Terça-feira, 22 de Novembro de 2011

Ciganos vitimas de discriminação laboral

Segundo o Centro Europeu para os Direitos dos Ciganos

 

 
Os ciganos residentes em Portugal moram em habitações de baixa qualidade, segundo o Centro Europeu para os Direitos dos Ciganos

Os ciganos residentes em Portugal moram em habitações de baixa qualidade, possuem habilitações escolares reduzidas e são vítimas de discriminação no mercado de trabalho e de violência policial, segundo o Centro Europeu para os Direitos dos Ciganos (ERRC).

 

Analisando a situação dos ciganos em Portugal, o ERRC conclui que a maioria não possui o ensino primário e que as crianças são alvo "de atitudes hostis de pais não ciganos que recusam que os seus filhos partilhem as mesmas aulas". Investigações da associação internacional de defesa dos direitos dos ciganos indicam também que a violência policial sobre os ciganos ocorre com frequência no país.

 

Segundo o ERRC, em Portugal não existe uma política específica de promoção da inclusão, apesar de alguns ciganos beneficiarem da assistência social de programa de realojamento, como o Rendimento Social de Reinserção e o Programa Especial de Realojamento. Cerca de um terço reside mesmo em barracas ou bairros sociais.

 

Para a ERRC, os ciganos têm merecido em Portugal "menos atenção" do que em outros países europeus, sendo "preocupante" a sua situação em termos de inclusão social e acessos aos direitos fundamentais.    

       

Concluiu ainda que as medidas previstas no Plano Nacional para a Inclusão, criado em 2008 com projectos que visam a integração dos ciganos, ainda não foram implementadas.         

 

No início do mês, o Comité Europeu dos Direitos Sociais considerou que Portugal não garante à comunidade cigana residente no país condições de habitação adequada, violando o direito da protecção contra a pobreza e exclusão social.      

   

A decisão do Comité surge no seguimento de uma queixa apresentada no ano passado pelo ERRC, que considera que os programas de realojamento em Portugal não conseguiram integrar os ciganos e, muitas vezes, resultaram em "segregação espacial" e habitações "inadequadas" com infra-estruturas  "pobres", além do acessos aos serviços públicos ser "limitada" ou "nenhum".     

 

De acordo com a Obra Nacional da Pastoral dos Ciganos, que hoje divulgou as conclusões do seu 38º encontro, em Portugal as políticas e estratégias de inclusão dos ciganos "não têm dado grandes resultados, continuando a maioria da população de etnia cigana a viver marginalizada, excluída, sem lhe serem reconhecidos os mesmos direitos de cidadania da restante população portuguesa".

 

 

in Correio da Manhã

Dica do Blogger "FF"

 

Interessante seguir o link para a página da notícia no Correio da Manhã para ler todos os comentários, talvéz assim se consiga perceber o "carinho" que nutrem os portugueses por esta etnia. Pode ser racismo mas também pode ser fruto de toda a "diplomacia" que a maioria dos ciganos continuam a fazer, nomeadamente a coberto da continua ladainha da descriminação.

Agradeço a atenção e participação dos ciganos aqui neste blog, mas devo acrescentar que são uma minoria interessada em avançar para uma aproximação. Se querem mesmo compreender porque existem pessoas a falar assim dos ciganos tem de realizar um exercício honesto de análise sobre o comportamento social dos ciganos. A violência, agressividade e ameaça que tolda relações. Enquanto se gritar que é racismo, negar a verdade, que isto que diz muita gente não passa de preconceito, não vamos a lado nenhum. Questionem-se: Existe ou não existe fundamento? A existirem fundamentos algo tem que mudar para que o povo cigano passe a ser aceite. Eu estou de braços abertos para que este meu blog revele os verdadeiros anseios do povo cigano. Este blog sempre estará aberto para um caminho fraterno e pacifico entre todos os povos e etnias quando estas se comportarem nesse sentido.

 

 

 

 

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Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011

Governo cria estratégia para integrar a única "verdadeira minoria étnica que Portugal tem"

O Governo está a delinear uma estratégia para integrar a comunidade cigana no país, a única "verdadeira minoria étnica que Portugal tem" e que se estima ser constituída por cerca de 50 mil pessoas.

 
 
 
A notícia foi avançada hoje à agência Lusa pelo secretário de Estado Adjunto do Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Feliciano Barreiras Duarte, que está a conduzir a Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas.

"Esta estratégia tem a ver com a necessidade de Portugal procurar encontrar as melhores respostas que permitam uma efetiva integração das comunidades ciganas no nosso país", disse o governante.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado referiu ter sido solicitado pela União Europeia para concluir a estratégia até final do ano, para "fazer parte de uma estratégia mais ampla de caráter europeu".

Sublinhando que a comunidade cigana é a "verdadeira minoria étnica que Portugal tem", Feliciano Barreiras Duarte disse que se trata de uma comunidade com "vários problemas associados à sua própria maneira de viver: são muito nómadas, as crianças não vão à escola e há grandes défices de integração derivada da ausência de hábitos de vida associados à educação e ao trabalho".

Segundo o responsável, "Portugal vai associar-se ao que se está a tentar fazer na Europa e procurar dar um contributo para que se retire muitas destas pessoas não só da marginalidade mas, acima de tudo, de alguma deficiência ao nível da sua estrutura económica e social".

O secretário de Estado admitiu que em Portugal ainda existe algum preconceito para com esta comunidade, por razões diversas. "Uma delas tem a ver com o próprio comportamento destas comunidades. São pessoas que muitas vezes estão envolvidas em atos criminosos e em alguns desacatos", apontou.

"O objetivo do Governo é de conduzir uma política que conduza à normalidade da integração destes cidadãos no nosso país", sublinhou Feliciano Barreiras Duarte, ressalvando que tudo será feito numa lógica de respeito pelas suas diferenças.

Segundo o governante, pretende-se que esta comunidade possa, no futuro, "enfrentar um outro estilo de vida, nomadamente ficar mais sedentária, o que lhe permite desenvolver um curso de vida diferente, desde logo apostando em alguns pilares como a educação, o trabalho e a própria habitação, por forma a ter uma vida normal".

Colabora com o Governo na elaboração desta Estratégia Nacional o Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), representantes das várias comunidades imigrantes em Portugal, em particular da comunidade cigana, e representantes de outras áreas da governação, como os ministérios da Saúde, Administração Interna e Solidariedade Social, entre outros.

 

 

por LUSA

in RTP

 

 

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Alojamento de famílias ciganas gera contestação em Alcobaça

A Câmara de Alcobaça realojou a família de etnia cigana, que há mais de 30 anos vivia em barracas no terreno junto ao novo Centro Escolar, em três apartamentos em diversos pontos da cidade. Uma solução que à partida é de cariz temporário, encontrada depois de diversas tentativas de instalar as 14 pessoas (oito adultos e seis crianças) noutros espaços – goradas ou pela contestação dos populares ou pela impossibilidade de construir em terrenos da autarquia que se encontram em área de Reserva Ecológica Nacional –, mas que permite a abertura do estabelecimento escolar já no próximo dia 15 de Setembro.


Os três apartamentos escolhidos localizam-se junto à Casa do Povo, Estádio Municipal e Centro Histórico. E é precisamente neste último alojamento que parece estar o problema. Em menos de uma semana três protestos em frente ao edifício da Câmara (realizados 30 de Agosto, 1 e 5 de Setembro) deram conta do descontentamento de alguns moradores e comerciantes do centro histórico da cidade. E se na rua o número de contestatários foi reduzindo de manifestação para manifestação, nas redes sociais o debate foi aguerrido e deu azo a críticas, acusações e muitos insultos.


No evento criado no Facebook e intitulado “Protesto Indignado da População de Alcobaça”, que pretendia mobilizar para uma manifestação junto aos Paços do Concelho na passada segunda-feira, misturam-se ‘vozes’ de alcobacenses e forasteiros, militantes de diversos partidos e até do advogado da família em causa. E há centenas de comentários com as mais diversas posições.


Há quem defenda a família e se diga “chocado com a quantidade de pessoas que consegue manifestar tanto preconceito”. Quem ache “assustador como conseguem ser tão desumanos com um grupo de seres humanos, repito, seres humanos, sem fazerem ideia do que é ser castigado pela xenofobia histórica que esta gente sofre, continuando ainda hoje a serem fechadas portas de oportunidades bem como a sofrerem humilhações sem dó nem piedade”. E há quem questione quantas pessoas dariam oportunidade de trabalho aos membros da família cigana em causa. Há até membros da etnia cigana que admitem que alguns dos seus pares abusam, mas questionam se “não há pessoas bem piores que os ciganos”.


Há os que preferem não tomar posição e apelam ao bom senso. Os que sensibilizam para que não haja violência. Que dizem que os alcobacenses devem “ser imparciais e práticos a resolver estes problemas no futuro e não perder tempo com teorias… O nosso concelho tem 18 freguesias e apenas existem problemas, que eu saiba, com a etnia cigana em Alcobaça e Aljubarrota”.


Muitos dos comentários são solidários com o protesto. Há quem chegue a mostrar-se disponível para ir a Alcobaça “ajudar no que for preciso”. Há quem fale do “povo cigano que não faz nada em prol da cidade, peço desculpa… arranjam confusão, roubam, etc etc” e de “ameaças anónimas”. Alerta-se para o sentimento de insegurança que grassa pela cidade, diz-se que as pessoas de etnia cigana “não cumprem os deveres de qualquer cidadãos”, mas são os primeiros a reclamarem os seus direitos.


E diz-se também que a população de Alcobaça está “indignada e revoltada contra a sensação de impunidade que alguns têm em matérias de segurança, de pagamento de impostos, de cumprimento de regras e deveres a que acresce a sensação geral de privilégios obtidos, quer na atribuição de casas, quer de benefícios monetários, tal como rendimento mínimo”.


As acusações e críticas sobem de tom quando se pede que “haja pessoas como o Nicolas Sarkozy com umas costelas do Jean-Marie Le Pen à mistura a ver se põem ordem nisto”, recordando o que se passou recentemente em França, de onde foram expulsos muitos ciganos romenos.

Autarquia diz que compreende, advogado diz que é “xenofobia pura”

 

À Gazeta das Caldas o presidente da autarquia alcobacense, Paulo Inácio, explica que a família foi dividida por uma casa que a Câmara já possuía e por outras duas “subarrendadas em contexto de habitação social”. Uma solução aprovada por unanimidade em reunião de executivo camarário e que dá seguimento a um compromisso que tinha sido assumido já pelo executivo de Gonçalves Sapinho.


Paulo Inácio falou com os manifestantes e acredita que não há razão para alarme. “Até compreendo, mas tivemos a preocupação de espalhar os elementos da família, para não criar guetos”, diz.


Já o advogado da família cigana, Adelino Granja, diz que “não existe qualquer fundamento para este protesto”, que diz ser “racismo e xenofobia pura”.


Garantindo que “não há nada de antecedentes criminais” na família em causa, Adelino Granja salienta que se trata de “homens e crianças que nasceram em Alcobaça e aqui estão registados”. E “como qualquer pessoa carenciada neste país, têm acesso às ajudas sociais, independentemente da sua etnia”.


Dizendo que felizmente a família não tem acesso à Internet, pelo que não sabe de tudo o que lá é dito, o advogado lamenta que o protesto seja contra o alojamento “de um casal jovem com uma criança deficiente no centro histórico” da cidade.


Quanto ao teor das mensagens que se podem ver no Facebook, Adelino Granja acredita que “estão envolvidos membros do Partido Nacional Renovador”, o que diz provar-se facilmente por comentários como “tudo pela nação, nada contra a nação”.


“Muitas das pessoas que se manifestaram devem estar a sentir-se usadas pois estão a ser manietadas por pessoas de etnias partidárias, com o intuito de levarem por diante os seus propósitos racistas e xenófobos”, diz o advogado.


As famílias foram mudadas para os apartamentos em finais de Agosto. De acordo com o advogado, dentro de seis meses, e caso não seja encontrada uma solução definitiva para o seu realojamento, serão feitos contratos definitivos de alojamento. O assunto deverá em breve ser debatido na Assembleia Municipal, onde já provocou celeuma na sessão de Junho passado.

 

Joana Fialho
jfialho@gazetacaldas.com

 

 

in Gazeta das Caldas

 

 

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Quarta-feira, 29 de Junho de 2011

“Colombo” - Quatro feridos em tiroteio entre ciganos

Quatro feridos em tiroteio entre ciganos
O "funcenter", parque de diversões do Colombo transformou-se ontem à noite no centro do terror com toda a gente a fugir ao tiroteio DR

 

Um tiroteio no Centro Comercial Colombo, em Benfica, Lisboa, provocou na noite de sexta-feira quatro feridos. Dois dos feridos já tiveram alta, e dos outros dois, um foi sujeito a uma intervenção cirúrgica está estável e no "recobro".


Seriam por volta das 22h30 horas, quando um grupo se envolveu em confrontos utilizando armas de fogo, numa zona concorrida do centro comercial Colombo, o chamado espaço Funcenter. Terá sido, de acordo com fonte da PSP, uma desordem entre indivíduos de etnia cigana.

O alerta terá chegado através de várias chamadas efectuadas para o número de emergência 112, tendo a PSP feito deslocar de imediato para o local as suas patrulhas.

 

Do incidente resultaram ferimentos de bala em quatro pessoas, que foram transportados para os hospitais São Francisco Xavier, Santa Maria e Amadora Sintra.

 

Dois dos feridos já tiveram entretanto alta, sendo que no Hospital Francisco Xavier, encontra-se ainda sob observação. No hospital de Santa Maria, outro dos feridos foi sujeito a uma intervenção cirúrgica, encontrando-se de momento no serviço de Observações em recobro, sendo o prognóstico do seu estado de estável.

 

O porta-voz da PSP revelou que até ao momento não procedeu a nenhuma detenção e que o caso foi entregue à Polícia Judiciária que procederá às investigações necessárias para o apuramento dos factos e identificação dos responsáveis.

Desconhece-se ainda também as razões do desencadear dos confrontos no grupo.

 

in RTP1

 

Quatro feridos em tiroteio no Colombo
 
Desacato entre elementos de etnia cigana lançou o pânico no maior centro comercial de Lisboa. Quatro pessoas foram baleadas.

Segundo o i e a TVI24, a troca de tiros ocorreu cerca das 22h30 de sexta-feira no FunCenter, numa altura em que o espaço de diversões estava repleto de crianças e adolescentes, enquanto famílias jantavam no espaço de restauração adjacente. O tiroteio causou uma onda de pânico, lançando os clientes do centro comercial em fuga.

Pelo menos quatro pessoas foram baleadas e transportadas para vários hospitais lisboetas. O caso mais grave é o de um homem de cerca de 40 anos que foi atingido numa artéria femoral.

De acordo com a PSP, o incidente ocorreu entre membros de etnia cigana. Não foram realizadas detenções até ao momento e a PJ investiga o caso.

in SOL

 

 

 

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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Compras fora de horas...

Gatunos apanhados em flagrante

Uma patrulha da GNR de Coruche deteve em flagrante dois indivíduos a furtar num supermercado à entrada da vila, na madrugada de segunda-feira, 18 de Abril.

Os homens, de 33 e 45 anos, já tinham carregado o carro em que se deslocavam e preparavam-se para fugir das instalações do Intermarché quando foram surpreendidos pelos militares, por volta das 00h15.

Dentro da viatura, tinham já várias ferramentas – casos de uma planadora e um compressor – e diversos bens alimentares, cujo total foi avaliado em cerca de 1.000 euros, disse ao nosso jornal fonte do Comando da GNR de Santarém.

Os detidos, de etnia cigana e residentes no concelho de Coruche, já foram presentes a um juiz de instrução criminal, que os constituiu arguidos e mandou o processo baixar a inquérito.

Outras notícias que lhe podem interessar

 

in O Ribatejo

 

 

Ninguém compreende estes senhores que por trabalharem até tão tarde quando chegaram ao marché já estava fechado. Primeiro pensarem ir-se embora, mas depois viram umas coisas desarromadas e entraram para que os funcionários, depois de manhã não tivessem com trabalho.

Segundo consta, quando chegou a GNR, estavam a "arrumar" um compressor, uma extensão para depois quem comprasse o compressor não tivesse de arrancar a tomada da parede, duas caixas de chocos de dez quilos cada, para fazer umas espetadas para o almoço dos empregados do marché e depois seis caixas de bolos para adoçar a boca dos afortunados.

 

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Terça-feira, 1 de Março de 2011

Ameaças de ciganos põem Vidigueira em alerta

Autarca diz que membros do executivo têm recebido ameaças «de todo o género, desde físicas até às de morte»

 

 

A GNR está a patrulhar a Câmara da Vidigueira para proteger os funcionários e o edifício, devido a alegadas «ameaças» ao executivo feitas pela comunidade cigana que vive na vila, disse à Lusa o presidente do município.

Por causa das ameaças, «a GNR tem disponibilizado, por vários períodos, uma patrulha para estar junto da Câmara, com o objectivo de assegurar a protecção do edifício e de todos os funcionários que lá trabalham e evitar problemas», precisou Manuel Narra.

Desde o início do mês, quando a Câmara efectuou uma «operação de limpeza» nas traseiras das ruínas do castelo da vila, onde mora uma comunidade cigana, «os membros do executivo têm sido ameaçados por pessoas que vivem naquela zona», explicou.

As ameaças «de todo o género, desde físicas até às de morte», frisou, têm sido feitas através de «manifestações junto à Câmara» e também «a familiares de membros do executivo», como a um filho do adjunto de Manuel Narra.

«O miúdo, junto da escola, já foi ameaçado duas ou três vezes», disse o autarca, referindo que, quem o ameaçou, ter-lhe-á dito: «Conhecemos muito bem o teu pai e vamos matá-lo».

Segundo o autarca, «as autoridades têm conhecimento das ameaças», que são dirigidas a «todo o executivo» e os funcionários que participarem na «operação de limpeza» também «teriam a sua integridade física em causa se não fosse a protecção da GNR».

Após a conclusão da operação, lembrou, a Câmara comunicou logo à GNR que «seria importante que as forças de segurança se mantivessem nas imediações do edifico para evitar problemas», o que tem acontecido.

Tal como já tinha referido em declarações anteriores à Lusa, em reacção às preocupações do European Roma Rights Centre relativas às condições de vida das pessoas de etnia cigana da vila, Manuel Narra voltou a acusar a comunidade, que reconhece como «portugueses carenciados», de quererem obter mais direitos que os outros e livrar-se dos deveres.

«Não há uma comunidade cigana no concelho da Vidigueira. Há portugueses que são carenciados», como os que vivem nas traseiras das ruínas do castelo, e «todos têm tratamento e apoio social igual dentro das possibilidades financeiras» da Câmara.

Segundo o autarca, «esta pretensa minoria aconselhada por organizações do exterior, que não têm o mínimo conhecimento do que se passa na Vidigueira, tentam fomentar ao máximo os direitos e esquecem-se completamente e querem livrar-se dos deveres que têm».

Por isso, «a Câmara continua inflexível na sua posição independentemente de todas as ameaças que [os membros da comunidade cigana local] façam e, quando lhes der na cabeça materializarem-nas, naturalmente será feita justiça».

A Câmara «está firme no propósito de tratar todos de igual forma» e quando os membros da comunidade cigana local «cumprirem os seus deveres e as suas obrigações terão acesso a todos os direitos», disse Manuel Narra. «Se querem os direitos que reclamam têm que cumprir os deveres. Se não for assim estaremos mal com certeza», rematou.

 

 

in TVI24

 

 

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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Quando já nem os bombeiros são respeitados.....

Bombeiro de Almeirim agredido dentro do quartel

O adjunto do comando dos bombeiros voluntários de Almeirim, Telmo Ferreira, foi agredido por dois indivíduos de etnia cigana dentro do quartel, enquanto socorria um alegado familiar dos agressores, na quarta-feira, 9 de Fevereiro.

O bombeiro teve que ser assistido no Hospital de Santarém, de onde teve alta no próprio dia.

Segundo conseguimos apurar, a vítima era um idoso que se queixava com falta de ar e foi levado ao quartel por um grupo de pessoas que residem no mesmo acampamento ilegal próximo da zona industrial, em terrenos da Quinta da Alorna.

Os bombeiros deram início às manobras de socorro dentro de uma ambulância, mas os familiares começaram a exigir o transporte imediato ao hospital.

Um dos agressores desferiu uma cabeçada a Telmo Ferreira dentro da ambulância, ao passo que o segundo agrediu-o já fora da viatura. Ambos foram detidos pela GNR de Almeirim e levados para o posto.

“Vamos garantir todo o apoio ao bombeiro agredido na queixa que vai apresentar porque situações destes têm que ir até às últimas consequências”, disse ao nosso jornal Pedro Ribeiro, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almeirim, acrescentando que a instituição “já solicitou informações sobre todos os procedimentos legais a seguir de forma a garantir a segurança dos nossos elementos, em situações semelhantes em que nos seja solicitado o socorro”.

 

 

in O Ribatejo

 

 

Adjunto de comando dos Bombeiros de Almeirim agredido dentro do quartel

O adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Almeirim teve que ser assistido no Hospital de Santarém depois de ter sido agredido por dois indivíduos dentro do quartel. Telmo Ferreira estava a assistir um idoso com falta de ar que foi levado ao quartel por um grupo de pessoas que vivem num acampamento perto da zona industrial da cidade, quando um homem entrou dentro da viatura e lhe desferiu uma cabeçada. Posteriormente foi agredido já no exterior por outro homem.

 

 

A situação ocorreu esta quarta-feira por volta das 17h00. A GNR foi chamada ao local e deteve os dois agressores que foram levados para o posto local. O comando da corporação já fez saber que vai apresentar queixa. O idoso que estava a ser assistido acabou por ser transportado ao hospital.

 

in O Mirante

 

 

 

"A Palavra dos leitores "

 

Adjunto de comando dos bombeiros de Almeirim agredido no quartel quando prestava assistência a um homem

   

Como é que nós vamos ter vontade de socorrer o próximo se nos acontecem coisas destas? Se o senhor que o adjunto estava a socorrer tivesse morrido como iria ser? Era o adjunto que iria ficar no banco dos réus? Estes senhores que agrediram o meu camarada não merecem nada. Força amigo Telmo, rápidas melhoras!

 

João

 

Falta acrescentar à noticia que o homem que estava a ser assistido, certamente bem e sem qualquer tipo de descriminação, assim como os agressores do bombeiro, são de etnia cigana. Como comentário quero dizer que não são os ciganos que são discriminados. somos nós os que não somos ciganos. Qualquer dia também seremos uma minoria étnica sem dinheiro para comer por causa dos impostos que nos sacam. Se isso acontecer, depois essa etnia "maioritária" certamente não irá pagar para que nós possamos ter acesso gratuito aos serviços essenciais e a subsídios como agora acontece. E eu que até não sou totalmente contra.

 

Fernando Bento

 

Enquanto forem atribuídos apoios sociais a esta "minoria" e enquanto o povo for sereno tudo se mantém na mesma. É lamentável ver o recinto do mercado mensal ser transformado em estendal e é lamentável ver as bocas-de-incêndio a correr agua de dia e de noite na zona industrial quando os preços da mesma aumentaram de modo significativo no concelho nos últimos tempos. Lamentável também é o aumento do roubo de animais de criação (coelhos, galinhas e até porcos) na zona de Almeirim. Por ultimo é de lamentar um elemento de uma corporação de bombeiros ser agredido quando estava a exercer as suas funções. Tudo isto é o espelho de uma "minoria" que está a ser engordada à base de subsídios onde a preguiça é o valor mais alto.

 

Nuno da Cruz Marecos

 

in O Mirante

 

 

 

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Terça-feira, 8 de Fevereiro de 2011

Coruche – Detidos em flagrante a furtar gasóleo

Coruche – Detidos em flagrante a furtar gasóleo PDF Versão para impressão
Sexta, 04 Fevereiro 2011 17:02
A GNR de Coruche deteve cinco estrangeiros em flagrante, na madrugada do dia 4, quando se encontravam a furtar gasóleo de um veículo pesado de mercadorias. Os suspeitos tinham na sua posse um jerrican de 40 litros com gasóleo e uma mangueira para extrair combustível. Foram constituídos arguidos e libertos mediante Termo de Identidade e Residência.

Fonte: GNR

 

in Portal da Segurança

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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Polónia - Restaurantes fechados a ciganos

 

“Menu só para polacos”, é o título do Gazeta Wyborcza, descrevendo que diversos restaurantes da cidade de Poznań se recusam a servir ciganos.“Os ciganos chegam em grupos e geram o caos. Espalham confusão”, justifica-se Klaudia Lopez, proprietária do restaurante Cuba Libre. A proibição é inconstitucional, mas a polícia rejeitou uma reclamação formal da organização local de ciganos. O ministro do Interior planeia enviar mediadores a Poznań, para encetar um diálogo entre ciganos e proprietários de restaurantes. “Todos os dias se dão casos de agressão contra ciganos na Polónia [o número estimado é de 35 mil]. Em Varsóvia e Lublin, somos postos fora das lojas. Em Bytom, ocorreram ataques brutais contra ciganos”, conta Roman Kwiatkowski, cofundador da associação cigana polaca. E acrescenta que “nenhuma outra minoria na Europa é tão discriminada como os ciganos. A sua situação começa a assemelhar-se à dos judeus antes da II Grande Guerra.”

 

 

 

in Presseurop

 

 

Não vejo como a situação dos "Ciganos" se assemelha à dos "Judeus". Os Judeus eram organizados, cultos e empreendedores, controlavam o comercio e a banca e era por isso que eram perseguidos: por serem organizados, cultos e facilmente progredirem no sistema bancário e comercial. Os ciganos são precisamente o contrário: comportam-se como parasitas e desordeiros.   "Alguém poderá receber de braços abertos quem só nos atira pedras ?". Os ciganos são "descriminados" porque onde estão são uma ameaça! São uma ameaça á segurança física das pessoas, são uma ameaça à saúde pública e são uma ameaça aos bens de todos nós porque onde podem metem a mão. Como não trabalham por conta de outrem tudo o que é ilegal é com eles e isso é o que os tem safado, o autismo das autoridades, a tolerância a troco de serem "uma minoria". Isto um dia vai acabar, porque estamos todos fartos desta situação. Ninguém gosta de desordeiros, seja de que etnia forem.

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Sexta-feira, 21 de Janeiro de 2011

A TSF foi ao Bairro da Desgraça

No Bairro da Desgraça ganha o voto quem der mais...

 

Longe da campanha, no Bairro da Desgraça, em Coruche, aproveitam-se bem os microfones que raramente por ali passam e escutam-se claros sentidos de voto. A decisão por ali é simples: ganha o voto quem der mais...
Reportagem de Nuno Amaral e Mésicles Helin.

 

 

 (Aguardem, porque, embora com paragens, ao fim de algum tempo o video continua)

 

 

 

 

 

 

in TSF - Rádio Notícias

 

Foi bastante díficil públicar aqui o video. Estes sites fazem tudo para que não o possamos fazer, o CM faz exactamente o mesmo. Se estou a violar alguma autoria ou direito peço desde já desculpa e ao primeiro aviso/pedido retirarei o video. Pessoalmente considero que estou a divulgar o trabalho dos autores e da TSF. Sou também por uma informação livre e plural, não quero contudo violar alguns direitos que eventualmente alguém possa reclamar.

 

O melhor de tudo, são os comentários!:

 

 

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Ditador
19.01.2011/17:19
Eles queriam era o Salazar com uma grande vassoura...
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contribuinte
19.01.2011/17:30
ELES NÃO PEDEM TRABALHO E AINDA TÊM ANTENA DE TV CABO. Desgraçados são os contribuintes que sustentam esta gente.
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Hail
20.01.2011/05:45
Meus amigos isto é uma reportagem da treta! deveriam era fazer reportagem junto dos comerciantes, estes é que precisam ser ouvidos, esta gente vive com possibilidades acima da média, com fontes de riqueza duvidosa. A droga que se vende na margem sul do tejo sai toda daquele bairro, já para não falar da venda de armas! recebem rodos de dinheiro da Segurança Social e ainda se queixam?Isto é uma reportagem da treta. é para inglês ver e para dar voz a esta minoria. Ninguém trabalha, não produzem, dão cabo das vidas dos nossos filhos e maltratam as pessoas que para eles descontam.Qualquer dia a minoria somos nós e quando esse dia chegar ninguém nos ouve...
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Vergonhoso
20.01.2011/05:58
Sinceramente, assim vai o jornalismo em portugal! a TSF acabou de perder um ouvinte. É vergonhosa esta reportagem! Deviam viver em Coruche para saber da realidade, ou então falarem primeiro com os coruchenses para conhecerem a realidade daquele bairro! ou melhor irem à Segurança Social para saberem como os funcionários são tratados por esta gentalha. Ou irem à GNR para saberem qual dos militares nao tem medo de um cigano? a resposta é simples: todos. Todos se acanham quando um cigano fala mais alto. Mas para o contribuinte já sabem usar a lei e a força. Amigos Jornalistas da TSF, um simples conselho fica no ar: Antes de sairem para a rua com reportagens da treta, tentem informarem-se melhor! é uma vergonha a TSF.
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Anónimo
20.01.2011/10:50
Engraçado, onde é que estão os mercedes e bmw's destes carenciados que costumam de estar por ali estacionados... Isto é vergonhoso, os senhores jornalistas deviam era passar por essa estrada num dia normal e levarem umas pedradas nos carros como eu já levei, todas as 4ª feiras à noite é dia de testar armas no bairro onde se ouvem rajadas de tiros durante uma hora ou duas... Coitados são mesmo carênciados, esta senhora que aqui aparece passa os dias aqui numa pastelaria da vila ou é pequeno almoço, ou é lanche... isto sim são carênciados mas é de trabalho pq de boa vida estão eles cheios ainda por cima passam a vida a ameaçar quem lhes paga os rendimentos para não terem que não fazerem nada. E assim vai o nosso país.
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Anónimo
20.01.2011/11:14
Para pessoas carenciadas, têm muitos BMW's, Mercedes e outros luxos tais como TV cabo que não é para todos, que se contam ás dezenas sem muito esforço, ao passar pelo bairro. Se vivessem em Coruche deixavam de apoiar este tipo de gente...
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Anónimo
20.01.2011/11:56
Vão fazer a reportagem do bairro da desgraça a um Sábado à noite... os "desgraçados" é que o deixam lá todo!!! É muito bonito aparerecem de fora e armarem-se em justiceiros... Palhaçada!
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Camafeu
20.01.2011/12:04
Reportagem de Nuno Amaral e Mésicles Helin"Caros Jornalistas, se a intenção foi mostrar miseria em Coruche, então o tiro saiu pela culatra.Mostrar que os Ciganos são pobres, foi uma anedota.Tinham ganho mais em entrevistar quem procura trabalho, ou ate aqueles que em certas empresas de Coruche, fazem horas extrordinarias sem as receber.O mais engraçado é que se falam, correm o risco de serem despedidos.Um jornalista tem de ser como uma raposa. Com parabólicas e tv cabo a vossa frente, ainda tiverem coragem de fazer esta reportagem? Entraram em alguma barraca? Voces deram foi barraca
*****
Anónimo
20.01.2011/14:02
Falta de vergonha de que fala, falta de profissionalismo do "jornalistinha".Os comentarios que abaixo li refletem a verdadeira situação daquela realidade, pena é que quem reporta apenas se limitou a levar um microfone na mão utilizado para descrições falsas de uma realidade suportada pelo tráfico e rendimento minimo.A peça que ora comento é um pessimo exemplo de trabalho que pensei não ser possivel nesta rádio, da qual há agum tempo fui ouvinte dedicado tendo entretanto derivado para outras estações.
*****
Anónimo
20.01.2011/14:09
estes dias estão eles bem, têm bom cabedal para trabalhar, fartam se de roubar pinhais e muito mais, e ainda temos pagar para eles comerem,acabem com os subsidios .
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 Anónimo
20.01.2011/16:24
A gentes dessa etnia não passam de um monte de parasitas na sociedade coruchense, são arrogantes, mal educados, violentos e donos e senhores de casas, quintas, apartamentos, bmw's, audi's e mercedes, alguns de valor superior a 30.000€. Como é que isto é possível? Como pode ser justo este jornalista fazer passar a mentira descarada? Pura falta de profissionalismo ou de informação. Nem os seguranças da segurança social escapam a agressões na hora de receber o rendimento minimo. inclusivé vão receber alimentos das cáritas ou outras associações nos seus belos carros e o que não querem deitam ao chão. Pequeno almoço e almoço comprado todos os dias no pingo doce, nem esperam na fila. Não merecem nada desta sociedade, qual descriminação qual quê!
*****
Um coruchense revoltado
20.01.2011/16:31
E mais se pode dizer, os roubos de pinhas que são uma constante, os roubos de cobre que é queimado numa barraca que aparece nas imagens, carros roubados que aparecem no bairro carregados de cobre, os cães de raça que são roubados às pessoas e depois as próprias têm de pagar (normalmente 50€) para ter o cão de volta. Motos 4 que muitos deles têm, €€ e mais €€ para estourar em gasolina nos belos carros que não param um dia inteiro, de onde vem este modo de vida? Como é possível com os rendimentos que têm? Era isto que o srº jornalista devia perder tempo a procurar saber. O muro de 5m de altura em frente ao bairro foi todo furado para que eles possam fazer as suas necessidades à vontade, são porcos, mal cheirosos, mentirosos mas ricos que eu!!
*****
Um coruchense revoltado
20.01.2011/16:35
Só pra rematar, já algém tinha falado nisso... Algumas daquelas barracas estão mais bem equipadas que certas casas, lcd's, plasmas, dvd com surrond, tv cabo, portáteis, electrodomesticos e etc, etc... Não me venham com histórias. Quando eles começam a incomodar dá-se-lhe um doce e eles calam-se, isto também é política meus senhores. Política cor de rosa...
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Anónimo
20.01.2011/16:36
Como é que esta gente tem direito de antena? Vivem á custa de quem trabalha e ainda gozam. Porque é que não vêem fazer reportagem quando estes batem nas auxiliares e professoras escolares, quando espancam pessoas nos bares e os porteiros ainda peden desculpa em explulsa-los, quando fazem a sua distribuição para ganharem para o PÃO, ou quando pedem as coisas emprestadas sem os donos saberem!!!! Aí sim a realidade destes.
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 Anónimo
20.01.2011/16:42
Por Amor de DEUS, mas que PALHAÇADA de reportagem é esta! Entrevistem um qualquer Coruchense e vão ver o que realmente se passa, vocês como jornalistas foram MANIPULADOS!!! O que vocês apresentam nesta reportagem é FALSO, estes LADRÕES, VÂNDALOS e AGRESSORES que vocês apresentam nesta reportagem como "Coitadinhos", vivem à custa de TODOS NÓS através de assaltos diários, agressões a quem não faz o que eles querem e ainda venda de DROGA À DESCARADA!!! TODA A GENTE SABE QUE ESTA GENTE VENDE COCAÍNA EM QUANTIDADES ABISMAIS NAQUELE BAIRRO E NINGUÈM FAZ NADA!!! Mas os senhores jornalistas apenas viram carências? Despeçam-se mas é ou façam uma reportagem a sério!!! VERGONHA!!! VERGONHA!!! VERGONHA!!! VERGONHA!!! VERGONHA!!! VERGONHA!!! VERGONHA!!!
*****
 Lamarosa
20.01.2011/18:35
AHAHAHAH, Só mesmo para rir!!!! Eu sei o político que este bairro e muitos outros mereciam, era o Salazar, ou o Marquês de Pombal!!! Estes senhores "jornalistas" tiveram sorte porque iam meter esta corja numa câmara de filmar, porque se não saiam de lá "depenados"!!! Claro que os políticos não vão lá, só se levarem um esquadrão dos Comandos ou dos Fuzileiros!!! Abram os olhos para estes parasitas do mundo!!! Napalm neles (só um aparte: uma barraca a cair com uma antena "Zon", nem os Gato Fedorento fariam melhor)
*****
Anónimo
20.01.2011/22:19
a unica coisa que eu percebi foi que todos os comentarios foram em anonimo! ninguem quer dar a cara venham a coruche ver como oprimem as pessoas!
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coruchense
20.01.2011/22:48
que palhaçada...é muito simples:- vivem em santo antonino porque querem e estado deixa- os que sairam compram casa com lucro da droga- os que lá estão gerem o supermercado droga do ribatejo- não trabalham pois têm rendimento minimo garantido e a cigana ainda quer maissó mesmo uma bomba ou com muita sorte aparece um maluco como metradora como nos states e limpa esta tropa!
*****
Anónimo
20.01.2011/23:01
mesmo a serio que vergonha ...metam os mas é daqui para fora nao fazem ca falta nenhuma so fazem é roubar , ameacar, traficar tem a mania que é tudo deles, opaah esta gente devioa era tar daqui para fora nao fazem faltya a este pais so dao prejuizo ...sinceramente esles fazem o que querem e lhes aptecem e andam sentado em belos mercedez, bmw audi´s e isso ninguem ve , enfim é o pais que temos , os mais pequenos vao pa escola e ameacam os outros, roubam comecam logo em pequenos...isto é uma cobardia esta gente daqui para fora este pais é um miseria estes é que sao bons....os que trabalham e tem contas para pagar e filhos para sustentarem nao tem direito a nada e estes tem direito a tudo ....POUPEM NOS COM ESTAS REPORTAGENS .
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Pieidge
21.01.2011/01:55
Já aqui comento á algum tempo, com regularidade, sobretudo na página do Diário de Notícias. E sou Coruchense, com total honra e orgulho. A estes ciganos, a segurança social oferece-lhes electrodomésticos, paga a 100% consultas nos dentistas e as multas dos seus carros, que a GNR lhes passa. Em tempos o ex-presidente da Câmara Municipal de Coruche, eleito pela CDU, chamado Manuel Brandão, segundo dizem também cigano. Ofereceu imensos recheios para as casas deles e ofereceu-lhes automóveis, e grandes quantidades de dinheiro a cada um, 500 contos, 700... O actual presidente, mandou construir barracas, naquele bairro (que os senhores não filmaram, aquelas brancas de barras azuis), pagas com fundos comunitários.
*****
Anónimo
21.01.2011/03:43
durante muinto tempo pensei que estava sozinho , que os coruchenses nao sabiao, ou nao queriao saber da situacao do bairro da desgraca , gracas a um individuo que se dis jornalista que diga-se de passagem que de jornalista nao tem nada.quero apenas terminar dizendo que eu sou o que estou a sofrer na pele mais de qualquer cidadao de CORUCHE por causa dos ciganos pois e a mim que eles me tem causado mais prejuisos,o meus mais sinseros agradecimentos pelos vossos comentarios
*****
Coruche
21.01.2011/09:52
Sr. "Jornalista", antes de se fazer qualquer tipo de reportagem convém saber todos os factos para não cair no sensacionalismo barato e podre que é conhecido na nossa praça e que nunca pensei que a TSF tinha.. Para sua informação, os "pobres coitados" do bairro da desgraça, recebem rendimento mínimo da SS + Venda de roupa (muita dela contrafeita + Venda de drogas pesadas (Se não têm o monopólio de Coruche e arredores, para lá caminha) + Venda de carros (alguns provavelmente roubados).. Com estes rendimentos todos, compram carros de alta cilindrada (daqueles que custam tanto como uma casa.. Está a ver quais são Sr. "Jornalista"?), compra terrenos e habitações.. Tudo pago em dinheiro vivo.. Sr. "jornalista, tenha vergonha!
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publicado por portuga-coruche às 07:00
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