Quarta-feira, 14 de Setembro de 2011

Alojamento de famílias ciganas gera contestação em Alcobaça

A Câmara de Alcobaça realojou a família de etnia cigana, que há mais de 30 anos vivia em barracas no terreno junto ao novo Centro Escolar, em três apartamentos em diversos pontos da cidade. Uma solução que à partida é de cariz temporário, encontrada depois de diversas tentativas de instalar as 14 pessoas (oito adultos e seis crianças) noutros espaços – goradas ou pela contestação dos populares ou pela impossibilidade de construir em terrenos da autarquia que se encontram em área de Reserva Ecológica Nacional –, mas que permite a abertura do estabelecimento escolar já no próximo dia 15 de Setembro.


Os três apartamentos escolhidos localizam-se junto à Casa do Povo, Estádio Municipal e Centro Histórico. E é precisamente neste último alojamento que parece estar o problema. Em menos de uma semana três protestos em frente ao edifício da Câmara (realizados 30 de Agosto, 1 e 5 de Setembro) deram conta do descontentamento de alguns moradores e comerciantes do centro histórico da cidade. E se na rua o número de contestatários foi reduzindo de manifestação para manifestação, nas redes sociais o debate foi aguerrido e deu azo a críticas, acusações e muitos insultos.


No evento criado no Facebook e intitulado “Protesto Indignado da População de Alcobaça”, que pretendia mobilizar para uma manifestação junto aos Paços do Concelho na passada segunda-feira, misturam-se ‘vozes’ de alcobacenses e forasteiros, militantes de diversos partidos e até do advogado da família em causa. E há centenas de comentários com as mais diversas posições.


Há quem defenda a família e se diga “chocado com a quantidade de pessoas que consegue manifestar tanto preconceito”. Quem ache “assustador como conseguem ser tão desumanos com um grupo de seres humanos, repito, seres humanos, sem fazerem ideia do que é ser castigado pela xenofobia histórica que esta gente sofre, continuando ainda hoje a serem fechadas portas de oportunidades bem como a sofrerem humilhações sem dó nem piedade”. E há quem questione quantas pessoas dariam oportunidade de trabalho aos membros da família cigana em causa. Há até membros da etnia cigana que admitem que alguns dos seus pares abusam, mas questionam se “não há pessoas bem piores que os ciganos”.


Há os que preferem não tomar posição e apelam ao bom senso. Os que sensibilizam para que não haja violência. Que dizem que os alcobacenses devem “ser imparciais e práticos a resolver estes problemas no futuro e não perder tempo com teorias… O nosso concelho tem 18 freguesias e apenas existem problemas, que eu saiba, com a etnia cigana em Alcobaça e Aljubarrota”.


Muitos dos comentários são solidários com o protesto. Há quem chegue a mostrar-se disponível para ir a Alcobaça “ajudar no que for preciso”. Há quem fale do “povo cigano que não faz nada em prol da cidade, peço desculpa… arranjam confusão, roubam, etc etc” e de “ameaças anónimas”. Alerta-se para o sentimento de insegurança que grassa pela cidade, diz-se que as pessoas de etnia cigana “não cumprem os deveres de qualquer cidadãos”, mas são os primeiros a reclamarem os seus direitos.


E diz-se também que a população de Alcobaça está “indignada e revoltada contra a sensação de impunidade que alguns têm em matérias de segurança, de pagamento de impostos, de cumprimento de regras e deveres a que acresce a sensação geral de privilégios obtidos, quer na atribuição de casas, quer de benefícios monetários, tal como rendimento mínimo”.


As acusações e críticas sobem de tom quando se pede que “haja pessoas como o Nicolas Sarkozy com umas costelas do Jean-Marie Le Pen à mistura a ver se põem ordem nisto”, recordando o que se passou recentemente em França, de onde foram expulsos muitos ciganos romenos.

Autarquia diz que compreende, advogado diz que é “xenofobia pura”

 

À Gazeta das Caldas o presidente da autarquia alcobacense, Paulo Inácio, explica que a família foi dividida por uma casa que a Câmara já possuía e por outras duas “subarrendadas em contexto de habitação social”. Uma solução aprovada por unanimidade em reunião de executivo camarário e que dá seguimento a um compromisso que tinha sido assumido já pelo executivo de Gonçalves Sapinho.


Paulo Inácio falou com os manifestantes e acredita que não há razão para alarme. “Até compreendo, mas tivemos a preocupação de espalhar os elementos da família, para não criar guetos”, diz.


Já o advogado da família cigana, Adelino Granja, diz que “não existe qualquer fundamento para este protesto”, que diz ser “racismo e xenofobia pura”.


Garantindo que “não há nada de antecedentes criminais” na família em causa, Adelino Granja salienta que se trata de “homens e crianças que nasceram em Alcobaça e aqui estão registados”. E “como qualquer pessoa carenciada neste país, têm acesso às ajudas sociais, independentemente da sua etnia”.


Dizendo que felizmente a família não tem acesso à Internet, pelo que não sabe de tudo o que lá é dito, o advogado lamenta que o protesto seja contra o alojamento “de um casal jovem com uma criança deficiente no centro histórico” da cidade.


Quanto ao teor das mensagens que se podem ver no Facebook, Adelino Granja acredita que “estão envolvidos membros do Partido Nacional Renovador”, o que diz provar-se facilmente por comentários como “tudo pela nação, nada contra a nação”.


“Muitas das pessoas que se manifestaram devem estar a sentir-se usadas pois estão a ser manietadas por pessoas de etnias partidárias, com o intuito de levarem por diante os seus propósitos racistas e xenófobos”, diz o advogado.


As famílias foram mudadas para os apartamentos em finais de Agosto. De acordo com o advogado, dentro de seis meses, e caso não seja encontrada uma solução definitiva para o seu realojamento, serão feitos contratos definitivos de alojamento. O assunto deverá em breve ser debatido na Assembleia Municipal, onde já provocou celeuma na sessão de Junho passado.

 

Joana Fialho
jfialho@gazetacaldas.com

 

 

in Gazeta das Caldas

 

 

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Quarta-feira, 29 de Junho de 2011

“Colombo” - Quatro feridos em tiroteio entre ciganos

Quatro feridos em tiroteio entre ciganos
O "funcenter", parque de diversões do Colombo transformou-se ontem à noite no centro do terror com toda a gente a fugir ao tiroteio DR

 

Um tiroteio no Centro Comercial Colombo, em Benfica, Lisboa, provocou na noite de sexta-feira quatro feridos. Dois dos feridos já tiveram alta, e dos outros dois, um foi sujeito a uma intervenção cirúrgica está estável e no "recobro".


Seriam por volta das 22h30 horas, quando um grupo se envolveu em confrontos utilizando armas de fogo, numa zona concorrida do centro comercial Colombo, o chamado espaço Funcenter. Terá sido, de acordo com fonte da PSP, uma desordem entre indivíduos de etnia cigana.

O alerta terá chegado através de várias chamadas efectuadas para o número de emergência 112, tendo a PSP feito deslocar de imediato para o local as suas patrulhas.

 

Do incidente resultaram ferimentos de bala em quatro pessoas, que foram transportados para os hospitais São Francisco Xavier, Santa Maria e Amadora Sintra.

 

Dois dos feridos já tiveram entretanto alta, sendo que no Hospital Francisco Xavier, encontra-se ainda sob observação. No hospital de Santa Maria, outro dos feridos foi sujeito a uma intervenção cirúrgica, encontrando-se de momento no serviço de Observações em recobro, sendo o prognóstico do seu estado de estável.

 

O porta-voz da PSP revelou que até ao momento não procedeu a nenhuma detenção e que o caso foi entregue à Polícia Judiciária que procederá às investigações necessárias para o apuramento dos factos e identificação dos responsáveis.

Desconhece-se ainda também as razões do desencadear dos confrontos no grupo.

 

in RTP1

 

Quatro feridos em tiroteio no Colombo
 
Desacato entre elementos de etnia cigana lançou o pânico no maior centro comercial de Lisboa. Quatro pessoas foram baleadas.

Segundo o i e a TVI24, a troca de tiros ocorreu cerca das 22h30 de sexta-feira no FunCenter, numa altura em que o espaço de diversões estava repleto de crianças e adolescentes, enquanto famílias jantavam no espaço de restauração adjacente. O tiroteio causou uma onda de pânico, lançando os clientes do centro comercial em fuga.

Pelo menos quatro pessoas foram baleadas e transportadas para vários hospitais lisboetas. O caso mais grave é o de um homem de cerca de 40 anos que foi atingido numa artéria femoral.

De acordo com a PSP, o incidente ocorreu entre membros de etnia cigana. Não foram realizadas detenções até ao momento e a PJ investiga o caso.

in SOL

 

 

 

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Quarta-feira, 20 de Abril de 2011

Compras fora de horas...

Gatunos apanhados em flagrante

Uma patrulha da GNR de Coruche deteve em flagrante dois indivíduos a furtar num supermercado à entrada da vila, na madrugada de segunda-feira, 18 de Abril.

Os homens, de 33 e 45 anos, já tinham carregado o carro em que se deslocavam e preparavam-se para fugir das instalações do Intermarché quando foram surpreendidos pelos militares, por volta das 00h15.

Dentro da viatura, tinham já várias ferramentas – casos de uma planadora e um compressor – e diversos bens alimentares, cujo total foi avaliado em cerca de 1.000 euros, disse ao nosso jornal fonte do Comando da GNR de Santarém.

Os detidos, de etnia cigana e residentes no concelho de Coruche, já foram presentes a um juiz de instrução criminal, que os constituiu arguidos e mandou o processo baixar a inquérito.

Outras notícias que lhe podem interessar

 

in O Ribatejo

 

 

Ninguém compreende estes senhores que por trabalharem até tão tarde quando chegaram ao marché já estava fechado. Primeiro pensarem ir-se embora, mas depois viram umas coisas desarromadas e entraram para que os funcionários, depois de manhã não tivessem com trabalho.

Segundo consta, quando chegou a GNR, estavam a "arrumar" um compressor, uma extensão para depois quem comprasse o compressor não tivesse de arrancar a tomada da parede, duas caixas de chocos de dez quilos cada, para fazer umas espetadas para o almoço dos empregados do marché e depois seis caixas de bolos para adoçar a boca dos afortunados.

 

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Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Quando já nem os bombeiros são respeitados.....

Bombeiro de Almeirim agredido dentro do quartel

O adjunto do comando dos bombeiros voluntários de Almeirim, Telmo Ferreira, foi agredido por dois indivíduos de etnia cigana dentro do quartel, enquanto socorria um alegado familiar dos agressores, na quarta-feira, 9 de Fevereiro.

O bombeiro teve que ser assistido no Hospital de Santarém, de onde teve alta no próprio dia.

Segundo conseguimos apurar, a vítima era um idoso que se queixava com falta de ar e foi levado ao quartel por um grupo de pessoas que residem no mesmo acampamento ilegal próximo da zona industrial, em terrenos da Quinta da Alorna.

Os bombeiros deram início às manobras de socorro dentro de uma ambulância, mas os familiares começaram a exigir o transporte imediato ao hospital.

Um dos agressores desferiu uma cabeçada a Telmo Ferreira dentro da ambulância, ao passo que o segundo agrediu-o já fora da viatura. Ambos foram detidos pela GNR de Almeirim e levados para o posto.

“Vamos garantir todo o apoio ao bombeiro agredido na queixa que vai apresentar porque situações destes têm que ir até às últimas consequências”, disse ao nosso jornal Pedro Ribeiro, presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Almeirim, acrescentando que a instituição “já solicitou informações sobre todos os procedimentos legais a seguir de forma a garantir a segurança dos nossos elementos, em situações semelhantes em que nos seja solicitado o socorro”.

 

 

in O Ribatejo

 

 

Adjunto de comando dos Bombeiros de Almeirim agredido dentro do quartel

O adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários de Almeirim teve que ser assistido no Hospital de Santarém depois de ter sido agredido por dois indivíduos dentro do quartel. Telmo Ferreira estava a assistir um idoso com falta de ar que foi levado ao quartel por um grupo de pessoas que vivem num acampamento perto da zona industrial da cidade, quando um homem entrou dentro da viatura e lhe desferiu uma cabeçada. Posteriormente foi agredido já no exterior por outro homem.

 

 

A situação ocorreu esta quarta-feira por volta das 17h00. A GNR foi chamada ao local e deteve os dois agressores que foram levados para o posto local. O comando da corporação já fez saber que vai apresentar queixa. O idoso que estava a ser assistido acabou por ser transportado ao hospital.

 

in O Mirante

 

 

 

"A Palavra dos leitores "

 

Adjunto de comando dos bombeiros de Almeirim agredido no quartel quando prestava assistência a um homem

   

Como é que nós vamos ter vontade de socorrer o próximo se nos acontecem coisas destas? Se o senhor que o adjunto estava a socorrer tivesse morrido como iria ser? Era o adjunto que iria ficar no banco dos réus? Estes senhores que agrediram o meu camarada não merecem nada. Força amigo Telmo, rápidas melhoras!

 

João

 

Falta acrescentar à noticia que o homem que estava a ser assistido, certamente bem e sem qualquer tipo de descriminação, assim como os agressores do bombeiro, são de etnia cigana. Como comentário quero dizer que não são os ciganos que são discriminados. somos nós os que não somos ciganos. Qualquer dia também seremos uma minoria étnica sem dinheiro para comer por causa dos impostos que nos sacam. Se isso acontecer, depois essa etnia "maioritária" certamente não irá pagar para que nós possamos ter acesso gratuito aos serviços essenciais e a subsídios como agora acontece. E eu que até não sou totalmente contra.

 

Fernando Bento

 

Enquanto forem atribuídos apoios sociais a esta "minoria" e enquanto o povo for sereno tudo se mantém na mesma. É lamentável ver o recinto do mercado mensal ser transformado em estendal e é lamentável ver as bocas-de-incêndio a correr agua de dia e de noite na zona industrial quando os preços da mesma aumentaram de modo significativo no concelho nos últimos tempos. Lamentável também é o aumento do roubo de animais de criação (coelhos, galinhas e até porcos) na zona de Almeirim. Por ultimo é de lamentar um elemento de uma corporação de bombeiros ser agredido quando estava a exercer as suas funções. Tudo isto é o espelho de uma "minoria" que está a ser engordada à base de subsídios onde a preguiça é o valor mais alto.

 

Nuno da Cruz Marecos

 

in O Mirante

 

 

 

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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Polónia - Restaurantes fechados a ciganos

 

“Menu só para polacos”, é o título do Gazeta Wyborcza, descrevendo que diversos restaurantes da cidade de Poznań se recusam a servir ciganos.“Os ciganos chegam em grupos e geram o caos. Espalham confusão”, justifica-se Klaudia Lopez, proprietária do restaurante Cuba Libre. A proibição é inconstitucional, mas a polícia rejeitou uma reclamação formal da organização local de ciganos. O ministro do Interior planeia enviar mediadores a Poznań, para encetar um diálogo entre ciganos e proprietários de restaurantes. “Todos os dias se dão casos de agressão contra ciganos na Polónia [o número estimado é de 35 mil]. Em Varsóvia e Lublin, somos postos fora das lojas. Em Bytom, ocorreram ataques brutais contra ciganos”, conta Roman Kwiatkowski, cofundador da associação cigana polaca. E acrescenta que “nenhuma outra minoria na Europa é tão discriminada como os ciganos. A sua situação começa a assemelhar-se à dos judeus antes da II Grande Guerra.”

 

 

 

in Presseurop

 

 

Não vejo como a situação dos "Ciganos" se assemelha à dos "Judeus". Os Judeus eram organizados, cultos e empreendedores, controlavam o comercio e a banca e era por isso que eram perseguidos: por serem organizados, cultos e facilmente progredirem no sistema bancário e comercial. Os ciganos são precisamente o contrário: comportam-se como parasitas e desordeiros.   "Alguém poderá receber de braços abertos quem só nos atira pedras ?". Os ciganos são "descriminados" porque onde estão são uma ameaça! São uma ameaça á segurança física das pessoas, são uma ameaça à saúde pública e são uma ameaça aos bens de todos nós porque onde podem metem a mão. Como não trabalham por conta de outrem tudo o que é ilegal é com eles e isso é o que os tem safado, o autismo das autoridades, a tolerância a troco de serem "uma minoria". Isto um dia vai acabar, porque estamos todos fartos desta situação. Ninguém gosta de desordeiros, seja de que etnia forem.

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Terça-feira, 18 de Janeiro de 2011

GNR de Abrantes deteve indivíduo com grande quantidade de droga

 

 

A GNR de Abrantes deteve na sexta-feira, 14 de Janeiro, um indivíduo de 27 anos que tinha na posse de 190 gramas de heroína e 147 gramas de cocaína.

Além dos estupefacientes, o suspeito transportava consigo mais de 21 mil euros em dinheiro, 100 francos suíços, vários objectos em ouro, dois telemóveis e um computador portátil, artigos que foram apreendidos pelos militares.

O detido foi interceptado por volta das 15 horas, pela Equipa de Intervenção da GNR de Abrantes, ao volante de um BMW topo de gama, e não possui carta de condução, tendo a viatura sido também apreendida.

O homem, de etnia cigana e residente no problemático bairro de Vale das Rãs, Abrantes, andava já a ser investigado no âmbito de um inquérito em curso por tráfico de estupefacientes.

“Pensamos ter conseguido travar um dos principais abastecedores do mercado da cidade e dos arredores”, disse ao nosso jornal fonte do Comando da GNR de Santarém, tendo em conta “a quantidade apreendida, pois 337 gramas é um número elevado em relação ao que costumamos apanhar nesta zona”.

O detido foi presente no sábado de manhã ao Tribunal Judicial de Abrantes, tendo o juiz determinado que deve aguardar julgamento em prisão preventiva, no Estabelecimento Prisional de Torres Novas.

 

Por João Nuno Pepino

in O Ribatejo

 

 

 

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Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010

Racistas!

Viana do Castelo: Homicida tinha sido libertado depois de outros assaltos

Rouba e mata vizinha à paulada

Há dois meses esfaqueou um homem na rua, em Lanheses, Viana do Castelo, a quem queria roubar dinheiro. O juiz soltou-o, com apresentações periódicas à polícia, mas não parou de assaltar.

 

Maria de Lurdes Ferreira, 70 anos, foi assassinada em casa por um vizinho que queria roubá-la. Paulo ‘Cigano’, o homicida, acabou detido logo após o crime e ontem foi presente ao juiz em Viana

 

Por:Fátima Vilaça

 

E anteontem à noite o homem de 41 anos que o Estado subsidia com o Rendimento Social de Inserção entrou em casa da vizinha Maria de Lurdes Ferreira, de 70 anos, no Lugar de Corredoura, para lhe roubar as poupanças. Acabou por assassinar a mulher à paulada na discussão.

Desta vez foi detido e aguarda julgamento na cadeia, mas a pacata comunidade está chocada e revoltada. "Este crime estava anunciado há muito. Ele não parava de fazer assaltos aqui na freguesia e já tinha vindo pelo menos duas ou três vezes a esta casa para roubar. Não se admite que um homem destes ande por aí à solta", disse ao CM um vizinho de Maria de Lurdes que pediu para não ser identificado por receio de represálias.

"Eles são muito vingativos e aqui ninguém faz nada por medo", referiu, exaltado, outro morador, insurgindo-se contra os actos praticados por vários membros de uma comunidade instalada na freguesia à qual o homicida pertence. O crime ocorreu anteontem à noite, entre as 22h00 e as 23h00, em Corredoura, Lanheses. Paulo ‘Cigano’, como é conhecido na aldeia, saiu alcoolizado do café e tomou a estrada em direcção ao acampamento. Durante o percurso, parou na casa de Maria de Lurdes e decidiu entrar para lhe roubar dinheiro. Mas a mulher terá resistido, e os dois envolveram-se num confronto. Paulo muniu-se de um pau e desferiu vários golpes na cabeça da mulher, até à morte.

Fugiu a pé sem levar nada, deixando a vítima no chão da casa, a esvair-se em sangue. A GNR deteve-o pouco depois, já no acampamento. Ontem, o juiz do Tribunal de Viana decretou a prisão preventiva. O cadáver de Maria de Lurdes é hoje autopsiado no IML de Viana co Castelo. O funeral da mulher é às 15h00 na Igreja de Lanheses.

 

QUEIXA NA GNR PODERÁ TER MOTIVADO CRIME

Os vizinhos acreditam que a mulher foi morta por ter apresentado queixa por roubo, na GNR, contra o homicida, há cerca de duas semanas. "Ele ameaçou-a de que se ia vingar por ela ter feito queixa dele, quando ele lhe roubou 60 euros", disse ao CM uma vizinha. A mesma mulher contou que na altura do roubo Maria de Lurdes ainda tentou fugir, mas Paulo agrediu-a. "Deu-lhe umas bofetadas e arranhou-a toda. Ainda andava com a cara negra", referiu a amiga.

Mas não foram estas as únicas vezes que Paulo roubou dinheiro a Maria de Lurdes. Há poucos meses, a mulher ficou sem 500 euros. "Ele entrou ali e obrigou-a a dar--lhe o dinheiro todo que ela tinha em casa. Foram 500 euros", adiantou a mesma mulher. Para se proteger, Lurdes mandou colocar grades em todas as janelas da casa.

 

"A CARA ESTAVA DESFIGURADA. METIA MEDO"

"Nunca se viu nada assim por aqui. Ela estava com a cara tão desfigurada que não se podia sequer olhar para ela. Metia medo", disse ao CM, ainda chocada, Olívia Rio, 74 anos, vizinha e amiga de Maria de Lurdes. A mulher não conseguiu parar de chorar desde que soube da morte trágica da amiga, que passou o Natal em sua casa, já que vivia sozinha. "Quando me contaram fiquei doente. Tive de vir logo para cá", referiu a mulher, inconformada com o crime. "Triste fim ela teve. Não bastava ter-lhe roubado dinheiro das outras vezes, ainda teve de a matar", rematou, com a voz embargada pelas lágrimas.

 

in Correio da Manhã

 

 

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Domingo, 12 de Dezembro de 2010

Abandonam ladrão morto no hospital

P. Varzim: Carlos Silva morreu electrocutado

 

Referenciado há muito pelas autoridades por furtos de cobre, Carlos dos Santos Silva, de 33 anos, recusava-se a abandonar a vida do crime. Ontem de madrugada, durante mais um furto, o homem acabou por morrer electrocutado num poste de alta tensão.

 

Por:Ana Isabel Fonseca

Cerca de duzentos familiares de Carlos estiveram ontem no Hospital dae Póvoa de Varzim

O cadáver da vítima foi abandonado por dois amigos à porta do Hospital da Póvoa de Varzim. Os colegas fugiram, de imediato, sendo que a carrinha furtada onde transportaram Carlos viria a ser encontrada horas depois.

A PSP da Póvoa de Varzim não conseguiu, até ao momento, identificar o local onde o acidente teve lugar. No entanto, as graves queimaduras que a vítima tinha em todo o corpo não deixam dúvidas quanto ao facto de o homem ter sofrido uma violenta descarga eléctrica.

Tudo terá acontecido por volta das 00h30, quando os três amigos estavam a roubar cobre de postes de alta tensão. A certa altura, Carlos ter-se-á desequilibrado, agarrando-se aos cabos. Acabou electrocutado, sofrendo uma queda de vários metros de altura. Os cúmplices colocaram-no na carrinha Toyota Corolla, de caixa aberta, e deixaram-no à porta do hospital.

Os médicos tentaram ainda reanimar a vítima, mas Carlos estava já em paragem cardíaca e tinha um ferimento profundo na cabeça, que terá sido originado pela queda.

Os bancos da carrinha, que foi apreendida pela GNR da Póvoa de Varzim, estavam completamente ensanguentados, pelo que as autoridades irão agora analisar o sangue de forma a perceber se pertence apenas a Carlos Silva ou a algum dos cúmplices.

 

MAIS DE 200 FAMILIARES À ESPERA DO CORPO

Mais de duzentos elementos da família de Carlos estiveram, durante todo o dia de ontem, à porta do Hospital da Póvoa de Varzim, à espera de que o corpo da vítima lhes fosse entregue. A família recusou--se a abandonar o local, garantindo que apenas saía do recinto hospitalar quando o cadáver fosse para o Instituto de Medicina Legal.

Quanto aos amigos que ajudaram o ladrão no furto, as autoridades policiais ainda não os conseguiram identificar. Os dois homens abandonaram o amigo junto às Urgências do hospital, colocando-se de imediato em fuga para parte incerta. Também nenhum dos doentes e médicos que se encontravam de serviço conseguiram ver as caras dos cúmplices de Carlos.

 

 

in Correio da Manhã

 

 

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Terça-feira, 2 de Novembro de 2010

‘Inclusão social das comunidades ciganas’: “Continuamos de costas voltadas”

Portugal continua de costas voltadas para a única minoria que existe no país. Esta é a conclusão que a investigadora Maria José Casa-Nova, que estuda a comunidade cigana, lançou no seminário sobre ‘Inclusão social das comunidades ciganas’, que decorreu durante a manhã de ontem na Universidade do Minho.

Inserido na visita de dois dias ao distrito do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI), o seminário serviu ainda para a apresentação dos projectos ‘Recria’, ‘Vamos construir pontes’ e para falar da experiência do Programa Escolhas em Braga.

As pessoas da comunidade cigana, que é originária da Índia, são consideradas como “os estranhos próximos que se pretende manter socialmente distantes”, referiu a investigadora. Perante este cenário, para Maria José Casa-Nova é preciso desenvolver processos de “desexclusão”, porque pode haver pobreza sem exclusão social e exclusão social sem pobreza, que é o caso das comunidades ciganas”.

Na sociedade de hoje pretende--se que as pessoas de etnia cigana frequentem a escola com bom sucesso, mas mantendo a sua cultura. Por isso, “o trabalho de inclusão da diferença passa pelo papel de políticas sociais e educativas públicas, das escolas, da habitação, do mercado de trabalho, das instituições pertencentes à sociedade maioritariamente e dos técnicos que trabalham próximos desta comunidade, da mediação intercultural e o papel do estudo de contextos sociogeográficos mais inclusivos da diferença”.

Mas o papel dos sujeitos-actores pertencentes aos dois grupos socioculturais e o trabalho do conhecimento intercultural e de construção da relação não
hierarquizada também são importantes.

“Bairros étnicos dão razão à exclusão social”

Já em tempo de debate, o presidente da BragaHabit, João Nogueira, lançou algumas questões pertinentes. “O português não é xenófobo nem racista e até procura estabelecer laços. Ao contrário já é mais difícil”, atirou aquele responsável, lembrando que “são mais racistas no interior da comunidade cigana do que os portugueses em relação a eles”. E deixou a pergunta no ar: “a nível de arrendamento da habitação, a lei do país não se sobrepõe à lei da comunidade cigana?”.

Uma professora, por sua vez, lamentou o facto de alguns professores, que estão em escolas onde há crianças de etnia cigana e que foram lá colocados por supostamente serem mais sensíveis e capazes de lidar com esta realidade, serem “preconceituosos”. Edeixou o repto aos estudantes, futuros professores: “quando chegarem à escola mudem. Vê-se muita coisa feia na sala dos professores. A escola tem um papel importantíssimo nesta área”.

A investigadora Maria José Casa-Nova, sobre a questão dos bairros sociais, referiu que “é uma política errada”. E justificou: “os bairros construídos para as etnias minoritárias dão razão à exclusão social. Bairros étnicos nunca e em Braga temos o exemplo do bairro do Picoto, onde 100% dos habitantes são de etnia cigana e isso é lamentável”.

Inclusão social para além dos projectos

O trabalho de inclusão social demora muito tempo, por isso, o que falta é continuar os projectos e encontrar um fio condutor. Esta é a conclusão da visita de dois dias da alta comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural, Rosário Farmhouse, ao distrito de Braga.
Esta foi a primeira actividade do Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural (ACIDI) no Norte.

“O nosso objectivo é pôr em prática o princípio da proximidade, encurtar distâncias para responder e conhecer melhor, mas também levar algumas preocupações e alegrias, que durante esta estadia têm sido muitas”, começou por frisar a alta comissária. E acrescentou: “temos que dar maior continuidade ao trabalho que vamos fazer. É um intercâmbio de energia. Vimos trazer algum apoio no que for necessário, mas também incentivar aquilo que vai sendo feito e que aqui é feito de forma muito interessante e positiva. Talvez com pouca visibilidade”.

“Caminho longo que se tem que fazer em conjunto”

Durante os dois dias, Rosário Farmhouse, viu in locco “boas práticas de inclusão social nas comunidades ciganas, mas também nas comunidades de imigrantes. E há exemplos de escolas, turmas e associações que têm feito a diferença na vida destas pessoas”.

A alta comissária foi peremptória: “Braga está no bom caminho. Tive oportunidade de visitar uma turma de Programa Integrado de Educação e Formação (PIEF), e vi jovens com sonhos de futuro e a trabalhar para isso. Acabaram por perceber que a escola não é uma ameaça à sua identidade mas uma ferramenta para o futuro e até para melhor defenderem a sua identidade”.

E a responsável pelo ACIDI foi mais longe: “temos um caminho longo a percorrer e que tem que ser feito em conjunto, num equilíbrio entre os direitos e os deveres. Com muita persistência de parte a parte certamente muitos frutos virão e já se vão vendo alguns aqui no distrito de Braga”.

 

autor Patrícia Sousa

in Correio do Minho

 

 

O problema destes "estudiosos" é que caem de "para-quedas nesta realidade" e depois tiram da cartola umas conclusões "brilhantes"......

 

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Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010

INSEGURANÇA EM ABRANTES - Intervenção pública de Fernando António Dias Correia

Recebi por mail, a seguinte mensagem que transcrevo. Foi apresentada na Assembleia Municipal pelo Mestre Fernando Correia deficiente auditivo instrutor, professor de Judo e osteopata conhecido por toda a cidade, um homem com coragem.
Eu tenho filhos que saiem à noite com os amigos e também já tiveram destes problemas (sem consequências, felizmente). Apoio e subscrevo tudo o que foi dito.

Neste BLOG pode saber-se mais sobre o Mestre Fernando Correia

"Caríssimos Abrantinos:
Senhora Presidente da Câmara, Senhores Vereadores:
Senhor Presidente da Assembleia Municipal:
Sua Excelência,
Sr. Ministro do Governo, aqui presente,
Dr. Jorge Lacão:

_____________________________________________________
O Terror instalou-se em Abrantes:

Devo dizer que como surdo-profundo, não me foi fácil perceber a realidade do que se passa nesta cidade, antes de ter mergulhado nela.

Enquanto todos sabem e comentam, as necessidades especiais de comunicação que tenho, que obrigam o interlocutor a escrever num papelinho a sua comunicação, eu pouco sabia…

… até que o meu filho Hugo foi vitima de espancamento, ameaças de morte, extorsão, destruições nos seus bares e perseguição constante para entregar uma mala com dinheiro e um carro…

Não tenho nada contra os ciganos, porque sei que os há bem formados, com licenciaturas e uma vida normal de trabalho, e com boa integração na vida social.

Acontece que, em Vale de Rãs, Abrantes, existe uma comunidade cigana que alberga um grupo de criminosos que aterroriza toda a cidade.

Pois foram estes que cercaram o meu filho, junto de um dos seus bares, cerca de 15 a 20 delinquentes, exibindo armas, e lhe bateram, e… pasme-se… até o avisaram de que se contasse ao pai, eu que estou aqui presente, quase com 65 anos de idade," lhe cortavam as orelhas e o matavam"…

Pois o terror instalado na mente do meu filho foi tal que, nada me contou, saindo da cidade, em férias antecipadas, levando a esposa, sem nada lhe dizer.

Vim a saber o que se passava por uma senhora da cidade que ouviu falar e me contou.

Procurei o meu filho, já ele estava em casa; e notei nele um olhar tal que parecia saído do fundo de um poço.

Disse-me que não me queria contar o pormenor de me cortarem as orelhas, mas para eu ter cuidado.

Devo dizer que, no fim da tarde do dia seguinte, numa situação muito perigosa, pois nem a Policia lá vai, fui ao bairro dos ciganos e mandei chamar o chefe do bando, conhecido por Calão; e o Chefe do clã, conhecido por Chico-Cigano; e lhes disse que não se metessem mais com o meu filho, pois qualquer assunto, seja o que for, de futuro, é tratado comigo e não com ele. Se querem problemas, não se metam com ele; metam-se comigo. Pois se se meterem com ele, estão a meter-se comigo e é comigo que qualquer assunto desta natureza tem de ser tratado.

Eu, que já tive 4 Car-Jacking na forma tentada; e, há 5 semanas, uma tentativa de um 5º Car-Jacking; para além me ver na contingência de atacar um gang de 5 ou 6 elementos, que na noite de Lisboa espancava um taxista, libertando este; desarmado mas não desautorizado, pois o bando fugiu…

Eu que tenho a idade com que o meu pai morreu, tenho de superar a Policia.. e quantas vezes… fui a Policia, nesta cidade e noutras em que tive mesmo de salvar a Policia…

…consegui parar a violência sobre o meu filho, mas não a violência que crassa na cidade.

A violência, com mortes, assaltos, roubos, extorsões e espancamentos por motivos fúteis e pura diversão, são uma constante.
Por ora, não há militares, sejam Soldados, Sargentos ou Oficiais a sentirem-se seguros numa visita à cidade de Abrantes.

Mesmo em grupos numerosos, os militares, são provocados, intimidados, ameaçados, e espancados, perante numerosas armas apontadas.

O 2º CMDT dos Páras de Tomar, consta que também foi espancado na cidade de Abrantes.

Policia, Bombeiros, pessoal do INEM, vários empresários da cidade, seguranças e vários cidadãos já foram vítimas de espancamentos, alguns praticamente até o estado de coma.
É óbvio que a Câmara Municipal de Abrantes, se veja preocupada com o possível encerramento do Parque Urbano de São Lourenço, a saída de famílias que já foram vitimas deste grupo, o encerramento de discotecas, e a exclusão da cidade como meio acolhedor para viver, investir e visitar.
Há que tomar medidas.

_____________________________________________________
Propostas:

Levantamento exaustivo de todas as situações, mesmo que passado que seja o prazo para apresentação legal de queixas.
Reunião com os Comandos Militares da Região, para obter um levantamento exaustivo de todos os casos ocorridos, mesmo que sem participação.
Avançar com uma proposta de estado de sítio…

…e pedir ao Governo uma intervenção militar em força, que controle todos os movimentos suspeitos e faça detenções para revistas.
Possível cerco ao bairro onde se acoita o grupo, com uma duração indeterminada de meses e controle de entradas e saídas.
Rusgas minuciosas para encontrar a droga e as armas que traficam e frequentemente exibem; sem nunca serem encontradas pelos GOES.
Escutas a pessoas chave, mas insuspeitas, que podem estar transmitindo informações confidenciais a estes marginais.
Trabalho comunitário obrigatório para quem goza de subsídios de inserção social mas nada faz nem sequer se inscreve no Centro de Emprego.
Controle apertado de todas as situações de gozo deste subsídio.
E que mais?

Arranjem uma sala e um grupo de pessoas interessadas em receber formação para, caso se vejam envolvidas, saberem lidar com estas situações, pois o problema é o medo que se instalou e torna as pessoas ainda mais vulneráveis.
Eu serei o Líder dessa formação.

E que mais? Ficamos por aqui?
Cabe uma palavra ao poder executivo!

Em força, já!...

_____________________________________________________
Assembleia Municipal de Abrantes - 27/09/2010 - Intervenção pública de
Fernando António Dias Correia

 

in Blog "Abrantes e não só"

publicado por portuga-coruche às 07:10
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