Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010

Se na escola básica já é assim.....

Pais queixam-se de violência entre alunos de Santarém

 

 

Um grupo de pais de Santarém denunciou alegados actos de violência contra os seus filhos por parte de outros colegas na Escola Básica do 1º ciclo e Jardim de Infância de São Domingos.

 Isabel Marinho, representante dos encarregados de educação dos alunos de uma das turmas do 1º ano, disse que o seu filho de seis anos já terá sido mordido duas vezes por outro colega e vítima de uma agressão de um outro aluno, “com duas estaladas ainda dentro da sala de aulas”. 

 Esta encarregada de educação refere mesmo que um dos colegas do seu filho chegou “a fazer as necessidades fisiológicas no meio da sala de aula”.

 O mesmo tipo de situações relatou outra encarregada de educação, Elsa Alvela que se queixou do seu filho ter sido “mordido por duas vezes” por outro colega e de ter aparecido em casa com “nódoas negras num braço”.

 “A poucos dias das férias notei que o meu filho tinha dificuldade em assentar um pé no chão e foi então que ele me disse que era por causa de correr no intervalo para que os outros meninos não lhe batam”, acrescenta Elsa Alvela, referindo que vai mudar o seu filho de escola antes do início do próximo período lectivo.

 As duas encarregadas de educação referiram ainda que os filhos “apresentam dores de cabeça frequentes” e “alterações do estado emocional” associadas a “alguma ansiedade”.

Também Júlia Lopes, mãe de outra aluna desta turma, se queixou de “mau ambiente escolar” e de que a sua filha “tem sentido dificuldades de aprendizagem com estes distúrbios na sala de aula”.  

 Isabel Marinho afirmou também que estas situações foram-lhe confirmadas pela professora da turma, Rosel Paixão, que lhe terá manifestado a sua “impotência” para resolver o problema.

 Segundo a representante dos pais, a turma é composta por 24 alunos, dois deles com necessidades educativas especiais e por mais alguns com atitudes de alegada violência escolar.

 “Parece que juntaram na mesma turma todos os alunos problemáticos o que torna impossível para a professora controlar estas situações”, acrescenta a encarregada de educação.

 Isabel Marinho e Elsa Alvela já enviaram queixas por escrito à direcção da escola e do agrupamento Alexandre Herculano e, em ambos os documentos, pode ler-se que, para além destes casos aqui reportados, os actos de alegada violência escolar por parte de alguns colegas dos seus filhos são “frequentes” e têm posto em causa o processo de aprendizagem.

 Maria João Igreja, directora do Agrupamento de Escolas Alexandre Herculano, referiu à Lusa que não tem conhecimento de “casos graves de violência escolar” no seu agrupamento mas assumiu ter conhecimento das queixas destes encarregados de educação.

 “Sobre esse caso, posso apenas dizer que reencaminhei o assunto para a coordenadora de departamento para se averiguar a situação”, referiu Maria João Igreja, acrescentando que não existe, até ao momento, qualquer processo instaurado aos alunos desta turma.

 Segundo a responsável de agrupamento, “é preciso olhar com atenção para estas situações para não se deixar avançar, no caso de serem verdade, mas também para não se rotular crianças sem fundamentos”.

 

in O Ribatejo

 

 

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Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010

Ranking de escolas divulgado

os

(© Jornal O Templário, em 15-10-2010 18:16, por Jornal O Templário)

 

Colégios lideram ranking das escolas


O Colégio Infante Santo, de Santarém, e o Colégio São Miguel, de Ourém, registaram as melhores médias no distrito

 

Foram divulgados hoje os rankings das escolas com base nos resultados dos exames nacionais no ensino básico e secundário.
No distrito de Santarém surge o Colégio Infante Santo, de Santarém, no 1.º lugar do ranking entre as escolas do ensino básico. A nível nacional ocupa a 28.ª posição.
Seguem-se a Esc. Secundária com 3º Ciclo de Dr. Ginestal Machado (Santarém), em 77.º a nível nacional, a Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Dr. António Chora Barroso (Torres Novas) em 98.º, a Esc. Secundária com 3º Ciclo de Sá da Bandeira (Santarém), em 102.º, e a Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Gualdim Pais (Tomar), em 138.º.
No que se refere às escolas secundárias do distrito, o Colégio São Miguel, de Ourém, mantém a liderança, situando-se em 32.º lugar a nível nacional. Segue-se a Escola Secundária Maria Lamas (Torres Novas), em 60.º, a Escola Secundária Santa Maria do Olival (Tomar), a seguir, e a Escola Secundária/3 Artur Gonçalves (Torres Novas) na posição seguinte. (Ver tabela completa)

Ranking das Escolas 2010
Distrito de Santarém
Ensino Secundário
32 - Colégio São Miguel (privado) – Ourém
60 - Escola Secundária Maria Lamas - Torres Novas
61 - Escola Secundária Santa Maria do Olival – Tomar
62 - Escola Secundária/3 Artur Gonçalves - Torres Novas
94 - Escola Secundária do Entroncamento – Entroncamento
116 - Escola Secundária Dr. Ginestal Machado – Santarém
143 - Escola Secundária Sá da Bandeira – Santarém
151 - Centro de Estudos de Fátima – CEF – Ourém
152 - Escola Secundária de Alcanena – Alcanena
176 - Escola Secundária Dr. Augusto César S. Ferreira - Rio Maior
200 - Escola Secundária Dr. Solano de Abreu – Abrantes
228 - Escola Secundária de Ourém – Ourém
265 - Escola Secundária Marquesa de Alorna (Almeirim) - Almeirim
314 - Escola Secundária Jácome Ratton – Tomar
323 - Escola Secundária do Cartaxo – Cartaxo
337 - Escola Secundária de Benavente – Benavente
347 - Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes – Abrantes
351 - Escola Secundária de Coruche – Coruche
365 - Escola Secundária de Salvaterra de Magos - Salvaterra de Magos
411 - Escola EB 2,3/S Pedro Ferreiro - Ferreira do Zêzere

Ranking das Escolas 2010
Distrito de Santarém
Ensino Básico

28 - Colégio Infante Santo - Santarém
77 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Dr. Ginestal Machado - Santarém
98 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Dr. António Chora Barroso - Torres Novas
102 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Sá da Bandeira - Santarém
138 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Gualdim Pais - Tomar
148 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de José Relvas - Alpiarça
166 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Santa Maria do Olival - Tomar
189 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Mem Ramires - Santarém
207 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Entroncamento - Entroncamento
218 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Alexandre Herculano - Santarém
251 - Centro de Estudos de Fátima - Ourém
259 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Manuel de Figueiredo - Torres Novas
293 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Artur Gonçalves - Torres Novas
297 - Colégio São Miguel - Ourém
307 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Fazendas de Almeirim - Almeirim
311 - Colégio Sagrado Coração de Maria (Fátima) - Ourém
326 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Santa Iria – Tomar
330 - Esc. Básica Integrada de Marinhas do Sal - Rio Maior
338 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. D. Maria II - Vila Nova da Barquinha
358 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Dr. Ruy de Andrade - Entroncamento
372 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Coruche - Coruche
380 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Febo Moniz - Almeirim
392 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de D. João II (Santarém) - Santarém
403 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Alcanede - Santarém
403 - Esc. Básica Integrada de Fernando Casimiro Pereira da Silva - Rio Maior
418 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de Pedro Ferreira - Ferreira do Zêzere
430 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Cartaxo - Cartaxo
445 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Dr. Anastácio Gonçalves - Alcanena
463 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos D. Afonso, IV Conde de Ourém - Ourém
475 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Ourém - Ourém
522 - Esc. Secundária Dr. Augusto César da Silva Ferreira (Rio Maior) - Rio Maior
574 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Dr. Manuel Fernandes - Abrantes
575 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Alcanena - Alcanena
606 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de Mestre Martins Correia - Golegã
615 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de Drª Maria Judite Serrão Andrade - Sardoal
636 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Salvaterra de Magos - Salvaterra de Magos
643 - Esc. Secundária com 3º Ciclo de Maria Lamas - Torres Novas
648 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão - Ourém
680 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de Chamusca - Chamusca
708 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Freixianda - Ourém
711 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de D. Miguel de Almeida - Abrantes
741 - Esc. Secundária Dr. Solano de Abreu - Abrantes
747 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Dr. Armando Lizardo - Coruche
748 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Porto Alto - Benavente
768 - Esc. Secundária Marquesa de Alorna (Almeirim) - Almeirim
797 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de Octávio Duarte Ferreira - Abrantes
811 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de D. Manuel I (Pernes) - Santarém
882 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de Prof. João Fernandes Pratas - Benavente
887 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Duarte Lopes - Benavente
923 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Pontével - Cartaxo
932 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de Mação - Mação
941 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de D. Nuno Álvares Pereira - Tomar
957 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos com Ens. Sec. de Luís de Camões - Constância
1008 - Esc. Secundária Jácome Ratton - Tomar
1016 - Esc. Básica dos 2º e 3º Ciclos de Marinhais - Salvaterra de Magos

 

 

in Jornal O Templário

 

 

É apenas um indicador, mas não favorece nada Coruche nem quem trabalha ou é responsável em Coruche na educação.

Quantos professores ainda existem que acham que é no ensino que se criam os "Homens e Mulheres" de "amanhã"?!

Quem acredita ainda, como responsável por uma escola ou grupos de escolas que é na educação que está a "chave" para o futuro do nosso país?

Creio que sejam poucos, raros, criaturas românticas em vias de extinção.

O actual típico professor é visto pelos pais como um funcionário público que põe em primeiro lugar aquilo que lhe é devido por direito, depois uma série de "coisas" até que se chega à escola e por fim, em último da lista, por uma questão de consciência, o "aluno". Afinal é este que lhe tira o sono, "mal educado", desmotivado e rebelde é o maior impedimento a que chegue ao fim do dia "bem disposto" e livre das famosas aspirinas.... "Que bom que seria trabalhar num local em que seria o aluno que ensinava o professor! Ser pago para aprender e não para ensinar"......

 Os pais são vistos pelos professores como uns pseudo-patrões que embora não saibam educar os filhos lhes exigem que façam o trabalho que não souberam fazer em casas, com ares de especialistas instantâneos em educação e pedagogia dão palpites sobre tudo e sobre nada e nem admitem que se grite ou dê um estalo à "criatura" que nem sequer foi ensinada a sentar-se e respeitar que está ali a tentar trasmitir-lhe conhecimentos que poderão ser o "pilar" de uma pessoa culta, um bom profissional ou educador.

Para "apimentar" toda esta questão estão ainda o ministério da educação e toda a hierarquia até ao aluno que, conforme o governo assim é a reforma. São eles que "idealizam" e "sistematizam", controlam e regulam o sistema, para que se torne naquilo que aspiram que seja.

Hora decidem fazer mega-escolas (embora se saiba que lá fora "deu buraco" e se chegou à conclusão que não funcionam), hora decidem que todos os alunos do ensinoo básico necessitam ter uma "brinquedo" chamado Magalhães, onde os pais gastam 50 euros para depois a maioria dos professores não saber sequer como o utilizar como instrumento de ensino.

Enfim... e depois querem resultados....

 

 

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Quinta-feira, 30 de Setembro de 2010

Só acredito vendo concretizada a promessa!

Ensino

Manuais escolares gratuitos para todos no próximo ano lectivo

por Kátia Catulo e Liliana Valente,

 

 

PS e PSD vão viabilizar os projectos-lei do Bloco de Esquerda e do CDS que criam bolsa de empréstimos

 

A partir do próximo ano lectivo, as escolas públicas vão poder distribuir gratuitamente os manuais escolares aos alunos do ensino básico e secundário através de bolsas de empréstimos. O i apurou que PS e PSD vão viabilizar amanhã os projectos de lei do Bloco de Esquerda e do CDS-PP que permitem aos estabelecimentos de ensino criar um sistema de empréstimos acessível a todas as famílias, independente da sua condição socioeconómica.

Paula Barros, deputada socialista, diz que o PS "não vai fechar a porta" ao regime proposto pelo PP e BE e que a bolsa de empréstimos deverá ser implementada "o mais rápido possível". Significa isto que o governo está disposto a introduzir o novo modelo no início do ano lectivo 2011/12 e após uma avaliação que terá de ser feita pelas escolas.

Acarretar com os custos dos manuais escolares é "uma situação insustentável" para muitas famílias portuguesas e é essa a razão que o PSD apresenta para viabilizar as propostas dos dois partidos. Só falta saber se os sociais-democratas vão optar pelo voto favorável ou pela abstenção, mas o deputado Pedro Duarte garante que não vai colocar impedimentos aos projectos de lei do BE e do CDS: "Viabilizaremos o documento na generalidade para podermos depois discutir as propostas na especialidade, onde iremos dar o nosso contributo."

Apesar do consenso da maioria dos deputados no Parlamento, a Confap - a principal confederação das associações de pais, está contra a bolsa de empréstimos de manuais escolares por "acarretarem demasiados obstáculos", avisa o dirigente Albino Almeida. O facto de os manuais do 1.o ciclo e de línguas estrangeiras incorporarem os exercícios, inutilizando os livros é a primeira dificuldade apontada pela confederação de pais.

Mas o certo é que o projecto dos bloquistas impõe uma cláusula que visa obrigar os editores a elaborar os manuais sem incluir o respectivo espaço para a resolução dos exercícios, permitindo que voltem a ser usados. A proposta, que não consta no projecto do CDS, terá o apoio socialista: "A verdade é que o aluno deveria poder manusear o livro escolar, mas a proposta do Bloco parece um bom princípio", defende a deputada do PS.

Só que este não é o único argumento para a Confap recusar a modalidade de empréstimos de livros escolares. "Apesar de os livros vigorarem durante três ou quatro anos, a maioria das escolas muda os manuais todos os anos", assegura Albino Almeida, que diz ser preferível as editoras fazerem os manuais destinados a mais do que um ano lectivo.

"Elaborar livros que incluam os currículos do 1.o e 2.o anos, por exemplo, permitiria reduzir o seu número", defende o presidente da confederação, propondo criar também conteúdos multimédia para complementar os manuais: "Esse é o melhor caminho, uma vez que permite a actualização permanente dos conteúdos, possibilidade que não existe nos manuais", esclarece Albino Almeida, adiantando que essa experiência já acontece em mais de 30 municípios com um custo médio de nove euros por cada disciplina.

Bolsas de empréstimos não é novidade entre alunos e professores e boa parte das escolas já pratica essa modalidade, conta Adalmiro Fonseca, presidente da Associação Nacional dos Directores de Escolas e Agrupamentos escolares. "Gerir um sistema de empréstimo de manuais não é difícil para as escolas, mas é preciso criar mecanismos e dar autonomia às escolas para estabelecerem as suas próprias regras", remata o dirigente.

 

 

in iOnline

 

 

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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Pais violentos agridem docente

Samora Correia: Casal detido e vítima tratada no centro de saúde

 

Uma mulher de 31 anos e um homem de 48 bateram numa professora desta escola, que os impediu de entrar

Os pais de uma criança que frequenta o Centro Educativo de Samora Correia agrediram ontem de manhã, violentamente, uma professora com cerca de 50 anos que lecciona naquele estabelecimento de ensino.

 

Por:Isabel Ramos/Miguel Curado

 

A vítima foi conduzida ao Centro de Saúde de Benavente, onde recebeu assistência, e os agressores foram detidos no local.

Ao que o Correio da Manhã apurou, o casal - a mulher com 31 anos e o homem com 48 - recusou-se a obedecer à regra que determina a permanência dos pais na zona da entrada da escola, entregando os filhos a uma funcionária, que posteriormente os conduz às salas de aula.

Em vez de deixarem o filho aos cuidados da funcionária, os pais do menor resistiriam a qualquer argumento e acabaram por forçar a entrada na escola. Quando uma professora, que chegava naquele momento, tentou impedi-los, foi ameaçada e agredida com violência.

As ameaças e ofensas à integridade física ocorreram junto ao portão do Centro Escolar de Samora Correia. Elementos do Núcleo Escola Segura de Coruche e militares da GNR de Samora Correia assistiram às agressões, detendo de imediato o casal que as efectuou.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

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Quarta-feira, 11 de Agosto de 2010

Professor rouba durante as férias

Braga: Arguido dava aulas de Geografia em Escola no Barreiro

Entrava sempre armado, óculos escuros e boné na cabeça, exigia a entrega do dinheiro e fugia a pé, sem deixar rasto. Em cinco dias, fez cinco assaltos violentos em farmácias e bombas de gasolina, em Braga e Amares. Anteontem, a PJ de Braga deteve o assaltante: um professor, de 34 anos, toxicodependente, que dava aulas no Barreiro.

 

Por:Fátima Vilaça/ Liliana Rodrigues

 

O ladrão foi apanhado em Braga e vai ficou em prisão preventiva, por ordem do tribunal.

O primeiro assalto feito pelo professor de Geografia de uma escola do Barreiro terá acontecido no posto Auto Rafael, em Gualtar, Braga, a 26 de Junho, quando regressou a Braga, nas férias escolares. Em cada roubo, levava em média 500 euros.

Quase um mês depois, o assaltante regressou à bomba, em Gualtar, na sexta-feira passada, e foi filmado pelas câmaras de vigilância. O professor é suspeito de assaltar , horas antes, uma farmácia em Palmeira. No dia seguinte, usando o mesmo método, assaltou as bombas da Repsol em Amares. É suspeito de cinco roubos entre os dias 2 e 6 deste mês.

O arguido, que terá cometido outros assaltos em Setúbal e Lisboa, foi detido em Braga pela Polícia Judiciária, quando seguia na rua e não ofereceu resistência. A PJ apreendeu o carro e a pistola do assaltante, bem como bonés, óculos de sol e cachecóis, que usava como disfarce.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

Sócrates, o filosofo, bebeu serenamente a cicuta, recusando a fuga que os amigos e seguidores lhe prepararam, defendendo que embora a lei estivesse errada era sua obrigação cumpri-la e dar bons exemplos aos jovens. Este professor, infelizmente, faltou certamente á cadeira de Filosofia......

Em relação a Sócrates que permaneceu firme até a morte defendendo que "nunca se deve cometer uma injustiça, mesmo em retribuição do mal sofrido", este professor é um mau carácter, despojado de valores morais e um exemplo que não deve ser seguido.

 

 

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Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

Mega-escolas não fucionaram noutras experiências

Na Finlândia, só três por cento dos estabelecimentos têm mais de 600 alunos

Ao contrário de Portugal, lá fora aposta-se no regresso a escolas mais pequenas

Por Clara Viana

 

Os primeiros grandes agrupamentos nascem no próximo ano lectivo (Rui Gaudêncio (arquivo))

 

Em Nova Iorque, a taxa de sucesso entre os alunos que foram transferidos para escolas mais pequenas é superior à dos que permanecem nos velhos estabelecimentos.

 

 

A criação de grandes agrupamentos escolares que irá começar a tomar forma em Portugal no próximo ano lectivo está em queda noutros países, que já viveram a experiência e tiveram maus resultados. Na Finlândia, a pequena dimensão é apontada como uma das marcas genéticas de um sistema de ensino que se tem distinguido pelos seus resultados de excelência.

Em Portugal, para já, os novos agrupamentos, que juntam várias escolas sob uma mesma direcção, terão uma dimensão média de 1700 alunos, in- dicou o secretário de Estado da Educação, João Trocado da Mata. O número limite fixado foi de três mil estudantes.

Em Nova Iorque, o mayor Michael Bloomberg tem vindo a fazer precisamente o oposto. Desde 2002 foram fechados ou estão em processo de encerramento 91 estabelecimentos. Entre estes figuram mais de 20 das grandes escolas públicas secundárias da cidade, que foram substituídas por 200 novas unidades. Nas primeiras chegavam a coabitar mais de três mil alunos. Nas novas escolas, o número máximo vai pouco além dos 400.

Em algumas das grandes escolas que fecharam portas eram menos de 40 por cento os alunos que tinham êxito nos estudos. No conjunto das escolas da cidade, esta percentagem é de 60 por cento, mas entre os estudantes que estão nas novas unidades já subiu para os 69 por cento, revela um estudo financiado pela Fundação Bill e Melinda Gates, divulgado no final do mês passado.

A fundação criada pelo dono da Microsoft tem sido um dos parceiros da administração do mayor Bloomberg na implementação da reforma lançada há oito anos. O estudo, desenvolvido pelo centro de investigação MDRC, abrangeu 21 mil estudantes, dos quais cerca de metade está já a frequentar as novas escolas. Uma das conclusões: entre estes, a taxa de transição ou de conclusão dos estudos é superior em sete pontos à registada entre os alunos inquiridos que frequentam outros estabelecimentos de ensino.

Uma escala mais humana

Até 2014 terão passado à história dez por cento dos estabelecimentos com piores resultados. O objectivo fixado por Bloomberg duplica a meta estabelecida pela administração de Obama, que no ano passado desafiou os estados a fecharem cinco por cento das suas escolas mais fracas. No âmbito do novo programa Race to the top, lançado para combater o insucesso escolar, aos estados com melhores estratégias e resultados serão garantidos mais fundos para a educação.

Mas o objectivo não é só fechar as escolas com milhares de alunos e substituí-las por unidades com uma dimensão mais humana - embora este enfoque na "personalização" seja considerado vital. A mudança de escala está também a ser acompanhada pela implementação de novos currículos, pela fixação de um corpo docente mais qualificado e por uma maior autonomia das escolas.

Esta aposta em escolas mais pequenas, mais bem qualificadas e com maior autonomia faz também parte das prioridades do novo primeiro-ministro conservador britânico, David Cameron, o que, a ser levado por diante, constituirá uma profunda inversão da tendência registada na última década no Reino Unido. O número de escolas com mais de dois mil estudantes quase quadruplicou e cerca de 55 por cento das secundárias têm mais de 900 alunos.

Com esta dimensão, a função dos docentes passou frequentemente a ser mais a de "apagar fogos" do que a de ensinar, constata-se num documento elaborado pela organização de professores Teach First.

Aumentar permite poupar

Um estudo elaborado há uns anos pelo EPPI-Centre, de Londres, com base nas experiências dos países da OCDE, concluía que os alunos tendem a sentir-se menos motivados nas escolas maiores e que os professores se sentem menos felizes com o ambiente vivido nestas.

Ao invés dos resultados obtidos em Nova Iorque, no que respeita às escolas secundárias concluía-se, em contrapartida, que os resultados dos alunos tendem a ser melhores em escolas maiores. O que era justificado pela existência nestes estabelecimentos de corpos docentes com mais valências. Por outro lado, o aumento da dimensão traduz-se numa redução do que o Estado tem de despender por cada aluno. Em Portugal, no ensino não superior, esta factura rondará os três mil euros por ano.Em Portugal, a par com a concentração de agrupamentos, irão também ser encerradas as escolas do 1.º ciclo com menos de 20 alunos. A lista das que fecharão no próximo ano lectivo deverá ser conhecida esta semana. Desde 2000 já fecharam portas 5172 escolas deste nível de ensino.

A ministra da Educação justificou esta medida dizendo que se pretende garantir que todas as crianças beneficiem "de escolas com os requisitos que a educação do século XXI exige". Na Finlândia, quase não existem escolas com menos de 21 alunos, mas 40 por cento têm menos de 50 estudantes e são apenas três por cento as que vão além dos 600. Outra norma obrigatória: para chegar à sua escola, as crianças não podem ser obrigadas a deslocar-se mais do que cinco quilómetros. Por cá, serão cada vez mais os alunos que terão de percorrer uma distância quatro vezes superior a esta.

 

in Público

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Alunos vão pagar pelos danos na escola

Novo Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário é aprovado hoje em São Bento com os votos do PS e CDS

«Se partiu, paga». A velha máxima é para ser agora aplicada nas escolas. É pelo menos isso que está consagrado no Novo Estatuto do Aluno do Ensino Básico e Secundário, que vai hoje ser aprovado no Parlamento, devido a um acordo entre PS e CDS.

 

«É importante que os nossos alunos tenham a noção de que o que é público é de todos nós», diz Albino Almeida, da Confederação Nacional das Associações de Pais (CONFAP), ouvido pelo Diário de Notícias. E como consequência os pais poderão ter que pagar pelos danos causados. Mas também os alunos terão que prestar serviços.

Paulo Portas é um dos grandes entusiastas desta nova política, que passa por um maior «respeito pela escola».
«Quando uma escola mostra sinais de degradação, alguma coisa está mal», aponta o líder do CDS, que acrescenta que «nessa altura, deve exigir-se ao Ministério da Educação que requalifique, mas também a quem estraga que pague».


 

in IOL Diário

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Segunda-feira, 12 de Julho de 2010

Duas escolas encerram e duas mantêm-se em funcionamento no concelho de Coruche

A Câmara de Coruche aceitou a proposta da Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DRELVT) para encerramento das escolas básicas de I ciclo da Azervadinha e do Vale Verde, que têm menos de 21 alunos, limite mínimo estabelecido para o seu funcionamento. Em contrapartida, a autarquia propôs à DRELVT que se mantenham em funcionamento as escolas de I Ciclo da Azerveira e da Erra.

Segundo a vereadora da câmara com o serviço de educação, Fátima Galhardo, no caso da Escola da Azervadinha 1, há dez alunos que deverão ser integrados na escola da Azervadinha 2, nos Montinhos dos Pegos, a dois quilómetros de distância. A sala da escola da Azervadinha 1 ficará disponível para receber a valência de jardim-de-infância. Pelo menos é essa a proposta que a câmara apresentou à tutela.

Quanto à Escola do Vale Verde 1, tem apenas 14 crianças, e irá ser encerrada, com os alunos a serem transferidos para a Escola de Vale Mansos, a dois quilómetros de distância e que tem 53 alunos.

No que respeita à Escola de I ciclo da Erra, que a autarquia também não quer que seja encerrada, Fátima Galhardo constata que no corrente ano lectivo já vários encarregados de educação de Coruche preferiram inscrever os seus filhos da escola da freguesia vizinha, devido à lotação da EB 1 de Coruche, que tem 13 turmas e cerca de 300 alunos. “Nestas condições prevemos que num futuro próximo a escola de Erra terá mais de 30 crianças face às 18 actuais, pelo que propusemos à DRELVT a manutenção daquele estabelecimento em funcionamento”, explica a vereadora.

A Câmara de Coruche quer ainda manter em funcionamento a escola da Azerveira, freguesia da Lamarosa, por se encontrar numa zona mais dispersa e distante. “A Escola EB 1 da Lamarosa, que tem 50 crianças, não tem capacidade para acolher os alunos da Azerveira. Como temos algumas crianças de famílias de imigrantes que podem ir para a escola da Azerveira, vamos esperar este ano lectivo até termos concluída a nova unidade escolar na Lamarosa”, esclarece Fátima Galhardo.

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

"Agressões" por causa de "modas"

Pai de aluno agride professor em escola de Lisboa

Um professor da escola Delfim dos Santos em Lisboa foi violentamente agredido pelo pai de um aluno no intervalo das aulas. O aluno estava com os boxers á mostra e o professor pediu-lhe que puxasse as calças para cima.

SIC

Mensagem dos professores à porta da escola do Alto dos Moinhos

O professor agredido prefere não prestar declarações nem ser filmado. Apresentou queixa na PSP e tem medo de retaliações. Foi um outro professor que contou como tudo aconteceu.

 

Uma turma do sexto ano preparava-se para entrar na sala de aulas e o professor de Moral pediu-lhes que puxassem as calças para cima porque estavam com os boxers á mostra.

 

O pai não gostou e veio á escola pedir explicações. Encontrou o professor de Moral na rua, junto ao portão.

Conta quem viu que começou com insultos, passou depois aos empurrões e acabou por atirar o professor violentamente contra o gradeamento da escola.

 

Uma das funcionárias desta escola garante que nos últimos tempos é muito complicado impor regras aos alunos.

A PSP foi chamada à escola e o professor apresentou queixa contra o encarregados da educação.

A SIC tentou falar com alguém do concelho directivo, foi-nos dito que a directora está ausente do país.

 

in Sic Notícias

 

 

Porquê, como e onde surgiu  a moda dos putos usarem as calças por baixo do rabo?

 

Circulam duas Histórias:

 

1.ª - Insinuação sexual

Esta tendência nasceu nas prisões dos Estados Unidos.

 

A moda das calças abaixo do rabo entrou em Portugal ao mesmo tempo do HIP-HOP (perto do fim dos anos 80).

 


Os reclusos que estavam receptivos a relações sexuais com outros homens tiveram que inventar um sinal que passasse despercebido aos guardas prisionais para não sofreram retaliações dos guardas prisionais.

Assim, quem usasse calças descaídas por baixo do rabo estava somente a mostrar que estava disposto a ter sexo anal com outros homens…

 

Esta "explicação" corre na net mas não é lá muito credível, dado que os reclusos americanos usam overalls nas prisões (por várias razões como é o caso da higiene e de, em caso de fuga, serem facilmente reconhecidos)... mas é fixe para enganar "os putos" e assim não aderirem a esta moda estúpida. O pior é que depois já não se consegue controlar estes "rumores" e acontecem coisas como a da notícia em que, com base nesta interpretação, o puto sentiu-se difamado e falou com o pai que partiu para a violência.


2.ª - "Eu sou mau. Não te metas comigo"! 

 

Os ex-reclusos que habituados a não usar cinto dentro da prisão, passaram a fazer o mesmo quando saíam em liberdade.... Como nas ruas estes eram os mais "badass", os jovens começaram a seguir a ideia numa tentativa de, se parecendo com eles metiam mais respeito.

 

Esta é mais credivel e também explica a adesão aos pircings e tatuagens. Infelizmente já vi a conjugação das 3 situações. De vómitos!

 

Alguns defendem que as pessoas são livres de usarem o que quiserem e isso é lá com eles.

 

Para mim, as pessoas são livres de usarem o que quizerem, desde que não provoquem as outras pessoas. Sabe-se claramente quando essas situações acontecem. As pessoas pretendem "dar nas vistas", "insinuar algo" ou simplesmente sentem prazer no olhar reprovador dos mais conservadores.

 

Não deixa de ser, contudo, uma forma de expressão e comunicação, não fosse o Humano um "bicho social" e os jovens os intervenientes mais activos na brecha entre gerações (generation gap).

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

“RUMOS DE MUDANÇA” do Agrupamento de Escolas EDUCOR

por Vânia Clemente

 

 

O agrupamento de escolas Educor, de Coruche, está a levar a cabo um conjunto de acções de formação, no âmbito do “Rumos de Mudança”, um projecto que tem carácter preventivo.

Destinado a docentes e a parceiros do agrupamento, o referido plano abrange temas tão diversos, como “metodologia de trabalho autónomo no 1.º ciclo”, “sensibilização sobre intervenção em contextos socioeducativos adversos”, “sensibilização sobre diversidade cultural” e “bullying”.

Como formadoras, este agrupamento conta com a colaboração de quatro especialistas. A saber: Matilde Sirgado, coordenadora-geral do projecto Rua do Instituto de Apoio à Criança, Mirna Montenegro, da Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, Mélanie Tavares, psicóloga do sector SOS Criança, e a professora Piedade Fernandes.

 

in O Ribatejo

 

 

publicado por portuga-coruche às 07:04
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