Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010

João Paulo Ramôa questionou Câmara sobre responsabilização da comunidade cigana das Pedreiras

João Paulo Ramôa questionou Câmara sobre responsabilização da comunidade cigana das Pedreiras

João Paulo Ramôa questionou a Câmara de Beja sobre a responsabilização da comunidade de etnia cigana que habita o Bairro das Pedreiras, em Beja. Na Assembleia Municipal realizada ontem o deputado do PSD começou por esclarecer que a sua posição “não tem nada a ver com racismo ou xenofobia”. João Paulo Ramôa lembrou que os contribuintes portugueses disponibilizaram 50 casas para 50 famílias, algo que se fez em todo o país e que merece a concordância do Partido Social Democrata. Passados vários anos constata-se que as rendas, a água e a luz não foram liquidadas e a comunidade cigana “destruiu” um “bem” pago por todos, segundo o deputado “laranja”. O eleito na Assembleia Municipal afirmou que os contratos de responsabilização nunca foram cumpridos e “na primeira leva, quando lhes foi anunciado que eles poderiam começar a pagar as rendas pois iriam lá reparar-lhe as casas que eles destruíram, 48 famílias pagaram a primeira renda, no segundo mês pagaram 25 e no terceiro mês pagaram duas ou três, o que significa que aquelas famílias que insistem em auto excluir-se (...) continuam a beneficiar do beneplácito e da benevolência das maiorias silenciosas”. Sem contestar “o direito às casas” e o “apoio social” João Paulo Ramôa perguntou à Câmara se todos aqueles que têm casas em mau estado e trabalham podem pedir à autarquia a “remodelação” das suas habitações e o que vai fazer a autarquia se os novos contratos não forem cumpridos.

Jorge Pulido Valente assegurou que no contracto estão definidas “penalizações”. Se as famílias não cumprirem perdem o direito ao Rendimento Social de Inserção (RSI), depois de denunciada a situação à Segurança Social. O presidente da Câmara acrescentou que nos casos mais graves poderá verificar-se a perda da habitação.

 

in Rádio PAX

 

 

 

De interesse são também os comentários:

 

 

 

02/10/2010 - 20h59
Carlos Santos
O sr Pulido não faz nada porque os ciganos nas próximas eleições já não votam nele

01/10/2010 - 12h19
mafalda
Ora aqui esta algo que já deveria ter sido debatido ha muito tempo... aproveitem os cortes e comecem a cortar em quem não cumpre e nem produz. e nao, não sou racista, não são só os cidadaos de etnia cigana a não cumprir contratos e a estar á margem da Lei, que só é aplicada aos que cumprem com os deveres de cidadao.

01/10/2010 - 11h01
Dica
A etnia cigana no Bairro das Pedreiras teve uma oportunidade habitacional que muitos bejenses não tiveram, como tal se têm direitos obviamente terão que ter deveres.

No quadro democratico em que vivemos, se não cumprirem com o determinado sofrem as consequências inerentes às leis em vigôr !

 

01/10/2010 - 10h32
JUSTIÇA IGUAL PARA TODOS
está na hora de o senhor jorge pulido tornar-se VALENTE e justiceiro social
01/10/2010 - 09h25
Salazar_Alentejano
Como é possivel que para a ciganagem haja todo o tipo de ajudas e benesses e para os trabalhadores cumpridores não haja só despreso e octracismo por parte do estado!?
01/10/2010 - 09h18
marco
Deputado????

publicado por portuga-coruche às 07:05
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Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

Segurança Social está a encerrar balcões de atendimento por todo o distrito

 

O Centro Distrital de Segurança Social de Santarém tem ignorado todos os pedidos de informação e esclarecimentos que lhe têm sido dirigidos

A Segurança Social está a encerrar uma parte dos 36 balcões de atendimento permanente que tem espalhados por todo o distrito, mas ainda não anunciou em concreto quais os que vão fechar portas.

A falta de informações oficiais sobre este processo está a provocar grande apreensão em Câmaras Municipais, Juntas de Freguesia e nas populações afectadas, que estão obviamente contra o encerramento dos serviços locais.

A 30 de Agosto de 2010, o nosso jornal solicitou via e-mail esclarecimentos sobre este assunto ao Centro Distrital de Segurança Social de Santarém (CDSSS), mas o organismo presidido por Anabela Santos Rato não enviou qualquer resposta até à data.

Questionámos em concreto que balcões já fecharam ao público, quais vão ser encerrados e quais os motivos que justificam esta reorganização da rede de serviços, e aguardamos pelas explicações.

No concelho de Ourém, os balcões de Caxarias e Freixianda foram encerrados há meses sem aviso prévio, mas vão reabrir em breve porque a Câmara Municipal vai colocar funcionários do município a assegurar o seu funcionamento.

O presidente da autarquia, Paulo Fonseca, explicou ao nosso jornal que, quando foi informado do fecho dos balcões, solicitou uma reunião ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, onde deixou a proposta para que fosse a Câmara a responsabilizar-se pelo serviço, mediante delegação de competências.

“A proposta já foi genericamente aceite, e falta discutir apenas algumas condições e dar formação aos funcionários”, explicou Paulo Fonseca, acrescentando não poder aceitar “que o segundo maior concelho do distrito tenha apenas uma técnica da Segurança Social e ainda por cima seja confrontado com o encerramento de serviços”.

Já o balcão de Alcanede encontra-se “encerrado temporariamente” desde o passado mês de Abril, altura em que a única funcionária foi deslocalizada para Santarém, alegadamente para substituir uma colega que estaria de baixa.

 

O balcão de atendimento permanente de Alcanede encerrou "temporariamente" no passado mês de Abril

Quase seis meses depois, a técnica ainda não regressou e os utentes têm sido obrigados a deslocar-se à capital do concelho, que se situa a 26 quilómetros, ou a Rio Maior e Alcanena para tratar dos seus assuntos.

Entre a população, cresce a desconfiança que o balcão já não voltará a funcionar.

Segundo conseguimos apurar, vários moradores já contactaram o CDSSS via e-mail e até por carta registada, mas também não obtiveram qualquer resposta.

No concelho de Salvaterra de Magos, o encerramento do balcão de Marinhais já deu origem a duas moções de contestação aprovadas por unanimidade, uma pela Câmara Municipal a 17 de Agosto, e outra pela Junta de Freguesia de Marinhais a 13 de Setembro.

Segundo este documento, o encerramento do balcão “deixou surpresos todos os autarcas do município”, para quem “não é aceitável acabar com um serviço que serve grande parte da população do concelho”, concretamente das freguesias de Marinhais, Muge, Glória do Ribatejo e Granho.

O executivo da Junta acrescenta ainda ser inaceitável que “o encerramento tenha sido feito sem qualquer possibilidade de diálogo” e pede que seja encontrada uma alternativa “para não prejudicar a população que necessita do serviço”

A estes exemplos, somam-se os balcões de Riachos, no concelho de Torres Novas, e Minde, Alcanena, que foram também já encerrados.

 

in O Ribatejo

 

 

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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Pais violentos agridem docente

Samora Correia: Casal detido e vítima tratada no centro de saúde

 

Uma mulher de 31 anos e um homem de 48 bateram numa professora desta escola, que os impediu de entrar

Os pais de uma criança que frequenta o Centro Educativo de Samora Correia agrediram ontem de manhã, violentamente, uma professora com cerca de 50 anos que lecciona naquele estabelecimento de ensino.

 

Por:Isabel Ramos/Miguel Curado

 

A vítima foi conduzida ao Centro de Saúde de Benavente, onde recebeu assistência, e os agressores foram detidos no local.

Ao que o Correio da Manhã apurou, o casal - a mulher com 31 anos e o homem com 48 - recusou-se a obedecer à regra que determina a permanência dos pais na zona da entrada da escola, entregando os filhos a uma funcionária, que posteriormente os conduz às salas de aula.

Em vez de deixarem o filho aos cuidados da funcionária, os pais do menor resistiriam a qualquer argumento e acabaram por forçar a entrada na escola. Quando uma professora, que chegava naquele momento, tentou impedi-los, foi ameaçada e agredida com violência.

As ameaças e ofensas à integridade física ocorreram junto ao portão do Centro Escolar de Samora Correia. Elementos do Núcleo Escola Segura de Coruche e militares da GNR de Samora Correia assistiram às agressões, detendo de imediato o casal que as efectuou.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

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Quinta-feira, 12 de Agosto de 2010

GNR faz detenção por Crime de Violência Doméstica 

 

No âmbito de um processo de inquérito por Violência Doméstica que decorria no Posto Territorial de Coruche, foi detido por militares da Equipa de Investigação e Inquérito, um indivíduo de nacionalidade portuguesa, 50 anos de idade, caucasiano, residente no concelho de Coruche, tendo sido aprendidas 5 armas de fogo que não se encontravam legalizadas, entre elas uma denominada Shotgun.

 

Presente a Tribunal para 1.º Interrogatório Judicial, foi-lhe decretada a medida de coacção de proibição de se aproximar da vítima e da residência.
Detido por Crime de Roubo em Estabelecimento Comercial

No culminar de uma investigação que se desenrolava no Núcleo de Investigação Criminal de Santarém, desde meados de Julho, por roubo a Estabelecimento Comercial com arma branca, foi detido por militares daquele Núcleo, um indivíduo de nacionalidade portuguesa, 39 anos de idade, caucasiano, residente no concelho de Santarém.

No momento da detenção foi-lhe aprendida uma Catana, oito Navalhas, entre as quais a utilizada no roubo, e uma viatura.

Presente a Tribunal para 1.º Interrogatório Judicial, foi-lhe aplicada a medida de coacção de Prisão Domiciliária com Pulseira Electrónica, recolhendo ao E.P. de Leiria a aguardar colocação da referida pulseira.

 

in Rádio Cidade de Tomar

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Quarta-feira, 11 de Agosto de 2010

Professor rouba durante as férias

Braga: Arguido dava aulas de Geografia em Escola no Barreiro

Entrava sempre armado, óculos escuros e boné na cabeça, exigia a entrega do dinheiro e fugia a pé, sem deixar rasto. Em cinco dias, fez cinco assaltos violentos em farmácias e bombas de gasolina, em Braga e Amares. Anteontem, a PJ de Braga deteve o assaltante: um professor, de 34 anos, toxicodependente, que dava aulas no Barreiro.

 

Por:Fátima Vilaça/ Liliana Rodrigues

 

O ladrão foi apanhado em Braga e vai ficou em prisão preventiva, por ordem do tribunal.

O primeiro assalto feito pelo professor de Geografia de uma escola do Barreiro terá acontecido no posto Auto Rafael, em Gualtar, Braga, a 26 de Junho, quando regressou a Braga, nas férias escolares. Em cada roubo, levava em média 500 euros.

Quase um mês depois, o assaltante regressou à bomba, em Gualtar, na sexta-feira passada, e foi filmado pelas câmaras de vigilância. O professor é suspeito de assaltar , horas antes, uma farmácia em Palmeira. No dia seguinte, usando o mesmo método, assaltou as bombas da Repsol em Amares. É suspeito de cinco roubos entre os dias 2 e 6 deste mês.

O arguido, que terá cometido outros assaltos em Setúbal e Lisboa, foi detido em Braga pela Polícia Judiciária, quando seguia na rua e não ofereceu resistência. A PJ apreendeu o carro e a pistola do assaltante, bem como bonés, óculos de sol e cachecóis, que usava como disfarce.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

Sócrates, o filosofo, bebeu serenamente a cicuta, recusando a fuga que os amigos e seguidores lhe prepararam, defendendo que embora a lei estivesse errada era sua obrigação cumpri-la e dar bons exemplos aos jovens. Este professor, infelizmente, faltou certamente á cadeira de Filosofia......

Em relação a Sócrates que permaneceu firme até a morte defendendo que "nunca se deve cometer uma injustiça, mesmo em retribuição do mal sofrido", este professor é um mau carácter, despojado de valores morais e um exemplo que não deve ser seguido.

 

 

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Segunda-feira, 9 de Agosto de 2010

Coruche: Rixa entre populares

Uma rixa entre populares, ocorrida ontem à noite em Santana do Mato, a 15 quilómetros de Coruche, levou à intervenção da GNR, confirmou fonte policial ao CM. Um popular, que assistiu à contenda, relatou a existência de feridos, apreensão de armas e viaturas e rusgas às casas dos protagonistas da disputa.

 

in Correio da Manhã

 

 

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Sábado, 7 de Agosto de 2010

Quem não deve não teme...

 

Grande Lisboa
Videovigilância proibida em bairros problemáticos
A Amadora queria montar videovigilância em bairros problemáticos, como a Cova da Moura, mas a Protecção de Dados chumbou. O presidente da Câmara vai recorrer, avança a edição do SOL desta sexta-feira

 

 

As ruas da Amadora – concelho que inclui alguns dos mais problemáticos bairros da região da Grande Lisboa – vão continuar sem câmaras de videovigilância. A decisão é da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), que chumbou o projecto apresentado em 2008 pela Câmara Municipal. O presidente da autarquia, Joaquim Raposo, vai contestar.

«A instalação de um sistema com estas dimensões contende com os direitos à imagem e à intimidade da vida privada a familiar, protegidos pela Constituição» , considera a CNPD, antevendo um cenário «altamente intrusivo», caso fosse aceite a instalação de 113 câmaras, que captariam cerca de 322 diferentes planos das ruas e praças da cidade, com artérias vigiadas algumas vezes com nove, oito e sete câmaras à vez.

«Uma vez que se prevê a instalação de câmaras em todas as freguesias do município, e que nos locais públicos mais solicitados essa cobertura apresenta uma malha fina, é provável que o sistema implique que qualquer cidadão com uma vida mais activa venha a ser filmado dezenas de vezes por dia» , lê--se no parecer da Protecção de Dados, emitido no dia 12 de Julho passado.

 

sonia.graca@sol.pt

 

 

in SOL

 

Nada que faço na via pública me envergonha. Não consigo escrutinar nada que faça na rua que possa violar a minha privacidade ou da minha família. Pelo contrário, saber que uma zona tem videovigilância e que no outro lado estaria alguém empenhado em conseguir ajuda policial ou médica em caso de necessidade, seria motivo de tranquilidade. Estes "sábios" protegem alguém que não o honesto e pacato cidadão....

 

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Terça-feira, 3 de Agosto de 2010

Apanhados após roubo a restaurante chinês

A GNR perseguiu e deteve anteontem à noite três elementos de um grupo suspeito do assalto à mão armada a um restaurante chinês no Porto Alto, concelho de Benavente. Os assaltantes já tinham roubado um carro, pelo método de carjacking, no Montijo.

Segundo fonte policial, o roubo ocorreu pelas 23.45, quando o grupo de cinco a sete elementos entrou de rompante no restaurante - onde as autoridades suspeitam que também se praticasse jogo ilegal. Os assaltantes efectuaram vários disparos de arma de fogo para o ar e fugiram com milhares de euros e o carro do dono do estabelecimento comercial.

Momentos depois eram interceptados e perseguidos por uma equipa de intervenção rápida da GNR de Coruche. Os suspeitos estavam separados e seguiam no carro do dono do restaurante, numa viatura que tinha sido roubada momentos antes no Montijo e num terceiro carro pertencente a um dos suspeitos detidos.

A GNR conseguiu imobilizar três dos homens, os restantes fugiram. Além dos três detidos, entre os 23 e os 28 anos, as autoridades apreenderam todas as viaturas envolvidas no crime, 3145 euros em dinheiro, uma caçadeira, um revólver e as luvas e gorros que usaram durante o assalto.

Os suspeitos foram entregues à Polícia Judiciária com competência para prosseguir a investigação. A PJ está no encalço dos suspeitos que fugiram. Ao que o DN apurou, os restantes suspeitos já detidos não teriam antecedentes criminais, o que não significa que este fosse o primeiro roubo.

 

in Diário de Notícias

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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

Resposta ao comunicado do MIC

Respostas da Casa Civil do Presidente da República e do Ministro da Administração Interna ao comunicado do MIC "Basta de insegurança! É preciso fazer cumprir a Lei."

  

 

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:10
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Terça-feira, 27 de Julho de 2010

O MIC na defesa da verdade, da segurança e da qualidade de vida

 

Nota de imprensa

 

A propósito das duas últimas Assembleias Municipais

 

O MIC na defesa da verdade, da segurança e da qualidade de vida

 

Recebemos nos últimos meses, inúmeras palavras de apoio em relação às posturas dos eleitos do MIC, aquando dos elogios puramente saudosistas, ideológicos e falsos dos deputados do PS, CDU e PSD sobre o 25 de Abril. Geraram-se contactos de dezenas de cidadãos, dos locais mais recônditos do concelho, do distrito e até de Coruchenses espalhados pela diáspora Portuguesa, inclusive das áreas políticas menos esperadas, que salientaram a coragem, a firmeza e o enraizado apego à verdade que Abel Matos Santos e Gonçalo Ramos Ferreira demonstraram com as suas posições.

 

É também importante frisar que nenhum partido político tentou desmentir ou ousou contrapor os factos assinalados pelos deputados do MIC, tal é a força da verdade.  

 

 

 

A tentativa de silenciar e a segurança no concelho

 

Depois do saneamento do Jornal de Coruche, depois de "desaconselharem" a gravação do áudio das Assembleias Municipais (AM), depois de ficarmos a saber que a revisão do PDM de Coruche, a decorrer há vários anos está para durar e no dia em que faleceu o autor da frase "O 25 de Abril acabou. É história. É uma promessa que não se realizou", o MIC apresentou uma moção sobre a Segurança, que embora não tenha sido divulgada no site da Câmara, encontra-se anexa a este comunicado.

  

 

Moção essa, que foi votada favoravelmente pela CDU e PSD, mas com os votos contra do PS, que percebendo o que estava em causa, considerou que estes problemas não se resolvem com declarações deste tipo (Luísa Portugal), que não é o local adequado para se apresentar esta moção Osvaldo Ferreira) ou ainda que o problema não é da GNR, mas do facto de os tribunais não funcionarem (Jacinto Barbosa), constatação última que também partilhamos.

Já o Presidente da Assembleia disse entender o que estava subjacente à moção e acrescentou que em sua opinião a forma como o cidadão comum é abordado sofreu algumas alterações nos últimos meses.


A protecção ambiental e o direito à propriedade

 

Mais uma vez, o MIC fez-se representar por Gonçalo Ramos Ferreira e por Sandra Meirinho na última AM de 23 de Julho, onde o primeiro ponto da ordem do dia foi a classificação dos Açudes da Agolada e Monte da Barca como áreas protegidas de âmbito local.

Este tema permitiria uma viagem ao passado, ao epicentro do PREC, fazendo lembrar o mote dos soldados do MFA às populações "Primeiro ocupa-se, depois vem a lei", pois a CDU diz entender que o espaço dos açudes é da população e não dos legítimos proprietários, para rapidamente se contradizerem, ao exigir que cabe aos proprietários privados fazerem a manutenção destes locais.

 

O MIC tem consciência da importância destes espaços no Concelho, não tendo dúvidas que são propriedade privada, contudo sentiu a necessidade de questionar se a classificação destes espaços e se esta situação não iria criar uma maior pressão sobre estas áreas, colocando em causa a sua sustentabilidade ecológica, devido a uma maior afluência de visitantes.

O deputado municipal do MIC, Gonçalo Ramos Ferreira, interpelou directamente a equipa técnica que procedeu ao estudo desta classificação, mas o representante do executivo municipal entendeu não fazer ouvir os técnicos, tendo contudo defendido que o espaço é privado e que os proprietários irão continuar a defender os seus interesses.

 

Entendemos que locais como o Açude da Agolada (criado pelo proprietário na década de 1930), possam ser visitáveis pela população, para fins pedagógicos, especialmente se possuírem um plano de conservação e aproveitamento associado feito por especialistas. Contudo estes espaços devem ter regras bem definidas, onde a excessiva e desordenada presença de visitantes pode mesmo ser um impedimento à sua conservação.

 

A forma incontida de conter a despesa e a falta de apoio social

 

O MIC entende que o executivo tem o direito de gerir a despesa como entender melhor e tendo em conta que existe uma menor transferência do Estado para a autarquia e que não somos nenhuma força de bloqueio, a proposta de contenção de despesa não nos choca e solidarizamo-nos.

 

 

 

Contudo, não podemos deixar de mostrar a nossa surpresa, pois parece que o mundo mudou em poucas semanas, tendo em conta que o grupo municipal da CDU, grupo extremamente demagógico e que recorrentemente utiliza do bota-abaixo, até antecipou esta discussão há algumas semanas na última AM, diagnosticando a menor receita e sugerindo cortes selectivos, apresentando soluções concretas para surpresa de todos.

 

 

 

Mas nessa altura o executivo, na pessoa do Presidente da Câmara, disse para a Oposição estar descansada, não estar preocupada, que não ia ser reduzido o investimento e que apenas iam ser reduzidos os gastos de gestão corrente, utilizando exemplos como o passar a usar água da torneira em vez de água engarrafada nas sessões da AM.

 

 

 

No entanto, hoje percebemos que medidas deste género não são suficientes e que esta contenção não se limita a gastos de gestão corrente, mas é transversal à despesa, atingindo as freguesias do nosso Concelho, que deviam ser alvo de apoio nas alturas mais difíceis, onde a obra social, de ajuda aos mais idosos continua inexistente.

 

 

 

Descaracterizar a matriz identitária

 

Sabemos também agora que a ideia deste executivo para o espaço do Mercado Municipal, é mais uma afronta à matriz da nossa terra, ao planear descaracterizar os objectivos primordiais de um edifício histórico com aquelas características, sacrificando os costumes das nossas gentes e o valor diferenciador de Coruche, em nome de mais um espaço polivalente que ambicionando ser diferentes coisas, acabará por dificilmente ser alguma coisa.

 


O MIC solicitou também o envio da documentação das Assembleias em formato digital, para os deputados que assim o solicitem, como forma de contenção de despesa e de responsabilização ambiental da Assembleia Municipal de Coruche.

 

MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche

 

 

A Moção Anexa:

 

 

MOÇÃO “COMPORTAMENTO E ACÇÃO DAS FORÇAS DE SEGURANÇA” apresentada pelo Grupo Municipal do MIC, na Assembleia Municipal de 18 de Junho 2010 - Não foi aprovada, por maioria, com 16 votos contra do PS, 9 votos a favor (6 da CDU, 2 do MIC e 1 do PSD) e 2 abstenções do PS.

 

1 - Reconhecendo o valor e a importância das forças de segurança na organização da sociedade enquanto factor de estabilidade e desenvolvimento das actividades humanas.

 

2 - Tendo em conta a escassez de efectivos no nosso concelho e a consequente dificuldade em actuar no combate ao crime e no aumento da sensação de segurança por parte das populações.

 

3 - Sendo a criminalidade uma realidade no Concelho de Coruche que não dá sinais de diminuir, ao mesmo tempo que as populações percepcionam um clima de impunidade e insegurança.

 

4 - Sendo a organização dos efectivos, dos serviços, e, da relação com as comunidades e as pessoas, um dos grandes desafios da liderança por parte das forças de segurança.

 

5 - Na sequência de várias queixas apresentadas por cidadãos do concelho de Coruche, e nesta Assembleia Municipal, sobre determinados comportamentos desadequados, menos correctos, que colidem com o bom relacionamento que se deseja, entre os cidadãos cumpridores e suas comunidades, com as forças de segurança, por parte de militar da GNR.

 

Vem o Grupo Municipal do MIC, solicitar que se faça chegar ao Comando Territorial da GNR de Coruche, ao Comando Geral da GNR e ao Ministério da Administração Interna, esta moção no sentido que a situação possa ser cabalmente investigada e alterada, para que os procedimentos sejam adequados e aproximem as populações das forças de segurança, condenando o comportamento e atitudes descritas e relatadas por vários cidadãos e em particular pela situação apresentada nesta assembleia no passado dia 30 de Abril de 2010.

 

Solicita-se ainda que o Executivo Municipal diligencie no sentido de acompanhar e sensibilizar a GNR para esta situação e que possa o Conselho Municipal de Segurança ser também envolvido.

 

Que se dirijam os recursos de todos no sentido do combate ao crime e na protecção das populações.

 

Que se dê conhecimento às seguintes entidades;

- Ministério da Administração Interna

- Governo Civil de Santarém

- Comando Local, Territorial e Geral da GNR

- Grupos Parlamentares na Assembleia da República.

 

Divulgue-se nos locais do costume e aos órgãos de comunicação social locais, regionais e nacionais.

 

O Grupo Municipal do MIC

Abel Matos Santos

Gonçalo Ramos Ferreira

 

publicado por portuga-coruche às 07:00
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