Terça-feira, 23 de Fevereiro de 2010

Cortes no abastecimento de água durante dois dias em Fajarda

Devido à necessidade de se fazer a limpeza e desinfecção das condutas de abastecimento de água na freguesia de Fajarda, concelho de Coruche, os moradores de várias ruas vão ficar privados de água durante estas quinta e sexta-feira, dias 25 e 26, entre as 9h00 e as 18h00. A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo informa que são afectadas as ruas do Padeiro, Germano António, Maria Queirol Roquete, dos Milagres, Salvaterra de Magos, Felicidade Páscoa e Rua Nova. A empresa lamenta os incómodos que possa causar e pede a compreensão da população.

 

in O Mirante

 

 

publicado por portuga-coruche às 21:35
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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Águas do Ribatejo assegura que tem tarifário mais baixo dos sistemas de abastecimento

O presidente da Águas do Ribatejo assegura que a empresa, constituída exclusivamente por capitais dos municípios aderentes, pratica “o tarifário mais baixo dos sistemas” que gerem o abastecimento de água e saneamento às populações.

Respondendo a críticas surgidas nalguns dos municípios abrangidos pela empresa, que sentiram em Dezembro o efeito da uniformização do tarifário, sobretudo nos concelhos em que os preços eram praticamente “simbólicos”, José Sousa Gomes assegura que o sistema está a ser aperfeiçoado e que estão a ser rectificadas “anomalias” decorrentes do arranque do processo, reafirmando que este é o tarifário mais baixo que conhece.

Segundo dados da Águas do Ribatejo (AR), em comparação com outros sistemas da região, o tarifário desta empresa é, no mínimo, inferior em 30 por cento, havendo casos, como o da Águas de Alenquer, detida pela Aquapor, em que o tarifário é superior em 153 por cento para um consumo de 15 metros cúbicos/mês (referência para um agregado familiar de quatro pessoas).

Numa análise comparativa, a AR conclui que o seu tarifário é inferior em 33,21 por cento (15 metros cúbicos) ao praticado pela Águas de Santarém, empresa constituída pelo município escalabitano com participação de um privado (49 por cento) depois desta autarquia ter decidido abandonar o projecto intermunicipal.

Também na comparação com os serviços municipalizados de Tomar e Abrantes, a AR conclui que o seu tarifário é inferior em 86,57 por cento e 101,7 por cento, respectivamente, tendo por referência o consumo de 15 metros cúbicos.

A empresa realça ainda o facto de praticar um tarifário bonificado para os agregados mais carenciados, dando como exemplo o consumo mensal de 5 metros cúbicos (correspondente ao perfil de muitos idosos), em que o preço (1,75 euros) é, no mínimo, três vezes inferior ao de qualquer um dos outros sistemas.

António José Ganhão, vice-presidente da AR, considera que a constituição desta empresa, com capitais exclusivamente públicos, foi “uma pedrada no charco”, porque provou que não era preciso o recurso a privados para ter acesso ao Fundo de Coesão, um exemplo que só foi seguido por um outro grupo de municípios do distrito de Viseu.

“Sempre dissemos que (o sistema intermunicipal) cabia nas candidaturas ao Fundo de Coesão, como o próprio Governo português veio a reconhecer”, disse, sublinhando que também na relação com a banca, para assegurar a componente não financiada por fundos comunitários, se verificou “toda a abertura e até spreads e taxas mais baixas”.

A AR integra os municípios de Almeirim (PS), Alpiarça (CDU), Benavente (CDU), Chamusca (CDU), Coruche (PS) e Salvaterra de Magos (BE), estando Torres Novas (PS) em processo de adesão.

“Este grupo de autarcas acreditou num projecto que é pertença exclusiva dos municípios, que é gerido por um conselho de administração com três responsáveis políticos que ganham zero”, afirmou.

O também presidente da Câmara Municipal de Benavente acredita que este é um projecto “com pernas para andar” e que vai chegar ao fim dos 40 anos previstos “com uma tarifa muito mais baixa do que a que será praticada em qualquer sistema do país, porque não tem previsto o lucro mas o serviço às populações”.

 

in O Ribatejo

 

Alguns comentários dos leitores d'O Ribatejo que achei interessantes:

 

Fernando Santos ·

o sr Presidente das Aguas do Ribatejo mais uma vez comprova que a empresa trabalha mal. segundo o trarifario publicado pela EPAL no seu site, para 15 m3, a Epal factura 0,5878€ e as Aguas do Ribatejo cobram 0,6057€. Explique ao senhor que isso quer dizer que tem um preço mais caros para esse escalão assim como para todos os outros.
Podem verificar que mais uma vez (...)

 

João António

Pois, o problema destas coisas é que muita gente fala dizendo apenas o que lhe interessa...
De facto, o tarifário praticado pela EPAL em Lisboa é bastante baixo. Aliás, esta questão tem vindo a ser abordada frequentemente, com a crítica de que a EPAL financia artificialmente os consumidores de Lisboa, cobrando valores altíssimos a outros Municípios da Grande Lisboa a quem vende água, que são depois obrigados a fazer reflectir esse custo no cliente final. Veja-se por exemplo o caso de Loures.
Mas o que é engraçado é que o Sr. Fernando não deve ter visto a nota no final do tarifário da EPAL, que diz que acresce um valor de 0,1038 € para a CM Lisboa, o que colocaria o valor da EPAL em quase 0,70 € / m3, mais caro portanto que os 0,6057 € das Águas Ribatejo...
Mais: o Sr. Fernando não deve ter visto também que a quota de serviço da EPAL para um contador de 15mm é de 3,98€, quase o dobro do das Águas do Ribatejo.
Mas isso também não lhe deve interessar...

 

Mario Gil

já os senhores das `´AGUAS DE ALENQUER" não podem dizer o mesmo, diram que praticam os preços mais caros do Ribatejo, uma verdadeira vergonha.
A camara de ALENQUER tem que correr com eles!

 

Nuno Pratas

Tretas... So sei que TODOS os habiantes viram a factura passar para o triplo. É uma vergonha. E eu ainda por cima sempre apoiei esta metedologia de juntar-mos todas as terras e formar as aguas do Ribatejo, porque na verdade é o que faz mais sentido. Afinal de contas só os empregados é que passaram a ganhar imediatamente o dobro, as facturas para os clientes triplicaram e nem os esgotos nem o Lixo vêm esvaziar quando deve ser. VERGONHA.

 

 

publicado por portuga-coruche às 17:52
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Quinta-feira, 28 de Janeiro de 2010

Cinco milhões para saneamento básico na Chamusca e em Coruche

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo assinou quarta-feira os contratos para a adjudicação de duas empreitadas de saneamento básico no concelho da Chamusca e o auto de consignação para uma empreitada de saneamento no concelho de Coruche. As obras envolvem um investimento global na ordem dos cinco milhões de euros e devem estar no terreno ainda no primeiro trimestre deste ano.

A execução do subsistema de saneamento básico de Salvador/Parreira vai permitir melhorar a qualidade de vida de mais de um milhar de pessoas nas localidades de Parreira, Salvador, Moinho de Vale de Flores e Murta. A empreitada foi adjudicada ao consórcio Aquino Construções, S.A/Ecotécnica-Elevação e Tratamento de Águas e Esgotos, S.A., por 1.498.840,82 euros mais IVA. O prazo de execução é de 300 dias e as obras deve, começar durante o primeiro trimestre deste ano. O projecto prevê a construção de uma estação de tratamento de águas residuais (ETAR), uma rede de colectores com cerca de 16 quilómetros de extensão, duas estações elevatórias e respectivas condutas.

Ainda no concelho de Chamusca, a execução do subsistema de saneamento de Chouto/Gaviãozinho vai ser concretizada pelo mesmo consórcio por um valor de 1.549.598,68 euros mais IVA. Vai servir cerca de quinhentos habitantes das povoações de Chouto, Gaviãozinho e Marvila. O prazo para a realização da empreitada é também de 10 meses. A obra envolve a construção de uma ETAR, uma rede de colectores com cerca de 14 quilómetros de extensão e uma estação elevatória e respectiva conduta.

No concelho de Coruche, a Águas do Ribatejo vai investir mais dois milhões de euros em saneamento básico. A empreitada em Foros de Coruche vai custar 1.927.103,37 euros mais IVA e será realizada pela sociedade Asibel Construções. O auto de consignação (último passo processual ante de a obra poder iniciar-se) foi assinado quarta-feira e a obra prevê a construção de uma rede de colectores com cerca de 27 quilómetros que liga Foros de Coruche à ETAR já existente. Ao longo do percurso serão ainda construídas quatro estações elevatórias e respectivas condutas. O prazo de execução é de um ano.

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo é responsável pela gestão e exploração dos sistemas de abastecimento de água e de saneamento básico de seis municípios da Lezíria do Tejo – Almeirim, Alpiarça, Benavente, Coruche, Chamusca e Salvaterra de Magos -, a que se juntou recentemente o de Torres Novas que pertence à Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo.

 

 

in O Mirante

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Quarta-feira, 27 de Janeiro de 2010

Águas do Ribatejo explicam tarifário na Chamusca

A empresa intermunicipal Águas do Ribatejo promove na manhã de sexta-feira, 29 de Janeiro, uma sessão pública no Cine-Teatro da Chamusca onde vão ser dadas explicações sobre o tarifário praticado pela empresa e que gerou protestos de consumidores na Chamusca e noutros concelhos abrangidos.

 

O encontro inicia-se às 10h15 com a apresentação do programa de investimentos e os objectivos da empresa para o concelho da Chamusca. Seguem-se, pelas 11h00, as explicações sobre o tarifário e outras questões, sendo o debate aberto à participação dos interessados.

 

in O Mirante

 

Aguardo religiosamente pela video-reportagem da MirateTV!

Estou mesmo a ver chegarem lá e dizerem que por necessitarem de gravete para os avultados investimentos que tem planeados tendo em vista o melhoramento do fornecimento e da qualidade da água. Aqueles que estão à espera que lhes digam que realmente o preço da água é exagerado e não corresponde ao que se deveria pagar, podem esquecer! Os Homens até poderão justificar cada cêntimo. Mas depois de ter lido os argumentos já referidos em posts anteriores......

publicado por portuga-coruche às 15:24
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Sábado, 9 de Janeiro de 2010

Intervenção dos Serviços de Acção Social leva ao restabelecimento de água a família carenciada de Tomar

Menos de 24 horas depois dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) terem cortado a água a uma família carenciada residente no bairro Património dos Pobres, em Tomar, por falta de pagamento de uma factura, o contador voltou a ser colocado. A ligação da água aconteceu na sexta-feira, 8 de Janeiro, pelas 13 horas, na sequência da intervenção dos serviços de Acção Social da autarquia que, tendo em conta que o agregado familiar é composto por três menores, accionou os meios para que a água voltasse de novo a sair das torneiras. “A minha filha foi logo tomar banho até porque tem um problema de saúde e necessita de cuidados de higiene”, contou a O MIRANTE Paula Gândara que ontem à noite contou com ajuda de uma vizinha que lhe deu água para cozinhar.

 

 

O que continua a ser um mistério ser para esta família é como é que lhe apareceu em casa, no mês de Setembro, uma factura de água no valor de 3.299,89 euros valor que, entretanto, foi reduzido para quase metade para (1.727, 43 euros) também na sequência da intervenção de uma técnica de acção social da autarquia. “Se calhar pensam que abastecemos as piscinas”, exclama Armando Godinho, indignado.

 

 

Os SMAS não encontraram qualquer anomalia no contador de água pelo que dizem que o valor da factura resulta do consumo efectuado. A família tem 24 meses para liquidar a dívida em prestações mensais que rondam os 74 euros mas, de acordo com o apurado, deverá receber nos próximos dias uma carta com um novo plano de pagamento de dívida.

 

 

A vereadora dos Serviços de Acção Social, Rosário Simões, disse a O MIRANTE que esta é uma família que esta a ser bastante acompanhada pelos técnicos, encontrando-se a receber apoio da Cáritas, para além de receber cerca de 200 euros do rendimento social de inserção (RSI). Armando Godinho não trabalha nem está inscrito no Centro de Emprego, já Paula Gândara frequenta um curso de formação obrigatório para quem recebe o RSI.

 

 

Mais pormenores na próxima edição semanal

 

in O Mirante

 

É bom saber que o que é de direito daquelas PESSOAS foi reposto. Ninguém lhes está a fazer um favor! O Serviço de Acção Social e a Cáritas tem realmente um trabalho louvável e está comprovado que funciona nestes casos.

 

Quanto à conta apresentada, só pode ser engano, eu se fosse o SMAS metia uma "pedra" no assunto porque a ser impossível tal consumo para esta família e a insistir que os seus valores estão correctos isso pode significar por um lado que decerto existem mais "enganos" e merecem uma inspecção de uma entidade reguladora e das finanças porque uma irregularidade nunca anda só elas adoram companhia e incompetência.

publicado por portuga-coruche às 14:51
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Serviços municipalizados cortam água a família carenciada de Tomar

fotoOs Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Tomar cortaram a água à família carenciada residente no Bairro do Património dos Pobres, em Marmelais, Tomar, que recebeu uma factura de água no valor de 3.299,89 euros no passado mês de Setembro valor que, entretanto, foi reduzido para quase metade para (1.727, 43 euros) na sequência da intervenção de uma técnica de acção social da autarquia.

  

Os serviços não encontraram qualquer anomalia no contador de água pelo que dizem que o valor da factura resulta apenas do consumo feito pelo agregado familiar, composto por dois adultos e três menores de 9, 14 e 15 anos. A família, por seu lado, nega que tenha gasto tanta água até porque dizem que só abrem a torneira para cozinhar e tomar banho.

  

Paula Gândara encontrava-se a estender roupa no quintal, cerca do meio-dia de quinta-feira, 7 de Janeiro, quando viu chegar o funcionário do SMAS, confirmando o seu maior receio. O corte deveu-se ao não pagamento de uma factura no valor de 192.97 euros, relativa ao mês de Novembro. Também no dia 4 de Janeiro deveria ter pago o valor de 71,98 relativo à primeira prestação de 24 mensalidades. Para voltar a ter água em casa terá que pagar agora 255,44 euros, onde se inclui a taxa de ligação do serviço.

  

Os serviços de Acção Social de Tomar encontram-se a acompanhar esta família que vive com pouco mais de 200 euros fruto do rendimento social de inserção. Armando Gândara não trabalha nem está inscrito no Centro de Emprego, já a mulher frequenta um curso de formação profissional.

 

in O Mirante

 

Se tivessem "coração" e o Estado fosse uma "pessoa de bem" isto não acontecia! Para mim isto é um atentado aos Direitos Humanos! Em todos os sentidos. Se fosse uma família de "posses" metia-os em tribunal e ganhava, por é impossível fazer semelhante consumo de água. Para esta família em concreto a água deveria ter um valor fixo e simbólico.

 

publicado por portuga-coruche às 10:41
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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Ganhão diz que filho é licenciado e concorreu às Águas do Ribatejo porque precisa de trabalhar

O presidente da Câmara Municipal de Benavente (CDU) diz que o filho - contratado para a parte comercial da empresa Águas do Ribatejo - concorreu ao lugar porque é licenciado e precisa de trabalhar. António José Ganhão adianta que o filho aufere um rendimento mensal de 648 euros.

 

A explicação do autarca surgiu na sequência de um pedido de esclarecimento solicitado pela vereadora do PS, Ana Casquinha, na reunião de câmara municipal desta segunda-feira. A eleita quis saber como são feitas as contratações na Águas do Ribatejo, empresa intermunicipal de capitais exclusivamente municipais que serve os municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos.

 

Como O MIRANTE noticiou alguns presidentes de câmara da Lezíria do Tejo têm filhos a trabalhar na Águas do Ribatejo (AR), empresa intermunicipal de capitais exclusivamente municipais, e na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT).

 

“A notícia apareceu como se fosse uma situação escandalosa logo em relação a quem nunca se serviu de qualquer empresa para arranjar lugar a quem quer que fosse”, afirmou António José Ganhão, que lembrou que foi preciso arranjar pessoal e que se começou por quem já trabalhava na CIMLT. “O único admitido através de candidatura foi o meu próprio filho que apresentou o currículo”, explicou. “Arranjar um lugar ao sol nunca o faria”, concluiu.

 

A filha do presidente da Câmara de Almeirim já trabalha há algum tempo na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, entidade que liderou o processo de constituição da empresa Águas do Ribatejo. O filho do presidente do município da Chamusca, Sérgio Carrinho (CDU), também trabalhava na CIMLT mas foi transferido para a empresa. O filho do presidente da Câmara de Benavente, António José Ganhão (CDU), que é também vice-presidente do conselho de administração da empresa responsável pela gestão das águas e saneamento públicos em seis municípios, entrou após esta ter entrado em funcionamento.

 

Miguel Carrinho, filho do autarca da Chamusca, está a trabalhar na área financeira e novas tecnologias da Águas do Ribatejo, enquanto Mafalda Gomes, filha do presidente de Almeirim, tem funções relacionadas com as candidaturas aos fundos comunitários da CIMLT. Já Jorge Ganhão, filho de António José Ganhão, está a trabalhar na parte comercial da empresa.

 

O presidente da CIMLT, do conselho de administração da Águas do Ribatejo e simultaneamente presidente da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes (PS), Sousa Gomes justificou já que “os filhos dos presidentes que trabalham na Águas do Ribatejo são apenas dois quando a empresa tem dezenas de funcionários”. O presidente da AR desvaloriza a situação dizendo que as pessoas em causa entraram por concurso público.

 

in O Mirante

 

Apresentou curriculum/candidatura e quem foi encarregue da selecção não sabia de quem era o curriculum! Quem transferiu/mobilizou/promoveu esta concentração de descendência autárquica à volta da AR?

O facto de existir concurso público é sinónimo de transparência? podia ser se fosse na Holanda, em Portugal acontecem coisas como divulgar concursos findo o prazo dos mesmos, embora possa não ter sido o caso.

  

Vão nos dizer que foi uma mera coincidência, tipo o primo gordo de Sócrates chamado Bernardo que nega ser o "Bernardo" e o "Gordo" referido como o primo de Sócrates envolvido no caso Freeport! e referido nos e-mails suspeitos?

 

É realmente possível que o filho de José Ganhão e a filha de Sousa Gomes  não tenham beneficiado da influência dos pais. Mas então e todos os outros?! Posso realmente estar a ser injusto com alguém mas uma concentração destas que afinal não é na mesma empresa mas sim "nela e à volta dela" não é no mínimo estranho?!

publicado por portuga-coruche às 17:06
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Comunidade intermunicipal e Águas do Ribatejo dão emprego a filhos de autarcas

O Mirante prometeu e aqui está o desenvolvimento da notícia do dia 28: 

 Presidente das duas entidades considera que esta situação é normal e representa mais responsabilidades


Comunidade intermunicipal e Águas do Ribatejo dão emprego a filhos de autarcas

 

 

 

fotoAlguns presidentes de câmara da Lezíria do Tejo têm filhos a trabalhar na Águas do Ribatejo (AR), empresa intermunicipal de capitais exclusivamente municipais, e na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT). Nesta situação estão três filhos dos presidentes de câmara de Almeirim, Benavente e Chamusca respectivamente. O presidente da CIMLT, do conselho de administração da Águas do Ribatejo e simultaneamente presidente da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes (PS), diz que os filhos de autarcas a trabalhar na AR é uma gota de água no conjunto dos funcionários das entidades.

A filha do presidente da Câmara de Almeirim já trabalha há algum tempo na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, entidade que liderou o processo de constituição da empresa Águas do Ribatejo. O filho do presidente do município da Chamusca, Sérgio Carrinho (CDU), também trabalhava na CIMLT mas foi transferido para a empresa. O filho do presidente da Câmara de Benavente, António José Ganhão (CDU), que é também vice-presidente do conselho de administração da empresa responsável pela gestão das águas e saneamento públicos em seis municípios, entrou após esta ter entrado em funcionamento.

Sousa Gomes justifica que “os filhos dos presidentes que trabalham na Águas do Ribatejo são apenas dois quando a empresa tem dezenas de funcionários”. “Não são 10 por cento do total”, reforça. O presidente da AR desvaloriza a situação dizendo que as pessoas em causa entraram por concurso público. “Os filhos por serem filhos de presidentes não podem ser penalizados”, sublinha.

O presidente da empresa intermunicipal que serve os municípios de Almeirim, Alpiarça, Benavente, Chamusca, Coruche e Salvaterra de Magos, considera que o facto de se tratar de filhos de autarcas representa uma responsabilidade acrescida. “Assim têm mais obrigações. Não podem falhar senão põem em causa o bom nome dos pais”, argumenta Sousa Gomes, acrescentando que é bom que seja informado se eles não cumprirem o seu dever.

Miguel Carrinho, filho do autarca da Chamusca, está a trabalhar na área financeira e novas tecnologias da Águas do Ribatejo, enquanto Mafalda Gomes, filha do presidente de Almeirim, tem funções relacionadas com as candidaturas aos fundos comunitários da CIMLT. Já Jorge Ganhão, filho de António José Ganhão, está a trabalhar na parte comercial da empresa.

 

in O Mirante

 

 

publicado por portuga-coruche às 23:01
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Segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

Filhos de presidentes de câmara trabalham na comunidade intermunicipal e na Águas do Ribatejo

Do conjunto de presidentes de câmara da Lezíria do Tejo, todos os que têm filhos em idade de trabalhar têm descendentes a trabalhar na Águas do Ribatejo (AR), empresa intermunicipal detida de capitais exclusivamente municipais, e na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT). Nesta situação estão três filhos dos presidentes de câmara de Almeirim, Benavente e Chamusca respectivamente.

 

O presidente do conselho de administração da empresa e simultaneamente presidente da Câmara de Almeirim, Sousa Gomes (PS), diz que os filhos de autarcas a trabalhar na AR é uma gota de água no conjunto dos funcionários da empresa.

 

A filha do presidente da Câmara de Almeirim já trabalha há algum tempo na Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo, que liderou o processo de constituição da empresa Águas do Ribatejo. O filho do presidente do município da Chamusca, Sérgio Carrinho (CDU), também trabalhava na comunidade mas foi transferido para a empresa. O filho do presidente da Câmara de Benavente, António José Ganhão (CDU), que é também vice-presidente do conselho de administração da empresa responsável pela gestão das águas e saneamento públicos em seis municípios, entrou após esta ter entrado em funcionamento.

 

 

NOTÍCIA DESENVOLVIDA NA PRÓXIMA EDIÇÃO SEMANAL

 

in O Mirante

 

Está tudo dito! É Portugal! O "Poder Local" está a fazer o que o "Poder Central" anda a fazer à anos. Se uns podem e se "dão bem" porque não "estender"/"generalizar" a situação?!   Realmente não existe lei que proíba que filhos de autarcas façam parte de Empresas Públicas, semi-privadas, mesmo que se diga que não tem "fins lucrativos". Já agora gostava de saber quais os salários. Se a AR é assim tão transparente devia publicá-los.

publicado por portuga-coruche às 11:07
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