Segunda-feira, 26 de Julho de 2010

Incêndio na Brejoeira

Mais de 300 bombeiros combatem sete incêndios em Portugal

No terreno estão ainda 80 viaturas de combate às chamas e uma dezena de aviões

 

Havia sete incêndios activos em Portugal às 14:45, de acordo com a página na Internet da Autoridade Nacional de Protecção Civil. No terreno estavam 336 bombeiros, apoiados por oito dezenas de viaturas e uma dezena de meios aéreos.

 

Em São Gonçalo, concelho de Mesão Frio, distrito de Vila Real, estavam mobilizados 29 bombeiros, sete veículos de combate às chamas e um helicóptero pesado.

Já no distrito do Porto, em Monte Meda, concelho de Gondomar, as chamas estavam a ser combatidas por 59 operacionais, apoiados por 17 veículos e dois aviões bombardeiros pesados.

As chamas estavam também a consumir uma zona de mato em Ermida, Sever do Vouga, no distrito de Aveiro, onde estão 53 bombeiros, 12 viaturas de incêndio e um helicóptero.

No concelho de Póvoa do Lanhoso, distrito de Braga, estava um fogo activo, em Covelas. No terreno estão 20 bombeiros, apoiados por cinco viaturas e um helicóptero.

No concelho de Viseu, o fogo lavra em Pascoal, onde estavam às 14:45 58 bombeiros, 14 viaturas, dois aviões e um helicóptero.

Em Brejoeira, concelho de Coruche, Santarém, um incêndio mobilizava 64 homens, 13 viaturas de combate às chamas e dois aviões.

No concelho de Caminha, Viana do Castelo, um incêndio ardia em Cima. No terreno estava 53 bombeiros e 15 veículos.


in IOL Diário

 

Nesta altura, e conforme o site da ANPC - Autoridada Nacional de Protecção Civil, o fogo já está controlado

 

 

in site da ANPC

publicado por portuga-coruche às 18:05
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Fogo no Frazão

Fogo em Coruche colocou casas em perigo

O incêndio registado domingo em Coruche, na aldeia de Frazão (Lamarosa), já se encontra completamente debelado.

Segundo o comandante dos Bombeiros Municipais de Coruche, este incêndio consumiu cerca de dois hectares de “zona intermédia entre a floresta e o meio urbano, o que colocou em risco algumas habitações onde foi preciso estabelecer um perímetro de segurança”.

Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Santarém, estiveram envolvidos neste incêndio 10 corporações, 51 bombeiros, 14 viaturas e 3 meios aéreos (um avião e dois helicópteros).

Segundo os Bombeiros de Coruche, registou-se ainda outro incêndio florestal, na zona do Monte Branco (Couço), que está já também debelado, não tendo ameaçado zona habitada.

Segundo o comandante Luís Fonseca, este incêndio ocorreu numa zona de difícil acesso para os meios terrestres e foi principalmente combatido por três meios aéreos, pelos sapadores florestais e por alguns meios de corporações do distrito de Évora.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:00
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Segunda-feira, 10 de Maio de 2010

Queres ser bombeiro?

Curso de Bombeiro 2010

 

FICHA DE INSCRIÇÃO

 

in Site da Câmara Municipal de Coruche

publicado por portuga-coruche às 07:05
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Sexta-feira, 16 de Abril de 2010

Bombeiros de Benavente e Samora querem reciclar no quartel

Os Bombeiros Voluntários de Benavente e Samora Correia pediram à câmara municipal a colocação de uma bateria de ecopontos de tamanho médio em cada um dos quartéis.

 

O pedido dos soldados da paz foi aceite pela autarquia que vai ceder os equipamentos aos bombeiros, à semelhança do que fez também com a GNR. Na sequência de um pedido apresentado pelo Núcleo de Protecção Ambiental do Destacamento da GNR de Coruche a câmara disponibilizou duas baterias de ecopontos para servir os postos da GNR de Benavente e Samora Correia.

 

A autarquia aprovou em orçamento para este ano a aquisição de 25 ecopontos para os vários estabelecimentos de ensino do município, mas tem ainda possibilidade de fornecer os recipientes para reciclagem aos bombeiros.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:07
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Terça-feira, 30 de Março de 2010

“90 por cento da sociedade" não aceita os ciganos

Quem o afirma é António Nunes, presidente da Federação Calhim, e ... cigano. Mais uma vez se reflecte o "autismo" perante uma evidência actual: A falta de vontade das comunidades ciganas se integrarem, nomeadamente devido ao carácter agressivo e anti-social com que tratam a população portuguesa.

Ninguém gosta de ser agredido fisica, verbal ou de outro modo qualquer.

Por isso afirmo novamente aquilo que estas associações ciganas negam: O povo reage assim fundamentado no modo como os ciganos agem na nossa sociedade. 

Não é só o que aconteceu recentemente nas escolas, é o que acontece regularmente na Segurança Social, na abordagem que fazem às pessoas da Caritas que são voluntários mas que já foram várias vezes agredidos. É nas situações que se passam um pouco por todo o lado sem que exista um sinal claro de que existe um esforço de aproximação e tentativa de convivência amistosa.

Se um marido passar o tempo a dar "porrada" à mulher a chamar-lhe nomes e a criar conflitos cada vez que se encontram, perguntará: "Porque foge a minha mulher? Será que me acha repugnante?!" Mais ousado seria ainda dizer que o deveria respeitar e amar como marido e que estava em falta por semelhante sentimento de "repugnância". Hipocrisia! ......

Eis o artigo que pode ser consultado no site Fátima Missionária: 

 

 

Pastoral dos Ciganos

 
«Em Portugal são portugueses como os outros»

 

A declaração é de Frei Francisco Sales, director nacional da Pastoral dos Ciganos, referindo-se à etnia cigana

 

Eduardo Santos | FÁTIMA MISSIONÁRIA

 

O mais alto responsável da pastoral cigana no nosso país compreende as vicissitudes desta minoria, lembrando que “há uma história por trás, existe perseguição (não devemos esquecer que outrora foram deportados 800 mil para o Brasil), houve leis que foram feitas contra os ciganos”.

Quanto à posição da Igreja afirmou “o nosso trabalho é procurar desmentir este estereótipo, criar pontes de ligação com a comunidade cigana”.

O director nacional da pastoral é peremptório ao dizer que “a Pastoral dos Ciganos tem uma abertura total, apoia os ciganos e a sua cultura”.

Frei Sales reconhece que há “uma relação conflituosa entre a sociedade e os ciganos em muitos países, mas a União Europeia também está preocupada e a dar mais atenção às suas necessidades”

Enquanto decorria o Encontro Europeu no Montenegro, António Nunes, presidente da Federação Calhim – que congrega as associações de ciganos portugueses – afirmou à agência Lusa em 20 de Março que “90 por cento da sociedade" não aceita os ciganos, "parece que lhes tem repugnância".

Confrontamos Frei Francisco Sales com esta afirmação, ao que nos referiu “possivelmente é um número exagerado, mas devemos interpretar estas palavras como a defesa de uma causa própria, nós enquanto Igreja não pensamos assim. O nosso objectivo centra-se no diálogo, apoio e respeito pela sua cultura”.

 

in Fátima Missionária

 

 

Eis uma notícia que surgiu hoje (31 Março, 4.ª Feira) no Correio da Manhã e que anexo ao post de 3.ª Feira porque vai de encontro ao tema tratado:

 

 

31 Março 2010 - 00h30

Elvas: Corporação atacada já teme sair para ocorrências junto da comunidade

Bombeiros com medo de ciganos

Os Bombeiros de Elvas voltaram a ser

Pedro Galego 
Bernardo Bajuca fracturou um dedo e ficou com vários hematomas
Bernardo Bajuca fracturou um dedo e ficou com vários hematomas

vítimas de agressão durante uma ocorrência. Segundo a corporação, sempre que vão junto da comunidade de etnia cigana são recebidos à "pedrada, a soco e a pontapé". O último episódio, que deixou o comandante, Bernardo Bajuca, com um dedo fracturado, várias escoriações e hematomas, aconteceu quando combatiam um incêndio numa carrinha, no bairro de São Pedro, na madrugada de segunda-feira.

"Assim que chegámos começaram as pedradas. Quando fui buscar umas luvas atacaram-me a soco e acabei por cair. Eram três ou quatro", disse ao CM Bernardo Bajuca, que seguiu directamente da ocorrência para o hospital.

O comandante assegura que os Bombeiros de Elvas estão "receosos" e que "temem cada vez mais sair para as ocorrências". Recorde--se que, durante o mês de Fevereiro, uma explosão num acampamento – que está a ser investigada pela PJ – atirou para o hospital cinco elementos daquela corporação. Dois dias antes, um dos elementos também tinha sido agredido no local. Um elemento da comunidade, ouvido pelo CM, disse que os ânimos se exaltaram na madrugada de segunda-feira "porque os bombeiros demoraram". Ao que o CM apurou, junto de fonte da PSP, tanto as agressões ao comandante, como a origem do incêndio na carrinha estão a ser investigadas. Os alegados autores já estarão identificados.




Pedro Galego

in Correio da Manhã

 

 

 

Então? Sr. António Nunes! O Sr. Bernardo Bajuca e restantes bombeiros quando se recusarem a voltar à comunidade, porque não querem ser novamente agredidos o Sr. vai dizer que eles sentem repugnância ou que estão a ser racistas?

publicado por portuga-coruche às 08:00
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Segunda-feira, 15 de Março de 2010

Viatura dos bombeiros parada há oito anos por causa de imbróglio administrativo

Veículo de combate a incêndios dos Municipais de Abrantes não tem documentos para poder circular
 

foto Quando a viatura foi comprada não foram acauteladas todas as situações legais e a Câmara de Abrantes, a quem cabia assumir uma parte do investimento, ficou impedida de pagar. António Palmeiro



Os Bombeiros Municipais de Abrantes receberam há oito anos uma viatura nova de combate a incêndios urbanos que não podem utilizar por causa de um imbróglio administrativo. O veículo está parado no quartel sem poder sair para as ocorrências. Sem utilização, a viatura está a degradar-se, tal como o equipamento. Os bombeiros colocam de vez em quando o motor e as bombas de água a trabalhar para evitar que avariem por falta de utilização.

A viatura foi entregue pelo então Serviço Nacional de Bombeiros (SNB) para reforçar a capacidade operacional da corporação. No âmbito de um protocolo, o serviço pagava uma parte e a Câmara de Abrantes, que tutela a corporação, pagava o resto. E é aqui que começam os problemas. O SNB estabeleceu que a autarquia liquidava a parte que lhe cabia à empresa que vendeu o veículo. Só que estava impedida de o fazer porque sendo um município tinha que fazer um concurso para aquisição e haver dotação orçamental.

Sem justificação legal para pagar, a autarquia nunca conseguiu desembrulhar a situação. Como o vendedor do veículo nunca recebeu o montante em falta não entregou os documentos da viatura para que esta pudesse circular. Nos primeiros tempos esta ainda chegou a ser utilizada algumas vezes com a declaração de venda. Mas quando os documentos provisórios caducaram a viatura deixou de poder andar na via pública e de fazer a inspecção obrigatória de veículos. O conta-quilómetros marca apenas cinco mil quilómetros percorridos.

O procedimento do SNB, actualmente Autoridade Nacional de Protecção Civil, era habitual fazer-se com as associações de bombeiros voluntários. Mas estas não são obrigadas a fazer concursos nem aos procedimentos que as autarquias têm que cumprir. Os Municipais de Abrantes têm actualmente apenas uma viatura de combate a incêndios urbanos ao serviço e que é mais antiga que aquela que está parada. Mas o comandante da corporação, António Manuel de Jesus, garante que o concelho está salvaguardado em termos de riscos, até porque “em termos operacionais conseguimos arranjar outras soluções”. Em último caso nem que tenha que ser pedida a ajuda a um corpo de bombeiros vizinho.

Não deixa de ser caricato que os bombeiros estejam a desenvolver agora um processo para adquirir uma outra viatura do mesmo género, quando têm uma nova parada e que não podem utilizar. O comandante reconhece que o ideal era ter a viatura em causa operacional. O presidente da câmara da altura, Nelson Carvalho (PS), disse a O MIRANTE que o SNB “é que desenvolvia os procedimentos e depois criava estes imbróglios”. A actual presidente do município, Maria do Céu Albuquerque (PS), diz que está a tentar encontrar uma solução para o caso. O MIRANTE contactou via e-mail e telefonicamente o Comando Distrital de Operações de Socorro que não prestou qualquer esclarecimento.

 

in O Mirante

 

Em 8 anos ninguém conseguiu ainda desbloquear a situação? Afinal foi um protocolo ou um "tiro no escuro"!? Para a viatura ser paga pelo SNB e a Câmara Municipal, esta última tinha que ter conhecimento e concordância relactivamente ao protocolo..

Fazer um concurso para a aquisição de uma viatura para meios de socorro suportada a 50% pelo SNB faz sentido? Quem iria concorrer e apresentar uma viatura com as mesmas condições por 50% do valor !?

publicado por portuga-coruche às 08:10
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Segunda-feira, 8 de Março de 2010

Mulheres da Protecção Civil e forças de segurança homenageadas em Santarém

A história de quatro mulheres com cargos de responsabilidade nas forças de segurança e na protecção civil no distrito de Santarém serviu de mote para a homenagem que a governadora civil hoje promoveu, em antecipação do Dia Internacional da Mulher.

Na presença de duas secretárias de Estado, a da Administração Interna, Dalila Araújo, e da Igualdade, Elza Pais, a governadora civil, Sónia Sanfona, explicou por que razão entende que ainda hoje faz sentido assinalar este dia, apesar dos avanços das últimas décadas, sublinhando o enriquecimento trazido pela presença das mulheres em serviços tradicionalmente realizados por homens.

Cristina Pereira, bombeira de segunda classe nos Voluntários de Ourém, Patrícia Almeida, a tenente que comanda o destacamento de Santarém da GNR, Lurdes Fonseca, adjunta do Comando Distrital de Operações de Socorro, e Lúcia Simões, agente principal da PSP, foram as mulheres que relataram a sua experiência num vídeo exibido para uma plateia de centena e meia de mulheres.

O claro predomínio de bombeiras na assistência corresponde à maior presença feminina nos serviços de protecção civil (serão um quarto dos 1.600 bombeiros das 28 corporações do distrito), contra os escassos seis por cento de presença na GNR (50 em perto de mil efectivos) e os perto de 10 por cento na PSP (39 em 440 efectivos).

Lurdes Fonseca, 33 anos, que recordou a “contradição” que encontrou quando entrou para os bombeiros de Coruche, há 14 anos - entre um espírito protector, de não dar trabalho árduo às mulheres, e a atitude de “ela não é capaz” -, disse à Lusa que actualmente são as mulheres quem mais entra nas recrutas.

Grávida, Lurdes Fonseca - que, com Patrícia Gaspar, adjunta do comando da Autoridade Nacional de Protecção Civil, são as únicas mulheres a integrar a estrutura nacional de comando (num total de 51 elementos) -, frisou que a dedicação que a profissão exige só é possível graças à compreensão do marido e à ajuda fundamental da mãe na gestão da casa.

Elza Pais considerou como um “desafio do futuro” acabar com as “discriminações invisíveis” que ainda dificultam o acesso das mulheres a lugares de topo, considerando que a luta pela conciliação da vida profissional, pessoal e familiar “é um desafio que não se tem colocado aos homens”.

A sessão contou com as tradicionais rosas vermelhas e um lanche de confraternização.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 08:02
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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

Urgências de Benavente sem médico encaminham doentes para a porta dos bombeiros

Os funcionários do Serviço de Atendimento Permanente (SAP) do Centro de Saúde de Benavente estão a encaminhar os pacientes que se dirigem àquela urgência para a porta do quartel dos bombeiros, nos dias em que os médicos faltam ao serviço. Na sexta-feira, 19 de Fevereiro e terça-feira, 23, os clínicos voltaram a faltar durante todo o dia, deixando a população sem urgências. O mesmo já havia acontecido na manhã de sexta-feira, 18 de Dezembro, como noticiou o nosso jornal.

 

A denúncia é feita pelo próprio comandante da corporação de Benavente num ofício via fax enviado à autarquia, a que O MIRANTE teve acesso. Pode ler-se que a falta de médicos nas urgências “é uma situação que se tem vindo a repetir sistematicamente” e que os “utentes são encaminhados para a porta do quartel com a indicação de que a instituição lhes resolverá o problema”.

 

De acordo com José Guilherme os munícipes e contribuintes são os mais prejudicados e acusa o SAP de estar a “empurrar a responsabilidade para cima dos bombeiros” com o objectivo destes “fazerem o transporte para o hospital de Vila Franca de Xira”.

 

“Como não há médico nas urgências em Benavente, não há requisição de transferência nem carimbo do SAP, o hospital de Vila Franca não assina nem carimba o serviço efectuado pelos Bombeiros”, denuncia o comandante ao nosso jornal.

 

Perante esta situação, e à excepção dos serviços de urgência com número de ficha INEM, acidentes de viação e acidentes de trabalho, “o utente tem sempre que pagar (entre 40 e 50 euros), ou então a instituição fica com o prejuízo do serviço, porque não tem forma legal de o poder cobrar ao Serviço Nacional de Saúde”, esclarece José Guilherme.

 

O comandante garante que todos os utentes que se dirigem para a porta do quartel são informados do valor que terão de pagar, caso queiram seguir de ambulância para o Hospital de Reynaldo dos Santos em Vila Franca de Xira. A outra alternativa é regressarem ao Centro de Saúde de Benavente.

 

“Não eram doentes urgentes os bombeiros não tinham que os transportar. Isso é da responsabilidade deles. Muito menos para o hospital de Vila Franca. Há consultas no centro de saúde. Não sendo casos urgentes, as pessoas, em vez de entrarem por uma porta, entram pela outra, inscrevem-se e esperam pela sua vez para terem uma consulta. Agora têm é de ir lá, telefonar e esperar. Há algum incómodo. Não é só chamar a ambulância”, diz a directora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria (ACSL).

 

Sobre a situação dos utentes estarem a ser enviados para a porta do quartel dos bombeiros, Luísa Portugal é clara: “Desconheço. Foi dito aos bombeiros que, caso surgisse alguém com urgência, o levassem de imediato para Vila Franca de Xira. Se os funcionários dizem isso não posso confirmar nem desmentir. Não me parece que isso possa ter acontecido mas registo como um facto”.

 

Quanto à falta de médicos a directora do ACSL mantém a mesma opinião expressada em Dezembro, quando o clínico faltou durante a manhã. “São pontuais porque tenho 30 dias no mês. E, faltar um médico durante o dia inteiro, não acontecia desde Novembro” assegura Luísa Portugal que acrescenta. “Tenho uma reunião marcada com esta empresa para conversarmos sobre todas estas questões. Se as coisas não se resolverem estamos decididos, inclusive, a prescindir dos seus serviços. Mas prescindindo desta empresa, teremos muitos problemas. Quando dissermos que estes nãos servem, não temos outros. Temos de tratar este assunto com alguma diplomacia. O número de médicos que há para colocar aí em termos de contrato é reduzido. Os mesmos médicos estão inscritos em várias empresas”, explica a presidente do ACSL.

 

 

“O tempo está a esgotar-se”

 

 

“Este ofício é exemplar do estado das coisas no concelho, e se não fosse a Unidade de Saúde Familiar em Samora Correia, estaríamos numa desgraça completa. É esta unidade que ainda vai resolvendo uma parte dos problemas de saúde, o resto é uma situação muito grave. É importante que a ministra entenda as razões porque estamos a insistir nesta matéria”, revelou o presidente da câmara de Benavente.

 

Depois de ter recebido o fax enviado pelos bombeiros de Benavente, António José Ganhão, decidiu “reforçar junto dos presidentes das juntas de freguesias, para que enviem um diagnóstico da situação vivida em cada uma localidades, reflectindo assim o sentimento das populações”.

 

Após estarem compilados os dados das freguesias, “a intenção é marcar um plenário com todos os eleitos e encontrar eventuais soluções para os problemas gravíssimos que a população está a sofrer”.

 

O autarca admite que “os movimentos populares espontâneos podem vir a surgir” e que “o tempo se está esgotar”, mas defende que deve ser, ainda, o diálogo a prevalecer para tentar solucionar os problemas.

 

in O Mirante

 

 

 

 

Desenvolvimentos nesta situação!

No Correio da Manhã, saíu hoje, dia 25 a segunte notícia:

Benavente: Corporação queixa-se dos prejuízos

Bombeiros ‘tapam’ faltas de médicos

 
 

João Nuno Pepino 

Bombeiros de Benavente têm recebido utentes enviados do C. Saúde
Bombeiros de Benavente têm recebido utentes enviados do C. Saúde
Os utentes do serviço de Urgências do Centro de Saúde de Benavente estão a bater à porta do quartel de bombeiros, pedindo que os transportem ao Hospital de Vila Franca de Xira, sempre que os médicos faltam ao trabalho.

 

Como aparecem sem requisição de transferência, a corporação fica impossibilitada de imputar os custos ao Serviço Nacional de Saúde. Logo, só tem duas saídas: ou assume os prejuízos ou cobra o transporte aos doentes – perto de 50 euros.

'Não está correcto que empurrem a responsabilidade para cima dos bombeiros', lamenta o comandante dos Bombeiros Voluntários de Benavente, José Guilherme, adiantando que só na sexta-feira, dia 19, apareceram 'mais de dez pessoas' oriundas do Centro de Saúde.

O caso já foi analisado em reunião de Câmara, e o presidente, António José Ganhão, pediu um diagnóstico da área da saúde a todas as juntas de freguesia, para enviar à ministra.

Entretanto, a directora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde da Lezíria, Luísa Portugal, vai reunir-se com a empresa que assegura o funcionamento do Serviço de Atendimento Permanente (SAP), para analisar as situações de incumprimento do contrato, como as faltas dos médicos ao serviço.

Segundo a responsável, o recurso ao sector privado foi a solução encontrada para minimizar a falta de médicos de família, que afecta 'perto de 6000 utentes' no concelho de Benavente. O contrato prevê que os médicos trabalhem no SAP das 08h00 às 20h00, 'mas nem sempre têm cumprido o que está estipulado', afirma Luísa Portugal.




 

Francisco Pedro
 
in Correio da Manhã

publicado por portuga-coruche às 21:38
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Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

BE defende construção de grande parque de negócios na região

Partido vai propor a inclusão do investimento no PIDDAC de 2010

 

O Bloco de Esquerda quer que o Governo instale um grande parque de negócios para o distrito de Santarém na zona do Médio Tejo. E vai fazer uma proposta através do deputado eleito pelo distrito, José Gusmão, para incluir o projecto no Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) de 2010. O dirigente do BE no distrito, António Gomes, sugere que o mesmo possa ser construído na zona de Vila Nova da Barquinha.

 

No entender de António Gomes esta infra-estrutura, que teria uma dimensão nacional ou até ibérica, devia reunir todas as condições para a instalação de empresas de base tecnológica. Para já o Bloco considera que é fundamentar fazer-se um estudo de viabilidade que aponte a forma como o parque deve ser instalado e deve funcionar. Este equipamento seria importante “para relançar a economia no distrito e criar empregos”, defende António Gomes.

 

Apesar de se estar em época de crise, o BE considera que é nestas alturas que se devem criar os mecanismos e as condições para atrair investimentos. E quanto aos custos, realça que um grande parque permitiria concentrar recursos e poupar dinheiro, em vez de se “desbaratar” recursos em pequenas zonas industriais em cada um dos concelhos. “Isto obriga os presidentes de câmara a falarem uns com os outros, o que não têm querido fazer”, destaca António Gomes. E realça que nos últimos anos apenas se assistiu a um grande investimento para a região, referindo-se à instalação de uma unidade de produção de energia solar em Abrantes.

O BE considera ainda como fundamentais outros investimentos que devem estar no PIDDAC e vai também propor a inclusão de verbas que permitam avançar com a recuperação da escola Chora Barroso em Riachos (Torres Novas) cujas instalações actuais têm graves problemas a começar pela falta de aquecimento. Defende ainda o apoio à comercialização de produtos agrícolas como o melão de Almeirim e o figo de Torres Novas.

A construção do quartel dos Bombeiros Municipais de Coruche, da extensão de saúde de Foros de Salvaterra (Salvaterra de Magos) e da biblioteca do Entroncamento, são outras das propostas do Bloco. Que gostaria ainda de ver construída uma unidade de cuidados continuados em Santarém e campanhas de prevenção rodoviária associadas a obras nos pontos negros para reduzir o elevado número de acidentes nas estradas da região.

 

in O Mirante

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Sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Trabalhadores intoxicados com amoníaco

Uma fuga de amoníaco na exploração agrícola “Marinhave”, em Samora Correia, concelho de Benavente, provocou esta manhã a intoxicação de dez trabalhadores da empresa - um estado grave e nove com sintomas mais ligeiros.

 

Outros trinta trabalhadores da mesma empresa foram transportados ao Hospital Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira, para serem examinados apenas por precaução, disse a O MIRANTE o comandante municipal operacional, Miguel Cardia. “Apresentavam alguns sinais de eventual exposição ao amoníaco, como dores de cabeça, nauseas e tonturas”, explicou.

 

Depois da chegada dos bombeiros ao local, que isolaram a área e prestaram assistências às pessoas, esteve no local a pedido da empresa uma firma especializada para fazer o controle da fuga e garantir todas as condições de segurança.

 

No local estiveram bombeiros das corporações de Samora Correia, Benavente, Coruche, Salvaterra de Magos, Canha e Alcochete. Foram ainda mobilizados meios da Protecção Civil de Benavente, Comissão de Coordenação de Lisboa e Vale do Tejo e GRN de Samora Correia.

 

A fuga ocorreu na unidade de frio da empresa que se dedica ao abate de aves. O amoníaco é usado no sistema de refrigeração dos frigoríficos usados pela empresa.

 

in O Mirante

 

 

publicado por portuga-coruche às 11:34
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