Sexta-feira, 25 de Março de 2011

Furto de cobre deixa nova ETAR de Coruche sem luz no dia da inauguração

Por: Jorge Talixa

 

A inauguração da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) do Couço, no concelho de Coruche, ficou comprometida com a destruição do posto de transformação que devia alimentar aquele equipamento.

O problema foi criado pelo furto, antes da inauguração, das barras de cobre da instalação. Os prejuízos rondam os 10 mil euros e o caso está a ser investigado pela GNR.

A instalação de um novo posto de transformação poderá demorar alguns meses e, até lá, a nova ETAR, fruto de um investimento de 1,5 milhões de euros, não poderá ser utilizada.

A surpresa foi grande quando, anteontem, os técnicos de uma empresa que presta serviços à EDP se deslocaram à zona da ETAR para ligarem o posto de transformação. Perceberam, então, que este equipamento não se encontrava suspenso num poste como seria normal e estava caído no solo, bastante danificado.

A rede que rodeia a ETAR, construída pela empresa intermunicipal Águas do Ribatejo, estava cortada e, ficando a estação de tratamento numa zona isolada, a cerca de 400 metros da estrada principal, ninguém se terá apercebido do furto. Certo é que as barras de cobre desapareceram, assim como mais algumas ligações deste metal. Segundo a GNR, a quantidade de cobre ali subtraída poderá valer três mil a quatro mil euros.

A cerimónia inaugural, prevista para o princípio da tarde, acabou por se realizar à mesma, com a presença da governadora civil de Santarém e de vários autarcas da região. No mesmo dia foi igualmente inaugurado o novo posto de atendimento da Águas do Ribatejo na vila de Coruche.

A empresa não consegue prever quando é que poderá utilizar a ETAR. "O prejuízo causado ronda os 10.000 euros e a ETAR não pode entrar em funcionamento, como prevíamos, depois de realizados os testes antes da inauguração", afirmou fonte do gabinete de comunicação da Águas do Ribatejo.

 

in Público

 

Como o cobre não se come é evidente que. quem roubou vai vender a quem compra e quem compra só o faz porque as autoridades não lhe metem medo. Num país que até para realizar estatística se aprovam multas só quem é responsável e cumpridor tem razões para temer a justiça.

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Terça-feira, 1 de Março de 2011

Couço - O "Funileiro Varandas"

LENDAS DE PORTUGAL - XXIV - CORUCHE

 

 
O Funileiro Varandas
Naquele tempo, no tempo que hoje já ninguém consegue datar, na zona do Couço, em terra de Coruche, havia um homem que era um verdadeiro Zeca Diabo. Mau como as cobras, muitas vezes chegava a ser provocador, pelava-se por uma cena de pancadaria. Chamava-se Varandas e come era funileiro de profissão, apontavam-no dizendo: o funileiro Varandas. Ora uma festa qualquer, ele pôs-se a rondar umas raparigas, dirigindo-lhes palavrões, ameaçando-as do que estava disposto a fazer.
Porém, a rapaziada dali estava atenta e uma dúzia de rapazes atraiu o desordeiro para fora do recinto. Mal o conseguiram fazer, caíram-lhe em cima e deram-lhe tantas, tantas que o homem já não se conseguiu levantar. Os rapazes mexeram-lhe, voltaram-no e acabaram por verificar que o tinham matado. Então, agarraram no corpo e levaram-no para junto da Ribeira Santa, tendo-o enterrado perto da água.

As pessoas, claro, deram pela falta do funileiro e não atinavam com justificação. Subitamente, deixara de aparecer na tabernas da zona, onde era bom cliente! E o tempo corria, havendo gente que dizia ouvir bater no ferro quando passava na margem da Ribeira Santa. Dez anos passaram e a história não morria, sobretudo por causa daqueles ruídos. Pois numa taberna, quando alguém se referiu a eles, um dos matadores do funileiro, já bebido, disse:
"Ora! Como é que ele pode bater no ferro se está morto e bem morto?"
O problema é que na taberna estava um homem chamado baptista, que era da Guarda e o prendeu, obrigando-lhe mesmo a confessar o que se tinha passado. E depois daquele, denunciados, foram os outros presos. E não tardaram a serem levados ao sítio onde se ouvia o bater no ferro. A ribeira levava pouca água e foi possível abrir a cova.
Para admiração de quantos assistiram, o corpo do funileiro estava como se tivesse sido acabado de enterrar! E o povo dizia que o funileiro Varandas lançava aqueles sons como aviso de que se encontrava ali e queria que o vingassem.
Ah, é verdade, ainda hoje quer na Vila do Couço quer na aldeia de Santa Justa, quando alguém se mete com uma rapariga, há sempre quem resmunga:
"Dizes isso porque não sabes o que aconteceu ao Varandas..."

 
 

 
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Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

Cortes no abastecimento de água nas freguesias da Lamarosa e do Couço

 No próximo dia 8 de Fevereiro, terça-feira, as localidades da Lamarosa e do Zebro, no concelho de Coruche, vão sofrer cortes no abastecimento de água entre as 11h00 e as 12h00, devido à intervenção da EDP na rede eléctrica que não permitirá que se faça captação e fornecimento de água durante esse período.

 

A Câmara de Coruche vai disponibilizar um camião cisterna para abastecimento pontual durante esse período. O veículo ficará estacionado no largo de S. José, na Lamarosa.

 

Também nas localidades da Escusa e Courelas do Sorraia, freguesia do Couço, se vão registar cortes no abastecimento, na segunda-feira, dia 7, devido a uma intervenção para melhoria do sistema de abastecimento. O corte ocorrerá entre as 09h30 e as 17h00. A água só deve ser consumida após as 19h00. Na Escusa estará também estacionado um veículo para fornecimento de água.

 

A empresa Águas do Ribatejo (AR) alerta para o facto de os consumidores não deverem utilizar água logo após a reposição do abastecimento, por poder causar danos na rede predial, nas máquinas e equipamentos domésticos e industriais. Situação pela qual a AR não se responsabiliza. “Só deve consumir depois de retomada a normalidade no abastecimento, quando a água apresentar uma cor transparente”, pode ler-se na nota da empresa. Mais esclarecimentos podem ser dados através dos contactos 808 20 20 11 ou 927 803 374.

 

in O Mirante

 

 

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Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

População do Couço subscreve abaixo-assinado contra encerramento de balcão da Segurança Social

Um abaixo-assinado com 824 assinaturas promovido na freguesia do Couço, concelho de Coruche, dia 2 de Dezembro, contra o encerramento do balcão de atendimento da Segurança Social foi enviado ao Instituto da Segurança Social, aos grupos parlamentares na Assembleia da República e ao presidente da Assembleia da República.

O executivo da Junta do Couço decidiu aprovar uma deliberação na qual se manifesta contra o encerramento daquele posto, devido à falta de substituição do funcionário que se aposentou. O posto funcionou durante várias décadas nas instalações da Casa do Povo.

“O encerramento, ainda que temporário, deste serviço público vem acarretar dificuldades acrescidas a toda a população, nomeadamente aos empresários e aos desempregados. O serviço da Segurança Social mais próximo é em Coruche que dista a mais de cinquenta quilómetros, acarretando despesas acrescidas sobretudo aos desempregados que quinzenalmente se têm que apresentar”, pode ler-se no comunicado da junta de freguesia.

Na petição reclama-se que as entidades competentes da Segurança Social reponham a situação de abertura do posto de atendimento do Couço, e que a Assembleia da República corrija “a orientação cega de encerramento de serviços públicos essenciais à vida das populações”.

 

 

in O Mirante

 

 

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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

GNR apreende 36 toneladas de pinhas

Coruche

 

Pinhas estavam enterradas

A Guarda Nacional Republicana de Santarém anunciou ontem a apreensão de 36 toneladas de pinhas na zona de Coruche. A operação ‘Pinha Segura’ foi realizada pelo Núcleo de Protecção Ambiental de Coruche e permitiu a identificação de um suspeito. Uma das apreensões ocorreu anteontem em Couço, onde foram detectadas 16 toneladas de pinhas enterradas próximo de um acampamento. 
 

 

Na sequência de várias diligências, os militares apreenderam ontem mais 20 toneladas num terreno em Branca. No decorrer da operação, foi ainda apreendido um reboque agrícola no valor de 15 mil euros. O período de colheita, transporte e armazenamento das pinhas é definido por lei, sendo proibida qualquer dessas actividades entre 5 de Abril e 15 de Dezembro.

 

in Correio da Manhã

 

 

É a chamada "pinha subterrânea"!

 

 

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Segunda-feira, 21 de Junho de 2010

Antigo Cinema Império cai aos bocados no Couço

No interior da antiga sala de espectáculos começa-se a notar a degradação

Fábrica Paroquial do Couço, proprietária do imóvel, e Câmara de Coruche, não se entendem quanto ao fim a dar ao primeiro cinema do concelho.

 

 

Ricardo Carreira

 

 A Câmara de Coruche e a Fábrica Paroquial do Couço não se entendem quanto ao futuro do antigo Cinema Império, que se encontra em avançado estado de degradação, desde que foi desactivado nos anos 80.

 

O imóvel é propriedade da paróquia, que o pretende requalificar para dispor de espaço para a catequese e outras actividades suas. Mas o projecto que apresentou na câmara implica a destruição dos dois corredores laterais do antigo cinema e o rebaixamento do tecto, que tem vários rombos, para colocação de nova cobertura.

Para o padre José Cordeiro esse é o destino ideal do antigo cinema e a alteração do edifício permitiria dispor de mais espaço. “Além de precisarmos de espaço para a catequese, iríamos construir uma cozinha e manter o palco para algumas actividades”, explica José Cordeiro, revelando que na altura o valor estimado da intervenção estava calculado em 60 mil euros.

O esboço do projecto foi apresentado à Câmara de Coruche em 2009. O presidente da autarquia não concorda com aquele fim. Dionísio Mendes (PS) considera ainda que o espaço é um ex-libris da vila e do concelho e não poderá ser alterada a sua traça.

“Não concordamos com a alteração do edifício. A paróquia quer eliminar dois corredores e colocar uma cobertura metálica. Não nos faz diferença que o recinto seja utilizado para a catequese mas defendemos que deve ser um espaço ao serviço da população do Couço para a realização de diversas actividades”, refere Dionísio Mendes.

Recorda ainda que pôs à disposição de José Cordeiro um técnico do município para se estudar o aproveitamento do edifício e a possibilidade de o financiamento ser comparticipado pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional, através do programa Proder.

O edifício de dois pisos fica ao lado da Casa do Povo do Couço. Tem um muro que o contorna e portão de entrada. Na fachada está escrito “Império” a letras douradas. A porta principal está fechada a cadeado e no primeiro piso da fachada há janelas com persianas.

Principalmente no interior do antigo cinema começa-se a notar a degradação. Há paredes sem estuque em vários locais. Na ampla plateia apodrece a madeira das cadeiras, o mesmo acontecendo no primeiro balcão. As caixilharias das janelas estão danificadas e a cobertura do edifício abateu em vários pontos. Também junto à antiga sala de projecção, onde o tecto também abateu, resta apenas uma fita suja e os buracos de onde se pode ver o palco.

O antigo cinema tinha capacidade para algumas centenas de pessoas. “Com o estado de abandono, tem sido alvo de algum vandalismo, além de já termos dado conta de situações de consumo e tráfico de droga”, acrescenta o padre Cordeiro. Que lamenta o impasse a que se chegou mas lembra que o imóvel é propriedade da paróquia, que tem o direito de fazer dele o que achar mais conveniente.

 

Mandado construir para apoiar a “causa” da igreja

 

O Cinema Império foi mandado construir em 1946/47 pela família Barreiras, muito influente na vila, em terreno pertencente à Paróquia do Couço. Teria como objectivo fomentar as causas da igreja mas rapidamente ganhou uma índole comercial. Por ali passaram os grandes sucessos nacionais e internacionais num cinema a que a população do Couço teve acesso primeiro que a de Coruche, sede de concelho.

Segundo o Padre José Cordeiro o declínio começou nos anos 60. Com o 25 de Abril o cinema passou para uma comissão de moradores que o alugou a uma pessoa. Só em 1976/77 ele voltou para a posse da Fábrica da Igreja Paroquial. Esteve emprestado ao Rancho Folclórico “Os Malmequeres” do Sorraia e passou os últimos filmes na década de oitenta.

“Vi aqui muitos filmes, nos anos 80, quando tinha seis ou sete anos, como o Tarzan”, conta Nuno Virgílio, que tem as chaves do cadeado da porta principal, enquanto mostra todas as zonas do velho cinema. Quanto à recuperação do Império, não tem dúvidas. “Valia mais ir abaixo, com estas condições não serve. Penso que mais vale construir um de raiz. Acho que as paredes estão muito degradadas, que não valerá a pena”, conclui.

 

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 7 de Maio de 2010

Investidor desiste de lote da zona industrial do Couço envolvido em litígio

 A disputa que a Junta de Freguesia do Couço mantém com a Câmara de Coruche pela posse do lote 26 da zona industrial da freguesia, no qual está inserido um poço que durante anos abasteceu de água a freguesia, levou o investidor que adquiriu o lote, a desistir dessa parcela e a fazer à câmara uma proposta pelo lote 10 da mesma zona industrial.

O empresário pretende construir um supermercado mas toda a confusão que envolve a posse do lote onde está o poço contribuiu para atrasar o investimento em cerca de um ano. Isto apesar do promotor se ter comprometido a manter o espaço do poço intacto.

A Junta do Couço não foi sensível a esses argumentos e interpôs uma providência cautelar para travar o negócio mas o Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria veio negar as pretensões da junta no início de Março. Ainda assim prossegue em tribunal o processo no qual a Junta do Couço reivindica a posse do lote como sendo uma estrutura do domínio público, património histórico da freguesia.

A proposta de compra do lote 10 por parte do investidor foi aprovada na reunião de câmara de dia 14 e custou ao empresário 1.549,92 euros, resultantes de um euro de custo por metro quadrado. Segundo informação camarária, o investidor pretende ocupar 400 metros quadrados com área coberta. Terá ainda de repetir o procedimento burocrático de apresentação do projecto do supermercado para o novo lote.

Com o lote liberto, os vereadores da CDU Ortelinda Nunes e Rodrigo Catarino apelaram ao entendimento entre autarquia e Junta do Couço. Sugeriram ainda que a junta possa ter preferência na aquisição do lote.

O presidente da Câmara de Coruche duvida que a Junta do Couço venha a fazer uma proposta de compra de um lote que reivindica ser seu em tribunal. Ainda assim, Dionísio Mendes (PS) refere que a venda do lote será publicitada e que a Junta do Couço terá preferência caso avance com alguma proposta.

Segundo o presidente da Junta do Couço, as instalações têm várias décadas de existência, como provam os marcos que delimitavam o terreno, colocados pela junta em 1937, entretanto arrancados. Por isso, lamenta que a câmara não tenha respondido a sete ou oito ofícios enviados desde 2005, altura em que foi constituída a zona industrial e os lotes, incluindo o lote 26.

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

Troféu Yamaha acelerou em Salvaterra de Magos

Quinze dias após a abertura de temporada na carismática pista dos “Dois Buracos”, no Couço, o Troféu Yamaha esteve noutra das suas paragens tradicionais, a ribatejana vila de Salvaterra de Magos

 

 

 

Depois da prova do Couço, a animação do Troféu Yamaha passou por Foros de Salvaterra, numa pista bastante mais curta mas muito espectacular. Com cerca de 1500 metros de perímetro, este traçado, desenhado pelo piloto Paulo Cardoso, acabou por concentrar bastante a acção, um aspecto importante para que o público presente pudesse ter um contacto muito directo com a acção que se desenvolveu na pista.

A chuva foi uma das presenças menos desejadas, que marcou as corridas ao longo de todo o domingo, ameaçando mesmo a realização das últimas duas. Com a ajuda de máquinas e muito trabalho entre mangas, as condições do traçado foram se mantendo praticáveis, numa clara demonstração da excelente qualidade da organização deste Troféu Yamaha.

Ao longo de todo o dia e mesmo com algumas paragens devido à chuva que teimou em acompanhar todos os intervenientes de forma quase constante, as corridas confirmaram o bom nível técnico dos mais rápidos no Couço, revelando igualmente novos vencedores em algumas das classes mais animadas. A reservada às motos de 250cc promete lutas constantes até ao final do troféu, o mesmo se passando com as 700cc e 450cc no que diz respeito às moto 4. Antes de rumar a Coruche, onde se realiza a terceira etapa desta época, o Troféu Yamaha demonstrou mais uma vez a sua popularidade ao atrair algumas dezenas de pilotos ao Ribatejo, acompanhados por um sempre apaixonado público local, que nem com a chuva deixou de marcar presença.

Entre os Infantis/Iniciados, depois de ter conseguido o melhor tempo nos treinos, Bruno Valentim, que também participou na corrida de Moto4, não conseguiu ter a moto a tempo na grelha de partida, pelo que não participou na corrida. A vida ficou facilitada para aos seus companheiro da categoria. Esta corrida foi quase uma cópia da primeira corrida do Couço, com André Sérgio a mostrar um grande empenho na pilotagem da sua PW50 mas sem moto para contrariar as prestações de Guilherme Cardoso, aos comandos de uma mais potente TTR110.Rodrigo Luz, com uma condução muito regular, garantiu um 3º lugar.

A classificação da Classe 250cc Motos não reflectiu o que se passou em pista, pois Pedro Carvalho, vencedor da corrida, foi desclassificado no final por se ter inscrito numa classe para amadores. Assim, embora em pista este piloto tenho feito um excelente trabalho de recuperação ao longo de toda a prova que o colocou no primeiro lugar, a vitória acabou por ser entregue a Pedro Garcia, um piloto que arrancou bem e manteve o primeiro lugar ao longo de grande parte da prova. O segundo posto pertenceu a Telmo Marques e no lugar mais baixo do pódio ficou João Eleutério.

A última corrida de duas rodas do dia juntou três classes, que lutaram em pista para a definição de três pódios diferentes. A partida foi feita faseadamente com os Pilotos Oficiais a saírem na frente. Luis Ferreira conseguiu o “hole shot”, tomando a dianteira da corrida durante as primeiras voltas, esforço que se viria a demonstrar infrutífero perante o ataque de Luís Ferreira. Este piloto tomou a dianteira na terceira volta para nunca mais a deixar impondo um ritmo que nenhum outro piloto acompanhou.

Entre os pilotos da classe 450cc Motos, João Silva teve papel semelhante, saltando para a dianteira para impor um ritmo imparável que o levou mesmo a passar pilotos Oficiais. Atrás dele, Luís Agostinho controlava a sua distância para Sérgio Simões, que terminou a corrida no terceiro posto. Entre os veteranos Eduardo Guerreiro destacou-se, deixando Manuel Tomé e Paulo Santos numa interessante luta até meio da corrida que iria definir o segundo e terceiro lugar respectivamente.

Acção nas Moto4

A primeira corrida da tarde foi a dos mais jovens pilotos de Moto4, uma corrida que desperta sempre bastante interesse pelo empenho que os pequenos lobos colocam na pilotagem das suas máquinas. Nos treinos, Tomás Clemente garantiu o melhor tempo, mas o nervosismo da partida levou a que virasse o seu YFM250R na primeira curva e perdesse muito tempo para os seus dois principais adversários. Quem aproveitou bem foi Henrique Alves, que saiu para a frente e ganhou a corrida sem dificuldade. Clemente ainda se aproximou de Bruno Valentim, com quem lutou durante umas voltas, mas nova queda no final da corrida ditou que ficasse com o último lugar do pódio.

A classe de Utilitários manteve o mesmo figurino da primeira prova, com apenas dois pilotos em pista. Jorge Neves e Joaquim Escoval voltaram a debater-se em pista, com resultados iguais aos da primeira corrida. Contudo, desta feita, Joaquim Escoval mostrou-se em melhor forma, tendo dado luta ao longo de quase toda a corrida. Jorge Neves teve o cuidado de garantir o primeiro lugar desde o início da corrida, tendo apenas gerido a posição.

Com a entrada em pista das classes Moto4 250cc, 350cc, 700cc, começaram as corridas reservadas aos mais rápidos. Nas 250cc, foi Guilherme Santos quem assumiu de imediato a primeira posição e nunca mais ninguém viu o rápido piloto. Leonel Gomes foi segundo classificado com o seu Blaster na fase inicial, mas um erro permitiu a ascensão de João Santos ao segundo posto, em que veio a terminar, com Leonel a ter que se contentar com as terceira posição final.

 

Entre os 700cc, a animação foi completa, com Maximino Santos e João Pinheiro a discutirem o primeiro posto até ao final da corrida, com “Super Max” a conseguir suster os ataque do adversário e garantir a primeira vitória do ano numa ronda em que o vencedor da prova anterior, Pedro Serra, acabou rebocado com problemas mecânicos no seu 700. João Cruz foi o terceiro classificado.

Nos 350cc, foi Adilson Teixeira quem repetiu a vitória da primeira prova, mas desta vez com mais companhia em pista na sua classe, mercê das presenças de mais três adversários. Foi João Paiva, que se dividiu entre motos e moto 4, quem terminou na segunda posição e Luís Neves a levar a terceira posição. Com uma grelha bem preenchida, os pilotos da classe 450 Moto4 tiveram a pista só para si. Contudo esta corrida não teve grande história no que aos primeiros lugares diz respeito, já que Paulo Bernardes partiu para a frente com um ritmo endiabrado, seguido de Pedro Loureiro. Estes dois pilotos cavaram um fosso para os restantes gerindo entre eles a distância necessária para garantir a primeira e segunda posição. As lutas mais interessantes decorreram nos lugares mais atrás.

A última corrida do dia juntou as classes de pilotos Veteranos e Oficiais de Motor. Entre os oficiais, Ricardo Carvalho voltou a não dar qualquer hipótese aos seus adversários, mesmo depois de no dia anterior ter participado numa prova de resistência, o piloto arrancou na frente, ganhou distância que geriu até à vitória. Entre os Veteranos, Francisco Quirino serviu-se da mesma receita da primeira corrida e dominou toda a corrida, seguido novamente por Marco Pedroso. António Parreira estreou-se este ano no pódio, com o terceiro lugar.

 

in Lusomotores

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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Disputa pelo lote 26 leva investidor do Couço a optar por outro espaço da zona industrial da freguesia

A disputa que a Junta de Freguesia do Couço está a ter com a Câmara de Coruche pela posse do lote 26 da zona industrial da freguesia, no qual está inserido um poço durante anos que abasteceu de água a freguesia, levou o investidor que adquiriu o lote a desistir e a fazer à câmara a proposta pelo lote 10 daquela zona industrial.

 

O privado pretende construir um supermercado mas toda a confusão gerada pela posse do lote onde está o poço contribuiu para atrasar o investimento em cerca de um ano. Mesmo que no acordo que fez com a câmara se tenha comprometido a manter o espaço do poço intacto.

 

A Junta do Couço não foi sensível a esses argumentos e interpôs uma providência cautelar para travar o negócio mas o Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria veio a negar as pretensões da junta no início de Março. Ainda assim prossegue em tribunal o processo no qual a Junta do Couço reivindica a posse do lote como sendo uma estrutura do domínio público, património histórico da freguesia.

 

A proposta de compra do lote dez por parte do investidor e renúncia ao lote 26 foi aprovada na reunião de câmara de dia 14 e custou ao empresário 1549,92 euros, resultantes de um euro de custo do metro quadrados para a área de 1549,92 metros quadrados. Segundo informação camarária o investidor pretende ocupar 400 metros quadrados com área coberta. Terá ainda de repetir o procedimento burocrático de apresentação do projecto do supermercado para o novo lote.

 

 

Mais detalhes da notícia na próxima edição semanal de O MIRANTE.

 

in O Mirante

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Quinta-feira, 18 de Março de 2010

Moção apela a reforço de efectivos no posto do Couço

A Assembleia Municipal de Coruche voltou a reclamar mais segurança para o concelho com o reforço do número de efectivos e de meios ao seu dispor, incluindo na moção aprovada a solicitação de que o posto da GNR do Couço seja reaberto 24 horas por dia.

A proposta foi aprovada com 16 votos a favor (8 CDU, 6 PS e 2 MIC), um voto contra do PS e 11 abstenções (10 PS e 1 PSD). O presidente da Junta do Couço, Luís Alberto Ferreira que leu a moção, lembrou que na sua freguesia o posto da GNR foi transformado num serviço intermitente que funciona das 09h00 às 16h00, mas que muitas vezes está encerrado e sem qualquer pessoal da guarda. Em 2002 e 2006 a população do Couço manifestou-se, através de abaixo-assinados, pelo reforço de meios.

 

in O Mirante

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