Quinta-feira, 30 de Junho de 2011

Mulher colhida nas festas de Benavente morreu

Benavente: Festas marcadas pela tragédia

Morreu mulher que foi colhida por touro

A mulher que ficou gravemente ferida, com perfurações no tronco, ao ser colhida por um touro durante as festas de Benavente, no sábado, faleceu anteontem à tarde no Hospital de São José, em Lisboa. A autópsia realiza-se hoje de manhã.

Por:Joana Nogueira

 

 

 
Gertrudes Lima foi surpreendida pela fúria do touro junto à curva do jardim de Santo António, em Benavente

 

Gertrudes Lima, de 82 anos, foi surpreendida por um touro quando o animal fugiu do grupo de cabrestos e do controlo dos campinos, que o conduziam pelas ruas da vila ribatejana, num percurso de cerca de um quilómetro e numa zona sem protecções. Ao que tudo indica, um homem terá passado pela frente do animal com um capote, ficando o touro sozinho e afastado dos cabrestos.

 

O touro acabou por investir contra os populares, tendo provocado cinco feridos: quatro foram internados no Hospital Reynaldo dos Santos (Vila Franca de Xira) e já tiveram alta.

 

O caso mais grave foi o de Gertrudes Lima, que foi assistida no São José. Um dos filhos da octogenária estava muito perto do local onde tudo aconteceu, mas não pôde evitar o pior.

 

Apesar do seu estado clínico, Gertrudes Lima, que é natural de Benavente, esteve sempre consciente durante o período em que esteve internada na Unidade de Cuidados Intensivos do Hospital de S. José, razão pela qual a família mantinha viva a esperança na sua recuperação. Agora, visivelmente abalada, a família prefere refugiar-se no silêncio e não fazer qualquer declaração sobre o assunto.

 

As festas de Benavente são organizadas por duas comissões independentes (a da Sardinha e a da Picaria). No entanto, a Câmara Municipal de Benavente dispõe de um seguro de responsabilidade civil, que cobre qualquer acidente relacionado com os festejos.

 

Segundo apurou o Correio da Manhã, várias pessoas já solicitaram à autarquia o accionamento do seguro, nomeadamente as que sofreram danos em viaturas e estabelecimentos comerciais. No entanto, o pagamento dos danos materiais está ainda dependente das conclusões das peritagens.

 

Na vila ribatejana, o ambiente é de consternação. A edição deste ano das festas de Benavente, celebradas há mais de 30 anos, com a tradicional entrada do touro nas ruas da vila, não será facilmente esquecida.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

 

 

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Cavalo de João Moura Jr. morre em arena açoriana

Vídeo dramático divulgado no YouTube

Cavalo de João Moura Jr. morre em arena açoriana (COM VÍDEO)

O cavaleiro tauromáquico João Moura Jr. perdeu o cavalo ‘Belmontim’ em plena praça, vítima de um ataque de coração.

 

 

 
Técnica de reanimação falhou após ataque cardíaco de ‘Belmontim’

 

O episódio ocorreu quando lidava o sexto toiro da Corrida de 24 Junho das festas Sanjoaninas, na Terceira (Açores). O vídeo foi divulgado no YouTube.

"Todos os esforços foram efectuados para tentar reanimar o ‘Belmontim' mas não era esse o seu destino e desta forma triste deixa saudade", refere o cavaleiro no seu site oficial.

 

ATENÇÃO: AS IMAGENS QUE SE SEGUEM PODEM FERIR SUSCEPTIBILIDADES

 

 

 

 

POr P.G.

in Correio da Manhã

 

 

 

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Sexta-feira, 14 de Janeiro de 2011

Morreu o forcado que pegava os touros de costas

José Luís Coragem faleceu no primeiro dia de 2011


 
foto

Natural de Alhandra e tendo Coruche como terra adoptiva, tinha 83 anos e um apelido que lhe assentava na perfeição.

 

O forcado que pegava touros de caras, de costas e sentado numa cadeira faleceu no primeiro dia de 2011, com 83 anos. Coragem era o apelido de José Luís, mas também sinónimo da forma como o antigo forcado se exibia nas arenas. José Luís Coragem faleceu no dia de ano novo e o seu funeral realizou-se no domingo, dia 2. Foi um dos mais reconhecidos forcados de sempre.

Nasceu a 27 de Fevereiro de 1927. Era natural de Alhandra, concelho de Vila Franca de Xira, e cedo foi viver para Coruche, que adoptou como sua terra. Foi a pegar de costas e sentado numa cadeira que José Luís Coragem acrescentou fama à que já tinha na arte de pegar de caras.

Foi por isso natural que cativasse muitos aficionados para o seu estilo e alguns ainda recordam episódios marcantes. Manuel Coelho, Aristides Albuquerque, Alfredo Melro e Manuel Carrapo são companheiros de conversa na cafetaria do Museu Municipal de Coruche. Da geração de Coragem, um em particular lembra-se dos seus feitos.

“Foi o maior forcado de sempre. Lembro-me de uma corrida que vi no Campo Pequeno, há mais de 50 anos, em que o Coragem foi colhido pelo touro e partiu uma perna ao cair no chão. Mesmo assim levantou-se e conseguiu pegá-lo de caras com mais um ajuda. A praça levantou-se com grande fervor e ele saiu de imediato para o hospital”, conta o aficionado com o mesmo entusiasmo de então.

Manuel Carrapo recorda ainda mais duas histórias. Uma em Vila Franca de Xira na qual José Luís Coragem pegou à saída dos curros da praça um touro que tinha fugido para o interior, levando a multidão ao rubro e a levá-lo em ombros pela arena. E outra pega, na antiga praça de Coruche, na margem esquerda do Sorraia, a um touro que, momentos antes, o tinha deixado estendido no chão.

Após a carreira de forcado que concluiu com 46 anos – e era apenas disso que vivia – José Luís Coragem e a mulher tiveram uma barraca com que percorriam feiras a vender frangos, sandes e outras comidas e bebidas, de que se lembram bem os convivas do museu. “Mais tarde foram também proprietários de uma loja de bijutaria no centro comercial Horta da Nora, na vila”, acrescentam.

Em Agosto de 2006 a Câmara de Coruche homenageou figuras da festa brava ligadas à vila, com um memorial evocativo junto à praça de touros. Entre esses nomes está o de José Luís Coragem.

Ex-cabo dos Forcados Amadores de Coruche, o actual presidente da autarquia, Dionísio Mendes, recorda-se de ver actuar o forcado. “Vi-o aqui na praça de Coruche algumas vezes. Foi profissional durante muitos anos e tinha a novidade de pegar touros de costas e sentado numa cadeira”, recorda o autarca, considerando-o uma figura marcante.

Em Agosto de 2010, durante a inauguração do Núcleo Tauromáquico de Coruche, no antigo edifício dos CTT, José Luís Coragem já se apresentava debilitado. Sofria de asma e estava doente. A mulher, Rosa, faleceu há mais tempo. O antigo forcado tem uma filha e um neto que ia visitar com alguma frequência a Inglaterra.

 

Forcado profissional em família com tradição

José Luís Coragem foi forcado profissional no grupo de Lisboa. Ocasionalmente liderou uma formação de Coruche. Passou ainda pelos grupos da Moita, de João Soeiro, do Vale de Santarém, de Edmundo de Oliveira, de Vila Franca de Xira e de Riachos. Aos 46 anos despediu-se das arenas, em 22 Abril de 1973, na praça de Coruche. Era neto e sobrinho dos famosos forcados do início do século XX, Luís e Germano Vintém, de quem herdou o gosto pela forcadagem.

 

Contemporâneo dos irmãos Badajoz

Os irmãos Manuel e António Badajoz, de Coruche, notabilizaram-se como bandarilheiros e foram contemporâneos de José Luís Coragem. Para Manuel Badajoz, o forcado marcou uma época. “Ele pegava de caras com grande brilhantismo. Vi-o fazer grandes pegas e com aquela inovação nunca vista na forcadagem que era pegar de costas, mais do que pegar de cadeira. Acompanhei muito a vida artística dele e ele ajudou a rapaziada nova de Coruche, os forcados mais novos. Foi um contributo notável para a festa”, refere Manuel Badajoz.

 

in O Mirante

 

 

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Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011

Morreu o forcado que pegava os touros de costas


 

O forcado que pegava touros de caras, de costas e sentado numa cadeira faleceu no primeiro dia de 2011, com 83 anos. Coragem era o apelido de José Luís, mas também sinónimo da forma como o antigo forcado se exibia nas arenas. José Luís Coragem faleceu no dia de ano novo e o seu funeral realizou-se no domingo, dia 2. Foi um dos mais reconhecidos forcados de sempre.

 

 

Nasceu a 27 de Fevereiro de 1927. Era natural de Alhandra, concelho de Vila Franca de Xira, e cedo foi viver para Coruche, que adoptou como sua terra. Foi a pegar de costas e sentado numa cadeira que José Luís Coragem acrescentou fama à que já tinha na arte de pegar de caras.

 

 

José Luís Coragem foi forcado profissional no grupo de Lisboa. Ocasionalmente liderou uma formação de Coruche. Passou ainda pelos grupos da Moita, de João Soeiro, do Vale de Santarém, de Edmundo de Oliveira, de Vila Franca de Xira e de Riachos. Aos 46 anos despediu-se das arenas, em 22 Abril de 1973, na praça de Coruche. Era neto e sobrinho dos famosos forcados do início do século XX, Luís e Germano Vintém, de quem herdou o gosto pela forcadagem.

 

 

Em Agosto de 2006 a Câmara de Coruche homenageou figuras da festa brava ligadas à vila, com um memorial evocativo junto à praça de touros. Entre esses nomes está o de José Luís Coragem. Em Agosto de 2010, durante a inauguração do Núcleo Tauromáquico de Coruche, no antigo edifício dos CTT, José Luís Coragem já se apresentava debilitado.

 

 

in O Mirante

  

 

 

           
 Em 1950, em Caracas Venezuela, teria enviado esta fotografia ao critico tauromáquico, Pepe Luís.  José Luis Coragem e João Franco (Apresentação do livro "Forcados - Os Últimos Românticos da Festa")

 

 

 

 
José Luís da Silva "Coragem" foi cabo do Grupo de Forcados de Riachos cerca do ano de 1954 até cerca do ano de 1962.

 

Pega de Costas de Jose Luis Coragem (Foto L  Figueiredo)

 

Fontes das totos e comentários:

http://solytoirosdoribatejo.blogspot.com/
http://www.equitacao.com/noticia.php?n=7461&
http://amaral-forcadosderiachos.blogspot.com/2011/01/jose-luis-coragem.html
http://www.tauromania.pt/noticias_detail_gallery.php?typ=reportagens&aID=4152

 

 

  

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Sábado, 9 de Outubro de 2010

Tourada à Corda em Coruche

Tourada à Corda nas Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo
Coruche, 18 de Agosto de 2010
Por Cruxices

 

 

 

 

 

 

 

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Sábado, 11 de Setembro de 2010

Monsaraz volta hoje a ter touros de morte, mesmo sendo proibido

 

Autarquia pede regime de excepção como tem Barrancos, mas nunca lhes foi concedido. Espectáculos de outros anos geraram processos nos tribunais

 

A população e autarquia da vila medieval de Monsaraz, no Alentejo, voltam esta tarde a cumprir a tradição de matar um touro no final de uma novilhada popular, apesar de ser um espectáculo proibido por lei.

 

É no âmbito das populares festas em honra de Nosso Senhor Jesus dos Passos, em Monsaraz, concelho de Reguengos de Monsaraz, que se dá uma tourada com a morte do último touro na arena, na antiga praça de armas do castelo.

A Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) voltou a recusar, pelo nono ano consecutivo, a autorização excepcional para o espectáculo com touro de morte, proibido por lei.

A população local garante, contudo, que a tradição vai voltar a ser cumprida no sábado, apesar da proibição e de decorrerem acções administrativas nos tribunais relativas a anos anteriores.

Os autarcas alegam que «a morte do touro constitui um símbolo da cultura da população de Monsaraz» e que se trata de uma «tradição que se mantém ininterrupta há mais de um século», pedindo o mesmo regime de excepção concedido a Barrancos em 2002.

A legislação, em vigor desde 2002, estabelece que a realização de «qualquer espectáculo com touros de morte é excepcionalmente autorizada no caso em que sejam de atender tradições locais que se tenham mantido, de forma ininterrupta, pelo menos, nos 50 anos anteriores à entrada em vigor do diploma, como expressão de cultura popular, nos dias em que o evento histórico se realize».

O diploma estabelece ainda que a IGAC deve consultar a câmara municipal do concelho onde o evento decorra para confirmar a existência da tradição sem interrupções no período exigido.

Nos anos anteriores, a IGAC indeferiu o requerimento dos promotores da novilhada (Misericórdia de Monsaraz e comissão de festas) por «não se considerar provado» o carácter ininterrupto do espectáculo com morte do touro por resultado da lide no prazo determinado por lei.

Só que, este ano, segundo fonte do município local, a IGAC voltou a indeferir o requerimento, mas alegando que a matéria se encontra em «fase de recurso jurisdicional», na sequência do recurso interposto pelo Ministério da Cultura junto do Tribunal Central Administrativo Sul da sentença proferida pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja, que «deu razão» aos promotores da tourada.

in IOL Diário

 

 

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Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010

David Fandila "El Fandi"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Touradas batem recorde de bilheteira em 2009

Tauromaquia

 por Marta F. Reis,
 
Crise abala sector tauromáquico em Espanha. Em Portugal crescem os espectáculos e sobretudo os espectadores
 
Os touros de Joaquim Grave acumularam prémios em 2009. A ganadaria Murteira Grave, concelho de Mourão, venceu a melhor corrida do Campo Pequeno e teve o galardão de animal mais bravo numa feira de Cáceres. Contudo, no balanço final, há uma quebra de 30% na facturação. Em Espanha, a crise meteu água no sector tauromáquico, com reflexos em terras lusas. No país da "fiesta brava", ficaram por lidar quatro mil touros, que alguns empresários temem que aumentem a concorrência com as produções nacionais. Para o ganadeiro de uma das criações de touros de lide mais prestigiadas no país, não há razão para alarmismo.

Os primeiros números do tauromaquia nacional para 2009 contradizem o mau agouro ibérico: segundo a Associação Portuguesa de Criadores de Toiros de Lide (APCTL), no ano passado houve 331 espectáculos e 757 mil espectadores, um recorde nos últimos anos. Foram lidados 1984 touros, de uma produção nacional à volta dos 2000. Para os responsáveis do sector, o renascimento da aficción em terras lusas, impulsionado pela adaptação dos criadores às necessidades do mercado e por uma folga nos preços, garante, para já, uma rasteira à crise.

"Nem optimismo, nem pessimismo: expectativa." É desta forma que João Santos Andrade, presidente da APCTL, encara o futuro das touradas em Portugal. Apesar de ainda não haver números oficiais da Inspecção-Geral de Actividades Culturais, as principais associações já fizeram as contas a 2009. Na praça do Campo Pequeno, vista como um barómetro, houve uma lotação média de 87%, com 5700 espectadores por espectáculo. Para José Fernando Potier, da Associação Nacional de Grupos de Forcados, outro bom indicador são as transmissões televisivas: "Foram transmitidas umas seis ou sete corridas na televisão, e mesmo assim havia praças cheias, o que significa que o público não fica só em casa."

A quebra em Espanha tem a ver com os espectáculos promovidos por câmaras de cidades mais pequenas, onde a crise e o desemprego venceram a tradição, explicam os responsáveis. "Como houve menos 20 a 30% de espectáculos, sobraram touros", justifica Paulo Caetano, vice-presidente do Sindicato Nacional de Toureiros. Em Portugal, as sobras de touros são residuais. À produção das 95 ganadarias nacionais, somaram-se 130 touros importados. "Em Portugal, a crise sente-se, até porque os preços de aluguer dos touros têm vindo a baixar com a concorrência de Espanha", comenta João Santos Andrade.

Adaptação Para o balanço positivo contribuem algumas estratégias de adaptação. João Queiroz, director da revista "Novo Burladero", refere que a baixa nos preços das bilheteiras acabou por aumentar o fluxo de espectadores. Os criadores também passaram a ser mais comedidos, adianta João Santos Andrade. "Há uns anos a produção era excessiva, mas os ganadeiros conseguiram equilibrar o número de touros necessários graças à introdução de raças de carne", adianta.

Há 100 anos entrava-se na época de ouro do toureio moderno. Hoje, novos movimentos antitourada - um dos mais fortes em 2009 conseguiu um voto favorável no Parlamento da Catalunha para debater a abolição das corridas de touros -, mas também a crise, armadilham o futuro do sector.

Com 300 toureiros profissionais em Portugal, 1320 forcados amadores e mais de 3 mil pessoas em empregos associados, as receitas da tauromaquia têm vindo a aumentar. Segundo os últimos dados do INE, entre 2005 e 2007 o bolo cresceu 181%, para 5 129 923 euros. Ainda assim, metade da riqueza gerada por uma área paralela como o teatro. Para 2009 ainda não há números.
 

 

 

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Coruche promove Feira da Cortiça

A Câmara Municipal de Coruche apresentou esta semana, em Lisboa no restaurante “Portugalidade” na Praça de Toiros do Campo Pequeno, a primeira edição da Feira Internacional da Cortiça (FICOR), que acontece de 29 a 31 de Maio, em Coruche. Esta apresentação foi abrilhantada por uma “gourmet session” com a assinatura do conceituado chef Luis Suspiro que apresentou um prato de autor em torno da carne de rês brava e dos ingredientes do montado; tuberas, cogumelos, espargos, poejo, alecrim, rosmaninho, mel, entre outros produtos, temperos e condimentos. Isto porque a Feira Internacional da Cortiça vai ter também uma forte componente gastronómica, incluindo uma Praça de Restauração “Sabores do Montado”, um Casino do Vinho e uma prova vinhos que a organização quer colocar no livro de recordes do Guiness ao envolver no evento cerca de 7 mil pessoas.
Mas esta será uma feira essencialmente técnica e que contará com a presença de vários especialistas nacionais e internacionais. O debate será sobretudo em torno da valorização do montado de sobro, da matéria-prima “cortiça” e da sua sustentabilidade ecológica.
Nesta feira vai haver uma vertente lúdica no Parque do Sorraia, na zona ribeirinha, onde vão acontecer um vasto conjunto de iniciativas: um desfile de moda “Coruche Fashion Cork” by Ana Maria Lucas, com peças em cortiça assinadas por Luis Buchinho; a 45.ª Corrida de Toiros da RTP - 50 Anos da Casa de Pessoal, no dia 30 de Maio, às 22h, com transmissão em directo na RTP e ainda um vasto conjunto de actividades radicais e de ar livre.
Coruche aposta neste certame para relançar a cortiça como alavanca da economia nacional, um sector que representava 853.8 milhões de euros de facturação em 2007, isto é, 0,7% do PIB nacional e 2,3% do valor das exportações. Ao todo existem cerca de 720 mil hectares de montado de sobro em Portugal. Portugal exporta para mais de 100 países 90% da cortiça sendo que os principais destinos são: França, Estados Unidos da América, Espanha, Alemanha e Itália. As rolhas de cortiça continuam a liderar as exportações portuguesas de cortiça, atingindo 590 milhões de euros, seguido da cortiça como material de construção com 176 milhões de euros. De uma unidade industrial de Coruche saem diariamente cerca de 5 milhões de rolhas de cortiça.

 

in O Ribatejo

 

Finalmente uma corridinha, para tirar a "barriguita" da miséria, como se costuma dizer.

A propósito de "Corridas" e do programa a que assiti ontem à noite na SIC, o debate sobre os direitos dos animais, em que se fala do sofrimento do touro bravo como se de um animal doméstico se tratasse se tentou a todo custo retirar a dignidade à Tourada.

Um animal bravo que procura a luta a sério e que às vezes chegam a matar-se no campo tem lá comizeração e pena de si próprio para ter esse tipo de "sofrer" ? Desde que me conheço que vejo touradas e já tenho visto em animais bravos comportamentos que me levam a achar que eles como bravos também procuram a dor, assim como procuram a luta. E, se em força e agressividade o toureiro não lhes ganha, contrapõe com técnica, mestria e arte. Porque o Homem também é um animal e embora racional não se deve negar nem à sua hambição e procura de aperfeiçoamento, enfrentando com coragem e valentia os seus medos e desafios.

Considerar a tourada uma tortura como o jovem da associação de Amigos dos Animais é típico de quem desconhece a tourada o touro e o toureiro. Nós só conseguimos ver aquilo que sabemos. Avaliamos a realidade com o que sabemos e com base nisso tiramos conclusões, cada um pode tirar as suas, o que não se deve fazer é olhar para dentro e achar que tudo o que pensamos é o mais certo e tudo o que os outros defendem não é nada. Só aprendemos a partir do momento que conseguimos aprender e para aprender temos que reconhecer que não sabemos tudo. Para isso é necessária humildade.

Resta-me perguntar ao jovem vegan se um dia se descobrir que as plantas sentem ao morrer ele passa a comer pedras! De momento não se sabe se sentem, de qualquer modo a inocencia das plantas ou a falta de sensores nervosos não dignifica o acto de lhe tirar a vida ou dignifica ? Uma vida é uma vida e se não temos o direito de tirar a vida a um animal, seja para comer seja por fazer parte da nossa cultura ou mesmo espetáculo também não o temos em ralação às plantas e a todos os outros seres vivos, como os insectos e até microrganismos como as bactérias, isso porque os antibioticos e os antibacterianos dizimam muitos seres vivos microscópicos dos quais as associações de defesa dos animais nunca falam porque só se importam com os animais.... então e as plantas ?! os insectos ? os microrganismos ?!  O Homem ?

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Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Forcado de Portalegre morre

O forcado foi colhido durante um treinoO forcado foi colhido durante um treino16 Março 2009 - 16h20
 

Sofreu uma colhida violenta durante um treino

 

Um elemento do Grupo de Forcados Amadores de Portalegre morreu esta segunda-feira no Hospital de São José, em Lisboa, depois de ter sofrido uma violenta colhida durante um treino do grupo.

 

Fonte médica precisou que Francisco Matias, de 25 anos, faleceu vítima de um 'traumatismo crânio-enfálico'.

A violenta colhida ocorreu no sábado, durante um treino do grupo alentejano, que se realizava na Praça de Toiros de Esperança, no concelho de Arronches.

Francisco Matias, que este ano cumpria a sua quarta temporada tauromáquica ao serviço do Grupo de Forcados Amadores de Portalegre, ensaiava uma pega em 'sorte de gaiola', que consiste em pegar a vaca mal esta saísse dos curros.

O forcado foi violentamente projectado contra a parede da Praça de Toiros, tendo sido de imediato transportado para o Hospital de Portalegre em estado considerado 'muito grave'.

Depois de lhe ter sido diagnosticado um 'traumatismo craniano muito grave', o jovem foi evacuado num helicóptero do INEM para o Hospital de São José, em Lisboa, onde hoje veio a falecer.

 

in Correio da Manhã

publicado por portuga-coruche às 16:43
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