Quinta-feira, 17 de Fevereiro de 2011

A Terra estará a viver a sexta extinção em massa por causa das alterações do clima



Foto: Daniel Rocha (arquivo)
As espécies do Sul da Europa deverão migrar cada vez mais para norte

Qual vai ser o impacto das alterações climáticas na árvore da vida, no final do século XXI? Pela primeira vez, um artigo, publicado amanhã, quinta-feira, pela equipa do biólogo Miguel Araújo na revista Nature, avaliou os efeitos das alterações do clima na árvore da vida. A Terra pode estar a viver a sexta extinção em massa, desta vez pela mão humana, se não forem travadas as emissões de gases com efeito de estufa.

 

 

Já houve cinco momentos de desaparecimento maciço de biodiversidade, causados por fenómenos geológicos catastróficos — como a colisão de um asteróide com a Terra há 65 milhões de anos, que ficou famosa porque, entre os desaparecidos, estavam os dinossauros. Agora, devido às alterações do clima pela acção humana, há a tese de que a Terra estará a viver a sexta extinção em massa.

Mas uma vaga de desaparecimentos tem de cumprir quatro condições para ser uma extinção em massa, explica Miguel Araújo, coordenador do pólo na Universidade de Évora do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos: tem de ocorrer de forma generalizada em todo o mundo; num período de tempo geológico curto; envolver grandes quantidades de espécies; e afectar espécies de um leque vasto de grupos biológicos.

Por exemplo, se as extinções afectarem muitas espécies só de algumas partes da árvore da vida, as extinções serão dramáticas, com impacto nos ecossistemas, mas não será a sexta extinção em massa, diz Araújo, titular da cátedra Rui Nabeiro em Biodiversidade, a primeira criada em Portugal com fundos privados (cem mil euros anuais, por cinco anos).

À procura de resposta, a equipa do biólogo, que inclui Wilfried Thuiller, entre outros cientistas da Universidade Joseph Fourier, em França, reconstruiu as relações evolutivas de grande número de espécies de aves, mamíferos e plantas, estudando o caso da Europa. Nestas relações evolutivas, a equipa projectou depois as conclusões para o risco de extinção das espécies. Teve em conta quatro cenários de alterações climáticas, consoante estimativas distintas de emissões de gases de estufa, até 2080, e usando modelos que reproduzem o clima da Terra.

Para estudar como as alterações climáticas actuais poderiam afectar a evolução da árvore da vida, foi ainda necessário distinguir as extinções causadas pelas mudanças do clima das que ocorreriam ao acaso. Para tal, a equipa removeu aleatoriamente “ramos” exteriores da actual árvore da vida, para ver até que ponto as extinções modeladas na sequência das alterações climáticas seriam diferentes de aleatórias. “Se não diferisse — é o nosso resultado —, estaríamos perante um padrão de extinções não selectivo, que afectaria a totalidade da árvore”, explica Araújo, também do Museu Nacional de Ciências Naturais de Madrid. “As alterações climáticas previstas afectam os ramos da vida de forma uniforme, tornando-os menos densos e farfalhudos com o tempo”, diz.

“Outros estudos têm demonstrado que as ameaças humanas afectam determinados ramos concretos da árvore da vida, por exemplo espécies grandes, especializadas em determinados tipos de comida ou habitats, ou anfíbios”, diz. “O nosso artigo demonstra que as alterações climáticas terão tendência a afectar todos os ramos da árvore.”

O estudo não permite dizer, porém, qual o número de espécies que irá desaparecer. E a estes impactos há que juntar outros de origem humana, como a destruição de habitats, a caça e pesca excessivas, a propagação de espécies invasoras e de agentes patogénicos, que afectam mais uns troncos da árvore do que outros. “Como os impactos se adicionam uns aos outros, o futuro poderá reservar-nos um aumento generalizado de espécies ameaçadas que afectará quase todos os ramos da árvore da vida.”

Portanto, as alterações climáticas poderão alterar as contas actuais sobre a extinção das espécies. A Terra está então viver a sexta extinção em massa? “No caso de haver impactes de grande magnitude que afectem um grande número de espécies, o padrão de extinções modelado por nós assemelha-se ao que se esperaria numa extinção em massa, já que estas não afectaram ramos particulares da árvore da vida, mas a sua quase totalidade”, responde Miguel Araújo.

Perdas no Sul da Europa

Outra conclusão é que as espécies do Sul da Europa, que perde biodiversidade, deverão deslocar-se para o Norte. Já hoje, aliás, as alterações do clima estão a empurrar mais para norte espécies de aves e borboletas.

É também provável que espécies do Norte de África entrem no Sul da Europa — “o que já está a verificar-se com algumas aves e insectos”. Os recém-chegados tanto podem trazer mais biodiversidade, como acentuar a perda de espécies por competição ou novas doenças. “É difícil prever as consequências destas colonizações. Mas, havendo um mar entre os dois continentes, só espécies capazes de o atravessar podem colonizar a margem Norte, o que limita a diversidade de colonizadores.”

 

por Teresa Firmino

in Público - Ecosfera

 

 

Seleccione o link em baixo para poder ler os comentários dos leitores do jornal Público sobre este artigo. 

Falência Global

Por Joaquim Soares – Aveiro

Caro anónimo do Porto, não é preciso escarnecer ninguém. Os FACTOS estão ai para quem quiser investigar. Não se trata de posições mais ou menos alarmistas. Trata-se muito simplesmente de que a ação humana estar a alterar os padrões de variabilidade natural do clima, dos ecossistemas e do restante sistema fisiológico do planeta. Ao que parece para si está tudo bem, por isso não vale a pena é vir com argumentos de que "a vida prospera com o aquecimento", etc. O que podemos verificar é que milhões de seres humanos não vivem em nenhuma situação de prosperidade, pelo contrário, e a coisa tem vindo a agravar-se. A subida do nivel do mar, os fenómenos climáticos extremos cada vez em maior número, a seca, a poluição, o desmatamento, etc, conduz e conduzirá ao sofrimento e miséria de populações inteiras. Para uns isto é alarmismo, porque estão confortavelmente instalados com o seu "estilo" de vida e não querem abrir mão dele. Pois bem, o que os cientistas, os ecologistas e todos os que se preocupam com o presente e o futuro dizem é: não é possível que isto continue assim, as consequências acabarão por cair em cima de todos. Continuar tudo como até aqui é CRIMINOSO. Isto é uma questão ética!

 

re: Aves pretas ...

Por Fagundes – Almada

De há poucos anos para cá, tenho avistado essas aves nos arredores do Monte de Caparica. Algumas pessoas daqui referem-se a elas como "melros de asa branca". Parecem-me ser uma espécie de estorninhos e são avistados nos mesmos locais onde existem estorninhos vulgares. Tenho muitas dúvidas na identificação, mas parecem-me pertencer a uma espécie exótica, com distribuição natural no Leste da Ásia, mais concretamente da Sibéria, China, Coreia e Vietnam. Sturnus cineraceus.

 

re: Aves pretas ...

Por Fagundes – Almada

De há poucos anos para cá, tenho avistado essas aves nos arredores do Monte de Caparica. Algumas pessoas daqui referem-se a elas como "melros de asa branca". Parecem-me ser uma espécie de estorninhos e são avistados nos mesmos locais onde existem estorninhos vulgares. Tenho muitas dúvidas na identificação, mas parecem-me pertencer a uma espécie exótica, com distribuição natural no Leste da Ásia, mais concretamente da Sibéria, China, Coreia e Vietnam. Sturnus cineraceus.

 

Crying Wolf

Por Anónimo – Porto

Talvez fosse boas ideia o Miguel ler a sua última carta publicada na Nature (link abaixo apagar espaços em branco). Joaquim Soares, não simplifique as coisas. O facto de fazer escárnio da personalidade de alguns cépticos mas "faladores", normalmente uma táctica utilizada por falta de melhres argumentos, não impede que hajam cépticos de grande qualidade cujas posições são bem mais fundamentadas do que a maioria das posições alarmistas. É preciso não esquecer que o trabalho do Miguel Araújo, embora meritório, baseia-se em modelos matemáticos e não em observações. Estas últimas têm provado que os cenários de emissões do IPCC, apalavrados no texto, eram alarmistas ou demasiado alarmistas, tal como muitos cépticos tinham andado a dizer há quase 10 anos. Talvez também fosse bom estudar um pouco a história da terra e perceber que a vida prospera com o aquecimento e não o contrário. Outro aspecto não menos marginal é o facto da Nature há muito assumir posições alarmistas. Em editoriais chamam-se os cépticos de negacionistas. Está tudo dito... h t t p : / / w w w .nature. com/nature/journal/v428/n6985/full/428799b. html

 

 

 

 

 

 

 

Aves pretas c/ risca

Por Cícero, o das Catilinárias – Carcavelos

Aqui há poucos anos, em Carcavelos, apareceram umas aves pretas, com uma corpulência semelhante à dos melros, com riscas brancas nas asas. Não as vira e conheço bem Carcavelos desde a infância. Até dá para pensar que tenha sido "oferta" de alguém da Nato pois andavam naquela zona e eram apenas dois ou três. Agora já existem mais e, em pequenos bandos, alargaram a zona das andanças. Que pássaros são estes? Já procurei na Net e não encontro nada sobre.

 

Ecocéticos e Cia.

Por Joaquim Soares – Aveiro

Quando não se quer investigar com profundidade os assuntos é comum repetir os erros que outros já cometeram. É assim a retórica redonda dos ecocéticos. Invista-se algum tempo a ler o que publicam a NASA, a NOAA, o IPCC, as academias de ciências de vários países, as Nações Unidas, a Nature, a Science e várias outras publicações credíveis, e muitos outros estudos de centenas de cientistas e chegaremos inevitavelmente à conclusão de que os ecoceticos estão completamente errados e falseiam os dados. Mas como há quem não se dê ao trabalho de verificar tanto os dados como as fontes, acabam por não saber que aqueles em quem tanto confiam a maioria nem sequer é cientista. Há de tudo um pouco, locutores de rádio, viscondes, apresentadores de boletins meteorológicos, políticos falhados, etc. A ciência deve ser independente, ética e não dependente dos setores económicos cegos que promovem a destruição ambiental. Ela deve desmontar os esquemas ilusórios onde quer que eles se encontrem. A questão é que o modelo civilizacional atual produz destruição e sofrimento. Mas como aos ecocéticos o que parece lhes importar é o seu umbigo...!

 

tanto radicalismo...


Por Fagundes – Almada


Estão extremadas as posições, com muito radicalismo infundado à mistura. Por um lado existem teorias não provadas que estão a ser aceites e ensinadas como se fossem verdades absolutas. Por outro lado, a frequência de ocorrências extremas parece estar a aumentar, mas também aumentou exponencialmente a nossa capacidade de detecção e registo. Se conseguimos detectar e registar mais, é lógico que o número registado aumente. Também noto alguma alteração no discurso dos catastrofistas climáticos. Há algum tempo atrás jurava-se a pés juntos que existia aquecimento global por causa das emissões de CO2 (o Mann made global warming, ou hokey stick). Agora já são alterações climáticas. Quanto à manipulação de dados e modelos e qualidade das publicações, é melhor nem sequer falar disso. Quanto ao financiamento, ACORDEM!!! Neste momento, praticamente todos os grandes projectos de energias alternativas estão nas mãos das mesmas corporações que dominam o negócio dos combustíveis fósseis e contam com importante comparticipação de dinheiros públicos. A quem interessa (economicamente) o alarmismo?

 

1 de 99%


Por Joaquim Soares – Aveiro


Numa coisa os negadores das alterações climáticas e ecocéticos estão certos. Há uma pequena possibilidade, digamos de 1%, provavelmente até menos, de que possamos continuar a lançar na atmosfera 1.000 toneladas por segundo de CO2 a cada minuto de cada hora de cada dia de cada semana de cada mês do ano, e que isso não tem nem terá efeito nenhum. A realidade é que existem pelo menos 99% de possiblidade de que isso esteja a acontecer e que continue a agravar-se no futuro. Não querer reconhecer que a civilização como está construída é insustentável, do ponto de vista ecológico, social, económico, etc. é ser completamente irresponsável.

 

Acordem!
Por Joaquim Soares – Aveiro

Caro anónimo da Covilhã e companhia, os amigos deviam confiar menos na pseudo-ciência de Monckton, Joe Bastardi, Roy Spencer, e mais alguns outros, que mentem e manipulam os dados. Depois surgem mais algumas pessoas, os chamados negadores ou ecocéticos que vêem com a conversa de que afinal as alterações climáticas são um mito. A explicação para esta atitude é simples. A grande maioria das fontes bibliográficas (pouco mais de 2 dezenas de autores e várias instituições) é financiada pela indústria petrolífera e mineira. Várias publicações já documentaram a manipulação dos dados e da informação feita pelos interesses de grande corporações multinacionais, cuja agenda de prioridades inclui promover pesquisas e estudos “ecocéticos” por parte de cientistas e intelectuais. Naturalmente, esses negadores prefere não abordar em seus sites o fato de que corporações multinacionais estão na prática comprando as consciências de centenas de cientistas e intelectuais em todo o mundo - com suas “linhas de apoio a pesquisa”.

 

Lá estão eles?

Por Johan – Suécia

De acordo com alguns dos comentadores deste artigo então seria possível converter para CO2 todo o carbono não gasoso existente na terra sem que isso tivesse consequências? Hmm estranho! Fala-se aqui muito de modelos etc a mais elementar termodinâmica dirá que a emissão significativa de CO2 (entre outros gases de origem antropogenia) para a atmosfera terá efeitos nos mecanismos termodinâmicos desta última....

 

ai esse umbigo

Por sdfg - asder,sdert

caro Anónimo da Covilhã, o mundo não é só portugal. no brasil, por exemplo, tem havido "records" de temperaturas positivas desde dezembro. sabe, há uma coisa chamada hemisfério sul que está no verão qd nós estamos no inverno. além disso, no ano passado, a australia teve uma seca tão grande que até os animais do deserto se aproximaram das pessoas para pedir agua. não existe "aquecimento" global, o que existe é um aumentar de condições extremas. e isso é, também, provocado por nós. cabe a nós minimizar o nosso efeito. será que você é tão egoísta que não é capaz de pensar globalmente e agir localmente? vivemos num ponto azul no meio do nada. e se os estimássemos? é q não temos mais nenhum disponível e habitável...

 

Modelos climáticos!

Por Rui Vaz – Famalicão

Independentemente do valor do estudo, que só depois de lido pode ser analisado, há pelo menos duas questões importantes a colocar. A 1ª e mais óbvia, é que ele se baseia em cenários hipotéticos, sejam 4 ou 6 ou 10... whatever! Não existem modelos que possam reproduzir o clima da Terra, nem em 2080 nem sequer em 2020... ponto final! De resto, a temperatura média do globo - um conceito que NÃO tem significado físico nem mesmo estatístico! - não subiu sequer um grau em mais de um século, logo quantos mais são necessários para o tal cenário dantesco de extinção em massa? O 2º ponto já foi referido noutro comentário, ou seja, para além do asteróide alguma das outras 5 extinções teve algo a ver com os níveis de CO2, que na realidade já foram muitíssimo elevados em períodos geológicos remotos? Mais ainda, e se nas próximas 2-3 décadas assistirmos a uma diminuição significativa da temperatura, tal como é de prever no actual ciclo solar e oscilação do Pacífico? Que dizem os famosos modelos acerca disso... mas antes não depois, como as esfarrapadas e ridículas pseudo-explicações para a sucessão de 3 invernos frigidíssimos em AMBOS os hemisférios! Science yes... but not fiction!

 

 

 

 

Estudo visando ...

Por Wagner - Sampa, Brasil

O estudo visto leva em consideração só o aquecimento global. E se fosse o esfriamento global, como prega alguns cientistas. Como ficaria o estudo? Obrigado.

 

ENORME CONFUSÃO

Por FM – Lisboa

O asteróide de há 65 milhões de anos provocou alterações climáticas muito mais profundas que as actuais emissões de co2 que, até que se prove o contrário, teem pouco efeito no clima, pelo menos ao nível das emissões até agora produzidas pelo homem. Mas há muita confusão entre ambiente e clima. O que está a matar espécies prende-se com a acção humana ao sujar o Planeta (é um problema de ambiente): o ar, a água e o solo. Aí sim o ciclo da biodiversidade altera-se pois há espécies vivas, animais e plantas muito sensíveis que são gravemente afectadas, não só pelo co2 como e sobretudo pelos poluentes químicos da indústria (e não por mais calor ou mais frio que só pontualmente afecta uma ou outra espécie). É aí que o Homem tem de actuar para salvaguardar a biodiversidade do Planeta. Quanto ao clima, com os actuais recursos tecnológicos, o pode fazer muito pouco.

 

fraude!!
Por Mauricio – Amadora

O aquecimento global é a maior fraude de todos os tempos!! Climategate isso sim!! Não nos esquecemos dos mails entre cientistas para mentirem acerca do aquecimento da terra quando a terra está a arrefecer!!

 

Arredondar
Por Anónimo - Belo Horizonte, Brasil

Cara Teresa. Faltou a relação, bem explicada, das cinco extinções anteriores. E em que período se deram. Pode a repórter acrescentar essas informações ao texto, por favor? A matéria deve ficar redonda. Muito obrigado.

 

Extinção em massa?

Por Fernando Catarino – Carcavelos

O meu comentário tem duas partes: primeiro há que felicitar a equipa, em que o Miguel Araújo se integra, pela ousada abordagem do problema da actual extinção, que é real e mensurável, mas que até agora poucos se arriscam a prever a consequências para os habitats epara ecossistemas, bem como o timing, níveis e limites e velocidade da previsível disfuncionalidade. O segundo comentário é para felicitar a senhora jornalista pelo excelente texto. Com um pedido à redacção do público on line: o turn-over da secção ciência precisa de mais vida e menor tempo de residência das notícias

 

 

in Público - Ecosfera

 

publicado por portuga-coruche às 07:20
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