Segunda-feira, 6 de Agosto de 2012

As festas estão quase, quase....

Ana Moura, Azeitonas, toiros e muita animação nas festas de Coruche de 14 a 19 de agosto

 

Ana Moura é a cabeça de cartaz das Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo em Coruche que vão ter ainda espetáculos com os Azeitonas, inúmeras atividades taurinas, e muita animação, entre os dias 14 e 19 de agosto.
O programa das festas foi apresentado no sábado, no Observatório do Sobreiro e da Cortiça, pelos dirigentes da comissão de festas e da Irmandade de NS do Castelo de Coruche, a vereadora da Câmara de Coruche Fátima Galhardo.
A festa popular começa na noite de 14 de agosto com o fogo de artifício, no rio Sorraia. A vertente religiosa da festa continua bem enraizada e terá com ponto alto a Procissão em Honra de Nossa Senhora do Castelo, que se realiza no dia 15 de Agosto às 18h00. Outro momento alto das festas é o Cortejo Etnográfico e do Trabalho que, ao dia 17, percorre as ruas da vila, com centenas de participantes das várias freguesias e coletividades do concelho a representarem os hábitos e tradições dos tempos antigos.
 
A festa brava vai estar em grande destaque nesta edição das festas. As touradas à corda, típicas dos Açores, e as largadas de toiros vão trazer muita animação às ruas do centro histórico da vila nos dias 14, 16 e 18.
A praça de toiros de Coruche recebe dois espetáculos taurinos nos dias 17 e 19 de agosto.
No dia 17 de agosto Coruche receberá “um cartel de competição” com os cavaleiros António Telles, Rouxinol e Salgueiro, e os forcados amadores de Coruche. No dia 19 a corrida é focada num “cartel de futuro”. Os cavaleiros Gilberto Filipe, Manuel Ribeiro Telles, Moura Caetano e Tomás Pinto e os praticantes Salgueiro da Costa e João Branco disputam o lugar de melhor cavaleiro em praça. A corrida conta com a participação dos forcados de Coruche e do Aposento da Moita.

 

Por João Baptista

in O Ribatejo

 

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Quarta-feira, 3 de Novembro de 2010

Ana Moura em 2.º lugar no top de vendas Amazon

Shakira lidera tabela

 

O mais recente álbum de Ana Moura, 'Leva-me aos fados', produzido por Jorge Fernando, está em segundo lugar na tabela de vendas amazon.co.uk, que é liderada pela colombiana Shakira.

 

 

 

"Leva-me aos fados" em que Ana Moura canta, entre outros, temas de Tozé Brito, Manuela de Freitas, Mário Raínho, Nuno Miguel Guedes e Amélia Muge, é o quarto álbum de estúdio da fadista que em 2008 recebeu o Prémio Amália Rodrigues para a Melhor Intérprete.

Ana Moura está actualmente em digressão por Inglaterra, onde hoje actua em Sherwsbury, no Theatre Severn, e quinta-feira na Union Chapel, em Londres, seguindo para a Alemanha onde canta sábado na sala da Filarmónica de Colónia.

Ana Moura começou a cantar o fado "por brincadeira", por influência de Amália Rodrigues e Dulce Pontes.

Cantava aos domingos num bar próximo de casa. Em finais de 2000, começou a cantar na casa de fados Senhor Vinho, de Maria da Fé e José Luís Gordo, em Lisboa, onde conheceu o músico Jorge Fernando que tem produzido os seus álbuns.

Shakira lidera a tabela amazon com "Sale el sol", seguida pela fadista portuguesa, e em terceiro lugar está o grupo Gotan Project.

 

in Correio da Manhã

 

 

 

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Terça-feira, 27 de Abril de 2010

Ana Moura cantará o Hino Nacional na festa de apoio à Selecção

A 30 de Maio, no Estádio Nacional

Ana Moura canta Hino Nacional antes dos Black Eyed Peas

 

A fadista Ana Moura juntou-se ao cartaz do festival de apoio à selecção nacional, a realizar a 30 de Maio no Estádio Nacional, que conta com os Black Eyed Peas como cabeças de cartaz.

Ana Moura interpretará o hino nacional antes da entrada em palcos da banda norte-americana.

Além dos Black Eyed Peas, o festival conta também com uma 'armada portuguesa' constituída por Buraka Som Sistema, Nu Soul Family, TT, e FunYou2.

Os bilhetes, já à venda nos locais habituais, têm preços entre os 35 e os 50 euros.




L.F.S.
 
in Correio da Manhã
 
 
 
 
 
 
 
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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Ana Moura em S. Miguel no início do próximo mês

Ana Moura actua no Coliseu Micaelense

A jovem fadista estará em S. Miguel no início do próximo mês.

 

 

O Coliseu Micaelense  recebe, no próximo dia 14 de Maio, uma das vozes da nova geração do fado, considerada como uma das melhores intérpretes da actualidade.
Natural de Coruche, distrito de Santarém, a fadista nasceu numa família em que sempre foi habituada a cantar e a ouvir cantar.
Desde cedo desenvolveu uma enorme paixão pela música e, naturalmente, pelo fado. Foi numa visita a uma casa de fados, quando os amigos lhe pediram que cantasse, que o fez pela primeira vez em público. Desde essa altura, Ana Moura editou três álbuns, todos eles aclamados pela crítica nacional e internacional e pelo público que a tem seguido com enorme atenção, tendo esgotado salas por todos os cantos do mundo.
O seu repertório inclui os mais variados temas, passando pelos fados mais tradicionais mas também por experimentar novas letras e músicas e interpretando criações dos mais conceituados autores e compositores contemporâneos.
Os preços dos bilhetes variam entre os 12 e os 82,50 euros.

 

 

 

in JornalDiario

 

 

 

 

 

 

in Jornal Diário

 

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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

Ana Moura em digressão pelos Estados Unidos

 

 

 A fadista de Coruche Ana Moura iniciou este sábado uma digressão pelos Estados Unidos para apresentação     do novo álbum, “Leva-me aos fados”, editado em Outubro. Acompanham Ana Moura, José Manuel Neto na guitarra portuguesa, José Elmiro à viola e Filipe Larsen na viola baixo.

A fadista afirma que o público norte-americano tem vindo a reconhecer o seu trabalho e que baseando-se estes espectáculos no último CD, terá “necessariamente de revisitar temas dos anteriores a pedido dos espectadores”. “Leva-me aos fados” é o terceiro álbum de originais de Ana Moura, a qual recebeu o Prémio Amália Melhor Fadista em 2008.

O álbum inclui temas de Jorge Fernando, Tozé Brito, Manuela de Freitas, Mário Raínho, José Mário Branco, José Luís Gordo, Nuno Miguel Guedes e Amélia Muge e da própria fadista. É composto por 15 fados, entre eles, o que dá o título ao CD, a ainda “Como uma nuvem no céu”, “Caso arrumado”, “Rumo ao Sul” e “Não é um fado normal”.

Na Califórnia, a fadista tem ainda actuações agendadas em Modesto, na sexta-feira no Gallo Center for the Arts, e no sábado em San Francisco no Palace of Fine Arts em San Francisco, onde encerra a digressão. No dia 30, a intérprete de “Anel de prata” actua já em Portugal, no Teatro Municipal de Faro, pelas 21h30

 

in O Mirante

 

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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Entrevista a Ana Moura

 A fadista natural de Coruche falou à TV Ribatejo do seu novo disco e recordou a sua infância na terra-natal.

 

in O Ribatejo 

 

Bonita fadista, orgulho dos coruchenses!

Deixem-me contar uma história que se passou comigo. Estive à cerca de 3 anos em Portimão om a família de férias, na praia do Vau.  Conhecemos vários casais e famílias, entre eles um, que ao saber que eramos de Coruche olharam um para o outro e disseram: São da terra da Ana Moura! Só me faltou chorar. Um casal viajado e culto que gosta do que é nosso e ainda por cima vibram quando se fala da nossa terra. Grande Ana Moura.

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Sábado, 19 de Setembro de 2009

Ana Moura lança novo álbum a 12 de Outubro

Ana Moura
Ana Moura lança novo álbum a 12 de Outubro
 

Por Redacção

Chama-se ‘Leva-me aos Fados’, é o quarto álbum de estúdio da fadista de Coruche e vai chegar às lojas no próximo dia 12 de Outubro.

Produzido por Jorge Fernando, ‘Leva-me aos Fados’ conta com várias colaborações de músicos de áreas diferentes daquelas em que Ana Moura habitualmente se move, como José Mário Branco, Gaiteiros de Lisboa ou Manuela de Freitas.

A fasquia para o novo álbum da fadista que encantou Prince e os Rolling Stones não é baixa, já que ‘Para Além da Saudade’, de 2007, vendeu mais de 55 mil cópias e mantém-se na tabela nacional de vendas há mais de 120 semanas.

Também por isso, a expectativa é elevada e não será surpresa se se esgotarem os bilhetes para os dois concertos de apresentação do disco, marcados para a Casa da Música, no Porto, a 20 de Outubro e para o Teatro Tivoli, em Lisboa, no dia seguinte.

 
 
in A Bola
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Segunda-feira, 18 de Maio de 2009

Prince quer colaborar com fadista ribatejana Ana Moura

fotoA fadista ribatejana Ana Moura e a estrela pop norte-americana Prince poderão vir a colaborar em futuras produções musicais, disse a cantora portuguesa. Prince esteve entre a assistência ao espectáculo que Ana Moura deu na noite de quinta-feira, 14 de Maio, em Paris, na mítica sala La Cigale. “Ele veio dos Estados Unidos para assistir ao concerto. Ouviu os meus discos e pretende fazer algo que ainda não sei [o que é]. Acabei de o conhecer antes do concerto”, revelou à Lusa Ana Moura, momentos depois de deixar o palco.

 

A fadista de Coruche já conta no seu currículo com uma actuação conjunta com os Rolling Stones, quando esta banda actuou em Lisboa a 25 de Junho de 2007 e Ana Moura subiu ao palco para interpertar "No Expectations". Na sua actuação na capital, a fadista portuguesa arrebatou um público entusiasta e foi “obrigada” a regressar várias vezes ao palco para dar resposta aos pedidos insistentes de “só mais uma” gritados pelos espectadores.

 

“Não esperava tantos portugueses, senti muito carinho dos portugueses. Tenho estado em digressão e é sempre bom sentir a alma portuguesa na sala”, afirmou, salientando que “sabe sempre bem ouvir aqueles piropos de ‘ah fadista’”. “Vou guardar este momento especial”, confessou.

 

in O Mirante

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Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

Ana Moura edita DVD "Coliseu"

Mariline Alves  A fadista Ana Moura acabou de editar o seu primeiro DVD, Coliseu A fadista Ana Moura acabou de editar o seu primeiro DVD, ‘Coliseu’


 

Caminho das Estrelas: Ana Moura

'Entrego-me a cada concerto como se fosse o último da minha vida'

Cumpriu o sonho do avô, que da sua cadeira de baloiço lhe augurava futuro como cantora. encara a solidão como consequência natural da vida que leva, a de fadista, mas não trocava o palco por nada...

 

Nasceu no Ribatejo, numa zona de grandes tradições tauromáquicas, e cresceu num ambiente castiço. É aficionada dos touros?

Não. A minha família adora mas para mim ir a uma tourada sempre foi coisa que me fez muita impressão. Fico com pena dos animais. Vivi até aos 13 anos em Coruche, crescendo num ambiente muito musical porque os meus pais nunca fizeram disso profissão mas cantavam e tocavam. Desde que tenho noção de mim que me lembro de passar os fins-de-semana com os meus pais naquelas tertúlias tipicamente ribatejanas, cantar música tradicional portuguesa, fado, de tudo um pouco... Era uma criança muito extrovertida, estava sempre envolvida nas peças de teatro, nas festas... O que eu mudei! Agora sou muito tímida.

O que terá motivado essa mudança?

Talvez a ida para Carcavelos, em plena adolescência. Coruche é um meio muito pequeno, onde toda a gente se conhece, e a minha família era muito acarinhada, precisamente pela ligação à música. Quando o meu pai chegava a qualquer lado com a guitarra todos ficavam contentes. Chegar a Carcavelos foi um choque. É um meio grande, as pessoas não olham umas para as outras. Nos intervalos das aulas estava sempre sozinha – e isso, na adolescência, marca muito. Só mais tarde criei o meu grupo de amigos ali.

E como reagiram eles quando descobriram o seu talento para cantar fado?

Estavam ao meu lado quando eu também o descobri... Fui com eles a um bar e acabei a cantar o fado.

A música sempre fez parte, efectivamente, dos seus planos?

Não tinha um plano mas sempre senti que a minha vida passava por cantar, talvez porque sempre o fiz com muita naturalidade desde menina. Lembro-me de o meu avô dizer, a baloiçar-se na cadeira: 'Um dia esta menina vai ser cantora.' E cresci a acreditar nisso. Houve uma altura, contudo, em que quis ser assistente social, mas hoje penso que não teria estofo suficiente.

É uma pessoa muito emotiva...

Todos os fadistas têm esse lado! Mas não sou uma pessoa frágil.

Aliás, a carreira artística implica muita força interior.

Muita, mesmo. Vive-se muito de noite, ao contrário dos amigos e da família, o que implica aceitar viver em alguma solidão. São as viagens, o sentido de responsabilidade do palco. Cantar também é algo muito desgastante. Eu transpiro imenso, porque me entrego a cada concerto como se fosse o último da minha vida. Se tiver dois concertos em duas noites consecutivas chego a perder dois quilos.

É difícil encontrar com quem partilhar a vida?

Já senti isso muitas vezes. Ou é alguém da mesma área, ou então não compreende.

Tem mantido contacto com os Rolling Stones, com os quais gravou e dividiu o palco no Estádio José Alvalade?

Trocamos contactos, e-mails, e vamos falando de quando em vez. Quando vou actuar aos Estados Unidos também falamos. Aliás, numa das últimas vezes em que actuei na Califórnia estive com eles pois davam um concerto ali perto na mesma noite. Foi muito importante, em diversos aspectos, tê-los conhecido, porque são pessoas fantásticas e que me puseram muito à vontade. Na noite antes do dueto no José Alvalade tinha estado com eles na casa de fados Bacalhau de Molho e foi lá que me convidaram para ir ao concerto mas não para cantar com eles! Quando estava a chegar ao estádio é que recebi um telefonema a perguntar se queria subir ao palco. Foi um momento inesquecível: estava muito nervosa e feliz ao mesmo tempo. Não ensaiámos, tive de improvisar uma melodia dentro da melodia da canção, e cantar com o Mick Jagger, que o faz quatro tons acima de mim... Mas estar naquele palco é uma energia enorme. Quando entrei, o Keith Richards e o Ron Wood começaram a dizer o meu nome, depois foi o público português... Ainda hoje, quando vejo as fotografias nos jornais, vejo a minha cara feliz.

Eles vieram ao Bacalhau de Mollho ouvir fado, certamente. São fãs?

Da Amália, sobretudo. Adoram fado, porque é uma música que está ligada aos blues. E eles tinham muita curiosidade em conhecer uma típica casa de fados.

A casa fechou para eles ou estavam lá mais clientes?

Na sala deles não havia mais ninguém. Ou melhor, só lá estava o embaixador e o staff deles.

Acabou de lançar o seu primeiro DVD, gravado ao vivo nos Coliseus. Actuar nessas míticas salas de Lisboa e Porto era um sonho?

Era um sonho muito grande, como creio que é para qualquer artista português. Depois foram duas noites inesquecíveis: dividi o palco com as minhas três maiores referências no fado (Maria da Fé, Beatriz da Conceição e Jorge Fernando), a plateia estava cheia, as pessoas acompanhavam as canções desde o início. Ainda hoje, quando recordo esses momentos, fico toda arrepiada. E acho que foi essa a intenção do registo: imortalizar duas noites de enorme felicidade.

Costuma dizer que a Maria da Fé é a sua madrinha de fado. Que coisas ela lhe ensinou?

Comecei a cantar na casa de fados dela e tive a sorte de ouvir muitos dos seus ensinamentos. Cantar o fado tem regras, tem os seus próprios rituais, e ela fez questão de me transmitir tudo isso logo no início da minha carreira.

E quando anda lá fora, em digressão, a que rituais obedece?

Sigo o ditado ‘Em Roma sê romano’. Gosto de me embrenhar na cultura, viver como as pessoas de lá vivem, comer o que elas comem. Talvez por isso, dois dos locais que mais me seduziram são bastante longínquos: China e Cuba. Cada país tem o seu encanto, pelas suas diferenças, e cada um toca-me pela sua peculiaridade.

O que nunca falta na sua bagagem?

Antes era a minha almofada, porque tenho problemas de coluna. E nunca me esqueço agora do xaile.

Só tem um ou vários?

Tenho vários mas uso sempre o mesmo. Até já tem buraquinhos. Mandei-o fazer. Comprei a renda na Baixa e foi a minha mãe quem o bordou. Se não o tiver em palco sinto que falta qualquer coisa...

SERÁ O PRIMEIRO NATAL LONGE DE CASA

Neste ano estará a actuar na noite da Consoada...

É verdade. Vou estar num concerto na Holanda, a convite da Orquestra Filarmónica. É um espectáculo de muito prestígio em que até a rainha estará presente.

Vai ser o primeiro Natal longe de casa?

Sim, e está a ser um bocadinho difícil lidar com essa ideia. Inclusive, fiquei triste quando soube da marcação do concerto – aliás, já me convenci de que vai ser uma festa também, porém diferente. Todavia, custa ver a família a fazer os preparativos. A minha sobrinha, que já chegou para passar o Natal connosco...

PERFIL

Nasceu em Santarém em 1979 e cresceu em Coruche. Estreou-se com ‘Guarda-me a Vida na Mão’ em 2003, lançando de seguida ‘Aconteceu’ (2005) e ‘Para Além da saudade’ (2007).

Vanessa Fidalgo
 
in Correio da Manhã
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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Prémios Foral distinguem David Ribeiro Telles, João Cravidão e Ana Moura

O ganadeiro, agricultor e ex-cavaleiro tauromáquico David Ribeiro Telles, o dirigente associativo João de Matos Cravidão e a fadista Ana Moura são as primeiras personalidades distinguidas com os Prémios Foral, que este ano, começam a ser atribuídos pela Câmara de Coruche.

O júri do concurso instituído este ano para celebrar o Foral de Coruche, concedido por D. Afonso Henriques em 26 de Maio de 1182, é composto pelo presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes, pelos representantes de órgãos de comunicação social local Mais Região e Rádio Voz do Sorraia, e representantes das escolas Profissional de Coruche, EB 2/3 Dr. Armando Lizardo e Secundária de Coruche.

Mestre David Ribeiro Telles nasceu em Almeirim em 1927 mas cedo foi viver para Coruche. Ao longo de mais de 50 anos toureou a cavalo pelas praças do mundo, faceta que aliou à de agricultor e ganadeiro. A família dá continuidade àquela arte com João Ribeiro Telles, António Ribeiro Telles e João Ribeiro Telles Jr.

João de Matos Cravidão ajudou a formar grande parte das colectividades e associações de Coruche. Nasceu em Cabedão, concelho de Mora, em 1924. Fez parte do Grupo Bairro Alegre Futebol Clube, foi fundador do Grupo Desportivo “O Coruchense”, do Clube Ornitológico de Coruche, da Casa do Benfica de Coruche, da Associação para o Estudo e Defesa do Património Cultural e Natural do Concelho de Coruche. Ex-presidente da Associação de Comerciantes de Coruche, foi também um dos impulsionadores do grupo Coral da Sociedade de Instrução Coruchense.

A fadista Ana Moura é a mais nova entre os distinguidos mas, por outro lado, o maior destaque pertence-lhe agora a nível nacional e internacional. Foi nascer a Santarém mas é em Coruche que percorre toda a infância e juventude. Lançou-se no fado e alcançou dupla platina com o trabalho “Para Além da Saudade”. Na retina fica ainda a subida ao palco do concerto dos Rolling Stones, no último concerta da banda em Portugal, para acompanhar Mick Jagger a contar.

 

in O Mirante

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