Sábado, 17 de Maio de 2008

A Sociedade do Conhecimento e os Movimentos de Cidadania

A Sociedade do Conhecimento e os Movimentos de Cidadania      
Domingo, 28 Outubro 2007 00:00


O 'ticMAIS' demonstra bem o papel que os movimentos cidadania podem desempenhar no desenvolvimento da Sociedade do Conhecimento.
Para responder à fraca dinâmica das TIC na sua região, um grupo de cidadãos do concelho de Coruche decidiu "arregaçar as mangas" e avançar com um movimento em prol da valorização do Sociedade do Conhecimento no concelho.

Em consequência desses objectivos e por constatarmos que, no concelho de Coruche, ainda estamos muito longe de contribuir para os atingir, dado que aida temos uma reduzida sensibilização e adopção de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), insuficiência de percursos escolares e saídas profissionais nestas áreas, reduzida formação de quadros verdadeiramente qualificados, bem como um fraco investimento ao nível de infra-estruturas nestas tecnologias, quer pelo sector público, quer pelo sector privado, um grupo de cidadãos do concelho de Coruche, consciente desta realidade e do muito que é preciso fazer, decidiu avançar com o Movimento de Cidadania “Movimento.e-Coruche”.

É seu objectivo constituir-se como associação sem fins lucrativos, de carácter cívico, e pretendem, por essa via, participar na valorização do concelho no âmbito da Sociedade do Conhecimento/da Informação e do Ambiente (aqui com especial destaque para a promoção e utilização de novas tecnologias com impacto benéfico para o ambiente).

Esta participação cívica apoiar-se-á, em grande medida, em modos de comunicação em rede e no seu website e, com um forte recurso às Tecnologias de Informação e Comunicação, será, acreditamos, pelas potencialidades que estas acrescentam, o meio de funcionamento associativo mais adequado, gerador de melhores resultados ao nível da interacção entre os seus membros e do número de associados que poderá mobilizar e manter activos. Permitirá ainda, estamos certos, uma melhor articulação entre os seus membros e a comunidade que pretende ajudar.

Resultado evidente disso mesmo é já a dinâmica e a projecção que o seu site, ainda recém-nascido, já gerou em tão curto espaço de tempo.
É hoje perfeitamente evidente que grande parte da produtividade das TIC resulta do acesso a recursos em rede, do comércio electrónico e do fornecimento de serviços públicos on-line.

Se analisarmos o que se passa ao nível do e-Government Local, verificamos que o uso da Internet em muitas autarquias ainda se restringe, em grande parte, a uma “modernização conservadora” e muitas das medidas já tomadas ainda são direccionadas para o seu funcionamento interno, não abertas à comunidade, com um receio evidente de que se alterem as relações de poder. São ainda bastante incipientes as iniciativas que permitem uma efectiva intervenção dos cidadãos na sua gestão e é bastante baixo o nível de interactividade.

Há muitas autarquias que já disponibilizam informação (nem sempre actual) e permitem descarregar formulários dos serviços via Internet, mas os cidadãos acabam por ter de se dirigir fisicamente aos serviços para finalizar os assuntos e não é possível interagir com os seus responsáveis. Convém referir que dispor de formulários é das coisas mais simples que existem on-line. As TIC estão a assumir-se cada vez mais como um veículo privilegiado para a promoção e a participação efectiva das comunidades locais na discussão e reflexão dos assuntos sociais da sua região. Estamos, de facto, perante uma nova realidade, a possibilidade de, com a sua ajuda, as pessoas, os movimentos cívicos, no fundo as comunidades em geral poderem abrir um novo canal de reflexão e acção, voltados para os problemas sociais em que convivem (e mesmo a uma escala mais global) e que não mais são resolvidos com efectividade pelo diversos poderes.

O nível de exigência dos cidadãos reclama, pois, uma resposta mais eficiente e célere, apenas possível com o recurso às mais recentes tecnologias. Hoje, o desafio da Administração Local coloca-se, assim, a três níveis:

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Por um lado, a optimização dos processos, ferramentas e competências dos seus funcionários, que permitam uma optimização dos recursos e uma maior eficiência dos serviços;

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Por outro lado, a utilização de novas tecnologias que facilitem, estimulem o contacto do cidadão e permitam a todos e a cada um gerir melhor o seu próprio tempo;

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Por outro lado ainda, na ajuda em parceria (com todos que tenham responsabilidades no combate à info-exclusão), no processo de formação e qualificação da sua comunidade em geral.

As autarquias modernas devem, pois, fomentar o contacto com as pessoas, disponibilizar serviços de alta qualidade e demonstrar visão e liderança às comunidades locais. A sociedade civil, por outro lado, pode e deve agir de forma mais efectiva e, através deste tipo de “democracia electrónica”, como o nosso Movimento o está a fazer, certamente promoverá uma mudança na comunidade e transformará os cidadãos locais em actores sociais mais qualificados, mais fortes e participantes.

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Coruche, o novo Aeroporto e o Arco Metropolitano de Lisboa

Coruche, o novo Aeroporto e o Arco Metropolitano de Lisboa      
 

 


A construção do novo aeroporto em Alcochete, será, estamos certos, a infraestrutura que colocará Coruche, "efectivamente", dentro do denominado "Arco Metropolitano de Lisboa". (continua...)

Alguns exemplos que se anunciam e que poderão trazer benefícios para o concelho de Coruche, numa lógica de "complementaridade" com a Área Metropolitana de Lisboa e no respeito por um modelo de crescimento sustentado e harmonioso:

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a localização do novo aeroporto internacional de Lisboa em Alcochete, e o correspondente estudo de impacto ambiental;

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a construção da nova ponte rodoferroviária Chelas/Barreiro e.uma auto-estrada de ligação ao novo aeroporto; todo um conjunto de ligações (rodoviárias e TGV); e ainda uma cidade aeroportuária com todo um conjunto de infra-estruturas associadas, desde áreas logísticas, comerciais, industriais e de turismo e lazer que estão para vir;

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a possibilidade da rede de abastecimento de gás natural chegar ao Parque Industrial do Monte da Barca e à DAI, possibilitando assim, numa segunda fase, a sua chegada a outras zonas, designadamente a um futuro Parque de Negócios ou Tecnológico) e à Vila de Coruche;

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a possibilidade, de parte das Vilas de Coruche e do Couço, poderem vir a beneficiar - com algum atraso, é certo - de um conjunto de "novas" infraestruturas, designadamente por cabo (TV , Telefone e Internet) e, o Centro Histórico da Vila de Coruche, de medidas de reabilitação urbana.


 



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Nos novos tempos de mudança com que nos confrontamos, a linha de actuação tem de ser sempre de antecipação proactiva e não reactiva. O Parque de Negócios é um bom exemplo.

Afinal parece que temos razão naquilo que temos vindo a defender, não?

publicado por portuga-coruche às 12:40
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Município de Coruche "brinda" os seus trabalhadores com 1 ponto em 2006 e 1 ponto em 2007

Município de Coruche "brinda" os seus trabalhadores com 1 ponto em 2006 e 1 ponto em 2007      
 

De acordo com o novo Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública, aplicável à Administração Local desde 2006, só se verificará, com carácter obrigatório, uma mudança na posição remuneratória dos trabalhadores quando estes obtiverem 10 pontos.

Esta pontuação pode obter-se da seguinte forma: 3 pontos por cada "desempenho de excelente"; 2 pontos por cada "desempenho de relevante"; 1 ponto por cada "desempenho de adequado".

Tendo em conta que, apenas 25 por cento dos trabalhadores podem ter um nível de avaliação de desempenho relevante, dos quais 5 por cento poderá vir a ter excelente, 75% dos trabalhadores da Administração Pública terão de ser classificados anualmente, por força da lei, com a menção de "desempenho adequado" ou "desempenho inadequado", estes últimos só terão garantida a passagem para uma posição remuneratória superior ao fim de, pelo menos, 10 anos. E digo 10 anos, pelo menos, porque se em algum ano tiverem "desempenho inadequado", à soma de pontos é deduzido um ponto por cada "desempenho inadequado" que tiverem obtido.

Na verdade o sistema de quotas não permite uma verdadeira avaliação, porque impõe artificialmente um limite à avaliação e apenas visa condicionar a promoção e progressão na carreira.

Este quadro é bastante adverso para a grande maioria dos trabalhadores. A avaliação do desempenho passou a ser um elemento de punição dos trabalhadores e dos serviços e não um elemento de construção e de melhoria dos mesmos. Insere-se num conjunto de acções que visam, através da avaliação, fundamentar a mobilidade e o encerramento de serviços, impedir a progressão na carreira, fundamentar o envio dos trabalhadores para o quadro de supranumerários e facilitar os despedimentos.

Neste contexto, já de si bastante desfavorável para a maioria dos trabalhadores, a Câmara Municipal de Coruche, por inacção e incapacidade de implementar e operacionalizar este controverso Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública, viu-se “forçada” a atribuir agora, duma única assentada, aos seus trabalhadores, 1 PONTO pela classificação de 2006, e 1 pela de 2007 (correspondente à classificação de adequado) e desse modo agravar ainda mais esta situação.

Esta iniciativa, que generaliza e nivela por 1 todas as notações no Município de Coruche, vem agravar ainda mais a situação dos trabalhadores com melhores desempenhos e retira-lhes recursos que legitimamente deveriam ser seus, pois vêem cada vez mais distante a possibilidade de mudança de posição remuneratória com carácter obrigatório (obtenção de 10 pontos). Reconhecemos no entanto que o município de Coruche dá um belo contributo para a redução do deficit público.

Assim, num universo de cerca de 440 trabalhadores, cerca de 110 (quota dos possíveis muito bons e excelentes) vêem os seus direitos extremamente prejudicados e com implicações imprevisíveis no futuro.

Convém salientar que são avaliados os dirigentes de nível intermédio, os funcionários, agentes, e demais trabalhadores da administração pública, com contrato por prazo superior a seis meses.

Um sistema em que a pontuação pode variar entre -1 e 3 e onde a previsão de quotas de mérito e excelência para as avaliações, que pretendia reflectir uma cultura de exigência, está a ser gerador, isso sim, de injustiças, de nivelamentos por baixo.

Serão “adequados” estes procedimentos? 

E quem assume estes prejuízos e essa responsabilidade?

Face a esta situação, que notações deviam ter as pessoas com a responsabilidade de implementar, desde 2006, na Câmara Municipal de Coruche, o Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho e ainda não o fizeram?

Nota 1:
De acordo com o nº 9 do artº 113º da Lei 12-A/2008 "Em substituição dos pontos atribuídos nos termos da alínea d) do n.º 2 e dos n.os 5 a 7, a requerimento do trabalhador, apresentado no prazo de cinco dias úteis após a comunicação referida no número anterior, é realizada avaliação através de ponderação curricular, nos termos previstos no sistema de avaliação de desempenho dos trabalhadores da Administração Pública, aplicado com as necessárias adaptações, por avaliador designado pelo dirigente máximo do órgão ou serviço."
Ver minuta de Requerimento aqui 

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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Coruche precisa de uma política pública de inclusão digital e de banda larga a preços estreitos

Coruche precisa de uma política pública de inclusão digital e de banda larga a preços estreitos    
 


... com acções que confiram diploma de competências básicas em TICs (massivas e gratuitas). Há regiões e concelhos do país que já o estão a fazer e bem.


Quero crer que a grande maioria dos responsáveis políticos têm plena consciência de que o futuro das nações e das regiões será fortemente influenciado pela forma como as novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) forem assimiladas, bem como do sucesso e da rapidez dessa absorção.Portugal está já relativamente bem colocado nos indicadores de serviços electrónicos disponibilizados pela Administração Pública mas tem ainda um percurso longo a fazer na inclusão da maioria da população na Sociedade da Informação ou seja, uma barreira de e-inclusão a ultrapassar.

O combate à exclusão digital tem de ser assumido como uma política pública de promoção da inclusão social, senão o mundo poderá dividir-se entre os “ricos em informação” e os “pobres em informação” e as regiões que menos apostem na área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) ficarão cada vez mais afastadas daquelas que liderarem esse campeonato.

É necessário preparar o concelho de Coruche para a sociedade da informação e criar condições para que o universo daqueles com acesso aos benefícios das TIC seja aumentado drasticamente, porque a realidade está à vista.

Só não vê quem não quer e não há pior cego do aquele que não quer ver
Promover a inclusão digital implica vontade e acção política. Não basta massificar o acesso às tecnologias. Esta é uma condição necessária mas insuficiente. É necessário construir uma consciência colectiva de uso das tecnologias, é fundamental para todos os cidadãos ter acesso à informação, saber conviver com ela, saber consumi-la e utilizar os instrumentos e meios a ela ligados. Mas a exclusão só termina no momento que o utilizador compreende que o computador é um meio de acesso à educação, ao trabalho, ao contacto e inter-relacionamento com a sua comunidade, ao espírito crítico e ao exercício pleno da sua cidadania.

Para que esses benefícios potenciais possam ser apropriados pelos cidadãos no seu dia a dia é necessário que estes tenham meios para aceder a essa informação de forma fácil, rápida e a custo acessível.

Uma política de infoinclusão deve ter como um dos seus objectivos formar pessoas preparadas para a cidadania activa também na Internet, preparando-as para serem actores na rede global de computadores, produtores de conteúdo local (como o Movimento E-Coruche e outros já o estão a fazer) e não apenas consumidores de informação produzidas por outras instâncias de conhecimento e poder.

CADA UM PODE AO MESMO TEMPO SER RECEPTOR E CRIADOR

"No caso das tecnologias de informação e comunicação, não basta dar o peixe e até dar a cana de pesca, é preciso que os potenciais pescadores saibam como e quando usar cana de pesca"

Será no mínimo ingénuo confiar que as forças e interesses dominantes, que têm conduzido o rumo da história, se ocupem de defender direitos humanos e de cidadania, seja sob que paradigma for. Mas também é ingenuidade pensar que contrapor a essas forças seja um exercício inútil ou uma responsabilidade que compete apenas aos conhecedores da matéria. Pugnar por uma sociedade da informação onde todas as pessoas tenham as mesmas oportunidades de acesso ao conhecimento, à informação, a canais e oportunidades de expressão cabe a cada um de nós. Nunca é demais lembrar que a sociedade da informação somos nós, seres humanos, sem os quais não há rede possível.

Os mais novos, normalmente, têm maior facilidade e interesse em utilizar as TIC do que pessoas de mais idade. Como tal, é necessário encontrar as formas mais eficazes de apresentar as Tecnologias de Informação aos mais idosos e sempre que possível aproveitando o conhecimento dos mais novos.

Não se pode deixar unicamente nas mãos das forças do mercado o papel de regular o acesso aos conteúdos das “auto-estradas da informação”. A infoinclusão tem que se assumir como política pública e o Estado, como garante da equidade e promotor do bem-estar para toda a sociedade, deve impedir o “apartheid” digital.

"Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé"
Actualmente, no concelho, as pessoas que não têm acesso à Net ou é porque não têm formação ou porque não têm rendimentos. São precisas soluções imaginativas para combater esta situação, veja-se alguns exemplos:

A iniciativa “Net sobre Rodas” (tipo Biblioteca Itinerante da Gulbenkian), já implementada em alguns concelhos do País, mas que em vez de disponibilizar livros, disponibiliza serviços tecnológicos, formação e certificação em TICs em carrinhas devidamente equipadas com equipamento informático.

Outra iniciativa bastante interessante é a criação de Centros Locais de Recuperação de Equipamento Informático, que recebem hardware usado, fazem o seu recondicionamento e recoloca-no para programas de inclusão digital. Estes centros para além de formar e capacitar profissionalmente os jovens que neles se inserem, dão seguimento do material não recuperado, para programas de reciclagem ambientalmente correctos.

Igualmente interessante foi o contrato de prestação de serviços que a C. M. de Mora estabeleceu com a empresa CATVP – TV Cabo Portugal S.A. para dotar a vila de Mora com as infraestruturas necessárias à recepção de televisão, telefone e Internet por cabo e reduzir as antenas inestéticas.

Relativamente ao ensino, que tem uma importância capital neste processo, além de colocar computadores nas escolas, é preciso capacitar os seus docentes para que eles dêem as suas aulas com a ajuda dos meios digitais.

Os docentes deverão aprender a utilizar o computador como um aliado. Além disso, será preciso manter as salas de informática “constantemente” abertas e com um profissional que a assuma e fique responsável pela “alfabetização” digital.

Primeiro, é preciso anular a barreira do acesso. Depois, é preciso manter essa ligação, é fundamental a instalação de laboratórios de informática com acesso à Internet nas escolas públicas, dinamizando os seus sites, envolvendo aqui os alunos.
Portanto, hoje, escola e professores estão confrontados com novos desafios: fazer da Escola um lugar mais cativante para os alunos e fornecer-lhes as chaves para um entendimento verdadeiro da sociedade de informação. Ela tem de passar a ser vista como um lugar de aprendizagem em vez de um espaço onde o professor se confina a transmitir o saber ao aluno; deve tornar-se num lugar onde são proporcionados os meios para edificar o conhecimento, atitudes e valores e adquirir competências. Só assim a Escola será um dos alicerces da sociedade do conhecimento.

Em relação ao parque informático instalado no concelho é preciso cuidar dele e formar os seus utilizadores.

Assim como existe o Piquete de Águas, de Electricidade, etc., também na área das TIC (nos serviços municipais, juntas de freguesia, escolas, bibliotecas, bombeiros, jardins de infância, museu, etc, etc.) deverá haver um acompanhamento de qualidade, eficiente e célere (ao nível do hardware, software, redes) com carácter pedagógico e formativo no local e on-line (é preciso ensinar a pescar), de modo a aproveitar cada vez mais as verdadeiras potencialidades das TICs e impedir paragens frequentes por coisas de nada.

EM CONCLUSÃO:

Com a aceleração da inclusão digital em todo o mundo e com a chegada das novidades tecnológicas que mudarão cada vez mais o dia-a-dia dos cidadãos neste início de milénio, ficar parado ou mesmo andar devagar, pode saír bem caro.

As políticas e a vontade dos agentes locais e da própria comunidade do concelho são factores importantíssimos para ganhar o desafio da inclusão Digital. O Movimento "ticMAIS" tudo fará para o incluir no centro da agenda política local.
Os efeitos de programas de formação de adultos (como o "Novas Oportunidades") e o combate à chamada infoexclusão são vitais para o futuro do concelho.

É urgente, pois, que todos, mas todos os agentes concelhios com responsabilidades neste domínio – autárquicos, educativos, sociais, económicos e a sociedade civil – assumam as suas responsabilidades e coloquem o tema da infoinclusão entre os seus principais objectivos e se mobilizem para o desenvolvimento de acções massivas de formação (gratuitas ou a preços de cidadania) que confiram diploma de competências básicas em tecnologias da informação, o qual se constitui como um “diploma de cidadania” em termos de alavanca da dinamização da proximidade dos cidadãos aos computadores e à Internet (Ex. Net sobre rodas).

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Parque Industrial, Parque de Negócios ou Parque Tecnológico?

Parque Industrial, Parque de Negócios ou Parque Tecnológico?    
 


A opção da C.M. de Coruche pela ampliação do actual Parque Industrial do Monte da Barca, em detrimento da criação de um novo e moderno Parque de Negócios, contrariamente ao que estava previsto no POR-LVT 2000/2006 e na proposta de revisão do PDM faz toda a diferença.

Os Parques de Negócios, para além da instalação de empresas de vários sectores, favorecem ainda a localização de centros de incubação de empresas, escolas tecnológicas e/ou profissionais, centros empresariais (com salas de formação, salas de reuniões, auditório, etc.) e ainda estruturas complementares de acolhimento, como sejam postos de abastecimento, restauração, agências bancárias, creches e unidades hoteleiras.


Pelo contrário, a ambição deverá ser, isso sim, procurar criar um Pólo Tecnológico


O "Movimento.e-Coruche" tem a esperança de que, incrementando maior ambição assente numa perspectiva de desenvolvimento a curto/médio prazo dum conjunto de infraestruturas, designadamente:

1.

Concretização do Parque de Negócios, dotado de modernas infraestruturas de redes digitais de comunicação, de energia (incluindo o gás natural) e com a vertente de incubação de empresas.

2.

Construção do Observatório da Cortiça e o aproveitamento do impulso da investigação a ele associada.

3.

Melhoria das acessibilidades ao concelho de Coruche (IC10/IC13, A13, A6, PVGama, Ponte da Lezíria), fundamentais para a região, muito em particular a variante a Coruche e a correspondente nova travessia sobre o Vale do Sorraia.

4.

Melhoria dos níveis de Mobilidade, designadamente o relançamento da ligação ferroviária (com prolongamento do ramal de mercadorias que serve a DAI ao Parque de Negócios).

5.

Construção, numa localização mais favorável ao concelho de Coruche, do futuro aeroporto.

6.

Construção no concelho da Unidade Básica de Saúde, prevista para a parte sul do distrito...............................................................

7.

O previsível desenvolvimento do cluster das Energias Renováveis e toda a investigação e tecnologia associada, com empresas concelhias bem posicionadas no domínio da Energia Eólica e dos Biocombustíveis (TEGAEL e DAI), sem esquecer o potencial endógeno no domínio da Biomassa Florestal e Solar.

Nesse patamar de desenvolvimento, não será utópico pensar ter no concelho de Coruche, um Pólo Tecnológico (empresas com incorporação de alta tecnologia, ensino profissional e politécnico), também justificado pelos mesmos argumentos que hoje fundamentam a criação de uma Unidade Básica de Saúde na parte sul do distrito de Santarém relativamente ao desequilíbrio que se verifica com a parte norte.

Diferenças mais significativas entre uma Zona Industrial, um Parque Industrial, um Parque de Negócios e um Parque Tecnológico:

Zona Industrial
Considera-se um espaço afecto à indústria num plano de ordenamento e que ainda não se enconta infraestruturado.

Parque Industrial
Trata-se de um parque ordenado para acolher industrias. Fundamentalmente, a distiinção entre Zona Industrial e Parque Industrial reside no facto desse espaço estar ou não ordenado, existindo ou não um conjunto de infraestruturas diversas (vias de comunicação, saneamento, telecomunicações, etc). Caso existam, estando o espaço devidamente organizado chama-se Parque Industrial.

Parque de Negócios
Os parques de negócios são espaços para instalações de empresas que oferecem condições qualificadas e de excelente qualidade para o desenvolvimento de actividades empresariais de natureza industrial, logística, comercial e de serviços. Para além da instalação de empresas dos referidos sectores, essas estruturas favorecem ainda a localização de centros de incubação de empresas, escolas profissionais e/ou tecnológicas, centros empresariais (com salas de formação, salas de reuniões, auditório, etc.) e ainda estruturas complementares de acolhimento, como sejam postos de abastecimento, restauração, agências bancárias, creches e unidades hoteleiras.


Parques Tecnológicos/Pólos Tecnológicos
Consistem em organizações geridas por especialistas, que têm como objectivo aumentar a riqueza da comunidade, através da promoção da cultura de inovação e competividade das empresas e instituições.

Para que se consigam atingir os objectivos traçados, um Parque de Ciência e Tecnologia estimula e gere o fluxo de conhecimentos e tecnologias entre universidades/institutos Politécnicos, instituições de I&D, empresas e mercados. Os parques tecnológicos permitem criar e fazer crescer empresas com base na inovação, através da incubação e de processos spin-off. Podem também fornecer outros serviços de valor acrescentado, como espaços e serviços de apoio de qualidade elevada.

Incubadora de Empresas
Uma incubadora de empresas é um ambiente flexível e encorajador onde é oferecida uma série de facilidades para o arranque e crescimento de novos empreendimentos. Além da assessoria na gestão técnica e empresarial da empresa, a incubadora oferece a infra-estrutura e serviços compartilhados necessários para o desenvolvimento do novo negócio, como espaço físico, salas de reunião, telefone, fax, acesso à internet, suporte em informática, entre outros. Dessa forma, as incubadoras de empresas geridas por organismos públicos, universidades, associações empresariais e fundações são catalisadoras do processo de desenvolvimento e consolidação de empreendimentos inovadores no mercado competitivo. Com base na utilização do conhecimento profissional e prático, os principais objectivos de uma incubadora de empresas estão na produção de empresas de sucesso e na criação de uma cultura empreendedora.

"Spin-off"
É um termo científico usado para designar projectos ou empreendimentos que "decolam" a partir de actividades da universidade e ganham vida própria.

Por natureza, o início de actividade de qualquer empresa é problemático e difícil. Mas, caso se mantenham no concelho as condições actuais, será pouco provável, especialmente aos jovens empreendedores, superarem os desafios iniciais do arranque (compra de terreno, projectos, construção, etc., etc…)

É necessário dotar o concelho com estruturas empresariais com melhores e mais sólidas condições, de modo a promover um ambiente favorável ao fomento de empresas competitivas e combater o risco do insucesso nos primeiros anos de actividade (especialmente nas empresas de perfil tecnológico).

Para um concelho como o nosso, o empreendedorismo assume extrema importância, e se carecemos de progresso não basta detectar os sinais de oportunidade, mas também tomar atenção aos sinais que PODEM IMPEDIR, EFECTIVA OU DEFINITIVAMENTE ESSAS OPORTUNIDADES.

Os jovens de Coruche que por cá vão ficando têm de se libertar da sina de terem unicamente como opção esta matriz de futuro já gasta: desemprego ou magros assalariados (e precários) dos grandes interesses.


Como se pode verificar, o futuro do concelho poderá ser bastante diferente em função da opção que se tomar!

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publicado por portuga-coruche às 22:59
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Segunda-feira, 5 de Maio de 2008

Coruche, um gigante adormecido deitado sobre um leito magnífico!

Coruche, um gigante adormecido deitado sobre um leito magnífico!      
Segunda, 17 Março 2008 21:03


É sobremaneira reconhecido por todos vivermos num concelho com uma localização geográfica privilegiada, que se revela uma das parcelas do território nacional com maior potencial endógeno. Nele existem não só bons recursos naturais (os melhores solos do país para a produção agrícola, abundância de água, boas condições climatéricas, etc.) como também recursos humanos cujas capacidades são fundamentais para desenvolver um processo de diversificação assente numa efectiva qualidade de vida, assim se promovam as condições de fixação e qualificação dos seus quadros e dos cidadãos em geral.

O concelho, em que o Sobreiro é rei e a Cortiça rainha, apresenta uma elevada qualidade ambiental, o que representa um considerável potencial turístico, fundado no património (natural e/ou construído), na cultura, na gastronomia, nos produtos de excelência e no meio ambiente.

Os recursos concelhios naturais e vantagens comparativas naturais constituem riqueza a ser explorada com uma aposta no capital humano e no conhecimento.

É certo que as estatísticas teimam em mostrar um cenário sombrio para a agricultura nacional e o concelho sente também os efeitos dessa regressão, originada por erros de políticas agrícolas nacionais, pelos cortes e políticas socialmente contraditórias da PAC.




Mas este concelho tão grande, tão fértil, com tanto potencial inexplorado, com uma excelente localização, infelizmente, parece estar num sono profundo, tal é a sua hibernação, o desperdício de oportunidades e de recursos (nomeadamente públicos e financeiros). Projectos estruturantes não são realizados, obras são abandonadas a meio, os prazos são constantemente dilatados, verbas avultadas são pagas por trabalhos a mais, grandes indemnizações são despendidas por trabalhos a menos e os quadros de pessoal claramente desajustados em relação a algumas carreiras destes novos tempos.

O nível de exigência dos cidadãos tem de reclamar, pois,  mais transparência, uma resposta mais eficiente e célere na administração dos recursos públicos, uma maior racionalidade económica, mais responsabilização dos seus dirigentes, medidas eficazes para a reestruturação e dinamização do tecido produtivo do concelho que permitam adequar o perfil produtivo às condições naturais e às exigências competitivas de um mercado aberto, no respeito pelos equilíbrios ambientais.

A sociedade cada vez tolera menos a manutenção do binómio impostos elevados e má aplicação dos recursos públicos.


Não basta a obra nova (importante e necessária), em que os fundos comunitários financiam a sua grande parte, é preciso ir mais além relativamente ao desenvolvimento do potencial humano e empresarial. É urgente criar um ambiente favorável e condições para estimular a criatividade e transformar o conhecimento em inovação ao serviço do desenvolvimento do concelho.

O concelho de Coruche é, no contexto regional, um dos que apresenta uma maior taxa de desemprego (11,4% de acordo com o Censos 2001), apenas superado por Salvaterra de Magos (11,9%), bastante longe da média que em 2001 era de 8,1% na zona Lezíria do Tejo. Trata-se sobretudo de desempregados à procura de novo emprego (na faixa dos 35/54 anos) e de pessoas que procuram o primeiro emprego, o que é um sinal revelador do fraco dinamismo económico e empresarial do concelho, traduzido pelas dificuldades em gerar postos de trabalho. Relativamente ao desemprego, todos sabemos que, em 2008, a situação não está melhor bem pelo contrário.

Da evolução demográfica recente, assumem-se como aspectos mais preocupantes a tendência evidente de envelhecimento demográfico, a perda de população, o abandono da população jovem e o encerramento de escolas.

Também preocupantes são os baixos níveis de escolaridade e de qualificação profissional da população residente no concelho, onde a taxa de analfabetismo é superior à média nacional (perto dos 22% nos censos de 2001).


Coruche é, ao contrário do que alguns apregoam, um concelho com problemas de depressão social, envelhecido e economicamente deprimido.

O atraso no arranque das vias estruturantes, principalmente o IC13 e o IC10, fundamentais para a região, muito em particular a variante a Coruche e a correspondente nova travessia sobre o Vale do Sorraia, a não concretização do Parque de Negócios, o encerramento da Zona Agrária de Coruche, as dificuldades colocadas à DAI pela redução drástica da quota de produção de açúcar e o abandono da realização da Feira das Actividades Económicas são também sinais reveladores de que as coisas não vão bem.

Feira de Actividades Económicas

As feiras de actividades económicas constituem uma forma de afirmação dos concelhos e um veículo privilegiado para a promoção e divulgação das suas potencialidades, das suas tradições, das empresas e dos negócios.

Coruche deveria aproveitar a dinâmica das Festas por forma a chegar mais longe!

Para além da programação que apresentam e da projecção inegável que têm, as Festas em Honra de Nossa Senhora do Castelo têm que contribuir, de modo mais significativo, para a promoção do desenvolvimento económico, social, tecnológico, ambiental e turístico do nosso concelho.

Como tal, têm de passar a integrar também a componente de Feira de Actividades Económicas e apoiar-se, como é evidente, nos modernos meios promocionais das Tecnologias da Comunicação e Informação.

Um caminho só possível de percorrer com a participação e envolvimento da população, das instituições e dos agentes económicos.







  


Os Itinerários Principais e Complementares parecem ter-se desviado de propósito do concelho.

publicado por portuga-coruche às 10:22
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Coruche – um duplo custo de interioridade

Coruche – um duplo custo de interioridade      
Quarta, 23 Abril 2008 16:42


Queremos crer que a grande maioria dos nossos políticos locais têm plena consciência de que o futuro dos concelhos será fortemente influenciado pela forma como as novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) forem assimiladas, bem como pelo sucesso e pela rapidez dessa absorção.

É inadmissível que uma vila como a de Coruche, sede de concelho, integrada no denominado Arco Metropolitano de Lisboa, não tenha ainda modernas infraestruturas de redes digitais de comunicação, necessárias à subscrição de pacotes de comunicação por cabo (televisão, vídeo, telefone e Internet).

As famílias e as empresas pagam aqui um duplo custo de interioridade. É com bastante atraso que podem usufruir de determinados serviços relativamente a outras zonas do país, têm de pagar mensalidades mais elevadas (cerca de 30€ por mês a mais), tendo apenas acesso a um leque reduzido de opções, a piores serviços e menores velocidades.

Já dispor destes serviços há muito tempo ou só vir a dispor deles sabe-se lá quando (mesmo que mais tarde o investimento público seja menor ou venha a beneficiar de algum programa de apoio) tem custos incalculáveis que alguns políticos não avaliam.

É imperioso garantir o acesso ao conhecimento e a novos conteúdos para fugir ao marasmo que é a grande maioria das famílias do nosso concelho ter só 4 canais de televisão (com telenovelas a mais, salvo poucas e honrosas excepções) e às mensalidades insuportáveis das soluções individualizadas de que dispomos.
Esta situação não é só um problema de interioridade, é também uma questão de alheamento e inacção política.

Aqui bem ao nosso lado, a vila de Mora tem já, desde Maio de 2007, as infraestruturas necessárias à recepção de televisão, telefone e Internet por cabo, resultante de um contrato de prestação de serviços celebrado entre a C. M. de Mora e a TV Cabo Portugal S.A.

É necessário, também aqui, preparar o concelho de Coruche para a Sociedade da Informação e criar condições para que o universo daqueles que têm acesso aos benefícios das TIC seja aumentado drasticamente, porque a realidade está à vista.

O acesso de todos os cidadãos aos novos serviços da Sociedade da Informação é um dos objectivos prioritários da União Europeia. A possibilidade de aceder a esses serviços e aplicações através de terminais distintos dos computadores pessoais e de utilizar diversas plataformas, como a televisão por cabo, a televisão digital, os terminais 3G ou as R-LAN (redes locais radioeléctricas), criará oportunidades económicas e sociais consideráveis.

Não se pode deixar unicamente nas mãos das forças do mercado o papel de regular o acesso a estes serviços. A Inclusão Digital tem que se assumir como política pública e o Poder Local, como garante da equidade e promotor do bem-estar para toda a sua comunidade, deve impedir o “apartheid” digital.

Se não se desperdiçar inutilmente tantos recursos públicos e as ‘tacadas’ forem primeiro canalizadas para outros ‘buracos’, é possível alterar esta situação!

Recebi este e mais alguns textos (que vão ser publicados ao longo da semana) de António Pinheiro do ticmais.

Relactivamente ao tema abordado sei que a CM de Coruche já assinou com a TVCabo, Gas Natural, PT e EDP uns protocolos para, na zona histórica de Coruche reallizar uma integração de todos esses serviços. Isso para mim não chega e se repararem verificam alguns artigos aqui neste blog (  "Net à borla para todos, em Amarante"    e  "Internet «à borla» na primeira «vila digital»") onde são referidas localidades que disponibilizam aos habitantes internet gratuita. Não é assim tão caro e é um grande serviço que prestam uma vez que uma ligalção decente (daquelas em que não morremos de tédio à espera que uma página se complete, normalmente adsl) é uma autentica renda.

publicado por portuga-coruche às 09:33
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