Sexta-feira, 20 de Agosto de 2010

As Agoladas

O Açude da Agolada

O Sítio Classificado do Açude da Agolada foi criado pelo Decreto-Lei nº 197/80 de 24 de Junho, de acordo com a necessidade de implementação de medidas de protecção adequadas àquela área.

As potencialidades naturais e a localização da zona do açude determinam como objectivos fundamentais do Sítio Classificado os seguintes:


- A protecção e conservação dos valores naturais.


- A Educação Ambiental, informando e formando os visitantes para uma tomada de consciência pela preservação e protecção dos valores naturais.

 


- A criação de zonas de lazer.

 

 

 

 

O Sítio Classificado do Açude da Agolada, com área aproximada de 226 ha, situa-se na Freguesia e Concelho de Coruche, a uma distância desta vila de 2,5Km.

 


O nome desta área advém do facto de nela existir uma barragem de terra que origina a Albufeira com cerca de 1Km de comprimento.

 

 

 

O coberto arbóreo que domina na área é constituído essencialmente, por montado de sobro (Quercus suber), pinheiro manso (Pinus pinea) e Pinheiro bravo (Pinus pinaster).


No Açude da Agolada são o sobreiro (22% da área total) e o pinheiro manso (20% da área total) as espécies arbóreas dominantes.

Da fauna inventariada no Açude constam peixes, répteis, avs e mamíferos.
Sendo a carpa a espécie piscícola mais abundante, no caso dos répteis é a cobra d’água (Natrix natrix), a mais frequente.


Na avifauna podem-se observar ao longo do ano cerca de 45 espécies sendo as mais frequentes a marrequinha (Anas crecca), o guarda rios (Alcedo athis), o rouxinol pequeno dos caniços (Acrocephalus scir paceus), a cegonha branca (Ciconia-ciconia), Pato Real (Anas platyrhynchos), o chapim de popa (Parus-cristatus) e o mergulhão pequeno (Tachybaptus ruficollis).
Dos mamíferos podem encontrar-se a gineta, a lebre, o coelho, o morcego hortelão e o toirão.

 

A Herdade

 

 

 

A Agolada - nome como a Herdade é conhecida na região - esteve, desde sempre, na mesma família. A Casa Principal foi construída cerca do ínicio do século passado para dar apoio à casa agrícola e apoio, para os dias de caça. Na década de 60, a casa foi remodelada pelo pai do proprietário actual, D. António Maria Sommer de Mello, 6º Conde de Murça.

Com as mudanças nos campos, a propriedade que é predominantemente florestal, está agora adaptada para a realização de festas.

As casas que em tempos não muito distantes serviram de habitação a familias de trabalhadores que aqui nasceram, casaram e educaram os filhos, dão agora alojamento às pessoas que aqui se deslocam para as festas preferindo não viajar de noite.

A decoração das salas é marcada pela simplicidade das abódodas encimadas por lanternas apropriadas, a cal branca das paredes e a tijoleira centenária, que, durante muitos anos, abrigou os passos de quem muito trabalhou os azeites, os vinhos e outros produtos que cresciam naquelas terras.

 

A Familia proprietária

 

A Família Sommer
Família oriunda da Westfália, Alemanha, que até à época da reforma possui importantes bens no Spessart (Alta Francónia), pertencendo à nobreza daquela região.
No século XVI, aqueles bens foram divididos e a família emigrou para Inglaterra, Holanda, Palatinado e Boémia.
No último quartel do século XVIII, residia no ducado de Brunswick um ramo desta família à qual pertencia Henrique Francisco Luis von Sommer, tenente da guarda do duque de Burnswick que veio para Portugal alistado no exército liberal.
Henrique Francisco Luis von Sommer veio a ser um dos 7.500 "bravos do Mindelo", foi promovido a capitão e, depois do cerco do Porto, condecorado com a Ordem da Torre e Espada.
Naquela cidade casou com D. Rita Marcolina Fontes Garcez de Oliveira, de quem teve sete filhos que continuaram o apelido em Portugal.

A Família Falcão
Luis Adolfo Oliveira de Sommer, nasce em 1853. Casa com Adelaide da Costa Falcão depois de ter ficado viúvo da única irmã desta. Do casamento de Adelaide e Luis Adolfo nascem 2 filhas; Fernanda e Branca, e um único filho Luís.
Luis morre solteiro e sem descendentes, ficando herdeiras de toda a fortuna e património, as 2 irmãs.
Nos princípios do século XX, Luis Adolfo constroi a Casa Grande do Monte para dar apoio à casa agrícola e apoio, para os dias de caça.
A residência principal de Luis Adolfo e a sua mulher passará a ser o Palácio da Cardiga, que adquiriram em 1898. A Agolada torna-se com ele uma propriedade eminentemente florestal era principalmente e tinha então cerca de 5.500 hectares.
A casa que Luis Adolfo fez prosperar, permanence assim indivisa. Fernanda casa com Jorge de Mello, Conde de Murça e Branca com Rui Andrade. Grandes amigas e muito cúmplices ambas muito devotas, gerem em conjunto com os seus maridos, o património e vivem entre o Estoril, na Vila Sommer, e a Cardiga, na Golegã.

Chegados à década de 60, a Casa Agrícola é então dividida pelos dois primos, filhos e herdeiros das duas irmãs. A Agolada é dividida ao meio. A de Cima, para o lado norte da Estrada Nacional que as atravessa e a de Baixo, a Sul. A Agolada de Cima, Sommer de Mello e a Aglada de Baixo, Sommer de Andrade.
A casa é então remodelada pelo pai do proprietário actual, D. António Maria Sommer de Mello, 6º Conde de Murça.
Depois da morte de D. António Maria Sommer de Mello, em 1995, a Agolada de Cima é divida em três partes que ficam a pertencer a três dos seus 5 filhos.

 

A forte ligação com os cavalos

 

 

 

           O CAVALO D'ANDRADE

O Dr. Ruy D’Andrade, zoólogo, anatomista, criador de cavalos e paleontologista português, pai do Eng. Fernando Sommer D’Andrade, deu início no princípio do século XX a um vasto e importante trabalho de criação e selecção de cavalos, hoje reconhecido por todos quantos vivem e apreciam o Cavalo Lusitano.

Dedicou grande parte da sua vida às raças autóctones portuguesas, como o cavalo Lusitano, o cavalo Sorraia, o garrano e o burro, sobre os quais escreveu importantes estudos. Foi a quem o estado português entregou a criação da Coudelaria Nacional, e a tutela da Coudelaria de Alter. Assim como cuidou destas duas coudelarias, aplicou também todos os seus conhecimentos para seleccionar os cavalos com que fundou a sua coudelaria. Foi esse património genético que o seu filho, o Eng. Fernando Sommer D’Andrade, herdou e continuou sabiamente, e por isso obteve muitos prémios e distinções, e criou os grandes cavalos cujo sangue continua em muitas coudelarias.

"[…] partiu de uma base morfológica sólida, procurando em seguida fixar as qualidades mais subtis."
Baptista Coelho

"... são cavalos fortes, curtos, valentes com os touros, ardentes se provocados e calmos se não excitados, velozes na corrida e rápidos nas voltas e de bom passo, finos à espora, submissos de boa boca, infindáveis, resistentes a tudo..."
Dr. Ruy D’Andrade

 

Os Andrades, como são conhecidos os cavalos da coudelaria do Eng. Fernando Sommer D’Andrade, são assim fruto de muita dedicação e saber, seleccionados com critérios de excelência, apreciados pela sua estatura e andamentos, pelas suas formas, pelo seu temperamento e pelas suas múltiplas aptidões às diversas disciplinas de equitação, como o ensino, o toureio, os saltos, e mais recentemente a equitação de trabalho.

A Coudelaria D’Andrade é um símbolo e um marco na história da criação do Cavalo Lusitano.

Em 1991, após a morte do Eng. Fernando Sommer D’Andrade, a sua coudelaria é repartida pelos seus quatro filhos. Maria D’Andrade de Oliveira e Sousa, a mais nova dos quatro, mantém na sua exploração da Herdade da Agolada de Baixo, em Coruche, as éguas e os cavalos que lhe couberam, bem como a respectiva descendência, a qual, numa filosofia de manutenção da “pureza” dos Andrades, tem sido obtida com recurso a garanhões deste sangue, como o Curul, o Farsante, o Dayak e o Oboé, filho e netos do Martini, o Galan, filho do Dragão, o Faneca e o Marujo, filho e neto do Zamorim.

São cavalos fortes, resistentes, muito inteligentes e extremamente versáteis. São nobres no maneio e generosos no trabalho que lhes é pedido.

É uma coudelaria com uma forte raiz, que procura afirmar-se no presente com o valor do seu prestigiado passado.

 

 

Fontes:

 

Herdade da Agolada de Cima

 

Cavalos Lusitanos

 

Ecos do Ribatejo

 

Nature in Action

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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

Açudes da Agolada e do Monte da Barca com classificação de áreas protegidas

Os açudes da Agolada e do Monte da Barca, no concelho de Coruche, têm desde dia 23 de Julho a classificação de áreas protegidas de âmbito local, que vem substituir a de sítios classificados. A decisão da assembleia municipal ratifica a posição camarária e foi tomada por unanimidade.

 

Após recurso a uma empresa que estudou a melhor classificação para as duas áreas naturais do concelho, e sob acompanhamento do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB), a autarquia decidiu-se pela nova classificação. “O ICNB tem um papel cada vez mais reduzido em relação a estas paisagens, cabendo ao município a responsabilidade de gestão dessas áreas naturais, ainda que em terrenos privados”, salientou o presidente da autarquia, Dionísio Mendes (PS).

 

Se no caso do açude da Agolada existe um acordo com o proprietário para a gestão, sobre regras mais apertadas, da frequência do espaço, no caso do açude do Monte da Barca o acesso continua condicionado devido à falta de acordo com os vários proprietários. Em Março de 2004 a área de lazer em torno do açude foi vandalizada, com árvores abatidas, mesas, bancos e fogareiros destruídos, caminhos de acesso bloqueados e danificados. Nunca foram identificados os responsáveis.

 

A bancada da CDU aprovou a reclassificação dos açudes mas não deixa de criticar o destino dado à Agolada e a permissividade com quem manda no Monte da Barca. Segundo Fernando Serafim, o caminho de acesso ao Monte de Barca está bloqueado e os visitantes avisados com um letreiro com normas do código civil. Para si, as águas são públicas e os açudes não são dos proprietários.

 

Para Armando Rodrigues, o acordo com o proprietário do açude da Agolada só traz vantagens para o próprio, enquanto a câmara arca com as responsabilidades. “Há que zelar pelos interesses da população e, quando se fala em gastar dinheiro, diga-se que o estudo encomendado pela câmara custou 15.400 euros”, revelou.

 

O presidente da Câmara de Coruche diz que, no caso da Agolada, existe a gestão possível de uma área que é privada. Dionísio Mendes defende que a câmara está a aproveitar o que a legislação permite para tentar chegar a acordo com os proprietários do Monte da Barca, sabendo que é difícil conciliar interesses entre as partes.

 

Sobre interesses, o deputado do MIC, Gonçalo Ferreira, considera que os espaços naturais são privados e que não se pode ter uma lógica de “ser público quando se quer usufruir e de ser privado quando há necessidade de fazer obras”.

 

Para o presidente da Câmara de Coruche a gestão dos açudes é a possível. “No caso da Agolada fizemos um acordo judicial com o advogado da câmara, na gestão CDU, Chumbita Nunes. No caso do Monte da Barca existe um acesso bloqueado mas outros dois disponíveis do lado do Rebocho e mais acima do que o que está fechado, na estrada para Santana do Mato”, afirmou o autarca. Acrescenta esperar que o açude do Monte da Barca venha a ter uma gestão semelhante à da Agolada.

 

in O Mirante

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Domingo, 18 de Abril de 2010

Adjudicada construção de açude no rio Sorraia

A obra de construção do açude no rio Sorraia, em Coruche, entre o açude existente e a ponte do caminho-de-ferro, vai custar 2.291.885 euros, mais IVA a cinco por cento. A adjudicação da empreitada foi aprovada na reunião da Câmara de Coruche de dia 14.

 

Nos planos da autarquia está a construção de boa parte do açude ainda durante o Verão, a tempo de os participantes do Campeonato do Mundo de Pesca de Selecções para seniores, que vai decorrer na vila em Setembro, puderem ver parte do projecto já concretizado. “A obra tem um prazo de execução de cerca de um ano mas penso que o essencial deverá ser feito durante o Verão”, antevê o presidente da autarquia, Dionísio Mendes.

 

A construção do açude está prevista para a zona do rio entre o açude degradado que já existe e a ponte do caminho-de-ferro, na zona poente da vila. O projecto prevê que o açude permita a criação de um espelho de água até junto do qual se possa aceder de forma pedonal e por ciclovia, com ligação entre as duas margens do rio. Prevê ainda dispor de um dispositivo de passagem de peixes em escada.

 

in O Mirante

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Terça-feira, 2 de Março de 2010

Por falar em "açudes"

Pescadores de Ortiga revoltados com falta de lampreia responsabilizam açude de Abrantes

 

A comunidade piscatória de Ortiga, Mação, afirma-se lesada com a falta de lampreia no Tejo e aponta o dedo ao açude de Abrantes, assegurando que "vai haver problemas" se a autarquia não resolver a situação.

"As pessoas estão desesperadas", disse à agência Lusa Sérgio Durão, porta-voz de cerca de 30 famílias de pescadores sazonais, afirmando que "o problema está a jusante, no açude e na escada passa peixes" construído há dois anos em Abrantes e que "não funciona e não deixa a lampreia subir o rio para montante", para a desova.

"Este é um problema grave, porque ao longo de muitas gerações esta foi uma actividade que permitiu o desenvolvimento da freguesia e que ainda hoje se configura como um importante complemento às reformas e vencimentos das suas gentes", afirmou Sérgio Durão.

"Deixando de haver o sustento das famílias através desta actividade, não é preciso mais para todos se unirem", assegurou, acrescentando que, entre os meses de Fevereiro e Abril, Ortiga "fervilhava" de vida com a presença de "largas dezenas" de pescadores provenientes de toda a bacia do Tejo.

Manuel Fontes, pescador e mestre calafate, com 75 anos de idade e uma vida dedicada à pesca numa terra "riquíssima pelos favores do rio", afirmou que "o açude foi a pior coisa que se construiu para o peixe de arribação", as espécies piscícolas que andam no mar e procuram o rio para a desova.

"Nem o sável ali passa e é o peixe com mais potência no arranque e nas subidas, quanto mais a lampreia. Agora nada aqui chega", afirmou.

Neste contexto, os representantes da comunidade piscatória pediram recentemente à presidente da Câmara de Abrantes para que mantenha as comportas do açude "abertas" entre os meses de Dezembro e Maio, "já a partir deste mês", para que o peixe siga o seu percurso tradicional e chegue à aldeia ribeirinha.

"Apresentámos uma proposta concreta e esperamos que haja o bom senso de a viabilizar", disse Sérgio Durão, acrescentando que, "se tal não suceder, pode haver alguns problemas".

"Somos de municípios vizinhos e toda a gente se conhece pelo que não há necessidade de avançar para outro tipo de situações que poderão passar por manifestações, abaixo assinados, ou outros", afirmou.

Uma posição que a Câmara de Mação diz "entender e defender", afirmando que "a ineficácia" da escada passa peixes do açude de Abrantes "originou um problema grave".

Segundo o vereador António Louro, "o problema criado pelo açude está a matar as tradições e o espírito de Ortiga, valores que são mais importantes do que uma mera paisagem bonita aos pés de Abrantes".

Contactada pela Lusa, a presidente da Câmara de Abrantes afirmou ir "estudar" uma proposta que considerou "legítima", acrescentando estar "consciente" dos problemas sentidos pela comunidade piscatória de Ortiga.

"Ainda assim", afirmou Maria do Céu Albuquerque, "o açude foi construído com um fim específico que é o de servir o turismo activo e de lazer", tendo assegurado "estudar a possibilidade" de manter o açude em baixa "desde que a barragem de Belver também permita um caudal e um espelho de água constante".

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

A Orientação no esplendor do Açude do Monte da Barca

Quarta etapa do III Troféu OriAlentejo disputada no concelho de Coruche


fotoO nascer do Sol tornava visível o espaço de extraordinária beleza junto ao açude do Monte da Barca (Coruche) que ao longo do dia 10 de Janeiro recebeu os 183 participantes da 4ª etapa do III Troféu OriAlentejo. A existência de um ponto de espectadores, speaker e uma chegada junto ao limite do açude eram outros dos aspectos a realçar nesse campo que recebia todos os participantes.

Logo após a partida os atletas eram confrontados com um terreno típico de montado alentejano, de fácil progressão e com muitos detalhes de relevo. Ao longo dos 10,4 km do percurso Difícil Masculino, os espectadores podiam assistir à luta intensa entre os principais atletas presentes. Aos 4,9 km de percurso ao gastar 24m 33s, Miguel Silva (CPOC) tinha o melhor tempo nesse ponto de espectadores, contra os 25m 44s de Tiago Romão (COC) e 26m 23s de Pedro Nogueira (ADFA). Após a passagem destes atletas ficou ao rubro a luta pela vitória nesta prova organizada pelo COAC em parceria com o Gafanhori.

Tiago Romão (COC) ao ser ultrapassado nesta segunda metade da prova pelo 3º classificado no ponto de referência intermédio, obteve o 3º lugar final com 54m 21s, atrás de Pedro Nogueira (ADFA) com 53m 35s, o qual subiu uma posição relativamente ao ponto de espectadores. O grande vencedor foi Miguel Silva (CPOC), com uma vantagem de 1m 11s sobre Pedro Nogueira.

No escalão Difícil Feminino venceu Ana Coradinho (Gafanhori) 1h 28m 0s, com 1m 8s de vantagem sobre a sua irmã Lena Coradinho (Gafanhori) e 3m 48s sobre Anabela Vieito (COC).

No escalão Médio Masculino venceu Bruno Silva (ADFA), seguindo-se Miguel Ferreira (CPOC) e Jacinto Eleutério (ADFA). Em Médio Feminino venceu Ana Salgado (Gafanhori), relegando para o 2º lugar Isabel Monteiro (COC). Em Fácil, Daniel Almeida (CPOC) e Rute Coradinho (Gafanhori) foram os vencedores nas vertentes Masculina e Feminina, respectivamente.

 

Erra recebeu etapa de Sprint

A bonita vila da Erra no concelho de Coruche recebeu durante a tarde uma etapa de Sprint. Os atletas do escalão Absoluto Masculino tinham pela frente 2,7km, em Absoluto Feminino a distância era de 2,4km.

No escalão principal, a nível feminino, a duas primeiras classificadas da manhã mantiveram-se. Ana Coradinho (Gafanhori) venceu com um tempo 19m e 23s, enquanto Lena Coradinho (Gafanhori) gastou 21m 2s. Garantindo um pódio inteiramente do clube de Arraiolos, Ana Salgado (Gafanhori) ficou no lugar mais baixo do pódio.

Relativamente ao escalão Absoluto Masculino, Pedro Nogueira (ADFA) levou de vencida a concorrência com um tempo de 18’ 22s. Em 2º lugar ficou Paulo Pereira (ES Pinhal Novo) com um tempo de 21m 42s, deixando a 32s Bruno Silva (ADFA).

Finalmente, em Fácil Masculino venceu João Pedro (Gafanhori) e em Fácil Feminino, Rute Coradinho (Gafanhori).

Visão de Hugo Borda d’Água presidente da direcção do COAC

“O COAC procurou levar a Orientação a dois novos espaços no concelho de Coruche, realizando mais dois mapas novos que serão bastante importantes para o clube treinar. Na prova da manhã, a arena localizada num espaço de extrema beleza era um dos principais aliciantes e, julgo, que todos os presentes gostaram e desfrutaram do local. Mas utilizar estes espaços apenas é possível com o apoio dos proprietários, como foi neste caso, Manuel Vilela, que nos ajudou e apoiou em tudo o que necessitávamos. Além disso, durante a manhã o nível competitivo presente nesta prova do III Troféu OriAlentejo foi elevado, o que juntamente com o ponto de espectadores, trouxe um grande ânimo à prova”, referiu.

O entusiasmo do presidente do COAC era bem evidente, mas serviu também para lamentar a incompreensão de um proprietário de um dos terrenos onde decorreu a prova de Sprint. “Durante a tarde esperamos que todos tenham gostado de conhecer a vila da Erra e que de alguma forma tenhamos contribuído para divulgar esta vila cuja junta de freguesia tanto nos tem apoiado. Foi pena o facto de no Sprint na Erra, um proprietário que tinha sido alertado para a existência da prova tenha levado um ponto para casa durante o decorrer da prova. Como esta situação ocorreu junto do secretariado, permitiu à organização colocar um outro ponto deslocado apenas alguns metros”, lamentou.

 

in O Mirante

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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Câmara de Coruche quer construir açude insuflável no Sorraia

O presidente da Câmara de Coruche, Dionísio Mendes (PS), anunciou sexta-feira que o projecto para a construção de um açude insuflável no rio Sorraia, idêntico ao que existe no Tejo em Abrantes, já está concluído. Agora vai ser lançado o concurso de modo a que as obras, com um prazo de execução de um ano, possam começar já no próximo ano. Com o açude vai ser construída uma ponte que vai permitir a ligação à margem esquerda e desta forma potenciar a actividades desportivas nesta zona.

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Famílias portuguesas querem mais espaços ao ar livre

É preciso mudar mentalidades e criar condições para prática desportiva e actividades ao ar livre, defende a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) num estudo que entregou à Associação Nacional de Municípios Portugueses

 

O presidente da associação das famílias numerosas, ouvido pela TSF, Fernando Castro aponta o dedo aos municípios, criticando um modelo de urbanização que dá prioridade ao betão e pouca atenção às zonas verdes.

Por outro lado, a socióloga Elsa Gervásio, uma das mentoras do estudo, alerta para a necessidade de haver motivação para as actividades ao ar livre.

 

«A falta de equipamentos não parece ser a causa única. Até porque muitos referem a questão da mudança de mentalidade. Mas o valor suficientemente elevado dos que pensam que há um défice nas suas cidades deve ser levado em conta e servir de alerta», referiu.

O estudo feito para a APFN inclui depoimentos de 1.203 casais residentes em Portugal, com idades entre os 25 e os 45 anos, dos quais um em cada três (33 por cento) faz uma avaliação negativa dos equipamentos ao ar livre para exercício físico e actividades em família nas suas cidades.

Entre as avaliações mais positivas estão as regiões do Norte e Madeira, em que 36 por cento considera que estas estão «razoavelmente servidas».

Todas as avaliações responsabilizam as autarquias, razão pela qual a APFN entregou na quinta-feira o estudo à entidade que representa os municípios portugueses, a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

Dos entrevistados, 70 por cento dos entrevistados refere que o problema de não se praticar mais actividades «não é a falta de espaços, mas sim as mentalidades e atitudes dos portugueses».

A proximidade é um dos factores importantes, 83 por cento dos inquiridos garante que se tivesse um espaço por perto tenderia a praticar mais actividades de ar livre com a família e 80 por cento faria mais exercício físico.

Com a amostra a incluir pais e mães, há uma percentagem que refere a necessidade de criar parques infantis. Na lista também há ciclovias, circuitos de manutenção, espaços para jogos tradicionais e mesas de piquenique.

 

in TSF online

 

É por isso que em Coruche temos tudo "fechado". O Açude da Agolada tem tantas restrições que nem se pode assar umas sardinhas. Quem não é de Coruche tem que pagar entrada e até o circuito de manutenção (percorrido noutros tempos por mim milhares de vezes) reflecte o interesse em ter pessoas no açude e o tipo de pessoas que la se quer.

 

O açude do Monte da Barca também se encontra fechado tendo o "dono" do acesso da estrada Coruche-Montemor feito valas de modo a impedir as pessoas de passarem e procurarem o fresco do açude. Onde antes ocorriam festas e acampamentos hoje nem restrições. Fala-se até de um guarda que afasta os pescadores. Só os caçadores vão escapando e deve ser por andarem com a dita às costas.....

 

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Terça-feira, 1 de Julho de 2008

Concurso para construção de açude no rio Sorraia em Julho

A Câmara de Coruche iniciar a obra de construção de um açude no rio Sorraia em 2009 e deve lançar o concurso público internacional para essa empreitada já em Julho. A empresa projectista do açude já entregou o programa base do projecto, tendo os técnicos da câmara verificado a sua conformidade.

 

Em causa estão questões como a manutenção do plano de água o maior tempo possível, a garantia de que o açude não irá obstruir significativamente o leito do rio em caso de cheia e a manutenção da altura da água em 1,5 metros. O projecto prevê que o açude permita a acessibilidade pedonal e por ciclovia entre as duas margens do rio, além de dispor de um dispositivo de passagem para peixes.

 

Aceite o programa-base entregue pelo gabinete Hidroprojecto, SA, a empresa projectista dispõe de 20 dias para entregue o projecto de arquitectura do açude.

 

in O Mirante online

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