Sexta-feira, 14 de Maio de 2010

MIC diz que “democratas” tentaram silenciar quem tem opinião diferente

Comunicados ainda debatem discussão sobre o 25 de Abril na assembleia municipal de Coruche 
 

Os deputados do Movimento Independente de Cidadãos (MIC) por Coruche na assembleia municipal consideram que os “democratas” tentaram silenciar quem tem opiniões diferentes durante a sessão de dia 30 de Abril, na qual fizeram fortes críticas à revolução de 25 de Abril de 1974 e provocaram acesa discussão. Recorda o MIC em comunicado que os seus eleitos, Abel Matos Santos e Gonçalo Ramos Ferreira, apenas contestaram saudações feitas ao 25 de Abril por deputados de PS e CDU por estarem cheias de “inverdades e injustiças”.

Lembrando que um deputado da CDU chegou a dizer à mesa que se devia cortar a palavra aos deputados do MIC ou interromper a sessão, o movimento considera que o presidente da assembleia esteve bem, metendo ordem na sala, afirmando que todos têm o direito de exprimir opiniões, podendo sair da sala para não as ouvirem.

Para a concelhia de Coruche do PS, nada fazia prever que os representantes do MIC lessem textos, em tom provocatório, manifestando-se contrários ao golpe de Estado que tornou possível a alcançar a liberdade e defendendo ideais do Estado Novo, liderado por Salazar. Os socialistas consideram que as alegações foram apresentadas com extrema veemência, “fazendo lembrar radicalismos de direita, que todos querem esquecer”, pode ler-se em comunicado.

No mesmo dia, o PSD também se manifestou contra a postura dos deputados do único grupo municipal intitulado não partidário da assembleia que fez a apologia do Antigo Regime. A comissão política concelhia do PSD acredita que “a população do concelho de Coruche é defensora da liberdade e da democracia e não se revê nos ataques proferidos aos direitos conquistados em 25 de Abril de 1974”.

 

in O Mirante

publicado por portuga-coruche às 07:05
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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

Comunicado do MIC - Discussão em 30 Abril

COMUNICADO

 

“Democratas” tentam silenciar opiniões diferentes

 

 

No passado dia 30 de Abril, na Assembleia Municipal (AM) de Coruche, gerou-se acesa discussão no período de antes da ordem do dia, quando dois deputados (um do PS e outro da CDU) fizeram uma saudação ao 25 de Abril, que na perspectiva dos dois deputados do MIC estava cheia de inverdades e injustiças.

 

Se os deputados do MIC e toda a sala, escutaram sem interromper tudo o que os deputados do PS e da CDU quiserem dizer, já quando chegou a vez dos deputados do MIC usarem da palavra, alguns deputados da CDU e do PS quiseram silenciar os deputados do MIC, porque não concordavam com a opinião deles, utilizando alguns comportamentos próprios de arruaceiros.

 

O Deputado da CDU chegou a dizer à mesa que se devia “cortar a palavra ou interromper a sessão” para os deputados do MIC, Abel Matos Santos e Gonçalo Ramos Ferreira, não poderem falar.

 

Bem, esteve José Coelho, presidente da AM, que metendo ordem na sala, afirmou que “todos têm o direito à sua opinião e de a exprimir e que se não querem ouvir, saiam da sala”.

 

Excelente exemplo da “Democracia” que estes senhores professam, onde pelos vistos, só as ideias e opiniões deles, alinhadas pela sua doutrina, pode ser expressa, sendo que nada pode ser posto em causa, como os deputados do MIC fizeram.

 

Para que todos possam saber o que lá foi dito, e tirar a sua opinião, convido-os a visitar www.miccoruche.org onde estão na integra as declarações dos dois deputados do MIC, com os quadros apresentados, o áudio completo e um pequeno vídeo da comunicação social.

 

 

 

 

    

 

 

 

MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche

 

   

 

Contactos: www.miccoruche.org        info@miccoruche.org      960 240 665

 

publicado por portuga-coruche às 06:55
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Deputado do CDS em Coruche

 

É já no dia 22 de Maio pelas 17 horas, no auditório do Museu Municipal de Coruche, que se vai realizar uma conversa aberta com a população com o Deputado Filipe Lobo D’Ávila eleito pelo CDS por Santarém.

 

A organização é do Jornal de Coruche e pretende trazer os deputados eleitos por Santarém para uma iniciativa a que chamaram “À Conversa com os Deputados”.

 

Conduzido por Abel Matos Santos, fundador do Jornal de Coruche e também do MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche, com assento na Assembleia Municipal local, refere que “a iniciativa é cívica e com intuito de informar e aprofundar a democracia, aproximar as pessoas dos seus eleitos”.

 

Já o deputado Filipe Lobo D’Ávila afirmou que “iniciativas destas são de louvar e estou sempre disponível para estar com todos os cidadãos do Distrito, para ouvir os seus problemas e sugestões, quer tenham votado no CDS ou não”.

 

Afirmou ainda que estará disponível para uma conversa aberta e participada por todos no dia 22 de Maio em Coruche.

 

 

 

por Abel JC

publicado por portuga-coruche às 06:50
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Terça-feira, 4 de Maio de 2010

Discurso salazarista inflama Assembleia de Coruche

 No dia 30 de Abril, o "verniz estalou" na Assembleia Municipal de Coruche.

 

Observem o vídeo na Mirante TV:

 
O que motivou esta reacção ? Bem ... Consultado o site do MIC, temos acesso aos seguintes discursos (link para PDF) que transcrevo na integra:

Assembleia Municipal de Abril de 2010

 

Declarações dos deputados municipais do MIC, na Assembleia Municipal de Coruche no passado dia 30 de Abril de 2010, no período de antes da ordem do dia, a propósito de uma saudação cheia de inverdades.

Depois de ler as declarações, oiça o áudio das intervenções e tire a sua opinião sobre aqueles que se dizem "democratas" e que querem silenciar opiniões distintas das suas. Veja ainda como a comunicação social "imparcial", apresenta os acontecimentos.

 

Declaração de Abel Matos Santos

 

Ao ouvir a saudação ao 25/4, pelo deputado Salgado, quando afirma que “Abril é fazer estradas e regularizar as margens do rio, construir acessos”, lembrei-me logo das 7 pontes que o injustiçado Major Luís Alberto de Oliveira conseguiu para Coruche, e que pela primeira vez ligaram as margens do Sorraia até ao Monte da Barca, e que são as únicas que ainda temos.
Quanto ao Sr. Deputado Aldeano do PCP, ao ouvi-lo fazer a sua descritiva alocução, só me veio à mente, Cuba, Coreia do Norte e a União Soviética, onde o fascismo vermelho produziu os campos de morte, Gulags, e milhares de extermínios, como o de Kattin, só agora oficialmente revelado pela Rússia, onde milhares de polacos foram fuzilados.

Gostava de dizer o seguinte;

Não posso votar favoravelmente uma moção que apoia um golpe de Estado, que por incompetência e leviandade acabou numa revolução, onde quem fez o golpe não ficou com o poder e o poder caiu na rua, dando azo a todo o tipo de anormalidades, que só não se tornou numa ditadura comunista devido ao contra golpe do 25 de Novembro.
E depois quem ficou com o poder não defendeu os interesses nacionais, foram assumidas as razões dos nossos inimigos, dos inimigos de Portugal, daqueles que mataram os nossos soldados e as nossas populações
A questão é: Era preciso uma Revolução? O País crescia mais de 6 pontos % por ano, a guerra do Ultramar estava ganha, havia emprego e estabilidade, Portugal era reconhecido internacionalmente, tudo estava calmo! Agora sim, temos tudo para que exista uma revolução, com o povo na rua, a contestação, a falência do País no horizonte… enfim, a resposta está dada.
Mas esse golpe corporativo dos oficiais do quadro permanente, consubstanciado depois no MFA e na fraca democracia ou ditadura dos partidos, não evitou a destruição do Pais e colocou Portugal no caminho da falência, como se podem ver nestes 2 gráficos, apresentados recentemente na SIC por José Gomes Ferreira.
 

Como se pode constatar, a 1.ª Republica e o pós 25/4 são descritos com aumentos brutais da Dívida Pública (deficit) e diminuição extrema do saldo orçamental, enquanto durante a 2.ª Republica ou Estado Novo, existiram superavits que diminuíram a dívida a níveis nunca antes alcançados e os saldos orçamentais eram positivos.
 
 
E sem dinheiro da UE, todas as obras eram feitas com dinheiros nossos. As mais de duas mil Escolas que Sócrates fechou e as dezenas de Maternidades, já para não falar na Ponte Salazar e outras grandes obras feitas nessa época, são apenas alguns, poucos exemplos do que foi realizado.
Até a respeitabilidade internacional que tínhamos, fruto da honestidade e da verdade, é hoje uma miragem. Veja-se o exemplo, ainda há dias publicado na imprensa, quando em 1962 a Embaixada de Portugal em Washington recebeu pela mala diplomática um cheque de 3 milhões de dólares (em termos actuais algo parecido com 50 milhões de euros) com instruções para o encaminhar ao State Department para pagamento da primeira tranche do empréstimo feito pelos EUA a Portugal, ao abrigo do Plano Marshall.
Fomos o único Pais do mundo a pagar o empréstimo causando embaraço mundial, dado que mais nenhum país o fez. Que diferença para os dias de hoje!

Hoje em dia, fazem-se obras com dinheiros que não são nossos e estamos mais do que endividados, com assessores e lugares de nomeação política, que no plano autárquico representam por exemplo, mais de 2 mil administradores só em empresas municipais que para nada servem, a receber ordenados inconcebíveis, com lugares de nomeação dados aos membros dos partidos, com vencimentos chorudos, obscenos, com as implicações publicas que se sabem e nada se faz!

Portugal está a bater no fundo! A pouca vergonha e a corrupção, os favores, e a descredibilidade invadiram a Nação!
Foi isto que Abril nos trouxe! Nada mais do que isto! Um golpe de Estado, um acto duvidoso de uns quantos oficiais do quadro permanente, por questões corporativas e salariais, apoiados por desertores no exterior(imagine-se que um deles pretende hoje, ser Presidente da República), que nos quiseram trazer os famosos 3 D's - Descolonização, Democracia e Desenvolvimento.

A Descolonização “exemplar” tão propalada, foi a maior das vergonhas, tendo vitimado milhões de Portugueses de Timor, Angola, Moçambique e Guiné. Até Mário Soares, disse há dias numa conferência que, por exemplo, Cabo Verde não devia ter sido independente, que o povo não queria e ele também não, mas que nada pôde fazer. Hoje também ele percebe que foi um erro enorme!
A verdade chega aos poucos com os remorsos que atormentam o Fundador do Partido com maioria nesta sala e nunca sendo tarde para admitir erros é pena que só agora estas verdades venham a lume. A Verdade chega, tarde mas chega... mas ficamos a saber que afinal os Povos das nossas províncias de além-mar, queriam continuar a ser portugueses, não queriam ser abandonados à mercê dos caprichos das potências estrangeiras.
 
A Democracia, simplesmente não existe! Vivemos numa Ditadura dos partidos, dos apparatchiks. O Povo para nada conta, somente para ser manipulado e usado! Esta é a realidade aos olhos de todos!
 
O Desenvolvimento - Onde está? O interior do Pais deserto, as escolas fechadas, os correios, as maternidades, os centros de saúde, com os Portugueses fronteiriços a terem de ir a Espanha para serem tratados! Que VERGONHA, Crimes de Lesa Pátria! Somos hoje um Pais em subdesenvolvimento, mas enganem-se aqueles que acham que a situação não vai piorar ainda mais.

Portanto, de facto o que sobra são os 3 D’s, é DÍVIDA, DÉFICIT e DESEMPREGO, e acrescento um 4.º que é a DESAVERGONHICE.
 
Tenho dito!
 
 
Abel Matos Santos

 

 

 

 

 

Declaração de Gonçalo Ramos Ferreira

Devo dizer que aquilo que espero desta Assembleia Municipal, é que façamos sempre por construir um Concelho melhor para os nossos concidadãos, no entanto ouvi atentamente, ser feita aqui a defesa de uma suposta comemoração, que nada tem que ver com a resolução de problemas da nossa Terra e que é para a grande maioria do Povo Português, sinónimo de alheamento, desilusão e mentira.

Podia perguntar o que continuam a comemorar os Senhores? Mas não o perguntarei, até porque cresci à sombra de muita da propaganda mitificada, que aqui ouvi hoje, que visa por um lado colmatar a necessidade de recordar os melhores tempos de uma vida que já não volta, expurgar os sentimentos de remorso e por outro lado, legitimar um poder a todo o custo, mesmo que esse custo seja a perda da comunidade que dizem servir.

Mas tudo isso se vai esboroar, pois o que é falso não é sentido e quem mente, jamais conquista o coração de quem o ouve.

Para além do retrocesso social e económico provocado pelo Golpe dos Espinhos e pela posterior desordem que tomou o País, não PODEMOS esquecer que esta data marca o abandono, por Portugal, de milhões de pessoas, que foram simplesmente entregues à morte, pessoas essas que acreditavam e lutavam por uma ideia, que teve eco durante 500 anos da nossa história.
Mortes, prisões políticas, censura, corrupção, tortura, ausência de liberdade, tudo isto Abril nos trouxe, não me é possível portanto, comemorar uma data responsável por tamanha injustiça e derramamento de sangue.

Não foi uma revolta do Povo, como aprendemos nos bancos da escola, surgiu sim de motivos pessoais de alguns, que se serviram do socialismo de sofá, para legitimarem uma estória, cheia de ingredientes demasiado repetidos e demasiadamente mal contados.

Hoje vivemos numa sociedade profundamente materialista, que nega o espírito, a vida humana como valor supremo, para ser praticamente amoral. A sua tendência para a exploração das massas sem benefício palpável para o Povo, para o igualitarismo por baixo, levou-nos ao ódio das coisas Portuguesas e a tudo o que é superior pela inteligência, pela virtude e pela beleza.

Tempos houve em que foram criadas as condições para se ter esperança numa vida melhor e hoje essa esperança já não existe. Somos o País mais pobre da Europa Ocidental e estamos irremediavelmente à margem da História, num obscuro canto da Europa.

É difícil comparar algo tão complexo como a qualidade de vida, mas podemos comparar a evolução portuguesa com as economias mais desenvolvidas da Europa, e o facto é que Portugal foi o país da Europa com maior crescimento do PIB per capita até 1974, quintuplicando o valor inicial de 1926.
 

Hoje, e como nunca antes, assistimos ao abandono do País, pelos Portugueses em busca de melhores condições de vida, estando em curso uma substituição demográfica, que só nos leva a um caminho, a perda da nossa ancestral Identidade.

O nosso país abriu falência, e é hoje uma colónia de Bruxelas, que nos vai dando esmolas para conseguirmos sobreviver, pois os tais capitães de Abril, reduziram Portugal a uma «pobreza franciscana», onde só houve liberdade para se hipotecar as futuras gerações e nos entregarmos à agenda de sociedades secretas como a Maçonaria.

A entrada de Portugal na Europa, que data do século XIX e não da entrada aos trambolhões na CEE, nunca beneficiou a generalidade do Povo Português. Beneficiou, sim, os interessados no carreirismo político e aqueles que estavam cansados do controlo que fora em tempos exercido sobre os negócios e fortunas e que se viram assim sem contas a prestar, aos Portugueses.

Hoje, temos o nosso interior votado ao abandono, as nossas aldeias a desaparecer, os nossos campos sem cultivos, a Europa paga-nos para não produzirmos, bastando os camiões pararem três semanas para os Portugueses saberem o que é não terem comida para colocar na mesa, é impensável como nos deixamos chegar conscientemente a esta situação.

Se Portugal tivesse sido governado por um Estadista nos últimos quinze anos, há muito que ele teria sido deposto. Tinham-se-lhe exigido responsabilidades pela estagnação económica, o desemprego galopante, o estado das contas públicas. Porém, como o país foi governado pela maioria, pedem-se responsabilidades a quem? Ninguém. É impossível, uma maioria não é uma pessoa, é uma entidade impessoal, logo ninguém é responsável por nada.
 
 

Tempos houve em que o Estado prestava contas, era sério, sem nunca recorrer à partidarização do serviço público.

Hoje o dinheiro, as possibilidades de ascensão e o apossamento de lugares a todos premeia, desde que embarquem na imoralidade do carreirismo político e na venda de convicções a troco de benesses, fechando-se uma porta para uma realização profissional discreta e honesta, para uma vida de dedicação sincera a valores e a pessoas, mas onde se abre uma janela, para o exibicionismo, para o servilismo de mão estendida.

O legado do 25 de Abril não gerou portugueses mais inteligentes, nem mais cultos, nem criou o capital necessário para fazer hospitais e maternidades. Antes pelo contrário. Criou a ilusão, de que o desenvolvimento não requer nem esforço, nem trabalho, nem estudo, nem poupança, criou a ilusão de que o desenvolvimento é um direito que os governos atribuem por decreto.

Depois do fracasso do socialismo, o capitalismo e a lei de mercado não são a única via possível, devemos caminhar para uma sociedade em que  vivamos em harmonia com a natureza, abolindo a submissão à economia, evitando as seitas políticas, fazendo a defesa do nosso interior, das nossas famílias, dos trabalhadores, contra a desumana capacidade do capitalismo e contra a usura.

Nada garante que o curso da governação seja corrigido e reorientado para o bem comum, quem dirige a nossa política externa, não sabe tirar partido das vantagens que a nossa situação geográfica nos garante. Devemos retomar uma política, que vire Portugal para o Atlântico.

Só podemos ser absolutamente livres de servidões e de interesses e só temos um partido, Portugal.

Gonçalo Ramos Ferreira
 
 
                   
Vamos fazer o seguinte: Colorir a verde tudo aquilo que concordo e a azul aquilo que não concordo!
Comentarei assim que consiga recuperar (!) e tenha tempo. Faço questão de o fazer, dado o teor dos discursos e reacções.
Os meus comentários ficarão a verde de modo a se destacarem do azul.
Eis as "frases mais quentes":
Discurso de Abel Matos Santos
1 - "Não posso votar favoravelmente uma moção que apoia um golpe de Estado, que por incompetência e leviandade acabou numa revolução, onde quem fez o golpe não ficou com o poder e o poder caiu na rua, dando azo a todo o tipo de anormalidades...." Se os militares tivessem mantido o poder passaríamos para uma ditadura militar? Estamos a falar de pessoas cultas que sabiam a liberdade que gozava um francês ou inglês! Estamos a falar de pessoas que sabiam que o futuro de Portugal não passava pela exploração e imposição de ideias mas pela liberdade e evolução do nosso país num quadro democrático, que eram onde se encontravam os restantes países europeus ou para lá caminhavam, como era o caso da Espanha e Itália 
2 - "A questão é: Era preciso uma Revolução? O País crescia mais de 6 pontos % por ano, a guerra do Ultramar estava ganha, havia emprego e estabilidade, Portugal era reconhecido internacionalmente, tudo estava calmo! Agora sim, temos tudo para que exista uma revolução, com o povo na rua, a contestação, a falência do País no horizonte… enfim, a resposta está dada. " Opsss Espera aí! Estamos a falar de Portugal? A guerra estava ganha?! A guerra estava perdida! Em terra, no mar e até no ar. O apoio internacional de que beneficiavam os grupos armados permitia-lhes possuir armamento mais moderno e poderoso. O emprego que existia era precário e a calma era de medo.
3 - "Mas esse golpe corporativo dos oficiais do quadro permanente, consubstanciado depois no MFA e na fraca democracia ou ditadura dos partidos, não evitou a destruição do Pais e colocou Portugal no caminho da falência". A revolução era inevitável, dado que o estado novo insistia a todo o custo continuar a perder homens e material numa guerra perdida (para não me repetir, noutros pontos destaco outras razões). O facto de Portugal estar numa situação difícil terá mesmo a ver com o fim do regime e com o "25 de Abril"? O facto de Portugal ter ficado com 50 anos de atraso, relativamente a outros países não conta? As escolhas, ou as más escolhas do povo não tem também a ver com o atraso que o país tem?
4 - "... Ponte Salazar ..." Que eu saiba agora chama-se "Ponte 25 de Abril" Conheço apenas uma razão para se continuar a insistir que a ponte tem o antigo nome, pode ser que alguém apareça e me diga que para além da apologia do estado novo existem outras razões para insistir em chamar o antigo e não o novo nome.  
5 - "Até a respeitabilidade internacional que tínhamos, fruto da honestidade e da verdade, é hoje uma miragem" A respeitabilidade não existia! Portugal não tinha nenhuma credibilidade internacional! Todos, de uma maneira ou de outra pressionavam Portugal para resolver a questão colonial. A questão da ditadura política, nomeadamente a manutenção de presos políticos a perseguição ideológica eram temas diários a nível internacional. O atraso industrial e o analfabetismo do nosso povo também eram tema de preocupação internacional. A tortura e monopolização da opinião pública através da censura também não abonavam nada a nosso favor. Portugal era visto como um país atrasado em todas essas vertentes e mais algumas.
6 - "Foi isto que Abril nos trouxe! Nada mais do que isto! Um golpe de Estado, um acto duvidoso de uns quantos oficiais do quadro permanente, por questões corporativas e salariais, apoiados por desertores no exterior" Acham pouco? Tenha sido por qualquer razão. Uma ditadura repressiva que perseguia quem não se dobrava, que mantinha asquerosos bufos denunciadores, que asfixiava o pensamento. 
7 - "A Descolonização “exemplar” tão propalada, foi a maior das vergonhas, tendo vitimado milhões de Portugueses de Timor, Angola, Moçambique e Guiné." Não duvido! Tudo poderia ter sido feito de outra maneira. Acredito que se Salazar tivesse ouvido Spínola e aceite a sugestão de atempadamente negociar autonomias este problema não teria surgido. A persistência em continuar a remar contra a vontade internacional enfraqueceu o regime.
8 - "ficamos a saber que afinal os Povos das nossas províncias de além-mar, queriam continuar a ser portugueses, não queriam ser abandonados à mercê dos caprichos das potências estrangeiras.Nunca foram os "povos" a escolher! Havia uma guerra fria entre duas grandes potências (URSS e EUA) e os lideres revolucionários africanos foram doutrinados directa ou indirectamente por elas, ou sob a sua influência. Eram por isso também apoiados monetariamente, com armamento e treino. Em Abril de 74, exceptuando Cabinda que insistimos em incluir no "Pack Angola", quais eram as colónias que queriam continuar a pertencer a Portugal? Timor? NÂO; Guiné? NÂO; Angola?NÂO; Moçambique?NÂO; Cabo Verde ou S.Tomé? NÂO, o que é que resta!?
Discurso de Gonçalo Ramos Ferreira
1 - "ouvi atentamente, ser feita aqui a defesa de uma suposta comemoração, que nada tem que ver com a resolução de problemas da nossa Terra e que é para a grande maioria do Povo Português, sinónimo de alheamento, desilusão e mentira." Discordo, principalmente porque como está comprovado se continua a ignorar a realidade. O 25 de Abril é e deverá ser uma comemoração. É um dia em que se deveria expor o que foi o Estado Novo, falar-se das torturas e prisões, da censura e daqueles que morreram a lutar. Muitos foram também aqueles que voltaram inválidos ou com traumas de guerra. Muitos são aqueles que ficaram sem um pai, um irmão ou um tio ou ainda o seu grande amigo de infância.
2 - "cresci à sombra de muita da propaganda mitificada, que aqui ouvi hoje, que visa por um lado colmatar a necessidade de recordar os melhores tempos de uma vida que já não volta, expurgar os sentimentos de remorso e por outro lado, legitimar um poder a todo o custo, mesmo que esse custo seja a perda da comunidade que dizem servir." Os problemas actuais, sejam de segurança, sejam morais ou ainda políticos ou sociais, não são causados pela revolução de 25 de Abril de 1974! Estamos em 2010! Não percebi a referência aos "...melhores tempos de uma vida que já não volta..." seria aos tempos em que uma sardinha era comida por seis pessoas? Em que se era preso por discordar da guerra ou por outra razão qualquer? Eu ainda sou do tempo em via em Coruche pessoas descalças. Ou ainda dos tempos em a maioria dos portugueses nem a 4.ª classe acabavam porque tinham de ajudar a família a sobreviver, enquanto na restante Europa os jovens estudavam línguas e história e viajavam livremente. Quantos intelectuais se perderam com o analfabetismo? Quantos poetas e escritores? Políticos ou cientistas? Pessoas que podiam ter contribuído para o nosso país e que agora nem cultura geral sabem discutir. Vê-se idosos ingleses e alemães, japoneses e americanos, assim como franceses por todo o lado! Viajam e conhecem, falam várias línguas e estudam e depois que quisermos ver os nossos, basta ir a um Centro de Saúde. É o mais longe que eles vão. Isto porque nasceram sem nada num país inculto e rural.
3 - "o que é falso não é sentido e quem mente, jamais conquista o coração de quem o ouve." Também não concordo! Os políticos prometem o que não tem, a quem nunca pretendem beneficiar pelo poder que querem conquistar. As pessoas acreditam e votam neles e o resultado é aquele que todos sabemos!
4 - "Para além do retrocesso social e económico provocado pelo Golpe dos Espinhos e pela posterior desordem que tomou o País, não PODEMOS esquecer que esta data marca o abandono, por Portugal, de milhões de pessoas, que foram simplesmente entregues à morte, pessoas essas que acreditavam e lutavam por uma ideia, que teve eco durante 500 anos da nossa história.
Mortes, prisões políticas, censura, corrupção, tortura, ausência de liberdade, tudo isto Abril nos trouxe, não me é possível portanto, comemorar uma data responsável por tamanha injustiça e derramamento de sangue." Realmente ...... Gonçalo, tem sentido febre? Acha que pondo as coisas desta maneira não é ser salazarista nem fazer a apologia do Estado Novo? Nesse caso o que será? Não me cabe a mim defender a descolonização e o modo como foi feita, mas, como já referi nos comentários que fiz, a principal razão que levou a semelhante desfecho foi o arrastar da situação. Imaginem um autocarro em crescente velocidade a dirigir-se para um penhasco, quanto mais tarde sairmos mais nos magoamos e se continuarmos morremos.  Houve quem dissesse atempadamente para se parar, enquanto era possível parar, mas quem mandava achava que não .... o resultado já todos sabemos qual foi.
5 - "A entrada de Portugal na Europa, que data do século XIX e não da entrada aos trambolhões na CEE, nunca beneficiou a generalidade do Povo Português. Beneficiou, sim, os interessados no carreirismo político e aqueles que estavam cansados do controlo que fora em tempos exercido sobre os negócios e fortunas e que se viram assim sem contas a prestar, aos Portugueses." Continuo a discordar. A nossa entrada na CCE foi a nossa única saída. Não ocupamos a posição que desejamos, mas estariamos sem dúvida muito pior se estivessemos sozinhos nesta pontinha da Peninsula Ibérica e com o Escudo.
6 - "Se Portugal tivesse sido governado por um Estadista nos últimos quinze anos, há muito que ele teria sido deposto. Tinham-se-lhe exigido responsabilidades pela estagnação económica, o desemprego galopante, o estado das contas públicas. Porém, como o país foi governado pela maioria, pedem-se responsabilidades a quem? Ninguém. É impossível, uma maioria não é uma pessoa, é uma entidade impessoal, logo ninguém é responsável por nada." Será que tinha sido deposto ou teria eliminado qualquer oposição? A responsabilidade, independentemente se um político é eleito por maioria ou minoria existe sempre. A grande diferença é que mesmo que mesmo que um político seja eleito por maioria e seja um crápula, foi o povo que lá o meteu.
7 - "O legado do 25 de Abril não gerou portugueses mais inteligentes, nem mais cultos, nem criou o capital necessário para fazer hospitais e maternidades. Antes pelo contrário. Criou a ilusão, de que o desenvolvimento não requer nem esforço, nem trabalho, nem estudo, nem poupança, criou a ilusão de que o desenvolvimento é um direito que os governos atribuem por decreto. " Novamente discordo! O país está hoje muito mais evoluido em todos os aspectos. Infelizmente temos muitos anos de atraso e ainda por cima entre os políticos não apareceu ainda um visionário, alguém carismático que nos possa orientar de modo a que possamos sair da lama, tipo Charles de Gaulle.
Digam o que acham nos comentários a este post ou enviando um e-mail para estes Coruchenses do MIC
publicado por portuga-coruche às 08:00
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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Comunicado do MIC - Regionalização


 
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1

 

Somos a favor do Municipalismo, da Descentralização, não da Regionalização

 

Os objectivos da maçonaria ainda não foram todos cumpridos. Falta a regionalização. Desde 1820, que alguns sectores da sociedade buscam a criação da República Federal da Ibéria, que António Sardinha, o Pensador integralista, já havia denunciado em “Na Feira dos Mitos” e “Ao Ritmo da Ampulheta”.
 
A regionalização, recusada pelos Portugueses, no referendo de 1998, implica perda do sentido de coesão nacional, esvaziamento das competências das autarquias e a criação de uma estrutura político-administrativa, que irá aumentar o já enorme peso do Estado na nossa sociedade.
 
Miguel Torga também não compreendia porque motivo estava o mundo a braços com o drama das diversidades e nós que há novecentos anos temos unidade na língua, nos costumes e na religião, a queríamos destruir desmioladamente. Até o socialista Mário Soares classifica a regionalização como um erro colossal, dizendo-se sim, "a favor da descentralização de muitos serviços e da desconcentração de decisões" afirmando ainda que "a regionalização iria criar uma nova classe de políticos, com tendência para retirar poderes às autarquias".
 
Mas José Sócrates já decidiu que o país terá cinco regiões. Não serão quatro ou seis ou qualquer outro número a decidir pelas populações. No fundo esta manobra, trata-se apenas de lançar mais areia para os olhos dos Portugueses, com o intuito de desviar a atenção dos reais problemas do País, como tem sido apanágio desde executivo.
Onde está a descentralização deste PS no contexto da Saúde, da Educação?
Porque querem destruir a unidade nacional que existe desde a nossa fundação?
 
A perda do sentido de coesão nacional será inevitável. Um chefe de um governo regional tem que estar politicamente empenhado com a sua região, não tem que se preocupar com os problemas das outras regiões. Assim, a solidariedade das regiões mais ricas, para com as mais pobres que também deixariam de receber a acção equilibrada do governo central, seria de imediato abolida pelos novos sobas, oriundos das diversas máquinas partidárias.
Com a regionalização, o País sofrerá assimetrias bem maiores.
 
Os políticos tendem a gostar da regionalização porque esta criará mais cargos, muito apetecidos por quem vive da política profissional. Se as regiões vão ter alguma autonomia financeira, em vez de viverem penduradas no Orçamento de Estado, terão de poder elas próprias lançar impostos, de maneira a existir responsabilidade fiscal.
Ora lançar impostos regionais implica, ter um pequeno parlamento em cada região, isso apenas irá aumentar os custos de gestão do Estado, o número de cargos para as máquinas partidárias e o número de guichés a visitar quando se tem um qualquer ofício em mãos. A regionalização irá multiplicar os obstáculos burocráticos às pessoas e às empresas e é disso que a corrupção também se alimenta.
 
O funcionalismo público cresceu nas últimas três décadas, de 200.000 para 750.000 funcionários. Portugal não se pode dar ao luxo de alimentar os 100.000 funcionários políticos que existem actualmente, quanto mais acrescentar os milhares que a regionalização irá criar, para nada produzirem e serem factor de imobilismo.
 
Somos a favor do Municipalismo através da acção descentralizadora do Estado, ao dar autonomia às unidades locais para gerirem os seus recursos, aumentando a sua responsabilização. Somos a favor da Descentralização equilibrada, através da acção governativa conciliadora que deve ser o papel do Estado, assegurando mecanismos de prevenção e de controlo dos caciquismos locais.
 
Há países eficientes onde não existem regiões administrativas, no entanto podemos constatar, citando o exemplo do Brasil, que a adopção do federalismo em 1891, não contribuiu para equilibrar as assimetrias dos seus vários Estados, como ainda os fez divergir ao nível do desenvolvimento.
Actualmente, Portugal é um país litoralizado com um interior entregue ao abandono, entendemos ser emergente uma reorganização e uma verdadeira descentralização e desconcentração dos centros de decisão por parte do poder central, que visem enfrentar os problemas locais, através de uma delegação efectiva de poderes e competências.
 
No entanto, criar regiões à semelhança da Madeira e dos Açores, apenas multiplicaria as dificuldades, as assimetrias, a despesa e o aumento das conflitualidades em detrimento do todo Nacional.

 

Abel Matos Santos e Gonçalo Ramos Ferreira
Deputados Municipais pelo
MIC - Movimento Independente de Cidadãos por Coruche

 

publicado por portuga-coruche às 09:33
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Gonçalo Ribeiro Teles em Coruche


 
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Gonçalo Ribeiro Teles em Coruche

 

Não se sabe para onde se vai, porque não se sabe de onde se vem

 

Foi assim que o Arquitecto Paisagista Gonçalo Ribeiro Teles, iniciou a sua conferência intitulada “Coruche na perspectiva de Portugal”, no passado dia 19 de Dezembro, no auditório do Museu Municipal de Coruche, em iniciativa do MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche.

Numa extraordinária palestra, que durou cerca de duas horas, o Arq. Ribeiro Teles continua a mostrar uma vitalidade fora do comum e um pensamento acutilante e esclarecido, preocupado essencialmente com o futuro, nomeadamente com a forma como actuamos sobre o território e as consequências que isso tem na vida das populações.

Ribeiro Teles, fez um enquadramento global e nacional da problemática dos espaços, para se referir a Coruche e ao corredor que enquadra os concelhos de Benavente, Coruche, Mora e Ponte de Sôr, como sendo de vital importância para o abastecimento alimentar da região da grande Lisboa.

Apontou as revisões dos Planos Directores Municipais (PDM) como fundamentais para se corrigirem erros do passado, mas referiu que estes "estão a ser feitos por pessoas sem qualificação e a possibilidade de tudo ficar pior, ainda é bem real", isto se não se tiver em conta a estrutura ecológica municipal e as reservas naturais e agrícolas, disse.
Definiu também a importância de “naturalizar” os espaços verdes e as margens dos rios, de onde salientou o Rio Sorraia, referindo que “o que lá se fez é um desastre”, sendo necessário agora “se quiserem corrigir o erro, não é preciso destruir o que se fez, mas complementar com vegetação adequada às margens dos rios, arbustiva e árvores de pequeno porte, para se criarem margens elásticas que amorteçam as forças das correntes e criem espaço de vida para os peixes se desenvolverem e a vida se estabelecer”.

Esta organização do MIC, por iniciativa do seu grupo autárquico na Assembleia Municipal de Coruche, foi a primeira de outras que se pretendem realizar, sendo que “se lamenta que todas as forças politicas e órgãos autárquicos tenham sido formalmente convidados e nenhum tenha comparecido ou se tenha feito representar, o que seria indispensável para se poder aprender com quem sabe, para ajudar a desenvolver Coruche e a região de forma integrada”, referiu Abel Matos Santos do MIC.

publicado por portuga-coruche às 09:31
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Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

Comunicacado do MIC

 

Comunicado
 
Presidente eleito pelo PS inicia mandato agredindo e faltando à verdade
 
O MIC – Movimento Independente de Cidadãos por Coruche vem repudiar as afirmações agressivas e caluniosas de Dionísio Mendes, à RVS, presidente da autarquia eleito pelo PS, ao afirmar que o MIC “destruiu um partido implantado no concelho”, que “é uma farsa”, que não “apresentou propostas”, que foi “constituído por dissidentes” de outro partido e que “é contra os partidos”.
 
Dionísio Mendes falta à verdade e intelectualmente foi desonesto, visto o MIC ser um movimento aberto a todos, que integra pessoas que nunca estiveram em partidos políticos e pessoas de todos os partidos. Muito menos temos qualquer identificação com qualquer partido.
Não se pode é impedir as pessoas de se identificarem connosco!
 
Não somos contra os partidos, mas sim SOMOS convictamente contra as posturas das máquinas partidárias que se preocupam com a manutenção dos lugares, das carreiras politicas e do poder, funcionando como agências de emprego, não valorizando a competência, não ouvindo as pessoas e não se focando na resolução dos problemas das populações. É contra isto que somos contra e não contra os partidos!
 
O que nos motiva são as pessoas e as soluções para uma melhor qualidade de vida no nosso concelho, existimos e apresentámos propostas.
 
Aliás, fomos os primeiros a apresentar propostas sectoriais para Coruche, no nosso “Plano A a Z” que está disponível em www.miccoruche.org/docs/plano.html .
 
São mais de 300 propostas à disposição de todos!
 
O MIC lamenta que o Dr. Dionísio Mendes, presidente eleito com maioria absoluta, ofenda cidadãos honestos que prestaram um serviço cívico de qualidade ao participarem nas eleições autárquicas de 2009, ao invés de tentar unir todos e ser efectivamente o presidente de todos os Coruchenses.
 
Lamentamos que esteja mal informado e convidamo-lo a consultar o nosso site e a comprovar o que aqui dizemos, esperando um sincero pedido de desculpas por parte do Presidente da Autarquia de Coruche, que também é o nosso presidente a partir do dia 11 de Outubro.
 
Como sempre dissemos, queremos ser parte da solução e nunca do problema!
 
Por Coruche e pelas Pessoas
 
Abel Matos Santos
Porta Voz do MIC
publicado por portuga-coruche às 09:18
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Segunda-feira, 10 de Agosto de 2009

Jornal de Coruche lança «Crónicas Portuguesas»

«É no próximo dia 14 de Agosto, 6.ª feira, pelas 21,30 horas, na sede do Jornal de Coruche, na Rua Direita, n.º 100 A, junto aos Paços do Concelho em Coruche, num espaço aberto à participação de todos, que o Jornal de Coruche vai fazer a apresentação do livro “Crónicas Portuguesas”, um conjunto de artigos de vários autores, todos eles publicados no Jornal de Coruche.»


«Sob a coordenação de Abel Matos Santos, esta publicação editada pelo Jornal de Coruche e que conta com a participação de figuras de renome nacional, foi apoiada por empresas preocupadas com a cultura e com a necessidade de a obra ficar impressa e escrita, são elas a Sobralpneus, o Crédito Agrícola de Coruche, a corticeira Amorim e a DAI.

A apresentação será feita pelo fundador do Jornal de Coruche, Abel Matos Santos e pelo seu actual Director, José António Martins.

Com textos de:
Abel Matos Santos, Andreia Vilaça, António Gentil Martins, António Mira, Carlos Consiglieri, Carlota Alarcão, Domingos da Costa Xavier, Edite Costa, Francisco Morgado, Gonçalo Ribeiro Telles, Hélio Lopes, Isabel Quelhas, João Alarcão Carvalho Branco, João César das Neves, João Costa Pereira, João Gomes, João José Brandão Ferreira, Joaquim Mesquita, Jorge Hagedorn Rangel, José Freire da Silva, José Luís Andrade, José Manuel Caeiro, Luís António Martins, Mariazinha Alarcão de Macedo, Mas o rei vai nu, Maurício do Vale, Mendo Castro Henriques, Miguel Mattos Chaves, Paulino Lisboa, Rodolfo Begonha, Rodrigo Taxa, Rui Corrêa d’Oliveira, Sílvia Del Quema, Telma Leal Caixeirinho, Teófilo Nunes, Vasco Mantas, Vitorio Rosário Cardoso.

Com:
João César das Neves, Joaquim Gusmão, Ana Moura, Zita Seabra, António Tadeia, Ana Benavente, Maria Amélia Chaves, David Ribeiro Telles e Gonçalo Ribeiro Telles

Como descrevemos este livro;
E se por uma vez tivéssemos oportunidade de desfiar rasgos de Portugalidade, sentir o toque de páginas inacessíveis ao desalento e aos lóbis, sem pudores, sem medos e sem meias palavras?

É com esse ensejo que nos deparamos em "Crónicas Portuguesas", uma compilação de artigos das mais variadas áreas, que figurando nas nossas estantes, permite que o pensamento dissecador de Portugal e da gesta dos nossos maiores, seja preservado e relido pelas gerações vindouras com a força de um estilo e de uma atitude!

O eco emanado exalta a nossa herança sociocultural, despertando nos leitores uma acção orgânica que norteia o espírito edificador da Nação, onde a negação sistemática da nossa tradição e da nossa história comum, não pode almejar lugar.

Ontem como hoje, o espírito de resistência e de reflexão livre, presente nesta obra, parece ser o segredo da nossa longevidade.

Portugal Renasce…
Gonçalo Ramos Ferreira

O que é?
Crónicas Portuguesas é um livro de sentimentos, de emoções, um livro de histórias, de contos, um livro de experiências vividas, um livro para perspectivar o futuro, olhando o passado, para permitir um presente que conduza, que abra caminhos, criando horizontes a um futuro melhor.

O presente é receber do passado e viver projectando o futuro.»

 

in Notícias Lusófonas

publicado por portuga-coruche às 11:17
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