Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012

Bloco de Esquerda - Nota de Imprensa

Distrito de Santarém

Nota de Imprensa

 

Delegação do Bloco de Esquerda do Distrito de Santarém visita Unidade Industrial – DAI – em Coruche


Uma delegação do Secretariado da Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda de Santarém, composta por Carlos Matias e Francisco Colaço, efectuou uma visita à empresa DAI – Sociedade de Desenvolvimento Agro-Industrial, no âmbito do acompanhamento regular da omo no tecido económico distrital. Procurou ainda conhecer as suas perspectivas para o futuro.

Com uma capacidade de refinação instalada de 250000 toneladas / ano de produção de açúcar, esta empresa surgiu aquando do desenvolvimento de um projecto nacional de produção de açúcar de beterraba, em 1997. Chegou a sustentar 2000 postos de trabalho directos e indirectos, na área máxima do cultivo de 8000 hectares cultivados.

Com a aplicação das políticas da PAC (Política Agrícola Comum) pelos sucessivos governos do Bloco Central, as quotas portuguesas de produção de açúcar de beterraba foram sendo reduzidas drasticamente, a ponto de inviabilizar a sua transformação industrial, e levando ao abandono do cultivo. Dessa forma, as produções do Centro da Europa, eixo França-Alemanha, libertaram-se da concorrência.

Estas políticas agrícolas hegemónicas do Centro da Europa prejudicaram um projecto bom e rentável que contribuía para que Portugal diminuísse as importações e desenvolvesse a actividade agrícola, com potencialidades suplementares para exportação.

Não é aceitável que Portugal tenha perdido a quota de produção de beterraba. Os governos portugueses capitularam e, agora --- que está a ser renegociada a PAC---, é necessário reverter a situação. Há que renegociar uma quota alargada para a produção de beterraba, com as respectivas ajudas à reconversão do sector, seja em apoios ligadas à produção, seja para a requalificação da indústria.

Se tal não suceder, mais um importante sector agro-industrial poderá abandonar o nosso país, por falta de viabilidade no fornecimento de matérias primas, dependente em exclusivo da importação e refinação de ramas de cana do açúcar. Importação que poderíamos substituir em grande parte pela produção nacional de beterraba, com bons rácios de produtividade agrícola e de qualidade.

Sendo a produção de beterraba na Europa, neste momento, deficitária, mais se justifica que se encare este sector como de urgente resolução nas negociações europeias para a reforma da PAC. Esta produção poderia permitir uma baixa do preço do açúcar ao consumidor e é vantajosa para os agricultores: permite boas colheitas, insere-se bem na rotação sazonal  com o cultivo do milho e será um bom aproveitamento de novas áreas de regadio.

O Bloco de Esquerda irá, através do grupo parlamentar, questionar o governo sobre a estratégia que tem para este sector e que soluções pensa adoptar. Bater-nos-emos, também, pelo desbloqueio de quotas de produção de açúcar de beterraba,  em sede de negociação da PAC.

 

Pelo Secretariado da Coordenadora Distrital

do Bloco de Esquerda                                                                                        6 de Novembro de 2012

 

in Website do BE

 

be, bloco de esquerda, dai, beterraba, pac, europa

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Terça-feira, 25 de Janeiro de 2011

BE exige que serviço regional Coruche – Setil se mantenha em funcionamento

 

 

“A CP não pode passar uma certidão de óbito ao serviço regional de transporte de passageiros, com a desculpa de que não é rentável”, defendeu João Heitor, do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda, durante uma conferência de imprensa realizada na estação ferroviária de Marinhais, na segunda-feira, 24 de Janeiro.

Além de exigir a manutenção do transporte de passageiros entre Coruche e o Setil depois do dia 1 de Fevereiro, data já anunciada para a suspensão do serviço, o Bloco quer que o governo, através do Ministério das Obras Públicas, tenha uma palavra a dizer sobre a as linhas que a CP quer encerrar.

“Estes modelos de gestão em que empresas públicas agem como se não tivessem que prestar contas a ninguém são totalmente inaceitáveis”, frisou o deputado, salientando que estas decisões “vão contra o direito dos cidadãos ao transporte e à mobilidade”.

Foi neste sentido que João Heitor e José Gusmão entregaram na Assembleia da República um requerimento dirigido ao ministério de Mário Lino, em relação ao qual esperam uma resposta antes da data já anunciada para a supressão do serviço de passageiros na linha Vendas Novas – Setil, reactivado em Setembro de 2009 após um protocolo entre a CP e as Câmaras de Coruche, Salvaterra de Magos e Cartaxo.

Além da reduzida utilização do serviço, que registou uma média diária de 14 passageiros por composição, a CP alega que o défice de exploração ascende aos 500 mil euros, e que as autarquias estão em dívida no que se refere à sua comparticipação no prejuízos do serviço.

“Parece-nos imprescindível que o encerramento da linha seja adiado, até porque duas das três autarquias já se comprometeram a regularizar os seus pagamentos”, referiu o deputado José Gusmão, chamando a atenção para o facto dos municípios também terem queixas em relação ao cumprimento do protocolo por parte da CP.

Para o BE, “a cobertura da rede ferroviária nem sequer devia depender da comparticipação de autarquias”, frisou José Gusmão, defendendo que “o Estado e a CP, enquanto empresa pública, deveriam garantir o acesso ao transporte em todo o território nacional”.

Os responsáveis do Bloco criticaram ainda a política de gestão da CP, que se tem “orientado apenas por critérios de rentabilidade”.

Isso “tem duas consequências”, alertou o deputado eleito pelo círculo de Santarém, “a privatização de linhas consideradas rentáveis e o encerramento ou a degradação do serviço em linhas menos rentáveis”.

“É uma lógica muito negativa nos impactos que tem para uma lógica de mobilidade sustentada para o país”, concluiu.

 

in O Ribatejo

 

 

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Sexta-feira, 5 de Novembro de 2010

Mercados apostam na falência "quase certa" de Portugal

(Em actualização) - Os mercados europeus afiam o dente a Portugal. Indiferentes à aprovação do Orçamento do Estado, continuam a especular com uma falência provável do Estado, lucrando milhões com isso. O Fundo Monetário Internacional lamenta a falência "quase certa", mas há vozes que sustentam que se está perante uma "farsa".

A pressão dos mercados intensifica-se, com os juros da dívida pública portuguesa a atingirem os 6,6%, um máximo histórico próximo do tecto máximo suportável de 7% estabelecido, há dias, pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, em entrevista ao jornal "Expresso".

Perante este cenário, o Fundo Monetário Internacional (FMI) já prevê, e lamenta, a falência de Portugal, aposta forte dos mercados financeiros, que têm "quase certa" a bancarrota nacional.

A confirmar-se esta previsão do FMI, o próprio FMI já se prepara para entrar em Portugal, apesar de notar "que as melhorias previstas nas contas públicas até são significativas (e não conta ainda com as medidas do Orçamento aprovado esta semana) e que em condições normais estas dariam resultados positivos no alívio dos estrangulamentos no crédito", conta o jornal "i", que olhou para o "Fiscal Monitor", de Novembro de 2010, emitido ontem.

No estudo, o FMI constata que "a ocorrência de eventos de crédito em algumas economias avançadas é quase certa" aos olhos dos mercados. Perante um cenário de falência ou falhas graves no pagamento das prestações devidas aos credores internacionais, o FMI prepara-se para salvar o país.

"Uma farsa", diz Miguel Portas

"Uma farsa", segundo Miguel Portas, dirigente do Bloco de Esquerda, esta manhã, em declarações à rádio Antena 1. "Estão a agitar o papão para que os portugueses aceitem o assalto que estão a fazer às suas algibeiras", disse, alundindo a um Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) IV. "O FMI já cá está, como ficou patente com as medidas do PEC I, II e III", acrescentou.

"Não há nada na economia portuguesa que justifique a necessidade de recorrer à ajuda do FMI", disse o dirigente do Bloco de Esquerda, em linha com o que defende o Governo português, com o ministro Silva Pereira a sustentar, ontem, quinta-feira, que Portugal está a fazer o que é preciso para combater a crise.

Ao falar no comentário semanal para a rubrica "Conselho Superior", Miguel Portas sustentou que é "a banca privada que não consegue financiar-se e não o Estado português". O dirigente do Bloco diz que é difícil entender as dificuldades de obter crédito por parte de instituições que "lucram milhões por dia".

Miguel Portas sustentou que se o Banco Central Europeu (BCE), que "empresta dinheiro aos privados a 1%"  emprestasse dinheiro aos países, "nem que fosse a 2%", estes problemas não existiam. "Mas, isto é assim porque há gente a ganhar milhões com esta situação", acrescentou.

Nicolau Santos considerou ministro das Finanças "imprudente"

O director do jornal "Expresso", Nicolau Santos, considerou "imprudente" o tecto de 7% para os juros da dívida pública definido por Teixeira dos Santos como "o máximo suportável" para a economia portuguesa.

Comentador e especialista em assuntos económicos da Antena 1, Nicolau Santos disse, à rádio nacional, que a instabilidade dos mercados não vai acabar tão cedo  e que Portugal não conseguirá resolver os seus problemas sozinho, pelo que poderá ter de recorrer ao FMI.

 

 

Por Augusto Correia

in Jornal de Notícias

 

 

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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

BE defende construção de grande parque de negócios na região

Partido vai propor a inclusão do investimento no PIDDAC de 2010

 

O Bloco de Esquerda quer que o Governo instale um grande parque de negócios para o distrito de Santarém na zona do Médio Tejo. E vai fazer uma proposta através do deputado eleito pelo distrito, José Gusmão, para incluir o projecto no Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) de 2010. O dirigente do BE no distrito, António Gomes, sugere que o mesmo possa ser construído na zona de Vila Nova da Barquinha.

 

No entender de António Gomes esta infra-estrutura, que teria uma dimensão nacional ou até ibérica, devia reunir todas as condições para a instalação de empresas de base tecnológica. Para já o Bloco considera que é fundamentar fazer-se um estudo de viabilidade que aponte a forma como o parque deve ser instalado e deve funcionar. Este equipamento seria importante “para relançar a economia no distrito e criar empregos”, defende António Gomes.

 

Apesar de se estar em época de crise, o BE considera que é nestas alturas que se devem criar os mecanismos e as condições para atrair investimentos. E quanto aos custos, realça que um grande parque permitiria concentrar recursos e poupar dinheiro, em vez de se “desbaratar” recursos em pequenas zonas industriais em cada um dos concelhos. “Isto obriga os presidentes de câmara a falarem uns com os outros, o que não têm querido fazer”, destaca António Gomes. E realça que nos últimos anos apenas se assistiu a um grande investimento para a região, referindo-se à instalação de uma unidade de produção de energia solar em Abrantes.

O BE considera ainda como fundamentais outros investimentos que devem estar no PIDDAC e vai também propor a inclusão de verbas que permitam avançar com a recuperação da escola Chora Barroso em Riachos (Torres Novas) cujas instalações actuais têm graves problemas a começar pela falta de aquecimento. Defende ainda o apoio à comercialização de produtos agrícolas como o melão de Almeirim e o figo de Torres Novas.

A construção do quartel dos Bombeiros Municipais de Coruche, da extensão de saúde de Foros de Salvaterra (Salvaterra de Magos) e da biblioteca do Entroncamento, são outras das propostas do Bloco. Que gostaria ainda de ver construída uma unidade de cuidados continuados em Santarém e campanhas de prevenção rodoviária associadas a obras nos pontos negros para reduzir o elevado número de acidentes nas estradas da região.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 10:45
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Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009

Entrevista ao Bloco de Esquerda no Jornal de Coruche

Perguntas autárquicas 2009
 
 
 
1. Desde 1976, ano de primeiras autárquicas, o PCP esteve 25 anos no poder e o PS 8. Qual balanço do desenvolvimento do Concelho de Coruche? E do último mandato do Partido Socialista?
  
Coruche apresenta a mais baixa Taxa de Crescimento Efectivo da População Residente do Distrito de Santarém e Concelhos Limítrofes,
 
-1,39% (exemplos comparativos: 2,12% Benavente; 0,49% Almeirim;
 
-1,22% Mora; 0,51% Vendas Novas; -0,47% Montemor)
 
 
 
A população residente entre 1991 e 2008 apresenta uma redução de cerca 20%.
 
Passou de 23.600 pessoas em 1991 para cerca de 19.600 em 2008.
 
Temos a mais baixa taxa de natalidade do Distrito de Santarém, 7,40% (ex: 12,70 Benavente; 12,60% Almeirim)
 
Temos a mais alta taxa de mortalidade do Distrito de Santarém, 15,70% (ex: 9,50 Benavente; 11,30% Almeirim)
 
Temos o maior Índice de Envelhecimento do Distrito de Santarém, 233 idosos com mais de 65 anos por 100 jovens com menos de 14 anos (ex: 97,4 Benavente; 138,4 Almeirim).
 
Perante estes dados estatísticos (2008), disponibilizados pelo INE, façam os Coruchenses o seu próprio balanço do desenvolvimento do Concelho nas últimas três décadas.
 
2. Pertencer a um executivo autárquico exige um pensamento estratégico para o futuro do concelho. Recentemente a CMC contratou uma empresa para delinear as principais linhas directivas. Qual o vossa concepção (potencialidades e objectivos), do poderá ser o Concelho de Coruche em 2020? 
 
Afirmam nesta questão “Pertencer a um executivo autárquico exige um pensamento estratégico para o futuro”, nós acrescentamos:
 
- Quando não se tem esse pensamento estratégico devemos contratar quem pense por nós.
 
Foi o que fez o actual executivo; só é questionável o motivo pelo qual levaram oito anos a perceber que alguém teria de lhes definir a estratégia.
 
 
A interpretação que se retira é de que se andou anos a fio a vaguear por decisões avulsas e pontuais sem objectividade de longo prazo.
 
O próprio Projecto de Revisão do Plano Director Municipal de Coruche de 2005 desenvolvido para a CMC pela Vasco da Cunha, Estudos e Projectos, S.A., apresentava um conjunto de cenários Prospectivos de Desenvolvimento para o Concelho, que neste momento se diluem sem resultados no actual Plano Estratégico de Augusto Mateus.
 
Porque o que aqui está em causa não é a apresentação de Planos…é executá-los, obter resultados dos mesmos.
 
Deverá o executivo camarário ter a humildade de assumir que só o envolvimento efectivo dos agentes socioeconómicos do Concelho no planeamento e, principalmente na execução, em que a estratégia seja comum a todos (potenciamento dos pontos fortes e capacidade de atenuar os pontos fracos identificados) e que todos se sintam envolvidos e responsáveis pelos resultados alcançados, poderá conduzir ao sucesso.
 
Objectivamente, são necessários resultados imediatos para que em 2020 não seja demasiado tarde.
 
 
3. Cinco medidas estruturais a desenvolver se forem eleitos.
 
 
 
. Criação do Conselho Municipal (Segurança, Educação e Socioeconómico)
 
O BE propõe-se a trabalhar num Projecto de Criação/Regulamentação dos Conselhos Municipais de Coruche (Segurança, Educação e Socioeconómico).
 
O Conselho Municipal terá como objectivo emitir linhas de orientação estratégica sob a forma de pareceres, que o Executivo utilizará para definição das suas políticas.
 
 
Consideramos que a convergência de ideias de equipas multidisciplinares de agentes locais, especializados em matérias nevrálgicas para o futuro do Concelho, permitirá a definição de prioridades de acções a desenvolver para recolocar Coruche no rumo do desenvolvimento.
 
 
. Instituir a figura do Provedor Municipal
 
O BE propõe-se a trabalhar numa proposta de Criação/Regulamentação da figura do Provedor Municipal.
 
Terá como objectivo a prevenção/resolução de conflitos entre cidadãos e órgãos Autárquicos.
 
Deverá garantir os direitos e interesses legítimos dos particulares perante os órgãos, serviços municipais, serviços municipalizados e empresas do Município.
 
Pretende-se um órgão independente, unipessoal e consensual.
 
. Promoção dos Orçamentos Participativos
 
 
O BE propõe-se a trabalhar num Projecto que promova a adopção dos Orçamentos Participativos.
 
Consideramos que os Orçamentos Participativos se inspiram nos princípios da Democracia Participativa, visando contribuir para uma intervenção activa e responsável dos cidadãos e das organizações da sociedade civil na decisão sobre a afectação de recursos às necessidades identificadas.
 
 
. Programas de incentivo ao Empreendedorismo e Criatividade dos Jovens Coruchenses
 
 
Captar a criatividade, fixar os jovens, desenvolver o conhecimento e renovar o tecido empresarial do Concelho.
 
Apoiar as iniciativas empreendedoras capazes de gerar riqueza, que contribuam de forma sustentável para o aumento da competitividade económica e ao mesmo tempo que proporcionam estabilidade social ao Concelho.
 
Este apoio deverá ser efectuado sob a forma de partilha do risco de uma plataforma de parcerias entre os agentes socioeconómicos.
 
 
. Programas de incentivo á Natalidade e 1ª Residência no Concelho.
 
Perante o cenário catastrófico de desertificação que atravessa o Concelho, só comparável ás regiões do interior profundo do nosso país, nada consentâneo com a localização geográfica de Coruche, torna-se premente executar acções de carácter extraordinário, postas já em prática noutros concelhos, que objectivamente gerem um movimento dissuasor do abandono do Concelho e que potencialmente invertam esse sentido.
 
 
4. Que resultado espera a vossa candidatura atingir nas próximas eleições?
 
 
O capital de confiança que a população do Concelho depositou no BE nas últimas eleições Europeias (10,5%) demonstra claramente que existe um espaço político no Concelho a ocupar pelo Bloco.
 
Nesse sentido, o objectivo eleitoral do Bloco no Concelho é aumentar esta votação e eleger candidatos em todos os órgãos autárquicos a que se submete a sufrágio.

 

in Blog do Bloco Esquerda

publicado por portuga-coruche às 09:53
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Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Nota do Bloco de Esquerda

publicado por portuga-coruche às 09:46
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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Bloco de Esquerda – Coruche

O Bloco de Esquerda está empenhado em apresentar-se como alternativa no maior número possível de autarquias.
A responsabilidade e a confiança que o povo depositou em nós nas últimas eleições é para ser assumida.

 


Também no Concelho de Coruche, o Bloco está a constituir listas e irá apresentar-se como alternativa efectiva ao cinzentismo instalado.
Queremos ter uma palavra a dizer na condução dos destinos do nosso Concelho.
 

Queremos ser o futuro…


Aqui fica o contacto para os coruchenses que queiram participar activamente neste
projecto:
blococoruche@gmail.com
http://blococoruche.blogs.sapo.pt/

publicado por portuga-coruche às 09:09
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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Bloco de Esquerda em Coruche

O BE de Coruche enviou para o Portuga-Coruche um e-mail de divulgação.

Que temos todo o prazer em divulgar. O MIC e o BE Coruche são sinal de maior interesse político e da vida pública. Espero que contribuam para um Coruche melhor. Aqui vai:

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 12:37
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