Segunda-feira, 8 de Outubro de 2012

Mic - Nota de Imprensa

Nota de imprensa

 

 

 

Gabinete do Presidente da Câmara de Coruche reage a  comunicado do MIC
VEJA A NOSSA RESPOSTA! 

O MIC emitiu dois comunicados que pode ler na nossa página em www.miccoruche.org , um deles intitulado “Executivo PS diz saudar a (r)epublica” que também se encontra no fim deste email.

Veio o Sr. Presidente da Câmara de Coruche, através da sua secretária pessoal, Mara Lagriminha, reagir ao mesmo através do email que abaixo também se junta.

Veja a resposta do MIC, sempre empenhado na verdade e no bem estar das populações! Custe o que custar, doa a quem doer! Com o MIC a mentira não passará!

 

 

ABAIXO, EM ÚLTIMO O COMUNICADO INICIAL, MAIS ACIMA A RESPOSTA DA AUTARQUIA E MAIS ACIMA A NOSSA RESPOSTA!

Pelas Pessoas, Por Coruche!

MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche

Contactos: www.miccoruche.org               geral@miccoruche.org              919 739 393

 

From: Geral - MIC
Sent: Tuesday, October 02, 2012 4:50 PM
To: op147967dt@cm-coruche.pt
Cc: mara.coelho
Subject: RE: Executivo PS diz saudar a (r)epública
 
Ex.ma Sr.ª Secretária do Presidente da Câmara de Coruche
Mara Lagriminha
 
Acusamos a recepção do vosso email que muito agradecemos e ao qual temos, somente, a fazer alguns reparos e considerandos;
 
1 – O MIC e a sua Direcção conhecem muito bem a história de Portugal e em particular a do século XX, sendo a Ditadura do Estado Novo, referendada pelo povo em 1933, responsável por ter retirado o País da bancarrota a que a 1.ª República o conduziu, evitando a sua entrada na 2.ª Grande Guerra, poupando Portugal e os portugueses a um dos maiores horrores do século XX.
 
2 – O Estado Novo foi responsável pelo maior desenvolvimento económico de Portugal, tendo o País após os anos 50 tido consecutivamentesuperavits, ao contrário dos déficits crónicos da 1.ª e da 3.ª repúblicas.
 
3 – Durante o Estado Novo, Portugal passou de Estado Falido à maior reserva de ouro da Europa e a segunda do mundo.
 
4 – Construiu várias obras emblemáticas como o Instituto Superior Técnico, os Hospitais de Santa Maria em Lisboa e São João no Porto, construiu milhares de escolas primárias, diminuindo o analfabetismo de cerca de 70% no fim da 1.ª República para menos de 40%. Construiu o Estádio Nacional, a marginal de Cascais, a ponte sobre o Tejo (baptizada de ponte Salazar em 1962), o início da auto-estrada Lisboa-Porto, criou a RTP, a RDP, enfim criou tudo aquilo que o País não tinha e que o governo Sócrates do PS nos últimos anos encerrou (ex. milhares de escolas e maternidades).
 
5 - Como Vexas reconhecem, o Estado Novo fez obra em Coruche, entre outras o Mercado Municipal, as 7 pontes desde o Sorraia até ao Monte da Barca (obra que se deve exclusivamente ao injustiçado Major Luís Alberto de Oliveira), acalcetamento das ruas, a grandiosa Obra de Rega do Vale do Sorraia, a electrificação, a implementação dos telefones, etc. etc.
 
6 - Como facilmente se constata, nada do que é a posição do vosso gabinete se comprova, não passando de discurso político cheio de inverdades e preconceitos.
 
7 - Felizmente, não podem Vexas omitir que a obra é do Estado Novo, requalificaram-na e vão inaugurá-la! Muito bem!
 
8 - Agora, não festejem a 1.ª república, que não foi mais do que um regime Assassino que perseguiu a igreja, proibiu o voto das mulheres, destruiu o País! Foi esse estado cataclísmico que levou ao 28 de Maio de 1926 e à instauração de uma Ditadura que o povo quis, porque finalmente houve paz social.
 
9 - Lisboa, era semelhante ao Iraque e ao Afeganistão da actualidade, com combates diários e assassinatos cruéis e sem sentido. Veja-se a formiga branca! Veja-se que a 1.ª república assassinou até aqueles que a fundaram (ex. Machado dos Santos).
 
10 – A tradição não se inova, mantêm-se! É isso que a define!
 
11 - Vexas parecem ser Velhos do Restelo por quererem comemorar datas ultrapassadas e que nada dizem ao povo português!
 
Ex.ma Senhora Secretária da Presidência, não se incomode com a crítica, nem com as opiniões contrárias à sua! Incomode-se sim, com a Insensibilidade Social que o seu gabinete mostra e pratica, recusando sequer discutir propostas que visam aliviar as famílias da crise que a 3.ª República criou!
 
Essas propostas apresentadas pelo MIC na última Assembleia Municipal, de baixar o IMI e abdicar da receita do IRS a favor das famílias, é que deviam ser acarinhadas e discutidas por vós, para celebrar a SOLIDARIEDADE e não os ideais da República Francesa que nada têm a ver connosco.
 
Para defender a Verdade e as Pessoas, podem Vexas contar sempre connosco!
 
Para celebrar a mentira e um regime instituído através de crimes de sangue que nunca foi legitimado pelo povo não contem connosco! Repudiamos a violência e a anarquia!
 
O 5 de Outubro que comemoramos e assinalamos é o de 1143 e nunca o de 1910!
 
Com os nossos cumprimentos, extensíveis a todo o executivo camarário, somos,
 
Abel Matos Santos
Gonçalo Ramos Ferreira
MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche
 
Anexo: O estado a que o País chegou! Primeira República e sucessivos governos socialistas constituem a principal razão do atraso de Portugal!
 
Sent: Tuesday, October 02, 2012 3:32 PM
To: geral@miccoruche.org
Subject: RE: Executivo PS diz saudar a (r)epública

Exmo(s) Sr.(s)

Em comunicado, o MIC de Coruche censura o executivo da Câmara Municipal de Coruche, por este “saudar o regime republicano (o estado a que o País chegou?) reinaugurando no 5 de Outubro uma obra levada a efeito sob a égide do Estado Novo”.

O espectro do salazarismo e o sectarismo do MIC inibe a sua direcção de interpretar a História de forma rigorosa. O regime ditatorial oficiosamente conhecido como “Estado Novo”, não foi uma monarquia e é cronologicamente identificado como Segunda República, sendo responsável por mais de quarenta anos de repressão, estagnação social, política e económica de Portugal constituindo a principal razão do atraso de desenvolvimento e “do estado a que o país chegou”.

Orgulha-se o Executivo Municipal de comungar os valores da República, da Democracia, da Laicidade, e de assinalar as comemorações do 5 de Outubrosaudando a Primeira República, com a inauguração de uma das obras mais relevantes deste mandato autárquico – A requalificação do Mercado Municipal! (ou queriam que o deixássemos cair por vir do Estado Novo!)

Reforçando o ímpeto de desenvolvimento associado à República, os valores éticos, sociais e os princípios inerentes a esta como, a escola pública, a assistência médica pública, o direito ao emprego, o conceito de interesse público.

Inovar a Tradição, é o desígnio deste novo equipamento que responde aos apelos da população e comerciantes.

Destacamos ainda que a Câmara Municipal apesar da conjuntura económica nacional, tem apostado no investimento, sendo este o caminho que entendemos como o mais acertado para ultrapassar a crise.

Celebremos o progresso e a liberdade, Celebremos a igualdade e a fraternidade!

Celebremos a República!

Com os melhores cumprimentos,

Pelo Gabinete do Presidente

A Secretária

Mara Lagriminha

E-mail: mara.coelho@cm-coruche.pt


publicado por portuga-coruche às 07:00
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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011

Comunicado do MIC

 
Rescaldo das últimas Assembleias Municipais

Gonçalo Ramos Ferreira
Deputado Municipal eleito pelo
MIC - Movimento Independente de Cidadãos por Coruche

 

No rescaldo do Verão e em vésperas de mais uma Assembleia Municipal, cabe fazer o balanço das duas últimas que, sem grande história, serviram para os vogais comunistas, socialistas e sociais-democratas fazerem o habitual: passarem boa parte das noites com a única preocupação de fazer o elogio do 25 de Abril e dos seus senhores.

Contudo, assistimos a discursos frouxos e palavras gastas, que já não conseguem esconder a desilusão com o golpe que colocou Portugal na actual situação de falência, na bancarrota, às ordens de nações estrangeiras e na mão de organismos como o «FMI».

Não notámos apenas menor fulgor nas comemorações. Reparamos também que hoje já não existe medo por parte dos técnicos da câmara de basear os seus pareceres oficiais em diversas citações do Professor Marcello Caetano que, em estilos pouco ortodoxos mas reveladores de atitudes sem complexos, escrevem assim: “a este respeito veja-se o que nos ensina Marcello Caetano” (sic).

No entanto, e a certa altura, os leitores usavam a palavra liberdade; mas de que liberdade falam?
Uma liberdade que encheu com milhares de cidadãos as vazias prisões Portuguesas? Ou de uma liberdade que permitiu atraiçoar e matar pelas costas milhares na Guiné? Ou será uma liberdade que, mediante os gritos e a exultação socialista, fez morrer de apedrejamento centenas nos estádios de Angola?

A seguir ao 25 de Abril, aqui mesmo e sob o efeito de baixos instintos, foram torturados Portugueses, sendo que outros foram mortos de forma cobarde e a sangue frio com tiros na nuca; inclusive morreram crianças às mãos dos crimes dos bons. Hoje, muitos desses “libertadores” estão bem instalados, auferem chorudas reformas e cantam vivas a uma liberdade apenas para se legitimarem e para melhor nos tirarem o pão da boca.

  • O pouco recomendável estratega do 25 de Abril, Otelo Saraiva de Carvalho, mostra-se arrependido de ter realizado o golpe por meras questões corporativas e recorda da necessidade de um estadista inteligente e honesto como o Dr. Oliveira Salazar.
  • Jacinto Barbosa, presidente da Junta de Freguesia de Coruche numa clarividente e inspirada alocução na AM, relembra como o homem de Santa Comba Dão conhecia bem os Camaradas e do que seria de Portugal às suas mãos.

Prometeram mundos e fundos, mas hoje milhares de famílias Portuguesas passam fome e engane-se quem pense que a situação não vai piorar ainda mais.

Alguns enchem o peito para falar de soberania nacional, combate litoral interior e declínio nacional, esquecendo-se que, se perdemos a nossa independência, se somos hoje um país que despreza o seu interior, se perdemos a nossa indústria, a nossa agricultura e as nossas pescas, é porque todos eles nos desgovernam desde há 37 anos, sem estratégia e sem rumo. Hoje, nem sequer produzimos a comida para colocar nas mesas dos nossos filhos, limitando-nos apenas a chutar as nossas dívidas para os nossos netos. Que dirão eles das gerações antecessoras?

Praticamente todos os melhoramentos do nível de vida nas últimas quatro décadas são atribuídos às propriedades mágicas desta data, esquecendo que em 37 anos (com algumas excepções) a generalidade dos Países demandou inúmeros avanços.

Uma das ideias mais ficcionadas, relaciona-se com a redução da taxa de mortalidade infantil, que é um dos principais indicadores de desenvolvimento de um País. No quadro abaixo, podemos constatar que o decréscimo dessa mesma taxa não é acelerado, nem é fruto de qualquer propriedade mágica ou da introdução de qualquer medida pelos governos pós-25.

 

 

 http://www.miccoruche.org/images/stories/rescaldoAssembleias/mortalidadeinfantilportugal.png

gapminder.org

http://www.youtube.com/watch?v=E22LEBVHDO8&feature=player_embedded

Um manicómio em autogestão, com a liberdade a não se limitar ao encher das prisões.

 
Somos governados por pessoas que mentem compulsivamente na senda de comprar votos e perdemos a capacidade de sermos o que quisermos. Foi-nos roubada a capacidade de sonhar.
 
Quem pretende celebrar constantemente o Abril que não se cumpriu, vê a história apenas com o olho esquerdo. Mas quando se provoca a história ela provoca de volta. Ou não sabiam?

No final do verão e numa altura em que somos novamente chamados (ad eternum) a comemorar datas ultrapassadas como o 5 de Outubro, ficamos a saber pelo Sr. Presidente da Câmara que o novo Centro Escolar vem substituir uma série de edifícios com mais de 50 anos, que durante gerações serviram a população do concelho de Coruche. Nada a acrescentar.

Em jeito de reflexão e numa altura em que se fala tanto de rentabilização de recursos e em que se pedem esforços a todos os portugueses não fará sentindo reduzir o número de vereadores no executivo municipal? Será que três vereadores não conseguem fazer o trabalho de 5? Nós mesmos no passado já mostramos que com pouco é possível fazer muito e este executivo também o pode fazer, mesmo mantendo o muito do bom trabalho que também tem realizado em várias matérias. Despartidarizar o aparelho aqui e ali também é essencial.

 

Continua…

 
«Vou estar de baixa médica quanto tempo eu quiser! Fui um capitão de Abril, não tenho medo!»
 
 
publicado por portuga-coruche às 07:05
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Quinta-feira, 7 de Outubro de 2010

A data que deve ser celebrada!

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Moção

Em 5 de Outubro de 1143 nasceu Portugal

O Grupo Municipal do MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche, vem propor um voto de saudação à data da criação de Portugal, em 5 de Outubro de 1143, resultado da assinatura do Tratado de Zamora por D. Afonso Henriques e que levou à independência de Portugal.

Nestes tempos de crise e de dificuldades generalizadas, invoca-se o espírito e a tempera dos fundadores de Portugal, para que possamos desenvolver engenho e arte para ultrapassarmos a dificuldades do presente.

Aprovada por Maioria com 15 votos a favor (MIC, PSD e PS) e 13 abstenções (CDU e 6 do PS) na Assembleia Municipal Ordinária de 30 de Setembro de 2010.

 

Notícia publicada no Jornal " O Diabo"

Onde está o apregoado Patriotismo dos Camaradas?


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publicado por portuga-coruche às 09:22
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Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

Centenário da República - Intervenção CDU na Assembleia Municipal de Coruche

" A implantação da República em 1910 é um importante marco da história e da luta do povo português que importa assinalar.
A Primeira República foi proclamada a 5 de Outubro de 1910 por cidadãos, agrupamentos e organizações progressistas e vanguardistas dentro do espectro politico-social português, com o apoio incondicional e fundamental das camadas populares da cidade de Lisboa.O Povo e as suas estruturas foram a alavanca de sucesso da Revolução.
Não podemos esquecer a componente militar do movimento republicano triunfante em Outubro de 1910, composta por elementos do Exército e da Armada, da classe de oficiais, sargentos e praças. Aliás, este amplo movimento contou com a acção de centenas de revolucionários civis, o que permitiu derrotar uma monarquia claudicante
aos interesses de uma minoria e em clara desagregação, incapaz de dar resposta aos desafios do inicio do Século XX.
Os contributos dos revolucionários civis nas principais cidades e vilas portuguesas, imbuídos da lembrança do acontecimento revolucionário republicano protagonizado no Porto a 31 de Janeiro de 1891, contribuiu para a defesa e consolidação da República, sendo por isso mesmo um facto inegável da História de Portugal.
Todos os que honraram o ideal republicano e por ele lutaram e morreram, bebendo as máximas da Revolução Francesa de 1789, merecem o nosso respeito e memória.
Na Constituição de 1911, foram finalmente abolidos todos os privilégios decorrentes do nascimento e criadas condições para que o mérito pessoal promovesse o acesso à educação e ao emprego, contribuindo para diminuir as assimetrias entre ricos e pobres. A separação da Igreja, do Estado foi concretizada. O registo civil foi tornado obrigatório. Os problemas de habitação nas principais cidades foram enfrentados. Na
Educação deram-se avanços significativos, erigiram-se novas escolas e dignificou-se a classe de professores.
A proclamação da Republica Portuguesa foi sem dúvida o primeiro grande marco da causa da Liberdade no Portugal do Século XX, apesar dos limites e das incapacidades no cumprimento dos mais puros ideais republicanos que se verificou nos anos seguintes.
Na sequência da implantação da República não podemos ainda esquecer a Greve geral dos trabalhadores agrícolas de que tomaram parte os trabalhadores do Ribatejo, com particular ênfase para os de Coruche, em Março de 1911. Em Julho desse mesmo ano, os trabalhadores rurais de Coruche estavam na vanguarda das lutas possibilitadas com a Revolução da República, e através da sua associação de classe a ASSOCIAÇÃO DOS TRABALHADORES RURAIS DE CORUCHE fundada nesse mesmo ano por Manuel Ferreira Quartel, um operário de Coruche que muito contribuiu para a organização sindical dos trabalhadores em Portugal, conseguiram a elevação dos magros salários e pela primeira vez no nosso concelho uma regulamentação do horário de trabalho.
Os ideais republicanos aprisionados durante a ditadura fascista (1926/1974) permaneceram vivos na memória do Povo Português como acto de libertação e a comemoração do 5 de Outubro transformou-se em jornada de luta, inserida na torrente que abriu caminho à Revolução de Abril e que finalmente cumpriu objectivos libertadores que a revolução republicana não soube ou não pôde cumprir.".
publicado por portuga-coruche às 08:55
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