Terça-feira, 28 de Julho de 2009

Amadora lança projecto de apoio alimentar para idosos

AmaSénior
 

 O concelho da Amadora vai lançar o AmaSénior – Projecto de Apoio Alimentar, na Fundação AFID Diferença no Bairro do Zambujal. O objectivo é levar refeições a idosos e pessoas isoladas nos dias feriados e fins-de-semana

 

 

Este projecto tem como objectivo central o fornecimento da alimentação em dias feriados e fins-de-semana a idosos ou pessoas isoladas, que já beneficiem, nos dias úteis, das valências de Serviço de Apoio Domiciliário e Centro de Dia.

«Através do AmaSénior pretende-se rentabilizar e optimizar os recursos existentes no Município, nomeadamente as cozinhas de instituições que funcionam aos fins-de-semana e feriados, efectuar a distribuição de refeições no domicílio dos idosos aos fins-de-semana e feriados, alargar o fornecimento de refeições aos idosos de cinco para sete dias e melhorar a qualidade de vida dos idosos nas suas habitações», explica a Câmara em comunicado.

Foram já apresentadas candidaturas ao Instituto de Segurança Social para a aquisição de viaturas e caixas isotérmicas, caixas descartáveis e caixas térmicas para transporte de refeições, sendo que a Câmara Municipal da Amadora assegurará a parte do financiamento que não for comparticipada pelo Governo.

Os utentes que podem vir a beneficiar deste apoio têm que estar inscritos numa instituição do concelho e já beneficiarem de apoio ao nível de uma resposta social - Centro de Dia ou Serviço de Apoio Domiciliário.

 

andreia.coelho@sol.pt

 

in Sol

 

 

publicado por portuga-coruche às 17:36
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Quarta-feira, 6 de Maio de 2009

Famílias necessitadas recebem cartões de descontos para alimentação

A Junta de Freguesia de Matosinhos (PS) começou hoje a distribuir os primeiros 200 cartões "Consumidor Solidário" às famílias mais afectadas pela crise, com descontos de cinco a 20 por cento em produtos alimentares.
Destak/Lusa | destak@destak.pt
 

"Nos últimos meses, temos detectado dificuldades na aquisição de bens de primeira necessidade, mesmo para crianças. A crise vai-se acentuando e temos de apoiar quem mais precisa", disse à agência Lusa o presidente da autarquia, António Parada.

O autarca do PS explicou que o cartão garante um desconto mínimo de cinco por cento, em todos os produtos alimentares de 12 parceiros da freguesia, entre os quais dois hipermercados, alguns supermercados, talhos, peixarias e confeitarias.

António Parada revelou que a Junta de Freguesia já recebeu mais de dois mil pedidos de cartões, mas adiantou que o processo de verificação da capacidade financeira só está concluído para 200 pessoas.

Desemprego, rendimentos declarados, despesas com casa, água, electricidade e saúde são os comprovativos pedidos pela autarquia para confirmar se as pessoas necessitam ou não de apoio, afirmou o autarca.

"A maior parte das pessoas que aparece é por falta de emprego de um dos membros do casal e pelos compromissos com a casa", disse António Parada, estimando que o cartão venha a ser atribuído a "mais de um milhar" de famílias.

"Não é a solução, mas é um contributo", salientou o autarca socialista, notando que "ganha o cidadão e ganha o comércio local".

 

in Destak

 

Uma grande viagem começa sempre com um pequeno passo. Espero que não se fique pelos 5 a 20%.

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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

O seu filho vai comer sopa e fruta hoje ao almoço?

Com os chocolates ou as batatas fritas a imporem-se na dieta alimentar dos mais novos, o Ministério da Educação assina protocolo para travar a obesidade entre as crianças

Por muito boa que seja a sopa de legumes da escola, as crianças preferem os croissants, os chocolates, as batatas fritas que comem em casa ou no café. São alimentos que cativam os olhos e fazem as delícias das papilas gustativas, mas que podem estar a contribuir para o aumento do número de crianças com excesso de peso ou obesas. Há nutricionistas e dietistas a fazer ementas para que as crianças nas escolas tenham uma alimentação correcta e saudável.
As refeições são boas, garante o Ministério da Educação, que ontem assinou um protocolo com a Nestlé, com o objectivo de promover hábitos alimentares saudáveis e a prática de exercício físico. Nos últimos anos, a tutela tem estabelecido protocolos com a indústria alimentar também com o objectivo de melhorar a oferta desses produtos nas escolas, revela Luís Capucha, director-geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular.
Certo é que os estudos que vão sendo feitos preocupam: Portugal ocupa um dos lugares cimeiros na taxa de prevalência da obesidade, entre países europeus e da América do Norte. Está em oitavo lugar, com 15 por cento das crianças entre os dez e os 16 anos com excesso de peso e obesos. O estudo sobre obesidade nas crianças, de 2004, aponta que há 20,3 por cento de crianças entre os sete e os dez anos com excesso de peso e 11,3 são obesas, um total de 31,5 por cento. Valores que podem crescer, alertam os especialistas. E você, sabe onde o seu filho vai almoçar hoje?
Provavelmente, os pais dos mais pequenos, os que frequentam o 1.º ciclo, sabem responder a esta pergunta. A maioria das escolas públicas oferece refeições quentes e completas, com direito a sopa e a sobremesa. É a partir do 5.º ano que os meninos se sentem crescidos o suficiente para decidir se comem na cantina, onde uma refeição completa pode não ultrapassar os dois euros; ou no bar da escola, onde há folhados, rissóis, chocolates, baguetes mistas ou de frango. À medida que vão crescendo, as ofertas começam a ser mais e o almoço pode ser feito em qualquer sítio, menos na cantina. Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, de 2005, sobre um universo de 50 escolas de 2.º e 3.º ciclos do Porto, mostra que os alunos consomem um terço dos alimentos nas escolas.
Comem melhor na escola
A solução pode ser fechar o bar e manter só o refeitório a funcionar; impedir a saída da escola à hora do almoço; ou envolver os alunos na escolha da ementa, sugere Eduarda Alves, dietista do Hospital S. Francisco Xavier, em Lisboa. Pode passar também por ter uma oferta mais saudável nas máquinas refrigeradas que, normalmente, disponibilizam alimentos altamente calóricos, propõe José Camolas, nutricionista.
O Ministério da Educação iniciou, há alguns anos, um programa de generalização das refeições escolares no 1.º ciclo que chega a "praticamente todos" os concelhos, afiança Luís Capucha, do ministério. "Tenho defendido que, apesar de tudo, em média é nas escolas onde as crianças comem melhor", declara. Para muitos, o almoço é a primeira refeição que comem no dia; para outros é a primeira refeição "saudável" que fazem, acrescenta. Segundo um estudo publicado há um ano, a maioria das crianças come bolachas e batatas fritas, e bebe leite com chocolate ao pequeno-almoço, revela o trabalho do Instituto Superior de Ciências da Saúde Egas Moniz. Apenas 12,4 por cento de um total de 27.500 crianças, entre os seis e os dez anos, fazem um pequeno-almoço saudável, mas não inteiramente, porque ingerem açúcar.
"Em casa a alimentação não é saudável ou porque as famílias não têm tempo ou porque não sabem", diz Luís Capucha. Há também um problema económico, ressalva Cristina Padez, professora de Antropologia da Universidade de Coimbra e autora do estudo nacional sobre obesidade infantil, de 2004. A especialista lembra que os preços dos alimentos são decisivos, as famílias optam por alimentos mais calóricos, porque são mais baratos.
Na escola, os alunos comem melhor porque os menus são idealizados por nutricionistas que procuram promover uma alimentação saudável, reforça o governante. Para as empresas de restauração que servem refeições, o caderno de encargos é gigantesco e pormenorizado sobre o que se deve ou não consumir. Quanto às escolas que fazem a gestão directa dos refeitórios, o ministério limita-se a emitir orientações. Nada é proibido, diz Capucha. "Não vale a pena diabolizar certos alimentos, a abordagem deve ser mais empática e pedagógica", defende.
Os programas de educação alimentar podem fazer a diferença, acredita Ana Leonor Perdigão, nutricionista e responsável pelo programa Apetece-me da Nestlé (www.apetece-me.pt), que faz chegar às escolas informação e materiais pedagógicos. O programa existe desde 1999, já abrangeu 500 mil alunos do 1.º e 2.º ciclos, vai agora chegar aos do 3.º.

 

In Público online

 

publicado por portuga-coruche às 15:46
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Domingo, 18 de Maio de 2008

Comida vai continuar mais cara nos próximos quatro anos

Há factores estruturais que explicam o aumento dos bens agrícolas, tendência que se manterá pelo menos nos próximos quatro anos, garantem analistas contactados pela agência «Lusa».

 

 

Por outro lado, os investimentos especulativos, encontrando terreno para actuar, não são ainda centrais no preço.

 

Desde o início de 2008, em cerca de quatro meses e meio, os preços dos contratos para o milho subiram 32,5 por cento; os do trigo 33,5%; e os contratos para a soja aumentaram 5,5%.

 

O Deutsche Bank justifica esta evolução dos preços sobretudo por factores estruturantes: «No mundo dos bens agrícolas, os rácios entre stocks e consumo, nas principais commodities, tem vindo a cair nos últimos anos, o que demonstra bem a alteração (profunda)do mercado».

 

O maior banco alemão prevê que este movimento possa ainda «agravar-se no futuro», admitindo ser este o cenário «mais provável» na sua opinião, sem que a instituição financeira ponha a tónica da pressão de subida dos preços nos especuladores.

 

«Temos de nos deixar de desculpas. É uma falácia. A culpa não é dos especuladores», disse à «Lusa» o analista Alexandre Mota, da Golden Assets.

 

O peso dos factores demográficos e climáticos

 

A especulação «é um factor inerente» à actividade dos mercados, referiu João Queiróz, da L. J. Carregosa, assegurando tratar-se de «mais um factor», mas não determinante para explicar a subida acentuada dos preços dos produtos agrícolas.

 

«O que é estruturante no aumento dos preços é a explosão demográfica mundial (que passou de 4,1 milhões de habitantes em 1975, para cerca dos actuais 6,1 milhões, prevendo-se que atinjam os 8 milhões em 2025), a adopção pela China e Índia do modelo alimentar ocidental (à base de carne, lacticínios e derivados), as alterações climáticas e a falta de solo arável devido ao avanço da urbanização e à falta de água», adiantou o analista.

Além disso, destacou o aumento de rendimento das populações nos países emergentes e a quebra de stocks face à oferta a que acresce a procura de energia (biocombustíveis-biodiesel e bioetanol), tendo por base os bens agrícolas, caso do milho (Estados Unidos), da soja e do açúcar (álcool) proveniente da exploração cana-de-açúcar (Brasil).

 

Em declarações à «Lusa», o subdirector do Banco Invest, Paulo Monteiro, justificou também a subida dos preços devido a factores estruturantes, mas realçou que o «boom» dos preços dos bens agrícolas coincidiu com a crise nos mercados financeiros.

 

No entanto, admitiu que os mercados de acções e obrigações «estão cada vez mais voláteis».

 

in IOL Portugal Diário

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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Preço da carne vai aumentar 10%

Mercado: Todas as carnes serão afectadas

Preço da carne vai aumentar 10%

A subida imparável do custo dos cereais vai ter um forte impacto nos preços da carne ainda este ano. Com as rações para a alimentação animal a custarem mais 80 por cento do que há um ano, tudo indica que os preços da carne vão ter subidas aceleradas a partir do Outono. Para Já, Jacinto Bento, dirigente da Associação de Comerciantes de Carnes do Concelho de Lisboa (ACCCL), prevê uma "subida dos preços na ordem dos dez por cento".

O aumento dos preços irá ocorrer na generalidade das carnes, com o bife de vaca portuguesa a sofrer um impacto maior com o aumento dos custos de produção por causa de a produção abastecer menos de 60 por cento das necessidades do consumo interno. Como 'há seis meses que os preços das carnes não aumentam', Jacinto Bento está convicto de que, face à crescente subida dos preços dos cereais e dos combustíveis, 'todas as espécies de animais que consomem cereais vão ser afectadas com aumento de preços, e a carne de vaca será a mais afectada'.

A prova disso são os sinais provenientes do vizinho mercado espanhol: 'Em Espanha já se notou um aumento dos preços na Bolsa do Bovino', precisa o responsável da ACCCL. E, assim sendo, em Portugal 'a subida dos preços será na ordem de dez por cento, no final do ano', remata.

Francisco Carolino, presidente da Federação Portuguesa dos Bovinicultores (FEPABO), avança com dados: 'Na última semana de Abril de 2007, um quilo de ração à base de cereais destinada à produção de carne custava em média 26 cêntimos, na última semana de Abril de 2008 custava 38 cêntimos, um aumento de 46 por cento.'

A partir desta constatação, Francisco Carolino não tem dúvidas de que, 'mais cedo ou mais tarde, o reflexo do aumento do custo da produção dos bovinos vai ter de ser repercutido no consumidor em Portugal'. E isso acontecerá, segundo a sua previsão, 'quando começar a escassear a carne e quando o frio chegar, altura em que o consumo aumenta por causa da maior procura de proteínas'.

PRODUTORES COM GRAVES PREJUÍZOS

Os produtores de carnes estão a registar avultados prejuízos em Portugal. Como a generalidade das carnes preferidas dos portugueses – vaca, suíno e frango – é alimentada a rações durante uma parte da fase de criação, o aumento imparável dos preços dos cereais e dos combustíveis provocou, desde o Verão passado, uma forte subida nos custos de produção.

Por exemplo, no caso da carne de vaca, Francisco Carolino diz que, 'se fosse para garantir que os produtores não perdiam dinheiro, era preciso que o preço aumentasse à saída da exploração dos actuais 3,15 euros o quilo para quatro euros'. E garante este produtor que, 'se nada for feito, vão começar a fechar em breve inúmeras explorações de produtores de carne'.

ESTATÍSTICAS

MAIS ABATES

Em Fevereiro, segundo as últimas previsões do Instituto Nacional de Estatísticas (INE), o peso limpo do gado abatido e aprovado para consumo foi de 37 585 toneladas, um acréscimo de 5,2% face a igual mês de 2007. Nos bovinos, o abate subiu 10,7% e nos suínos 4,6%.

PRODUÇÃO DE FRANGO

A produção de frango, em Fevereiro, registou, segundo o INE, um aumento de 8,4% face ao mês homólogo de 2007, atingindo as 19,3 mil toneladas.

PRODUTOR AFECTADO

Segundo o INE, os preços no produtor registaram em Março, face ao mês anterior, subidas de 5,6% nos suínos e de 4,4% nos animais de capoeira.

SAIBA MAIS

3,15 euros o quilo era o preço médio da carcaça de novilho em Portugal na última semana de Abril deste ano, menos 18% do que em igual período de 2007.

APROVISIONAMENTO

A produção nacional de carnes é, com excepção do frango, insuficiente para satisfazer as necessidades plenas do consumo interno.

António Sérgio Azenha

in Correio da Manhã online

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Portugal deve preparar-se para a «fome»

Portugal deve preparar-se para a «fome»

 

 

Cáritas quer programas de apoio a carenciados. Crise alimentar mundial deverá causar danos graves no país

 

A Comissão Permanente da Caritas Portuguesa alertou este domingo em comunicado as autoridades para prepararem programas de apoio a carenciados tendo em conta a crise alimentar mundial que, prevêem, irá causar danos graves no país, refere a Lusa

 

 

De acordo com a Caritas Portuguesa, em Portugal gasta-se uma «fatia enorme de recursos» a «pagar quase dois terços do que consome, designadamente produtos alimentares» pelo que o país está «na linha da frente» daqueles que mais sofrem «com a elevação dos preços internacionais e a escassez dos bens de primeira necessidade no mercado».

 

«O espectro da fome paira assim sobre a cabeça dos mais necessitados, incluindo de muitos portugueses», com «muita gente a viver abaixo do limiar de pobreza e com esquemas de apoio social muito deficientes», considera a Caritas.

 

Para tentar «minorar o impacto nefasto desta crise alimentar» a nível mundial, a Comissão Permanente da Caritas Portuguesa reclama aos Governos para que deixem de «apoiar a produção de produtos energéticos a partir de produtos agrícolas» [biocombustíveis] mas também que criem «pacotes especiais» de leis que prevejam o «apoio social para atender aos casos mais prementes».

 

No caso português, considera a Caritas, as autoridades devem redobrar os «apoios aos mais carenciados, distribuindo bens de primeira necessidade aos mais necessitados e com manifesta escassez de recursos financeiros e alimentares», um esforço que deve ser seguido pelo resto da população.

 

Os portugueses devem ser alertados para a sua «responsabilidade na luta contra o desperdício de produtos energéticos e de bens alimentares» e as autoridades e organizações não governamentais devem aumentar a sua atenção aos casos problemáticos.

 

in IOL Portugal Diário

publicado por portuga-coruche às 11:02
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