Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

BE defende construção de grande parque de negócios na região

Partido vai propor a inclusão do investimento no PIDDAC de 2010

 

O Bloco de Esquerda quer que o Governo instale um grande parque de negócios para o distrito de Santarém na zona do Médio Tejo. E vai fazer uma proposta através do deputado eleito pelo distrito, José Gusmão, para incluir o projecto no Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) de 2010. O dirigente do BE no distrito, António Gomes, sugere que o mesmo possa ser construído na zona de Vila Nova da Barquinha.

 

No entender de António Gomes esta infra-estrutura, que teria uma dimensão nacional ou até ibérica, devia reunir todas as condições para a instalação de empresas de base tecnológica. Para já o Bloco considera que é fundamentar fazer-se um estudo de viabilidade que aponte a forma como o parque deve ser instalado e deve funcionar. Este equipamento seria importante “para relançar a economia no distrito e criar empregos”, defende António Gomes.

 

Apesar de se estar em época de crise, o BE considera que é nestas alturas que se devem criar os mecanismos e as condições para atrair investimentos. E quanto aos custos, realça que um grande parque permitiria concentrar recursos e poupar dinheiro, em vez de se “desbaratar” recursos em pequenas zonas industriais em cada um dos concelhos. “Isto obriga os presidentes de câmara a falarem uns com os outros, o que não têm querido fazer”, destaca António Gomes. E realça que nos últimos anos apenas se assistiu a um grande investimento para a região, referindo-se à instalação de uma unidade de produção de energia solar em Abrantes.

O BE considera ainda como fundamentais outros investimentos que devem estar no PIDDAC e vai também propor a inclusão de verbas que permitam avançar com a recuperação da escola Chora Barroso em Riachos (Torres Novas) cujas instalações actuais têm graves problemas a começar pela falta de aquecimento. Defende ainda o apoio à comercialização de produtos agrícolas como o melão de Almeirim e o figo de Torres Novas.

A construção do quartel dos Bombeiros Municipais de Coruche, da extensão de saúde de Foros de Salvaterra (Salvaterra de Magos) e da biblioteca do Entroncamento, são outras das propostas do Bloco. Que gostaria ainda de ver construída uma unidade de cuidados continuados em Santarém e campanhas de prevenção rodoviária associadas a obras nos pontos negros para reduzir o elevado número de acidentes nas estradas da região.

 

in O Mirante

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Terça-feira, 26 de Janeiro de 2010

"Importam-se de repetir ?"

Portugal vai emprestar até 140 milhões a Angola

 

Portugal vai emprestar até 140 milhões a Angola

FMI Dívida externa de Portugal passa dos 100% do PIB, mas Governo comprometeu-se a alinhar com o Brasil para ajudar Luanda

Portugal comprometeu-se com o Fundo Monetário Internacional (FMI) a emprestar a Angola até 200 milhões de dólares (cerca de 140 milhões de euros) já em 2010, ao abrigo do megaempréstimo no valor de 2,35 mil milhões de euros organizado pelo Fundo à ex-colónia portuguesa e a entrar nos cofres de Luanda já em Março próximo.

Contactado pelo DN, o Ministério das Finanças, tutelado por Teixeira dos Santos, recusa - desde a semana passada - confirmar o empréstimo de Portugal ao país africano, bem como a certificar os montantes associados ao crédito, mas Luanda e Brasília confirmam a participação de Lisboa no megaempréstimo. O crédito obrigará Portugal a endividar-se ainda mais no exterior, num contexto de aumento das taxas de juro, para, por sua vez, emprestar ao Governo de Eduardo dos Santos.

A dívida externa portuguesa ultrapassa os 100% do produto interno bruto (PIB), de acordo com os dados mais recentes do Banco de Portugal, e deverá aumentar nos próximos dois anos, com as casas de rating a a ameaçar Portugal com o aumento das taxas de juro que remuneram a dívida. Em 2009, o desequilíbrio das contas do País com o estrangeiro (défice externo) deverá situar-se em 8,2% do produto e deverá agravar-se este ano para os 9,8% do PIB, o que por si só é o suficiente para aumentar a dívida acumulada dos portugueses ao estrangeiro. Ou seja, Portugal, neste momento, vive à custa das poupança dos estrangeiros, já que tem de contratar empréstimos para pagar o défice externo.

Mas, apesar disso, de acordo com a ficha técnica do empréstimo a Angola, Portugal, em conjunto com o Brasil, comprometeu-se a participar com 400 milhões de dólares (282 milhões de euros) de um total de 2,35 mil milhões de dólares (1,65 mil milhões de euros) até 2011 concedidos ao abrigo do FMI. Lisboa não "abre o jogo", mas os angolanos afirmam ter "indicações" de que o empréstimo será "dividido" entre Portugal e Brasil.

O crédito a Angola destina-se a fazer face ao elevado défice externo do país, neste momento com uma grave crise na balança de pagamentos, provocada por uma forte queda nas exportações de ramas petrolíferas e dos respectivos preços em finais de 2008 e 2009. Uma crise na balança de pagamento que já estava, desde o ano passado, a causar problemas financeiros a algumas empresas que realizam negócios com angolanos. De acordo com a revista Exame de Angola, em Junho de 2009, as reservas cambiais de Angola davam somente para pagar 2,75 meses de importações, quando o FMI aponta como óptimo um nível de reservas que sustentem entre "três e seis meses de importações".

Do total do empréstimo, o FMI atribuirá a Angola 1,4 mil milhões de dólares por um prazo de 27 meses; o Banco Mundial terá a seu cargo outros 400 milhões e os países doadores deverão apoiar com 600 milhões de dólares.

 

in Diário de Notícias

 

Pensava que Angola já era um país emergente! Não só pela agressividade empresarial que tem mostrado nos últimos anos como pela participação nas grandes empresas portuguesas. O facto de ser um grande produtos de petróleo e diamantes também ajudou a formar essa ideia. Sei que continua a ser um país de 3.º mundo, com um alto nível de corrupção e onde a família mais rica é a do Presidente da Republica.

publicado por portuga-coruche às 12:50
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Quinta-feira, 13 de Agosto de 2009

Habitantes de Coruche falam da sua terra e das suas festas

Faltam estradas, indústria e mais empregos

Diamantino Diogo, 67 anos, presidente Caixa Agrícola Coruche, Coruche

Diamantino Diogo gostaria que Coruche tivesse criado mais postos de trabalho, principalmente para os jovens que concluem os seus estudos e que se tivesse instalado mais indústria no concelho, ao longo dos anos que se seguiram ao 25 de Abril.

Para o presidente da Caixa Agrícola de Coruche a vila e o concelho deviam ter crescido acima do que foi alcançado, mas está convencido que a recuperação irá ser feita a partir da construção do novo aeroporto de Lisboa. “Vamos ter um novo ciclo de desenvolvimento”, diz.

As vias de comunicação são outra das suas preocupações. “Precisamos há muito tempo de novas estradas, como o IC 13 e IC 10. Com isso, podemos ter mais espaço industrial e fábricas e temos que fazer essa divulgação junto dos investidores.

Durante as festas gosta de esquecer, por momentos, as suas responsabilidades como presidente da Irmandade de Nossa Senhora do Castelo e ir, como qualquer outro cidadão, ver os toiros à solta nas ruas da vila e os diversos espectáculos musicais.

 

Restauração deve estar aberta para receber visitantes

Isabel Pontes, 37 anos, florista, Coruche

Isabel Pontes diz que as festas de Coruche a fazem feliz. A florista do mercado municipal não perde o cortejo etnográfico e as largadas de toiros. “Mas fico de fora a ver. Nunca me aventuro nem gosto que familiares meus o façam. Estão proibidos! Senão o coração dispara e dá-me alguma coisa”, graceja.

Ainda se lembra das festas quando era mais nova. “As pessoas do campo vinham ver o fogo-de-artifício e ficavam a dormir ao relento no jardim à beira-rio, com mantas e cestas de comida, porque não havia carros nem transportes tão tarde”, recorda.

Hoje em dia, acha que o comércio tradicional ainda não responde completamente. ”Aos domingos Coruche recebe muitos visitantes de excursões porque é ponto de passagem e de visita e a restauração está toda fechada. É aquilo que eu acho pior porque de resto a vila está muito completa actualmente”, opina.

 

Transporte de passageiros em comboio é oportunidade bem vinda

António José Silvestre, 51 anos, comerciante, Foros do Paúl – Coruche

Indústria e empregos são as duas grandes lacunas do concelho de Coruche. Para António José Silvestre, comerciante do centro histórico da vila, essas lacunas reflectem-se nas actividades comerciais e fazem notar a grande dependência do mundo agrícola no concelho.

De resto, considera que o sector da saúde está como o país, em crise, obrigando os utentes a deslocarem-se para a Santarém. “Primeiro desanuviam serviços, agora estão outra vez a centralizá-los, vamos ver no que dá”. Pela positiva, António Silvestre considera que a abertura da linha de comboio até Lisboa para passageiros, a preços acessíveis e de forma rápida, é uma boa notícia para os habitantes.

“Apesar de tudo a vila não tem nada a ver com o que era há dez ou 15 anos atrás. Está tudo mais limpinho e, em matéria de câmara, temos mais qualidade”, refere António José Silvestre.

As festas ajudam a melhorar o ânimo dos coruchenses. O habitante elege os toiros como o principal das festas, que gosta de ver e manter-se intacto. No parque do Sorraia petisca e vê os concertos. “Gosto de como são estas festas e ajudo sempre a comissão”, garante o comerciante.

 

Venham mais investidores para agarrar a população

António Raposo Vieira, 47 anos, comerciante, Coruche

António Raposo Vieira gosta da vila tal como ela está e não se deixa levar em euforias para que ascenda a cidade. “Falta sim trazer pessoas com dinamismo para criarmos mais postos de trabalho e para que invistam no concelho. Não precisamos de festas e fins-de-semana com música, precisamos de iniciativa para que os jovens e as pessoas não se desloquem para fora e tenham empregos”, refere o comerciante. Que dá um exemplo de seguida: “Havia dantes uma discoteca em Coruche, onde todos íamos. Hoje os jovens estão limitados e não ficam cá. Vão para Mora, Almeirim, Salvaterra e Benavente e estão cada vez mais desligados”, constata.

O comerciante considera negativos os serviços de saúde e de segurança no concelho, semelhantes ao que acontece no resto do país. Refere ainda que há problemas com as etnias e com outros protagonistas de crimes, que têm como regra a impunidade. “Essas pessoas chegam mais depressa de volta à vila desde o tribunal do que a GNR que tem de ficar a preencher impressos”, compara.

Para António Vieira as festas servem para aliviar desses problemas do dia a dia mas nem tudo é fácil. “Em miúdo ia com os meus pais aos restaurantes. Hoje não vou às tasquinhas. Com mulher, dois filhos e a namorada de um deles, quanto é que deixo lá?”, questiona.

Ficaram na sua memória os concertos de Fernando Pereira e de Rouxinol Faduncho e considera que os espectáculos com Tony Carreira e noite de fados estão mais vocacionados para recintos fechados.

 

Pavilhão de exposições era garantia de trabalho para artesãos

António Lourenço da Silva, 59 anos, artesão, Foros do Paúl

Entre o que mais falta no concelho de Coruche, António Lourenço da Silva elege duas questões: é necessário mais saúde e falta a autoridade nas ruas que conceda mais confiança e segurança às pessoas. De resto, o artesão, diz que a falta de solidariedade nos momentos difíceis também é um ponto a melhorar pelas pessoas e pela autarquia. O artesão era figura habitual nas festas de Coruche até que com as obras de requalificação do Rossio se tenha deitado abaixo o pavilhão de exposições. “Era onde iam artesãos de todos os lados nas festas. Convivia e tinha clientes para todo o ano sem sair aqui do concelho, só por estar representado nas festas. Cortaram-nos a enxada!”, diz, com um lamento.

Agora António Lourenço da Silva vai à festa apenas como cidadão. Mas não é por causa disso que não aproveita. Assiste ao cortejo etnográfico e não perde o fogo de artifício e as largadas de toiros. “Quando vou sozinho vou para dentro da trincheira. Acompanhado da mulher fico sempre fora, ela não me deixa entrar. Como é óbvio também gosto da tourada”, realça. De resto não tem grande ouvido para a música. Prefere mais um bom petisco e conviver. Tira-se um carapau de um lado, um torresmo do outro e a festa vai-se fazendo.

 

Ver as festas por detrás do balcão do café

António Martins, 64 anos, comerciante, Coruche

António Martins sente a falta do movimento de clientes como um problema real da vida na vila de Coruche, mesmo que as festas agucem o apetite dos visitantes à porta do snack-bar A Cubata. E não é por falta de centralidade, já que o estabelecimento fica na rua 5 de Outubro, um dos locais onde se realizam as largadas de toiros e a poucos metros das tasquinhas e dos concertos. “Nota-se essa falta de movimento de há uns dez anos para cá. É a experiência do dia a dia que me diz. Acho que é isso que dizem que anda para aí, chamada crise”, diz com ironia. Acrescentando que está sempre metido na sua prisão e, por isso, deixa escapar o que se passa na vila. “Quanto mais trabalho tiver mais fico contente. E desde dia 14 a 18 há sempre mais negócio”, diz António Martins de forma pragmática.

António Martins diz que só vê o que se passa quando vai almoçar e jantar. Reclama que as festas antigas tinham mais tradição e outra forma de encarar as coisas. Nunca lhe entrou um toiro pelo estabelecimento mas pielas das fortes durante os dias festivos é coisa que não falta. “Faz calor e fugir dos toiros é duro”, graceja.

 

Festas de Coruche deviam ser organizadas por comissões populares

Francisco Santos, 57 anos, industrial, Foros do Paúl/Biscainho

“Para mim as festas são uma manifestação de satisfação de um povo e só é pena que as nossas festas tenham um peso tão grande da câmara, quando deviam ser organizadas pela população”, refere Francisco Santos. Foi membro da comissão nos dois primeiros anos a seguir ao 25 de Abril e orgulha-se de ter ajudado a comprar uma ambulância para os bombeiros com 250 contos.

Na pele de cidadão, Francisco Santos gosta é de se sentar nas tasquinhas, de preferência à sombra, e ver quem passa, a cumprimentar os amigos e a solidarizar-se com as festas. Gosto do cortejo etnográfico, tem muito valor e mostra tradições muito antigas”, acrescenta.

Mais parado está o concelho. Desde logo por estar cercado de eixos rodoviários e de não ser servido quase por nenhum deles. Mas também porque a agricultura, com influência grande no concelho, tem tido anos péssimos. “O concelho é muito rico mas na parte cultural é pobre. Há um caminho grande a percorrer”, garante Francisco Santos.

 

Precisamos de unidade de saúde bem mais perto

João Picado, 55 anos, empregado balcão, Foros do Paúl

“Faltam os clientes, é o que mais se sente. Houve um abaixamento grande”, diz João Picado quando questionado como vai o negócio da ourivesaria e na vila em geral. Ainda assim a tarde teve algum movimento na sexta-feira.

Natural de Mira, Coimbra, João Picado foi para Coruche levado pelo pai e gosta da vila e do concelho, terra da qual diz que tem quase tudo o que uma pessoa precisa. “O que dava mais jeito era ter cá o Hospital de Santarém mas acho que a situação da saúde no concelho vai melhorar com o serviço de urgência que aí vem”, diz à reportagem.

É o único senão que se lembra e que aponta ao concelho. Como tristezas não pagam dívidas a festa é o tema que se segue. João Picado é frequentador habitual. Gosta de ver os espectáculos, os toiros, e as largadas. Há sempre um bocadinho para ir ver os toiros, “encostado à trincheira de olho no bicho”, garante.

As tasquinhas são uma boa opção para ir, umas vezes com amigos, outras com a família. Basta sentar-se à mesa e ir petiscando, picando aqui e ali.

 

in O Mirante

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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009

Alimentos: Grupo Etsa investe 1,5 milhões para tratar embalados fora da validade

 
Porto, 09 Ago (Lusa) - O grupo Etsa, detido em 80 por cento pela Semapa, investiu 1,5 milhões de euros numa unidade de desembalamento, em Coruche, para dominar todo o processo de reciclagem de restos alimentares de origem animal.

O grupo Etsa, detido em 80 por cento pela Semapa, investiu 1,5 milhões de euros numa unidade de desembalamento, em Coruche, para dominar todo o processo de reciclagem de restos alimentares de origem animal.

"Com este investimento, a Etsa passa a ser a única entidade em Portugal licenciada para proceder ao desembalamento de subprodutos animais fora do prazo", disse à Lusa o administrador Luís Realista.

Dono de metade do mercado português de recolha, transporte e valorização de subprodutos de origem animal, o grupo Etsa investiu numa unidade para desembalar os resíduos alimentares de origem animal, provenientes das cadeias de distribuição de Portugal e Espanha.

 

in Visão

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Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Investimento de 70 milhões na agro-indústria do Ribatejo

Processo que visa reforçar a competitividade
 
Por Jorge Talixa 
Adriano Miranda

A região do Ribatejo vai ter um cluster agro-industrial devidamente desenvolvido e articulado dentro de três anos, de acordo com uma candidatura recentemente aprovada no âmbito do Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional (Feder), que prevê investimentos globais de 70 milhões de euros.

O objectivo é garantir a melhoria das condições de competitividade de mais de 30 empresas da região ribatejana. Liderada pela Associação Empresarial da Região de Santarém (Nersant), a candidatura prevê a criação de uma Associação para o Desenvolvimento da Agro-Indústria (ADAI). Entre os parceiros envolvidos contam-se empresas como a Compal (bebidas), a Idal (transformação de tomate) e a DAI (transformação de beterraba).

De acordo com a Nersant, o projecto foi recentemente aprovado no âmbito do Concurso para Enquadramento de Estratégias de Eficiência Colectiva - Reconhecimento de Pólos de Competitividade e Tecnologia desenvolvido pelo Feder. Decorrem, agora, reuniões com as cerca de 30 empresas envolvidas para lançamento das iniciativas previstas no plano de acção.

Fomentar a inovação

O cluster ribatejano (zona onde há um forte presença do complexo agro-industrial) pretende “fomentar a inovação e melhorar a competitividade das empresas do sector, procurando criar sinergias” entre todos os actores desta área e outros com que se relacionam. Visa, também, aproximar as empresas e instituições de ensino e de investigação e desenvolvimento (I&D), estimular projectos de I&D tendentes a criar novos produtos e apoiar a internacionalização das empresas, apostando na diferenciação.

Uma das suas principais vantagens deste projecto reside no facto de os projectos constantes do plano de acção poderem ter acesso a sistemas de incentivo com verbas específicas e “tratamento preferencial no acesso aos sistemas de incentivos do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional) já em funcionamento, através da majoração de taxas de incentivo e de concursos específicos”.

Podem, igualmente, beneficiar de acesso preferencial aos programas comunitários de promoção do potencial humano e de desenvolvimento regional.

A candidatura apresentada pela Nersant baseia-se na criação da ADAI, com o objectivo de gerar “um novo ciclo de crescimento” e de transformar a agro-indústria ribatejana num “sector de referência a nível europeu num prazo de 10 anos”.

A associação deverá promover a colaboração e a cooperação entre as empresas e entidades relacionadas, “encorajando a reestruturação competitiva do sector e assegurando uma ampla participação nos circuitos comerciais”.

Os diferentes parceiros encontram-se já divididos em áreas de actuação para a constituição de um pólo de competitividade e tecnologia (PCT), que constituirá “o principal motor” desta estratégia. Ele assentará num sector agro-industrial que já é “uma referência nacional”, devido “às características dos solos, do clima e do emparcelamento” ribatejanos. A grande dimensão de algumas das empresas, muitas já integradas em grupos multinacionais, e a existência de instituições de ensino com “grande tradição e competência em I&D” são outras das vantagens regionais.

Para além do desenvolvimento do pólo de competitividade e tecnologia agro-industrial (contempla a criação de novos produtos e de marcas, a recuperação de produtos tradicionais, a experimentação de novas culturas e a criação de mecanismos de cooperação), o plano definido contempla, ainda, a criação de um Centro de Competências para a Agricultura e Agro-Indústria e de um Centro de Transferência de Tecnologia Alimentar. O projecto prevê, igualmente, a criação de espaços para incubação de novas empresas e de um Centro de Incubação de Oportunidades de Negócio.

O PCT dará especial realce às áreas de transformação de carnes e de frutos e produtos hortícolas, à produção de bebidas e à produção de gorduras e óleos (em especial azeite).

 

in Público Economia

 

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Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Petróleo voltará a subir e pode ir até 200 dólares

Preços baixos desincentivam investimentos das empresas e haverá menor oferta no futuro. Galp assegura projectos em curso

 

 

Com a descida do preço do petróleo desde o Verão, há vozes que alertam para novas subidas, no futuro. Motivo: os preços estão demasiado baixos. Confuso? Especialistas do sector energético explicaram, ao JN, as previsões.

"Não é bom ter preços muito altos, mas também não é desejável que estejam demasiado baixos". António Costa Silva, professor do Instituto Superior Técnico e administrador da Partex, alerta para os riscos da queda de mais de 60% dos preços do petróleo, do Verão para cá: os preços mais baixos desincentivam o investimento em novos campos petrolíferos e a capacidade de oferta futura diminui.

Com algumas das principais economias mundiais em retracção este ano e no próximo, é de prever que a procura e o preço do petróleo se mantenham em níveis baixos pelo menos até 2010. Os preços em queda, apesar de beneficiarem os consumidores, tiram retorno financeiro às petrolíferas e atractividade aos investimentos na descoberta e exploração de novos poços petrolíferos em curso. Segundo Costa Silva, há projectos de exploração de poços de petróleo e de gás que estão a ser abandonados, devido à queda da cotação do petróleo.

Se estes adiamentos se generalizarem, haverá "grandes dificuldades de oferta" quando as economias começarem a recuperar, até porque "a China e a Índia não vão parar de crescer", antecipa: "O grande subinvestimento que está a ser gerado levará a condicionamentos da oferta no futuro, a mais dependência do Ocidente face à OPEP. Corremos o risco de voltar a uma situação muito grave dentro de dois ou três anos, com os preços a disparar de forma incontrolável ".

Há quem aponte para 150 dólares, há quem arrisque 200 dólares, o número certo saber-se-á mais tarde. O presidente da Endesa, Nuno Ribeiro da Silva, é taxativo: "Não podemos ter a ilusão de que haverá um abrandamento da procura e do preço do petróleo semelhante ao que ocorreu depois dos anteriores choques petrolíferos. Hoje, há três mil milhões de consumidores em economias emergentes que estão ávidos de ter carro. Só isso é suficiente para que a perspectiva de procura seja de aumento".

O gestor destaca uma das conclusões do relatório da Agência Internacional de Energia divulgado na semana passada: o declínio mais acelerado do que se antecipava da produção dos campos petrolíferos aumenta a necessidade de investimento sustentado em tecnologias que contrariem a diminuição da oferta. "Têm de se encontrar novos campos, não para aumentar o 'output', mas para compensar a perda que já está a haver", considera.

Renováveis

O presidente da Endesa recorda que a Shell já anunciou desinvestimentos em explorações no Canadá e entende que o risco de mais petrolíferas seguirem o mesmo caminho é maior que o abandono de projectos de energias renováveis, igualmente importantes para contrariar a inflação futura do crude. "Nas renováveis, há um efeito de inércia. Nos grandes mercados, já existem quadros legais e dinâmicas que não se perdem de um dia para o outro". No caso da indústria petrolífera, o problema é maior, segundo Ribeiro da Silva: "Se as empresas enfrentam grande volatilidade dos preços e têm de entrar em investimentos com maiores riscos e maiores custos, põem travão. As empresas petrolíferas são muito sensíveis e vulneráveis a estas questões".

Por cá, a Galp Energia garante que os investimentos em curso se mantêm. A empresa tem em curso vários projectos em novos poços petrolíferos (ver infografia), mas o presidente da companhia nacional, Ferreira de Oliveira, já garantiu que a exploração de petróleo em águas ultra-profundas, como é o caso do Brasil, a maior aposta da empresa, é rentável com os preços do petróleo dentro de um intervalo entre os 40 e os 80 dólares o barril. Nas últimas semanas, o preço do barril de petróleo tem oscilado em torno dos 55 dólares, nos mercados internacionais.

 

JOÃO PAULO MADEIRA

 

in Jornal Notícias

 

 

Coitadinhos dos senhores do petróleo que são tão pobrezinhos e decerto que pela honestidade nada fazem para receber mais dinheiro pelos seus produtos. Infelizes daqueles que dependem destes senhores. Um dia libertaremo-nos desta corja, até lá temos que levar com eles....

Se fosse eu que o produzisse e ao mesmo tempo pudesse fazer o preço decerto não queria que baixasse antes pelo contrário pois assim receberia mais. Infelizmente o petroleo não é uma bifana, pois se vendessemos uma bifana mais cara que a tasca vizinha no dia seguinte quem lhe apetecesse bifanas iria á tasca vizinha, certo ? Agora o petróleo não temos alternativa, consumimos um seu derivado e dele não podemos fugir porque até os produtores agem concertadamente no merdado e os preços pouco variam.

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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Bancos europeus poderão sofrer colapso ainda maior do que o dos seus congéneres nos EUA

As gigantescas dívidas e a falda de dinheiro poderão destruir vários dos maiores bancos europeus, alerta um estudo do Centro para os Estudos de Política Europeia.

Pedro Duarte

Segundo o estudo, citado pelo jornal IrishTimes, muitos dos maiores bancos da Europa são "um desastre à espera de acontecer."

Para o director do Centro para os Estudos de Política Europeia, Daniel Gros, "o rácio médio de alavancagem" dos doze maiores bancos europeus - ou seja, a medida dos activos totais detidos em relação ao capital accionista das instituições - é de 35 para 1, contra o valor inferior a menos de 20 para 1 dos maiores bancos norte-americanos. A grande alavancagem de activos tem sido apontada como uma das responsáveis pela falência do banco Lehman Brothers na semana passada, o qual detinha quase 700 mil milhões de dólares em activos, embora o seu capital accionista fosse de somente 23 mil milhões de dólares, um rácio de 30 para 1.

Gros nota que é "supreendente" que a Europa tenha sido poupada aos traumas que têm penalizado o sistema financeiro dos EUA, uma vez que o ano que passou demonstrou como "até a mais ligeira dúvida sobre a solvência ou situação líquida de instituições com um tal nível de alavancagem pode levar ao seu desaparecimento numa questão de dias."

Embora seja normalmente afirmado que certas instituições são "demasiado grandes para falirem", Gros nota que muitos gigantes da banca europeia são "demasiado grandes para serem salvos", dando como exemplo o Deutsche Bank, que tem um rácio de alavancagem de 50 para 1 e perdas potenciais de dois biliões (2 000 000 000 000) de euros, mais do que 80% da totalidade da economia alemã. Tendo em conta que o orçamento alemão está limitado pelas regras do Pacto de Estabilidade, uma operação de salvamento do Deutsche Bank é "simplesmente demasiado para poder ser contemplada pelo Bundesbank ou mesmo por todo o Estado alemão."

Já no Reino Unido, o banco Barclays, que tem comprado unidades do falido Lehman Brothers, tem um rácio de alavancagem de 60 para 1 e as suas perdas potenciais, que ultrapassam os 1,3 biliões (1 300 000 000 000) de libras esterlinas, superam o valor de toda a Economia britânica. O belga Fortis, embora tenha um rácio de alavancagem de somente 33, tem perdas potenciais que são "várias vezes maiores" do que todo o Produto Interno Bruto (PIB) da Bélgica, notam os peritos.

O estudo nota, no entanto, que ao contrário dos bancos de investimento norte-americanos, os bancos europeus como o Deutsche Bank e o Barclays recebem um influxo constatne de dinheiro através dos depósitos que recebem, o que lhes tem permitido evitar os problemas que o Lehman e outros bancos enfrentaram, já que dependiam de fontes de financiamento menos seguras. Em adição, ambos os bancos evitaram o pior da crise do 'subprime'. No entanto, os problemas enfrentados pela seguradora norte-americana AIG, agora nacionalizada, mostraram que até este tipo de instituições tem uma saúde financeira bastante ténue.

Embora de momento as atenções dos media estejam a focar-se nos rácios de alavancagem dos bancos norte-americanos e não nos europeus, as práticas das instituições europeias não passaram despercebidas pelos analistas. Este mês, o Royal Bank of Scotland reviu em baixa a sua recomendação para o Barclays para 'vender' devido à cultura empresarial deste, que o levou a ter uma alavancagem maior do que a dos seus pares, algo que não é positivo "no actual ambiente de desalavancagem do sistema financeiro e aumento do escrutínio externo dos balanços contabilísticos dos bancos."

Gros nota assim que "o Banco Central Europeu e as autoridades reguladoras europeias estão a viver em tempo emprestado."

in Diário Económico

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

Pais recorrem ao crédito para comprar material escolar para filhos

Famílias gastam 80 milhões em manuais «obrigatórios»
 

Há quem recorra a créditos, quem comece as compras com meses de antecedência ou antecipe o subsídio do natal. Há também quem conte com a ajuda das «madrinhas». Motivo de preocupação para os pais, as compras do material escolar são contudo uma aventura excitante para os mais novos.

 

A verdade é que as famílias portuguesas deverão comprar em Setembro cerca de dez milhões de manuais definidos pelas escolas como «obrigatórios», diz a «Lusa». O regresso às aulas para os mais de 1,4 milhões de alunos faz movimentar todos os anos um negócio de milhões.

Material escolar faz disparar gastos

Só os livros obrigatórios representam «80 milhões de euros e quase cem por cento destes manuais são comprados durante este mês», disse à «Lusa» o assessor da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Paulo Gonçalves. Além destes manuais, existe ainda uma panóplia de compêndios de apoio que fazem disparar os gastos das famílias sem ajudas sociais, motivo mais do que suficiente para a maioria dos pais deste país recorrem ao crédito, para comportar os custos.

Se no primeiro ano cada um dos três manuais ronda os sete euros, no 2º ano o preço sobe em média um euro e no 4º ano nove euros não chegam para comprar um livro. Feitas as contas, a entrada para a primeira classe deveria custar pouco mais de 20 euros, mas com o material os gastos chegam aos 35 euros.

Famílias com filhos despendem 571 euros do orçamento

A primeira grande subida de preços acontece na passagem do primeiro para o segundo ciclo: no 5º ano os livros rondam os 15 euros e com muito mais disciplinas a maioria dos pais gasta mais de 100 euros.

No 3º ciclo o custo médio de um compêndio ronda os 25 euros. Mas ainda existem outras surpresas desagradáveis: o manual de Matemática B ultrapassa os 30 euros, Geometria Descritiva do 11º ano custa mais de 33 euros e o de História do 12º ano passa os 40 euros.

Só nos manuais obrigatórios do 6º ano, e 7º, os pais chegam a gastar 410 euros. Um custo redobrado se for mais do que um filho.

Recorde-se que segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), os portugueses gastam mais em educação que a média europeia. As famílias com filhos despendem 571 euros do seu orçamento e, segundo o mesmo inquérito, os mais gastadores são os da região de Lisboa, que chegam a despender 978 euros.
 

 

in IOL Diário

 

Todos se aproveitam do pobre que trabalha. E depois queixam-se que cada vez se compra menos jornais e livros! Não nos resta dinheiro para mais nada!

 

publicado por portuga-coruche às 09:59
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

Portugueses fabricam botões recicláveis

Aproveitam papel reciclado, sêmola de batata, milho, marfim-vegetal, algodão, restos de madeira, plantas e frutos

 

Botões feitos em Portugal a partir de papel reciclado, sêmola de batata, milho, marfim-vegetal, algodão, restos de madeira, plantas e frutos estão a ser procurados por estilistas e marcas de moda de todo o Mundo.

 

Estes botões ecológicos biodegradáveis estão a ser fabricados no Louro, Famalicão, pela Louropel, empresa portuguesa que detêm uma «tecnologia patenteada única no Mundo» e é a maior fabricante mundial de botões.

«Os norte-americanos gostam muito dos nossos botões ecológicos. Comprámos há quatro anos esta patente em Itália. É um processo de fabrico único», disse o gerente geral da Louropel, Avelino Rego, em entrevista à Agência Lusa.

A empresa está a conseguir vender botões para a China, Índia e Bangladesh, onde a mão-de-obra é muito mais barata, porque «as marcas norte-americanas de vestuário dão instruções aos fabricantes asiáticos para porem botões ecológicos da Louropel».

O empresário referiu que entre os mais procurados estão os botões que, na sua composição, têm «50 a 70 por cento de papel reciclado», misturado com outras matérias-primas, como a resina de poliéster.

Os materiais biodegradáveis são triturados e transformados em farinha, sendo depois misturados com outras matérias-primas em amassadeiras da indústria da panificação, formando uma pasta que é prensada, cortada em rodelas, furada e cozida até à formação dos botões.

A empresa aproveita todas as sobras do corte em rodelas, quer no processo tradicional quer no ecológico, para fazer botões reciclados, também por trituração até ficar em farinha.

«A Louropel sempre investiu em tecnologia e sempre esteve na vanguarda. Quando o meu pai criou a empresa, em 1966, foi pioneiro no automatismo. Ele trabalhou na Fábrica de Botões Santo António, e por isso tinha a escola tradicional», afirmou Avelino Rego.

Localização perfeita

Beneficiando da localização estratégica do Louro, no centro dos vales do Ave e Cavado, a Louropel acompanhou o ritmo de crescimento da economia da região, muito baseado nas indústrias têxtil e do vestuário, ultrapassando as outras fabricantes de botões, como a Manuel Sousa Lopes, Luís Carvalho & Filhos e Bofitel, todas no concelho de Famalicão.

A Louropel detém actualmente cerca de 75 por cento do mercado nacional de botões, que, contudo, já só representa 15 por cento da facturação da empresa, depois da aposta na internacionalização em meados dos anos 1990.

«Tivemos de ter a coragem de fazer novos investimentos, na pior altura», frisou Avelino Rego, notando que a concorrência não fez o mesmo, pelo que sofreu grandes quebras com a transferência para a Ásia e Norte de África de inúmeras fábricas têxteis do Vale do Ave.

Nas três fábricas no Louro, todas situadas próximo da casa do fundador da empresa, Carlos Rego, a Louropel utiliza três processos distintos de fabrico de botões, desde os tradicionais tubos metálicos e películas à mais moderna produção a lazer e por moldes.

Uma máquina a laser grava nos botões, um a um, qualquer textura que seja programada no computador que a acompanha, enquanto os moldes são utilizados, sobretudo, para botões metálicos e botões maleáveis, estes destinados ao vestuário de criança.
 

 

in IOL DIário

publicado por portuga-coruche às 17:35
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

Construção na zona industrial do Couço em falta

A Câmara de Coruche não vai esperar muito mais tempo para que os empresários do Couço que compraram lotes na zona industrial daquela freguesia apresentem os projectos de arquitectura e avancem com a construção de instalações. “Vamos decidir em breve o que fazer aos lotes, revertê-los para a posse do municípios e voltar a vendê-los”, acrescentou Dionísio Mendes.

Em 2004 os dez empresários, estabelecidos na vila do Couço com oficinas de carpintaria, serralharia, pintura e outras, compraram lotes criados pela autarquia na nova zona industrial mas não cumpriram o regulamento. Previa-se que após a apresentação do projecto de especialidades, dispunham de 180 dias para iniciar a construção e de 360 dias para começar a laborar.

Em Julho de 2007 a câmara notificou dez adquirentes dos lotes 5,6,13,16,17,18,19,30,31 e 32 para o incumprimento dos prazos do regulamento e deu-lhes 30 dias para darem seguimento aos projectos. Caso contrário iria proceder à reversão dos lotes para a posse da autarquia. Dois meses depois os empresários foram à reunião de câmara solicitar mais tempo para cumprir aqueles requisitos devidos a dificuldades económicas. Passaram nove meses.

Apesar de tudo Dionísio Mendes considera que a zona industrial do Couço tem sido valorizada com instalação de empresas. Com firmas ligadas a hortícolas, secagem de arroz, armazém para recolhe de pneus para reciclagem, uma parque de lavagem de viaturas pesadas, além de oficinas diversas.

 

in O Mirante online

publicado por portuga-coruche às 11:26
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