcas no pescoço e foi assistida na Unidade de Saúde Familiar de Pontével, a poucos metros da escola, tendo também apresentado queixa na GNR do Cartaxo, no próprio dia.

 

O nosso jornal não conseguiu contactar o docente acusado da agressão, um professor de inglês contratado que entretanto meteu baixa e regressou à sua terra natal, a Covilhã.

Ao Jornal de Notícias, o homem negou as acusações e acrescentou que se tratam de “difamações”.

Na sua versão, foi Cesaltina Norte quem “invadiu” a sala dos professores, “perturbada”, pelo que ele tentou “acalmá-la”, levando-lhe “as mãos aos ombros”, que acabaram “por resvalar para o pescoço”.

 

O homem disse ainda ao JN que se sente “aborrecido” por trabalhar “neste tipo de ambientes”, negando ser o responsável pela frequente insalubridade no WC.

 

Segundo conseguimos apurar, o acusado também se terá deslocado à GNR, no dia dos acontecimentos.

 

Mesmo sem que ninguém queira falar abertamente sobre o caso, os contactos feitos pelo nosso jornal junto da comunidade escolar de Pontével deram para perceber que o professor não é alguém que vá deixar saudades.

Ao longo de todo o ano lectivo, foram vários os conflitos com outros colegas e alunos, devido ao seu temperamento complicado.

 

in O Ribatejo

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Segunda-feira, 25 de Julho de 2011

Auxiliar acusa professor de agressão

Discussão por causa da limpeza de uma casa de banho de escola em pontével, no Cartaxo

 

 a Auxiliar Cesaltina Norte

Uma auxiliar de educação da Escola Básica 2, 3 de Pontével, Cartaxo, apresentou uma queixa-crime contra um professor de Inglês por agressão. "Apertou-me o pescoço duas vezes e empurrou-me com força contra um armário", disse ontem ao CM a queixosa, Cesaltina Norte.

 

 

A falta de asseio numa casa de banho, que estava sempre salpicada de fezes no chão e nas paredes, levou a funcionária a dirigir-se ao docente, a 12 de Julho. "Quando descobrimos quem era o responsável, fui de boa-fé pedir-lhe para ter mais cuidado", explica a auxiliar, adiantando que o professor lhe chamou "criada" e disse que a sua "obrigação era limpar e estar calada", antes de a agredir.

O CM tentou, sem sucesso, contactar o professor José Mourão. Segundo apurou o nosso jornal, o docente está de baixa e encontra-se ausente do Cartaxo.

 

Por:J.N.P.

in Correio da Manhã

 

 

Comentários de destaque:

 

feito por:José Manuel Ferreira Morão

  • 23 Julho 2011

Boas tardes: Chamo-me José Morão e o C. da M. nunca tentou contactar-me. Agora já têm o meu e-mail disponível.Apresentei queixas-crime por injúrias e difamações no tribunal contra a funcionária da escola. É esperar!

 

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 24 Julho 2011

boa noite sou aluno da escola de pontevel e desde ja adianto que acredito plenamente na funcionaria pois o professor sempre teve a mania das superioridades...deixo aqui o meu apoio a d.maria e que se faça justiça

 

  • Comentário feito por: Anónimo
  • 24 Julho 2011

Boa tarde, sou aluno na escola, e concordo plenamente que se faça alguma coisa contra esta professor, ja assistimos a coisas nas nossas aulas incriveis, em que ele nao nos bateu por pouco, e ja para nao falar das aulas

 

  • Comentário feito por:Tânia Monteiro
  • 24 Julho 2011

Finalmente este é um assunto que vem a público a este nível, durante o anterior ano lectivo escolar houve diversas queixas por parte dos alunos do Professor José Mourão e a Direcção da escola nada fez.

 

  • Comentário feito por:mario martins
  • 24 Julho 2011

Chão e paredes salpicadas de fezes?! Ena pá, o senhor professor já não tem ânus, tem é um espalhador de esterco. Registe a patente e fica rico.

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 08:00
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Sábado, 8 de Maio de 2010

Cartaxo: Máquina suga criança

Um menino de quatro anos sofreu ontem ferimentos graves na cabeça, peito, pernas e braços ao ser aspirado por uma máquina plantadora de tomate na Quinta da Fonte Bela, Cartaxo. O acidente ocorreu às 19h30 e a criança, filho de uma trabalhadora agrícola, foi evacuada no helicóptero do INEM para o Hospital de Santa Maria.

 

 

in Correio da Manhã

 

Criança ferida com gravidade em máquina de plantar tomate (vídeo)

 

 

 

 

Um menino de quatro anos ficou gravemente ferido quando ao final da tarde desta sexta-feira, dia 7, ao ser apanhado por uma máquina de plantar tomate numa propriedade junto à estrada que liga Vale de Santarém (Santarém) a Valada (Cartaxo).

A situação ocorreu cerca das 19 horas tendo a criança sido evacuada de helicóptero, com ferimentos graves, por volta das 21 horas. A mãe, trabalhadora agrícola, explica que o filho seguia atrás da máquina quando, por alguma razão, a roupa ficou presa no carreto situado entre as rodas traseiras. Afirma que tanto a própria como outros trabalhadores não deram por nada.

Só um rapaz que seguia sentado na máquina deu por falta do miúdo e o viu preso no carreto da máquina, com os pés de rojo, tendo-o puxado e parado o tractor, informou ainda Dora Soares. Quando os Bombeiros Municipais de Santarém chegaram ao local, acompanhados de um ambulância do INEM e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital de Santarém, a criança encontrava-se inconsciente e com vários traumatismos na zona do tórax.

Depois de assistido e estabilizado, o menino foi levado de helicóptero já com a noite caída na lezíria. A mãe da criança de quatro anos reconhece que sempre o tem levado consigo quando vai trabalhar e que nunca pensou que uma situação assim pudesse acontecer.

Além da VMER, ambulância e helicóptero do INEM, esteve no local uma viatura dos Municipais de Santarém, apoiada por oito elementos, e a GNR.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 09:17
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Sexta-feira, 12 de Março de 2010

Agente da PSP mata cunhado, oculta cadáver e sai em liberdade com pena suspensa

Autor João Nuno Pepino

 
“Isto é inacreditável! Que justiça é esta?”, comentava à saída do Tribunal do Cartaxo Fernando Faustino, irmão de Luís Fernandes, morto em Novembro de 2008 pelo ex-cunhado, um agente da PSP, com a alegada cumplicidade da ex-mulher.
O polícia, Mário Ferreira, confessou na primeira sessão do julgamento a autoria do crime e contou como se viu livre do cadáver na Serra de Montejunto.
O colectivo de juízes condenou-o a dois anos e 10 meses de prisão, com pena suspensa na sua execução.
Mário Ferreira esteve em prisão preventiva, chegou ao Tribunal do Cartaxo de carrinha celular, mas foi restituído à liberdade logo após a leitura do acórdão
A irmã, Célia Ferreira, foi condenada a 18 meses pela cumplicidade na ocultação do corpo, pena que também não vai cumprir na cadeia.
As decisões provocaram uma grande indignação entre os familiares e amigos da vítima, que não esconderam a sua revolta à saída do tribunal, onde foi necessária a presença de elementos da PSP para serenar os ânimos.
O colectivo de juízes não considerou provado que Mário, de 28 anos, tenha morto Luís Fernandes, de 35, com várias pancadas na cabeça desferidas com uma chave de rodas, como sustentava a acusação do Ministério Público.
A ferramenta foi recuperada pela Polícia Judiciária na Renault 4L que o arguido conduziu na noite do crime, e que tinha ainda vestígios do sangue da vítima, segundo indicam os testes de ADN.
Mas a prova foi considerada não conclusiva, uma que Mário Ferreira disse ter colocado na mala do carro um saco com roupa ensanguentada, antes de a atirar para um caixote do lixo em Alfornelos.
As três magistradas do colectivo consideraram mais credível a versão contada pelo arguido.
Mário sustentou que o cunhado morreu ao cair e bater com a cabeça numa pedra, durante uma luta corpo a corpo entre ambos.
Como não ficou provada a intenção de matar e considerando que o arguido agiu em legítima defesa, o colectivo substituiu a acusação de homicídio simples por ofensa à integridade física (agravada pelo resultado morte), e condenou o polícia a dois anos de prisão.
A ocultação do cadáver valeu-lhe um ano e dez meses, pena que foi reduzida para dois anos e dez meses, em cúmulo jurídico.
Quanto à irmã, o tribunal considerou “totalmente inverosímil” a sua versão – jurou desconhecer que Mário tinha morto o ex-marido – e condenou-a um ano e seis meses.
Como os arguidos não tinham antecedentes criminais, estão inseridos socialmente e compreenderam a gravidade dos seus actos, ambas as penas foram suspensas na sua execução.
Familiares, amigos e colegas da PSP do arguido festejaram a decisão quase como se tratasse de um golo da selecção nacional, abraçando e felicitando os arguidos
Os factos remontam a 17 de Novembro de 2008, quando, para evitar uma alegada cena de violência doméstica, o agente se colocou entre a irmã Célia e o cunhado Luís, que estavam em processo de divórcio litigioso.
Da briga, resultou a morte de Luís.
Após o crime, o polícia colocou o cadáver na bagageira do carro do cunhado e conduziu de Alcoentre ao lugar do Furadouro, na Serra de Montejunto, seguido pela irmã Célia.
Colocou o corpo ao volante, incendiou o carro e empurrou-o para uma ravina de 50 metros, tentando simular um acidente.
Regressou com Célia a casa da mãe, tomou banho, desfez-se da roupa e seguiu viagem rumo a Lisboa.
Viveu como se nada se tivesse passado até 7 de Abril de 2009, data em que foi detido pela Polícia Judiciária, que conseguiu chegar ao autor do crime após uma investigação minuciosa, que envolveu testes de ADN e vários exames laboratoriais que apontaram na direcção do polícia.
 
in O Ribatejo
 
 
publicado por portuga-coruche às 08:00
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