Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

Utentes da saúde de seis concelhos protestam no dia 29 de Dezembro

As comissões de utentes dos seis concelhos abrangidos pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Lezíria II agendaram protestos para 29 de Dezembro. Os representantes dos utentes de Benavente, de Salvaterra de Magos, de Alpiarça, de Almeirim, de Coruche e da Chamusca reuniram-se com responsáveis pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) para exporem as suas preocupações sobre o possível fecho de várias extensões de saúde nesses concelhos.

“Saímos com o mesmo nível de preocupação e com as expectativas defraudadas. O vice-presidente da ARSLVT, Luís Pisco, não nos soube dizer o que vai acontecer a 1 de Janeiro e que só perto do final do ano é que o Governo decidirá sobre o futuro das extensões de saúde que estão em risco de fechar”, disse Domingos David, à agência Lusa.

Segundo o representante dos utentes no Concelho da Comunidade do ACES Lezíria II, estão em risco de fechar as extensões de saúde de Porto Alto e Santo Estêvão, bem como o Serviço de Atendimento Permanente de Benavente, que também serve o concelho de Salvaterra de Magos.

“Em Alpiarça, está em causa a continuidade das extensões de saúde de Paços Negros, de Marianos e da Raposa. Em Salvaterra de Magos, a extensão de saúde de Foros de Salvaterra. Na Chamusca, as extensões de Vale Cavalos e de Ulme”, explicou Domingos David, referindo que já foram encerradas as extensões de Muge e Granho em Salvaterra de Magos.

Domingos David disse ainda que, se a intenção do Governo for adiante, serão prejudicados milhares de utentes.

Mais a norte, a Comissão de Utentes de Saúde do Médio Tejo (CUSMT) diz que constatou, “com séria apreensão”, que “há o sério perigo de muitas extensões de saúde da Região do Médio Tejo (e não só) encerrarem a partir de 1 de Janeiro”. Segundo a CUSMT, os concelhos mais afectados serão Abrantes, Ourém, Torres Novas e Alcanena.

“Dos diversos contactos com responsáveis da saúde, nomeadamente com o vice-presidente da ARSLVT, Dr. Luís Pisco, feitos recentemente por estruturas de utentes, autarcas e sindicatos, apenas se pode concluir que não há solução para a substituição dos profissionais (médicos, enfermeiros e administrativos) cujos contratos de prestação de serviços acabam no fim do ano (alguns por imposição de normas governamentais)”, explica esta comissão, num comunicado enviado à imprensa.

Neste documento, a comissão afirma ainda que “hipocritamente o Ministério da Saúde aumenta as taxas moderadoras dizendo, entre outros argumentos, que é para moderar o acesso às urgências hospitalares, como não soubesse que não há cuidados de saúde de proximidade suficientes”. A situação tende a piorar a breve prazo, acrescenta a comissão, aludindo que se “torna impossível” manter abertas dezenas de extensões de saúde por falta de recursos humanos e frisando que discorda da reorganização das urgências do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) que foi aventada pela ministro da Saúde na tomada de posse do novo conselho de administração desta instituição.

“Há quem defenda que a centralização de serviços melhora a sua qualidade. Puro engano, pois a facilidade de acesso também é o factor para avaliar da qualidade”, diz a comissão de utentes, alertando os autarcas desta região do Médio Tejo para “a possibilidade de os responsáveis locais, regionais e nacionais poderem pôr em prática a política do ‘facto consumado’”, isto é, de encerrarem serviços sem aviso prévio e sem darem alternativas.

 

Por Bruno Oliveira

in O Ribatejo

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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

PSD de Coruche acusa governo de ataque ao serviço de saúde

A concelhia de Coruche do PSD acusa o governo socialista de estar a atacar o serviço público de saúde como nunca ninguém o fez e aponta como exemplo a política de saúde no concelho. Em comunicado, os sociais-democratas mostram-se solidários com as preocupações e indignação da população face ao que considera serem os exemplos dessa política. É o caso do Serviço de Urgência Básico, onde foram gastos milhares de euros, com abertura várias vezes anunciada e que continua por abrir. “Exigimos um compromisso e um assumir de responsabilidades políticas, ao nível da ARSLVT e do ACES da Lezíria II, e a sua abertura rapidamente/urgentemente”, pode ler-se.

 

O encerramento da extensão de saúde do Biscainho e da de S. José da Lamarosa, esta última onde a autarquia tinha efectuado obras, são casos de perda de serviço. No caso do Biscainho, salienta o PSD, obriga-se os utentes a fazerem mais de 30 quilómetros de ida e volta ao centro de saúde na sede de concelho. No que respeita à Lamarosa, critica-se o desperdício de dinheiro e o facto de a população dessa freguesia continuar sem médico da família.

 

A juntar a essas situações, lembra a concelhia do PSD que os mais pobres e idosos continuam no centro dos ataques da política governamental com o agravamento das taxas moderadoras e fim de algumas isenções, o fim do reembolso do transporte de doentes, redução de comparticipação de medicamentos e o ataque aos direitos dos doentes crónicos, hemodializados e oncológicos.

 

Para o líder da Concelhia do PSD, Francisco Gaspar, esses exemplos de ataque ao Estado Social têm como objectivo a sua “destruição” e garante que o partido não vai tolerar e calar essa “guerra declarada à prestação de cuidados de saúde”. Para isso, convida as restantes forças políticas a juntarem-se à mesma causa e exigir do Ministério da Saúde, da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo e do Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria a normalização do acesso à saúde.

 

in O Mirante

 

 

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Quinta-feira, 24 de Junho de 2010

Serviço de Urgência Básica de Coruche arranca em Julho com dois médicos em permanência

O Serviço de Urgência Básica (SUB) no Centro de Saúde de Coruche - que vai assegurar o funcionamento de um atendimento de urgência 24 horas por dia - vai entrar em funcionamento durante o mês de Julho e com dois médicos em permanência, entre as 8 horas da manhã e as 20 horas da noite. No período nocturno, a urgência será assegurada apenas por um clínico.

A garantia foi dada a O MIRANTE por Luís Afonso, vice-presidente do conselho directivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) no final da cerimónia do lançamento da monografia “Centro de Saúde Coruche” que decorreu na manhã desta quarta-feira, 22 de Junho, no Auditório José Labaredas no Museu Municipal.

Sem indicar o dia exacto da abertura da valência ao público, Luís Afonso, esclareceu que, neste momento, decorre a adjudicação de algum equipamento e a “negociação” do reforço de recursos humanos “para não existirem irregularidade na prestação de serviços”,

O responsável justificou o atraso na abertura do Serviço de Urgência Básico (SUB) no centro de saúde local – que devia ter aberto em Outubro de 2009 – com a demora na aquisição de equipamentos e ainda com a carga burocrática adjacente ao próprio processo de fornecimento. “Grande parte dos equipamentos já estão assegurados pelo que está tudo pronto para arrancar em Julho”, frisou. A contratação de médicos está a ser negociada com a União de Misericórdias, uma vez que Luís Afonso considera que não se deve “descapitalizar” a Unidade de Saúde Familiar para um serviço “mais pontual” com características de urgência.

O presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes (PS), que chegou a ameaçar tomar medidas drásticas caso não obtivesse respostas oficiais sobre a abertura da valência, era um homem satisfeito nesta manhã, frisando ter uma relação de absoluta confiança com a ARSLVT. “O que viram foi o saudável reivindicar de um presidente da câmara quando as coisas demoram mais um bocadinho ou quando não se vê, para breve, a iniciativa que se espera”, justificou. Para além da abertura do Serviço de Urgência Básico, o autarca destacou a implementação para breve da Unidade de Cuidados Continuados, uma iniciativa da Misericórdia de Coruche que representa “um reforço” no âmbito dos cuidados de saúde no concelho. “É assim que acrescentamos qualidade de vida às populações”, atestou.

A monografia “Centro de Saúde de Coruche”, que retrata os últimos 30 anos de história do Centro de Saúde, foi a primeira de uma série de 89 que a ARSLVT pretende vir a lançar, em colaboração com as autarquias. “Uma iniciativa que visa homenagear todos profissionais de saúde que por aqui passaram”, atesta Rui Portugal que considerou o Centro de Saúde de Coruche como um “centro de formação profissional de excelência”.

Já para Luísa Portugal, directora executiva do ACES da Lezíria II, estas monografias são um importante “testemunho institucional” que permite definir qual o caminho certo a seguir.

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Presidente da Câmara de Coruche quer reunião urgente na ARS

O presidente da Câmara de Coruche quer uma reunião urgente com o presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARS-LVT) para saber as razões do atraso da abertura do Serviço de Urgência Básico (SUB), que estava prevista para meados de Outubro.

 

 

Dionísio Mendes diz que solicitou há um mês uma reunião com aquele responsável e lamenta que a reunião se tarde em concretizar. Quanto ao SUB, o autarca considera que nada justifica tanto atraso com prejuízo das populações sabendo desde início “que era precisa recrutar profissionais”.

 

 

O edil de Coruche considera também preocupante a situação que se vive nas freguesias da Lamarosa e Biscainho, onde não há médicos de família a prestar serviço.

 

 

Questionado sobre se a autarquia já ponderou incentivar a ida de médicos para o concelho – à semelhança do que faz o Município do Cartaxo - Dionísio Mendes diz que isso nunca esteve em cima da mesa. “São situações que nunca foram propostas ou avaliadas e por princípio considero que uma câmara municipal não tem essa apetência para financiar a saúde ou a vinda de profissionais. O que não pode acontecer é prolongar a angústia das populações que só podem ser atendidas em consultas de urgência”, afirma.

 

in O Mirante

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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Concurso para construção de Urgência Básica de Coruche lançado em breve

Presidente da ARSLVT quer nova unidade a funcionar já em meados de Agosto
 

 

fotoA abertura de concurso público para adjudicação da construção do Serviço de Urgência Básico (SUB) na vila de Coruche vai ser desencadeada dia 28 de Maio. Feita a adjudicação, a obra terá de estar concluída em 90 dias. A novidade foi dada pelo presidente da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), Rui Portugal, durante a assinatura de protocolo com o município coruchense para a criação de uma unidade móvel de saúde que irá servir as freguesias que não possuem extensão de saúde (ver texto nesta página).

Segundo Rui Portugal, será possível que o SUB já esteja a funcionar por altura das Festas de Coruche, em Agosto, classificando-o como “um equipamento de grande qualidade para este concelho e para os concelhos limítrofes”, como Benavente e Salvaterra de Magos. Uma perspectiva optimista do presidente da ARS mesmo tendo em conta que se trata de um concurso público simplificado, com consulta a empresas locais. É que de Junho a meados de Agosto, pelas festas, passam apenas dois meses e meio e há prazos legais para respeitar no processo.

Recorde-se que relativamente ao SUB a ARSLVT já tinha decidido que iria ser instalado no Centro de Saúde de Coruche, pondo de lado a hipótese de vir a ser construído de raiz na freguesia do Biscainho (ver edição 13 Novembro 2008).

Uma decisão que levou o presidente da Câmara de Benavente, António Ganhão (CDU), a considerar que se tratava de uma decisão irracional que não servia a região mas apenas o concelho de Coruche. Também Ana Cristina Ribeiro (BE), presidente da Câmara de Salvaterra de Magos, tinha defendido que o SUB fosse construído junto ao nó da A13, em Foros de Salvaterra.

O SUB vai dispor de dois médicos, dois enfermeiros e um técnico de radiologia em serviço permanente, para atendimento de situações urgentes numa lógica de proximidade para com as populações. O serviço vai estar equipado com raio-x, electrocardiógrafo com capacidade para telemedicina, monitor-desfribilhador com capacidade de ligação directa ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes do INEM, exames clínicos de química seca e equipamento para pequena cirurgia.

A criação do SUB implica a realização de obras na zona das urgências do centro de saúde para criação de uma melhor sala de espera, alargamento da zona de consultas e de disponibilização de camas (oito face às três actuais) e espaço de entrada para ambulâncias.

 

Unidade móvel de saúde substitui extensões

A unidade móvel de saúde a criar no concelho de Coruche é um investimento do município que ascende a cerca de 60 mil euros, valor que é candidatado a financiamentos europeus. À ARSLVT cabe assegurar a presença do enfermeiro na unidade e material de desgaste, que irá prestar serviços como a medição de tensão arterial e da glicemia, ajudar na prescrição de receitas médicas e até no transporte dos pacientes. O enfermeiro poderá ainda entrar em comunicação com os médicos de família dos pacientes caso se justifique dar conta de novos dados sobre o seu estado de saúde, exemplificou Luís Afonso, vice-presidente da ARSLVT.

Decorre o apetrechamento e adaptação do veículo que deverá estar em funcionamento entre finais de Julho, início de Agosto. A directora executiva dos centros de saúde da Lezíria do Tejo, Luísa Portugal, considera que a unidade móvel irá aumentar a acessibilidade dos utentes aos cuidados de saúde e lembra que vivem 115 mil pessoas da Chamusca a Benavente. “Será natural que a unidade móvel venha a sair um pouco das fronteiras do concelho de Coruche, solidarizando-se com outros municípios”, referiu.

O presidente da Câmara de Coruche salientou que a criação da unidade móvel será mais um contributo para a melhoria de prestação de serviços médicos no concelho. “A unidade servirá para levar os serviços de saúde mais facilmente a populações como as da Erra, Santana do Mato, Branca e Fajarda que não têm extensões de saúde”, explicou Dionísio Mendes (PS).

Segundo o presidente da ARSLVT, está também em cima da mesa o apoio à construção de uma Unidade de Cuidados Continuados pela Misericórdia de Coruche, bem como a colocação de painéis solares no centro de saúde. “Este conjunto de iniciativas de saúde ajudará será um contributo para que surjam mais infraestruturas, capitais, investimentos e moradores neste concelho”, concluiu Rui Portugal.

 

in O Mirante

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