Segunda-feira, 13 de Agosto de 2012

NEOEN vai construir parque fotovoltaico com 70 hectares no concelho de Coruche

 

Franck Woitiez, administrador da empresa NEOEN, revela a O Ribatejo que a construção do parque fotovoltaico com 70 hectares em Coruche vai iniciar-se ainda no primeiro trimestre de 2013, e o início da produção de energia antes do final de 2013.

“A NEOEN ganhou o concurso público de adjudicação de mais de 40% da potencia de injeção de eletricidade na rede, disponibilizada durante o Concurso Publico fotovoltaico de 2010, promovido pela DGEG. Sendo assim, a NEOEN é o maior promotor de projectos fotovoltaicos em desenvolvimento em Portugal hoje em dia”, afirma Franck Woitiez.

Segundo o administrador da empresa, a NEOEN pagou uma contrapartida ao Ministério da Economia de um valor de 42 milhões de euros, para a atribuição definitiva dos direitos de produção de eletricidade no regime bonificado durante 20 anos. Isto para uma quantidade de 58 MegaWatts, que representa varias instalações na área da Grande Lisboa, incluindo um parque fotovoltaico com uma área de 70 hectares na zona de Coruche.

Este parque fotovoltaico terá uma potencia de 16 MW, que permite abastecer quase 10.000 fogos, e evitar a produção de mais de 10400 toneladas de Co2.

Este parque poderá criar até 60 postos de trabalhos durante a fase de construção e alguns postos na fase de exploração (20-25 anos).

As várias etapas do licenciamento estão em via de ser acabadas, a central encontra-se licenciada pela DGEG, e o projecto de Arquitectura foi aprovado em Janeiro de 2012 pela Câmara de Coruche.

“A NEOEN esta neste momento a desenvolver todos os seus esforços para obter um financiamento para iniciar a construção, tarefa muito complicada dado as turbulências na zona Euro”, afima Franck Woitiez, adiantando que a empresa conta poder iniciar as obras no primeiro trimestre de 2013, e o início da produção de energia antes do final de 2013.

O valor total do investimento a realizar pela NEOEN no Parque Fotovoltaico de Coruche ronda os 40 milhões de euros.

A escolha dos equipamentos não esta ainda fechada, pelo que mantém-se em aberto a possibilidade dos equipamentos da central poderem incorporar alguma tecnologia ou componentes de fabrico português.

A NEOEN é uma empresa francesa, criada em 2008, dedicada à produção de electricidade “verde”. A NEOEN é um produtor independente de energia, que desenvolve, financia, constroi e opera centrais de produção de energia renovável (biomassa, eólico, solar e eólico offshore).

A NEOEN terá no final de 2012 mais de 150 MW em operação ou construção, e tem como objetivo atingir os 1000 MW em 2015. Suportado por acionistas robustos, a NEOEN está desenvolver a sua atividade fora de França, tendo aberto a sua primeira subsidiária em Portugal em 2010.

 

Por João Baptista

in O Ribatejo

 

 

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Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010

APFCertifica adere à Rede Ibérica de Comércio Florestal da WWF

O grupo de certificação da Associação de Produtores Florestais de Coruche, APFCertifica Group Scheme, tornou-se o primeiro grupo de produtores a aderir à Rede Ibérica de comércio florestal da WWF. Desta forma, a associação reforça o seu compromisso de gerir de forma sustentável o montado de sobro a seu cargo, num total de 18 983 hectares, através da certificação da gestão florestável responsável pelo FSC (Forest Stewardship Council).

«O grupo está empenhado na certificação florestal FSC do montado de sobro da nossa região», afirma António Gonçalves Ferreira, da APFCertifica. O responsável sublinhou ainda que a associação espera contribuir para a dinamização do mercado mundialo de cortiça certificada.

Esta é a primeira vez que um grupo privado de produtores de cortiça adere à Rede Ibérica. Ao todo, fazem actualmente parte da iniciativa 16 empresas e uma associação, incluindo as portuguesas AmBioDiv, Amorim Revestimentos, Cork Supply, Leroy Merlin Portugal, Granorte, Listor e Coca-Cola Portugal.

Na fase inicial, a Rede Ibérica da WWF dará apoio à APFCertifica na identificação dos atributos de biodiversidade e dos serviços do ecossistema das suas propriedade, na expansão da certificação e na sinalização de oportunidades de mercado.

Autor / Fonte: MF

 

in Ambiente Online

 

 

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Quinta-feira, 1 de Abril de 2010

Corticeira Amorim amiga do ambiente

Corticeira Amorim utilizou 662 toneladas de cortiça reciclada em 2009


A Corticeira Amorim registou uma redução de 16 por cento nas emissões de CO2 no ano passado. A empresa salienta que cerca de 60 por cento das suas necessidades energéticas são satisfeitas com recurso a biomassa, revela o relatório se sustentabilidade relativo a 2009.

No sector da cortiça, o destaque vai para a cortiça reciclada, que totalizou 662 toneladas, valor que conta com a incorporação de 92 toneladas de rolhas, incorporando-as na produção de outros produtos de cortiça «de elevado valor acrescentado».

No âmbito do Programa Green Cork, lançado em Portugal, foram recicladas cerca de cinco milhões de rolhas de cortiça, cujas receitas reverteram para o Programa “Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade”, responsável pela plantação de 85 mil árvores.

A nível da certificação, destaque para a implantação do sistema de gestão de cadeia de responsabilidade de acordo com a norma internacional na Amorim France e na Unidade de Coruche da Unidade de Negócios (UN) Rolhas. Actualmente, são 11 as unidades da Corticeira que têm esta certificação.

O relatório reporta ainda o compromisso da Corticeira Amorim com a inovação, com destaque para a submissão de pedidos de três novas patentes (elevando para 17 o número de patentes a registo entre 2007 e 2009), acrescenta a empresa, que foi galardoada nos “The Drinks Business Green Awards 2010” pelo seu contributo para a sustentabilidade.

 

 

in Portal Ambiente Inline

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Segunda-feira, 29 de Março de 2010

Adjudicada empreitada de reaproveitamento das águas das piscinas de Coruche

A Câmara de Coruche adjudicou a empreitada de execução do sistema de valorização das águas das piscinas municipais à empresa Constronel – Construção Civil e Projectos a troco de 221.352 euros, valor acrescido de IVA a cinco por cento. À empresa caberá valorizar a água utilizada no complexo de piscinas para efectuar regas no espaço verde dentro do complexo e também no estádio municipal, que fica ao lado das piscinas.

 

in O Mirante

 

 

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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

Conspiração ou erros no manual das alterações climáticas?

por Marta F. Reis

 

É a terceira polémica em dois meses. Cientistas apontam fragilidades ao documento base das negociações climáticas produzido em 2007

 
 
Não há duas sem três quando os olhos começam a escrutinar um documento de mais de 900 páginas, de parto difícil, produzido em 2007 pelo Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas, das Nações Unidas. Esta semana a imprensa britânica apontou uma nova falha ao documento, agravada por o que acreditam ser um conflito de interesses: a afirmação de que a floresta tropical da Amazónia corre o risco de se transformar numa "savana" à mais pequena oscilação na precipitação teria sido produzida por dois activistas - um consultor do grupo ambiental WWF (Fundo Mundial para a Natureza) e outro jornalista freelancer pró-ambiente. Há duas semanas, uma denúncia semelhante sobre a sina dos glaciares do Himalaias, que afinal nada aponta que desapareçam até 2035 - como afirmava o relatório de há três anos - ressuscitou as fragilidades do órgão da ONU que já em vésperas da Conferência de Copenhaga tinha estado em xeque quando uma fuga de emails na internet mostrou a cumplicidade de alguns cientistas de topo na censura de informação científica enviada ao IPCC. Manobra de diversão ou imprecisões? Facto é que o sucessor do protocolo de Quioto mantém-se adiado até nova ronda de negociações, prevista para o final do ano no México.

Phil Dickie, do WWF, explicou ao i que, no caso já rotulado de Amazongate (depois do Climategate e Glacier Gate) "houve apenas uma falha ao nível bibliográfico", por não terem sido citados dois artigos da "Nature" onde, em 2000, os dois autores foram buscar informação para elaborar um relatório mundial sobre o impacto dos incêndios florestais. Neste, afirma-se que 30% a 40% da floresta é particularmente vulnerável a alterações na precipitação, que podem ser provocadas pela acção do homem. Quanto à utilização do relatório no documento do IPCC diz "estar previsto" nas regras do organismo. Steven Wofsy, investigador da Universidade de Harvard, vai contudo mais longe: "Todas estas notícias sobre os erros do IPCC parecem mais uma cortina de fumo para descredibilizar o painel, como se não precisámos de estar preocupados com as alterações climáticas. É absurdo: o descrédito do IPCC não interfere com o que está a acontecer no ambiente", diz ao i.

Steven Wofsy foi um dos 620 investigadores que participaram na redacção do relatório do IPCC, que serve de base às negociações climáticas mundiais, que têm resultado mais recente um acordo não vinculativo que abre um fundo milionário para apoiar a adaptação e mitigar os efeitos das alterações climáticas dos países em desenvolvimento, e promete limitar o aquecimento global à barreira dos 2ºC. "Trabalhei no documento e nunca ouvi falar do relatório do WWF. Os vários modelos prevêem a perda de floresta e da matéria orgânica nos solos, embora alguns modelos projectem grandes perdas. Há razões para estarmos preocupados, mas é impossível prever o que vai acontecer." Sobre a Amazónia, diz, sabe-se que é uma floresta "resistente, mas se as secas forem de tal modo que propiciem incêndios, os ecossistemas serão degradados."

O WWF garante que está há uma semana em conversações com o IPPC e que analisou a sua participação no relatório para detectar eventuais erros..

Apesar dos desmentidos, depois de também ter sido a imprensa a avançar que havia um erro nas previsões do IPCC sobre o desaparecimento dos glaciares dos Himalaias, a fragilidade do órgão da ONU liderado por Rajendra Pachauri transformou-se num tema quente. Na semana passada, Pachauri disse à BBC que não tenciona demitir-se. "Fui reeleito por aclamação, imagino, porque toda a gente está satisfeita com o meu desempenho", disse. Até ontem não havia comentários à lacuna no bloco do relatório dedicado à Amazónia, mas no caso dos glaciares dos Himalaias foi já publicada uma rectificação: "os standards de clareza e certeza exigidos pelo painel não foram aplicados convenientemente", justificou o IPCC. Contudo, ontem o "The Sunday Times" denunciava que diferentes especialistas alertaram o IPCC o erro. Rajendra Pachauri é acusado de ter favorecido a opinião do cientista indiano Syed Hasnain, investigador no Instituto de Energia e Recursos em Deli, o TERI, que é dirigido pelo responsável do IPCC.

Entre as críticas, surge a tese de manobra de diversão. Para Pedro Martins Barata, da Comissão para as Alterações Climáticas, a polémica é um ataque com motivações políticas, sediado sobretudo nos EUA: "Nos Estados Unidos o IPCC é visto como um órgão como uma agenda própria. Os erros são razão para preocupação, mas neste momento existe uma campanha para demonizar o IPCC e demonizar Pachauri. Não é inocente."

O quinto relatório do IPCC, que reunirá novos resultados científicos, só é esperado em 2013 e 2014. Mantém-se até lá o actual manual de instruções.


 

in iOnline

 
Afinal os fins sempre justificam os meios! Aqueles que sustentam estas palhaçadas desdramatizam e ainda dizem que quem denuncia as mentiras é mal intencionado e interesseiro?!

 

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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009

Alimentos: Grupo Etsa investe 1,5 milhões para tratar embalados fora da validade

 
Porto, 09 Ago (Lusa) - O grupo Etsa, detido em 80 por cento pela Semapa, investiu 1,5 milhões de euros numa unidade de desembalamento, em Coruche, para dominar todo o processo de reciclagem de restos alimentares de origem animal.

O grupo Etsa, detido em 80 por cento pela Semapa, investiu 1,5 milhões de euros numa unidade de desembalamento, em Coruche, para dominar todo o processo de reciclagem de restos alimentares de origem animal.

"Com este investimento, a Etsa passa a ser a única entidade em Portugal licenciada para proceder ao desembalamento de subprodutos animais fora do prazo", disse à Lusa o administrador Luís Realista.

Dono de metade do mercado português de recolha, transporte e valorização de subprodutos de origem animal, o grupo Etsa investiu numa unidade para desembalar os resíduos alimentares de origem animal, provenientes das cadeias de distribuição de Portugal e Espanha.

 

in Visão

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Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Governo lança primeira fase de Programa piloto para Mobilidade Eléctrica

O Governo lança, esta segunda-feira, a primeira fase do Programa piloto para a Mobilidade Eléctrica, prevendo já para este ano 100 locais de abastecimento de veículos eléctricos em parques de estacionamento públicos, centros comerciais, bombas de gasolina, entre outros locais. À TSF, o ministro da Economia, Manuel Pinho, revelou as 21 cidades que estão envolvidas neste programa

 

Um total de 21 cidades portuguesas vai aderir ao Programa para a Mobilidade Eléctrica, uma rede de abastecimento de veículos eléctricos que o Governo apresenta, esta segunda-feira, e que é desenvolvido pela Efacec, EDP Inovação, Novabase, Critical Software e o CEIIA.

A rede nacional de mobilidade eléctrica, uma das primeiras da Europa, prevê «320 locais de abastecimento de carros eléctricos em 2010 e 1300 daqui a dois anos», referiu à TSF, o ministro da Economia.

Nesta fase piloto, que durará até 2011, a rede para a Mobilidade Eléctrica (Mobi-e) é constituída por um conjunto de 21 municípios: Guarda, Faro, Braga, Viana do Castelo, Guimarães, Sintra, Évora, Castelo Branco, Loures, Porto, Lisboa, Almada, Leiria, Coimbra, Setúbal, Beja, Aveiro, Torres Vedras, Santarém, Cascais e Gaia.

Segundo Manuel Pinho, a rede piloto para a mobilidade eléctrica vai estar acessível em locais como «parques de estacionamento público, centros comerciais, bombas de gasolina, hotéis, aeroportos, garagens particulares e nas vias públicas dos municípios».

Quanto ao abastecimento, haverá «pontos de carregamento lento, com duração de seis a oito horas, que permite o aproveitamento da energia eólica produzida durante a noite e na residência, e pontos de carregamento rápido, entre 20 a 30 minutos, nos locais públicos», explicou o ministro.

Esta rede piloto para o carregamento do automóvel será compatível com todas as marcas de veículos eléctricos e o ministro da Economia acredita que dentro até 2011 poderão estar a circular em Portugal cerca de cinco mil carros eléctricos.

«Com é natural quando se trata de tecnologias novas, os consumidores vão-se habituando e depois à medida que tomam conhecimento que se trata de veículos fiáveis, a utilização vai aumentar muito rapidamente», justificou Manuel Pinho.

No âmbito do mesmo projecto, o Governo e os municípios da rede piloto criaram mecanismos para incentivar a aquisição e utilização de veículos eléctricos (VE), que passam por isenção de ISV (Impostos sobre Veículos) e IUC (Imposto Único de Circulação), deduções fiscais na aquisição de VE (IRS para particulares e IRC para empresas) e incentivos ao abate de veículos em fim de vida quando trocados por VE.

Por outro lado, os veículos eléctricos terão prioridade na circulação em vias de alta ocupação e terão acesso a zonas preferenciais de estacionamento nos centros urbanos.

A cerimónia de lançamento da rede terá lugar no Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, em Lisboa, com a presença do ministro da Economia.

A Nissan adiantou à TSF dentro de ano e meio estarão a circular em Portugal os primeiros carros eléctricos produzidos pela marca.

Trata-se de carros de cinco lugares, parecidos com os convencionais e com preços semelhantes, como revelou o vice-presidente executivo da Nissan, Carlos Tavares.

 

 

in TSF

 

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Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Mega ambiente em Coruche

Autarquia apostar em veículos eléctricos


Mega é um carro ecológico ultra-ligeiro
Mega é um carro ecológico ultra-ligeiro

Coruche é a primeira autarquia da zona centro a apostar nos veículos eléctricos e, ainda este mês, receberá o primeiro Mega, um carro eléctrico amigo do ambiente que vai integrar a frota da câmara municipal com o objectivo de fazer a recolha de cartão para reciclagem em vários pontos da vila de Coruche.

O Mega é um carro ecológico ultra-ligeiro, comercializado em exclusivo para Portugal. Sendo uma viatura compacta de grande maleabilidade, permite proceder a operações de deslocação e transporte, sem poluir o ar e com um consumo muito económico de energia. A inexistência de emissão de gases nocivos para a atmosfera e a quase ausência de poluição sonora são dois dos grandes trunfos deste veículo.

 

in Ciência Hoje

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Quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Trezentos alunos das escolas de Coruche plantam sobreiros

Mais de 100 sobreiros vão ser plantados esta quinta-feira, dia 30 de Outubro, em Coruche, por 300 crianças das escolas do ensino básico e secundário do concelho. A acção de reflorestação, que decorre às 11h15, na herdade dos Concelhos, freguesia de S. José da Lamarosa, é organizada pela autarquia em colaboração com a Associação de Produtores Florestais de Coruche, Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade e Nestlé Waters. A multinacional deve inaugurar em 2009 uma unidade industrial de captação e engarrafamento de água na localidade de Ovelhas.

A iniciativa visa também elucidar os mais novos acerca da importância da água e da riqueza aquífera do subsolo da região, que levou à escolha da Nestlé para ali erguer a sua centésima unidade a nível mundial. Pelas 11h30 serão ainda realizados jogos pedagógicos sobre a sustentabilidade da floresta. A cobertura do evento vai ser assegurada pelos Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Profissional de Coruche.

A Nestlé Portugal está a investir mais de sete milhões de euros na sua quinta unidade industrial no país, a nova unidade de Coruche. A escolha do concelho de Coruche para a localização da fábrica deveu-se à grande abundância e qualidade da água da sua reserva ecológica.

 

in O Mirante

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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

Quercus sem intelectuais, aposta na "moda" mundial

O G8 e as emissões

 

Os países do G-8 (Estados Unidos, Canadá, Grã-Bretanha, Alemanha, França, Itália, Japão e Rússia) tomaram recentemente uma decisão acerca das respectivas emissões de gases com efeito de estufa, sobretudo o CO2. Em suma, comprometeram-se a atingir, em 2050, uma redução de 50 % em relação aos valores que se verificaram em 1990, que é o ano de referência, ou de contagem inicial do Protocolo de Quioto.

Em ocasiões anteriores, as metas de redução previstas chegaram a considerar valores entre 25 % e 40 %, a concretizar já em 2020. E, para 2050, chegou a falar-se no objectivo de redução de 80 %.

Todas estas metas são fantasiosas. Os ambientalistas, que apontaram tais valores, não conseguem apresentar uma alternativa credível de formas de energia de substituição para a queima de combustíveis fósseis capazes de produzir uma redução tão radical.

A recente decisão do G-8 significa uma descida à realidade e, ao fim e ao cabo, uma derrota do irrealista Protocolo de Quioto. Por isso, os media ou ignoraram ou esconderam a notícia de forma a manter a ilusão de que o Protocolo de Quioto está vivo.

Uma honrosa excepção foi a revista semanal Sábado que, na sua edição 213, de 29 de Maio, pág. 35, na rubrica “Explique lá melhor”, publicou uma mini-entrevista com Francisco Ferreira, da Quercus, sobre o assunto.

Este ideólogo ambientalista não poderia ter-se explicado pior. Na resposta às perguntas da Sábado, Francisco Ferreira responde sistematicamente com o fanatismo climático que é habitual neste e noutros gurus da comunicação social portuguesa. As suas respostas são directamente proporcionais à sua profunda ignorância nesta matéria.

Diz o profeta do alarmismo :

Além disso [os países do G-8] não chegaram a acordo sobre as emissões até 2020. E esse compromisso era fundamental, porque ninguém sabe como será o planeta em 2050”.

Afinal não tem tantas certezas como as que costuma apregoar. Mas continua :

Teremos um aumento de temperatura de dois graus em relação à Era pré-industrial (já aumentámos 0,8 ºC), que originará alterações climáticas. Prevê-se o degelo da Gronelândia e do Pólo Sul, o aumento do nível do mar de quatro a seis metros. Haverá maior número de eventos meteorológicos extremos, como tufões, ciclones e precipitação elevada em curto espaço de tempo.

Quando se trata de alarmar, já há certezas. Mas nem o Al Gore foi tão arrojado a prever uma subida tão pronunciada do nível do mar!

Na última pergunta, o jornalista confronta Francisco Ferreira com o facto de Claude Allègre, ministro da Ciência francês, e o climatologista Timothy Ball terem dito que o aquecimento global não depende da acção do Homem.

O nosso homem não se intimida e responde que se conta pelos dedos de uma mão o número de cientistas que defendem isso, mas que existem milhares de estudos que comprovam o contrário.

De facto, a irracionalidade científica apenas produz crenças e as crenças corrompem a interpretação dos factos.

Na verdade, não existe um único estudo que comprove tal acusação contra o Homem. E por muito que custe acusar de mentiroso um senhor professor universitário, a resposta de Francisco Ferreira tem de ser interpretada como deliberadamente fraudulenta.

Com efeito, é impossível que Francisco Ferreira desconheça a carta aberta, assinada por 100 cientistas, enviada ao Secretário Geral das Nações Unidas, em 13 de Dezembro de 2007, por ocasião da Conferência de Bali sobre o Clima, na qual, entre outras asserções, esses cientistas manifestam a convicção de que as alterações climáticas constituem um fenómeno natural, que não depende da acção do Homem.

Convenientemente, a Quercus e Francisco Ferreira ignoraram tal carta. Criticavelmente, a comunicação social portuguesa, aparentemente dependente da informação filtrada pela Quercus e pelos seus dirigentes, também ignorou um documento a que deveria ter dado um amplo destaque.

Termina com a sua convicção: “A única incerteza é o que vai acontecer e quando”.

Saberá este iluminado explicar por que razão o aquecimento global fez uma pausa há já quase vinte anos? Ou por que o Antárctico arrefeceu desde há vinte anos? E o Árctico central arrefeceu também desde essa data? E a Gronelândia central tem vindo a arrefecer no mesmo período?

 

 

 

 

posted by Rui G. Moura at 19:37 

 

in Mitos Climáticos

 

 

Quer me parecer que o melhor para a natureza e para a vida não é aquilo que é mais conveniente mas aquilo que é a "verdade", a realidade. Para a atingir tem que se reflectir sobre todas as vertentes e opiniões. Esta "cegueira", este fundamentalismo leva-me a interrogar se todos os outros pontos de que a Quercus faz "bandeira" não são também fonte de especulação.......

 

publicado por portuga-coruche às 14:08
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